Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Eu esperava por Isabella
Entrei em casa me sentindo alegremente esperançoso. Eu estava amando de novo, e eu sentia que dessa vez as coisas seria diferentes. Isabella era diferente.
Eu verdadeiramente amei Tânia e Ângela, mas ao que parece não era por elas que eu esperava.
Eu esperava por Isabella.
E eu faria de tudo para que dessa vez, nós ficássemos juntos.
Caminhei para a sala e sorri ao ver minha mãe, ela lia uma revista tão compenetrada que nem me notou, me aproximei dela por trás e cobri seus olhos.
– Adivinhe quem é? – ela riu alto e deu um tapinha em minha mão.
– Querido você demorou.
– Desculpe mãe, eu... Me distrai. – sorri e me sentei ao seu lado no sofá a abraçando pelos ombros. – Como foi o seu dia?
– Foi bem, e o seu parece ter sido ótimo. – sorri mais ainda me lembrando da minha terrível Isabella.
– Sim foi muito bom. – sorri mais ainda me lembrando de Isabella, mas o tom de minha mãe me preocupou.
– Edward... – ela começou séria e a encarei.
– O que foi?
– Você disse que iríamos conversar quando chegasse. – suspirei e afastei o braço de seu ombro e esfreguei o rosto.
– Eu sei mãe.
– Você está namorando essa moça?
– Sim. – ela arqueou uma sobrancelha e bufei. – Sim eu estou.
– Edward, você tem certeza?
– Mãe, por favor, não comece. É diferente dessa vez.
– O que é diferente?
– Eu amo ela. – falei e ficamos em silencio nos encarando, ela abaixou os olhos por alguns minutos, e quando me olhou havia algo em seu olhar que não soube decifrar.
– Como você amava Tânia e Ângela?
– É mais.
– Mais? – ela murmurou baixinho e assenti voltando a sorrir.
– Sim, eu realmente amo ela. – ela engoliu em seco e ficou de pé de costas para mim, suspirei. – Mãe, eu preciso de você, não fique contra mim. – ela se virou sorrindo.
– Nunca meu amor. Sabe que sua felicidade é tudo pra mim. – sorrindo fiquei de pé e a segurei pelos ombros.
– Então fique feliz por mim, gostaria muito que você e Isabella se dessem bem. – ela sorriu e abaixou os olhos, e quando me olhou sorria brilhantemente.
– Eu adoraria. Convide ela para jantar.
– De verdade?
– Claro, será ótimo conhecê-la melhor.
– Isso é maravilhoso, vou ligar para Isabella e convidá-la. Amanhã?
– Sim, amanhã é perfeito.
– Ótimo. – peguei meu celular do bolso já indo em direção ao escritório quando ela me chamou.
– Edward?
– Sim?
– Qual o sobrenome de Isabella? – franzi o cenho e dei de ombros.
– Eu não sei. – eu já não me importava mais com os mistérios de Isabella, quando ela quisesse ela me contaria.
– Oh...
– Eu vou ligar rapidinho, já venho para jantarmos.
– Ok.
Disquei seu numero, e depois de dois toques ela atendeu, fechei a porta da biblioteca, e sentei no sofá aonde Isabella havia sentado há alguns dias atrás e meu sorriso aumentou. Podia lembrar exatamente como ela estava, tão linda e sensual e não me levando nenhum pouco a sério.
– Alô.
– Isabella.
– Sr. Insociável. – ela cantarolou e ri.
– Como você está?
– Com saudades, tão sozinha, nesse apartamento tão grande. – podia imaginá-la fazendo bico.
– Não faz nem uma hora que eu sai daí.
– Então é oficial, estou dependente de você. – ela resmungou e sorri como um idiota.
Não, como um homem apaixonado.
– Acho que isso vale pra mim também.
– Oh verdade? Então largue tudo e venha dormir comigo.
– Como eu queria, mas não posso faltar no trabalho novamente.
– Eu prometo me comportar de manhã. – podia imaginá-la fazendo um biquinho.
– Não me tente Isabella. – ela deu uma risadinha.
– Oh seu chato. Então que tal amanhã?
– Na verdade foi por isso que eu liguei.
