- Ola Cragen. Ola Kenny – Marjorine cumprimenta o casal que acabou de entrar no ônibus.

- Ola Marjorine – Kenny retribui o cumprimento, diferente de Cragen que não retribui, mas senta perto da loira.

- Cragen. Você sentando junto comigo? Aconteceu alguma coisa? – a loira pergunta para a morena.

- Digamos que eu quero evitar de me sentar perto de uma certa pessoa – responde Cragen de uma maneira imparcial.

- O que aconteceu alguma coisa desagradável entre você e Kenny?

- Não.

- Então o que houve?

- Fogo demais.

- Então você e Kenny...

- Eu juro se você falar isso em voz alta eu arranco o seu cabelo.

- Oh hambúrguer – Marjorine se encolhe.

Enquanto isso na parte dos garotos.

- E aí Stan, como foi sua conquista com a Marjorine? – pergunta Kenny para Stan.

- Tive sucesso e você com Cragen?

- Acho que sim.

- Acha?

- Digamos que a morena tem um receio em assumir relacionamentos em públicos.

- Isso é um problema.

- Pode até ser, mas encaro como desafio – sorri o loiro.

O assunto acaba quando viram Kylie e Cartman entrando no ônibus. Kenny e Stan seguram uma risada vendo a cara da ruiva bastante nervosa e o maior está com um sorriso malandro. Vendo que os dois não tiveram nenhum momento no museu não é difícil de imaginar que Cartman teve sucesso em não ir ao museu e Kylie fracassou trazer o maior na marra.

- Que raiva! – a judia senta em um banco a frente. Cruza os braços.

- O que aconteceu, Kylie – pergunta para a ruiva.

- Cartman – responde meio trincando os dentes.

- O que ele aprontou desta vez?

- Ele me enganou todo o tempo e não foi para o passeio.

- E como ele fez isso, te pegou de jeito? – pergunta Kenny brincando.

O que Stan e Kenny não esperava que Kylie ficasse envergonhada.

- Ele mesmo te agarrou? – agora Kenny pergunta não brincando, mas totalmente focado nas palavras da ruiva.

- N-não... – disse Kylie mentindo já que passou boa parte do tempo beijando... seu pior inimigo. Pior que a garota não tem certeza quem beijou quem. Se foi ela que o beijou ou foi ele que a beijou. Incrível que toda noção de tempo e espaço foi esquecido e só voltou a partir do momento quando os lábios se separaram. Para sua alegria, Eric concordou em retornar para o passeio agora sem mais insistência. Só que alegria se transformou em raiva quando Kylie descobriu que todo mundo já estava indo embora, ou seja, Cartman conseguiu mais uma vez sai da linha da disciplina.

- Kylie. Aconteceu alguma coisa séria entre você e Cartman? – pergunta Stan bastante preocupado, já que conhece a briga dos dois de muito tempo.

Antigamente Cartman sempre humilhava Kylie das formas mais criativas e astutas possível. Nos dias atuais essa rivalidade meio que se suavizou, mas Stan tem medo com que retorne com mais intensidade. Não é por causa de ciúmes, mas se Cartman aprontava tanta coisa no passado na idade que muitos consideram a fase mais pura do ser humano imagine nos dias atuais?

- Não aconteceu nada, apenas que aquele filho da puta me tira do sério.

- Está bem. Você que diz.

Já Cartman senta atrás da Marjorine e Cragen. Só da uma rápida troca de olhar para a loira para cumprimentá-la.

- Como foi seu passeio no shopping? – pergunta Marjorine para seu amigo.

- De inicio foi chato com a Kylie indo atrás de mim o tempo todo, mas conseguir da um jeito nela.

- E o que você fez?

- Digamos que eu tive que usar certas persuasões para distraí-la.

- Pelo menos não teve dano.

- Infelizmente teve dano sim.

- Teve? Kylie de bateu?

- Não. Apenas brinquei com o fogo mais que eu gostaria – diz com um olhar distante.

Marjorine percebe a atitude de seu amigo e resolve deixar ele em paz, já que o assunto tem um grande potencial de ser delicado.

Cartman está dividido de dois sentimentos. O primeiro é satisfação por ter dominado a ruiva judia de uma forma... saborosa. O segundo é a preocupação do que isso pode acontecer no seu intimo. Ele já passou por uma fase de depressão por causa dela. Seu temor é que isso retorne com mais intensidade. Alias o que fazer?


Marjorine está sorrindo de frente do espelho no seu quarto. Está sorrindo já que agora tem um novo namorado, Stan. Realmente não esperava a atitude do rapaz conquistar a loira. Tem que admitir que subestimou o moreno. Não esperava que ele fosse tão... ousado. Está feliz de finalmente ter resolvido as diferenças entre ela e ele.

- Como você foi ceder tão fácil para ele? – pergunta uma voz feminina.

- Eu me fiz de difícil. Ele se desculpou por tudo, pra mim já é suficiente.

- Não para mim. Ele não merece a nossa confiança – responde a voz feminina.

- Tente entender. Tenho uma queda por ele – fica na frente de um espelho.

