Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Você sabe o sobrenome dela Edward?
– Agora quero que você conheça meu quarto.
– Hmmm... – ela sorriu maliciosa e ri.
– Comporte-se Isabella.
– Ok, mas não respondo pelos meus atos.
Sorri feliz e a puxei para cima, talvez o jantar não fosse tão ruim, só esperava que Carlisle se comportasse e Esme gostasse verdadeiramente de Isabella.
Chegamos no meu andar e empurrei a porta da sala do piano, Isabella me olhou sorrindo e entrou na sala ao lado do meu quarto e foi até o piano.
– Toca pra mim? – ele sussurrou e fui até o piano abrindo a tampa e me sentei, bati no banco do meu lado e ela se sentou encostando a cabeça em meu ombro.
– Algum pedido?
– Hmmm, nada triste, algo alegre ou sexy. – ri e pensei por um momento, e toquei uma musica que estava na minha mente há algum tempo, algo que se parecia conosco.
Era melodiosa e intensa exatamente como Isabella era. Meus dedos corriam velozmente pelas teclas, tentando passar o que ia em meu coração através da musica, quando a ultima nota soou, fiquei quieto olhando o teclado e sorrindo.
Eu não tocava assim desde Ângela.
Olhei para Isabella que sorriu os olhos brilhantes emocionados, olhando mais atentamente, franzi as sobrancelhas, havia algo familiar nela. Meus dedos foram para suas sobrancelhas longas e escuras, e seus lindos olhos castanhos, como chocolate derretido.
Ela se levantou de repente e ficou atrás de mim, suas mãos vieram para meus ombros e começou a massagear, suspirei jogando a cabeça para trás a encostando eu sua barriga, ela abaixou o rosto e roçou os lábios nos meus.
– Sabe Sr. Masen, você está muito tenso. – suspirei.
– Eu acho que estou mesmo?
– Por que não me conta o que houve.
– É Carlisle. – resmunguei e ela riu e voltou a beijar meus lábios.
– O que ele aprontou?
– Ele está aqui hoje. Estou chateado com minha mãe, não entendi por que ela o convidou.
– Sua mãe o convidou?
– Sim, achei que como eu ela odiasse ele. Sempre dando insinuações, e sendo desagradável. Deixando muito claro o que ele quer.
– E o que ele quer?
– A empresa. Ele se sente injustiçado, acredita que tudo pertença a ele.
– Por quê? A empresa não é do seu pai?
– Na verdade era do nosso avô, mas Carlisle não é filho legitimo, por isso o sobrenome e diferente. Meu avô traiu minha avó, e ela não aceitou que ele registrasse Carlisle. Então ele apoiou o filho como pode, pagando estudos, e depois dando um emprego na empresa.
– Nossa, quem imaginaria.
– Sim, e depois que meu avô morreu, e ele descobriu que a presidência ia para meu pai, e ele nem tinha chance disso, acho que acabou se ressentindo. Se sente injustiçado.
– E o que você acha? – dei de ombros.
– Eu achava que meu avô era doido, o que ele fez com Carlisle foi errado. Mas conforme eu trabalhei na empresa eu posso afirmar que se Carlisle fosse o presidente, iríamos à falência em um mês.
– Hmmm, situação complicada. – sussurrou enquanto sua mão sai do meu ombro e descia pela minha barriga, meu corpo estremeceu e ela riu.
– Isabella, comporte-se.
– Eu só quero que você relaxe Sr. Insociável. – sorri.
– Hmmm, preciso me preocupar com seus métodos?
– Garanto que você vai adorar. – ela mordiscou minha orelha e gemi baixo.
– Faça o que tem que fazer. – ela deu uma risadinha e um beijo atrás da minha orelha.
Em seguida veio para minha frente e se ajoelhou entre minhas pernas e sorriu maliciosamente, sua mão veio para minha calça e abriu puxando meu pau pra fora. Ele já estava duro e babando por ela.
– Hmmm, Sr. Insaciável, está prontinho pra mim.
