Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


O que você quer de mim Isabella?

Olhei para minha mesa com desgosto.

Como trabalhar sabendo o que eu fiz ali, e com quem eu fiz. Passei a mão nervosamente pelos cabelos, os bagunçando.

Essa mulher até quando não estava por perto acabava com minha concentração. Tentei evitar a mesa e olhar para os malditos relatórios, mas nem isso era possível, ainda tinha um pedaço da folha rasgada que me lembrava que havia perdido o numero dela.

Não que eu fosse ligar, mas não gostava da ideia de não poder se eu quiser. Não que eu quisesse.

Merda! Eu nem sabia mais o que queria.

Levantei já me irritando e peguei meus relatórios indo para o sofá, teria que trocar aquela mesa.

Passei o resto da tarde trabalhando no sofá, vendo alguns projetos. Já passava das nove quando larguei as coisas sobre a mesa e peguei meu paletó para ir.

Peguei meu carro no estacionamento, um volvo prata, era um dos meus favoritos e dirigi diretamente para casa. Estava exausto e precisa de cama urgentemente. Pelo horário, Esme já havia jantado e devia ter se recolhido.

Por sorte e por já ser tarde não tinha transito e cheguei rapidamente em casa, dirigi até o portão colocando a senha, o portão se abriu e guiei o carro até a garagem, o colocando ao lado dos muitos outros que tínhamos. Sai o trancando e coloquei a chave no suporte junto com as outras, segui diretamente para o terceiro andar e me trancando em meu quarto.

Tirei as roupas indo diretamente para o banho, deixei a água quente afastar o cansaço e os problemas. Me lavei rapidamente e desliguei, me enrolando em uma toalha e indo para a cama, me joguei nela como estava e fechei os olhos, no mesmo estante ela veio a minha mente.

O sorriso malicioso, os longos cabelos, seu cheiro. Sorri deixando sua lembrança me envolver e mergulhei rapidamente no mundo dos sonhos.

[...]

– Eu quero imediatamente Carlisle. – grunhi do outro lado da linha, as vezes a incompetência de Carlisle me exasperava. Por que o mantínhamos na empresa eu não sabia.

Não eu sabia sim. Esme.

Ela não me deixava demiti-lo, dizia que meu pai não gostaria que despedíssemos seu irmão. Sim ela tinha razão, mas o velho devia se aposentar! Já que não dava mais conta de suas responsabilidades. Já bastava o peso morto que era seu filho, que só vinha à empresa a passeio.

– Farei o possível Edward. – ele murmurou e quase rosnei.

– Não, quero que faça o impossível, isso tem que estar em minha mesa no máximo na hora do almoço.

– Sim senhor. – ele resmungou e bati o telefone.

– Incompetente. – cai em minha cadeira massageando as têmporas, a família Cullen ainda me faria ter um ataque do coração aos 28 anos.

Meu telefone tocou e grunhindo o atendi rapidamente.

– O que é?

– Hmmm, se... senhor Masen? – suspirei.

– Diga Srta. Stanley?

– Tem uma ligação.

– Eu disse que não queria ser interrompido. – sua voz estava tremula e pensei que fosse chorar, talvez estivesse na hora de trocar de secretaria, de novo.

– Sim, é bem, é mesma moça...

– Que moça? – meu interesse foi despertado.

– Am... bem, Srta. Isabella? – falou como se fosse uma pergunta e suspirei.

– É a Srta. Isabella?

– Sim.

– Pode passar. – ela suspirou aliviada, não demorou muito para passar a ligação e a voz dela me fez sorrir em dias.

Ok, foram só três dias, mas pareceram bem mais.

– Oi Sr. Insociável.

– Srta. Isabella. – ela riu.

– Muito ocupado?

– Claro.

– Oh que pena. Eu gostaria de atrapalhar você hoje. – acabei sorrindo.

– Mesmo? O que a senhorita tem em mente?

– Você sabe exatamente o que passa por minha mente, Sr. Masen.

– Eu sei?