- Queda não é amor – a própria Marjorine está falando com ela mesma. Como se uma outra face da personalidade dela estivesse falando com a mesma.

- Mas pode se transformar.

- Ele não é de confiança.

- O Eric não era de confiança, mas mesmo assim você confiava nele.

- Ele era diferente. Foi com ele aprendi ser mais má.

- Professora Chaos. De uma chance para Stan.

- Posso até dar uma chance, mas com uma condição.

- Qual?


Cragen está no sofá de sua casa deitada. Está pensando no que rolou entre ela e Kenny. Como aquilo aconteceu? Ela não sabe. Tantos anos ignorando Kenny para por fim ceder por momento que acabou resultando em um beijo que não sai da sua mente. Como ele aprendeu a beijar tão bem?

"Droga!" pensa a morena querendo esquecer isso, mas em vão. Pior ainda que vai querer... mais.

Precisa resfriar a cabeça. É melhor sair para esfriar a cabeça.


Finalmente em casa, pensa Kylie depois de chegar do passeio, ou melhor, de terminar a perseguição de Cartman. No final o rapaz levou a melhor. Não era de se esperar que o manipulador usasse algum trunfo para conseguir enrolar a judia através de um... beijo.

Sério, como foi deixar ser beijada pelo aquele... racista? Pior que Kylie ainda tem uma parcela de culpa, afinal meio que o puxou. Afinal o que está acontecendo? Ele não é seu pior inimigo? Aquele que representa a pessoa mais maligna da fase da terra? Aquele que já humilhou muitas vezes? Quantas vezes o ex-gordinho a quis usar pelos seus planos?

Pior ainda é saber como ela está andando junto dele até hoje. Claro que nos dias atuais Cartman está mais na dele sempre querendo evitar contato com ela. Mas afinal o que ela fez para que o rapaz não querer mais falar com ela? Isso está assim dês quando ela iniciou seu namoro com Stan... espera aí... será que... não, é impossível... acho que Kylie está ficando paranóica. Por um momento ela pensou que Eric Cartman a amava. Isso só pode ser piada. Afinal é pensar que o próprio Hitler se apaixonasse por uma judia. Isso é algo de outro mundo.

Subindo para o seu quarto tem a intenção de esfriar a cabeça através navegação na internet ou ler algum livro para tentar tirar Cartman da cabeça.

Por mais que seu ódio por ele seja grande tem que admitir que ele ficou muito bonito com o passar dos anos. Ainda continua racista, mas está sendo mais tolerante com os outros. Ele não apronta como antes, afinal a fase criança já passou, assim procurando o que todo o rapaz quer: garotas. Incrível que Cartman tem uma grande facilidade de ficar com alguém, só perde pelo Kenny. Kylie, de primeiro, tentava avisar das ficantes e namoradas que Eric ficou que o mesmo não é uma boa pessoa, mas muito poucas chegou a reclamar. A maioria gostou de ficar com ele. Foram tantas garotas que ele ficou que até pergunta quem vai ser a próxima?

- Oh Cartman! – Kylie escuta um gemido vindo do quarto da sua irmã.

Aquilo faz a ruiva congelar. Sua irmã adotiva canadense está gemendo o nome do seu inimigo. A vontade é de arrombar a porta para saber o que está acontecendo, mas usa a furtividade para saber o que está acontecendo. Olha para o quarto encontra a sua irmã mais nova, na cama, sozinha e se masturbando. Seus pais não estão em casa, fato que a judia percebeu quando chegou, é bem provável que a canadense esteja a vontade de... 'se aliviar'.

Espera aí. Ela está se masturbando com o nome do Cartman. Se masturbando por Eric Cartman. Uma raiva é despertado em Kylie. Sua preciosa irmãzinha estava se masturbando por seu pior inimigo. Pior que agora sua mente lembrou que sua irmã de tempos em tempos vai a casa dele. Será que...

"CATMAN" grita em seus pensamentos e corre para a saída da sua casa. Uma coisa tem certeza: vai tirar satisfações por Eric por causa da sua irmã.


- Você está ficando com a canadense? – Eric Cartman pergunta para seu primo: Elvis Cartman.

- Sim. Eu estou – disse o mais jovem timidamente.

Elvis Cartman é o primo mais novo de Eric que recentemente está morando em South Park com seus pais. O menino conseguiu emagrecer também e está tendo um caso com Iris Broflovski. O mais novo está querendo algumas dicas de relacionamento (se ler dicas para fazer sexo), afinal Elvis ainda é virgem.

- Vocês nunca chegaram a ter nada?

- Sim. Eu não sei como ter a iniciativa.

- Eu sugiro que quando esteja sozinho comece a passar a mão no corpo dela. Se ela não reclamar pode ter certeza que ela vai está a fim de dar.

- Será mesmo?

- As mulheres também têm desejos sexuais. Não se preocupe com isso. Seja homem e coma.

Elvis fica vermelho.

- Só aviso a ter cuidado com a família dela. Afinal Isis é de família e recomendo a assumir um compromisso sério. Se quiser só comer então recomendo busca outra garota.

- Não. Eu gosto dela.