– Oh foi?
– Sim, quero que venha jantar em casa.
– Na sua casa? Com sua mãe? – ela guinchou e ri.
– Sim, quero lhe apresentar oficialmente.
– Oficialmente?
– Sim, como minha namorada. Acredito que agora temos um compromisso.
– Tão sério. Mas eu gostei, vou ser a Sra. Insociável.
– Não combina com você. – ela riu alto.
– Não.
– Então você vai vir? – podia sentir a esperança em minha voz, ela deve ter sentido também, pois riu.
– Vou, mas quero que venha me buscar. Tenho uma surpresa pra você.
– Hmmm, e o que séria?
– Nada de dicas, venha amanhã Sr. Masen.
– Estarei ai as cinco.
– Perfeito.
– Eu te amo Isabella.
– Também te amo, meu Sr. Insociável.
Desliguei o celular com o sorriso idiota que era impossível sair do meu rosto, e mesmo querendo imediatamente ver ela, eu tinha que me controlar.
Apesar da certeza de que dessa vez era diferente, eu queria ir com calma.
[...]
Olhei para mesa da secretaria de Carlisle e nem sinal da moça, fiz uma careta ao imaginar que talvez a moça estivesse lá dentro, com ele.
Queria evitar outro encontro desconfortável entre nós, já bastava o soco que dei nele. Na verdade não havia falado com ele desde então. Mas já estava na hora de parar de fugir dos meus problemas e ir falar com ele.
Desistindo de esperar e torcendo para que ele estivesse sozinho caminhei para sua porta e antes que eu batesse, ela se abriu e minha mãe saiu da sala.
– Mãe?
– Edward... – ela mordeu o lábio nervosamente e franzi o cenho.
– O que faz aqui?
– Oh... eu... – Carlisle apareceu na porta e sorriu brilhantemente.
– Edward, sua mãezinha veio pedir desculpa em seu nome, e me convidou para jantar.
– O que? – rosnei olhando feio para Esme que pigarreou.
– Querido, somos família apesar de tudo, e brigar nunca é bom. – ela torceu as mãos e respirei fundo.
– Mas jantar hoje? – engoli minha raiva e ela riu alegremente.
– Oh sim, será perfeito, Isabella vai também, e assim todos podemos nos conhecer melhor.
– Eu... – olhei de esguelha para Carlisle que sorria maliciosamente e estreitei os olhos.
– Não será maravilho Edward, finalmente vamos conhecer uma namorada sua, eu já acreditava que você estava jogando para o outro time. – trinquei os dentes e minha mãe riu.
– Oh não seja maldoso Carlisle, meu Edward nunca faria isso, ele é tão viril.
– Se você diz. Então Edward, o que quer?
– Hmmm?
– Bem você veio até aqui por algum motivo?
– Não importa mais. Mãe quer companhia até o estacionamento?
– Claro meu bem. Até mais tarde Carlisle, e não se atrase.
– Não se preocupe Esme, estarei lá sem falta. – ela deu uma risadinha e acenou alegremente para ele.
Bufando, coloquei a mão nas costas de Esme a levei em direção ao elevador, ficamos em silêncio a maior parte do caminho, e quando estávamos no estacionamento eu não agüentei mais.
– Por que o convidou?
– Edward...
– Justo hoje, eu queria que você conhecesse Isabella.
– E eu vou, Carlisle faz parte da família, e depois do que você fez...
– Eu não me arrependo.
– Edward! O que há com você. Sempre tão concentrado, nunca foi de brigas, e agora...
– Mãe, Carlisle testa minha paciência há anos. Uma hora iria explodir.
– Eu sei. Mas você nunca ouviu o ditado, "mantenha os amigos perto, e os inimigos mais perto ainda". Não prefere saber as reais intenções de Carlisle antes que ele as faça?
– Eu não sei...
– Bem, eu sim. Você precisa ficar de olho nele.
– Era só por isso que foi convidá-lo?
– Claro que sim meu bem. Por que mais seria? – ela riu e a guiei até o carro aonde o motorista esperava.
– Está bem.- Susmpirei.- Que horas você marcou o jantar?
– Sete.
– Ok, estarei com Isabella as sete.
