Univercity

8°parte: Nunca mais!

No dia seguinte no campus...

(Sango) – penúltima semana de aulas antes das férias.

(Rin) – graças a deus!

(Kagome) – precisamos planejar nossas férias!

(Inuyasha chegando e se metendo na conversa) – que tal a gente do frio daqui? E ir pra Shikonotama?

(Mirok) – Uh. Vai ser legal!

(Rin) – sua mãe me falou sobre lá! Aliás o pacote do seu irmão é uma semana lá!

(Inuyasha) – e ele tá sabendo disso?

(Rin) – na verdade, ele não me deixou falar! Disse que seria o que sua mãe escolhesse!

(Inuyasha) – cara, agora, é que eu não perco esse leilão de jeito nenhum! Só pra ver a cara do Sesshoumaru quando souber... e principalmente se a Kagura o arrebatar.

(Mirok) – opa, que eu também vou. Quer ir comigo, Sangozinha?

(Sango) – humph – (dize virando a cara e saindo)

(Mirok) – acho que isso foi um não. Ela ainda tá com raiva de mim?

(Rin) – eu não sei o que você fez dessa vez... mas ela está furiosa!

(Kagome) – quando é que você toma vai jeito, Mirok?

(Inuyasha) – ele não tem mais jeito não!

(Rin) – bem, mas deixa eu ir, que eu não quero dar mais a mancada de chegar atrasada. Não depois do "cretino" e de entregá-lo ontem!

(Inuyasha) – quem esse cretino?

(Kagome) – e... é uma longa historia, no caminho pra casa eu te conto. Vamos!

(Inuyasha) – vamos!

(Kagome) – xau pra quem fica!

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no caminho para o estacionamento do campus, Inuyasha e Kagome encontram Kouga.

(Kouga) – oi Kagome, quer ir da carona comigo?

(Inuyasha) – ela vai comigo, lobo sarnento!

(Kouga) – o que foi? A sua dona te soltou da coleira, cara de cachorro?

(Kagome) – não começa, Kouga!

(Kouga) – tudo bem, a gente se vê amanha mesmo! Não se esquece 6:30!

(Kagome) – não se preocupe eu vou estar pronta, quando você passar!

Um pouco depois no carro a caminho de casa...

(Kagome) – a gente tem que combinar alguma coisa pra quinta-feira que vem! É niver da Rin, e não pode passar em branco...

(Inuyasha) – eu não acredito.

(Kagome) – no que?

(Inuyasha) – que você vai passar o final de semana inteiro com o sarnento, no litoral nesse frio da peste!

(Kagome) – eu não vou passar o fim de semana "com o Kouga". Já dize que vai uma turma de amigos dele. a Sango e Rin não vão porque não querem.

(Inuyasha) – mas ainda assim é um final de semana com ele... ou você vai tentar me convencer de que não vai rolar nada?

(Kagome) – é claro que vai... a turma tá planejando um churrasco... e na casa tem uma piscina interna climatizada... e também...

(Inuyasha òó) – não seja cínica, Kagome. Você sabe muito bem o que eu quis dizer.

(Kagome òó) – em primeiro lugar: quem você pensa que é pra falar comigo assim? Em segundo: se eu fizer ou deixar de fazer alguma "coisa" com o Kouga, não é da sua conta. Que eu saiba sua namorada é outra pessoa. E em terceiro...

(Inuyasha ÒÓ) – VOCÊ TEM RAZÃO! NÃO É DÁ MINHA CONTA SE VAI OU NÃO DAR PRO KOUGA. DANE-SE! EU NÃO TO NEM AI SE A CIDADE INTEIRA COMER UMA PUTA COMO VOCÊ...

Kagome mete um tapa tão forte na cara do Inuyasha, que pego de surpresa, perde o controle do carro por um instante e quase causa uma colisão.

(Inuyasha ÒÓ) – SUA MALUCA!

(Kagome ÒÓ) – PARA ESSA DROGA DE CARRO AGORA!

Inuyasha estaciona o carro e percebe que Kagome esta se controlando para não chorar em quanto saía do carro. E tomado pelo remoço, ele sai do carro também.

(Inuyasha) – Kagome, olha, eu não sei porque falei aquilo!

(Kagome) – eu não quero mais falar com você!

(Inuyasha) – foi você que me fez perder o controle...

(Kagome) – me diz se um dia, eu fiz alguma coisa pra você pensar tudo aquilo de mim?

(Inuyasha) – não... eu não sei o que me deu! Desculpa, Kagome! Volta pro carro que vai chover.