- Recomendo ser bem cavalheiro para a mãe dela. Assim ganha à confiança da família. Talvez você ganhe a desconfiança da irmã mais velha.

- Essa irmã mais velha é problema?

- Sim. Ela é. Então tente ganhar a confiança dos pais da Iris assim você consegue um namoro sem problemas com a canadense.

- Vou fazer isso. Obrigado pelas dicas primo.

- De nada.

Eric ver o mais novo ir embora. Não deixa de refletir de seu primo está ficando com a judia mais nova. Parece que a carne vinda da família Broflovski está atraindo muito a família Cartman. Não duvidaria se descobrisse que seu tio, o pai de Elvis, tivesse um caso extra-conjugal com Sheila. Acho que isso não acabaria com o casamentos dos judeus, afinal o pai de Kylie já pagou o falecido Chef para ter relações sexuais com sua própria esposa.

Já não basta de não ter resistido e ter beijado Kylie. Pior que gostou de beijar-la. Parece que toda a ruiva tem um sabor especial. Cartman admite que prefere as ruivas do que as morenas, negras ou loiras.

Engraçado que antigamente ele tinha maior preconceito para os ruivos, mas passou admirar a beleza ruiva. Quando uma pessoas persegue algo muito com certeza é sinal de inveja. No caso seu preconceito para os judeus foi algo mais por admiração pelo nazismo do que o próprio ódio para a religião. Afinal tem que admitir que o povo judeu é bem útil e tem talentos natos para negocio ou financias. Para ser sincero o único motivo que tinha para ser preconceituoso contra os judeus era mesmo para irritar Kylie. Agora os hippies com certeza é ódio mesmo. Cartman não consegue ver nenhum ponto positivo do grupo. Hippie bom é hippie morto.

Escuta alguém batendo na porta. Normalmente pediria para sua mãe atender, mas como ela está de viagem a trabalho (Liane está gravando um 'filme' novo para uma empresa de... 'entretenimento') precisa atender ele mesmo. Foi justamente quando abriu uma porta que uma mão voou bem direto na sua face. Não deu para esquivar do tapa bem dado na sua cara.

- Que porra é essa? – grita Cartman.

- Seu filho da puta. Agora quer se aproveitar de menininhas? Seu pedófilo – disse Kylie também gritando.

- Eu não sei que você está falando. Por acaso está com areia na sua vagina?

- Seu desgraçado – Kylie parte para cima do rapaz. Pego novamente desprevenido Cartman recua para trás, mas consegue segurar os braços da ruiva para evitar a mesma bater nele – seu infeliz de uma figa. Não basta ficar agarrando qualquer piriguete agora quer agarrar as menininhas.

- Eu ainda não sei que você está falando, mas por acaso está com ciúmes?

Kylie fica vermelha. Cartman repara isso.

- Maldito – tenta avançar, mas Eric a segura bem – você está dando em cima da minha irmã, seu filho da puta, está abusando sexualmente da minha irmã e ainda está iludindo ela.

Mesmo com toda agitação a mente do rapaz desvenda enigma.

Primeira evidência: Kylie acusando Eric de abusar de menininhas.

Segunda evidência: a judia falando que estava abusando sexualmente de Iris.

Terceira evidência: a ruiva ter citado que ele só fica com piriguete.

Quarta evidência: a garota ficou vermelha quando falou que estava sentindo ciúmes.

Chega a um seguinte diagnostico: Kylie chegou na própria casa, encontrou sua irmã se masturbando pelo seu primo e chegou na sua casa para tirar satisfações. Em uma atitude mais lógica era para a ruiva ter denunciado Cartman para policia, mas em vez disso ela veio até ele, ou seja, isso é mais ciúmes do que o sentimento protetor de irmã mais velha.

Esse momento seria perfeito para resolver o conflito entre Eric e Kylie, correto? Não. Isso é uma grande oportunidade.

O rapaz empurra a moça no sofá e começa a rir.

- Talvez eu tenha um gosto de comer menininhas. Tem até uma que está no meu quarto.

- Oh meu Deus – Kylie para cima do quarto para salvar a suposta menininha, mas quando chega lá não encontra ninguém. Antes de ter noção do que está acontecendo, Cartman entra no quarto e tranca a porta.


- Droga – disse Cragen correndo para achar um canto para se proteger da chuva que está vindo de repente. South Park está na rara época do ano de calor e chuva. Para o azar da morena está justamente da rua e não consegue encontrar um abrigo imediato. O único lugar que conseguiu encontrar foi uma lona de uma loja perto de um beco, mas isso não impediu de se molhar muito quase ficando encharcada – maldita chuva – abraça seu próprio corpo para tentar se aquecer.

- Se molhou bastante, né? – disse uma voz masculina que assusta Cragen.

- Kenny? – ela não reparou que o loiro estava debaixo da lona bem antes do que ela. Ele tem facilidade de passar despercebido quase como se estivesse escondido.

- Que bom te encontrar mais uma vez e ainda te ver molhadinha – disse com uma malicia na voz deixando a morena vermelha.

- Vai se foder.

- Já me xinga. Aquela tarde não passeio não significou nada?

