Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Eu te amo demais, para te deixar ir.
– Por que você ainda está aqui?
– Edward, você nunca faria mal a ninguém de propósito, eu sinto isso. Então não tenha medo, eu não vou a lugar algum, eu amo você.- Disse segurando meu rosto
– Você não devia.
– Mas eu faço. Agora me conte tudo.
Eu suspirei pesadamente e toquei sua bochecha, ela era tão linda, tão vital pra mim, e se ela tivesse o mesmo destino de Tânia ou Ângela, eu não suportaria outra vez. Quase me matou das primeiras vezes. Se eu perdesse Isabella...
– Edward? – ela me olhou com preocupação. E respirei fundo e assenti.
– Eu vou dizer. Mas vou começar pelo começo.
– É sempre bom ir pelo começo.
– É. Bem, eu conheci Tânia no colegial, ela era linda e alegre, tão cheia de vida e era impossível não se apaixonar por ela. Eu jogava no time da escola, ela era líder de torcida, e como um clichê eu e ela namoramos. Todos achavam que era namoro de adolescente. Mas Tânia e eu tínhamos planos, queríamos ir para a faculdade juntos, e começar nossa vida, e concordamos que devíamos nos casar.
– Quando anunciamos aos nossos pais em um jantar, eles não gostaram da idéia, diziam que éramos muito novos, e devíamos pensar mais sobre o assunto. Tânia e eu não queríamos isso, tínhamos certeza do que sentíamos. A única pessoa que ficou do nosso lado foi minha mãe.
– Esme? – Isabella me olhou incrédula e assenti confuso.
– Sim, Esme só quer a minha felicidade e ela percebeu que era Tânia. Então indo até contra meu pai ela me apoiou. Eu e Tânia fazíamos planos para o casamento, minha mãe sempre nos ajudando. A escola estava no final, e nós continuávamos determinados a casar, isso fez nossos pais aceitarem nossa decisão, então nada mais parecia atrapalhar o que mais queríamos. Até que tudo desandou.
– O que houve? – ela me incentivou a continuar e tentei me focar nas lembranças enterradas no fundo da minha mente.
– Tânia ficou doente, muito doente. Foi de repente, ela estava bem em uma semana, e na outra algo mudou, ela foi ficando fraca e mal conseguia andar ou comer. Cancelamos o casamento e adiamos a faculdade. Tânia teve que ir para uma clinica ficar internada, e eu não quis sair do lado dela. Todos queriam que eu fosse à faculdade, não havia muito a fazer por Tânia, mas eu não queria deixá-la, ela precisava de mim. Mas de nada adiantou, ela morreu algumas semanas depois.
– Oh Edward, eu sinto tanto. – eu neguei.
– Eu entrei em desespero quando me contaram. Não podia acreditar eu fiquei um ano sem saber o que fazer, sem saber como viver sem ela.
– Os médicos não descobriram nada?
– Não, ninguém entendeu como ela uma jovem de 18 anos saudável e cheia de vida morreu de um infarto fulminante. – Isabella tampou a boca em choque, e evitei seu olhar, ela segurou meu rosto me fazendo encará-la.
– Mas isso não é sua culpa.
– É começo eu achei que fosse uma fatalidade, todos diziam, os médicos diziam. Então eu tentei viver, fui para a faculdade, mesmo sem animo algum. Eu era muito retraído evitando as pessoas no começo, eu fiquei três anos na faculdade até conhecer Ângela.
– Ângela? – Isabella repetiu baixinho e assenti.
– Ela era muito diferente de Tânia, era tímida e retraída, mas era absolutamente linda e meiga. Eu cai no amor por ela, ela me trouxe luz, quando eu achei que nunca mais poderia ter isso. Eu achava que amar era impossível pra mim, e ela apareceu na minha vida.
– Isso pareceu bom.
– E foi, Ângela era especial, e quando apresentei a família, meus pais adoraram ela, principalmente meu pai. Mas eu não queria apressar as coisas. Levei com calma dessa vez, namoramos um ano, antes de eu propor casamento a ela. Meus pais exultaram quando souberam e eu estava feliz depois de tanto tempo.
– E o que houve? – ela perguntou baixinho e engoli a vontade de chorar como um bebê.
