Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Isso não é assunto seu.

– Ela tem razão. – murmurei roucamente e Isabella me encarou confusa.

– Como assim?

– Se você for esperta é melhor ficar longe de mim.

Resmunguei a tirando do meu colo e caçando minhas roupas pelo quarto.

Era o melhor, para mim e para Isabella.

Antes que as coisas ficassem piores e ela se apaixonasse por mim. Por que eu já estava a caminho de me apaixonar loucamente por ela.

Sai do quarto e joguei minhas roupas no sofá, comecei a me vestir apressadamente, vesti a calça e fui pegar a camisa mais não estava ali, suspirei e vi Isabella a vestindo.

– Isabella me de a camisa?

– Não.

– Isabella. – estreitei os olhos e ela negou.

– Se a quer vem pegar.

– Não me tente. – ela deu uma risadinha e deu um passo para trás, grunhi e corri atrás dela, Isabella deu um gritinho e saiu correndo para o quarto, a alcancei antes que chegasse a cama a abraçando por trás.

– Você não vai me deixar ir?

– Não. – ela sussurrou e a virei para mim.

– O que você quer de mim Isabella?

– Já falamos isso Edward.

– Não, você quer mais que sexo. Eu sei. O que você quer?

– Quero você. – ela sussurrou e neguei.

– Eu não posso. – minha voz devia passar minha agonia, pois ela me abraçou apertado.

– Eu não me importo Edward. Eu aceito o que você quiser me dar.

– Só isso que posso dar.

– Encontros pra fazer sexo? – ela levantou o rosto me encarando, passei o polegar por seus lábios macios e sorri.

– Sim. Não é o suficiente... – ela tampou minha boca com sua mão e sorriu.

– Pra mim é. – neguei, mas ela somente sorriu maliciosamente. – Não seja chato. É o que eu quero.

– Me quer pela metade?

– Se é o que você pode me dar. – encostei a testa na dela.

– Eu queria te dar mais. – sussurrei e ela segurou meu rosto, uma mão de cada lado me fazendo olhá-la.

– Eu sei.

– Sabe?

– Sei. Eu vou esperar você poder se dar todo pra mim.

– Ah Isabella, o que eu faço com você? – murmurei tristemente e ela beijou minha boca.

– Faça amor comigo.

– Sempre. – ela sorriu amplamente e se afastou já tirando minha camisa, gemi ao ver seu corpo nu.

– Venha Sr. Insociável. – ela me chamou com o dedo e sorri indo em sua direção.

Ela seria minha morte e isso era um fato.

[...]

– Eu tenho que ir. – resmunguei largado na cama, Isabella riu e nem se mexeu.

– Então vá.

– Você ainda está em cima de mim.

– É que está tão confortável aqui. – ronronou e sorri passando a mão por suas costas, descendo até sua bundinha empinada.

Ela gemeu e rebolou sobre mim, meu pau entre suas coxas se agitou e comecei a ficar duro novamente.

– Deus Isabella, eu preciso de um tempo. – ela riu e se apoiou em meu peito com um sorrisinho malicioso.

– Você precisa, mas o Sr. Insaciável está a todo vapor.

– Até meu pau tem apelido agora? – ela gargalhou e aproximou os lábios dos meus.

Gemi ao sentir sua língua invadindo minha boca, minhas mãos foram para sua bunda, apertei sua carne e já a levava ao meu pau, ela afastou a boca da minha.

– Camisinha.

– Merda! – ela riu e saiu de cima de mim.

– Isabella volte já pra cá.

– Vou buscar a camisinha. – ela gritou indo pro banheiro e voltou com o pacote. – Sabe vou tomar aquelas injeções, ai você pode me pegar quando quiser e sem a camisinha.

– Oh Deus... Por favor, sim. – gemi ao imaginar meu pau sem a camisinha entrando em sua boceta, seria incrível.

Ela voltou pra cama e colocou a camisinha em mim, não sem antes dar uma chupada em meu pau, que me fez revirar os olhos. Sorrindo ela sentou em cima de mim, grunhi, sua boceta estava tão molhada que nos encaixamos facilmente.

Agarrei sua bundinha e a fiz cavalgar sobre mim, seus seios lindo balançando enquanto meu pau entrava e saia da sua entrada quente, apertada e molhada me fazendo ver estrelas.

