Univercity
12°parte: Shikonotama: meu paraíso infernal!
1° parte
aviso: cont. hentai.
"aonde diabos ela estaria?" – pensou Sesshoumaru – "se ela se atrasar mais um segundo... desistirei dessa droga de viagem! Afinal eu poderia usar essa semana livre de compromissos para rever alguns contratos."
Tudo bem eles ainda tinham 15 minutos para o horário programado para seu jatinho levantar vôo, mas ela estava atrasada para o horário que havia marcado com ela. Já havia chegado há uns 5 minutos e já havia posto suas malas no jato e agora esperava por no hangar da família Taisho.
Naquele estante um táxi parou de frente a ele.
(Rin) – desculpe pelo atraso!
Rin quase não o reconheceu sem o habitual terno, ele usava uma calça social preta, blusa de gola alta cinza e um sobre tudo de couro.
(Sesshoumaru) – tudo bem! Vamos por sua bagagem no jato! – (dize pegando as malas dela) – ainda em 15 minutos para o horário do nosso vôo, quer ir tomar alguma coisa?
(Rin) – um chocolate quente seria perfeito!
(Sesshoumaru) – então vamos!
Sesshoumaru não podia acreditar a quanto àquela garota podia ser versátil, um dia era a secretaria com suas roupas sérias e sem graça, no outro uma mulher fascinante e sensual e agora uma típica jovem universitária, de calça jeans, uma blusa verde com dizeres em preto e uma jaqueta preta, os cabelos presos num rabo de cavalo. Ela estava linda com aquele ar jovial.
Os dois seguiram para uma cafeteria próxima, Rin pediu seu chocolate quente e Sesshoumaru ficou com um café simples mesmo.
(Rin) – eu estava congelando! – (dize enquanto segurava a caneca de chocolate entre as duas mãos para aquecê-las)
(Sesshoumaru) – termine logo e vamos voltar temos só 5 minutos!
Os dois seguiram para o avião, onde levantaram vôo para Shikonotama.
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no prédio, Kagome espera pelo elevador e quando esse chega ela dá de cara com Inuyasha...
(Kagome) – oi – (dize sem jeito)
desde o aniversário de Rin, eles ainda não tinham se encontrado. Inuyasha não pode deixar de perceber que ela iria sair. Ela usava uma saia longa jeans, uma babylook preta com os contornos um cachorrinho coroado branco com um suave brilho, botas de cano alto pretas e carregava uma jaqueta também jeans que tinha a lapela direita cheia de broches de prata com stras para quando sai-se do prédio aquecido. Levava também uma pequena bolsa de mão preta decorada com retalhos de um tecido prata e uma renda também preta, e correntes e tachinhas. Os cabelos estavam presos em um coque todo espetado, seguros por palitinhos pretos. E perfume preenchia todo ambiente e embriagava os sentidos de Inuyasha.
(Inuyasha) – oi – (dize já meio aborrecido) – "ele deve ir encontrar com o Kouga, toda produzida"
os dois não trocaram mais nem uma palavra e quando elevador chegou no térreo eles se despediram com um simples "thau"
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Era realmente incrível! Eles não estavam com nem meia hora de vôo e ele já estava grudado em seu notebook revisando contratos. Graças a Deus, Inuyasha havia lhe dado aquele CDplayer ou ela morreria de tédio naquela viagem de 11 horas até as ilhas tropicas eu não sei como essa viagem pode ser tão curta mais tudo bem :p
Deixaram Tókio as 6 horas e deveriam chegar às 4 da manha em shikonotama.
Será que a semana inteira seria assim... ele e seu notebook? Ou ele iria reservar um tempo para lhe mostra a pequena ilha? Será que ele a beijaria de novo?
"é claro que não! Pare de sonhar sua boba." Dize para se mesma enquanto balançava a cabeça para afastar tais idéias. Bem , mas pelo menos na ilha ela teria com o que se distrair...
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Devia ser a 30° vez que ele lia o mesmo parágrafo daquele acordo e ainda assim não conseguirá compreender uma só palavra. Se ela pensava que por estar mexendo em seu computador portátil, ele não perceberia o olhar dela e que não vira o movimento de reprovação que ela fizera com a cabeça. Mais ele já estava bem ciente de sua presença ali, afinal desde quando ela tinha aquele perfume embriagante e porque diabos ela tinha que ter tirado a bendita jaqueta, ficando apenas com aquela blusinha de meia, que marcava bem os pequenos, rígidos e arredondados seios. Sem falar que ele não conseguia esquecer o gosto doce dos lábios rosados. Mas ele tinha de se lembrar da promessa que fizera a si mesmo... Aquela semana seria um inferno.