– Vai buscá-la?
– Sim. – beijei sua testa e me despedi.
Assim que o carro se foi voltei para o escritório já sentindo minha cabeça doer, com certeza esse jantar seria inesquecível.
[...]
Entrei no apartamento de Isabella me sentindo ainda pior, minha cabeça doeu o resto do dia e eu estava de péssimo humor, só esperava que sua surpresa não me desse mais dor de cabeça.
O apartamento estava muito silencioso quando entrei e estranhei, já era cinco então ela sabia que eu viria.
– Isabella? – chamei, mas nem sinal dela, caminhei pelo apartamento a sua procura, a chamando, mas ela não respondia.
Fui para o quarto, e abri a porta arfei quando a encontrei, ela se virou para mim sorrindo maliciosa e se apoiou no cotovelo.
– Gostou? – ela arqueou uma sobrancelha e gemi olhando para seu corpo deliciosamente nu, exceto pelas longas meias pretas que iam até suas coxas e saltos muito alto, e a minúscula calcinha preta com um... rabinho de pompom?
Fui para a cama sorrindo e toquei no rabinho.
– Adorável.
– Eu disse que tinha uma surpresa. – sorri e me abaixei para beijá-la, sua boca se moldou a minha perfeitamente e gemi sugando seus lábios macios.
Ela agarrou meu pescoço me puxando para ela, apoiei minha mão sobre a cama para não machucá-la com meu peso, mas ela me agarrou com as pernas me puxando para baixo, meu pau ficou entre suas coxas e gemi já ficando excitado.
– Isabella... – grunhi afastando um pouco os lábios, mas ela somente riu e continuou me beijando.
– Que horas é o jantar? – falou contra meus lábios e suspirei afastando um pouco a boca.
– Sete.
– Então relaxa temos tempo de sobra. – sorriu maliciosamente e me empurrou, cai na cama de costas e ela montou em mim, gemi ao ver seus seios com os bicos empinados e agarrei sua cintura.
– O que pretende Isabella?
– Deixá-lo louco. – começou a afrouxar minha gravata e ergui a cabeça para ela a tirar de mim, e depois desabotoar a camisa.
– Eu já estou. – suspirei ao sentir suas unhas arranhando meu peito, chegando até a calça e a tirando também.
Sem deixar de olhá-la, ergui os quadris e ela puxou minha calça fora, meu pau já estava duro quase saltando da cueca e ela arqueou uma sobrancelha, e ri.
– Hmmm, o Sr. Insaciável quer brincar. – ela piscou e tirou minha cueca também, quando estava quase nu, ela sentou em minhas coxas e passou a mão em meu pau.
Arfei fechando os olhos, sua mão subia e descia enquanto a outra apalpava minhas bolas, grunhi abrindo os olhos, ela lambeu os lábios.
– Você vai ser a minha perdição. – ela sorriu e afastou o cabelo enquanto se abaixava e me levava na boca, seu longo cabelo caindo sobre minha coxa e tampando seu rosto.
Suspirei e afastei seu cabelo e gemi ao ver sua linda boca em volta do meu pau, ela levantou os olhos e me chupou forte, rosnei e agarrei seu cabelo o enrolando em volta do meu punho e a puxei para fora do meu pau.
– Hmmm, deixa eu chupar mais. – fez um biquinho e respirei fundo.
– Não, quero chupar você. – ela sorriu maliciosa e larguei seu cabelo, ela virou de costas e mostrou sua bundinha linda pra mim com o rabinho de pompom e ri, ela rebolou e gemi agarrando seu quadril a puxando para mim, não sem antes arrancar sua calcinha a rasgando.
Ela deu um gritinho rindo, ajeitei seu corpo afastando suas coxas e lambi sua boceta, ela gemeu alto, meti dois dedos em sua entrada molhada e chupei seu clitóris, ela suspirou e rebolou em minha boca.
– Você é deliciosa Isabella.
– Oh sim... – arfou e chupei forte seu clitóris enquanto movia lentamente meus dedos dentro dela, ela engasgou e rebolou em minha boca.
