Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Mamãe, me de os parabéns, acabei de me casar.
Bem, pelo jeito eu iria casar. E não era só pra irritar minha mãe psicopata, era por que ela me amava e me queria também.
Isabella apertou minha mão e sorri olhando pra ela, o jatinho da empresa havia acabado de nos deixar em Las Vegas e íamos de carro até uma capela. Alice e Jasper estavam conosco, e pareciam que iam para uma festa. Rolei os olhos, mas acabei sorrindo, levando a mão dela aos meus lábios.
– Nervosa? – ela riu.
– Um pouco. Nunca pensei em me casar assim. – assenti concordando.
– Quando tudo acabar, vamos ter um casamento de verdade. – prometi e ela sorriu mais e encostou a cabeça em meu ombro.
– Seria bom.
– Essa aqui é perfeita primo. – o carro parou em frente a uma capela com corações enormes e um cupido com o cabelo do Elvis na porta.
– Perfeita mesmo. – resmunguei e Isabella e Alice riram.
– Não seja um reclamão Masen. – ela piscou pra mim, e sorri.
– Essa está ótima Jazz. – Isabella sorriu e ele mandou o motorista estacionar.
Descemos e Isabella saiu com Alice e uma bolsa enorme, elas foram ao banheiro, e com nossos documentos fomos atrás do pastor, padre... ou o Elvis que realizaria nosso casamento.
Enquanto as meninas foram se arrumar, Jasper e eu fomos a entrada onde uma loira muito bonita e alta, com longos cabelos cacheados sorriu brilhantemente para nós.
– Oh! Que casal lindo vocês formam. – dei um olhar nervoso para Jasper que me abraçou pelo ombro.
– Eu sempre disse isso a ele, mas ele preferiu uma mulher. – a loira riu.
– Desculpe. É que fazemos casamentos gays também. Sou Rosalie Hale.
– Prazer Rosalie, sou Jasper e esse é meu primo Edward.
– Prazer, então cadê a noiva?
– Hmmm... minha noiva está se arrumando. – ela assentiu e tirou alguns papeis.
– Claro, perdoe-me. Então, essa é a taxa e preciso dos seus documentos e os das testemunhas, se não tiver nós arranjamos.
– Meu primo e sua noiva.
– Aqui os documentos. – entregamos tudo e ela rapidamente preparou tudo, Alice se aproximou de nós sorrindo.
– Estamos prontos aqui? – olhamos para a loira, que assentiu devolvendo nossos documentos.
– Sim, me sigam por favor. – entramos na pequena capela, que até era bonita.
Pequena e aconchegante. Decorado com flores brancas e salmão e fitas. Um longo tapete salmão levando até ao altar, onde um homem enorme, alto e forte usando uma roupa espalhafatosa do Elvis e um topete com certeza falso.
– Outro casamento gay. – ele resmungou e a loira negou apressadamente.
– Não Emmett, a noiva está se arrumando.
– Graças, não aguento mais ver homem se beijando. – ele fez uma careta e Jasper gargalhou. Nesse momento, Alice entrou na capela e veio em nossa direção.
– Jazz vá buscar Bella, ela está na entrada do banheiro feminino. – ele assentiu e correu a buscar minha noiva.
Me posicionei ao lado do... hmmm Elvis, e ele sorriu abertamente, sorri de volta educadamente e Alice ficou no meu lado. Fiquei de olho na entrada e a loira olhou pra fora e colocou uma musica bonita onde Jasper entrou trazendo Isabella. Sorri mais ao vê-la, um vestido sexy e curto branco, mas ao mesmo tempo delicado, as mangas iam até seu cotovelo, um decote arredondado, e uma faixa preta abaixo dos seios. Ela estava absolutamente linda.
Quando ela finalmente chegou ao meu lado peguei suas mãos entre as minhas e as beijei.
– Você está linda. – ela sorriu e beijou minhas mãos.
– Obrigada.
– Oh como vocês são lindos. – o Elvis sorriu e Isabella deu uma risadinha.
– Estamos prontos. – nos viramos para ele que assentiu e a loira... hmmm Rosalie desligou a musica.
– Meu caros amigos e amantes do Elvis, estamos aqui reunidos hoje para unir... – ele nos olhos franzindo as sobrancelhas, acho que tentando lembrar nosso nome e bufou. – Esse casal lindo que se ama, e ama o Elvis, por que só amando muito o nosso Elvis pra casar nessa capela 100% Elvis, e...
– EMMETT! – a loira gritou e ele bufou.
– Ok, ok. Enfim... – Isabella estava tentando conter o riso e rolei os olhos. – Imagino que se amem, e queiram passar o resto da vida juntos? – nos olhou insistentemente.
– Hmmm... sim?
– Claro. – respondemos duvidosamente e ele assentiu.
– Ótimo, então pelos poderes investidos a mim... – ele começou, mas foi interrompido pela loira.
– As alianças. – ele deu um tapa na testa.
– É isso mesmo, as alianças cadê? – Jasper tirou do bolso duas alianças douradas e coloquei no dedo dela, e beijei sua mão, ela sorriu e fez o mesmo comigo.
