UNIVERCITY
7°-Parte - sei lá!
Rin entra no seu novo apartamento que divide com Sango.
(Rin) - eu tô lascada! Eu tô lascada!
(Sango) - credo o que foi Rin?
(Rin) - o Sesshoumaru vai me por no olho da rua! Mas o que é que eu tô falando? Eu tava mesmo procurando outro emprego! Eu queria outro emprego não queria?
(Sango) - você não tá falando coisa por coisa!
(Rin) - oh, céus! Eu não quero outro emprego... eu adoro trabalhar com ele! Mas o que importa agora? Eu vou ser despedida mesmo! (Sango) - Rin, por deus! Você quer me explicar o que aconteceu?
(Rin) - o Sr. Sesshoumaru me flagrou chamando-o de cretino... eu acho.
(Sango) - o que?
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
..:no dia seguinte.
(Sango) - só deus sabe o que vai esta esperando pela Rin hoje! - (dize após contar toda a estória para Kagome)
(Kagome) - vamos torcer para que de tudo certo com ela. Mas mudando de assunto: cadê o Mirok?
(Sango) - eu não sei e nem quero saber daquele imbecil.
(Kagome ) - o que foi que ele vez agora?
(Sango) - ele nasceu.
(Kagome) - nossa! Foi grave assim?
(Sango) - ele é um idiota! Diz que gosta de mim, mas vive dando em cima de tudo que é garota por ai e eu não agüento mais aquele baka pervertido.
(Kagome) - mas mesmo assim você gosta dele não é?
(Sango) - EU? - (Sango solta um suspiro e admite) - gosto... mas do que adianta? Eu só faço me machucar... e não quero mais ficar perto dele!
Kagome observa os olhos marejados da amiga e a abraça.
(Kagome) - oh, Sango! Porque os garotos são tão tapados? E não percebem quando nos gostamos deles?
(Sango) - eu não sei!
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
(Mirok) - porque as garotas são tão complicadas?
(Inuyasha) - eu não sei!
(Mirok) - vivo atrás dela e ela me rejeita, mas também não quer que eu abra meus horizontes.
(Inuyasha ) - o problema que não é só os seus "horizontes" que você quer abrir.
(Mirok) - Me explica o que se passa na cabeça do Sango.
(Inuyasha) - como é que eu vou saber? Tenho cara de adivinho?
(Mirok) - não! Mas você age como ela! Não larga a Kikyou pra ficar com a Kagome, mas "ai" de quem ousar a chegar perto dela.
(Inuyasha) - acho que a Sango e eu batemos de mais nessa sua cabeça! Tá pirando totalmente agora.
(Mirok) - isso. Isso! Vai nessa! Quando você decidir que quer ficar com a Kagome, talvez, ela não esteja mas a disposição.
(Inuyasha òó) - esse conselho serve para você e não para mim.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o.
..:Escritórios Taisho:..
Rin acabava de chegar para o seu turno, mas por que a porta do escritório do Sesshoumaru estava aberta? Ela nunca ficava aberta. E o que era mais estranho, Sesshoumaru já estava trabalhando... ou ainda estava trabalhando? Ele não deveria ainda estar no almoço? Rin achou melhor não questionar e seguiu para sua mesa... espere! Tinha um pacote sobre a sua mesa! Mas a Sra Hunts sempre deixava a mesa limpa. Ela pegou o pacote e viu que seu nome estava escrito nele e a letra era a dele.
Com dedos trêmulos, Rin, abriu o pacote se deparando com um livro: "nunca trabalhe para um cretino". Largou o livro como se ele a tivesse queimado. Céus! O livro! Era o livro que mencionara a Yoko. Ele fora lhe compra um exemplar. Cambaleou até a cadeira e sentou-se. Sesshoumaru Taisho ia despedi-la.era por aquele motivo que a porta estava aberta. Estava a sua espera para poder lhe dar o proverbial bilhete azul.
Mas não devia ser assim. Porque falara aquilo a Yoko? Ele algum dia reclamara dela? Já a insultara publicamente? Ou até mesmo em privacidade?
A resposta para as 3 perguntas era não, só uma continuava sem resposta... OH! A quem estava querendo enganar, falara tudo aquilo por ciúmes. Por Yoko estar tão interessada nele. O interfone em sua mesa tocou.
(Sesshoumaru) - Srta Takemi, quando tiver um minuto, eu gostaria de lhe falar.
O coração de Rin disparou no peito, mas tudo aquilo deveria ser resolvido logo. O interfone tornou a tocar.