- Bem... – Cragen não sabe o que falar.

Kenny aproxima dela e abraça.

- Está com frio. Permita eu te aquecer.

- Estou molhada. Você vai se molhar também.

- Não me importo. Por você, vale a pena a tudo.

- Kenny.

O loiro toma seus lábios com os próprios assim iniciando um beijo. De inicio Cragen tentou resistir, mas aos poucos vai se entregando e intensificando o beijo. Ainda precisa muito se acostumar a ter um relacionamento com o loiro encapuzado. Depois de um tempo o beijo termina.

- Está aquecida agora – sussurra nos ouvidos.

- Sim – responde de olhos fechados.

- Posso te aquecer mais ainda. Você quer?

Realmente essa conversa mole do loiro é meio manjado para a morena, mas como ela ficou com ele no passeio. Não ver porque não entrar no jogo também.

- Sim.

Cragen não esperava que Kenny a puxasse para dentro do beco a prensando na parede.

- Kenny. Você ficou louco? – diz assustada e com raiva.

- Sim. Fiquei louco por você.

- Não é essa resposta que estou querendo.

- Não? Que tal essa: você molhada desse jeito está me deixando louco.

- Seu infeliz – tenta empurrar, mas Kenny a puxa para um beijo mais intenso do que o anterior.

Cragen tenta empurrar Kenny, mas não consegue. Pior que não está colocando tanta força como deveria. É como se a situação fosse bem... interessante por mais absurda possa aparecer, afinal está em um beco escuro, sozinha com um pervertido, ainda está chovendo que está deixando mais encharcada. Qualquer pessoa acharia isso absurdo demais, mas para a morena está interessante. O que o Kenny está fazendo com ela? Está fazendo lavagem cerebral nela através dos beijos? Isso é insano.

- Oh Cragen. Você não sabe o tanto que esperei por esse momento – disse Kenny ao mesmo tempo que está distribuindo beijos nos pescoço dela – de sentir seu perfume, seu gosto e seu corpo – Kenny leva as mãos na bunda de Cragen.

- Atrevido – da um tapa no rosto do Kenny. Em vez do loiro ficar com raiva, ele sorri.

- Não sabia que você era uma garota violenta. Isso é muito interessante – disse Kenny se afastando um pouco para olhar o corpo da morena. Como está chovendo, as roupas estão absolvendo muita água assim deixando as curvas da garota bem visíveis.

- Saia da minha frente.

- Sua boca diz não, mas seus olhos diz sim.

- Seu filho da puta de mentiroso. Sabe que não sou de expressar meus sentimentos. Como meus olhos podem falar alguma coisa?

- Que tal isso? – Kenny se aproxima de Cragen e sussurra nos ouvidos dela – eu sei o que você fazia com Tweak no passado.

- Como assim?

- Sei de suas 'aventuras'.

- Eu não sei o que você está falando?

- Não se faça de inocente – Kenny a pressa novamente na parede – que tal lembrar das vezes que você ia para as salas vazias ou do zelador para terem uma aventura. Ou das vezes que ia no banheiro com ele. Ou até as vezes quando sentada no fundo só para masturbar-lo durante a aula. Eu sei de suas aventuras sexuais com seu namorado.

- Isso é mentira.

- Se é mentira, por que você terminou com Tweak.

- Não estava dando certo.

- Não foi isso – começa tirar seu casaco e camisa – você terminou porque Tweak não se sentia a vontade dessas aventuras sexuais de você. Ele gostava de transar em lugares discretos, diferente de você que gosta de lugares públicos – fica sem camisa – você disse que não gosta de confusão, mas gosta do perigo de ser pega em franga. Você é uma amante do voyeurismo.

- Está mentindo.

- Se estou mentindo por que não fugiu quando teve chance? Por que você não gritou para chamar atenção dos outros? Ou por que não me atacou ou me impediu de eu tirar a camisa? E por que você está olhando para o meu corpo e não para o meu rosto?

Cragen cora.

- Você está gostando de tudo isso – continua Kenny – está adorando a idéia de a gente fazer sexo aqui e agora. Quer sentir mais uma vez o perigo de ser pega.

- Por favor, Kenny não fala isso, está deixando sem jeito – disse com a fase corada – você pode se queimar.

- Então me queime.

Desta vez Cragen pressa Kenny na parede e começa a beijar-lo, enquanto suas mãos exploram seu peitoral.

"A morena finalmente revelou suas garras" pensa Kenny, enquanto aperta a bunda dela.

Cragen começa a chupar o pescoço do loiro assim arrancando os primeiros gemidos dele.

- Como eu suspeitava. Você geme como uma vadia – disse Cragen.

- Ah é? – Kenny a prensou na parede – vamos ver quem vai gemer como uma vadia – abre a cabeça da moça para expor os seios fartos. Não demora muito para abocanhar-los assim os chupando com toda a vontade. Ao mesmo tempo levanta a saia da morena e começa a estimulá-la por de cima da calcinha.

Agora Cragen começa a gemer, mas tenta reprimir o gemido já que está em um local publico não quer chamar tanta atenção, mas mesmo assim está adorando.

