Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos.


Com certeza ele sentia o mesmo.

– Hmmm... – ela me chupou novamente e me olhou. – Tudo o que o senhor quiser.

Me recostei na cadeira e observei ela me levar em sua boca, lenta e longamente, lambendo e chupando todo o meu cumprimento.

Agarrei seu cabelo e a fiz me olhar, ela lambeu os lábios carnudos e meu pau estremeceu.

– Abra a boca. – ela obedientemente abriu, e a fiz engolir meu pau, gemi alto sentindo o calor da sua boca a minha volta.

Investi meu pau em sua boca como se estivesse fodendo sua boceta, ela deslizava a língua por meu cumprimento, e eu arfava. Como a porra de um adolescente eu gozaria em segundos, afastei sua boca do meu pau.

– Levante-se.

– Sim Sr. Masen. – passei a mão por seu quadril e apertei sua bunda.

– Se vire. – ela obedeceu imediatamente e gemi olhando sua bundinha, fiz ela se inclinar um pouco e sua boceta molhada ficou a mostra. Coloquei dois dedos dentro dela e ela ofegou e rebolou em minha mão.

– Molhadinha...

– Hmmm, só para você senhor Masen. – dei um tapa em sua bundinha e ela deu um gritinho. Sorri e retirei meus dedos e os lambi.

– Quer meu pau safada?

– Sim senhor.

– Então senta nele. – ela virou o rosto pra mim e sorrindo sentou em meu pau, gemi ao sentir sua boceta molhada e quente engolindo meu pau lentamente, ela suspirava e dava reboladinhas que estavam me levando a loucura.

Investi meus quadris para cima e ambos gememos quando meu pau se enterrou em sua boceta, ela segurou nos braços da poltrona e começou a se mover sobre mim, subindo e descendo lentamente. Levei minhas mãos aos seus seios e os segurei os apertando, ela gemeu e se moveu mais rápido, belisquei e girei seus mamilos entre meus dedos e sua boceta parecia mais molhada em volta de mim.

– Edward...

– Isso doçura, rebola gostoso.

– Oh... – ela arfou quando levei a boca a sua nuca e comecei a beijar e lamber sua pele quente.

– Seu gosto é tão bom... – gemi chupando atrás da sua orelha e ela rebolou forte em meu pau, eu viria logo, sua boceta massageava meu pau, e eu não podia aguentar mais.

Soltei seus seios descendo minhas mãos por seu ventre, até chegar ao seu centro, abri suas pernas e esfreguei seu clitóris inchado. Bella gritou rebolando mais forte e sua boceta já mastigava meu pau. Seu gozo veio longo e meu pau pulsou e jorrou em sua entrada. Ela caiu contra meu corpo, suas costas em meu peito, e a abracei apertado enquanto me recuperava. Beijei seu pescoço dando mordidinhas e ela riu.

– Isso foi...

– Incrível. – completei e ela riu.

– Com certeza foi.

– E você querendo desperdiçar tudo isso.

– Sorte nossa que você é um cara persistente.

– Sim baby eu realmente sou.

Abri os olhos na manhã seguinte e um sorriso se espalhou em meu rosto imediatamente. O corpo quente e nu de Bella estava colado ao meu. Minha Bella abraçada a mim, sua cabeça em meu peito, e as pernas enroscadas na minha, eu estava no céu. Afastei seu cabelo do rosto e ela fez um biquinho em seu sonho e me apertou mais contra ela, como se tivesse medo de que eu fosse? Bem eu sentia a mesma coisa. Queria ela nos meus braços para sempre.

Merda! Isso não era bom era?

Essa necessidade que eu tinha dela, devia ser algo ruim, mas eu sentia que era muito certo.

Na verdade essa necessidade começou desde que a conheci, e com o passar do tempo só foi aumentando. Agora eu não podia me imaginar sem ela, sem seus beijos, seus sorrisos, seu corpo. Ela toda era uma necessidade, eu precisava dela, e isso me assustou. Eu nunca me senti ligado assim a uma mulher, mas com certeza isso não devia ser uma coisa ruim, era uma sensação ótima. Ainda mais que ela correspondia as meus sentimentos.

