Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


É isso que posso dar.

Amanhã lhe mostraria o apartamento que comprei para podermos ficar mais a vontade. E se tudo desse certo, Isabella poderia morar lá.

Ainda não era tudo que eu queria dar a ela. Mas era o que eu poderia lhe dar no momento. Era mais do que eu dei a qualquer uma desde Tânia.

Meus dedos batiam nervosamente no volante enquanto esperava Isabella descer. Na verdade o dia inteiro eu me senti ansioso.

A reação dela ao ver o apartamento me preocupava. Lógico na hora em que comprei imaginei que ela iria adorar. Mas depois comecei a duvidar de minha impulsividade.

Isabella já havia deixado claro que não gostaria que eu lhe desse um apartamento, mas talvez ela relevasse, já que o lugar era pra ser nosso. Não havia meio de eu me encontrar com ela na casa da desmiolada Alice, minha casa era totalmente fora de cogitação, e hotéis era tão impessoal.

– Olá bonitão. – sorri ao vê-la abrindo a porta e já entrando toda animada.

– Isabella.

– Sabe você pode me chamar de Bella.

– Bella?

– É meu apelido.

– Eu gosto de Isabella.

– Deus, eu até reclamaria, mas quando você diz Isabella, da um tesão. – sorri e me inclinei para beijá-la.

Ela suspirou me beijando de volta, jogou seus braços em meu pescoço e me puxou mais para ela, sua boca veio para minha com avidez imediatamente, e gemi ao sentir sua língua em contato com a minha.

Me afastei dela com um sorriso, ela fez um biquinho e sorriu em seguida.

– Então cadê minha surpresa?

– Não está aqui.

– Então me leve até ela. – pediu animada e ri ligando o carro e guiando em direção ao apartamento.

O caminho para lá foi em silêncio, exceto pelo radio do carro, que Isabella ficava mexendo, trocando as estações, ela se decidiu por uma de musica popular e virou para mim sorrindo.

– Então, alguma dica sobre essa surpresa?

– Não.

– Vamos não seja mal. – sorri e neguei.

– Nada de dica. Já estamos chegando. – ela suspirou olhando para a janela. Não demorou nem dois minutos e entrei na garagem do prédio, Isabella me olhou com curiosidade e sorri dando de ombros.

Estacionei na minha vaga, e sai, ela não se moveu, e fui até sua porta a abrindo e estendi a mão para ela.

– Vamos?

– O que está aprontando, Sr. Masen? – ela arqueou uma sobrancelha e segurei sua mão a levando aos lábios.

– Paciência.

– OK. – fez um biquinho e me inclinei beijando sua boca.

– Vamos. – segurando sua mão nos guiei para o elevador e apertei nosso andar. Isabella me olhava desconfiada o tempo todo, e tive que lutar contra o sorriso que ameaçava escapar.

O elevador parou e a levei para a porta e a abri, Isabella me deu um ultimo olhar inquisitivo e dei de ombros novamente. Com um suspiro ela entrou no apartamento, a segui ficando atrás dela. Seus olhos vagavam pro todo lugar com curiosidade.

– O que você acha?

– É um lugar muito bonito. – ela murmurou e se virou para mim. – Por que estamos aqui?

– Hmmm, bem eu comprei.

– É seu?

– Seu na verdade. – ela abriu a boca e fechou novamente, fez isso algumas vezes, e seu rosto começou a ficar vermelho, e seus olhos escuros.

– Edward Masen...

– Não diga nada.

– Como não dizer. Eu te disse... – a agarrei puxando contra meu peito, ela se calou ofegante e me olhando de olhos arregalados.

– Antes de ficar nervosa me escute.

– Eu...

– Por favor? – ela apertou os lábios com força e respirou fundo.

– Ok.

– Eu adoro passar um tempo com você. Mas não quero ir a casa de Alice novamente. Eu mal suporto meus parentes na empresa, quanto mais ter que vê-los fora dela. Minha casa é completamente fora de cogitação, minha mãe nunca aprovaria nosso tipo de relacionamento, e eu não a faria passar pelo constrangimento de nos pegar em um momento embaraçoso. – respirei fundo e voltei a falar. – E hotéis são tão impessoais, podemos continuar indo a hotéis, mas para que se temos um bom lugar aqui mesmo.

– Edward, eu concordo. Mas isso é demais.

– Por quê? Você disse que aceitaria o que eu estivesse disposto a dar. É isso que posso dar.

– Mas isso...

– Não, isso é perfeito. Nosso lugar, podemos ficar aqui sem ninguém nos incomodar. E você pode morar aqui também. É grande e espaçoso. Venha ver. – a soltei agarrando sua mão e a levando para um pequeno tour.

Mostrei nosso quarto, a cozinha e sala. Os quartos extras que ela podia fazer o que quisesse com eles. Na sala grande e espaçosa eu comentei que poderíamos trazer um piano e isso a fez sorrir.

