Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Senti sua falta Sr. Insociável
Entrei na empresa a passos rápidos. Não estava com humor, nem com paciência para aguentar os bajuladores.
Fui direto para a sala de Carlisle, entrando sem bater e ignorando a secretaria que dizia que o Sr. Cullen estava ocupado.
Carlisle estava realmente ocupado, mas havia uma jovem sentada em seu colo, arquei uma sobrancelha diante da cena e vi Carlisle empalidecer e a jovem ruborizar.
– Bom dia Carlisle.
– Edward... hummm. Querida nos falamos depois. – a moça assentiu e saiu apressadamente da sala, Carlisle me olhou de canto de olho e tentou sorrir.
– Que surpresa Edward.
– Bem realmente foi uma. Quem era a moçinha?
– Ninguém que você conheça.
– Espero que ela não seja da empresa. Você sabe o que eu penso sobre isso. – ele pigarreou.
– Então, veio aqui por algum motivo. – respirei fundo e joguei o jornal em cima da mesa.
– Está começando a me irritar a situação Carlisle. – ele olhou a manchete no jornal e fez uma careta.
– Eu não sabia de nada Edward.
– Não me interessa o que você sabe ou deixa de saber Carlisle. Jasper é seu filho, você devia controlá-lo.
– Ele é jovem Edward. Só quer aproveitar a vida...
– Carlisle enquanto vocês vierem a base da minha empresa eu gostaria que tanto você quanto seu filho se comportassem com o mínimo de decoro.
– Edward, a empresa é tanto nossa quanto sua. Edward era meu irmão...
– Não estou nem ai. É meu nome que está no nome da empresa, e é a minha reputação que é manchada cada vez que você ou seu filho envergonham nossa família.
– Não admito que fale assim moleque. – ele bufou se levantando e o ignorei.
– E eu não admito que você e Jasper desrespeitem a empresa da família.
– Edward...
– Controle seu filho Carlisle, e a noiva dele também.
Sai da sala irritado, não era a primeira vez que Jasper e Alice saiam na imprensa ridicularizando o nome da família. Não me importava com as atitudes dos dois, ou até mesmo a de Carlisle, mas sempre que os jornais os flagravam eles ligavam as matérias a empresa ou a mim, o que incomodava minha mãe.
Entrei em minha sala ignorando a secretaria que me olhava ansiosa, afundei em minha cadeira pegando o celular e ligando para casa.
– Chame minha mãe.
– Sim senhor. – a empregada respondeu, esfreguei o rosto enquanto esperava. O dia já havia começado mal.
A semana estava uma merda.
Bem estava desde que eu conheci ela.
Isabella.
O que tinha essa mulher pra me deixar tão confuso.
O seu corpo, seu cheiro ainda estavam impregnados em minha mente, em minha pele.
Mas eu não podia me envolver, devia esquecê-la. Duvidava que voltasse a vê-la. Alias eu nem poderia ficar com uma mulher como ela. O que minha mãe pensaria de mim.
– Edward. – a doce voz de Esme me fez sorrir e afastar as lembranças.
– Mamãe.
– Oh meu querido, eu já li o jornal.
– Merda!
– Olhe a boca. – eu ri.
– Desculpe mamãe. Como a senhora está?
– Eu nem ligo mais para os disparates do seu primo. Carlisle não soube criá-lo direito.
– Sim é o que parece. E sua noiva é pior que ele.
– Não deixe que eles te chateiem querido.
– Sim. Vou tentar. E a senhora como está? Que tal almoçarmos juntos?
– Oh seria esplêndido querido.
– Então venha até a empresa.
– Edward...
– Não, nada de "Edward querido". Saia já dessa casa. – ela riu baixinho.
– Oh esta bem.
– Essa é minha garota. Te espero a uma.
– Estarei ai querido.
Desliguei o telefone com um sorriso e comecei a ver meus compromissos para o dia.
Estava lendo um relatório quando o telefone tocou e bufei.
– Diga Srta. Stanley, eu já disse que não queria ser incomodado.
– Desculpe senhor, mas... bem tem uma visita. – olhei em meu relógio e ainda faltava algum tempo até Esme chegar.