– Deus... Isabella... – gemi e ela sorriu e lambeu a cabeça, pulei um pouco e ela riu.
– Estamos ansiosos.
– Você vai acabar comigo. – ele somente piscou e voltou a se concentrar no meu pau, sua boca quente envolvendo a cabeça e chupando com força, meus olhos giraram e agarrei os lados do banco.
– Hmmm, adoro seu gosto. – ele gemeu baixo e abriu a boca e praticamente me engoliu, eu grunhi alto e joguei a cabeça para trás.
Meus olhos giravam e minha respiração vinha em arfadas, sua boca quente e sua língua aveludada, parecia estar em toda parte, meu pau pulsava com força e eu viria muito rápido.
– Isabella, senta no meu pau.
– Mas eu quero te ajudar a relaxar. – eu ri.
– Vai ajudar pra caralho se você sentar sua boceta gostosa em mim. – ela riu e ficou de pé, ergueu o vestido e gemi ao vê-la sem calcinha.
– Adoro quando você fala sujo.
– Não acredito que veio sem calcinha. – ela deu uma risadinha e começou a se abaixar, agarrei meu pau e levei a sua boceta.
Gememos quando comecei a penetrá-la lentamente, sua boceta engolindo meu pau centímetro por centímetro, fodidamente gostoso.
– Você já planejava me atacar é?
– Bem uma garota pode sonhar. – sorriu e sentou com força engolindo o resto do meu pau com sua boceta melada.
– Tão pronta pra mim. – suspirei de prazer e ela me abraçou meu pescoço.
– To sempre pronta pra você, Sr. Insociável.
Grunhi agarrando sua bunda e a movi sobre mim, ela gemeu cruzando as pernas a minha volta, e pareceu que entrei mais nela, tão deliciosamente fundo. Ela arfou e gritou e rebolou em meu colo, eu já estava quase vindo e apertei sua bunda e a fiz se mover rápido e forte sobre mim, ela suspirava e arranhava minhas costas mesmo por cima da camisa, eu respirava com força segurando meu desejo, para que viéssemos juntos.
– Vem Isabella...
– Oh sim... – ele gemeu e beijei sua boca, ela gritou contra meus lábios, seu corpo tremendo contra o meu e sua boceta mastigando meu pau, gemi alto e gozei forte enquanto ela melava meu pau com seu próprio gozo.
Ficamos abraçados assim até nos acalmarmos, quando senti minhas pernas novamente me levantei com ela ainda grudada em mim, ela beijou meu pescoço e sorri a apertando mais contra meu peito, e fui em direção ao meu quarto, empurrei a porta com o pé e a deitei na minha cama, ela se jogou com os braços largados pra cima e sorri.
Fechei a calça e corri ao banheiro, molhei uma toalha com água quente e voltei pro quarto e limpei entre suas pernas, ela corou um pouco e não pude deixar de sorrir.
Quando terminei levei a toalha pro banheiro e fui até minha gaveta e peguei uma das minhas cuecas pra ela e lhe entreguei, ela riu ficando de pé, mas aceitou e a vestiu.
– Obrigada.
– Sempre que precisar. – ela deu uma rápida olhada em volta e voltou a se jogar na cama.
– Quarto legal.
– Prefiro o nosso. – murmurei e vi seu lindo sorriso.
– Eu também. Hey que tal você levar umas roupas pra lá, assim pode passar a noite. – me inclinei até ela e mordiquei seu lábio.
– Ótima idéia. Agora vamos descer.
– Precisamos?
– Sim.
– Está bem, mas se Carlisle tentar algo, jogo minha bebida na cara dele. – ri estendendo a mão para ela, e a ajudei a levantar.
– Por mim tudo bem.
– Bem que você gostaria, mas eu não teria coragem, o que sua mãe vai pensar de mim.
– Minha mãe vai te adorar, não se preocupe com isso.
– Ok. – ela sussurrou e houve uma batida na porta.
– Sim? – abri e uma criada me olhou corada, com certeza nos ouviu.
– A Sra. Masen, os espera para o jantar.
– Já vamos descer. – a moça correu para longe e grunhi.
