UNIVERCITY

6°-Parte – Cretino!

meio dia no refeitório do campus...

(Mirok) – fala ai Inuyasha, cadê a patroa?

(Inuyasha) – ela me deu folga hoje. E como foi lá nas corporações Taisho, Rin?

(Rin) – a Sra. Hunts é muito legal e tá tão feliz com o bebezinho dela. E por Sr. Sesshoumaru Taisho foi muito bacana permitindo que ela tivesse o mesmo salário, mesmo trabalhando meio período.

(Mirok) – nossa que coisa pomposa "Sr. Sesshoumaru Taisho" é assim que você se refere ao Sesshy?

(Kagome) – você o chama de Sesshy?

(Inuyasha) – não. Ele ainda tem amor à vida.

(Rin) – então é melhor eu continuar a chamá-lo de Sr.

(Mirok) – só quem chama ele de Sesshy é a tia Izaio. Que alias só ela e o tio InuTaisho que não me bate naquela casa. O Inuyasha e Sesshoumaru acham que eu tenho cara de saco de pancada.

(Sango) – você bem que merece uns tapas pra ver se cresce.

(Kagome) – ela ainda tá com raiva porque você cantou aquela garota hoje?

(Mirok) – não. É por que eu passei a mão nela dainda agora a pouco.

(Rin) – por isso você tá com a bochecha vermelha.

(Sango) – foi onde eu bati. Mas quem se importa com esse hentai? Fala mais do que você achou do seu novo patrão?

(Rin) – eu ainda não sei como defini-lo

(Sango) – como o solteiro mais sexy de Tóquio?

(Rin) – Dãmmm.. alem disso é claro. só o que posso dizer é que ele é muito exigente, sério, frio...

(Kagome) – e isso é porque ela não sabe como defini-lo...

(Rin) – AH... ele não sabe o meu nome direito! Me chama de Ren.

(Kagome e Sango) – credo! Ren..

(Rin) – mais com o tempo ele aprende... espero...

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..:5 meses depois:..

(Sesshoumaru) – Ren, preciso de cópias disso imediatamente – (dize atirando uma papelada na mesa sem levantar os olhos) – e que os dois relatórios de cima sejam enviados por fax para o cliente anotado na folha de rosto.

Rin sentiu uma raiva incontrolável. 5 meses que trabalhava para ele, e o homem ainda não sabia seu nome direito.

(Rin) – é Rin! – (corrigiu timidamente, o rubor espalhando se por suas faces)

(Sesshoumaru) – O que?

Ela engoliu seco já o corrigira inúmeras vezes, na verdade, mas o chefe sempre estivera saindo ou entrando no escritório ou em meio a algo importante e, daquele modo perdoava o deslize.

Mas depois de 5 meses as desculpas haviam se esgotado. Não conseguia lidar com o fato de permanecer invisível.

(Rin) – vc me chamou de Rem.

Ele não continuou sem levantar os olhos. Sua atenção nunca saia do seu palm pilot, o computador de bolso, onde estava fazendo suas anotações.

(Sesshoumaru) – sim.

Ela nunca havia se sentido tão tola. Ele nem sabia seu nome direito, enquanto ela sabia tudo sobre ele.

Sesshoumaru Taisho, 4° de janeiro, em Tóquio, Japão. Recebia 4 jornais diariamente, mas só começava a ler depois de sua rotina de exercícios na esteira e pesos. Ao meio dia saia ou pedia o almoço, uma salada leve e frango grelhado. Trabalhava sem parar sem parar até as três horas quando ela levava um café expresso.

Tamanho da camisa 2. calça 42. altura 1,90. peso 90kg. Vestia-se impecavelmente. Os cabelos compridos e prateados que caracterizavam os homens da família Taisho.

(Rin) – Sr. Taisho, meu nome é Rin, não Rem. Sou Rin Takemi e trabalho aqui desde o dia 12 de janeiro.

(Sesshoumaru) – oh...

ela se endireitou os ombros tentando parecer mais alta do que seu 1,65.