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horas depois...
(Kagome) – e então o que vamos fazer agora?
(Sango) – não sei! Que tal irmos lanchar?
(Kagome) – ótimo!
As duas acabam optando por pizza. E depois de alguns minutos
(Sango entre uma bocanhada de pizza e outra) – tá tudo pronto pra nossa viagem?
(Kagome) – eu tô pensando em não ir, Sango!
(Sango) – mas porque? Já tava tudo resolvido!
(Kagome) – aconteceu uns lances ai... e o clima entre mim e o Inuyasha não tá legal, sem falar que ele vai com a namorada e não tem nada a ver eu ir no meio!
(Sango) – ah... tá ai o problema... a Kikyou!
(Kagome) – não é, não! Mais ele vai tá com a namorada e você e o Mirok vão acabar se entendendo, eu vou ficar segurando vela!
(Sango) – tá legal, você não quer ir não vai! Mais não fica rogando praga!
(Kagome) – tá bem!
(Sango) – beleza! Se você não for eu não vou! Mais pensa bem porque a Rin tá esperando pela gente no próximo fim de semana!
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(Kikyou) – Inuyasha.. Inuyasha!
(Inuyasha) – hãm? O que foi? – (fala despertando de um tranze)
(Kagura) – nossa em que planeta você esta?
(Kikyou) – eu estava dizendo que a Kagura e o Narak já estão indo embora!
(Inuyasha) – a tá! Thau!
(Kikyou) – eu vou levá-los até a porta!
Kikyou seguiu com os outros dois até a porta e Inuyasha voltou a voar...
(Narak) – você precisa seduzi-lo, Kikyou. Ou vai perdê-lo.
(Kikyou) – eu não vou perdê-lo até termos o queremos.
(Narak) – assim espero!
Kikyou volta para a sala de seu apartamento.
(Kikyou) – como você pode fazer isso?
(Inuyasha) – o que foi que eu fiz!
(Kikyou) – eu preparo um jantar para os meus amigos e você passa a noite todinha ai com a cabeça sabe Deus onde!
(Inuyasha) – desculpa! Eu tô com uns problemas ai... É melhor eu ir pra casa.
(Kikyou) – pra casa? Eu pensei que você fosse querer passar a noite aqui!
(Inuyasha) – não vai dar, Kikyou! Eu tem sem cabeça pra isso. É melhor, eu ir!
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Kagome estava saindo da banheira quando a campainha tocou. Ela pôs um roupão e foi abrir a porta...
(Kagome) – Inuyasha!
(Inuyasha) – oi! Eu preciso saber o que foi que eu fiz?
(Kagome) – o que?
(Inuyasha) – no aniversario da Rin...
(Shippou) – quem tá ai, Kagome? – (perguntou saindo do quarto de hospedes e esfregando os olhinhos de sono)
(Inuyasha) – volta pra cama. Piralho!
(Shippou òó) – ah! É você, Inuyasha! Você é mesmo um idiota! Nunca bate na campainha, ai você vem hora dessa e sai acordando todo mundo!
(Inuyasha) – vai dormir antes que eu te dê um cascudo!
(Kagome) – Shippou, vai dormir, vai!
(Shippou) – boa noite, Kagome, e tenha bons sonhos! E pra você Inuyasha, pesadelos terríveis! Òó
(Inuyasha) – pra você também, Shippou. Òó
Shippou entrou em seu quarto...
(Inuyasha) – fala, logo Kagome. O que foi que fiz? No dia do aniversario da Rin eu bebi de mais e sempre que eu faço isso eu sempre faço besteira e depois eu não me lembro de nada. E desde aquele dia tá assim... meio... sei lá! Tá um troço estranho entre a gente e eu não tô gostando nem um pouco disso.
(Kagome) – você não lembra do que aconteceu?
(Inuyasha) – eu sabia que tinha feito merda! Anda fala! O que eu fiz com você?
(Kagome) – nada! Comigo nada! Pagou uns micos é verdade, mas não teve nada de mais!
(Inuyasha) – eu não fiz nada pra te magoar?
(Kagome) – não!
(Inuyasha) – então você continua sendo minha melhor amiga, não é?
(Kagome) – claro!
(Inuyasha) – você não sabe o quanto isso me deixa tranqüilo! – (dize abraçando ela) – e ai tá com tudo pronto pra nossa viagem de férias? Vamos na semana que vem.
(Kagome) – é claro! mas a Kikyou não vai gostar de ter a turma toda lá!
(Inuyasha) – ela vai levar dois amigos também!