Afastei os dedos melados e os chupei, em seguida meti a boca em sua entrada e endureci a língua penetrando sua boceta, ela gritou e para minha surpresa agarrou meu pau e o chupou forte.
Ofeguei e chupei sua boceta, minha língua subindo e descendo, rodeando e sugando, ela tremia, mas não deixava de chupar e lamber meu pau, já sentia que eu estava próximo e a chupei mais forte, ela tremeu e gritou largando meu pau e gozou em minha boca.
Chupei todo seu gozo enquanto ela suspirava e rebolava levemente. Dei um tapa em sua bunda e ela se virou para mim.
– Quero foder você. – ela suspirou.
– Hmmm, então me fode Sr. Insaciável. – eu ri e acariciei sua bunda.
– Então senta no meu pau. – ela ainda de costas se ajeitou e sentou no meu pau.
Grunhi sentindo sua boceta já melada de novo engolindo meu pau e arfei, ela suspirou e gemeu ficando parada enquanto se acostumava com meu tamanho. Suas mãos foram para minhas pernas e começou a rebolar levemente, suspirei passando as mãos por suas costas e bunda.
Meu pau já pulsava loucamente, e grunhindo me sentei e agarrei sua cintura e a movi rapidamente sobre mim, ela gritou e virou a cabeça e beijei sua boca sem deixar de movê-la. Sua boceta já mordia meu pau que estava a ponto de explodir.
Afastamos as bocas arfante e mordi seu ombro sentindo meu corpo tremer e meu gozo vir forte, ela gritou e veio comigo, a abracei apertado dando beijos ao longo do seu pescoço enquanto nossos corpos se acalmavam.
Quando estava mais relaxado a soltei e tirei minha camisa que ainda usava e ela saiu de cima de mim e mordeu o lábio me olhando, cai na cama totalmente mole e ela deitou em cima de mim enquanto me encarava.
– O que foi?
– Eu te amo. – sorri para ela e levantei a cabeça e rocei meus lábios nos dela.
– Também te amo. – ela sorriu e deitou a cabeça em meu peito.
– Precisamos de um banho.
– Esses nossos banhos nunca são só banhos. – ela riu e levantou a cabeça me olhando maliciosa.
– Culpa sua que comprou um apartamento com a banheira enorme. – eu ri.
– Não foi de propósito.
– Sei, aposto que você olhou a banheira e imaginou nós dois lá dentro. – ela mordeu o lábio e ri alto.
– Infelizmente não, mas não há como negar que adoro ir pra banheira com você.
– Ótimo, vou preparar nosso banho. – ela gritou pulando de cima de mim e já correndo pro banheiro.
Olhei para o relógio e já era seis horas, infelizmente ia ser só banho mesmo.
– Só banho Isabella. – ela riu e rolei os olhos, mas não pude deixar de rir, duvidava que fosse só banho.
[...]
Sete e meia eu estacionei o carro em na garagem e olhei para Isabella com uma careta, ela deu de ombros.
– Foi você que começou dessa vez. – grunhi sabendo que era verdade, mas era impossível resistir a ela, segurei seu queixo e beijei sua boca rapidamente.
– Sim, eu assumo a culpa. A propósito, você está linda. – ela usava um vestido preto comportado, mas ainda sim lindo nela.
– Será que sua mãe vai gostar de mim?
– Ela vai amar você. – ela sorriu brilhantemente, mas não alcançou seus olhos. – Isabella?
– Vamos, está tarde. – assenti e sai do carro e abri sua porta, ela segurou minha mão e entramos na casa.
Carlisle e Esme estavam na sala bebendo e conversando, assim que ele nos viu levantou e minha mãe sorriu vindo até nós.
– Edward... o que houve? – ela com certeza notou meu cabelo molhado e eu estava sem gravata, com a camisa um pouco aberta e de terno.
– Nada, eu só tomei banho.
– Oh, vá se trocar então. – olhei para Isabella e ela me olhou nervosa.
– Eu já vou. Hmmm mãe lembra-se de Isabella.
– Claro querido. Olá querida, você está linda. Estou muito contente que você veio.
– Obrigada Sra. Masen.
– Me chame Esme. Edward vá se trocar, eu farei companhia a adorável Isabella. – sorri e dei um beijo rápido na boca de Isabella.