– Oh sim é o mesmo que passa pela sua. Você sabe, nós dois nus, em algum lugar proibido...

– Isabella.

– Hmmm adoro quando chama meu nome. Mas prefiro você gemendo ele. – acabei rindo e ela deu uma risadinha.

– Você é terrível moça.

– Eu sei que você gosta.

– Então, por que você ligou?

– Bem por vários motivos, mas que tal nós almoçarmos juntos?

– Eu não sei Isabella. – murmurei ansiosamente..

– Tive uma ideia melhor. Que tal você me almoçar. – ri de novo.

– Você é louca.

– Faz parte do meu charme. Então que tal meu convite?

– Eu adoraria.

– Me almoçar.

– Só almoçar Isabella.

– Seu chato. – ela resmungou e sorri novamente.

– E esse almoço é pra quando?

– Agora.

– Agora?

– O que você quer Sr. Insociável? Que eu marque hora?

– Bem, talvez eu possa ter algum compromisso... – falei pensando se eu tinha algum compromisso, mas eu não conseguia me lembrar.

– Edward Masen, quem é o dono ai?

– Eu, obviamente.

– Então pare de frescura e diga a sua secretaria, que você vai sair pra foder.

– Isabella. – ela riu.

– Desculpe, sair para almoçar.

– Sim, só almoçar.

– Tanto faz. Você vem?

– Está bem. Aonde?

– Meu apartamento.

– Não sei se é uma boa ideia.

– Vamos fazer assim, eu prometo não te atacar. Mas se você me atacar, ai não foi minha culpa.

– Ok. Me passe o endereço. – ela deu uma risadinha e grunhi, ela estava aprontando alguma.

Assim que passou o endereço ela desligou rapidamente. Esfreguei o rosto. Era uma péssima ideia ir até sua casa. Eu não devia me envolver com ninguém, mas não era compromisso, e enquanto ficava como estava eu podia levar.

E não tinha como tudo se repetir, não novamente.

Tentando afastar os pensamentos negativos, sai da minha sala, Srta. Stanley estava digitando em seu computador.

– Srta. Stanley, vou sair para almoçar. Se ligarem, mande ligar para o celular.

– Sim, senhor.

Segui para o elevador ignorando os bajuladores, e fui direto para o estacionamento. Peguei o carro e segui para o endereço dela, felizmente não era muito longe, e em menos de uma hora eu estaria de volta.

Cheguei ao bairro elegante, o prédio dela parecia ser de classe, fui até a portaria, e o segurança me deixou entrar. Estacionei e segui para o elevador, apertado o botão para o vigésimo andar.

As portas se abriram e fui para o apartamento 22, bati na porta e esperei, quando a porta abriu engasguei, meus olhos se arregalaram.

– Porra! – ela riu e piscou pra mim, completamente nua.

– Olá, olá Sr. Insociável.

– Isabella... – ela sorriu e segurou minha gravata me puxando para dentro do apartamento.

Não consegui tirar meus olhos dela, o que só a fazia rir, ela chutou a porta a fechando e me levou até algum lugar e cai sentado. Seu corpo veio para cima do meu, uma perna de cada lado, meu pau já latejava dentro da calça, suas mãos vieram para meu pescoço e engoli em seco.

– Isabella... o que?

– Senti sua falta, Sr. Insociável, não me ligou. – ela fez um biquinho enquanto alisava minha gravata, minhas mãos estavam em punho ao lado do meu corpo, queria apertar sua cintura e esfregá-la contra meu pau.

– Eu... eu perdi.

– Perdeu o que?

– O numero. – ela rolou os olhos e sorriu.

– Bem, então está perdoado. – sem que eu esperasse ela me beijou, gemi contra sua boca, e a beijei de volta, meus lábios se moldando contra os dela.

Minhas mãos foram para sua cintura, subindo e descendo por suas costas. Deus, ela é tão macia, desci a mão a sua bundinha e apertei, ela gemeu contra minha boca e rebolou em meu colo, meu pau saltou dentro da calça.