– Quem é?
– Uma moça.
– Seu nome Srta. Stanley.
– Ela não disse, só disse, bem que quer falar com o Sr. Insociável.
– Oh... Hmmm, a mande entrar. – me levantei ajeitando a gravata e passando as mãos pelo cabelo.
O que ela fazia aqui? Como conseguiu entrar? Antes que eu pudesse responder minhas próprias perguntas à porta se abriu e a secretaria a introduziu, ela mantinha um sorriso travesso nos lábios e usava suas roupas coladas e provocantes, hoje um tope branco que deixava sua barriga lisa a mostra, uma jaqueta jeans curta e saia jeans que batiam em suas coxas.
– Sr. Masen.
– Isabella. Pode ir Srta. Stanley. – a jovem saiu apressadamente e vi Isabella vir sedutoramente até mim.
– Senti sua falta Sr. Insociável.
– Não me chame assim. – resmunguei passando a mão pelo cabelo e sabia que ele já devia estar na sua bagunça costumeira, e me daria um bom trabalho domá-los novamente.
– Desculpe Edward. Mas quando você fica tão cheio de formalidades é difícil lhe chamar de outro jeito.
– Não são simples formalidades. – resmunguei e ela riu.
– Bem acredito que são... exageradas. Afinal eu já te tive na boca e dentro de mim.
– Senhorita!
– Sim Sr. Insociável? – ela piscou seus lindos olhos e me sentei.
– O que faz aqui?
– Uma visitinha. Achei que estava sentindo minha falta. – Isabella se aproximou mais e sentou em minha mesa, sua bundinha sobre meus relatórios.
– Por favor, saia da minha mesa, está sentada nos meus relatórios. – ela riu.
– Bem já que você insiste. – ela saltou da mesa e sentou em meu colo, gemi ao senti-la se esfregando contra mim e meu pau deu sinais de vida.
– Srta. Isabella.
– Não me chame assim Sr. Insociável. – fez um biquinho e meus lábios coçaram para estar grudado nos dela.
– Quer... quer que chame como?
– Bem existe uma lista infinita. Mas os meus favoritos são, tesão, delicia, amor, neném. – ela piscou pra mim e ri. – OMG um sorriso. E Deus que delicia de sorriso.
– Srta. Isabella.
– Aff voltamos às formalidades. – ela bufou e começou a passar sua mão por meu peito, Segurei seu pulso e ela sorriu para mim, sem pensar levei sua mão aos lábios e beijei a palma, seu sorriso aumentou mais ainda.
– Hmmm o que está se passando nessa mente pervertida?
– Mente pervertida? – sorri e ela mordeu o lábio e me abraçou pelo pescoço.
– Pois sim, Sr. Masen. Sei muito bem que você só se faz de certinho, mas esconde um homem muito safado no interior. – arquei uma sobrancelha rindo.
– Acho que está errada Isabella.
– Você sabe que não estou Sr. Masen. – ela se inclinou para mim e roçou seus lábios nos meus, mordiscando meu lábio inferior e meu pau se contorceu, a ouvi suspirar e rebolar em meu colo.
Minhas mãos foram para sua cintura e a apertei de leve, ela lambeu meu lábio e introduziu a língua em minha boca me fazendo gemer e beijá-la com ardor, suas mãos agarraram meu cabelo me puxando para mais perto do seu rosto.
Minha mão desceu até sua coxa e apertei sua carne, ela arfou contra meus lábios e rebolou com força, meu pau pulsou. Afastei a boca da dela gemendo, sua boca veio para meu pescoço, lambendo e chupando minha pele, arfei jogando a cabeça para trás e já estava fora de mim.
Minha mão já entrava por sua saia a empurrando para cima e grunhi ao tocar seu sexo nu. Ela gemeu baixo quando a ponta dos meus dedos roçaram em suas dobras já molhadas.
– Sua safada... – gemi metendo um dedo dentro dela, Isabella arfou e rebolou contra minha mão.
– Hmmm, eu gosto desse apelido meu Sr. Insaciável. – eu ri e coloquei mais dois dedos dentro dela, deslizaram fácil em sua entrada encharcada.
