Um é pouco, dois é bom?
Nota Da Autora:
Autora: Tety Potter-Malfoy
Rate: K
Disclaimer: Nenhum personagem me pertence e não ganho nada em dinheiro com isso.
Resumo: E se existirem fatos ocultos na história? Harry é gêmeo? Como será esse tal de Kylle? Um é pouco, dois é bom?
Recado: UA (Universo Alternativo) e SLASH!, Não gosta? Não leia! Simples, não?
Pares: Harry/Draco, Kylle(PO)/Mione, Rony/ ainda não decidi:D
Betagem: sem betagem, então, desculpe qualquer erro.
1º Capitulo : Revelações
Kylle Evans Potter
Um barulho se ouviu na porta da diretoria, e uma senhora baixinha e gorducha com inteligentes e astutos olhos escondidos por trás de grandes óculos de armação, deu a permissão pra entrada.
O estudante entrou do aposento, fechando a porta atrás de si. Trajava as vestes escolares, mais nem isso o deixava menos bonito. Os cabelos bagunçados davam um ar sexy combinando com os incríveis olhos verdes e o porte alto e atlético. Era o sonho de consumo de grande parte da Escola de Magia de Allfavilley, nos Estados Unidos.
Ele tinha uma expressão neutra, quase dura, mais as sobrancelhas se franziam levemente em sinal de curiosidade. Na verdade, Kylle tentava se lembrar tudo que havia feito em dois dias, pra justificar ser chamado novamente em tão pouco tempo na diretoria. Será que Mandy havia delatado que fora ele o responsável pela professora Carmelita ter que cortar o cabelo, pois esse teve um chiclete tão bem grudado que nenhuma poção nem feitiço tirava?
Não. Ela não se atreveria a tanto. Não ele se tratando do herdeiro dos Hustfield. Não ele sendo... ele.
O garoto percebeu que a diretora tinha companhia. Em uma das cadeiras em que ele normalmente sentava pra ouvir as normas da escola pela septuagésima vigésima vez, em frente á escrivania, estava um homem de aparência idosa com seus longos cabelos brancos e barba de mesma cor. Seus olhos estavam o observando com bastante interesse e brilhavam com alguma emoção contida.
Kylle descobriu possuir um raro dom, quando tinha pouco mais que dez anos. Ele era empata, e isso significava sentir as emoções das pessoas ao seu redor. Várias vezes ele se irritou profundamente por ser afetado por elas, então treinou a si mesmo, conseguindo controlar o dom e ativá-lo quando quisesse.
Dessa vez ele quis, e sentiu vindo do velho homem uma estranha junção de simpatia, curiosidade, emoção e afeto. Isso o fez franzir um pouco mais a testa, afinal, como poderia um senhor que ele jamais havia visto na vida, conhecê-lo tão bem a ponto de sentir afeto?
-Senhor... – a diretora hesitou, franzindo a testa como se não lembrasse seu sobrenome, mais logo continuou – Hustfield, queira sentar-se, por favor.
Depois de fazer o que a diretora havia solicitado, o garoto ficou curiosamente olhando de um para o outro ocupante da sala, esperando numa aparente calma, o que viria á seguir.
-Primeiramente – disse o velho pela primeira vez. Sua voz era rouca, mais dava uma estranha segurança e mostrava determinação. – gostaria de me apresentar. Sou Dumbledore, diretor da escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Ele deu um simpático sorriso que não foi retribuído. Kylle apenas acenou com a cabeça em sinal de cumprimento. A diretora retomou a palavra.
-O que nós temos pra te dizer não é uma história fácil de ser engolida, senhor Hustfield, mais quero que preste atenção. O senhor sabe que era filho adotivo do casal Hustfield, correto? – depois de um breve aceno afirmativo, continuou. – Pois bem, nunca se perguntou qual é sua verdadeira história, ou quem eram seus pais?
O garoto franziu a testa. Tentando imaginar se cortar o assunto, que não era do interesse de ninguém alem dele mesmo, ou ir adiante e descobrir aonde eles chegariam com aquilo. A curiosidade falou mais alto.
-Claro que já pensei nisso minha querida Fiona, mais depois de tentar arrancar informações por anos sem sucesso, acabei desistindo.