(Kagome) – eu quero caminhar um pouco. Pode ir embora.

(Inuyasha) – se eu te deixar aqui você vai pegar a maior chuva! – (dize pegando a mão dela para levá-la pro carro)

(Kagome puxa a mão da dele) – eu não sou feita de açúcar, pra derreter na chuva.

(Inuyasha) – mais está frio, e você vai acabar doente!

(Kagome) – você diz que não se importava com uma puta como eu.

(Inuyasha) – eu já te pedi desculpas, não pedi! Que merda! Eu devia ter deixado você ir com o sarnento mesmo!

(Kagome) – é você devia!

(Inuyasha) – e você também nunca deveria ter aparecido na minha vida novamente!

(Kagome) – eu também adoraria se você nau tivesse voltado pra minha vida!

(Inuyasha) – não é sem tempo! Podemos simplesmente desaparecer novamente da vida um do outro! – (nesse momento começa a chover) – de hoje em diante, Srta Higurashi, você não existe mais na minha vida!

(Kagome) – ótimo! – (as lagrimas começam a correr dos olhos dela se disfarçando entre as gotas da chuva)

(Inuyasha não podia distinguir o que era gota de chuva ou lagrimas no rosto de Kagome, mas podia sentir o cheiro salgado das lagrimas dela) – Ai tudo na minha vida vai voltar ao normal, e não de cabeça pra baixo como você a deixou!

(Kagome) – perfeito! Nunca mais se dirija a mim de novo! – (dize virando de costas e saindo)

(Inuyasha) – perfeito! Isso serve pra você também, nunca mais fale comigo! – (gritou entrando no carro)

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..: Escritórios Taisho:..

já eram quase 7:30 e Rin estava terminado de datilografar uma carta que devia ser enviada na manha seguinte a um dos clientes da empresa. Quando a voz de Sesshoumaru atrás de si a sustou...

(Sesshoumaru) – você ainda está aqui, Rin? Você deveria ter saído a mais de... – (ele verificou no relógio para ter certeza) – DUAS horas! Nossa nem eu percebi que já era tão tarde assim!

(Rin) – eu estou só terminando essa datilografia e já estou de saída...

(Sesshoumaru sentou-se na cadeira em frente a dela, se espreguiçando) – eu não sei quanto a você, mas eu estou morrendo de fome! – (dize folgando a gravata)

(Rin nunca o tinha visto agindo como um simples mortal, em vez do todo poderoso Sr Sesshoumaru Taisho) – o Sr...

(Sesshoumaru) – Sesshoumaru! – (interrompeu ele)

(Rin) – como?

(Sesshoumaru) – não estamos mais em horário de serviço! Já chega dessa formalidade. Me chame só de Sesshoumaru!

(Rin) – sim, Sr. gostaria que eu encomendasse um jantar para o Sr?

(Sesshoumaru) – é eu acha que o nome: Sesshoumaru, é bem complicado mesmo!

(Rin) – Desculpe sen... Sesshoumaru! É que não sei se me acostumaria a tratá-lo por você.

(Sesshoumaru) – tudo bem, Rin! E se você me acompanhar podemos pedir uma pizza! Esta com fome?

(Rin ) – muita!

(Sesshoumaru) – ótimo! Algum sabor em especial? Eu adoro a de calabresa!

(Rin ) – é a minha favorita, também!

Sesshoumaru pegou o telefone e ligou para a pizzaria e encomendou a pizza que deveria chegar em meia hora.

(Sesshoumaru) – pronto! Agora é só esperar!

O silencio tomou conta do ambiente e Sesshoumaru resolveu quebrá-lo.

(Sesshoumaru) – seu namorado não acha ruim que você fique até mais tarde trabalhando?

(Rin) – como?

(Sesshoumaru) – você estuda de manhã, trabalha à tarde e ainda fica aqui até tarde... ele... não se incomoda?

(Rin) – ele que?

(Sesshoumaru) – seu namorado.

(Rin) – Ah... não...

(Sesshoumaru) – ele não se incomoda?

(Rin) – não, é que eu não tenho namorado.

(Sesshoumaru) – ah.. certo!

O elevador do corredor se abriu, quebrando o novo silêncio que havia se instalado, e um rapaz de mais ou menos de 20 anos...

(?) – Rin, desculpa o atraso! Aqui esta a papelada que você me pediu... – (o rapaz parou de falar ao ver que o Sesshoumaru o observava) – Sr. Taisho...

(Sesshoumaru) – boa noite.

(?) – boa noite!