Afastei a boca da dela e respirei fundo tentando me controlar, ela mordeu o lábio sensualmente e gemi, fechei os olhos jogando a cabeça para trás, a boca dela estava em meu pescoço antes que eu percebesse.

Sua língua passeando em minha pele, soltei sua bunda e subi as mãos para seus seios, massageei seus montes macios, ela suspirou e mordiscou minha garganta.

– Deus... Isabella...

– Diga... – ela chupou o lóbulo da minha orelha e meus olhos giraram.

– Achei... achei que iríamos almoçar. Merda... – ela se esfregou em meu colo novamente.

– Bem, já que você não quer me almoçar, eu acho que vou almoçar você. – ela riu e mordiscou meu pescoço dando um chupão em seguida.

– Merda! – ofeguei e ela riu. – Você prometeu se comportar. – falei sem fôlego e ela se afastou de mim com um biquinho.

– Ok, seu chato. – ela cruzou os braços ainda com um biquinho, mas não saiu de cima de mim.

– Então... hmmm, não vamos almoçar? – ela suspirou.

– Poxa Sr. Masen, três dias sem nos vermos e você só quer almoçar.

– O que você quer de mim Isabella? – ela estava me deixando tão confuso. Ela suspirou me abraçando pelo pescoço.

– Quero ser fodida por você. – piscou pra mim e ri.

– Só isso?

– O que mais eu poderia querer? – eu suspirei e passei meus braços por sua cintura.

– Eu não gosto de relacionamentos. – confessei e ela rolou os olhos.

– Não diga.

– É sério Isabella. – ela beijou meu nariz.

– Eu sei meu lindo e sério homem de negócios.

– Então, hmmm só sexo.

– Oh sim. Sexo. Puro, louco, selvagem e pervertido sexo. – ela moveu as sobrancelhas e ri.

– Acho que posso aceitar isso.

– Hmmm. – ela ronronou esfregando no meu colo. – Posso comer você agora?

– Vai me comer?

– Oh sim. Vou devorar você todinho Sr. Insociável. – ela me deu um beijo rápido e saiu do meu colo se ajoelhando entre minhas pernas.

Gemi ao vê-la mordendo os lábios enquanto abria minha calça, ela libertou meu pau o acariciando de cima a baixo, fechei os olhos gemendo. Ela riu e sua língua quente tocou na ponta, saltei do sofá e ela riu novamente.

– Calma Sr. Masen, eu não vou usar os dentes. – ela piscou e ri me lembrando da nossa primeira vez.

Mas meu sorriso morreu, ao sentir sua língua subindo e descendo por meu cumprimento, lambendo meu pau de cima a baixo. Meu pau se possível cresceu mais, ela me olhava enquanto dava beijos em meu membro e chupadas, levei a mão ao seu cabelo o enrolando em minha mão e levantei seu rosto.

– Quero estar na sua boca. – ela sorriu e me colocou na boca, devorando meu pau todo, o que não cabia ela segurava com sua mão me masturbando, sua outra mão massageava minhas bolas.

Minha respiração já vinha em arquejos, meu pau latejava e eu viria logo e viria forte. Ainda segurando seu cabelo afastei sua boca de mim.

– Senta no meu pau Isabella. – ela riu e se afastou pegando uma caminha em uma mesinha ao lado do sofá.

Só agora percebi seu apartamento, a sala era grande e espaçosa com dois ambientes, tinha uma decoração alegre e elegante, TV de plasma sofás confortáveis e era dividido por uma pequena sala de jantar. Tinha uma mesa retangular na parede e havia comida ali, sorri, senti a camisinha sobre meu pau e voltei minha atenção a ela.

Ela sorriu e voltou a ficar sobre mim, sua boceta pairando sobre meu pau ereto, agarrei seus quadris e a puxei para baixo lentamente. Nós dois gememos quando nos unimos.

– Tão malditamente bom... – ela gemeu e assenti, apertei sua bundinha e a fiz se movimentar sobre mim, subindo e descendo, sua boceta melada e apertada esmagando meu pau e apertando minhas bolas sempre que descia.