(Rin) – eu cubro o horário de tarde já que a senhora Hunts precisa cuidar do filho.

(Sesshoumaru) – sim, eu me lembro.

(Rin) – vim por indicação do Sr. Inuyasha Taisho.

(Sesshoumaru) – lembro-me que meu meio-irmão a indicou e papai a contratou mesmo sendo de menor.

(Rin) – isso mesmo.

As coisas estavam progredindo, obtivera contato visual.

(Rin) – quanto a sexta feira, Sr. Taisho

(Sesshoumaru) – o que há na sexta?

(Rin) – eu lhe enviei um memorando

(Sesshoumaru) – não me lembro

(Rin) – eu lhe deixei um memorando duas semanas atrás quanto a precisar da próxima sexta-feira de folga e depois um e-mail de confirmação na semana passada.

(Sesshoumaru) – lamento – (dize enquanto pegava o telefone) – de qualquer modo sexta não é um dia propício. Não será possível. Espere até mais pro final do inverno

não apenas recebera um não como respostas, mas também perdera a atenção dele.

o homem era incrivelmente bonito. As mulheres caiam aos pés dele em penca. No ano anterior até fora votado o solteiro mais cobiçado de Tóquio, 4 meses atrás outra revista o elegeu o empresário mais sexy e as entregas das floriculturas continuavam a chegar em profusão. Congratulações em forma de flores. Socialites, modelos, atrizes, esposas de outros homens... todas o queriam... incluindo ela.

Rin não conseguia mais lidar com aquilo. Por isso estava a procura de um outro emprego, quando lhe surgira uma vaga em um hotel na cidade, por isso precisava da sexta-feira livre.

(Rin) – posso imprimir outro memorando Sr. Taisho. O original está gravado no computador.

(Sesshoumaru começava a fazer outra ligação) – não importa. Sexta não é um bom dia.

(Rin) – mas eu lhe pedi a duas semanas atrás e você não dize não na ocasião.

(Sesshoumaru) – eu não dize absolutamente nada.

(Rin) – exato!

(Sesshoumaru) – você não pode tomar uma falta de respostas como um sim.

(Rin) – mas, Sr. Taisho...

ele ergueu a cabeça

(Sesshoumaru) – é por causa de alguma emergência familiar?

(Rin) – não. Mas...

(Sesshoumaru) – morte na família?

(Rin) – não, eu sou órfã.

(Sesshoumaru) – morte de um amigo ou um ex-colega?

(Rin) – nenhuma morte. É uma ausência por motivos pessoais.

Ele a fitava e, de fato tinha olhos bonitos, dourados, enquanto a fitava daquele jeito, Rin pode jurar que ele via através dela, literalmente, para a parede logo atrás, com o relógio e quadro caro.

Perdera-o novamente, ele sequer pensava no seu pedido. Pensava em cifras, índices de mercado, cotações da bolsa...

(Sesshoumaru) – ausência por motivos pessoais? – (dize manso e de cenho franzido)

(Rin) – sim.

Ele ainda a encarava, estreitando os olhos de leve

(Sesshoumaru) – na sexta-feira?

(Rin) – sim.

(Sesshoumaru) – durante a minha reunião c clientes?

Ela conseguira sua atenção por completo e sentia-se desconfortável com isso.

(Rin) – algumas das garotas da recepção poderia me substituir, a senhora Hunts deixaria tudo encaminhado para que não houvesse complicações e...

(Sesshoumaru) – não! Lamento! – (interrompeu-a ele impiedosamente. Evidente que considerava a conversa acabada) – e quanto às cópias que pedi e os documentos a serem enviados por fax, Rin, vai providenciar isso imediatamente?

