Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Você não pode me amar.

– Você vai ser a minha perdição.

– Fala como se fosse algo ruim. – ela sussurrou já levando a mão ao meu membro e apertou.

Merda! Ela ainda me mataria, e duvido que eu reclamaria.

– Não, nada sobre você é ruim. – sussurrei beijando seus lábios, ela gemeu contra minha boca apertando novamente meu pau.

– Oh! Edward... – ela sussurrou contra minha boca, afastei os lábios a olhando com intensidade.

– Melhor entrarmos. – ela fez um biquinho e uma cara de decepcionada que fez meu coração bater um pouquinho mais rápido. – Logo minha mãe vai vir atrás de mim. – a lembrei e ela assentiu.

– Tudo bem... – ficamos nos olhando alguns minutinhos, ela mordeu o lábio. – Então você vai me soltar?

– Desculpe. – a coloquei em seus pés e ela deu uma risadinha.

– Não aqui, mas quem sabe no banheiro? – ela moveu as sobrancelhas e ri.

– Comporte-se Isabella.

– Ai Edward, você é muito chato.

– Não é muito uma novidade. – ela rolou os olhos.

– Eu sei, mas alguém tem que dizer. – acabei rindo.

– Então, obrigada por dizer. – ela voltou a colar o corpo no meu, mas dessa vez sem me atiçar, sua pequena mão acariciou minha bochecha de um jeito doce que me fez suspirar e sorrir.

– Você está bem?

– Sim. Por que...?

– Você bateu em Carlisle, eu nunca imaginaria você fazendo isso. – suspirei tentando me afastar, mas ela segurou meu rosto com as duas mãos. - Hey, o que ele te fez?

– Nada do que já não tenha feito antes.

– Oh Edward, não de atenção a ele. Carlisle é um idiota. – sorri.

– Acho que você é a primeira jovem que não está caindo de amores por ele. – ela rolou os olhos.

– Eu só cai no amor por você Edward Masen. – assim que as palavras saíram de sua boca eu me afastei.

– O que? – ela fez uma careta e apertou as mãos nervosamente, quando me olhou uma nova determinação em seu olhar.

– Edward, eu amo você.

– Oh Deus! Você não pode.

– Edward...

– Você não pode me amar. – sussurrei mais para mim mesmo e ela voltou a se aproximar.

– Edward... – ouvi a voz de minha mãe, Isabella me olhou tristemente e correu para longe, praguejei e fui em direção a minha mãe.

– Aqui mãe.

– Oh querido, estava te procurando. Tudo bem?

– Sim, podemos ir?

– Claro, vamos pra casa. – assenti e peguei sua mão a colocando em meu braço e nos levei para longe dali.

[...]

Chegamos a casa e Esme foi deitar. Lógico não sem antes ouvir um sermão de Esme, que eu não devia dar atenção a Carlisle. Como se fosse possível ignorá-lo. Assim que ela parou de reclamar lhe dei um beijo de boa noite, e fui direto para meu quarto, mas antes parei na sala do piano e me sentei. Passei a mão sobre a madeira escura e suspirei.

Isabella me amava.

Um pequeno sorriso brotou em meu rosto.

Eu a amava também.

Foi bom admitir, mesmo que seja só para mim.

Mas eu não devia, enterrei o rosto entre as mãos não sabendo o que fazer. Eu devia afastá-la. Se eu a amasse de verdade eu a manteria longe. Assim ela estaria segura.

Ela não podia ter o mesmo destino que Tânia, ou Angela. Eu mal suportei a perda delas, mas se eu perdesse Isabella, eu sei que seria mil vezes pior.

Eu amei as outras duas, sei que amei. Mas Isabella, não Bella era muito mais intenso. Muito mais forte, o que eu faria se ela tivesse o mesmo destino?

Eu devia mandar ela embora, dizer que não quero nada com ela. Que ela estaria melhor sem mim. Mas como se nem eu acredito nessas palavras, como mostrar a ela que seriam verdadeiras?

Não eu precisava ser honesto com ela.

Grunhindo me levantei e sai correndo para o andar de baixo, fui direto para a garagem e peguei um dos carros dirigindo apressadamente.

Eu precisava dizer a ela, a verdade sobre mim. Eu queria que ela me entendesse, que me perdoasse e me amasse.

Cheguei rápido ao apartamento e com a senha entrei na garagem, estacionei e apressadamente fui para o elevador. Praticamente esmaguei o botão do seu andar e quando cheguei, meti o dedo na campainha. Depois de alguns minutos a porta se abriu e Isabella me olhava confusa.

– Edward?

– Eu sou egoísta. – saiu antes que eu percebesse e ela riu.

– Não é não.

– Sou sim. Eu devia ir e nunca mais voltar, mas eu sou egoísta, não quero que você saia da minha vida.