– Oh vocês estão tão apaixonados. – rimos e ele pigarreou e ficou sério. – Continuando. Pelos poderes investidos a mim pela santa igreja da internet e o Elvis e o mais importante Jesus, eu os declaro marido e mulher. Tasca um beijão na noiva. – minha boca devia estar aberta e Isabella tampava a boca para não rir. Ao contrario de Jasper e Alice que gargalhavam.
Dei uma rápida olhada na loira que tampava o rosto com as mãos parecendo desolada. Dei de ombros e abracei Isabella e escovei meus lábios nos seus. Ela sorriu e ficamos nos olhando.
– Que isso cara, da um beijo de verdade na moça. – o Elvis nos criticou e acabei rindo acompanhado dos outros.
Apertei Isabella contra mim e a beijei, minha boca colada a sua, nossas línguas brigando por território na boca um do outro. Quando nos separamos arfante, olhamos para o Elvis que sorria abertamente.
– É isso ai rapaz. – ele deu uns tapas fortes em minhas costas quase me derrubando do pequeno altar, e Isabella riu mais.
– Hmmm, obrigada Elvis.
– Rose cadê as pétalas de rosa? Eu já acabei aqui. – ele reclamou e com uma expressão de desculpa, ela trouxe uma cestinha de flores e entregou ao Elvis e pegou uma câmera e tirou uma foto nossa, enquanto o nosso padre/Elvis jogava as rosas.
Tiramos uma só nós dois, e outra com Jasper e Alice, e uma com o Elvis e a Rosalie absolutamente vermelha, pois o Elvis a obrigou a entrar na foto.
– Eu vou revelar as fotos. Emmett ira lhes servir champanhe.
– Obrigada. – agradeci quando ela saiu apressadamente e sumiu por uma porta.
– Vamos comemorar. – o Elvis gritou trazendo champanhe e algumas taças e nos serviu.
– Você faz casamentos fora daqui? – Alice perguntou animada e gemi internamente.
– Eu nunca fiz. – ele coçou o pescoço e Jasper abraçou Alice e eles trocaram um olhar.
– Faria o nosso? Será em alguns meses.
– Caralho, eu ia adorar. Mas temos que perguntar a Rose, ela é que cuida, eu só faço o casamento. Espera... – ele gritou como se lembrasse de algo importante. – Eu posso ir de Elvis?
– Mas é claro. – Alice assentiu e ele sorriu animado.
– Por que eu tenho um terno de gala do Elvis.
– Você não vai usar aquela coisa pavorosa Emmett. – a loira entrou na capela com um olhar sério e ele amuou.
– Ok Rose.
– Aqui. Felicidades, e desculpe Emmett, ele... – ela pareceu pensar no que dizer e Isabella negou.
– Foi perfeito. – ela olhou as fotos e me mostrou. Acabei rindo ao ver o padre fazendo chifres em Jasper.
– Deixa eu ver. – Jasper viu e gargalhou as mostrando a Alice.
– Podemos tirar outras. – ela tentou se desculpar, mas lançava um olhar irritado ao Elvis/Emmett que olhou pro outro lado assoviando.
– Não, não, são ótimas. Imagina quando Esme ver Edward. – acabei sorrindo.
– Ela vai ficar doida.
– Com certeza. – Rosalie nos deu um olhar confuso, mas deu de ombros.
Brindamos e nos despedimos. Alice trocou telefone com Rosalie para contratar Emmett/Elvis para seu casamento.
– Então vamos ficar na cidade?
– Não quero ir pra casa nova. – Isabella sorriu maliciosa e suspirei.
– Amanhã estaremos trocando a fechadura do meu quarto e colocando tranca. – ela riu, mas assentiu.
– Jasper e eu ficaremos mais uns dias. – olhei para Jasper que sorriu.
– Claro, mas segunda você tem que estar na empresa as oito, para tomar posse do seu cargo.
– Ok, chefia, estarei lá. – estiquei a mão para apertar a sua, e ele rolou os olhos e me deu um abraço.
– Parabéns primo.
– Obrigada Jasper. Se precisar de algo me ligue. O jatinho estará esperando por vocês durante todo o dia de amanhã.
Ele agradeceu e nos despedimos. Segurei a mão de Isabella, e ela entrelaçou nossos dedos.
– Não se preocupe, vai dar tudo certo.
Assenti, mesmo receoso de ficar na mesma casa que Esme, eu tinha Isabella ao meu lado.
[...]
– Isabella chegamos. – a acordei em frente a minha casa. Ela bocejou e saímos do taxi, dormimos praticamente a viagem toda de avião e no taxi.
Olhei para a enorme casa e havia muitas luzes acesas, nada de uma entrada silenciosa. Paguei o taxi e peguei a mão de Isabella e fomos para a porta, fiquei uns minutinhos parado olhando e me virei para Isabella.
– Você tem certeza? – ela pegou meu rosto entre as pequenas mãos e me abaixei pra ficar na altura dos seus olhos.
