Uma passada de mão inesperada é sempre bem-vinda, até em lugares públicos. Principalmente em lugares públicos;
Dean pediu uma torta de limão e então arregalou os olhos, sentindo as bochechas queimarem. Olhou para Castiel e viu o anjo sorrir safado, fazendo um pedido para si, ignorando o rosto assustado do loiro.
_Não pode fazer isso! – disse o loiro, quando estavam indo até a mesa. – As pessoas podem ver e- Gasp! – engasgou de novo ao sentir a mão do outro apertar sua bunda mais forte que da outra vez. – Cas! – o moreno apenas piscou e sorriu, sentando-se como se nada tivesse acontecido.
Dean passou a mão pelos cabelos e sentou-se ao lado do anjo, olhando de soslaio para ele, enquanto Sam sentava a frente deles, os olhos grudados na tela do notebook. Dean realmente não entendia o irmão.
A moça veio até eles trazendo os pedidos e sorriu para Sam, mas ele nem ao menos agradeceu o suco, que ela disse, era por conta da casa, embora Dean e Castiel tivessem que pagar pelos seus. O caçador resmungou algo para o irmão, mas Sam também não retrucou.
Estava a ponto de morder seu sanduíche quando sentiu a mão de Castiel repousar em sua coxa, perto demais da virilha, olhou para ele, como se estivesse alertando para que não fizesse aquilo.
_Relaxa. – o anjo murmurou e tratou de enfiar a mão na calça social que ele usava.
Dean admite até hoje que aquela foi a melhor punheta que Castiel bateu pra ele, e toda vez que vão até aquela lanchonete... Bem, eles reavivam a memória.
N/a: Oie! Então, amanhã acaba! Poisé *chora*
