Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Com certeza essa mulher será minha perdição!
– Ok, mas antes vamos tomar um banho e comer.
– Claro. – ela se levantou e caminhou para meu banheiro, mas parou me olhando e sorriu. – Me acompanha?
Nem pensei duas vezes e me levantei apressado indo atrás dela que rindo correu para o banheiro.
Entrei no quarto somente com a toalha presa ao quadril, sequei os cabelos com uma menor, Bella estava deitada em minha cama completamente nua, e parecia que ela foi feita para ficar ali, exatamente como estava.
– Isso que é uma boa visão. – ela arqueou uma sobrancelha e se sentou, seus olhos passaram por meu peito e sorriu.
– Isso é uma boa visão também. – mordeu o lábio e agarrando minha toalha me puxou para cama, ri caindo sobre ela, e afastei seu cabelo do rosto e beijei seus lábios, ela gemeu contra minha boca já cruzando as pernas em volta do meu quadril e se esfregando em mim.
– Porra... – gemi levando uma mão para baixo e tocando seu centro, ela estava úmida e muito pronta para mim.
– Hmmm, não pare... – gemeu afastando os lábios dos meus e beijando meu pescoço e peito, me empurrou na cama e sentou em minhas coxas.
– Deus você é linda. – sussurrei passando as mãos por sua cintura, subindo e descendo para seus seios e os massageando.
– Sim... não pare... – belisquei seus mamilos e apertei os seios, ela suspirou e se arrastou pelo meu corpo para chegar à mesinha perto da cama e pegou uma caminha e voltou, e abriu o pacote e deslizou em meu pau.
– Merda... – ofeguei e ela riu e massageou meu pau algumas vezes e o segurando o guiou para sua boceta. Gemi alto e agarrei sua bunda e empurrei dentro dela.
– Oh merda... – ela gritou e arqueou seu corpo, gemi e me sentei indo mais fundo dentro dela, ela me abraçou pelos ombros e rebolou no meu colo, rosnei e beijei sua boca, sugando seus lábios enquanto minhas mãos agarravam sua bunda com força e a fiz se mover sobre mim.
Ambos gememos na boca um do outro, meus movimentos ficaram mais rápido e forte, ela ainda rebolava em meu colo, sem deixar de chupar minha língua, ainda rebolando em meu colo.
– Oh sim... oh deus..
– Isso doçura rebola no meu pau... – gritamos afastando as bocas, e nos agarrando mais, levei meus lábios para seus seios e os chupei, alternando de um peito para o outro, brincando com minha língua em seus mamilos inchados.
Meu pau já pulsava e sua boceta me apertava, deitei na cama e ela apoiou as mãos em meu peito e cavalgou em mim, rosnando levei uma mão ao seu clitóris e o esfreguei, a outra beliscava seus mamilos. Bella gritou alto e sua boceta convulsionou em volta do meu pau, o mastigando com força.
Gritei também sentindo meu pau pulsando e meu gozo veio forte, ela caiu sobre mim e ainda me movi dentro dela mais um pouco até sentir meu pau parar de pulsar. Senti beijos em meu peito e afastei seu cabelo para ver ela sorrindo pra mim.
– Que horas você tem que ir?
– Angela disse que podia dormir com Matt hoje. – sorri abertamente e nos virei na cama ficando sobre ela e beijei seus lábios delicadamente.
– Bom, pois quero tirar todo o atraso.
– Que atraso?
– Não se faça de inocente doçura. Você me manteve com as bolas azuis por mais de duas semanas. – ela gargalhou e me deu um beijinho.
– Bem, pense em tudo que você pode aproveitar agora.
– Hmmm... – comecei a subir a minha mão para sua bunda, mas ganhei um tapinha. – Hey...
– Estou com fome. E o senhor ia me contar sobre você.
– Ok, ok. Mas vista alguma coisa ou não me responsabilizo pelos meus atos. – ela riu novamente e saiu de cima de mim, gemi quando meu pau deslizou pra fora dela e me levantei me livrando da caminha.
Vesti minha cueca boxer e ela vestiu minha camisa que estava no chão, e deu um nó em seu cabelo e estendeu a mão para mim.
– Vamos ver o que tem na sua geladeira.
Ela perfurou o frango xadrez da sua caixinha com emblema de um restaurante chinês com um garfo e levou a minha boca, o peguei mastigando lentamente. Ela sorriu e alimentou a si mesmo. Minha geladeira estava vazia. Não havia nada lá dentro, e Bella pediu comida para nós.