Meus sentimentos? Bella correspondia a eles? Bella me amava?

Puta merda! Eu a amo. Eu realmente amo Bella, meu sorriso era gigante agora. Eu verdadeiramente amo essa mulher incrível, linda e perfeita para mim. Eu não acho que já havia sentido isso antes, e era fodidamente assustador. Mas ao mesmo tempo era incrível, me fazia sentir completo, como eu não sentia há muito tempo. Não desde a morte dos meus pais. Desde a morte deles, eu sentia um vazio, uma sensação de solidão, mas quando estava com Bella, sumia completamente, e eu só conseguia pensar nela, e que eu a quero. E Matt, meu sorriso agora era gigantesco.

Se Bella correspondesse aos meus sentimentos, nós poderíamos ser uma família, eu ela e Matt. Eu já amava eles como meus, só precisava que eles me amassem.

– Edward? – senti seus dedos em minha bochecha e sorri.

– Oi, bom dia.

– Está tudo bem?

– Sim. Por quê?

– Você estava olhando pra longe, perdido em pensamentos. – ela mordeu o lábio parecendo nervosa, será que ela pensava que mudei de ideia sobre nós? Franzi o cenho, mas balancei a cabeça afastando os pensamentos e aproximei o rosto do dela beijando seus lábios.

– Só pensando.

– Em que?

– Em nós.

– Oh, e o que sobre nós pensava? – sorri, eu não diria a ela. Ainda era cedo, eu queria que ela sentisse por mim o mesmo, que ela me amasse como eu a amava. E pelo jeito como ela tinha se entregado a mim, eu sei que estamos no caminho disso. Toquei seu rosto e beijei a pontinha do seu nariz.

– Na verdade pensando em todos nós. Precisamos trazer Matt pra conhecer a casa. Que tal no fim de semana? Vocês podem passar a noite, e passarmos o dia na piscina... – me calei ao ver seus olhos cheios de lagrimas. – O que houve? Você não quer... podemos fazer outra coisa... – ela negou e me abraçou forte.

– Não ligue pra mim, eu só estou sendo boba. Estou tão feliz.

– São lagrimas de alegria então?

– Sim com certeza. – passei meu polegar por suas bochechas afastando as lagrimas e em seguida beijando sua pele úmida.

– Não chore doçura. Eu só quero te ver sorrir. Quero te fazer feliz.

– Você faz, no momento em que você inclui Matt nos nossos planos, você me faz imensamente feliz.

– Mas temos que incluí-lo, ele faz parte da família. – ela fungou e se inclinou roçando os lábios nos meus.

– Obrigada, por se importar conosco.

– Meu prazer. – a apartei contra meu corpo e ficamos abraçados só aproveitando a presença um do outro por um momento, Bella se afastou de mim de repente.

– Não estamos atrasados?

– Para que? – resmunguei, só queria abraçá-la mais, e curtir nosso momento, mas a realidade veio como um balde de água fria.

– Trabalho.

– Merda! – grunhi, me levantando, mas voltei e dei um beijo rápido nela. – Preciso levar você para casa.

Ouvi sua risada e ela se levantando e caçando suas roupas pelo quarto.

– Banho?

– Vamos nos atrasar muito se entrar com você naquele banheiro. – rolei os olhos.

– Sabe tem mais de um banheiro na casa.

– Ok, eu aceito o banho.

– Mas se quiser tomar comigo, eu não vou me opor.

– Eu sei que não. Mas vou declinar.

– Você que sai perdendo. – ela riu e me tacou um travesseiro.

– Metido.

– Ah agora você vai ver. – estreitei os olhos e corri para a cama, ela deu um gritinho e tentou correr para longe, mas a peguei e joguei nos meus ombros e dei um tapa em sua bundinha, ela gargalhava.

– Edward...

– Quieta mulher. – rosnei e entrei no banheiro. – Vou te mostrar as delicias de tomar banho com Edward Masen.