Sesshoumaru Taisho observou a espinha rígida de Rin enquanto ela marchava para fora de seu escritório, o som das práticas botas de salto baixo abafado pelo carpete, os grandes óculos escorregando pelo nariz fino

(Sesshoumaru) – feche a porta! – (acrescentou pegando novamente o telefone)

ela se virou para a maçaneta e a frente do seu blazer preto abriu-se um pouco, expondo a blusa branca abotoada até o pescoço, a saia preta de corte reto abaixo do joelho, a roupa era sisuda de mais para uma jovem de quase 18 anos, não usava nada que tinha estilo, o que estava perfeito para ele. Quando foi informado da idade da jovem, ainda de menor, temeu ter um ninfeta que distraísse a todos os outros funcionários do sexo masculino do seu escritório.

De qualquer modo, Sesshoumaru não pode deixar de notar um leve tremor na mão dela e teria de ser cego para não perceber que sua secretaria assistente estava aborrecida.

Bem eram dois.

Depois de tudo que seu meio irmão e seu pai fizeram para convencê-lo a aceitá-la. A Srta. Rin, sua reservada e despretensiosa adolescente, tinha uma entrevista marcada em um hotel 5 estrelas, o Metropolitan, estava a procura de um outro emprego enquanto era necessária ali. Tinha de admitir que por meses procurará uma assistente para cobrir o horário em que a Sra. Hunts precisava para cuidar do filho; nunca aceitaria ser o motivo pelo qual o garoto tivesse uma mãe ausente, já que perderá a mãe muito cedo mesmo que Izaio fosse com uma mãe não era a mesma coisa. Nenhuma das assistentes que arranjará havia sido tão dedicada quanto aquela menina tanto que ele precisava dela ali. Ele até fingia não ver quando ela estudava para sua universidade no horário do serviço ou cochilava...

Olhou para a porta fechada por um momento, lembrando-se da expressão de desapontamento no rosto dela e, por um instante, pensou em chamá-la de volta ao escritório.

Mas o que diria, então? "sei que estava em busca de outro emprego e não quero que saia?"

Fora de questão!

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No hall de entrada do prédio...

(Inuyasha) – hei, Kagome!

(Kagome) – oi Inu!

(Inuyasha òó) – voltou com o lobo sarnento hoje de novo?

(Kagome) – não fala assim Inu! O Kouga é meu amigo.

(Inuyasha) – feh! Pensei que eu fosse seu amigo.

(Kagome) – você é meu melhor amigo seu bobo!

(Inuyasha) – bah, mas o Kouga não quer ser só seu amigo! o campus todo tá sabendo que ele tá querendo pegar você.

(Kagome) – credo! Que expressão horrível, Inuyasha!

(Inuyasha) – mais mudando de assunto. No final de semana a Kikyou vai viajar para um desfile. Que tal se a gente fazer outra seção de filmes de novo, ou melhor vamos ao cinema! Podemos chamar a Rin, a Sango, o Mirok. Que tal?

(Kagome) – desculpa mais... eu já tinha combinado de passar o fim de semana no litoral com uns amigos do Kouga e ele. Eu não tive como negar e...

(Inuyasha) – há não fala sério! Primeiro essas caronas e agora vai passar o final de semana na praia com ele.

(Kagome) – eu pego carona com ele por que ele tem que passar por aqui para ir pra casa e...

(Inuyasha) – e eu moro aqui!

(Kagome) – mas a Kikyou não gosta que você fique me carregando pra cima e pra baixo e você sabe disso.

(Inuyasha ¬¬) – feh!

(Kagome) – falando na Kikyou... vai sair com ela hoje a tarde?

(Inuyasha) – hoje não.

(Kagome) – é que hoje eu vou estar de folga na loja vocês lembram? O petshop? e então que tal se nos formos conhecer aquele parque novo?

(Inuyasha) – um parque de diversões? Eu não sou mais criança, Kagome.

(Kagome) – tá bom! Sr. "eu sou adulto". Mas eu vou mesmo sem você. Tô louca pra andar de montanha russa.

(Inuyasha) – tá bem, eu vou também. Se não que vai cuidar de você, menina.

(Kagome ¬¬) – há-há-há! As 4:30 tá bem?

(Inuyasha) – perfeito!