(Sesshoumaru) - oh, e, Srta Takemi, não precisa trazer o livro com você.
Sesshoumaru observou Rin entrando em seu escritório, olhos arregalados por trás dos óculos grandes, os cabelos presos por uma presilha, numa espécie de coque, nem parecia a jovem prestes a completar seus 18 anos. Ela sentou-se na beirada da cadeira diante da mesa e pegou o bloco de anotações e a caneta que levara. Ele esforçou-se para ser cordial.
(Sesshoumaru) - boa tarde!
(Rin) - boa tarde. Sr Taisho!
(Sesshoumaru recostou-se em sua poltrona) - como você esta?
(Rin) - bem, obrigada! - (falou decidida e logo depois engoliu seco) - quanto ao livro.
(Sesshoumaru) - não quero falar sobre o livro!
(Rin) - n-não?
(Sesshoumaru) - não. Eu sabia que você o queria e, então, comprei um exemplar para lhe dar de presente. Feliz dia das secretarias!
(Rin) - mas isso foi em abril, Sr Taisho!
(Sesshoumaru) - antes tarde do que nunca. - (se inclinou sobre o computador verificando o mercado europeu) - tenho que poder confiar em minha equipe, Srta. - (dize grato com o fato de sua voz soar tão calma e fria, quando na verdade, fervia de raiva por dentro desde que a ouvira fazendo seu comentário ferino em frente ao prédio, sua assistente perfeita era uma fraude) - preciso confiar em você. Tem total acesso a mim, sabe detalhe de minha vida pessoal, sobre a minha rotina, minhas finanças. Se conversa com aquela garota sobre mim, quem em garante que não falará com um reporte amigável?
(Rin) - eu não faria isso.
(Sesshoumaru) - mas ontem você o fez - (diz já alterando o seu tom de voz) - e sabe deus o que mais teria falado, não é, Srta Rin Takemi, seu eu não tivesse aparecido e.
(Izaio entrando no escritório) - por deus, o que houve? Dá pra ouvir sua voz do corredor, Sesshoumaru!
(InuTaisho) - sim, o que houve?
(Sesshoumaru) - pode se retirar, Srta Rin.
(Izaio) - não espere, querida. Faça um favor para mim. Verifique o que Sesshoumaru tem marcado para sexta-feira à tarde, semana que vem.
Rin começa verificar a agenda.
(Sesshoumaru) - você não já falou com a Sra Hunts?
(Izaio) - falei! Mas eu o conheço, querido! E não custa nada conferir não é, Rin?
(Rin) -- sexta-feira, À tarde, semana que vem... aqui! O Sr Sesshoumaru estará livre, Sra Izaio.
(Izaio) - ótimo! Pois agende o leilão de caridade, ai, sim. Ou o Sesshoumaru pode esquecê-lo.
(Sesshoumaru) - Izaio! Eu não posso apenas mandar um cheque e pronto!
(Izaio) - e qual seria a graça?
(InuTaisho) - ela está determinada a pô-lo nisso!
(Izaio) - e além do mais que cheque cobriria o dinheiro que perderíamos na venda de ingressos. Quando a noticia de que Sesshoumaru Taisho, votado o solteiro mais cobiçado de Tóquio e chamariz para o bendito evento, não quer participar? Sem mencionar a quantia que poderíamos arrecadar quando você for leiloado!
Rin estava sem entender nada daquela discussão.
(Sesshoumaru) - você me faz parecer um pedaço de carne em um açougue.
(Izaio) - o que se pode fazer? Se à uma porção de mulheres dispostas a pagar muito bem por uma noite com você filho?
(InuTaisho) - encare os fatos, filho, você é uma mercadoria em alta. Não acreditaria no numero de garotas que o acham um... qual é a gíria do momento Rin?
(Rin estava atordoada com tudo aquilo) - Hãm?
(Izaio) - um gato!
(InuTaisho) - mesmo sendo um youkai cachorro?
(Izaio) - e a julgar pelos comentários que tenho ouvido, não a coisa que elas queiram mais do que ter um Taisho entre os lençóis. Como não pretendo abrir mão de seu pai e, infelizmente, nem Kikyou do seu irmão. Vamos ter que jogar você aos leões.
(InuTaisho) - ou melhor as leoas!