– Eu não vou sair. – ela sussurrou e entrei fechando a porta e a apertando em meus braços, enterrando meu rosto em seu pescoço e inalando seu cheiro.

– Diga de novo.

– O que? – ela afagou meu cabelo e beijou meu pescoço.

– Diga que me ama.

– Oh Edward, eu te amo. Acho que te amo desde a primeira vez que te vi. – suspirei de contentamento, e sem soltá-la a levei em direção ao quarto e a deitei na cama.

Ela usava um robe preto e assim que o abri gemi ao ver que ela não usava nada por baixo.

Gemendo passei as mãos pelo seu lindo corpo, acariciando os seios macios, me demorando nos mamilos duros, indo para a barriga lisa, desci até sua entrada e toquei suas dobras já úmidas. Ela se contorceu contra meu toque.

– Edward... – suspirou roucamente e beijei sua boca chupando seu lábio inferior, ela arfou esfregando as pernas e me levantei começando a livrar de minhas roupas.

– Camisinha? – ela negou.

– Estou tomando injeção. Me deixe te sentir? – ela me olhou profundamente e gemi terminando de tirar a roupa e voltei a me deitar sobre ela.

Ela arfou e esfregou seu delicioso corpo contra o meu, meu pau se possível ficou ainda mais duro.

– Me toque Bella. – pedi colocando sua mão em meu peito.

– O que? – ela me olhou com um pequeno sorriso.

– Minha Bella.

– Oh Edward. Eu te amo. – falou e pressionou os lábios nos meus com urgência. Gemi alto me agarrando a ela.

Minhas mãos tocando todas as partes do seu corpo, seus ombros e braços, descendo pelas laterais do seu corpo, sentindo sua pele se arrepiando e seus gemidos contra meus lábios.

Afastei nossos lábios. Arfante e desci a boca pelo seu corpo, minha língua passeando por sua pele, sentindo o gosto do seu suor. Cheguei aos seios deliciosamente empinados e os chupei, brincando com seu mamilo duro em minha boca, um depois o outro por vários minutos.

Ela arfava e se contorcia embaixo de mim, sem que eu esperasse sua mão agarrou meu pau, gemi alto contra seu peito e chupei mais forte seu mamilo. Ela grunhiu e moveu a mão sobre meu cumprimento com mais intensidade.

– Deus Bella... – ela gemeu alto e desceu mais as mãos massageando minhas bolas.

– Quero você Edward.

– Sou seu. – desci mais pelo seu corpo, sua mão deixando meu pau, mas foi melhor, não queria vir em sua mão, queria gozar dentro dela, marcá-la como minha.

Mas antes queria deixá-la acesa por mim.

Cheguei a sua entrada melada e dei uma longa lambida, o corpo dela saltou pra cima e sorri voltando a lambê-la.

– Oh Meu Deus... – ela gritou e ri, separei suas coxas e enfiei a cara entre suas pernas.

Gemi ao sentir seu cheiro doce, chupei seu clitóris e voltei a chupá-la com força. Minha língua alternando entre seu clitóris e sua boceta melada, seu gosto em minha língua fazia meu pau mais duro.

Afastei a boca da sua boceta e meti dois dedos dentro dela, ela gritou alto agarrando meu cabelo e puxando, comecei a chupar e mordiscar seu clitóris com mais ímpeto e podia sentir ela vindo.

Sua boceta apertava meus dedos com força e parei de tocá-la, Bella lamuriou alto e dei outra lambida nela e me levantei, levei meu pau quente a sua boceta e a penetrei lentamente.

Meu membro babando entrando na sua entrada quente e pulsando, ela gemeu e cruzou as pernas a minha volta, meu pau foi fundo dentro dela.

Deus era absolutamente perfeito estar dentro dela sem barreiras, carne com carne. Estávamos mais unidos do que nunca e eu a amava mais ainda. Levei as mãos para cima agarrando seus pulsos e os colocando sobre sua cabeça.

– Edward... – gemeu meu nome e sai de dentro dela a penetrando profundamente em seguida, ela gritou gozando imediatamente.

Usei todo meu alto controle para não vir também, ela pulsava violentamente contra o meu pau, gemendo comecei a me mover, lenta e tortuosamente.

Queria sentir sua boceta melada do seu gozo a minha volta, quente e pulsando do seu recente orgasmo. Bella gemeu baixo e me olhou com intensidade, grunhi e aumentei meus impulsos, indo agora rápido e forte.

Meu pau estava gritando por liberação, e ela já estava próxima novamente, eu a queria urgentemente. Beijei seus lábios com desespero enquanto me movia freneticamente dentro dela, ela gritou em minha boca enquanto vinha novamente, eu rosnei e arfei, minhas bolas incharam, meu pau pulsou e gozei enterrado dentro dela.