Ela repetiu o movimento dessa vez molhando o frango no molho e mordeu, deus até comendo a mulher era sexy. Ela ficou com uma manchinha de molho no canto da boca e me inclinei e sua direção e lambi, ela riu e me empurrou. Coloquei minha caixinha sobre a mesa de centro da sala, e puxei Bella para meus braços. Ela sentou em meu colo de frente pra mim, uma perna de cada lado do meu quadril e gemi ao sentir o calor da sua boceta, beijei seu pescoço e seus lábios com gosto de frango.
– Hmmm... – ela se afastou sorrindo.
– Achei que íamos conversar?
– Ok. O que você quer saber? – ela mordeu o lábio e tocou meu rosto gentilmente e traçou minha sobrancelha com a ponta do dedo.
– Tudo. Tudo que há pra saber sobre Edward Masen.
– Bem, não tem realmente muita coisa. – dei de ombros e ela rolou os olhos.
– Claro que tem. Me fale... dos seus pais? – sorri abertamente.
– Você ia adorá-los. Meu pai era medico, Edward Masen era um cara incrível, mesmo sendo um neurocirurgião, ele sempre arrumava tempo pra família. Nós sempre jantávamos juntos, era uma regra da casa, imposta por ele. E quando ele tinha que chegar tarde, nós acabávamos comendo tarde, na verdade beliscávamos até a hora dele chegar, e nem comemos a comida. Mas era a hora da família em que falávamos do nosso dia.
– Isso é muito legal.
– Era, sinto falta disso. Acho que por isso que não tem comida em casa. Eu nunca como aqui. – ela beijou minha bochecha.
– E sua mãe?
– ELizabeth era executiva. As empresas C&C são da família dela. Elizabeth Cullen.
– Ah por isso não reconheci o sobrenome quando me deu o cartão.
– Sim, meu pai é Masen, e ele nunca quis se envolver nos negócios da família da minha mãe. Seu coração era na medicina, bem eu segui os passos dela, passava grande parte do meu dia com ela no escritório. Por isso temos a creche lá, ela fez por mim, por que ela é uma mãe que trabalhava e ela sabia que tinha muitas outras. Ela quis que sua empresa fosse um lugar para famílias. Ela iria amar você e Matt.
– E Rosalie e Emmett?
– O que tem eles?
– Bem, eu achava que Emmett era seu irmão, vocês parecem muito amigos. E Rosalie ela agiu como uma namorada ciumenta quando me viu no escritório... – ri e beijei rapidamente seus lábios.
– Nós crescemos juntos. Sabe nossos pais eram amigos e se conheciam há anos. Frequentamos a mesma escola, e faculdade. Emmett e Rosalie são apaixonados... porra desde sempre, e assim que terminamos a faculdade eles se casaram. Emmett é realmente como um irmão, e Rosie, ela era a irmã protetora, sempre que uma garota tentava se intrometer no nosso grupo, por minha causa tinha que ter uma aprovação dela. – ela sorriu.
– Isso é legal, eu acho.
– É.
– Você nunca gostou de ninguém? Tipo escola, ou faculdade, mulheres do seu meio. – esfreguei a nuca e me recostei no sofá.
– Eu tive casos e tal, mas é complicado se envolver. Eu... bem pra você entender eu preciso te falar de Tânia. – ela ficou rígida.
– Tânia? Você disse que nunca namorou...?
– Não eu nunca. Tânia era amiga de Rosalie, com certeza ficou amiga dela, pra se aproximar de mim. Eu já sabia que as mulheres do meu meio são basicamente alpinistas sociais. Mas eu transava com elas, sem compromisso é claro, e elas sabiam disso. Tânia foi uma delas, e como sempre foi só uma noite. Um mês depois ela veio pra mim dizendo que tava grávida.
– Grávida? – sua voz era baixinha e ri secamente.
– Sim grávida, eu fiquei puto na hora, mas ao mesmo tempo emocionado. Um filho. Eu nem pensava nisso, mas eu gostei muito da idéia. E eu prometi apoio ao bebê, meu pai e minha mãe ficaram do meu lado. Eles se casaram com amor, e queriam o mesmo para mim, e claro como viveria uma criança em um lar sem amor, então eu tive seu total apoio, e meu pai se ofereceu pra cuidar de Tânia, mesmo não sendo a pratica dele, ele estava emocionado com o primeiro neto. Mas lógico isso não fazia parte dos planos de Tânia, e ela acabou confessando, ou Rosie tirou isso dela, ela nunca esteve grávida.