(Rin) – obrigado por trazer os papeis, Jack!

(Jack) – a de nada!

(Rin) – você pode tirar umas copias na maquina de xerox pra mim?

(Jack) – claro!

(Rin) – com licença! Eu vou pegar as coisas!

Enquanto rim se afastava para procurar os papeis, Jack a observava fascinado...

(Sesshoumaru) – Ela bonita, não é?

(Jack) – ela é muito gostosa! sabe disso ou... tenta se esconder de baixo dessas roupas horríveis!

(Sesshoumaru) – é talvez!

(Rin voltando) – aqui! Faz isso por mim, valeu!

Jack sai, deixando novamente Rin e Sesshoumaru a sós. Ela volta a sua datilografia e ele não entendia o porque de uma vontade repentina de demitir o seu office-boy.

Mais alguns minutos depois, a pizza chegou.

(Sesshoumaru) – eu esqueci de pedir algo para você beber!

(Rin) – não tem problema!

(Sesshoumaru) – se você quiser me acompanhar no vinho? Sei que você ainda é de menor...

(Rin) – é dos adocicados?

(Sesshoumaru) – não é o do meu tipo favorito! Mais esse é um tinto doce!

(Rin) – pois eu vou aceitar. Não gosto dos que são azedinhos!

(Sesshoumaru) – pois você vai gostar desse é de uma ótima safra!

Ele serviu duas taças do vinho e entregou uma a Rin. E com as mãos mesmo ele começou a comer a pizza. Rin até que tentou tapar um pequeno sorriso que se formou em seus lábios, mas esse não passou despercebido por Sesshoumaru.

(Sesshoumaru) – do que você esta rindo, Rin?

(Rin) – desculpe. É que é muito fácil imaginá-lo jantando em um restaurante chique... mas se lambuzando todo, comendo pizza...

(Sesshoumaru) – também já tive a sua idade, e se Izaio deixasse pizza seria a minha janta todos os dias!

(Rin) – você fala como se você muito velho!

(Sesshoumaru) – você não me acha velho, Rin?

(Rin) – na verdade! Todo lambuzado de pizza assim... você parece mais um garoto de dez anos!

(Sesshoumaru) – nossa sempre me disseram que eu aparento menos idade do que tenho mas não tanto!

(Rin) – você fala como se tivesse uns sessenta anos, você só tem trinta! Ainda tem muita coisa pra você aproveitar na vida.

(Sesshoumaru) – é você tem razão! – (dessa vez foi nos lábios deles que um sorriso se formou) – você tá com uma sujeirinha bem aqui...

movido por um impulso, Sesshoumaru, com o polegar retirou um pouco de catchup que estavam nos canto dos lábios dela, no susto, Rin, segurou a mão dele, mas não a afastou do rosto. Ele não resistiu a tentação de acariciar o lábio inferior dela com o polegar, Rin fechou os olhos e entreabriu os lábios, em um convite silencioso.

Sesshoumaru puxou sua mão de volta, perturbado, e o silêncio cai sobre ele.

(Rin constrangida) – é... melhor eu ir pra casa! Já terminei o que eu tinha pra fazer e esta um pouco tarde!

(Sesshoumaru) – e... você vai de que para sua casa?

(Rin) – vou pegar um metrô...

(Sesshoumaru) – nada disso! Já são 8:20... é muito tarde pra você ainda pegar um metrô! Eu te levo! Vamos!

aquilo não era bem um pedido, pensou Rin, estava mais para uma ordem!

(Rin) – vamos!

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(Mirok por telefone) – você o que?

(Inuyasha) – eu sei, eu sei... fiz merda!

(Mirok) – põe merda nisso! Você é o cara mais tapado que eu conheço!

(Inuyasha) – não exagera, Mirok! Eu perdi a cabeça... tá certo foi mal! Mas ela também vacilou feio! E se ela tá achando que eu vou pedir desculpas... está redondamente enganada. Quem ela pensa que é?

(Mirok ¬¬) – a sua amiga, que você é afim, e que você tratou como se ela fosse uma prostituta qualquer?

(Inuyasha) – Ôuôuôu... eu pedi desculpas por isso ela que não quis aceitar!

(Mirok) – e você, por acaso, pediu desculpas direito... ou falou todo com aquele jeito irritado?

(Inuyasha) – ah.. ...

(Mirok) – hum...

(Inuyasha) – xau. Eu vou ligar pra ela.

Inuyasha desliga o telefone e volta a pegá-lo e disca o numero de Kagome... mas só dá ocupado.

(Inuyasha òó) – maldição!