Deu um sorriso de canto de lábio. Era, possivelmente, o único em todo colégio que chamava a diretora pelo primeiro nome. Nem os professores se davam essa liberdade, mais depois de se acostumar com visitas quase semanais ao seu escritório, Kylle gostava de fingir uma proximidade entre ambos.
A senhora Galvin torceu os lábios tentando decidir se valia á pena reprimi-lo. Chegou á conclusão que não, então continuou, ignorando o fato de ter sido chamada intimamente na frente de outro diretor, e este sendo um bruxo tão renomado quanto Dumbledore.
- Se tivesse a chance de conhecer sua verdadeira historia, estaria interessado?
Kylle a encarou por alguns instantes, pensativo. Fazia um ano que seus pais adotivos haviam falecidos e desde então estava morando num orfanato, pois só herdaria sua herança quando completasse a maior idade e ainda faltava um ano pra tal feito. Ter uma família. Ter um lugar pra chamar de casa... Não parecia uma idéia tão ruim. Cruzou os dedos mentalmente pra que não fossem trouxas. Não repugnava totalmente aos sangues-ruins, afinal nunca conheceu nenhum de verdade, mais a idéia de ser um deles, não lhe era muito atraente.
Por fim, acabou concordando. O professor Dumbledore tomou a palavra mais uma vez.
-O senhor prefere ouvir de mim, ou ver, com seus próprios olhos?
-Ver. – respondeu sem hesitar
O diretor de Hogwarts assentiu e conjurou uma bacia que o garoto reconheceu como uma penseira. Dumbledore retirou um frasco com um liquido esbranquiçado e despejou seu conteúdo, se afastando ligeiramente e dando espaço pra Kylle poder mergulhar seu rosto. Confiante, o garoto levantou, e logo que encostou o nariz no liquido, as coisas ao seu redor giraram numa rapidez enjoante.
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Caiu numa sala pequena e arejada. As paredes de pedra lisa davam um ar sombrio, mais a abundante iluminação dava um ar aconchegante e tranqüilo. Não havia quadros nas paredes, talvez por privacidade. O único objeto na sala era uma mesa, aparentemente de reuniões. Varias cadeiras ao seu redor, terminavam com a decoração.
Naquele instante parecia haver uma pequena reunião. Reconheceu Dumbledore, sentado na ponta da mesa. Ao seu lado havia uma sorridente ruiva que tinha seus olhos tão verdes que o fazia lembrar-se de si mesmo. Ao lado dela, um homem com feições marotas e um cabelo arrepiado. A semelhança consigo mesmo, novamente era espantosa. Não teve duvidas de se tratar de seus pais.
Ficou feliz por não ter ninguém pra vê-lo ali, e se permitiu deixar as emoções transparecer em seus olhos. Coisas como felicidade, admiração, curiosidade e até uma dose de saudades. Saudades do que nunca teve.
Do outro lado da mesa, em frente ao casal, estavam dois homens que ele não reconheceu. Um deles tinha um sorriso simpático e bondoso, com vestes simples e o cabelo castanho claro, destacando os olhos da mesma cor. O outro tinha um olhar maroto marcante, cabelos lisos e pretos e uma barba por fazer, deixando uma aparência desleixada.
Logo Dumbledore perguntou com seus astutos olhos num misto de curiosidade:
-Então Lili, conte-nos essa noticia tão maravilhosa e secreta!
A ruiva segurou na mão do homem ao lado, e logo em seguida falou com a emoção transbordando em cada palavra.
-Vão ser gêmeos!
Houve uma grande festa na pequena sala, e os outros três se levantaram cumprimentando á mulher e ao moreno. Agora Kylle podia perceber a pequena barriga que já aparecia em Lili. Assim que os ânimos se acalmaram, o homem de cabelos bagunçados continuou:
- Mais levando em consideração os negros tempos que estamos vivendo, tememos pela vida dos gêmeos e queremos guardar segredo. Ainda mais, depois da profecia. Os gêmeos estão programados pra nascer no final do mês de julho. Tememos que isso chegue aos ouvidos d'Aquele-que-não-se-deve-nomear, Alvo.
-Entendo. Estão certíssimos. Voldemort não pensaria duas vezes antes de matá-los.- o diretor ficou um momento pensativo e Kylle achou que o clima era de expectativa tão grande que quase dava pra senti-la.- Creio que o ideal seria escondê-los com o feitiço fidelius, até os bebês nascerem, então acrescentamos alguns outros feitiços.