Quando Kenny percebe que a morena já está no ponto certo, ou seja, excitada suficiente a vira para a mesma ficar de barriga na parede abaixa a calcinha dela e abre o zíper para revelar seu pênis ereto que está puxando forte de tanto prazer.

- Kenny me possua – disse Cragen gemendo.

Sem falar nada, Kenny começa forçar seu pênis da genitália da morena pouco a pouco, assim preenchendo o interior dela com sua carne. Desta vez Cragen geme alto. Se tivesse pessoas por perto, o gemido teria revelado a posição de ambos. Para evitar que isso se repita, Kenny coloca a mão na boca dela para abafar os gemidos da mesma. A outra mão vai nos seios para massageá-las. Assim começa a se movimentar.

A pratica de voyeurismo é nova para o loiro, agora entende porque Tweak se sentia tanto desconfortável com isso. Afinal quantas pessoas passaram perto do beco de guardar chuva, sendo que alguns com passos lentos. Teve até um que atendeu celular deixando na lona por uns dois minutos. Nesse tempo Cragen gozou duas vezes assim melando seu pênis. Fora os carros que passavam de tempos em tempos. Mesmo com tudo isso nenhum momento Kenny parou com os movimentos de penetração. Vazia questão de aumentar a velocidade todas as vezes e de pressionar mais ainda a boca de Cragen para reprimir todos os gemidos. A morena estava gostando tanto que rebolava diversas vezes.

- Como você é gostosa – pega o quadril da moça com as duas mãos para aumentar mais a velocidade das estocadas. Desta vez quer escutar Cragen gemer alto e está disposto a fazer-la gozar novamente. Claro que nem está ligando mais se alguém pegar em fraga ou não. Está dominado pelo prazer.

Não demora muito para Cragen alcançar o terceiro orgasmo, assim gemendo alto quase gritando. Para a sorte do casal ninguém estava passando e a loja de inicio estava fechada. Chega que as pernas da morena estão bandas. Kenny resolve sair dentro dela para deixá-la descansar.

Cragen rapidamente se ajoelha de frente do Kenny e começa a estimulá-lo colocando o pênis dele no meio dos seus seios para começar pressionar a carne de Kenny e esfregar com seus seios, assim iniciando uma 'espanhola' para o loiro.

Não tarda para Kenny atingir seu orgasmo assim sujando a face de Cragen com seu esperma. A água da chuva permite para a morena se limpar facilmente.

- Gostou de praticar voyeurismo? – Cragen pergunta.

- Gata isso foi de outro mundo. Estou doido para praticar de novo – responde com um sorriso.

- Então coloque a camisa e vamos para minha casa. Estou cansada de ser molhada na chuva.

- Sim.

Finalmente Cragen e Kenny se acertam assim iniciando um namoro bem quente. Nunca ouve um pedido oficial, mas para ambos ações são mais importante do que palavras.


Stan se assusta ao acordar preso na sua própria cama. Suas mãos estão algemas em cada extremidade cama. O que está acontecendo? O moreno só se lembra de ter cochilado. Ainda possível a luz está apagada. O que realmente está acontecendo?

De repente um clarão de um raio é emitido no céu assim anunciando que vai chover.

- Finalmente você acordou – disse uma voz feminina.

Stan tenta achar a dona da voz. Pode está escuro o ambiente, mas não está na escuridão total, assim o capitão dos esporte pode ver a misteriosa mulher. Alguém está usando um maior azul, uma capa verde e partes metálicas nas botas, mãos e elmo. Pela voz e pelo visual, Stan sabe quem é a misteriosa mulher: Marjorine.

- Marjorine?

- É Professora Caos para você, querido.

- Mas o que você está fazendo.

- Brincando com o meu prisioneiro – disse subindo na cama e ficando em pé.

- Marjorine, não é momento de brincar.

- Quem disse que estou brincando? – se abaixa e arranha o peitoral de Stan por debaixo da blusa. Stan geme de dor – sabe durante a infância você foi o primeiro que mostrei minha identidade secreta, mas você zombou de mim está na hora da vingança – a loira se senta na cama e tira suas botas assim ficando descalços – está na hora do seu castigo.

Stan fica um pouco com medo com as ações da loira, mas logo é surpreendido com a pressão dos pés da loira em seu pênis. Com certeza o pega de surpresa. A loira ainda consegue pressionar e esfregar o pé direito na intimidade de Stan de uma maneira que pouco a pouco o moreno já começa ficar rígido.

Na infância Marjorine viu o filme "Backdoor Sluts 9" por acidente. Dês dessa época que isso mexeu muito com a imaginação da loira assim deixando mais curiosa para o assunto. Secretamente começou a pesquisar sobre o assunto e se interessar mais e mais. Começou até praticar algumas 'técnicas', mas só foi com Eric Cartman que começou colocá-los em pratica já que ele foi seu primeiro namorado. Assim estimular com o pé não é algo difícil para ela. Tanto que quando sentiu que o moreno já estava duro por completo conseguiu expor o pênis com grande facilidade.

Marjorine lambe os lábios admirando o pênis do seu namorado.