– Então tudo aconteceu de novo. Quando o casamento estava para acontecer, Ângela adoeceu, era muito parecido com o que Tânia teve, ela estava fraca e doente. Meu pânico foi imenso, e terminei com ela.
– Não é sua culpa...
– É sim, só podia vir de mim, eu não podia ver ela morrendo novamente. Nós já tínhamos acabado a faculdade, e eu estava trabalhando para meu pai, então foi fácil evitá-la, mas ela era persistente. Ela melhorou e veio atrás de mim, e quando eu a vi bem, eu tentei novamente. Mas tudo se repetiu, e ela durou menos ainda que Tânia.- Fechei os olhos sentindo a dor.
– Eu me fechei mais ainda, não podia acreditar que tudo estava se repetindo, eu não devia ser digno de amor, para perder todos que eu amo. Eu me afastei do mundo novamente e não deixava ninguém chegar perto. Até o dia que meu pai conversou comigo. Foi a primeira vez que conversamos como pai e filho, ele sempre foi um pouco distante. Ele me amava eu sabia, mas ele era uma pessoa fechada. Mas sua conversa me ajudou e eu tentei seguir em frente.
– Edward, - ela me chamou e encarei seus lindos olhos, ela passou as pontas dos dedos em minha bochecha e secou as lagrimas, que nem percebi que eu derramava. – Não foi sua culpa.
– Foi, eu sou um assassino.
– Não, você não é.
– Sou sim. Você não entende, elas estavam perfeitamente bem, até elas me amarem.
– Não foi você.
– Eu mato tudo que me ama.
– Não, foi uma fatalidade.
– Como pode continuar aqui, você não ouviu o que eu disse?
– Sim eu ouvi cada palavra, e senti sua dor, eu sei que você amou elas, e elas te amaram, mas infelizmente elas partiram, mas você não deve se culpar.
– Mas...
– Shiii.-Me calou com o dedo.- Agora me conte, como seu pai morreu?
– Ataque cardíaco.
– Hmmm. – ela evitou meus olhos e a encarei.
– O que?
– Você bem... bem você já pensou que elas podem ter sido assassinadas?
– O que?
– Bem, as mortes delas são meio suspeitas.
– Eu... Quem faria isso? Tânia e Ângela eram as pessoas mais bondosas que conheci. Ninguém as queria mal.
– Mas, e bem se a pessoa queria atingir você?
– Eu?
– Sim, vai ver alguém não queria que você ficasse com elas.
– Algum ex- namorado?
– Não, alguém que queria que você fosse sozinho.
– Isso não faz sentido Isabella.
– Bem, talvez. Mas acho estranho, as duas morrerem e do mesmo jeito. A policia não se envolveu?
– Por que se envolveria? Foi uma doença, e minha família é muito rica, a policia não da atenção a casos assim.
– Entendo. – ela parecia pensativa, mas não se afastava de mim, a olhei com esperança.
– Então você não me culpa?
– Claro que não.
– Mas...
– O que?
– Minha mãe disse... bem ela disse que era minha culpa. Que eu devia me manter longe... – abaixei a cabeça pensando nas palavras de Esme quando Ângela morreu, e ela veio me ver algumas semanas depois.
"Sabe o que isso significa meu querido, é melhor você se manter longe delas, pois qualquer mulher que chegar perto pode ter o mesmo destino, e sei que você não quer isso."
Eu havia negado e chorado por Ângela e Tânia e pedido a Deus, para que não acontecesse novamente. Eu não suportaria carregar outra morte na consciência. Pois eu sentia que direta ou indiretamente, eu era responsável pelo que houve a elas.
Minha mãe me abraçou naquela noite e prometeu cuidar de mim e não me deixar nunca.
Meu coração estava quebrado, eu não podia me ver amando de novo, então suas palavras e seu amor foi tudo o que me restou, então foi fácil aceitar o seu amor de mãe, por que seria o único amor que eu teria na vida. Eu já tinha me convencido disso. Bem até agora.
Voltei minha atenção para Isabella que me olhava com preocupação, forcei um sorriso e ela sorriu de volta e beijou minha testa.
– Eu não vou te deixar. – ela sussurrou como se lesse os meus pensamentos e assenti apertando contra mim.
