Um é pouco, dois é bom?
Nota Da Autora:
Autora: Tety Potter-Malfoy
Rate: K
Disclaimer: Nenhum personagem me pertence e não ganho nada em dinheiro (ou em qualquer outra coisa) com isso.
Resumo: E se existirem fatos ocultos na história? Harry é gêmeo? Como será esse tal de Kylle? Um é pouco, dois é bom?
Recado: UA (Universo Alternativo) e SLASH!, Não gosta? Não leia! Simples, não?
Pares: Harry/Draco, Kylle(PO)/Mione, Rony/ ainda não decidi:D
Betagem: Vilon
. 2º Capitulo : Conhecendo...
Demorou cerca de duas horas para as chamas da lareira do escritório se esverdearem e Dumbledore surgir com um Harry com as sobrancelhas franzidas no máximo e que não poderia parecer mais confuso e chocado.
Todos na sala pareceram parar de respirar quando olhos verdes bateram em verdes de mesma intensidade. Um demonstrava nervosismo, falta de jeito e uma intensa surpresa, enquanto o outro tinha feições neutras com um simples sorriso brincando em um dos cantos dos lábios.
Kylle também tinha sua cota de nervosismo, mais não demonstraria isso. Não havia razão pra mostrar. Ele que tomou a primeira iniciativa, ao sentir a cota de nervosismo de seu irmão, se adiantou com a mão estendida e disse pela primeira vez seu nome verdadeiro, achando que não soava tão estranho quanto ele pensou que soaria.
-Kylle Potter.
-Ha...Harry P-Potter.
Kylle preferiu não pensar no quanto ele ficaria parecendo uma criança tímida se gaguejasse. Dumbledore sorriu e então disse:
-Bem garotos, acredito que queiram um tempo pra se conhecerem melhor antes de voltar à Toca. Os ambientes do castelo estão á disposição, menos, é claro, a floresta proibida; como acredito que Harry saiba. – o garoto corou fortemente, mais assentiu – No fim da tarde, nós iremos com vocês pra casa dos Weasley onde ficarão esses últimos três dias que faltam para as aulas começarem.
Depois de um breve cumprimento aos padrinhos, Kylle abriu a porta e esperou Harry passar primeiro, antes de dar um aceno com a cabeça para os outros ocupantes da sala e fechá-la atrás de si. Harry o conduziu até os jardins, tentando absorver tudo que lhe foi revelado e procurando descobrir como agir.
Depois de passar cinco minutos observando tudo ao seu redor com olhos atentos, Kylle se deitou na grama perto de onde Harry estava sentado, encostado num tronco.
-Situação estranha, não? – comentou Kylle marotamente.
-Muito. Como era seu nome antes?
O garoto quase deu um berro de aleluia por Harry ter finalmente começado uma conversa. Mais evitou constrangê-lo e respondeu:
-Kylle Hustfield.
-Dumbledore me falou dos seus pais adotivos. Sinto muito por eles.
Kylle apenas balançou a cabeça, num agradecimento mudo.
-E você? Morou com quem todo esse tempo?
Harry fez uma careta e Kylle riu, gostando de ver o outro se sentir mais confortável.
-Meus... nossos tios. A irmã de nossa mãe, Petúnia Dursley.
Kylle franziu a testa.
-Eu não pensei que tivéssemos tia. Então... como eles são?
-Bem... não são o que podemos chamar de família. São os piores trouxas que existem e abominam a idéia de bruxaria. Ou seja, nos abominam.
-Então você foi ignorado todo esse tempo?
-Maltratado seria a resposta correta, mas porque não mudamos de assunto?
Kylle franziu a testa. Queria saber como o irmão havia sido tratado e não gostou da palavra que esse usou, mais decidiu que teria tempo pra descobrir.
-Então? Você está namorando?
O herdeiro dos Hustfield estava morrendo de curiosidade pra saber se seu irmão era tão conquistador e amante da população feminina quanto ele. Seria, no mínimo, engraçado ter que dividir as conquistas com uma pessoa que era exatamente igual na aparência. Só um pouco mais tímido. Ficou ainda mais curioso quando este corou intensamente e desviou os olhos para a grama, começando a arrancá-la nervosamente.
-Sim. – disse num fio de voz. Kylle tentava decidir se ficava feliz de não ter concorrência tão desleal ou chateado por não poder competir.