- Chupe o meu pé, meu escravo.

Por contra gosto Stan obedece, mas no seu interior está gostando da situação. Por mais não querer admitir, o moreno gosta de ser mandado, por isso que namorou por tanto tempo com a Wendy, apesar que não chegou a ter relações sexuais com ela. Com Kylie teve até um bom relacionamento, mas a judia não... atendia suas expectativas de ser dominado. Se a ruiva fosse dominadora era bem provável que estaria até hoje namorando com ela.

Assim Stan chupa e lambe o pé de Marjorine. Por sorte do rapaz, a loira tem uma boa higienização no pé.

- Bom garoto – usa os pés para bater bem levemente no rosto do moreno – agora seja bonzinho – Marjorine se curva para coloca sua boca no pênis do rapaz assim começando o sexo oral.

Logo Stan começa ter seus primeiros gemidos alto com a Marjorine o chupando. Ela desliza sua língua na carne do moreno para cobrir toda extensão com sua saliva. Uma maneira pratica e natural de lubrificar o pênis que logo vai está dentro dela.

- Finalmente a cena está pronta para eu cavalgar – Caos levanta a borda do maior para expor sua intimidade para assim descer se 'sentar' no órgão enrijecido. Assim posiciona o pênis na sua entrada e de uma vez se senta assim ocupando imediatamente toda carne dentro dela.

Os dois gemem alto pelo contato.

- Isso, assim que eu gosto de ver meu escravo. Totalmente submisso a mim – disse Marjorine já pegando impulso para os movimentos de 'subir e descer'.

Os dois chegam no primeiro orgasmo juntos. A loira sai de cima de Stan para pegar fôlego para um 'segundo round'.

- Que porra é essa? – disse uma voz feminina entrando no quarto e acendendo a luz. Os gemidos chamaram atenção de Shelly, a irmã de Stan.

- Oh hambúrguer – explica Marjorine. Como foi muito tempo namorada de Eric Cartman, aprendeu muita coisa com ele como fazer uma fuga quase mágica jogando uma bomba de fumaça. Se o antigo gordinho conseguia desaparecer com isso, para Marjorine não é difícil. E foi assim que ela fez jogou uma bomba de fumaça no chão e rapidamente desapareceu. Só que Stan ainda ficou preso.

- Seu bastardo. Como é que você usa a nossa casa de motel? – Shelly chega perto do irmão e da um soco no estomago dele que a força foi tanta que quebrou a cama. O golpe tira todo o ar do capitão de futebol americano, mas ainda consegue sobreviver.

Realmente a combinação de sexo com Marjorine e o soco da sua irmã, acabou com ele.

No lado de fora, Professora Caos, usa sua capa como capuz para se proteger da chuva.

"Estou parecendo Mysterion" brinca com a situação. Infelizmente sua 'diversão' foi interrompida pelo familiar de Stan. Pior que estava apenas começando. O próximo passo que faria era fazer o Stan a chupar assim obrigando o rapaz saborear o 'próprio sabor'.

Pior que Marjorine imaginou se fosse homem e vendesse seu esperma como bebida para os outros homens tomar sem saber disso, o que eles achariam se soubesse o que estavam tomando? Com certeza saberia se alguém era gay ou já teve relacionamento gay se a pessoa conhecesse 'o sabor'.

Com certeza seria bem engraçado.


- Cartman. Aonde está a menininha? – pergunta Kylie olhando em volta.

- Acabou de chegar – da um sorriso bem malicioso.

- O que? Eu não estou entendendo.

- Logo você vai entender – se aproxima e empurra Kylie na cama fazendo que a mesma caia sentada no chão.

- Mas o que... – Kylie se assusta quando o rapaz a deita na cama e fica em cima dela prendendo seus pulsos com a mão – Cartman – diz bastante assustada.

- Eu nunca fiquei com menininhas. Você será a primeira.

- Me solta – Kylie tenta se solta – eu não quero ficar aqui. Socorro – grita a ultima palavra.

- Ninguém vai te escutar, Kahlie. Só está eu e você. Não existe nada nesse mundo que vai me impedir.

- Cartman, por favor, me solta – disse meio que chorando.

O rapaz aproxima o rosto na face da judia e lambe suas lagrimas.

- Suas lagrimas tem um gosto muito bom.

- Me solta. Eu faço qualquer coisa.

- Você vai fazer qualquer coisa do mesmo jeito – a beija.

Kylie tenta resistir o beijo, mas a persistência de Eric está pouco a pouco forçando a entrada na sua língua na boca dela. Um beijo que começou forçado, mas não deixa de ser um. As bocas que tiveram um bom contato horas atrás novamente juntas. Línguas que novamente 'brigam' e salivas que novamente são trocados. Um beijo avassalador que tira as forças da fêmea. Cartman aproveita para ajudar os pulsos para segurar com uma mão, graças o tamanho da sua mão assim consegue segurar os dois pulsos da ruiva.

A concentração do beijo da ruiva é interrompida quando sente a outra mão de Cartman abrindo sua camisa.

- Que bonitinho. Sutiã de florzinha – diz Cartman.