Isabella me olhava divertida.
– Que ótimo que acha engraçado.
– Você é muito chato Edward. – ela resmungou e a abracei.
– Você já devia estar acostumada. – ela rolou os olhos e me deu um beijo rápido.
– Vamos logo, antes que sua mãe mande a equipe de busca. – acabei rindo e segurei sua mão e voltamos para a sala.
Assim que chegamos o clima parecia mais tenso que antes, Carlisle parecia irritado e mamãe chateada.
– Está tudo bem? – Esme nos viu e sorriu.
– Claro querido, vamos comer?
– Claro.
Todos fomos e direção a sala de jantar, a longa mesa estava arrumada para nós quatro. Meu lugar na cabeceira, mamãe a minha direita, Isabella a esquerda e Carlisle ao seu lado.
Os criados colocaram travessas na mesa e começamos a nos servir, Isabella parecia um pouco ansiosa, havia vinha na taça a sua frente, mas ela evitava beber, e mais brincava com a comida do que comia. Segurei sua mão sobre a mesa e ela piscou.
– Está bem?
– Sim, sim. Por quê?
– Não sei, você parece ansiosa.
– Não é nada. – ela baixou o tom de voz. – Só ansiosa.
– Ok, não quer beber, posso te arranjar outra bebida. – ela disparou os olhos para seu copo e se moveu desconfortável. – Hmmm quer o meu? – entreguei minha taça e ela sorriu agradecida e deu um longo gole e me devolveu, bebi um pouco rindo.
Ela voltou a comer ainda brincando com a comida e desviei os olhos dela, minha mãe parecia frustrada.
– Mãe você está bem?
– Sim, estou ótima. – ela bebeu comendo e suspirei.
– Ok. Me de seu copo Isabella. – pedi sua taça e novamente ela pareceu nervosa.
– Mas você ainda tem. – eu sorri e bebei o que restou da minha e pedi a dela, ela olhou para frente e minha mãe estava pálida.
Mas que diabos estava acontecendo?
– Edward alguém lhe trará uma bebida nova. – mamãe falou por fim e arquei uma sobrancelha.
– O que há de errado com essa. – peguei o copo de Isabella, e ela tentou puxar de volta.
– Não, eu vou tomar...
– Isabella, o que está acontecendo? – lhe devolvi o copo e ela me olhava ansiosamente.
– Nada Edward, eu já disse só estou um pouco nervosa.
– Sei... – ela colocou a taça de volta a mesa e mamãe chamou uma criada para me servir mais vinho.
E voltamos ao silêncio tenso, Isabella evitava beber de seu copo. De repente eu entendi o que estava acontecendo.
Ela suspeitava que Tânia e Ângela houvessem sido envenenadas. Era por isso que ela não queria beber, ela achava que sua bebida tinha algo. Olhei para a taça de vinho com suspeita.
– Então Bella, de onde é? – a voz de Esme me chamou atenção e me voltei para Isabella.
– Londres.
– Oh adoro Londres. Sempre morou lá?
– Não, eu fiz faculdade lá. Na verdade sou de cidade pequena aqui nos E.U.A.
– Sim, de onde mesmo? – mamãe insistiu e me voltei a ela.
– É uma cidade pequena, muito pequena, nem deve conhecer. – Esme estreitou os olhos e franzi as sobrancelhas.
– Claro, claro. Sabe você me lembra alguém. – mamãe falou de repente e voltei a olhar Isabella, ela ficou nervosa de repente.
– Eu?
– Sim, o que você acha Edward? – olhei de uma para outra e dei de ombros.
– Não sei.
– Claro que sabe, olhe bem pra ela. Ela se parece muito com...
– O que está havendo. – falei de repente a interrompendo. Mamãe me olhou confusa.
– Nada meu bem.
– Está sim. Você está muito estranha. – ela lançou um olhar frio em direção a Isabella.
– Eu só não gosto que mintam para você querido.
– Quem mentiu?
– Essa moça. – olhei para Isabella que me encarava com desespero.