Ver seu corpo sobre meu, tomando seu prazer era absolutamente excitante. Larguei sua bunda e levei as mãos aos seus lindos seios, Isabella gemeu alto quando agarrei seus montes os massageando.

– Oh Deus... Edward... – ela gritou rebolando sobre mim, sua boceta mastigando meu pau.

Sorrindo belisquei seus mamilos e ela veio forte, seu gozo espalhando em meu pau. Merda eu ainda estava duro.

Gemendo ela saiu de cima de mim e tirou a camisinha e lambeu meu pau, meus quadris se arquearam quase metendo meu pau em sua boca. Ela sorriu e chupou a ponta.

– Adoro seu gosto Sr. Masen.

– Então volte ao trabalho Srta. Isabella. – ela riu e mordiscou a ponta, meus olhos giraram, senti a boca dela se afastar e a encarei.

– O que?

– Acho que tem um celular tocando.

– Sério? Aonde? – eu estava tão distraído que nem ouvi, ela riu e saiu. – Isabella?

– Eu já volto Sr. Insaciável. – ela gritou e grunhi levando a mão ao meu pau necessitado e o massageando.

Gemi de olhos fechados, quando os abri Isabella encarava meu pau e minha mão subindo e descendo por meu cumprimento.

– Venha Srta. Isabella, preciso de ajuda. – ela deu uma risadinha.

– Posso atender?

– Claro. – ela veio rapidamente para a cama e sentou entre minhas pernas, e atendeu o telefone com uma mão e com a outra agarrou meu pau, gemi alto e coloquei as mãos atrás da cabeça.

– Celular do Sr. Masen, quem deseja? – ri e ela piscou pra mim, Isabella ficou tensa de repente e me assentiu. – Um momento senhora.

– Quem é? – estiquei a mão e ela me entregou o celular.

– Uma tal de Esme? – perguntou meio que na duvida.

– Merda! – resmunguei pegando o telefone e pedi silencio a ela. Isabella deu de ombros, de repente ela sorriu maliciosamente.

– Alôooo... – guinchei ao sentir sua boca em pau. Olhei Isabella e ela me encarava enquanto me tinha todo na boca.

– Edward, Edward o que foi?

– Nada, eu dei uma topada na mesa. – falei apressadamente e trincando os dentes.

– Oh está bem querido?

– Sim, sim. O que houve? – desconversei rapidamente.

– Eu estava preocupada, liguei na empresa e Jessica disse que você saiu mais cedo.

– Quem é Jessicaaaa? – Isabella me chupou mais forte e meus olhos giraram nas orbitas.

– Querido tudo bem?

– Sim, sim. Então quem é essa?

– Sua secretaria.

– Srta. Stanley?

– É, você não sabe o nome dela Edward?

– Por que eu deveria, ela é só a secretaria. – Isabella me encarou e começou a massagear minhas bolas.

Merda eu viria logo.

– Oh então por que saiu mais cedo?

– Eu... eu... OH Deus...

– Edward.

– Desculpe. Eu tinha uma reunião. – olhei feio pra ela que me tirou da boca e começou a dar chupadas ao longo do meu cumprimento.

– Oh então tudo bem. Quem atendeu o telefone? – perguntou desconfiada.

– Uma das acionistas, eu tinha esquecido o celular. – falei rapidamente, Isabella arqueou uma sobrancelha, e voltou a me por todo na boca.

Meu pau já pulsava e meu corpo tremia. Merda eu gozaria falando com minha mãe ao telefone. Eu vou pro inferno!

– Oh, então vem para o jantar?

– Sim, sim. Oh sim... – ela largou meu pau novamente e engoliu minhas bolas, meu pau pulsou com força.

– Edward você está bem?

– O que? – ela voltou a me chupar e agora me masturbando ao mesmo tempo, meu gozo já saia e ela o engolia todo.

– Edward!

– Sim?!- Eu estava suando frio.

– O que há com você?

– Nada. Eu já vou pra casa.

– Ok.

– Te amo tchau. – desliguei o telefone e Isabella continuava me chupando engolindo meu gozo até a ultima gota, quando acabou eu a encarei ofegante.

– Você é louca.

– Por quê? Achei que estivéssemos nos divertindo.

– Mas eu estava no telefone.

– Eu vi. Alias sua esposa deixou bem claro que você a ama.

– Como é que é?