-Que foi? Ela é feia? – perguntou sorrindo, tentando descobrir porque o outro parecia tão constrangido. Alguns minutos se arrastaram, e quando Kylle já estava para mudar de assunto, Harry respondeu roucamente, enquanto empurrava os óculos pela ponte do nariz.
-Não... é... "ela".
O outro ficou chocado por um tempo, mas depois começou a rir abertamente. Harry olhou pra ele curioso.
-Realmente, nós nos completamos. – esclareceu.
Ambos riram. Harry um pouco mais histericamente, devido ao alivio de não ser apedrejado pelo familiar mais próximo que jamais havia conhecido.
-Então, ele é bonito? – voltou a perguntar.
Corando mais, se é que isso era possível, respondeu:
-Eu acho. Mais você vai ter que ver, não é?
-Lógico, tenho que ver se ele se encaixa nos padrões de um Potter.
Harry riu relaxadamente. Gostava do jeito do seu irmão, sua imagem soando tão tranqüila era bom de ver.
-Então, o que é essa Toca, afinal?
-Hum... É a casa da família do meu melhor amigo, o Rony, você vai conhecê-lo. E a família dele é super simpática, me tratam como um filho desde o primeiro ano. É o exemplo do que eu acho que seria uma família.
Kylle sorriu fraternal, e concordou com a cabeça. Distraidamente, começou a mexer na sua corrente.
-Você também tem uma!
Olhou pra Harry confuso e logo viu que ele encarava sua corrente.
-Sim. Foi a única coisa que restou do meu passado. Dumbledore me encontrou por ela.
Harry tirou sua corrente de dentro das vestes e se aproximou pra ver se eram iguais. Quando as correntes chegaram próximas, uma luz verde brilhou, formando um círculo ao redor dos dois, fazendo-os franzir a testa. Logo ele desapareceu.
"Que coisa estranha". – pensou Kylle.
Harry arregalou os olhos e encarou seu irmão.
-Que foi?
-E-eu... eu... eu ouvi s-seu pensamento.
Kylle levantou a sobrancelha, cético.
"Está me ouvindo ainda?"
"Sim"
Dessa vez foi Kylle que abriu os olhos, espantado.
-Nossa.
Harry apenas confirmou com a cabeça, mas, antes que pudessem falar mais alguma coisa, uma fênix apareceu, voando imponente no céu. Kylle havia visto-a no escritório de Dumbledore e adivinhou, antes mesmo de Harry comunicar, que o diretor os esperava.
Caminharam calmamente até o escritório do diretor, e este os esperava sorrindo.
-Espero que tenham aproveitado pra se conhecerem um pouco melhor. – quando ambos acenaram com a cabeça, o diretor continuou – Molly nos espera pra o jantar, ainda não falei com ela sobre nossa novidade, achei melhor explicar com calma...
Lupin tinha o cenho franzido e olhava de um pro outro. Acabou interrompendo o diretor.
-Algum problema meninos?
Harry olhou incerto pro irmão e este apenas disse em mente "Vá em frente".
-Bom... Nós... eu não sei bem o que aconteceu... eu fui olhar o pingente do Kylle quando uma estranha luz verde aparecer e logo depois desapareceu... e... então... eu pude ouvir os pensamentos dele.
Os dois padrinhos instintivamente olharam pra Dumbledore, que sorria tranqüilo.
-O elo fraternal está refeito. Sentem-se garotos. – quando estes obedeceram, o diretor continuou. – Quando irmãos nascem eles são unidos por um elo, mas nada aparente, somente um elo que os faz se preocuparem uns com os outros. Um elo de sangue, mais um elo fraco. Gêmeos tendem a ter um elo mais forte. Você, Harry, tenho certeza que já viu Fred e Jorge juntos, sem falar nada. Bem. Eles também possuem esse elo e a comunicação mental, assim como podem sentir as emoções dos outro quando esta é muito forte.
Todos ficaram quietos por alguns segundos até que Kylle olhou pro diretor, o encarando, e já ia abrir a boca pra perguntar quando esse rapidamente acrescentou.
-Não Kylle, seus poderes não tem á ver com isso. Só você os possui.
O garoto concordou, sem perguntar como Dumbledore sabia, deixando os outros três curiosos.
-Acho que é hora de irmos. Molly vai achar que aconteceu alguma coisa se não chegarmos no horário.
Ainda curiosos, os três se aproximaram do diretor que segurava uma chave de portal.
-Achei que seria um choque menor se entrássemos pela porta. – explicou Dumbledore.