Ela arqueou o corpo contra o meu e gemi roucamente, tirei os dedos da sua entrada a ouvindo lamurias e os meti na boca, sentindo seu gosto, ela suspirou.
– Quero sua boca Edward. – me chamou e gemi agarrando sua cintura e colocando sobre a mesa ela riu abrindo as pernas e revelando sua bocetinha rosada.
– E os seus relatórios?
– Que se dane. – segurei suas pernas as colocando sobre meu ombro e empurrando minha cadeira para frente cai de boca em sua boceta.
Isabella gritou quando minha língua tocou seu clitóris inchado e gemi ao sentir seu gosto em minha boca.
Suas mãos agarraram meu cabelo com força, e sorri soprando contra sua entrada, ela tremeu e amoleceu contra mim, rindo enterrei o rosto em sua entrada passando minha língua por toda sua boceta.
Chupando seu clitóris e em seguida descendo até sua entrada, meti a língua nas suas dobras, a endurecendo e penetrando sua boceta. Isabella gritava e arfava, suas pernas apertando meu rosto como se tivesse medo que eu fosse sair, mas agora que a estava provando, eu não queria me afastar.
Lambi e chupei sua entrada e voltei a mamar seu clitóris durinho, meti meus dedos na sua boceta e ouvi ela gritar e pulsar contra meus dedos e relaxar em seguida.
Desci a boca para sua entrada e chupei seu sexo melado, ela rebolava e gemia baixinho, e a lambi até senti-la melada de novo, quando afastei a boca ela estava jogada sobre minha mesa e nunca vi imagem mais erótica.
Merda, merda, eu pensava vendo ela nua sobre a mesa, mais precisamente a minha mesa, com o sorriso malicioso nos lábios vermelhos, os olhos flamejantes de desejo.
– Venha Sr. Insociável. – ela falou roucamente e passei a mão pelo cabelo sabendo que essa mulher iria me deixar louco, ela abriu as pernas e passou as mãos sobre o corpo, me chamando com o dedo, enquanto mordia o lábio.
Sim, definitivamente louco, mais eu não podia resistir a ela, ao seu charme, ao seu corpo, ou ao que ela despertava em mim. Eu poderia deixar ser levado assim novamente. E se tudo se repetisse.
Antes que a razão me tomasse Isabella tirou um preservativo do decote e gemi o agarrando e abrindo as calças, o vesti rapidamente e esquecendo todo o resto agarrei seus quadris os erguendo e me afundei nela.
– Oh Deus... – ela gritou e meu pau inteiro pulsou e sua boceta me mordeu com força, ela gozou novamente seu corpo mole sobre a mesa, gemi e segurando com firmeza seus quadris comecei a investir contra ela.
Ela estava molhada dos seus gozos o que fez meu pau deslizar fácil em seu interior, grunhi e rosnei metendo nela com força e rápido. Isabella gemia baixo e empurrando o corpo contra o meu.
Meu pau começou a latejar e sabia que estava próximo, se possível entrei mais rápido e forte dentro dela, sua boceta já mastigava meu pau novamente e gritando cheguei ao ápice, enchendo a camisinha e sai dela caindo em minha cadeira.
Fiquei alguns minutos em silencio, tentando acalmar meu coração disparado e meu corpo pulsando. Tirei a camisinha a jogando no lixo, Isabella se levantou sorrindo e saltou da mesa se arrumando, me arrumei também sem deixar de olhá-la.
Essa mulher seria minha perdição.
– É sempre ótimo com você Sr. Insociável. – ela piscou e fiquei serio.
– Foi com Aro também. – ela fez uma careta e voltou a sentar no meu colo me abraçando pelo pescoço, mantive minhas mãos longe dela, mesmo elas coçando para tocá-la.
– Não me deitei com Aro.
– Bem ele deixou bem claro que por um pouco de dinheiro você deitaria com ele.
– Velho nojento. – resmungou olhando para o vazio e se voltou para mim. – Não me deitei com Aro, ele me pagou para acompanhá-lo. Me deitaria com ele se eu desejasse, mas como poderia se eu havia acabado de ser bem fodida. – ela piscou para mim e desviei os olhos.