Todos na sala acenaram com a cabeça em concordância e alivio pela segurança proporcionada ás crianças.
-Também queríamos lançar um feitiço pra anular essa informação da memória se algum de nós estiver sobe tortura.
Dumbledore confirmou e logo que todos aceitaram, ele moveu a varinha num movimento rápido e preciso.
-Agora, falando de coisas mais amenas, já decidiram os nomes?
Lili sorriu pro homem de feições simpáticas e respondeu:
-Sim aluado. Vão se chamar Harry James Potter e Kylle Evans Potter.
Kylle sentiu um aperto no peito de falta de ar e seus olhos arregalaram involuntariamente. ELE ERA UM POTTER? Por Merlin! Isso é impossível! Simplesmente im-pos-sí-vel!
Conhecia toda a saga dos Potter, apesar de nunca ter visto nenhuma foto, sabia que haviam morrido num atentado e que Harry tinha sobrevivido. Mais em nenhum livro ou reportagem vira algo sobre Lílian Potter ter gêmeos! Será que ele era tão insignificante assim?
Apesar de todo o espanto o garoto conseguiu sentir-se abandonado. Obrigou-se á voltar sua atenção e tentar entender e responder todas as perguntas que rondavam sua cabeça.
-E... não é somente isso! Já decidimos os padrinhos. O do Harry será você Sirius, se aceitar o papel e jurar não levar meu filho pro mau caminho.
O homem com as feições marotas pareceu ofendido e logo depois deu um enorme sorriso.
-Eu? Que absurdo Lili. Não que eles precisem de mais exemplos alem do pai.
-Você pretende jurar, almofadinhas? – perguntou James, divertido.
-Nem morto!
Todos riram e Lílian continuou, deixando Kylle apreensivo.
-E o do Kylle será, obviamente, nosso doce Remo!
O homem com feições gentis sorriu enormemente também, agradecendo a confiança e logo depois entrando na conversa sobre o time de quadribol que os meninos torceriam. "Eca! Bulgária? Não torceria pra aquilo nunca!" Kylle ficou espantado em ver como o homem gentil podia ficar maroto tão rapidamente. Seu padrinho...
Sem tempo pra pensar em mais nada, tudo começou a rodar novamente, em um misto de cores.
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Quando o escritório da diretora se refez ao seu redor, ele encarou Dumbledore que o observava calmamente.
-Um Potter? – não se preocupou em esconder o espanto e incredulidade em seus olhos.
O diretor suspirou e indicou que ele se sentasse.
-Sim, senhor... Hustfield? – Kylle pareceu confuso. Aquele nome havia sido seu desde que se lembrava, mais lhe parecia estranho agora. – Tenho certeza que conhece a história dos Potter, mais me deixe contá-la de outro ponto de vista. Usamos o feitiço fidelius na casa em que moravam, porém o escolhido pra guardar o serviço foi Peter, outro amigo, pra ser mais difícil de Voldemort encontrá-los. Bom, Peter os traiu e o esconderijo foi achado. Voldemort entrou na casa quando você e Harry tinham pouco mais de um ano. Ele matou seus pais, e quando chegou ao berço que vocês ficavam, lançou a maldição da morte no seu irmão, que acabou lançando de volta por uma magia branca antiga feita por acaso, pelo amor de Lílian em querer salvá-los.
Quando chegou á casa, Hagrid somente encontrou Harry. Nessa parte eu somente imagino que alguém da vizinhança tenha pegado você e dado pro orfanato de onde seus pais o adotaram.
-Por que... Por que vocês nunca me procuraram?
-Te demos como morto. Ninguém havia presenciado nada, e como Hagrid só encontrou Harry...
-E porque eu nunca fui citado na história do Potter? – disse amargo, sem se preocupar em cortar o diretor.
-Não queríamos alarde pra esse assunto. Preferi manter você em memória e não colocá-lo na mídia estando morto. Existia um túmulo com seu nome ao lado da dos seus pais. Logicamente eu mandei retirar assim que soube que continuava vivo.
Kylle sorriu amargamente.
-E como me achou?
-Creio que ainda carrega a única lembrança que tem dos seus pais? A corrente?