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Após retirar as fotocópias e enviar os fax que lhe foram pedidos. Rin resolveu descer para lanchar alguma coisa. Na cafeteria que ficava no térreo do prédio onde se encontrava a sede das corporações Taisho, Rin pediu uma caneca de chocolate quente e sentou-se perto do balcão.

Uma mulher sentou-se ao seu lado e era conhecida apenas por Yoko.

(Yoko) – é aquela hora do dia. – (comentou tirando um cigarro) – apenas mais duas horas.

A mulher era alta, cabelos sedosos e tingidos de loiro. Do tipo de garota que gostaria de ser modelo.

(Rin) – a Sra sai as 5:00?

(Yoko) – não me chame de Sra! Fico parecendo uma velha! E sim na maior parte dos dias, sim. Onde você trabalha?

(Rin) – no 78° andar.

(Yoko) – oh! É mesmo? Nas corporações Taisho? Com Sesshoumaru Taisho?

(Rin ¬¬) – sim.

Mais uma que achava que podia chegar, por intermédio dela, a Sesshoumaru Taisho.

(Yoko) – E então como ele é?

(Rin ajeita os óculos no nariz) – quem?

Yoko soltou um pequeno riso.

(Yoko) – muito engraçado. Sesshoumaru Taisho, tolinha. Você trabalha na corporação dele. deve conhecê-lo bem. Como ele é?

(Rin ¬¬) – ocupado.

(Yoko) – Evidentemente. Ele é um gênio. Domina por completo o mundo dos investimentos. Todos prestam atenção em suas previsões de mercado.

(Rin forçando um sorriso) – Isso não é ótimo?

(Yoko) – mas o que acho mais surpreendente. É que o homem não é apenas brilhante... é bonito também! – (soara eufórica) – não é de se admirar que ele tenha sido eleito o solteiro mais sexy de Tóquio duas vezes seguidas. Oh! Eu morreria por momento a sós com ele!

(Rin ¬¬) – e eu deveria me matar – (disse lembrando de como era terrível ficar perto daquele ser frio)

(Yoko) – como ele é como chefe?

(Rin) – vou emprestar-lhe o livro "nunca trabalhe para um cretino" e, depois, você me dirá o que acha.

(Yoko soltou um risinho) – existe mesmo um livro desses?

(Rin) – sim.

Ela riu ainda mais.

(Yoko) – e você tem um exemplar?

(Rin) – não, ainda não. Mas planejo comprar um em breve.

Yoko ria tanto que teve de enxugar as lagrimas nos olhos.

(Yoko) – oh, eu não fazia idéia que você era tão engraçada. Quem poderia imaginar?

– é quem poderia imaginar? – (interveio uma voz friamente. Era uma voz masculina que Rin conhecia bem) – ela é uma garota de muitos talentos.

Rin gelou. Sr Taisho...

(Sesshoumaru) – e seu próximo emprego será de comediante.

Não podia ser. Ele não podia estar ali. Não ouvira dizendo aquilo... não era?

Empalidecendo, Rin virou-se para descobrir Sesshoumaru Taisho atrás de si, com um casaco preto que ele abotoava sem deixar de encará-la.

(Rin) – Sr Taisho! – (sussurrou de boca seca) – está de saída?

Ele a encarou, a expressão dura

(Sesshoumaru) – estive tentando encontrar você.

(Rin sentiu o rubor espalhando-se por suas faces) – vim tomar alguma coisa.

(Sesshoumaru) – entendo.

Houve um momento de silencio tenso entre ambos, algo que nunca acontecera antes, ela sempre ouvira e ele sempre falava. O homem nunca ficara silencioso antes.

(Rin) – gostaria de alguma coisa?

(Sesshoumaru) – você recebeu um telefonema de uma tal de Sra Fielding disse que era urgente deixei o numero na sua mesa.

(Rin) – obrigada – (apesar de não conhecer a Sra)

(Sesshoumaru) – da próxima vez, talvez você queira levar isto – (acrescentou estendendo a mão para revelar um pequeno Pager)

(Rin) – obrigada!

(Sesshoumaru) – eu já estou de saída, até amanhã!