Estávamos ofegantes e nos encarávamos sem deixar de nos movermos, ela se inclinou devorando meus lábios e grunhi soltando sua bunda e indo acariciar seus seios.

Belisquei os mamilos durinhos, ela gemeu contra meus lábios e seus braços foi para o encosto do sofá, ela começou a se mover sobre mim cada vez mais rápido, meu pau já pulsava dentro dela, e sua boceta mastigava meu membro.

Estávamos perto. Deus muito perto.

Levei uma mão ao seu clitóris o beliscando e ela gritou afastando a boca da minha, sua boceta apertando meu pau freneticamente enquanto ela vinha com força. Gemi jogando a cabeça para trás, meu pau pulsando, e não demorei em segui-la.

Ficamos em silencio arfando por alguns minutos, quando estava mais calmo ela saiu de cima de mim e tirou a camisinha e saiu rebolando entrando por uma porta, devia ser o banheiro.

Ajeitei as calças e passei a mão pelo rosto nervosamente, essa mulher ia acabar comigo.

Voltou depois de uns minutos usando um roupão de seda negra praticamente transparente, ela batia em suas coxas e ela estava malditamente sexy.

– Hmmm, já ficando animado de novo Sr. Insaciável.

– Insaciável? – eu ri e ela deu de ombros.

– Bem, você pode ser insociável, mas seu pau... – ela apertou meu membro e gemi. – Definitivamente é insaciável.

– Isabella. – grunhi e ela me soltou.

– Desculpe seu chato. Então com fome? – assenti e me levantei.

– Aonde é o banheiro? – ela apontou para a porta aonde ela tinha ido, fui rapidamente e lavei as mãos e voltei para sua sala. Ela indicava uma cadeira e me sentei, esperei ela se sentar, mas ela simplesmente se sentou no meu colo.

– Você vai ficar aqui?

– Sim. Agora cale a boca e seja sociável por alguns minutos. – sorri e olhei nos potinhos de algum restaurante que ela tinha encomendado.

– Japonesa?

– Sim. Você gosta?

– Adoro. – ela sorriu brilhantemente e pegou os pauzinhos e serviu de yakissoba.

– Hmmm, também amo. – ela pegou mais um pouco e trouxe para meus lábios, eu ri a deixando me alimentar.

Lógico que deixar alguém te alimentar com pauzinhos é uma péssima ideia, pois ela derrubou em meu queixo e o limpou o lambendo. O que me causou uma quase ereção.

Acabei pegando minha própria comida, o que a fez me chamar de chato novamente.

Mas fora isso, foi extremamente agradável almoçar com ela. Isabella era tão alegre e animada. E faladeira.

– Então você é modelo?

– Sim. Eu acompanho ricaços em eventos. Mas ao contrario do que o Sr. Volturi falou eu não transo com eles. Bem só se eu quisesse, nunca por dinheiro. Ainda mais já pensou transar com aquele velho, eca. – ela estremeceu e ri.

– Eu gosto quando você ri. – ela comentou passando a mão no meu rosto.

– Hmmm, eu não rio com muita frequência. – confessei dando de ombros.

– Sério? E por que disso? – evitei seus olhos, ela não precisava saber do por que eu ser amargo, já bastava eu carregar meus problemas.

– Então você tem família? – ela franziu o cenho e deu de ombros.

– Infelizmente não. Eu tinha uma irmã. Mas ela morreu.

– Eu sinto.

– Tudo bem. E sua família?

– Está na hora de eu ir. – ela suspirou.

– Sempre tão ocupado. – ri e beijei seus lábios, ela gemeu me abraçando pelo pescoço, sua língua se infiltrando em minha boca...

– Ora, ora, Edward Masen. – ouvi alguém dizer meu nome e me afastei de Isabella, a mulher baixinha nos encarava na porta e fiz uma careta.

– Alice, o que faz aqui?

– Eu que devia perguntar, o que faz no meu apartamento. – ela olhou para Isabella em meu colo e sorriu maliciosamente. – Mas parece bem obvio.

Merda!