Entrei na empresa uma hora atrasado, mas com um sorriso muito satisfeito no rosto. Cumprimentei alegremente as secretarias, e quem mais aparecesse no meu caminho.

– Bom dia Srta. Stanley.

– Bom dia senhor.

– Você reagendou minhas reuniões?

– Sim senhor.

– Ótimo, me traga um café e venha me dizer meu novo horário.

– Claro senhor. – sorri acenando para ela, e entrei em minha sala. Bella tinha que ir pegar uns arquivos para mim, em uma empresa de advocacia, então demoraria uma hora a chegar.

Poderia trabalhar um pouco antes de ficar babando nela. Meu sorriso murchou um pouco, ao me lembrar de que ela proibira que eu a tocasse no trabalho. Ela era muito injusta às vezes. Como eu poderia me controlar, tendo ela tão pertinho? Seria um martírio!

Assim que sentei em minha cadeira, a porta se abriu e Emmett entrou, o infeliz nem bate mais.

– Bom dia chefinho.

– Bom dia Emmett. Como foi sua noite? – ele arqueou uma sobrancelha.

– Bem e a sua?

– Muito bem obrigada. Algo que você queira?

– Ok, você está me assustando.

– Cala a boca Emmett.

– Ah ai o meu chefinho. – rolei os olhos, não deixaria ele foder com meu bom humor.

– Então o que você quer?

– Na verdade, eu vim falar com Bella.

– Bella? Minha Bella?

– Ela é sua? – tentei conter meu sorriso gigantesco.

– Sim ela é. E posso saber o que quer com ela? – estreitei os olhos e ele sorriu.

– Bem, Rose a convidou para jantar em casa na sexta.

– Por quê? – o olhei desconfiado e ele deu de ombros.

– Ela quer conhecer melhor, "sua Bella".

– Emmett... – ouve uma batida e em seguida Srta. Stanley entrou com o meu café, ela sorriu para Emmett.

– Deseja algo Sr. Hale?

– Não obrigada Jessica. – ela assentiu e se voltou para mim.

– Quer que eu volte depois, senhor?

– Não, pode ficar. O Sr. Hale já estava de saída. – ele rolou os olhos e saiu.

– Seu chato.

– Diga a Rosalie que eu aviso a Srta. Swan.

– Claro. – ele já ia sair quando se voltou. – Matt também está convidado. – acabei sorrindo.

– Eu avisarei.

Ele acenou, e me voltei para Srta. Stanley, e passamos a maior parte da manhã, vendo meus compromissos, e fui para uma reunião.

Duas horas mais tarde, voltei para minha sala, e sorri ao ver Bella sentada em minha cadeira digitando algo.

– Srta. Swan. – ela levantou os olhos e sorriu brilhantemente.

– Sr. Masen. – ficamos nos encarando com sorrisos bobos. Minha vontade era agarrá-la e beijá-la até estarmos ofegantes. Mas eu iria respeitar suas vontades. Por enquanto.

– Conseguiu os documentos? – perguntei, para afastar meus pensamentos pervertidos.

– Sim senhor, já entreguei a Jessica. – assenti e fui até a cadeira de frente para minha mesa e sentei.

– Ótimo, e deu tempo de Matt ir à escola?

– Sim, mas no momento ele está na creche.

– Ele está aqui? – sorri abertamente e ela sorriu.

– Sim, ele saiu mais cedo hoje. E Ângela me ligou, o peguei quando estava saindo do escritório de advocacia. Tem problema?

– Claro que não. – olhei para o meu relógio. - Você já almoçou?

– Não, estava esperando o senhor, Jessica disse que estava em reunião.

– Podemos comer aqui.

– Claro, eu posso ir comprar algo?

– Sim, compre sanduiches na lanchonete em frente.

– O que o senhor quer?

– Me traga dois de peito de peru e alface, e um queijo e ricota. E peça o que quiser para você. – tirei a carteira e lhe entreguei algumas notas. – Me traga um suco de abacaxi com hortelã, e um refrigerante.

– Você está com fome em.