Kylie cora.

Eric vira Kylie para deixar de barriga para baixo e tira por completo a blusa da judia. Assim quando faz isso usa a peça de roupa para amarrar os braços dela.

- Por que está fazendo isso? Me solta!

- Tenho muitos motivos para fazer isso, mas pouco a pouco você vai saber – levanta o quadril dela deixando a mesma de quadro.

- Para. Não faz isso. Eu não quero ser estuprada.

- Tudo tem seu momento certo – levanta a saia da moça e fica admirando a bunda de Kylie. Realmente a comissão traseira dela é bem tentador. A maior bunda que Cartman já viu ao vivo. Até parece que sua vitima tem decência brasileira para ter um rabo desse. Ainda os seios são de tamanho médios, maiores da Marjorine, mas menores do que Cragen, só que o tamanho da bunda supera as duas – você não sabe como sonhei em ver a sua bunda – começa alisar.

- Para com isso. Tire suas mãos de mim. Alguém me ajude. Stan. Kenny. Mãe. Irmã. Pai. Me ajudem – disse gritando desesperada.

- Respeita a minha autoridade – da um tapa estalado na bunda de Kylie.

- Ai – Kylie geme de dor.

- Tenho que conversar uma coisa. Você não sabe o que eu passei por sua causa quando você começou a namorar Stan. Todo o sofrimento que passei, toda a angustia que tive que suportar. Todo meu apetite que sumiu. Você não sabe que eu passei por sua causa.

Kylie lembra quando namorou Stan. Foi o momento que Eric Cartman começou a se afastar do grupo. Ele ficou um bom tempo se conversar com ela, com Stan e com Kenny. Tempos depois retornou a falar com todos, exceto com ela. Será que seu pior inimigo estava com ciúmes?

Pior que não tem tempo para refletir do passado mais já que recebe outro tapa na sua bunda.

- Isso é para você aprender – outro tapa – a não ser intrometida – outro tapa – a atrapalhar sempre meus planos – outro tapa – a chamar minhas namoradas de piriguetes – outro tapa – de sempre queimar meu filme no passado – outro tapa – por deixar os outros te tocarem – finaliza com outro tapa.

- Ah pare – disse gemendo de dor. Foram tantos tapas que sua bunda está ardendo. Pior que a sensação está ficando... prazerosa.

- A partir de hoje, você me pertence – puxa o cabelo induzindo a ficar ajoelhada na cama – nenhum homem vai te tocar mais a não ser a minha pessoa.

- Eu nunca serei sua.

- Veremos – Cartman morde o pescoço de Kylie e começa massagear os seios. Ela fecha os olhos para resistir a violação do seu corpo. O rapaz chupa e beija, enquanto tira seu sutiã para apalpar os seios com mais facilidade. Os bicos dos seus seios estão duros, sua pela arrepiada e sua face vermelha. De repente Kylie deixa escapar um gemido de prazer de sua boca – vejo que está gostando.

- Eu não tou não.

- Deixa de fazer cu doce. Sei que seu corpo está implorando para te fuder, mas ainda não vou fazer isso – Cartman sai de cima da cama. Começa a tirar sua camisa e sua calça assim ficando de cueca. Pior que Kylie não está conseguindo tirar os olhos do corpo do maior – está gostando do que ver?

- Não.

- Vou fingir que acredito – disse ironicamente – está na hora de fazer algo por mim – abaixa a própria cueca revelando seu membro – agora chupe, sua vadia – segura nos cabelos dela e induz sua cabeça que fique próxima do seu pênis.

Kylie tenta resistir, mas Cartman praticamente esfrega a sua intimidade na sua cara.

- Sei que você está gostando do cheio do meu saco – diz Eric.

Ela tenta responder, mas abrindo a boca um pouco o pênis entra na sua boca. Ele ainda está mole, mas pouco a pouco começa enrijecer na sua boca. A ruiva tenta tirar da boca, mas não consegue. Ela sente o gosto da carne que está pulsando.

- Isso. Chupe o meu pau.

A judia não está entendo, mas está começando a deslizar a língua no pênis do rapaz. Quando o órgão ficou completamente ereto começou a fazer um boquete nele. Se perguntasse pra ela, diria que Cartman está forçando a cabeça dela, mas na realidade nenhuma força está vinda do rapaz.

- Chupe as minhas bolas agora – disse tirando seu pênis da boca dela e assim Kylie começa a chupar o saco escrotal de Eric – eu não disse que você chuparia as minhas bolas de um jeito e de outro? – lembra da aposta que fez com Kylie anos atrás.

- Seu filho da puta. Está me obrigando a fazer tudo isso.

- Alguém sendo forçada não chupa como você chupou. Diz a verdade. Você está adorando tudo que estou fazendo. Seu lado de Jersey te faz uma verdadeira puta.

- Isso não é verdade.

- Não? – Cartman a induz ficar deitada – então o que é isso? – pressiona seus dedos na intimidade de Kylie – isso está praticamente encharcado.

- Isso é... suor...

- Suor... – Cartman tira a calcinha de Kylie assim deixando totalmente exposta – nunca vi um suor tão grudento assim.