– Obrigada.
– Não há o que agradecer, eu amo você. – levantei a cabeça para encará-la e ela sorriu e roçou seus lábios contra os meus delicadamente.
– Eu não mereço você.
– Não diga isso... – eu neguei e ela parou de falar.
– Eu não mereço, mas eu não vou desistir de você, eu... – respirei fundo e a olhei profundamente. – Eu te amo demais, para te deixar ir. – seus olhos brilharam e ela gritou me abraçando.
– Oh Edward, eu também. – abracei de volta enterrando meu rosto em seu pescoço inalando seu cheiro, ela riu baixinho e se afastou. – E o que acha de passarmos o dia inteiro na cama? – ela moveu as sobrancelhas e ri.
– Eu preciso ir trabalhar.
– Ah Sr. Insociável, deixe eu fazer você esquecer o trabalho. – ela falou já passando a mão por meu peito e suspirei.
– Achei que eu não era mais Sr. Insociável.
– Você sempre será meu Sr. Insociável. – ela piscou e grunhi ficando de pé com ela ainda no meu colo.
– Eu vou mostrar quem é o Sr. Insociável.
– Isso, me mostra tudo, meu gostoso. – ri e corri com ela pro quarto.
[...]
Ouvi meu celular tocando em algum lugar, mas o ignorei, as mãos de Isabella em mim, me fazia esquecer do mundo lá fora. E era o que eu faria pelo dia de hoje. Suas mãos passeavam por meu ombro e peito, enquanto relaxávamos na banheira com ela atrás de mim, minhas costas contra seu peito e as pernas a minha volta, passei as mãos por suas coxas e ela riu.
– Então, me conte algo que ninguém saiba.
– Hmmm, eu adoro sanduiche de pasta de amendoim.
– Isso é bobo Edward, quero um segredo picante. – eu ri.
– Eu não tenho nenhum.
– Ah claro que tem. Todo mundo tem.
– Então me conte um.
– Hmmm, deixe me pensar... – ela beliscou meu mamilo e gemi.
– Isabella se comporte. – ela riu.
– Como se fosse possível. Ah lembrei um, eu já deixei um namorado me masturbar no cinema.
– Isabella! – virei para ela que sorria perversamente.
– Sua vez. – voltei a olhar para frente e tentei me lembrar do tempo de Tânia ou Ângela, Isabella me deixava confortável para lembrar delas com carinho.
– Ok, eu transei com Tânia na cama dos meus pais.
– Edward, seu danadinho. – ela riu alto e rolei os olhos.
– Você é terrível Isabella.
– Faz parte do meu charme. – ela desceu a mão pelo meu corpo e acariciou meu membro ereto, ofeguei e agarrei sua mão.
– Você disse que íamos só tomar banho.
– Edward, você deve ser o único homem, que proíbe sua namorada de te acariciar no banho.
– Bem, faz parte do meu charme.
– Oh sim Sr. Insociável, com certeza faz. – ela murmurou beijando meu pescoço e apertou meu membro me fazendo arfar. – Mas eu não desisto fácil.
– Deus...
– Hmmm, o Sr. Insaciável quer brincar. – eu ri ofegante conforme ela me apertava mais firme movendo sua mão para cima e para baixo.
Apertei suas coxas minhas mãos se movendo em sua pele, ela suspirou e se esfregou contra mim, seu centro úmido contra minhas costas.
Ela ainda tocava meu pau o massageando, o polegar deslizando na ponta e meus quadris saltaram para cima, ela chupou meu pescoço e repetiu o processo, me fazendo arfar e voltar a investir contra sua mão.
– Quero você Isabella... – grunhi sentindo meu pau pulsando e ela gemeu.
– Eu também te quero Edward.
Me levantei e a peguei no colo saindo da banheira e fui para o quarto, a joguei na cama e gemi ao ver seu corpo molhado, ela tocou seus seios e seu centro e se contorceu.
– Venha Edward. – massageei meu pau e subi na cama de joelhos afastando suas pernas, ela apertou seu seio e lambeu os lábios.
Rosnando agarrei sua perna e coloquei sobre meu ombro, e deslizei nela, sua boceta melada engoliu meu pau facilmente e gememos, ela veio rápido, sua boceta pulsando a minha volta.