– É por isso que não pode ficar comigo? Você é casado. – Isabella me olhava com raiva e bufei.

– Eu não sou casado.

– Bem a Esme deixou bem claro que você a ama e é dela.

– Esme é minha mãe Isabella.

– OMG!

– O que?

– Eu te chupei enquanto você falava com sua mãe. – ela gritou e ri a puxando para meus braços.

– Sim você fez.

– Eu vou para o inferno.

– Bem nesse caso eu vou também.

– Pelo menos a nós fazemos companhia. – sorriu maliciosamente.

– Verdade. Agora eu tenho que ir. - disse como um suspiro. Ela fez um biquinho.

– OK. Vou só tomar um banho. – ela se levantou já animada novamente e me olhou mordendo os lábios. – Eu adoraria alguém para esfregar minhas costas.

– Eu faço esse sacrifício. – falei já me levantando e ela gargalhou.

– Eu sabia que existia um tarado em algum lugar ai dentro. – rolei os olhos, mas a peguei no colo e corri pro banheiro.

– Você me deve um banho de banheira.

– Vamos nos atrasar.

– Só alguns minutinhos.

[...]

Cheguei em casa me sentindo extremamente feliz. Há tempos não me sentia assim. Na verdade não me sentia assim desde...

– Edward Anthony Masen. – fiz uma careta ao ver a cara brava de Esme.

– Mamãe...

– Não me venha com mamãe, Sr. Masen. Está uma hora atrasado.

– Oh, me desculpe. Hmmm teve transito. – ela estreitou os olhos e tentei evitar mostrar minha cara de culpado, ela suspirou e veio me abraçar.

– Está desculpado. Mas só dessa vez.

– Eu sinto mesmo mãe.

– Tudo bem meu amor. Eu só odeio comer sozinha.

– Eu sei. Eu vou te compensar.

– Mesmo? – ela ficou toda animada e sorri.

– Sim, vamos almoçar amanhã aonde a senhora quiser.

– Que tal jantar?

– Melhor ainda. – ela bateu palmas animadas e me deu um beijo demorado na bochecha, me afastei dela sorrindo.

– Você quer jantar? Eu já comi, mas posso esquentar algo pra você...

– Não, você vai descansar. Eu como um sanduiche, estou cansado também.

– Ok. Vou escolher um lugar especial para nós amanhã.

– Isso mesmo. Boa noite mãe.

– Boa noite meu lindo Edward. – sorri fazia tempo que ela não me chamava assim. Esme sempre fora tão carinhosa comigo, mas até do que com o meu pai.

Vai ver que era por isso que eles tinham problemas, às vezes ele parecia sentir ciúmes de mim. Esme sempre me tratou como se eu fosse tudo para ela. Ela era para mim também. Mas eu me preocupava com ela.

Ela se esquecia dela e só se preocupava comigo.

– Te amo mãe.

– Eu também querido. Agora vá comer e dormir.

– Claro. – dei um beijo em sua bochecha e fui para a cozinha.

Não estava com fome, Isabella e eu havíamos comido à tarde no hotel. Então só tomei um copo de suco e fui para meu quarto. Tirei as roupas e fui direto para a cama, me joguei no colchão sorrindo como um idiota.

Ficar com Isabella me fez sentir como eu de novo, como eu era antes da minha vida virar de cabeça para baixo. Antes de todas aquelas coisas acontecerem, de meu pai nos deixar e eu ter que assumir a empresa. A vida era menos complicada, mais alegre. Eu me sentia assim quando estava com Isabella. Despreocupado.

Pensando nela eu adormeci rapidamente, lembrando dos seus beijos e toques. Da minha louca Isabella.

Me movi desconfortável de manhã, com uma sensação estranha virei na cama e abri os olhos e levei um susto ao ver Esme me olhando.

– Mãe! – guinchei ao me lembrar que estava nu e me cobri apressadamente, ela riu.

– Edward não tem nada ai que eu já não tenha visto. – senti meu rosto ficando quente.

– Eu sei. Mas o que foi?

– Nada, só que você vai perder a hora. – olhei no relógio ao lado da cama e praguejei correndo para o banheiro.

Ouvi mamãe rindo e rolei os olhos. Tomei um banho rápido e me enrolei em uma toalha voltando para o quarto, Esme estava no meu closet escolhendo um terno pra mim.