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(Inuyasha) – só você mesmo pra me fazer sair de casa nesse frio.

(Kagome) – para de reclamar! Nem tá tão frio assim. Logo vai ser primavera e a neve já tá começando a derreter. E alias você não é um hanyou? E não sente tanto frio como nós humanos fracotes...

(Inuyasha) – feh! O que a gente vai fazer primeiro?

(Kagome) – montanha russa! E depois os demais brinquedos. Que tal depois a gente ir patinar no gelo?

(Inuyasha deu de ombros) – por mim.

(Kagome) – pois vamos a montanha russa. – (disse puxando-o)

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..:Casa dos Taishos:..

(Izaio) – o Inuzinho não pode porque tem namorada. Então só resta o Sesshy.

(InuTaisho) – meu amo, você sabe que Sesshoumaru nunca irá aceitar.

(Izaio) – mas é para a caridade!

(InuTaisho) – não podemos dar apenas um cheque?

(Izaio) – e qual seria a graça?

(InuTaisho) – seria não ver você e Sesshoumaru discutindo.

(Izaio) – você duvida que eu possa convencer o seu filho?

(InuTaisho) – eu não duvido, doçura. Tenho certeza de que eu e o Inuyasha vamos adorar ver a cara do Sesshoumaru.

(Izaio) – mas tarde vou falar com ele.

(InuTaisho) – não podíamos ter a família reunida na hora que o Sesshoumaru tiver o ataque dele.

(Izaio ¬¬) – é por isso que o Inuyasha é do jeito que é! Puxou a você, seu malvado!

(InuTaisho òó) – então eu sou malvado!

(Izaio) – você é igualzinho a seu filho.

(InuTaisho) – mas fazer o que se você ama a gente desse jeito mesmo!

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..:depois de muitas voltas na montanha russa e outros brinquedos:..

(Inuyasha) – ai-ai. – (disse segurando a barriga)

(Kagome) – eu falei pra você não encher a barriga de hot-dog antes de ir para o ranger aquele que vira de cabeça pra baixo viu acabou vomitando.

(Inuyasha) – mais eu não enchi a barriga como você dize.

(Kagome OO) – VOCÊ COMEU OITO HOT-DOGS!

(Inuyasha) – viu!

(Kagome ¬¬') – você já tá melhor?

(Inuyasha) – já. Lavei a boca no banheiro.

(Kagome) – então vamos para a pista de patinação?

(Inuyasha) – vamos! mas primeiro eu tô com fome.

(Kagome OO) – eu não acredito que você já vai comer de novo!

(Inuyasha) – que? Eu tô de estomago vazio... agora. Anda logo.

Foram a uma lanchonete, e depois de meia hora, 5 X-bagunça, 3 hamburguês e 6 milkshakes, saíram de lá para a pista de patinação no gelo...

(Kagome) – você come de mais.

(Inuyasha OO) – o que é? Eu to em fase de crescimento!

(Kagome) – só se for pros lados.

(Inuyasha) – Feh! Pelo menos eu ainda cresço alguma coisa, sua baixinha!

(Kagome) – posso ser baixinha. Mas ao menos não vou ficar obesa.

(Inuyasha) – não! Você vai ficar é desnutrida.

(Kagome) – quer saber? Vamos deixar isso pra lá e patinar.

(Inuyasha) – pode ir! Eu fico vendo daqui!

(Kagome) – AH NÃO INU!

(Inuyasha) – eu não sei mais patinar! Há anos não faço isso.

(Kagome) – a gente não desaprende as coisas Inu-Kun, vem eu te ajudo!

(Inuyasha ¬¬) – ótimo, vou pagar o maior mico.

(Kagome ) – não vai não.

Os dois alugaram os patins, colocaram-nos e foram para pista. Kagome servia de apoio para Inuyasha, que andava todo desengonçado.

(Kagome) – logo-logo você pega o jeito de novo. Lembra que a gente patinava quando éramos crianças?

(Inuyasha ) – e fui eu que te ensinei a patinar.

(Kagome ) – é eu lembro!