Quando aterrissaram no gramado, Kylle tratou de começar a desamassar sua roupa e arrumar seu cabelo. Teria que parecer apresentável. Remus o ajudou com o cabelo e acabou recebendo um raro sorriso de gratidão.
Quando estavam se aproximando da porta, Kylle levantou uma sobrancelha pra casa que se sustentava precariamente e percebeu que aquela família com certeza não era das mais bem sucedidas financeiramente.
Dumbledore voltou a falar:
-Acho melhor vocês dois ficarem pra entrar por ultimo, pra não dar um choque inicial.
Kylle pareceu desapontado por não poder dar esse exato choque inicial que esperava, mais concordou ficando em silencio. Dumbledore bateu levemente na porta. Alguns minutos depois uma mulher atendeu, usando um avental por cima das simples roupas e com um enorme e simpático sorriso estampando no rosto.
-Alvo! Que bom vê-lo!
-Digo o mesmo, Molly. Desculpe o atraso. Venha aqui comigo. Arthur, meninos. – cumprimentou rapidamente o diretor. – Antes de tudo, eu queria dizer que tenho uma novidade surpreendente, mais não se assustem que ela é muito boa. Molly, por que não se senta?
-Está me assustando, Alvo.
-Não se preocupe, já disse que são boas noticias... Porém com certa dose de surpresa.
O diretor olhou pra onde Sirius e Remos estavam parados na porta da sala e acenou com a cabeça. Os homens se afastaram e logo, todos os Weasley's e Hermione puderam ver Harry entrar. Mas era um Harry totalmente diferente do que havia saído de lá na mesma tarde. Esse Harry era seguro de si, e andava confiante. Tinha a cabeça erguida normalmente e um sorriso simples no canto do lábio. Sem contar que a falta dos óculos lhe deixava com um olhar mais penetrante e intenso.
Rony e Hermione franziram a testa, assim como a maioria dos outros. A garota até havia reparado que o moreno tinha um brinco na orelha esquerda, parecido com o do Gui. Quando ia perguntar o que havia acontecido a ele, uma coisa fez todos pararem de respirar e a senhora Weasley pular de susto agarrando o peito com uma das mãos.
Outro Harry apareceu. Dessa vez exatamente como o conheciam. Bochechas rosadas de vergonha, cabeça meio cabisbaixa e nenhum adornamento pelo corpo. Andava normal, porém com uma dose de hesitação.
Dumbledore acalmou a todos e se propôs a contar toda a história. Vários minutos e perguntas depois, e enfim, as caras de susto desapareceram, dando lugar a uma curiosidade e admiração que fez Kylle quase franzir a testa.
-Olá, querido, eu sou Molly Weasley. Será um prazer tê-lo aqui em casa.
O garoto assentiu e disse suavemente: - Espero não dar trabalho, senhora Weasley.
-Oh não! De maneira alguma! – disse ela sorrindo. E logo foi pra cozinha agilizar o jantar sobre o comentário de que eles deveriam estar com fome. O senhor Weasley se apresentou e lego também foi pra cozinha, junto com Dumbledore e os dois padrinhos, pra conversarem mais sossegados.
-Fred Weasley e esse aqui é o Jorge, meu irmão, e olha que coincidência! Formamos um quarteto gêmeo! Que empolgante!
-Realmente Fred! Eles poderiam servir de cobaias pras novas invenções! Aquelas pra substituir a polissuco!
-Não contem com isso, garotos. – falou um ainda corado, Harry.
-Rony Weasley.
-É um prazer. – disse Kylle apertando a mão levantada.
-Hermione Granger.
-Acabaram os Weasley's? – disse o moreno, levantando as sobrancelhas.
Todos riram. E Rony fez que não com a cabeça, divertido.
Kylle observou Hermione. Realmente era uma garota bastante atraente. Tinha um corpo proporcional, coberta por uma calça jeans e uma blusa simples. Suas unhas eram curtas com um tom claro, indicando que não gostava muito de chamar atenção. Os cabelos cacheados não eram volumosos e tinham uma aparência macia.
O moreno aceitou a mão mais a puxou levemente, dando um beijo na bochecha pra sentir seu perfume. Ficou maravilhado. Ela cheirava a pêssegos. Pêssegos! Sua única tara, depois das mulheres.
Sorriu e sentou numa poltrona. Sabia que Hermione não poderia ser mais uma conquista, pela carga afetiva que carregava pelo seu irmão, por isso resolveu nem investir. O fato de começar a namorar e ser fiel a uma garota ainda não lhe era atrativo.