– Oh Edward... – beijei seus lábios mais uma vez e sorri.
– Bem, foi o fim pra mim. Eu passei a evitar mulheres como Tânia. Tudo que eu precisava era mais riquinhas querendo me passar gravidez falsas. E comecei a ir para clubes e prostíbulos, me envolver com prostitutas era menos complicado.
– Oh... – ela mordeu o lábio abaixando os olhos e peguei seu queixo.
– Hey, esse era o antigo Edward. Agora eu estou caído por você doçura. – ela sorriu suas bochechas ficando rosadas.
– Ok.
– Então, respondi todas as suas perguntas?
– Acho que sim.
– Bom, então você disse que depois que o traste deixou vocês, você morou com sua avó.
– Sim.
– É a mesma que foi homenageada com o seu nome de dançarina? – movi as sobrancelhas e ela riu.
– Sim, minha avó Marie, era o diabo. Ela aceitou eu e Matt, por que eu não tinha pra onde ir. Mas ela adorava ressaltar muitas e muitas vezes, como eu era pecaminosa, e que eu iria para o inferno. – ela rolou os olhos. – Essas coisas. E depois que Matt nasceu, a pensão da minha avó nunca era o suficiente para nós três. Eu tive que deixar a escola, e encontrei trabalhos pequenos de caixa de supermercado, domestica, mas quando vovó morreu, eu estava muito ferrada. E tive que apelar. Uma amiga me indicou o clube, ela disse que eu só dançaria, eu nunca precisaria dormir com um cara se eu não quisesse. E é isso, eu assumi nome de Marie, Angela me ajudou cuidando de Matt, o dinheiro de babá ajuda ela a pagar as contas da faculdade. E o horário que ela cuida de Matt nunca atrapalhou ela, já que eu só trabalhava a noite.
– Entendi. E agora que você tem um ótimo trabalho, e não precisa mais de dançar. Marie morreu? – a olhei maliciosamente e ela sorriu.
– Bem, talvez a Marie possa vir, em ocasiões especiais.
– Oh isso é muito bom. – peguei ela pela bundinha e fiquei de pé, ela riu e corri para meu escritório, ela arqueou uma sobrancelha e ainda com ela no meu colo fui até o som e liguei em uma musica qualquer.
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Uma musica popular começou a tocar e ela riu e a coloquei no chão, e fui até minha mesa e afastei a cadeira e a chamei com o dedo.
– Bem Srta. Swan, já que você não deixa tirar uma casquinha sua no trabalho, vou matar a minha vontade agora. – ela riu, mas começou a se mover sensualmente em minha direção.
Gemi olhando ela rebolando, seu corpo subindo e descendo no ritmo da musica, ela veio até mim e ficou de costas e sentou no meu colo rebolando, tentei acariciar sua bundinha, mas ela se afastou e ficou de frente pra mim mordendo os lábios.
– Não senhor Masen, nada de tocar.
– Inferno. – meu pau já estava duro e latejando, o tirei para fora da cueca e o massageei lentamente, ela lambeu os lábios e foi abrindo a camisa lentamente.
– Hmmm, me faz tão quente ver você se tocando Sr. Masen.
– Sim doçura, você gosta?
– Sim, seu pau gostoso sendo tocado por sua mão, faz minha boceta pulsar... – ela gemeu levando a mão pra dentro da camisa e gemi apertando meu pau.
– Tire sua camisa doçura.
– Sim senhor. – gemi novamente agarrando meu pau, e ela sorriu e terminou de tirar a camisa, a deixou aberta, mas não tirou, seus seios empinados ficaram a mostra, assim como sua boceta e gemi alto, voltou a rebolar lentamente.
Ela ficou de costas ainda dançando e rebolou até o chão, ela ficou de quatro e engatinhou até mim sorrindo maliciosamente, ela se aproximou, mais e mais, até ficar entre minhas pernas, e me deu uma lambida, desde as minhas bolas até a cabeça do meu pau e chupou a ponta.
– Merda...
– Quer que eu dance mais Sr. Masen?
– Não quero que use sua boquinha em meu pau. – sussurrei roucamente e ela gemeu.
– Hmmm... – ela me chupou novamente e me olhou. – Tudo o que o senhor quiser.
Me recostei na cadeira e observei ela me levar em sua boca, lenta e longamente, lambendo e chupando todo o meu cumprimento.
Com certeza essa mulher será minha perdição