- Para com isso.

- Então diga nos meus olhos isso – Eric se posiciona para encarar Kylie.

- Par... – Kylie não tem tempo de falar já sente os dedos do rapaz a masturbando. Em vez de falar começa a gemer. Não demora muito para Kylie ter uma ejaculação.

Para aqueles que estanharam a ultima palavra, não foi um erro do autor, mas sim Kylie teve uma 'ejaculação feminina' aonde o orgasmo de Kylie espichou como um gêiser dando a impressão semelhante a uma ejaculação. Todas as mulheres consegue realizar a tal façanha quando se estimula o 'ponto G', uma área especifica atrás do clitóris que varia de mulher a mulher, ela consegue esse tipo de ejaculação. Mas algumas mulheres consegue atingir isso como um orgasmo normal que é o caso de Kylie.

- Gozou e ainda ejaculou? – diz Cartman com segurança. Ele sabe do que se trata isso – viu que eu falei? Seu corpo está gostando.

- Eu detesto quando você está certo – Kylie desvia o olhar.

- Eu te fiz gozar. Quero que retribua o favor – aproxima novamente o pênis na boca da judia que desta vez chupa sem questionar.

Perdeu toda a razão quando gozou, agora tem que fazer todas as vontades dele.

- Nossa como você chupa bem. Só uma ruiva para chupar assim.

Kylie não gosta de se compara com outras namoradas, mas está começando aproveitar o sabor do pênis de seu violador.

Assim o Cartman entra em orgasmo assim recebendo todo o esperma na sua boca. A ruiva não ver outra escolha senão engolir o esperma.

- Eu não iria pedir para você engolir a minha porra, mas como você já fez isso não posso fazer nada.

- Filho da puta.

- Tenha mais respeito para mim, afinal sou eu que vou fazer você gozar novamente – Cartman abre as pernas de Kylie e começa a chupa-la.

- Oh Cartman – geme a judia.

- Isso geme por mim. Seja minha.

Cartman explora a vagina de Kylie com sua língua. Ele até segura a risada por pensar que a vagina dela tinha areia. Agora a ruiva geme sem nenhum pudor. Imagino se desamarrasse os braços dela estaria na cabeça do rapaz. Ela é pega de surpresa quando os dedos de Eric começa a penetrar o ânus dela. Parece que o prazer se intensifica mais já que Kylie está perto do seu segundo orgasmo. Quando estava preste a gozar, Cartman para.

- Seu filho da puta. Estava quase gozando.

- Pelas palavras para aquela que estava pedindo socorro tempos atrás.

- Maldito. Me chupa e não me deixa gozar.

- Você vai gozar sim, mas de outro jeito.

- Que outro... – Kylie é pego de surpresa e colocada de quatro.

- Assim que você vai gozar – Cartman esfrega seu pênis na intimidade de Kylie.

- Você é um filho da puta.

- Você só sabe me xingar. Eu até que meteria na sua buceta agora, mas... seu cu praticamente está piscando pra mim.

- Você não está pensando...

- Estou...

- Não...

- Não tem como você me impedir.

- Cartman... ah – geme quando sente o pênis do rapaz entrando pouco a pouco no seu ânus. A dor já é nítida, mas o rapaz está sendo gentil e ser pouco a pouco, aproveita para masturbar a Kylie. Quando entrou totalmente no ânus dela, a ruiva entra no se segundo e terceiro orgasmo, assim tendo orgasmo múltiplos.

- Ah um cu virgem. Eu sabia que você estava guardando para mim – começa a se movimentar assim arrancando mais gemidos da ruiva – isso... que gostoso rebola para mim – da um tapa e faz Kylie rebolar e gemer.

Pouco a pouco a judia se acostuma com a sensação de ter seu ânus invadido e começa a sentir prazer por isso. Cartman acelera mais e mais. Não tarda muito para os dois chegarem no orgasmo juntos.

Os dois se deitam lado a lado para descansar. Eric a puxa para ficar mais perto para falar a seguinte frase:

- Eu te amo.

Aquilo pegou Kylie desprevenido. Não esperava escutar isso da boca do seu pior inimigo.

- Eu também te amo.

Assim os dois ficam juntos. Um aproveitando a presença do outro. Quem diria que duas pessoas que se odeiam ficaria juntas algum dia. Os dois podem confiar que o amor e o ódio ficam na mesma face da moeda

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Mais um conto terminado. Realmente quando estava criando esse capitulo era ser dividido, mas como o capitulo estava pequeno resolvi colocar tudo assim criando um capitulo único. Pois é, o que mais me espantei foi que a parte do Cartman e Kylie foi a maior no hentai, mas isso que os dois estavam no canto mais reservado (sem contar que estava com inspiração mais para esse casal).

Mais uma vez completei a fic "Dimensão Negativa". Por enquanto não tenho nenhuma idéia para um conto novo. Estou com mais idéia para uma fanfic nova, mas por enquanto nada certo.

Realmente se criar novos contos eu possa repetir alguma combinação de casal que apareceu na fic, mas por enquanto nenhuma idéia.

Por fim até a próxima!