Quase gemeu ao pensar em abandonar toda a população feminina para ficar com uma delas. SÓ UMA! Parecia o inferno para ele.
Empurrou os pensamentos pra longe quando ouviu a senhora Weasley chamar todos para o jantar. A cozinha foi ampliada pelo diretor e logo todos estavam comendo a maravilhosa comida da matriarca.
-Você chegou no dia certo Kylle, pois amanhã os meninos irão ao Beco comprar o material escolar que estava em falta quando fomos semana passada. Como são poucas coisas, vocês irão sozinhos.
O moreno assentiu com a cabeça e engoliu o sorriso malicioso que queria se formar em seus lábios. O jantar continuou tranqüilo, com conversas amenas, logo Dumbledore começou a se despedir, assim como Sirius e Remo. O último, porém, chamou Kylle para um canto mais afastado.
- Acha que consegue se adaptar, ou as coisas estão vindo muito rápidas?
-Sobreviverei.
Lupin sorriu, e logo remexeu algo em seu bolso.
- Eu guardei isso e nunca mostrei ao Harry, por motivos óbvios, mas agora acho que vocês apreciarão tê-lo.
Kylle pegou a fotografia que o homem lhe entregava, e observou-a enquanto Lupin saia com um breve aceno que não foi visto. A foto era de quatro pessoas no que parecia ser um parque. Dois garotinhos em balanços, e seus pais empurrando cada um. A única foto de sua família que já havia visto.
Sentiu um incomodo aperto no peito e teve que usar todo seu controle e bom senso para não deixar lágrimas derramarem de seus olhos. Lágrimas de tristeza. Lágrimas de saudade. Lágrimas por um sentimento de perda.
Encostou-se na parede do aposento e respirou fundo várias vezes, com os olhos fechados, tentando organizar os pensamentos e sentimentos que afloraram sem seu consentimento.
Guardou a foto no bolso da calça, e saiu do quarto completamente recomposto com seu andar seguro e a cabeça erguida.
"O que Remo queria?" – escutou a conhecida voz do Harry em sua cabeça, soando descontraída. Olhou ao redor e o viu sentado na sala, jogando xadrez com Rony.
"Nada de mais, conselhos de padrinho". O moreno do outro lado não conseguiu evitar um sorriso, e Kylle se ocupou em relaxar na poltrona perto da lareira.
Horas depois, com todos de pijamas e indo pros seus devidos quartos, um sorriso quase satânico surgiu no rosto perfeito de Kylle, fazendo Harry levantar a sobrancelha e Rony recuar. Só estavam os três na sala, e o jogo de snap explosivo estava ficando entediante.
-Vocês conhecem pokêr, garotos?
-Mais ou menos. Um garoto do segundo ano nos ensinou, mais somos iniciantes. Por quê?
-Conhecem as regras básicas e o modo de jogar?
Rony balançou a cabeça afirmativamente, inseguro, enquanto Harry voltava a perguntar desconfiado:
-Por quê?
-Por que eu estou desafiando vocês dois para um jogo.
-Esquece Kylle, não tenho grana. – disse Rony desanimado.
-E quem falou em galeões meu caro? Eu proponho logros. Por exemplo, se eu perder vocês dizem o que eu tenho que fazer e se perderem, eu vos direi.
Rony e Harry se entreolharam pensativamente.
-Vamos ser nós dois contra você?
-Claro que sim. – respondeu o moreno prepotente.
Os outros dois sorriram e concordaram, mais um arrependimento enorme surgiu em ambos, quando um malicioso sorriso surgiu nos doces lábios de Kylle.
-Quem embaralha?
A disputa foi acirrada, e teve duração até ás duas da manha. Kylle, até então, havia fingido muito bem que era razoavelmente mau no pokêr, porém em um determinado instante, ele fechou suas cartas, e encarou os outros dois garotos.
-Então, qual vão ser as tarefas?
Os amigos se entreolharam mais uma vez, e Harry deu um raro sorriso malicioso, um pouco menos assustador que o do irmão.
-Se você perder, terá que raspar o cabelo.
Kylle engoliu em seco. Amava seu cabelo! Ele era um dos seus mais poderosos charmes e fontes de conquista! Os meninos sorriram amplamente ao ver o quase desespero do moreno, que logo se recompôs.
-Okay. Mais se vocês perderem, terão que fazer... uma tatuagem.