Kylle se sentiu bastante exposto por ter alguém que conhecesse tanto sobre ele. O garoto logo tirou a corrente de dentro da blusa e observou novamente. Era apenas um pingente em forma de coração com seu primeiro nome nele.
-Sim. Essa mesmo. Bem, Lílian era muito receosa com a segurança de vocês dois, e por isso, colocou um feitiço de localização nesse pingente. Nunca me lembrei disso, até que precisei entrar em contato com Harry e o feitiço me veio á memória. Estranhamente apareceram dois pontos de localização, ao invés de um só. Primeiro pensei que seu colar havia sido roubado, mais logo investiguei direito, e descobri o paradeiro do segundo herdeiro dos Potter.
Kylle suspirou. Era muita coisa pra um dia só.
-E o que acontece agora?
-Bem, você tem a opção de ignorar que eu estive aqui e seguir com sua vida. Creio que não será reconhecido aqui nos Estados Unidos. Ou... Você pode pedir transferência pra Hogwarts, junto com seu irmão e começar sua história como Kylle Evans Potter.
Kylle fitou uma parte do teto, pensativo. Seus pais biológicos e adotados estavam mortos, mais ele ainda tinha um irmão e sabe-se lá quem mais. Ali nos Estados Unidos ele ainda voltaria pro orfanato mais uma vez, e depois, viveria numa casa, sozinho.
Não. A idéia de ficar sozinho não lhe agradava. Abominava, na verdade. Achando que seria uma aventura agradável e interessante, ele finalmente se decidiu.
-Vou me transferir pra Hogwarts.
Dumbledore deu um grande sorriso e confirmou com a cabeça.
-Que bom, senhor Potter. – Pela primeira vez, Kylle sentiu seu nome soar de forma... familiar? – Enquanto você empacota seus pertences, eu irei cuidar de sua transferência. Acha muito brusco se fossemos hoje mesmo?
O garoto balançou a cabeça negativamente e depois de uma breve despedida, saiu da sala da diretora pra arrumar suas coisas e se despedir de alguns amigos e de uma boa parcela da população feminina. "Ô vida difícil!" pensou animadamente.
Se despedir se tornou uma tarefa árdua. Primeiro ele quase apanhou do time de quadribol do colégio por abandoná-los. Depois teve algumas seções de despedida particular, mais infelizmente não deu pra todas. E por fim ainda teve que se despedir da Mandy, o que se tornou bastante difícil visto que a garota se pendurou no pescoço dele, numa tentativa de mantê-lo lá.
Algumas horas depois, ambos, Dumbledore e Kyle, que agora carregava quase um quilo de presentes pra não se esquecer de nenhuma das suas garotas do colégio, pousaram no escritório do diretor, em Hogwarts.
Primeiro, o diretor lhe explicou algumas normas e regras de Hogwarts (enquanto ele falava Kylle ficou observando a sala) e logo depois foi pro assunto pessoal.
-Então, Kylle. Você está muito cansado pra conhecer algumas pessoas?
-Não, senhor.
-Então, se importa de falarmos com Sirius e Remus antes de você conhecer Harry? Não sei ao certo a reação de seu irmão, mais acho que ele ficará tão chocado quanto você. Creio que os meninos possam nos ajudar.
-É meu padrinho?
Dumbledore deu um bondoso sorriso confirmando com a cabeça e fazendo Kylle se sentir uma criança. O diretor foi até a lareira e, depois de alguns minutos, dois homens surgiram nela.
Ele os reconheceu pela memória que havia visto. Estavam mais velhos, porem não haviam mudado muito. Kylle ficou parado, os avaliando de cima a baixo e tentando decidir o que sentia. Suas feições eram neutras, mais sua mente estava um turbilhão.
Sirius olhou pra Dumbledore, com a testa franzida.
-Aconteceu alguma coisa, professor? – percebendo a presença do garoto ele deu um caloroso sorriso e acrescentou. – Harry! O que está fazendo aqui? Pensei que tivesse na Toca!
Kylle olhou pro diretor, que havia sorrido levemente. Logo depois olhou pro seu padrinho. Ele tinha um sorriso simpático, mais não deixava de ter as sobrancelhas franzidas em confusão.
-Sirius, Remo. Quero lhes reapresentar Kylle Evans Potter.
Ambos ficaram imediatamente sérios e arregalaram os olhos incrédulos.
-O QUE?