– Obrigada.

– Então como foi a reunião ontem? – ela perguntou enquanto eu vestia a cueca ainda com a toalha em volta a cintura.

– Muito bem. – evitei seus olhos e peguei a camisa branca que estava sobre a cama e a vesti apressadamente.

– Oh e quem era a moça que atendeu? – peguei a calça que ela colocou sobre a cama e a vesti.

– Ninguém.

– Tem certeza? – me virei para ela que me esticava a gravata e a peguei de sua mão, a olhando confuso.

– Claro que tenho mãe.

– Sei... – ela veio a minha frente e me ajudou com o nó da gravata com um pequeno sorriso.

– Hmmm mãe. O que disse pra moça, no telefone? – ela riu.

– Nada demais. Por quê?

– Sabe foi engraçado. Ela achou que você era minha esposa. – ela riu e negou.

– Eu só estava brincando. Disse somente que era Esme a mulher da sua vida. Fiz mal? – ela me olhou preocupada e sorri e beijei sua testa.

– Não, só falou a verdade.

– Ótimo, não esqueça nosso jantar em. Você anda muito esquecido.

– Nunca Srta. Esme.

– Pare de ser galanteador. – pisquei pra ela e vesti o paletó.

– Eu tenho que ir. Obrigada por me acordar. Venho te buscar as seis.

– Ok. – beijei sua bochecha e sai apressadamente, nem passei pela cozinha e fui para a garagem atrás do meu carro.

[...]

Cheguei na empresa no horário de sempre e fui para minha sala, assim que sentei chamei Srta. Stanley.

– Pois não Sr. Masen?

– Srta. Stanley, ligue para minha mãe e veja aonde ela quer jantar, e faça reservas para hoje as seis e meia.

– Sim senhor.

– Ah, me traga os relatórios sobre o shopping de Aro Volturi.

– Imediatamente senhor. – ela já saia quando a chamei de novo.

– Srta. Stanley, ligue para uma agencia de imóveis, e me mande fotos de apartamentos próximos a empresa, espaçosos pelo menos duas suítes, uns cinco cômodos e de preferência mobiliado. Se encontrar alguns quero fazer alguma visita no horário do almoço.

– Algo mais senhor?

– Me traga um café.

– Sim senhor.

Ela saiu voltando somente alguns minutos depois com o café. Passei a maior parte da manhã trabalhando, e já passava das dez quando bateram na porta.

– Entre.

– Sr. Masen?

– Trouxe as fotos?

– Sim, a agencia me mandou e coloquei em um pen drive. Já fiz as reservas no restaurante de escolha da Sra. Masen.

– Muito bem Srta. Stanley. Eu vou olhar as fotos e lhe aviso se quiser visitar algum dos imóveis.

Ela me entregou o pen drive e o conectei no laptop, e observei as três opções de apartamento. O mais próximo a empresa era perfeito. Grande e espaçoso, duas suítes, uma sala, cozinha e mais dois cômodos. Uma das paredes da sala era toda de vidro com uma impressionante vista de Nova York. A decoração era elegante e moderna, e ela poderia mudar se gostasse de algo.

Esperava que ela gostasse.

– Srta. Stanley. – chamei pelo interfone.

– Sim senhor?

– Agende uma visita para o meio-dia no segundo apartamento.

– Sim senhor.

– Ah e chame Carlisle, preciso falar com ele.

– Imediatamente senhor. – ela desligou e voltei a olhar as fotos.

O quarto era muito bonitos, e as salas vazias podiam servir para o que ela quisesse, talvez uma biblioteca, ou para algum robe que ela tivesse. Ouvi uma batida na porta e desliguei a tela do computador.

– Mandou me chamar Edward?

– Sim, cadê os relatórios que te pedi? Eles não estavam na minha mesa.

– Bem como você tirou a tarde de folga, achei que não eram tão urgentes.

– Você não tem que achar nada Carlisle. Tem que obedecer.

– Então só o poderoso Masen, pode sair para se divertir. E nós pobres mortais, temos que ficar trabalhando?

– O que eu faço ou deixo de fazer, não é da sua conta. Só quero que você faça o que lhe foi ordenado. Ou então parta da empresa, já que parece que você não quer trabalhar.

– Tenho tanto direito de estar aqui quanto você Edward. Tenho mais direito do que você na verdade.