– Você toca?

– Sim. Eu adoraria tocar para você. – seu sorriso aumentou.

– Eu adoraria ouvir.

– Então vai vir morar aqui?

– Edward...

– Por favor, Isabella. Eu o comprei pra você. – dei um sorriso torto como uma ultima tentativa.

– Eu sinto que estou abusando de você. – ela resmungou e rolei os olhos a abraçando.

– Não sinta. Você não me pediu nada, eu quero lhe dar. É só o que posso lhe dar no momento. – ela suspirou e me abraçou de volta.

– É demais. – resmungou e a apertei contra mim.

– Por favor, eu queria lhe dar muito mais, mas é só o que posso dar no momento. – voltei a repetir. Estava difícil convencê-la, mas eu vou conseguir.

– OK. – sorri internamente. – Eu disse que esperaria por você. Até que você me desse o que pudesse e eu vou.

– Bom.

– Então, que tal nós experimentarmos aquela cama enorme. – ela piscou pra mim e me soltou correndo para o quarto já largando suas roupas pelo caminho.

Sorri e a segui ansioso e feliz que agora teríamos um lugar só para nós.

[...]

Isabella ressonou ao meu lado, um pequeno sorriso em seus lábios e suas pálpebras tremendo levemente, ela parecia estar sonhando, e um sonho bom. Minha mão passeou por suas costas nuas e ela murmurou alegremente em seu sonho.

Ri baixo e voltei a acariciá-la, sua pele macia e doce era muito convidativa, não só ao toque, como também minha boca ansiava estar nela novamente, minha mão desceu mais e acariciei a bundinha empinada e um pequeno gemido escapou de seus lábios.

Me inclinei afastando seus cabelos e beijei sua nuca, ela suspirou e bocejou se virando para mim em seguida. Um sorriso sonolento nos lábios.

– Olá.

– Oi. Eu dormi. – torceu o nariz e sorri.

– Não tem problema. Mas eu preciso ir.

– Oh. Ok, eu só...

– Não precisa levantar. A casa é sua, lembra?

– Sim. Havia esquecido. – seus olhos brilharam de repente. – Esse apartamento enorme é meu. Vou passar a noite sozinha nessa cama enorme. – piscou os lindos olhos e passou a mão pelos seios. – Tão sozinha.

– Isabella?

– Sim?

– Não me tente. – ela deu uma risadinha, e rastejou até deitar sobre meu peito, sua mão descendo por minha barriga e agarrou minha ereção.

– Eu tenho mais camisinhas em minha bolsa. – ela piscou e massageou meu pau, grunhi e segurei sua mão a parando.

– Isabella... – ela ergueu-se e mordiscou meu queixo chupando a pele em seguida.

– Diga Sr. Insociável? – perguntou com a voz rouca.

– Ainda sou insociável?

– Um pouquinho. – murmurou mordiscando minha garganta e gemi roucamente. – Mas podemos resolver isso rapidinho. – apertou um pouco meu pau e grunhi e a virei na cama ficando sobre ela.

– O que eu vou fazer com você, Isabella? – ela deu uma risadinha e suas mãos passearam por minhas costas.

– Eu tenho algumas idéias de Sr. Masen.

– Aposto que tem. – deu um sorriso malicioso e suas mãos foram para minha bunda a apertando. Grunhi e esmaguei meus lábios nos dela com força, Isabella gemeu se esfregando em mim e me beijando com igual desejo.

Afastei a boca da dela ofegante e sai de cima dela, ela fez um biquinho e sorri.

– Tenho mesmo que ir.

– Oh está bem. Seu chato. – ela pulou da cama, e saio rebolando para o banheiro, gemi ao ver sua bundinha empinada e corri atrás dela, ela riu.

– Acho que tenho tempo para um banho.

– Não sei não. Eu ia tomar banho de banheira.

– Não importa. – ela sorriu e me empurrou correndo para o quarto.

– Liga a água da banheira que já venho. – gemi ao vê-la saindo, e a obedeci.

Enchi a banheira e joguei espuma de banho, a banheira já estava quase cheia quando Isabella voltou e com uma camisinha na mão.

– Nossa demorou tanto pra achar?

– Não, é que meu celular tocou quando estava pegando a camisinha.

– E quem era?

– Alice.

– Hmmm, Isabella, eu gostaria que não contasse a Alice que eu lhe dei o apartamento.

– OK. – arquei uma sobrancelha e ela sorriu. – Eu sou meio doidinha Edward, mas não sou boba. Já percebi que você não gosta de Alice, ou qualquer um dos seus parentes. – sorri tristemente e a abracei.

– É uma situação meio complicada...

– Seja qual for, ela não é da minha conta. Só vou dizer a Alice que consegui alugar um apartamento muito bom. E que o meu senhorio é super gostoso. – piscou e acabei rindo.

– Então banho?

– Claro, estou muito suja. – falou sensualmente e mordisquei seus lábios carnudos.