– Como assim? – meus olhos disparavam entre elas e Carlisle deu uma risadinha.
– Você sabe o sobrenome dela Edward?
– Não eu...
– É Swan. – mamãe falou e o sangue fugiu do meu rosto, olhei em choque para Isabella que tinha os olhos baixos e torcia as mãos nervosamente.
– Swan? Como Ângela Swan? – ela levantou os olhos e havia tantas emoções ali, medo, desespero, raiva e ainda amor.
Mas a culpa era a pior e que estava mais visível.
– Sim, você lembra que eu disse que tinha uma irmã. – ela sussurrou e engoli em seco.
– Você era irmã de Ângela?
– Edward eu...
– Era?
– Sim.
– Oh Deus... – me levantei olhando em pânico para minha mãe que fuzilava Isabella com os olhos, Carlisle parecia se divertir com a terrível revelação.
Algo dentro de mim se agitou amargamente.
– Vamos Isabella, e te levarei para casa. – falei serio, e ela assentiu se levantando.
– Edward, o que vai fazer? – mamãe veio para meu lado e segurou meu braço.
– Preciso falar com ela.
– Mas ela mentiu, não confie em nada que sai da boca dessa vadia.
– Mamãe! – grunhi e ela corou.
– Desculpe, eu só... eu não quero te perder meu amor. – sorri tristemente.
– Não vai. – me voltei para Isabella, que tinha um olhar frio e me encarava. – Vamos Isabella.
Saímos da casa em silêncio, ela entrou do lado do passageiro, e tomei meu lugar guiando o carro o mais rápido possível. Precisávamos conversar e rápido, eu não conseguia entender o que isso significava.
Uma coincidência? Foi de propósito? Ela me culpava pelo que houve? Uma vingança.
Meu coração estava apertado e tive que respirar fundo algumas vezes ou eu acabaria chorando como um bebê. Olhei de relance para ela, e ela desviou os olhos rapidamente, engoli em seco e fixei os meus na estrada.
Chegamos ao apartamento e deixei o carro na garagem, subimos para o nosso apartamento... não era seu... acho que nunca havia sido nosso. Até onde eu sei, eu podia ser parte de alguma trama ou vingança.
Assim que fechei a porta ela estava de costas para mim, ela pigarreou e se virou, mas evitou meus olhos.
– Eu vou arrumar minhas coisas.
– O que? – tentei me aproximar, mas parei. – Por quê?
– Bem, você não me quer fora daqui.
– Por que eu iria querer isso?
– Eu sei o que você pensa Edward.
– E o que eu penso? – eu gritei me aproximando e agarrando seus ombros a fazendo me olhar. – Diga o que eu penso?
– Que eu quero me vingar de você. – sussurrou baixando os olhos.
– Você quer? – ela me olhou, seus lindos olhos brilhavam com lagrimas.
– Eu amo você Edward.
– Eu não sei se acredito. – ela respirou fundo e me empurrou.
– Eu entendo, eu já vou sair.
Pânico tomou conta de mim, e a puxei para mim a abraçando apertado, ela me abraçou de volta e cheirei seus cabelos.
– Eu quero acreditar.
– Então acredite, eu te amo. – me afastei um pouco e sequei as lagrimas da sua bochecha.
– Então me conte tudo.
– Tudo?
– Sim, me conte por que você veio aqui? O que você quer de mim?
– Eu quero...
– É uma longa historia.
– Eu não vou a lugar algum.
– Não vai?
– Eu te amo Isabella.
– Ama?
– Com todo o meu coração. – ela sorriu tristemente.
– Eu sinto que Ângela teve que morrer para que eu te encontrasse. – afaguei sua bochecha.
– Eu também, mas eu sei que você foi feita pra mim.
– Eu sinto isso também. – abaixei a cabeça e beijei seus lábios com calma, ela suspirou e me abraçou me colando mais a ela, gemi e a ergui suas pernas cruzaram em meu quadril e a levei até nosso quarto.
Só esperava que a verdade não fosse demais, pois eu não podia mais viver sem Isabella.