Harry e Rony arregalaram os olhos. Tatuagem era uma coisa trouxa, mas não podia ser apagada com magia! Mexia com contato da tinta nos tecidos da pele, qualquer feitiço danificaria o local.
Kylle observou seu irmão encarar suas cartas e sorri, aceitando a proposta. Acabou ficando temeroso.
-Então pode ir dando adeus aos seus fios rebeldes, meu caro irmãozinho, porque eu tenho um... Full House. – disse, enquanto colocava as cartas cuidadosamente na mesa. Rony chiou que tinha apenas dois pares, mas logo mantinha um enorme sorriso ao ver a cara de puro medo e desespero no rosto de Kylle.
-Uhull! Ganhamos, Kylle vai raspar a cabeça, lalalalalaláá...
Rony estava rebolando em seu lugar, ao mesmo tempo em que Harry batia palmas, porém ambos pararam imediatamente quando um pequeno sorriso apareceu no canto dos lábios de Kylle.
-Parabéns. Bela jogada. Me enganou direitinho, eu jurava que você não tinha nada. Uau! Um Full house!... hãn ...só uma duvida, o que acontece se eu tiver um... Straight Flush? – Harry e Rony deixaram seus queixos vagarem livremente pelo carpete, enquanto tentavam aceitar o que viam. – Será que significa que amanhã teremos um ruivo e um moreno bem parecido comigo na casa de tatuagens?
Rindo largamente, Kylle arrumou a sala, e encaminhou dois estupefatos garotos para o quarto, dando graças aos céus pela última carta ter saído, pois se ele tivesse que dar adeus ao seu cabelo... bom... provavelmente fugiria do país antes disso.
Depois de voltarem ao normal e falarem mal da puta sorte do Kylle, algumas insistentes vezes, os garotos resolveram dormir. Rony foi o primeiro a pegar no sono, deixando seus grotescos roncos como canção de ninar. Harry, que dormia em um dos colchões, observava o estrelado céu através da janela, perdido em pensamentos. Kylle, que estava no colchão ao lado, pensava na foto. Decidido, ele levantou da cama e pegou a pequena fotografia do bolso, retornando pra onde estava com os curiosos olhos de Harry sobre si.
- O Lupin não queria apenas me dar conselhos. Ele me deu também isto, e acho que você gostaria de ver.
Logo estendeu a foto para o outro moreno, voltando a encarar o teto com marcas de infiltrações e com a tinta branca descascada. Quem imaginaria que o herdeiro dos Hustfield, o garoto mais popular e desejado do colégio, um dia se deitaria pra dormir sobre um colchão, numa casa que só não desmoronava por ajuda de feitiços, sendo recepcionado por pessoas que ele nunca vira na vida. Mas lá estava ele, e, estranhamente, não se sentia um maltrapilho e nem irritado com sua condição.
Estava habituado a se acostumar com o ambiente ao seu redor. Podia ser comparado ao camaleão, que muda de cor para se acostumar ao ambiente do momento.
Olhou de relance para o irmão e viu que este sorria afetadamente, pra foto.
-Eu tenho uma foto deles, mas só estão comigo no colo. Provavelmente me esconderam essa para que não descobrisse você.(N/B: Como o Harry sabe que era ele? Podia ser o Kylle huahua)
Kylle acenou a cabeça afirmativamente, mas continuou calado.
-É tão irritante não se lembrar dos pais. Eu só os conheço pelo que me dizem deles. – após um breve suspiro, Harry devolveu a foto pro irmão, ajeitando melhor as cobertas. – É melhor dormimos ou nem os gritos da senhora Weasley irão me acordar.
Kylle sorriu maliciosamente, e comentou:
-Até porque você tem que repor as energias pro grande dia amanhã. Já pensou onde vai tatuar ou o que? Quem sabe um ursinho na bunda?
Harry lhe deu uma travesseirada e disse emburrado:
-Cala boca e dorme.
Rindo, o outro garoto virou de lado e dormiu com um sorriso superior dos lábios. Amanhã seria um belo dia...
----------------------------------------------------------------------------------------------------
N/A: Já ta chato eu colocar as desculpas pelo atraso e o porquê de estar atualizando essa. Bom, eu estava em semana de prova e blábláblá, vocês sabem como eh a vida real e como não controlamos essas coisas, e eu estou att essa simplesmente pq eu a amo! Auahuhua.. Sim, as atualizações das outras virão... soh to com um bloqueio em LSL que vai passar jah jah.