Entramos na banheira, sentei e ela se encostou em mim, suas costas se esfregando contra meu peito, massageei seus ombros e mordisquei sua pele.

Isabella suspirou e levou as mãos as minhas coxas e as massageou, suspirei meu pau latejava.

– Cadê aquela camisinha? – ela riu e a pegou na borda da banheira, fiquei de joelhos e ela a colocou em mim, e me ajudou a sentar, ficando de frente para mim, se sentou sobre mim, uma perna de cada lado do meu corpo.

– Tão gostoso. – sussurrou enquanto sentava em meu pau, meu membro pulsando enquanto invadia sua boceta melada.

Ela arfou e rebolou até eu estar todo dentro dela. Agarrei seus quadris e a fiz se mover sobre mim, meu pau entrando e saindo lentamente de sua boceta apertada e malditamente quente.

– Oh sim... isso... – ela arfava agarrando meus ombros e me ajudando nos movimentos.

Seus seios balançavam na frente do meu rosto, e lambi os lábios antes de levar um mamilo na boca, ela grunhiu e rebolou em meu pau, e sorri começando a mordiscar seu bico.

Passei de um seio para o outro. Mordiscando e lambendo, chupando seu peito um de cada vez, Isabella gemia meu nome o tempo todo e rebolava com cada vez mais força. Meu pau já pulsava, e gozaria em breve.

Comecei a movê-la com mais força e rapidez sobre mim, ainda mamando em seus seios deliciosos, Isabella agora gritava e arranhava minha costas, sem parar de rebolar.

Desci as mãos para sua bunda e apertei e empurrei com força dentro dela indo até onde tava, ela se arqueou toda sobre mim, e gemi sentindo sua boceta mastigar meu pau e seu corpo tremer sobre o meu.

Larguei seus seios e chupei seu lábio no meu, sua boca colou na minha e seus gemidos foram engolidos pela minha boca, enquanto gozava em meu pau, eu soltei sua boca jogando a cabeça para trás e gemendo quando meu próprio orgasmo me alcançou.

Olhei na sua direção e ela sorriu pra mim. Voltei a beijar sua boca, e sai de dentro dela, e a peguei no colo e fui para a ducha. Deixei a água cair sobre nós e depois saímos nos enrolando em toalhas e voltamos para o quarto.

Isabella se jogou na cama, e tirei a tolha e terminei de me secar, peguei minhas roupas em cima de uma poltrona que havia no quarto e vesti a calça, ela ficou me olhando o tempo todo enquanto me vestia e sorri.

– O que?

– Nada. Só apreciando a vista. Você não disse que a vista da casa era tão boa. – piscou e ri.

– Eu disse, só tem vantagens morando aqui.

– Com certeza. Agora vira de costas, quero apreciar a vista traseira.

– Isabella, comporte-se. – ela rolou os olhos, mas continuou me olhando, coloquei a camisa e gravata e sequei um pouco mais os cabelos. – Precisa de ajuda pra trazer suas coisas?

– Não, eu só tenho malas. Não trouxe muita coisa de Londres.

– Você morava em Londres?

– É fiz faculdade lá, e amo a cidade acabei ficando por lá.

– Faculdade do que? – acabei me sentando na cama, era a primeira vez que ela falava de si mesma, e queria aproveitar o momento.

– Literatura. Eu fui professora.

– E por que parou?

– Eu precisei voltar. Problemas de família.

– Hmmm, você falou algo sobre uma irmã não foi?

– Sim, ela morreu há alguns anos. E senti que era hora de voltar pra casa.

– Mas voltou só agora.

– Só deu agora.

– E vai ficar?

– Bem, acho que sim. – ela mordeu o lábio evitando meus lábios e segurei seu queixo.

– Como uma professora vira modelo e dama de companhia? – ela deu de ombros e sorriu.

– Eu precisava voltar. E não queria ser professora, e um amigo me indicou a agencia.

– Quantos anos tem, Isabella?

– 25.

– E qual seu sobrenome? – ela sorriu maliciosa.

– Isso é algum tipo de interrogatório? – sorri e beijei seus lábios.

– Só informações que tem que dar ao seu senhorio. – pisquei e ela riu.

– Espertinho. Achei que tinha que ir.

– Merda! – dei mais um beijo nela e me levantei.

Mostrei as chaves e expliquei alguns detalhes e parti.

Apesar dela ter se esquivado da pergunta sobre seu sobrenome eu estava me sentindo muito feliz.

Depois de tanto anos a vida estava muito boa.

Cheguei em casa e já era hora do jantar. Minha mãe estava muito animada, pois amanhã teríamos uma festa. O noivado de Jasper e Alice. Ao contrario de mim, minha mãe adorava festa. E se eu pudesse sempre ver essa alegria nela, até agüentaria nossos parentes.

Depois do jantar fui direto para meu quarto. Amanhã seria um longo dia.