Ainda me movia lentamente, sentindo nossos corpos se acalmarem do recente orgasmo, sai de dentro dela me jogando ao lado e a puxei contra mim, ela levantou o rosto e sorriu.

– Vai passar a noite?

– Vou. – ela sorriu e fechou os olhos adormecendo imediatamente.

Sorri beijando sua testa e me aconcheguei contra ela a abraçando e me entregando ao mundo dos sonhos.

[...]

– Hmmm... – gemi roucamente com a sensação gostosa que vinha de algum lugar, mas fazia coisas incríveis em mim.

– Você já está animadinho Sr. Insociável. – abri um olho e Isabella estava sobre mim, seus lindos seios empinados e o corpo sexy se esfregando sobre o meu.

– Deus! Está é uma bela visão. – ela riu e se abaixou para beijar rapidamente os meus lábios e voltar a sua posição maravilhosa.

– Sabe foi muito agradável acordar e ver você aqui.

– Eu disse que ficaria.

– Eu sei, eu realmente gostei. Sabe eu sempre acordo com tesão...

– Isabella comporte-se.

– Oh voltamos para o Isabella. – ela fez um biquinho e ri a puxando para baixo e apertando seu corpo contra o meu.

– Achei que gostasse do Isabella.

– Oh eu gosto, mas também adoro quando me chama só de Bella.

– Vou me esforçar para chamá-la de Bella. Minha Bella. – ela suspirou e deitou a cabeça em meu peito.

– Então...

– Então?

– Não que eu esteja reclamando, mas por que você veio aqui no meio da noite? – suspirei.

– Melhor nos vestirmos.

– Oh não, não vá. – ela me abraçou apertado e ri.

– Eu não vou. Eu só quero conversar com você e se você ficar nua, eu a agarrarei antes de falar o que quero. – ela deu uma risadinha.

– Bem já que é assim.

Ela pulou de cima de mim e procurou o robe que usava ontem, a luz do dia não escondia nada e gemi.

– Isabella, isso é o mesmo que continuar nua. – ela riu.

– Então o que sugere? – procurei pelo quarto minha camisa e a entreguei a ela enquanto vestia minha calça.

– E coloque uma calcinha. – falei saindo do quarto e a ouvi bufar.

– Seu chato.

Sorri e fui para a sala me jogando no sofá, ela passou diretamente por mim e foi para a cozinha, esperei alguns minutos e ela voltou correndo para o quarto.

Enquanto a esperava tentei me concentrar no que diria a ela. Eu queria ser completamente honesto, e se ela não me quisesse depois eu entenderia e aceitaria.

Mas rezava para que ela me perdoasse e ainda me amasse quando eu acabasse de revelar meu passado perturbador.

– Com fome? – ela entrou na sala com uma bandeja, tinha suco e café e fatias de bolo.

– Você fez tudo isso? – ela sorriu timidamente.

– Só o café. Suco já tinha e o bolo fiz ontem, eu cozinho quando to chateada.

– Venha cá. – pedi e ela colocou a bandeja na mesinha de centro e sorri quando ela veio diretamente para o meu colo.

– O que foi?

– Bem, eu queria conversar com você.

– Vai terminar comigo? – perguntou mordendo o lábio e neguei.

– Não, quero dizer, talvez você termine comigo.

– Como se isso fosse possível.

– É serio Isabella.

– Está me preocupando Edward. – suspirei a apertando contra meu peito e a soltei um pouquinho.

– Eu... Merda! Eu nem sei por onde começar.

– Me diz o que te aflige? – tocou meu rosto com carinho e virei o rosto beijando a palma da sua mão.

– É tão complicado Isabella. Tão assustador. Eu não sei se você sabe, mas eu fui noivo.

– Noivo?

– Sim duas vezes.

– Duas. – ela falou meio em choque e assenti. – E... e o que houve com elas?

– Elas... – engoli em seco. – Elas morreram.

– Oh Edward, isso é terrível. Você deve ter se sentido tão...

– Não, você não entende, eu sou o culpado.

– O que?

– Sou sim, eu as matei. Elas estavam perfeitamente saldáveis até se apaixonarem por mim. – era fácil notar o desespero em minha voz, mas não podia escondê-lo.

– Edward você não está fazendo sentido.

– Eu sei. Eu não falava sobre isso em algum tempo.

– Me conte o que aconteceu? – Perguntou colocando as mãos em meu rosto, eu a olhei com intensidade.

– Por que você ainda está aqui?

– Edward, você nunca faria mal a ninguém de propósito, eu sinto isso. Então não tenha medo, eu não vou a lugar algum, eu amo você.

– Você não devia.

– Mas eu faço. Agora me conte tudo.