Dumbledore apenas acenou em confirmação, e em segundos Kylle se viu prensado pelos dois homens num forte abraço. Quando se desvencilharam, Remo tinha lagrimas nos olhos e Sirius um enorme sorriso.
-Mais, como isso é possível, Professor?
Em seguida, Dumbledore se pôs a contar a história da adoção e do colar, fazendo os dois homens se maldizerem por não terem lembrado.
-Uau! Eles são idênticos.
-Sim. James ficaria orgulhoso de ter dobrado seus genes no planeta. E em dois rapazes tão belos.
Logo, ambos perceberam uma abismal diferença entre os dois. Harry teria corado fortemente com o elogio, mais Kylle apenas agradeceu e deu um sorriso convencido.
Algum tempo depois de conversarem sobre amenidades como comida favorita e time de quadribol, que decepcionou Sirius por não ter acertado, afinal o Kylle torcia cegamente pro Holyhead Harpies (1), o que provava seu idolatro pela população feminina do mundo, o diretor alertou que iria buscar Harry.
Pela primeira vez, Kylle ficou nervoso.
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Harry James Potter.
Bateu na porta da Toca algumas vezes e mal teve que esperar alguns segundos pra ela ser aberta. Uma Gina crescida e madura apareceu com um grande sorriso no rosto.
A ruiva já teve seus anos de "amor ao Harry", mais felizmente superou e conseguiu um bom amigo. Agora a garota era super popular no colégio por ter desabrochado com o passar do tempo. Namorava o Dino, coisa que ainda irritava seus irmãos mais velhos, mais estava feliz.
Ela deu um grande abraço no moreno e logo o ajudou, carregando a gaiola de Edwiges pra dentro.
A senhora Weasley logo veio da cozinha, ansiando por ver seu garoto bem. Havia ficado tão preocupada com a demora que acabou chamando Alvo pra encontrá-lo. Deu-lhe um abraço de urso e logo o chamou pra comer algo.
Antes de entrar na cozinha, Rony e Hermione apareceram. A garota se jogou nos braços do moreno em um fraternal abraço, e logo ele cumprimentou o ruivo, também com um abraço.
-Como você está, Harry?
Hermione havia crescido e se tornado uma bonita adolescente. Não nos padrões vulgares, mais que a observasse criteriosamente veria que ela possuía bons atributos. Seu cabelo ainda era cacheado, porem agora os cachos estavam completamente domados. A aura ao seu redor ainda era de uma pessoa inteligente e responsável, mais depois de seis anos ela havia relaxado bastante e desflorou seu lado brincalhão e corajoso o bastante pra quebrar regras... ainda que obrigada pelos meninos.
-Bem Mione, e vocês?
-Tudo beleza companheiro. O atraso foi problema no Nôitibus? Eu nunca ouvi falar daquele ônibus enguiçar. – comentou Rony.
Rony havia crescido e agora competia entre um dos mais altos do colégio. Havia ficado mais alto que o Harry por uns cinco ou mais centímetros, já que o moreno também havia desenvolvido. O rosto do ruivo ainda tinha aquele espírito quase infantil de fazer brincadeiras e se divertir.
-É... Como sempre, minha atração pela sorte mostrou funcionar bem. – disse o moreno sarcástico, enquanto acompanhava ambos pra cozinha, onde seria empanturrado de comida pela senhora Weasley que, só pra não perder o costume, resmungava de sua magreza.
Depois do horário do almoço, quando Harry e Rony discutiam quadribol jogando baralho, e Hermione lia calmamente um romance veela, a porta da frente deu sinais de que alguém havia chegado.
Como era a casa dos Weasley's, visita inesperada era mais normal que ver Harry de cabelo bagunçado, por isso, ninguém levantou. Mais logo Molly entrou na sala de estar, acompanhada de ninguém menos que o professor Dumbledore.
-Olá á todos.
-Boa Tarde, professor. – responderam os meninos alternadamente.
-Harry, será que seria muita crueldade lhe retirar de uma brincadeira tão incrível pra trocarmos uma palavra?
O moreno balançou a cabeça negativamente, começando a desconfiar dos olhos brilhantes do diretor. Todos evacuaram a sala, acenando rapidamente pra ambos. Logo que estavam sós, Dumbledore se fez confortável em uma poltrona e começou:
-Harry... o que eu tenho pra te dizer pode ser uma revelação um tanto quanto inesperada, e eu espero que você saiba como reagir á ela...