– Faminto. – ela arqueou uma sobrancelha e dei meu melhor sorriso.

– Ok. – ela se levantou e já ia passar por mim, mas agarrei seu pulso.

– Não ganho nenhum beijinho? – ela riu e deu um tapinha na minha mão.

– Se comporte Sr. Masen.

– Ok.

Ela ainda sorrindo saiu da sala e fiquei sentado no mesmo lugar por um tempinho. Tamborilei meus dedos na mesa e olhei para meu relógio. E comecei a bater o pé impaciente, olhei meu relógio novamente, e já devia ter dado tempo.
Saltei da cadeira de um pulo e sai apressadamente da sala. Srta. Stanley me olhou confusa.

– Deseja algo, senhor?

– Não, se perguntarem você não me viu.

– O... ok. – agradeci e corri para o elevador e apertei o botão para o andar da creche.

Algumas pessoas entraram, outras saíram, e quando finalmente chegou ao andar, sai e andei rapidamente para a entrada e olhei todos os lados a procura de Matt, e achei no escorrega com o garoto do outro dia.

Caminhei em sua direção, quando ele me viu e saiu correndo em minha direção, esperei por ele sorrindo.

– Edward!

– Hey parceiro. – me abaixei e ele me abraçou.

– Mamãe tá com você?

– Não, ela foi comprar o almoço. Vim te buscar, vamos fazer uma surpresa pra ela.

– Legal. Mas eu posso ir com você?

– Claro que pode. Por que não poderia?

– Mamãe disse pra não sair sem ela. – rolei os olhos.

– Eu achei que ia ser seu pai. – ele sorriu enormemente.

– Você conseguiu convencer ela?

– Bem, estou no caminho. Já sou o namorado dela.

– Maneiro. – ele me abraçou de novo e ri e o peguei no colo.

– Bem com quem falamos pra eu te tirar daqui? – olhei em volta e vi Esme. – Ah olha a tia Esme. – fomos até ela, que sorriu ao nos ver se aproximarmos.

– Sr. Masen, como está? Olá Matt.

– Oi tia.

– Esme, me chame Edward. Estou bem e você?

– Bem, obrigada. Vai levar Matt?

– Sim, ele vai almoçar comigo e Bella. – ela sorriu.

– Ok, mas traga o de volta depois. Iremos ter contador de historias hoje.

– Eu trarei. – ela me passou uma prancheta aonde assinei, anunciando que o levei. Isabella havia deixado avisado que eu era uns dos responsáveis por Matt. Então não tivemos grandes problemas.

Demos tchau a Esme, e fomos para o elevador. Ele de cavalinho em mim. Esse moleque abusava da minha bondade.

– Você é muito folgado. – reclamei já no elevador e ele riu.

– Você que se ofereceu para ser meu pai.

– Isso é obrigação de pai?

– Claro. – acabei rindo do seu tom sério, o elevador parou no meu andar, e saímos.

Não tinha muitas pessoas, a maioria foi almoçar, e os poucos que ficaram comiam em suas mesas. Entrei em minha sala e Bella ainda não tinha chegado, coloquei Matt no chão, ele correu pra minha cadeira, e sentou, ela se moveu um pouco e ele sorriu começando a girar nela.

Ri para ele, e sentei na cadeira de frente para a mesa, peguei uns papeis em branco sobre a mesa e algumas canetas. E empurrei para ele.

– Gosta de desenhar?

– Gosto.

– Faça um desenho pra mim.

– O que você quer?

– Qualquer coisa que você goste. Vou colocar na porta da geladeira de casa. – ele sorriu brilhantemente e começou a desenhar.

Peguei um relatório para ler, mas o olhava por cima do olho, todo compenetrado em seu desenho. Não pude deixar de desejar que ele realmente fosse meu filho.

Ele levantou o rosto e me mostrou seu desenho, um homem com cabelo meio doido, que imaginei fosse eu, meu nome em cima foi uma grande dica, e o homem segurava a mão de um menino e o nome dele em cima do menino.

Com certeza ele sentia o mesmo.