(Sesshoumaru) - pelos céus, vocês dois! Querem parar com isso! - (revidou sentindo o rosto queimar)
Rin não conseguiu conter o leve sorriso que se formou em seus lábios a presenciar Sesshoumaru corar daquele forma, de certa forma aquilo o deixou transparecer que por baixo daquele sujeito frio havia um coração... (InuTaisho) - coitado do garoto, Izaio! Embaraçamos você, filho?
(Sesshoumaru) - é claro que me embaraçaram. E a Rin também! Esqueceram que ela é só uma criança?
(Izaio ) - com 17 anos? Uma menina? E pelo que eu saiba a menina faz 18 anos na quinta-feira seguinte, não é meu bem? Rin apenas assentiu com a cabeça.
(Izaio) - e aposto que ela e as amigas já falam nessas coisas. Se duvidar você até pode ser um doa tópicos! Não é, querida?
(Rin vermelha pimentão) - Hãmmm?
(Izaio) - você e suas amigas conversam sobre namoricos?
(Rin) - é conversamos! Sango e Kagome... falam de alguns garotos.
(InuTaisho) - e Sesshoumaru está entre esses garotos?
(Izaio) - é claro que esta e aposto que Inuyasha também!
(Sesshoumaru desejando que o chão se abrisse ao seus pés) - esta bem, Izaio! Estarei lá, mas por favor resolva o que tiver de ser resolvido por mim!
(Izaio) - esta me dando liberdade para isso?
(Sesshoumaru) - estou! Mas agora eu tenho que dar uns telefonemas. E Srta Rin, vamos esquecer o incidente de ontem, e pode voltar aos seus afazeres. Já vez mais do que devia por aqui!
Rin assentiu com a cabeça e já estava saído quando.
(Izaio) - Sesshoumaru, posso roubar sua assistente para um cafezinho?
(Sesshoumaru olhou desconfiado de Rin para Izaio) - Claro!
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
na cafeteria.
(Izaio) - Sesshoumaru deve estar furioso com você.
(Rin) - hãm?
(Izaio) - ele estava louco para se livrar do leilão de caridade. E pediu que a Sra Hunts me enrolasse e você o entregou!
(Rin) - é ele deve estar ainda mais furioso! - (dize mas para si mesma)
(Izaio) - eu queria que você me ajuda-se a fazer um pacote de encontro para Sesshoumaru!
(Rin) - eu? (Izaio) - Sim, querida o que seria um pacote romântico para você?
(Rin) - eu não sei... talvez um jantar.
(Izaio) - Oh... ShikonoTama!
(Rin) - O que?
(Izaio) - ShikonoTama, é uma pequena ilha que pertence a nossa família. Águas turquesas, areia branquinha, coqueiros e um pequeno chalé. Que tal? Acha isso romântico?
(Rin) - ah.
(Izaio sem esperar pela respostas) - oh, será perfeito. Sesshoumaru esta mesmo precisando de umas férias.
(Rin) - quem sabe um dia nessa ilha melhore o humor dele.
(Izaio) - ele tem sido muito duro com você, meu bem?
(Rin) - não é nada serio! Ele é só um pouco.
(Izaio) - rabugento?
(Rin) - eu diria exigente!
(Izaio) - Sesshy, é rabugento mesmo! E uma semana em ShikonoTama, será bom para ele... e para as associações carentes beneficiadas pelo bingo.
(Rin) - uma semana?
(Izaio) - ele me deu carta branca para fazer o que bem entendesse.
(Rin) - mas.
(Izaio) - é um pacote e tanto, não é? Rin, querida não permita que se nada na agenda dele na semana após o bingo e informe a minha decisão.
(Rin) - sim, senhora.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
Mais tarde, na casa dos Taisho...
(InuTaisho) - Deus do céu! Vou voltar a ficar viúvo. Porque Sesshoumaru vai matá-la quando souber.
(Izaio) - bobagem! E alias já tenho a compradora ideal para esse pacote... e para o Sesshoumaru.
(InuTaisho) - Izaio... quantas vezes terei que dizer a você para parar com essa historia de trabalhar de cupido para esses meninos. Inuyasha ainda não largou a Kikyou para ficar com Kagome, como você dize que aconteceria.
(Izaio) - porque seu filho é um cabeça oca e se deixa iludir por aquelazinha.
(InuTaisho) - e quem é a outra pretendente ideal para o meu outro filho?
(Izaio, com os olhinhos brilhando e uma lindo sorriso) - Você vai adorá-la! É uma boa moça, inteligente, esforçada, doce e gentil.
(InuTaisho) - e quem é esse anjo?