Agarrei sua outra perna e a abri a deixando bem aberta e meti nela com força, meu pau ansiando por libertação, enquanto ela gemia sem sentido meu nome, eu rosnei indo cada vez mais rápido e fundo em seu centro, gemendo seu nome desesperadamente.
Não demoramos muito para vir, eu gozei e ela me seguiu pulsando a minha volta, me movi lentamente aproveitando o aperto da sua boceta, era fodidamente bom, quando meu pau parou de jorrar eu sai de dentro dela me jogando na cama ao seu lado.
Meu peito subindo e descendo como a minha respiração veio forte e rápida. Ela agarrou minha mão e a olhei de canto de olho, vi seu sorriso de olhos fechados, e a puxei para meus braços.
– Eu te amo Isabella.
– Que bom. – ela sussurrou e adormeceu contra meu peito.
Beijei seus cabelos e fiquei observando ela dormindo ao meu lado, tão calma e serena, nem parecia a Isabella fogosa. Era engraçado como ela parecia uma junção de Tânia e Ângela. Mas ao mesmo tempo tão diferente, tão única.
Ouvi o celular tocando novamente e resmunguei me levantando e fui atrás dele, o achei jogado na sala, e olhei o visor, fiz uma careta ao ver as ligações perdidas todas de Esme.
Me sentei no sofá e suspirando liguei para casa, tocou algumas vezes, e já ia desistir quando sua voz aflita atendeu.
– Alô.
– Mãe.
– Graças a Deus, sabe quanto te liguei Edward Masen.?
– Desculpe, eu não estava achando o celular. – fiz uma careta com a mentira, e a ouvi suspirar.
– Tudo bem, eu só... Sua cama estava feita está manhã, e não soube de você o dia todo.
– Eu sei mãe, me desculpe.
– Aonde está agora?
– Estou com Isabella. – a linha ficou muda por alguns segundos e me preocupei. – Mãe, está ai?
– Sim, Isabella da festa?
– Sim.
– Você não disse, bem que ela não era nada demais. – suspirei esfregando o rosto.
– As coisas mudaram mãe.
– O que mudou?
– Podemos falar sobre isso mais tarde?
– Ok, eu estarei te esperando para o jantar.
– Estarei ai.
– Ótimo, te amo querido.
– Tchau mãe. – desliguei o celular e fiz uma careta, não queria ir para casa, queria ficar aqui, mas eu devia falar com minha mãe.
– Atrapalho? – ouvi a voz de Isabella, e sorri ao vê-la com minha camisa, mas aberta e podia ver o contorno dos seus seios.
– Nunca, venha aqui. – ela correu se jogando no meu colo, e abracei seu corpo contra o meu.
– Sabe o que eu estava pensando?
– Não, o que?
– Que devíamos andar sempre nus pelo nosso apartamento. – eu ri e mordisquei seu lábio.
– Hmmm, eu aprovo isso, então como eu já estou nu, você está quebrando as regras Srta. Isabella. – ela suspirou.
– Ah eu nunca quebro as regras Sr. Masen. – ela piscou tirando minha camisa e gemi ao ver seu delicioso corpo.
– Você é maravilhosa. – ela sorriu e segurou meu rosto e distribuiu beijos por toda minha cara.
– Você não fica atrás. – sorri e olhei para o relógio.
– Você tem algum compromisso?
– Prometi jantar com minha mãe.
– Era ela no telefone?
– Sim, estava preocupada, eu nunca passo a noite fora.
– Edward, quantos anos você tem?
– 29.
– Bem, pois diga a sua mãezinha, que como um homem de quase 30 anos, você vai passar algumas noites fora.
– Algumas?
– Oh sim, algumas. – ela piscou e levantou do meu colo. – agora vou tomar um banho, já que você atrapalhou o ultimo.
– Eu atrapalhei? – arquei uma sobrancelha e ela riu.
– Claro, foi tudo culpa sua Sr. Masen.
– Melhor retirar isso Srta. Isabella.
– Nunca. – ela gritou correndo para o banheiro e ri correndo atrás dela.
Sorri feliz, um sentimento de esperança se espalhando em mim, talvez dessa vez as coisas iriam ser diferentes.