– Hmmm, bem não importa não é da minha conta.
– Você gostaria que fosse?
– Isabella, eu... Bem... – ela suspirou.
– Entendi. Você é daqueles caras que odeiam compromisso. Eu posso viver com isso.
– O que quer dizer? – ela sorriu e se inclinou em minha mesa e pegou uma caneta, sem perceber segurei sua cintura e ela rebolou em meu colo. – Isabella!
– Desculpe. – ela riu e marcou um numero, rasgou um pedaço do papel e me entregou. – Aqui, sempre que quiser foder. – piscou pra mim.
– E você vai aceitar isso?
– E por que não? Nós somos jovens e estamos aproveitando a vida meu lindo e bravo Sr. Insociável. Sem contar que você é um tesão. – deu um beijo rápido em meus lábios e colocou o papel no bolso do meu terno.
Deus eu acabei de fodê-la e nem tirei o terno.
– Agora eu tenho que ir. – ela saltou do meu colo e piscou pra mim. – Me ligue gostoso.
Arquei uma sobrancelha e ela riu abrindo a porta, tirei o papel do bolso vendo seu nome e um numero de telefone e ri ao ver a inscrição "Sua Isabella, meu Sr. Insociável", voltei a olhar para ela, mas seu sorriso tinha sumido e vi que alguém estava a porta.
– Merda! – praguejei ficando de pé e agradecendo que não estava excitado, Esme olhava Isabella com curiosidade.
– Edward?
– Aqui mamãe.
– Com licença. – Isabella deu a volta em minha mãe e saiu apressadamente da sala, Esme me olhou curiosa.
– Quem era Edward?
– Ninguém mãe. Então pronta para o almoço?
– Claro. – sorri e fui em direção ao banheiro que havia em minha sala.
– Só um momento para que eu possa me organizar.
Tirei o terno o deixando sobre minha cadeira e fui ao banheiro. Lavei o rosto e dei um jeito em meu cabelo.
Isabella estava me deixando louco. Nem parecia comigo mais. Transar em meu escritório. Deus, eu até senti ciúmes de Aro.
Respirei fundo algumas vezes e sai, minha mãe estava sentada em minha cadeira e Carlisle estava na sala.
– Carlisle.
– Edward, estava aqui conversando com a adorável Esme.
– Sim ela é realmente adorável.
– Oh parem vocês dois, seus galanteadores. Respeitem-me.
– Mas é com muito respeito Esme, você está a cada dia mais linda. – Carlisle elogiou e minha mãe riu.
– Você queria algo Carlisle?
– Sim. Jasper e eu já demos um jeito na reportagem.
– Ótimo, vamos mamãe.
– Claro querido. Até logo Carlisle.
– Esme. – ela acenou para ele e saímos da sala o deixando para trás.
– Então aonde quer ir?
– Edward, quem era aquela moça? – suspirei esfregando o rosto.
– Não era ninguém mãe.
– Era... sua namorada?
– Claro que não. A senhora sabe... bem eu não tenho namorada. – resmunguei e ela sorriu.
– Ok. Então que tal irmos de comida italiana hoje.
– Parece ótimo.
– Tem um restaurante não muito longe, o La Bella Itália.
– Merda!
– Edward!
– Desculpe mãe. Eu me lembrei que esqueci algo na sala.
– Vá lá buscar, eu te espero lá embaixo.
– Obrigada mamãe. – beijei sua bochecha e voltei para a sala.
Carlisle já havia ido o que agradeci não estava a fim de falar com ele. Olhei para minha mesa a procura do numero dela, quando vi minha mãe na sala o joguei na mesa, eu acho.
Olhei sobre meus papeis e em volta e nada.
Merda!
Continuei procurando por mais alguns minutos e desisti, Esme me esperava e o papel parecia ter evaporado.
Bem talvez não era pra ser.
E eu nem ligaria mesmo.
Resmungando sai da sala e caminhei em direção aos elevadores.
Isabella não saia da minha mente, e pelo jeito era aonde ela ficaria, pois eu não sabia como encontrá-la e nem sei se queria.