– Eu volto logo.
– Ok.
Minha mãe sorriu e entrelaçou o braço com o de Isabella e a levou para sala, corri para meu quarto e tirei o terno, e vesti uma calça preta e uma camisa azul clara, puxei as mangas até o cotovelo e desci rapidamente.
Assim que cheguei a sala grunhi ao ver Carlisle tocando os cabelos de Isabella e nenhum sinal de Esme.
– Desculpem a demora. – resmunguei indo me sentar em uma poltrona e Isabella me olhou sorridente e para completa surpresa tanto de Carlisle quanto minha, ela o deixou e veio para mim se sentando no meu colo.
– Você demorou muito. – resmungou beijando meu pescoço e sorri.
– Fui o mais rápido que pude. – ela sorriu, pude ver o olhar de irritação em Carlisle, mas ignorei.
– Aonde está minha mãe?
– Foi ver quando sai o jantar.
– Você já bebeu algo?
– Ah Carlisle me deu um copo de uísque. – ela apontou com o queixo o copo sobre a mesinha intocado.
– Você quer que eu pegue pra você?
– Não. – ela falou muito rápido e arquei uma sobrancelha e ela sorriu. – Quer dizer, eu bebo o que você beber, não quero que sua mãe pense que eu sou uma alcoólatra. – eu ri.
– Ela nunca pensaria isso de você.
– Melhor evitarmos.
– Ok. – murmurei confuso.
– Que tal um Martini? – ofereci e ela assentiu.
– Só se nós dividirmos.
– Ok. – dei ima palmadinha em sua perna e ela levantou, fui até o aparador e fiz um Martini e voltei para a poltrona, ela me esperou em pé e assim que sentei voltou para meu colo.
Dei um gole no Martini e ofereci a ela que bebericou, e me devolveu o copo, Carlisle estava muito quieto e o olhei, ele nos encarava muito atentamente, Esme entrou na sala e nos olhou com uma sobrancelha arqueada.
– Hmmm, o jantar estará pronto em 20 minutos.
– Ótimo estou faminto. – Isabella deu uma risadinha e ri.
– Eu também. – cantarolou e beijou atrás da minha orelha.
– Comporte-se.
– Seu chato.
– Isabella, quer que sirva algo?
– Oh me chame de Bella, Esme. E não, estou bebendo com Edward.
– Oh... ok Bella. – mamãe me olhou confusa e sorri abraçando Isabella pela cintura com um braço e ofereci o Martini para ela.
Ela bebericou e todos estavam em um silêncio estranho, olhei para mamãe e Carlisle e eles não falavam nada.
– Está tudo bem com vocês?
– O que? – Carlisle piscou confuso e mamãe sorriu.
– Claro meu bem. Então como foi seu dia?
– Muito bom, bem algumas partes. – Isabella me olhou confusa e neguei.
– Hmmm...
– Que tal eu te mostrar a casa Isabella?
– Seria ótimo. – ela pulou do meu colo e sorri.
– Já voltamos mãe.
– Hmmm ok. – peguei a mão de Isabella e a arrastei para cima, queria lhe mostrar meu quarto. Assim que estávamos longe deles olhei para ela.
– A biblioteca você já conhece. – ela riu alto.
– Ah a biblioteca, um dos meus cômodos favoritos. – rolei os olhos.
– Agora quero que você conheça meu quarto.
– Hmmm... – ela sorriu maliciosa e ri.
– Comporte-se Isabella.
– Ok, mas não respondo pelos meus atos.
Sorri feliz e a puxei para cima, talvez o jantar não fosse tão ruim, só esperava que Carlisle se comporta-se e Esme gostasse verdadeiramente de Isabella.
N/A: Oiee pervas, vindo falar pra responder uma pergunta de uma leitora
Eu posto aki todo dia, pq essa fic ta finalizada
Difícil de Casar e Por um Novo mundo estão em andamento, por isso tem dia pra postar e só uma vez por semana ok
Todas as fics que eu posto um cap por dia, estão finalizadas e tem pra Download no meu skydrive e 4shared, tem os links no meu perfil ;)
Bjss PaulaHalle