– Eu sei que você me protegeria. Sei que está assustado, deus eu estaria no hospício se fosse comigo. Mas você é um homem forte e pode com isso. Essa víbora não vai estragar sua vida.
– Obrigada.
– Pelo que?
– Por estar na minha vida. – ela sorriu e me deu um beijo rápido.
– Então vamos? – assenti e abri a porta e a peguei no colo. Ela deu um gritinho e uma risada e entrei em casa.
– Mas o que...? – Esme entrou no hall de entrada confusa e sua boca se abriu ao nos ver. Engoli em seco, mas eu não deixaria ela me assustar mais. Ela não tem poder sobre mim. Decidido, mas nervoso como o inferno forcei um sorriso.
– Mamãe, me de os parabéns, acabei de me casar. – olhei Isabella que tentava esconder o sorriso, e pisquei pra ela.
– Olá sogrinha. – Isabella acenou alegremente do meu colo, e Esme estava em choque.
– Acho que ela está em choque. – sussurrei para Isabella, que assentiu.
– Quer que eu de um tapa nela? – ela sussurrou de volta e rimos.
– Oh... oh... – ela gemeu e pareceu que ia desmaiar e caiu no chão.
– Ela morreu?
– Acho que desmaiou. – falei a olhando e seu peito mexia como se respirasse com dificuldade. Ficamos olhando pra ela alguns minutos e ela nem se mexia. De repente senti beijos no meu pescoço e olhei Isabella.
– O que está fazendo?
– É nossa noite de núpcias.
– Hmmm, você quer consumar o casamento agora?
– Sim, por favor. – ri e pulei minha mãe que estava na frente da escada e com Isabella no colo subi para meu quarto. Dei uma rápida olhada para dentro e coloquei Isabella sobre a cama.
Entrei na ante-sala aonde ficava meu piano e tranquei a porta, em seguida tranquei a do meu quarto. Fiquei olhando pra cômoda que tinha próxima a porta. E tirei meu terno e comecei a empurrá-la.
– Edward o que está fazendo?
– Bloqueando as portas? – ela riu e começou a tirar seu vestido.
– Ok. – terminei de bloquear, amanhã chamaria um chaveiro. Senti as mãos de Isabella me abraçando por trás e sorri, seu corpo nu roçou contra o meu e me virei vendo ela nua. Gemi e fiquei de joelhos passando as mãos por seu glorioso corpo.
– Então Sra. Masen, quer que eu brinque com sua doce boceta?
– Hmmm Sr. Insaciável. – ela gemeu e ri colocando sua perna sobre meu ombro e beijei a parte interna da sua coxa. Ela suspirou e apertou meus ombros com força.
Passei a língua por seus lábios quentes e úmidos e ela arfou enrolando os dedos em meu cabelo. Chupei seu pequeno clitóris e o belisquei entre meus lábios, esfreguei os dedos em sua entrada apertada e afundei dois dedos dentro dela.
Ela gritou agarrando meu cabelo com força, girei meus dedos dentro dela enquanto os investia com força e rapidez. Ela gritou meu nome rebolando contra meu rosto.
Tirei os dedos e endureci a língua a penetrando ela gritou e sua boceta pulsou enquanto gozava lindamente. Lambi sua boceta e fiquei de pé, pegando seu cabelo e beijei sua boca. Ela gemeu e pulou em meus braços, segurei seu bumbum, e suas pernas entrelaçaram em minha cintura. E sem deixar de beijá-la fui até a cama.
A coloquei sobre o colchão e ela ficou de joelhos e começou a me despir, sua boca macia dando beijos de boa aberta em cada pele que descobria. A ajudei me livrando da calça, sapatos e meia, e subi na cama com ela.
Ela me empurrou e ficou sobre mim, esfregando seu corpo no meu, gemi alto e peguei seu seio esfregando o mamilo duro, ela arfou e esfregou sua boceta em meu pau extremamente duro.
– Isabella... – grunhi e agarrei sua cintura e a guiei para meu pau, ela sorriu e o pegou o massageando, e apontou pra sua boceta.
Ambos gememos quando eu a penetrei, deslizando lentamente para dentro dela, suas mãos espalmaram meu peito, e ela rebolou sobre mim, passei as mãos por seu corpo até chegar aos seus seios e os agarrei apertando, massageando seus montes macios.
Isabella gritou e começou a se mover mais rápido sobre mim, ela abaixou o corpo e me beijou, sua língua enroscou na minha e soltei seus seios agarrando sua bundinha e a ajudei a se mover sobre mim.
Gememos e gritamos, nos tocando e beijando por toda a noite, gozando e nos dando prazer. Quando nosso ápice chegou foi forte e intenso e ficamos largados na cama respirando com dificuldade, a abracei contra mim e afastei seu cabelo suado da testa e beijei seus lábios com delicadeza.
– Eu te amo.
– Também te amo. – sussurrou de volta e se aconchegou contra mim, adormecendo rapidamente.
Suspirei alegremente me esquecendo do mundo e me concentrando só na minha esposa. Minha Isabella. Os problemas eu me lidaria com eles amanhã.