(Izaio) - e é a primeira garota em anos que eu vejo mexer com ele.
(InuTaisho) - por deus! Pare com esse suspense.
(Izaio) - Rin Takemi.
(InuTaisho surpreso) - A Srta Takemi? Izaio, ela só tem 17 anos. É uma menina!
(Izaio) - já dize que ela vai fazer 18 anos na quinta-feira, e vai poder participar do leilão.
(InuTaisho) - mas pelo que eu saiba as finanças dela.
(Izaio) - Taisho, bobinho, será o meu presente de aniversario para ela! - (dize beijando o marido)
(InuTaisho) - isso só podia sair dessa sua cabecinha, meu amor.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
(Rin) - com licença, Sr Taisho. - (dize entrando no escritório dele) - A Sra Taisho pediu para avisá-lo sobre o pacote.
(Sesshoumaru) - Rin, passe esse arquivo por fax para esse numero - (disse entregando uma papelada)
(Rin) - sim, Sr! Mas quanto o pacote.
(Sesshoumaru) - Deixei isso nas mãos de Izaio. O que ela resolver pra mim estar bem!
(Rin) - está bem então!
Rin sai do escritório para fazer o que lhe foi pedido. Sesshoumaru observava Rin saído de seu escritório. Então alem dos comentários maldosos, de entregá-lo para Izaio... ela ainda zombara de sua cara, quando ficara encabulado... ou ela achava que ele não vira seu sorrisinho de deboche.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
(Sesshoumaru) - droga!
Ele atirou o relatório que estivera lendo durante as ultimas horas sobre a mesa. Não havia como não estourar o orçamento da campanha de marketing. Virou-se na cadeira para observar a paisagem pela janela, Tóquio em pleno inverno, os prédios todos cobertos de neve. Mas de algum modo, tinha de encontrar uma saída para o problema. Mais de duas horas depois. Quando ergueu a cabeça, Sesshoumaru soltou um grunhido de satisfação. Mudando e redistribuindo algumas despesas, conseguira obter algum progresso, arranjando alguma verba extra para a campanha e fizera-o sem perder a integridade do plano inicial. Agora se conseguisse renegociar parte dos custos com a firma contratada para a campanha publicitária da corporação, talvez pudesse resolver o problema em definitivo. Mexeu na papelada em sua mesa, começou a procurar a pasta que continha os custos atualizados da campanha. Quando estivera com ela pela ultima vez nas mãos? Ah... sim, dera-a Rin, para que verificasse a exatidão de alguns valores. Mas já eram 7:30 da noite, ela já havia saído, mas talvez ainda estivesse na mesa dela.
Determinado a encontrar a pasta, ele estava a prestes a sair de seu escritório, mas acabou parando abruptamente junto a porta semi-aberta quando viu Rin dali. Pela a primeira vez, não estava sentada a mesa, com suas roupas discretas e sua eficiência concentrada no trabalho. Em vez daquilo estava descalça, apenas as meias de seda cobrindo-lhe os pés delicados, a blusa com três botões abertos na gola e sem os óculos, os olhos fechados enquanto se espreguiçava. E enquanto ele a observava alongando o corpo, todos os pensamentos sobre o que procurava e os negócios desapareceram de sua mente.
Durante os 5 meses em que trabalhara com Rin, ela foi a assistente perfeita, em todo aquele tempo fora discreta, eficiente e prestativa (claro ignorando a historia do "nunca trabalhe para um cretino)
Mas no momento, não mostrava nem um pouca daquela formalidade habitual. Não sem os óculos, de olhos fechados, a cabeça pendendo para trás e uma expressão serena no rosto.
Lentamente como se estivesse executando uma dança, começou a curvar o corpo. E como se sua vida dependesse daquilo, Sesshoumaru não conseguia desviar o olhar, quase em transe, observou-a mover-se com a graça de uma bailarina. Quando dobrou o corpo, a saia subiu um pouco e ele engoliu seco quando lhe observou as pernas... "curioso", pensou enquanto Rin abaixava para tocar-se primeiro em um tornozelo e, depois, no outro, "mas nunca notara antes como as pernas dela eram compridas e bem torneadas! E como, afinal, deixara de perceber que a cintura era fina? Ou que sedutoras eram as curvas dos quadris"
Sesshoumaru sentiu uma espécie de fogo correndo por suas veias, enquanto ela tornava a endireitar as costas e esticava as mãos acima da cabeça, gesto que fez com que o decote formado pelos três botões abertos e a blusa de seda branca, moldassem e revelassem um pouco dos seios arredondados. Devia ter estado cego, concluiu ele, para não ter se dado conta de como o corpo de Rin era escultural. Notou agora... um fato que ficou claro pelo desejo que o tomou de assalto de repente. Devia dizer algo e deixá-la saber que não estava sozinha.