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(Sango por tel) – Kagome, não chora!

(Kagome) – eu nunca pensei que o Inuyasha fosse me tratar daquela forma.

(Sango) – ele é um imbecil mesmo e não merece que você derrame uma lágrima se quer por ele!

(Kagome) – eu sei que você tem razão. Mas, poxa, ele era o meu melhor amigo!

(Sango) – sem falar que você ainda é apaixonada por ele!

(Kagome) – é mas agora eu não quero mais falar sobre isso!

(Sango) – tudo bem! E então, você vai pro litoral amanhã com o Kouga?

(Kagome) – não sei. Eu perdi meu animo sabe!

(Sango) – se eu fosse você, eu iria! Vai ficar em casa fazendo o quê? Curtindo fossa? Olha, vai sim. Sai e se diverte. O Kouga é super gente fina e tá de quatro por você! Dá uma chance pro cara! Não dizem que não tem nada melhor que um novo amor pra curar um coração partido?

(Kagome) – Sango, sabe que eu só gosto dele como amigo! mas quer saber? eu vou sim. Sair e me distrair!

(Sango) – é isso ai! Agora é melhor você descansar. E para de chorar e dorme que é pra não acorda de cara inchada!

(Kagome) – tá bom. Xau Sango!

Sango desliga o telefone e Kagome o deixa fora do gancho.

E na cobertura, Inuyasha já estava impaciente de tanto ligar e só dar ocupado. Com quem, diabos, ela estava falando? Com o Kouga é claro combinado o maldito fim de semana. Ela nem se importava, com a briga deles. Pro inferno! Ele também não ia mais se importa. Mas... e se ela não tivesse falando com ele? Pro inferno! Ele iria lá e se acaso ela estivesse esse tempo todo falando com o lobo sarnento, ele diria... sabe deus. Ele só não podia ficar naquela agonia sem saber o porque do telefone só dá ocupado. Desceu até lá e... que duvida cruel: tocar ou não tocar a campainha. Resolveu não tocar, entraria despercebido e caso ela estivesse falando com o Kouga como pensará, simplesmente daria meia volta e sairia sem bancar o otário pra ela.

A casa estava toda imersa na escuridão, mas aquilo não era problema para sua visão privilegiada de youkai, ele pode observa o telefone fora do gancho, então ela não queria ser incomodada por ninguém. Por que?

Apenas havia a luz do quarto dela acessa, ela estava lá. Sozinha ou acompanhada? Bem... estava claro que ela não queria ser incomodada! A porta do quarto estava só encostada, ele abriu apenas o suficiente para perceber que ela estava dormindo, por sobre os lençóis, calçada com aquelas suas pantufas de coelhinho e seu blusão da sakura, agarrada ao travesseiro e no rosto marcado o caminho por onde as lágrimas haviam passado.

"com certeza eu sou u idiota" – (pensou Inuyasha) – "como pude dizer todas aquelas coisas pra você? Me desculpe, Kagome, me desculpe!"

Inuyasha tirou-lhe as pantufas com cuidado para que ela não acordasse, pegou um edredom e a agasalhou, tirou-lhe os cabelos que lhe caiam sobre a face, e não resistiu em dar lhe um beijo de boa noite na testa.

(Inuyasha) – amanhã... eu volto e a gente faz as pazes tá bom? – (sussurrou)

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no dia seguinte, Inuyasha não conseguiu levantar a tempo de ainda pegar Kagome em casa...

(Inuyasha) – posso ir falar com ela lá!

(Mirok por tel) – você sabe onde fica essa casa?

(Inuyasha òó) – não!

(Mirok) – saca só! Talvez tenha sido melhor assim. Dá um tempo pra ela esfriar a cabeça e a raiva passar.

(Inuyasha òó) – e tempo pro sarnento, se aproveitar que eu não to por perto pra proteger ela!

(Mirok) – é a vida meu caro amigo! e eu rogo pra que ela não seja de guarda magoa que nem a amiga dela, porque se ela for como a Sango, você está lascado, colega!

(Inuyasha --) – ai-ai que esse final de semana vai ser uma eternidade...

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Oi pessoal,

Eu sei que eu demorei pra postar cap novo!

É que eu tava meio sem criatividade,

Mais agora eu meio que tô de pilha nova! E muitas idéias!

E eu não responde as Reviews hj não pq tipo...

São 2:51 da manhã e eu to com sono mais quero postar logo

Esse cap!

Mas continuem mandando elas que são minha injeção de animo!

E é só!

Eu iloveyou você

e já ne "

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