– Você era irmão do meu pai, Carlisle. Nada mais, e ele já sabia que você era um inútil e preferiu que eu comandasse.

– Uma criança, que sai as tardes para se esfregar em mulheres.

– Como é? Você está me julgando, o mesmo homem que estava com uma mulher no colo no horário de trabalho.

– Pelo menos eu não finjo ser quem eu não sou. Você se mostra o todo poderoso, mas no fundo é um moleque.

– Olhe seu tom Carlisle.

– Ou o que? Vai me matar, me tirar do caminho?

– Você está louco Carlisle.

– Por que, você já fez isso antes não fez. – ofeguei o encarando incrédulo.

– O que está insinuando?

– Eu soube da sua nova namoradinha.

– Isso não é assunto seu. – rosnei o encarando e ele sorriu maliciosamente.

– Só espero que depois que você se livrar dessa, você vá para a cadeia que é o seu lugar.

– Você está passando dos limites. – trinquei os dentes e ele riu.

– Bem chefinho, eu já trago o relatório. – ele sorriu debochado e saiu da sala.

Não acreditava que essa historia estava voltando pra me assombrar. Depois de tantos anos...

– Sr. Masen? – Srta Stanley me olhava preocupada e me endireite.

– Sim?

– Já agendei a visita. O senhor vai agora? – olhei no relógio e já era quase meio dia.

– Sim.

– A mulher da agencia disse que o senhor estará liberado para entrar, é só dar o nome da portaria. – ela me passou os endereço e o andar e abotoei o terno e sai.

[...]

Cheguei em casa as seis em ponto, trouxe flores e ela sorriu extasiada, e segurou meu braço enquanto eu a conduzia ao carro.

– Está linda mãe.

– Obrigada querido, estou realmente animada.

Sorri e como prometido passei um tempo agradável com minha mãe. Jantamos em seu restaurante favorito, depois passeamos um pouco e voltamos para casa.

Já passava das dez quando chegamos, então fui direto para meu quarto, antes de ir para a cama passei para a sala do piano, e dedilhei algumas notas.

Eu havia reprimido durante o resto do dia a minha conversa com Carlisle. Tentei me concentrar no apartamento que havia comprado, no trabalho quando voltei para a empresa, em minha mãe.

Mas assim que me vi sozinho tudo voltava a minha mente.

Eu devia me afastar de Isabella.

E se acontecesse de novo?

Eu poderia evitar que o passado se repetisse?

Deixei minha cabeça cair contra a madeira fria do piano, minha mente uma confusão só. O que eu faria agora?

Meu celular tocou irritantemente e o atendi com um sorriso bobo.

– Sr. Masen?

– Isabella.

– Olha lembrou quem era eu. – falou debochada e ri.

– Como se esquecer da linda Isabella.

– Pare de me bajular. Estou brava com você.

– Comigo? O que eu fiz para chateá-la?

– Nem uma ligação durante o dia todo. Tcs, tcs, tcs, muito feio Sr. Insociável. – sorri.

– Imperdoável Sr. Isabella. Como poderei me redimir?

– Sexo louco e selvagem, é a única forma de me fazer perdoá-lo.

– Hmmm, proposta interessante Srta. Isabella. Na verdade eu tenho uma surpresa pra você.

– Sério? – ela deu um gritinho animado e ri.

– Sério. Que tal nos vermos amanhã?

A hora que quiser. – disse esperançosamente.

– As três.

– Tão tarde. – ela resmungou e já imaginava um biquinho formando em seus lábios carnudos.

– Bem será tarde, mas passarei a tarde toda com você.

– Então será perfeito as três. Aonde vamos nos encontrar?

– Você ainda está no apartamento de Alice?

– Sim.

– Eu passo ai para te buscar.

– Ok.

– Até amanhã Isabella.

– Até amanhã Sr. Insociável, tenha sonhos pervertidos e todos comigo. – gargalhei e antes que eu pudesse responder ela desligou.

Olhei para o celular aonde ainda via sua foto e sorri.

Amanhã lhe mostraria o apartamento que comprei para podermos ficar mais a vontade. E se tudo desse certo, Isabella poderia morar lá.

Ainda não era tudo que eu queria dar a ela. Mas era o que eu poderia lhe dar no momento. Era mais do que eu dei a qualquer uma desde Tânia.