Quando entre abriu os lábios, pretendendo anunciar-se, viu-a removendo a presilha que pretendia os cabelos. Sentiu a boca seca enquanto mechas e mais machas longas do cabelo negro foram-lhe cascateando pelas costas e em torno dos ombros.
Céus! Todo aquele cabelo sensacional e sensual estiver preso no costumeiro coque?
Droga! Ele passou a mão no rosto. Sempre tivera um fraco por mulheres de cabelos compridos.
Contendo um gemido de frustração, admitiu que devia estar completamente fora de si. Fechando os olhos tentou bloquear a imagem de uma Rin mulher. Ela era uma garota de 17 anos. 13 anos mais nova do que ele. Ela estava prestes a completar a maior idade, mas isso não mudava o fato de que ela não era ainda nem nascida quando teve sua primeira relação, aos 12 anos. Se sua namorada daquela época houvesse engravidado a criança teria a mesma idade que ela.
A coisa mais sensata a fazer era recuar até o escritório e esquecer que já vira aquele lado de Rin. O que era exatamente o que pretendia fazer, pensou, em quanto abria os olhos permitindo-se um ultimo olhar à jovem sensual a sua frente, preparou-se para voltar ao interior do escritório quando Rin abriu os olhos e pousou diretamente sobre ele.
(Rin) - Sesshoumaru.
Ela disse seu nome num sussurro um tanto ofegante que não contribuiu em nada para aplacar os pensamentos eróticos que tinham povoado a mente dele apenas momentos antes.
(Sesshoumaru) - desculpe - (conseguiu dizer) - não pretendia incomodá-la!
(Rin) - não o fez - (falou calçando os sapatos) - eu... eu estava apenas fazendo um alongamento para relaxar os músculos tensos dos ombros e pescoço.
Sesshoumaru mal assimilou as palavras, porque estava fascinado de mais pelas tentativas de Rin de domar todo aquele cabelo negro e prendê-lo em um coque. Não conseguiu o resultado esperado, na verdade, uma vez que varias mechas finas escaparam da presilha para lhe emoldurar o rosto. Com as faces coradas e os cabelos em desalinho, ele pode imaginar facilmente como ela pareceria depois de uma noite inteira fazendo amor.
(Rin nervosa) - de qualquer modo, acho que fiquei com os músculos tensos depois de ter permanecido tanto tempo ao computador e... e aqui estou eu tagarelando sem parar, enquanto já devia ter aprendido a ficar calada. Você precisa de mim para alguma coisa?
Aquela pergunta inocente que fez pensamentos impróprios na mente dele.
(Sesshoumaru) - não. Eu estava apenas... - (droga, nem se quer lembrava o que estava procurando)
(Rin) - você está bem?
Não, ele não estava bem. Como ele pode um dia dizer que ao menos ela não era um ninfeta que distrairia um homem.
(Rin) - há alguma coisa errada?
(Sesshoumaru) - não, não há nada de errado - (soltou um suspiro) - esse foi um longo dia. E falando em dias longos, o que você ainda está fazendo no escritório?
(Rin) - eu tinha um trabalho e queria terminar para não ter que passá-lo para a Sra Hunts.
(Sesshoumaru) - seja o for, pode esperar até amanhã. Você deveria ter saído a horas! - (dize em tom seco e frio)
(Rin) - você ainda está aqui e.
(Sesshoumaru) - minha família é a dona da corporação.
(Rin) - sim, é claro. eu não quis dar a entender... irei agora e deixarei você a sós. - (murmurou ela e, então, se virou rapidamente)
Mas não antes de Sesshoumaru, ter visto uma expressão de magoada nos olhos castanhos dela.
(Sesshoumaru) - acho que fiz bem em lhe dar aquele livro. Acabei de comprovar que sou um cretino. Desculpe Rin, eu não queria magoá-la.
(Rin) - não foi nada! É melhor eu ir para casa!
(Sesshoumaru) - até amanhã, Rin.
(Rin) - boa noite, Sr Taisho.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o00o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0
oi pessoal que bom que você estão gostando as fic!
Continuem mandando reviews (elas me dão coragem pra continuar tá)
Bjokas e Xau-Xau!