(Inuyasha) – a gente não se desgrudava.

(Kagome) – você sempre foi meu melhor amigo!

Inuyasha escorrega e Kagome o abraça para que ele não caia.

(Inuyasha) – opa! Hehehe. Lembra que eu dizia que você era minha namorada?

(Kagome cora) – é eu lembro!

(Inuyasha) – o que será que teria acontecido se você não tivesse ido embora? Será que não teríamos acabado namorando?

(Kagome) – eu não sei...

(Inuyasha) – é quem vai saber!

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Sesshoumaru chega em casa furioso.

"como ela ousa!"

o telefone toca e seu mordomo Jaken o atende.

(Jaken) – é a SSSSenhora Taisssho. SSSSenhor SSSSessssshoumaru.

(Sesshoumaru) – pode deixar que eu a atendo, Jaken!

(Jaken) – Ssssim SSssenhor.

(Sesshoumaru) – alo!

Izaio fala alguma coisa...

(Sesshoumaru) – Izaio, você sabe que faço qualquer coisa por você, mas isso que esta me pedindo não.

Izaio volta a falar, e falar, e falar...

(Sesshoumaru) – tá bem, tá bem! Vou olhar na minha agenda e se der eu irei.

(Izaio) – tenho a sua palavra?

(Sesshoumaru) – se estiver com tempo livre, estarei lá.

(Izaio) – obrigada, querido!

(Sesshoumaru) – por nada, mamãe.

Ele desliga o telefone e volta a pegá-lo para outro telefonema...

(?) – alô?

(Sesshoumaru) – Sra Hunts?

(Sra Hunts) – Sr. Taisho aconteceu alguma coisa? Algum problema com a menina?

(Sesshoumaru) – não esta tudo bem!

(Sra) – se é sobre a folga dela na sexta, não se preocupe que eu poderei ficar durante o horário dela!

Então ela já tinha tudo preparado para aquela maldita folga.

(Sesshoumaru) – não, não é! Só liguei para lhe pedir que se Sra Taisho ligar perguntando se terei a próxima sexta-feira livre, invente qualquer compromisso para mim, sim.

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de volta ao prédio na porta do apartamento de Kagome.

(Inuyasha) – você vai mesmo passar o fim de semana com o Kouga?

(Kagome) – vou sim!

(Inuyasha ÒÓ) – feh! Aquele lobo sarnento. Eu não devia deixar você...

(Kagome òó) – você sabia que eu não gosto quando você me trata feito... sei lá! Sua irmãzinha em perigo constante!

(Inuyasha) – eu não a trato assim. Mas sei que esse Kouga não presta e...

(Kagome) – e eu não sou uma garotinha indefesa.

(Inuyasha) – quer saber você tem razão! Eu não tenho nada a ver com o que uma baka feito você faz! – (disse entrando no elevador e saindo)

(Kagome) – ESTUPIDO!

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Rin entra no seu novo apartamento que divide com Sango...

(Rin) – eu tô lascada! Eu tô lascada!

(Sango) – credo o que foi Rin?

(Rin) – o Sesshoumaru vai me por no olho da rua! Mas o que é que eu tô falando? Eu tava mesmo procurando outro emprego! Eu queria outro emprego não queria?

(Sango) – você não tá falando coisa por coisa!

(Rin) – oh, céus! Eu não quero outro emprego... eu adoro trabalhar com ele! Mas o que importa agora? Eu vou ser despedida mesmo!

(Sango) – Rin, por deus! Você quer me explicar o que aconteceu?

(Rin) – o Sr. Sesshoumaru me flagrou chamando-o de cretino... eu acho.

(Sango) – o que?

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oi pessoal!

Eu sei que eu demorei a postar esse cap. Mas eu to pensando em desistir da fic!

Tenho a expressão de que não tem mais ninguém acompanhando ela... ÇÇ

O ultimo cap que eu postei não recebeu nenhuma Reviews. ÇÇ

Se eu vou continuar ou não? Vai depender de vocês!

Beijo e Beijocas

BrunaYasha "