E pela próxima hora, um bestificado Harry ouvia atentamente cada palavra proferida pelo diretor, ficando cada vez mais espantado e com vários sentimentos mesclando dentro de si.
Susto, desconfiança, felicidade, descrença... e uma grande dose de esperança. Afinal, não eram todas as suas chances de ter uma família que estavam descartadas. Ele tinha um irmão! Por Merlin, um irmão! Uma curiosidade enorme se apoderou dele. "Como será que ele é?"
-Venha, Harry. Ele está no meu escritório com Sirius e Remus. Venha logo conhecê-lo e poderemos saciar o resto das duvidas.
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(1) - O Harpias de Holyhead (Holyhead Harpies) é um time galês muito antigo, fundado em 1203. Ele sempre foi formado unicamente por bruxas. As vestes do Harpias são verde-escuras e têm uma garra dourada no peito.
A derrota infligida pelo Harpias aos Gaviões de Heidelberg em 1953 é considerada, pela maioria dos entendidos, um das melhores partidas de Quadribol a que já se assistiu. Com a duração de sete dias, o jogo foi encerrado com a espetacular captura do pomo pela apanhadora do Harpias, Dulce Griffiths. O capitão do Gaviões, Rodolfo Brand, num gesto que se tornou famoso, desmontou da vassoura no final da partida e pediu em casamento a capitã do time adversário, Gwendolyn Morgan, que o surrou com a sua Cleansweep Five.
(chora conpulsivamente). Eu sei! Eu seeei! Deveria atualizar LSL primeiro... mas... mas... Eu amo o Kylle:D
Mais a próxima att vai ser o Love Stange Love... eu espero...
Well, espero que tenham gostado do primeiro cap! Eu estou com tantas idéias pra fic que vou ficar com dor de cabeça:D
Propagandinha bááásica: 1- Eu jah att 12 é demais guys:D
2- Passem no meu blog! O endereço esta em homepage no meu profile!
Á todos que leram e não deixaram recado, muito obrigada! Mais... deixa um dessa vez, poxa vida! Hunf!
Aos que leram e deixaram:
Black.Alexa: Ahhh beta lindaa! Tbm to doidinha pra escrever o Draco, mais sinto dizer que ele soh vai aparecer no 3 ou 4 capitulo! (chora). Valeu a revieww! Eu amo quando vc gosta das minhas ficzinhas! Kissus.
mirian suzana: É o sonho de consumo de qquer um, né não? o Harry dobrado! O Draquinho? Tbm to morrendo pra vê-lo, mais como eu disse pra Alexa, ele soh aparece no 3 ou 4 cap, num sei ao certo. Espero que tenha gostado do 1 capitulo! Beijos
Ge Black: Hauhuahuahua. Sim, ela tbm eh meu filhote... soh um pouco mais renegado! Uahuhaua... Maaais... vc viu que eu att rápido? Tava programando ser mais lenta... , Espero que tenha gostado e que tenha respondido alguma das perguntas. Quanto ao Kylle, ele é uma versão sonserina do Harry com traços grifinorianos.. auhuauhahu... Então, o que achou do 1 cap? Kissus
Lis Martin: Iai? Demorou o cap? Ahh, fico tão feliz que tenha gostado da idéia. Quanto ao seu palpite... (Tety finge que se destraiu com suas unhas roídas). Hauhauhuha... Quem viver, verá! Ahuuahuha... espero que tenha gostado. Kissus
Brunu: Que bom que gostou! É tãão bom receber reviews apreciativas que vc nem sabe! Iai? Gostou do cap? Nesse o Kylle aqueta um pouco seu fogo... mais deixa ele chegar em Hogwarts... ou no Beco:D Kissus
Nanda Lilo: Ahhh, eu amo receber elogiu! (ego inflando). Que bom que gostou, fico muiiito feliz. Quanto á fics com o Harry dobrado creio que só em inglês. Mais creio que nenhuma nesse estilo não... enfim... sou estréia! Auhuhauha... Então? Gostou do cap? Kissus.
Como diriam os teletubes: é hora de dar tchau!
Huauhauhah
Repetindo umas cem vezes, lógico! xD
Kissus guys!