IMPORTANTE: Eu tenho uma ajuda pra pedir pra vcs! Alguém tem tatuagem? Eu queria saber de quem tem ou conhece alguém, o processo todo, como eh que faz e o principal: qual o tamanho da dor (comparar com alguma coisa). Pra não ficar uma coisa anormal, e como eu (ainda) não tenho... preferi perguntar, se puderem fazer isso...
Outra coisa, quem quiser dar dicas do local onde o Rony e o Harry devem fazer e o que devem tatuar tbm sou toda ouvidos e agradeceria a participação.
Esse capitulo não foi dividido em "Kylle" e "Harry" por motivos óbvios. Não sei se o próximo será... Á todos os leitores Dracomaníacos (euuu \o/) Minhas sinceras desculpas... ainda não decidi se ele aparece no capitulo que vem ou no próximo, então, paciência!
Á todos que leram e não deixaram recados, meu muito obrigada, mais... eu juro que seu dedo NÃO vai cair se vc deixar sua opinião... por favor? (olhos brilhantes iguais o do gatinho do Sherk)
Um agradecimento especial ao meu mais novo beta! o// eu quase chorei de horror ao reler os primeiros capítulos, entãão...
N/B: Olá povo, eu sou o novo Beta da Tety, Vilon. Estou empolgado com a história, Kylle é bem...sonserino, o que eu adoro. Sarcasmo e uma leve arrogância são temperos ótimos numa pessoa huahua. Mas cadê o Draco? Vamos encher o saco de Tety um pouquinho para ele aparecer logo hehe. REVISEM, viu? Dá trabalho escrever uma história. É como dizem: As revisões são o salário do escritor de fanfics. Até a próxima!
Agradecimento ás reviews do capitulo1:
Bruna: Que bom que gostou! Fico muito, muito, muitíssimo feliz com isso. Obrigada pela review e volte sempre que puder!
Ge Black: Heyy Ge! Eu já falei o quanto amo suas reviews:D Obrigadaaaa! E quanto aos seus palpites... bom... estão no caminho certo. Vem mais algumas milhares de surpresas por ai, e minha cabeça esta borbulhando de idéias. Foi até por esse motivo que não me controlei e aqui estou eu denovo. Demorou muito? Rsrsrrs, Bom... espero que tenha gostado do capi. Kiss darling.
Lis Martin: Oioi! Valeu a review! Que bom que gostou do Lupin como padrinho... ele não é fofo? Bom... quanto ao rabicho... vou ver se coloco essa explicação quando tiver chance, mais acrescendo que não vai ser nada de mais não. Eu ate tinha me esquecido dele de tanto que o odeio! Ahuhaha... De qquer forma.. espero não ter demorado com a att. Beijos.
Nanda: Olá! Minha mais nova fã:D Adorei o comentário e espero que esse capitulo esteja as suas expectativas. Quanto ao orfanato e talz... bom.. ambos são ruins, tanto os tios, quanto as freiras.. mais isso agente vê mais pra frente. Por enquanto, meu muito obrigada pelo comentário e espero que dê sua opinião novamente. Beijokas.
Brunu: Num é? Eu também amo o Kylle de paixão! Que bom que está gostando da história, isso me deixa tão feliz que vc nem sabe! O que achou desse capitulo? Beijooos.
Raayy: Eu também to doidinha pra ver os pares... só não me pergunte quando isso vai ser, pq até o Kylle enjoar da sua vida de pegador... iiiixi! Ahuhuauha. Vc achou o Kylle metido? Ainda não viu nadinha... ahhuauhahua... bom, espero que tenha gostado desse capitulo. See ya.
Estrela Polar: Que bom que gostou! Eh tão empolgante receber uma review de parabenização! Valeu mesmo. Espero que deixe mais um recadinho. Beijos.
Raylatan Tidal Tempest: Que bom que gostouuu! Apaixonada pelo Kylle? Entro pro fã clube! Auhahuh. Eu tbm tem uma queda, quero dizer, desmoronamento, por homens com estilo... Iai? Como está esse capi? Gostou? Beijokinhasss
Mirian Suzana: HAUHAHUAHUAHUA. Sabe que o Draco em dobro não seria má idéia? Ahahuua, Mais sinto muito... nessa fic jah tem muita gente dobrada.. :D De qquer forma... bom, antes tarde que nunca! Vc pelo menos deixou uma review e me fez feliz! Huahua, Obrigada pelos elogios, estou a espera do seu próximo recadinho então! kiss.