(Kagome) – olha só vou avisando, se a Sango se entender com o Mirok e os amigos da Kikyou forem um casal... eu não vou ficar segurando vela.
(Inuyasha) – Shikonotama tem uma vila de pescadores que recebe alguns pouco turistas não é uma ilha totalmente isolada você vai ver outras pessoas alem da gente. Sem falar que a Rin vai estar lá! Então não desiste da viagem não tá!
(Kagome) – tá!
(Inuyasha) – boa noite viu!
(Kagome) – pra você também!
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Rin acordou e olhou ao redor tentando se lembrar onde estava... ah, sim...havia chegado em Shiko durante a madrugada e fora imediatamente para o quarto que havia sido reservado para ela.
O quarto era esplendido, bem amplo e todo em diferentes tons de coral, com um armário para ela guardar as coisas dela, um banheiro com direito a uma banheira enorme e havia uma porta de vidro fechada por uma cortina branca que deveria ser uma varanda. Rin abriu as cortinas 0e mal pode acreditar. A ilha era realmente um paraíso. Se podia ver da varanda do seu quarto no segundo andar da mansão que ficava em uma das partes mais elevadas da ilha. O céu de um espetacular azul celeste, a vegetação local em vários de tons de verde, sem falar nas milhares de variedades de flores multicoloridas e no azul turquesa do mar contratando com o céu lá embaixo.
Rin se vestiu rapidamente e deixou o quarto. Pronta para sair e explorar a ilha. Quando terminou de descer as escadas foi recebida por um estranho senhor...
(Jaken) – bom dia, srta. Rin!
(Rin) – bom dia!
(Jaken) – meu nome é Jaken e sou o mordomo do senhor Sesshoumaru. E vou servi-la também durante essa semana!
(Rin) – é um prazer conhecê-lo sr. Jaken.
(Jaken) – o Sr. Sesshoumaru saiu pra fazer seus exercícios matinais! O desjejum está servido no terraço principal e o sr. Dize que a Srta não deveria esperar por ele!
(Rin) – obrigada, sr. Jaken.
Jaken indicou onde ficava o terraço e Rin se dirigiu para lá. A casa era magnífica, uma casa dos sonhos. Muito grande e a sala que antecedia o terraço tinha uma parede toda de vidro, como era também a parede ao lado da escada, deixando a casa bem iluminada. O terraço principal era grande e cercado de flores, uma piscina e a escada que levava a praia. Havia também uma mesa em uma parte coberta do terraço, que estava coberta de delicias: frutas tropicais, pães de todo tipo, bolos, café e suco de laranja.
(Rin) – é com certeza estou no paraíso! – (dize se espreguiçando e levantando as mãos para o céu)
ouvindo a escada de madeira ranger, sob o peso de alguém, Rin que estava de costa para a escada se vira para ver quem era.
Pronto o paraíso estava completo com a chegada do Deus grego. Com certeza ele vinha de uma corrida pela praia, estava de calção preto, a camiseta vinha dependurada no ombro direito deixando a mostra o tórax definido, bronzeado e coberto por uma camada de suor a mostra e os cabelos estavam presos num rabo de cavalo baixo.
(Rin) – bom dia! – (dize quando recuperou o fôlego que tinha perdido com aquela visão)
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ela iria proibi-la de se vestir daquele jeito. Ele sentira o coração falhar uma batida ao vê-la no topo daquela escada com aquele shortinho branco com um pouco mais de um palmo, deixando aquelas pernas bem torneadas de fora, blusinha de alçinhas também branca e aqueles cabelos magníficos estavam soltos e balançando a brisa oceânica que também se misturava com o cheiro dela. Tinha que se controlar ou acabaria possuindo-a ali mesmo no final da escada. Principalmente se ela continuasse a olhá-lo daquele jeito.
(Rin) – bom dia! – (dize abrindo seu lindo sorriso)
(Sesshoumaru) – bom dia! – (conseguiu dizer)
(Rin) – levantou cedo!
(Sesshoumaru) – eu sempre levanto cedo! Já tomou seu café da manha?
(Rin) – ia fazer isso agora. Me acompanha?
(Sesshoumaru) – acompanho.
Sentaram-se à mesa e Rin se serviu de suco e depois serviu a Sesshoumaru...
(Rin) – você tem muito trabalho pra fazer?
(Sesshoumaru) – na verdade mandei preparar o iate para dar uma volta. Você quer ir comigo?
(Rin) – eu adoraria!
(Sesshoumaru) – você sabe nadar né?
(Rin) – sim eu sei.
(Sesshoumaru) – perfeito.
(jaken) – com licença, Sr. Sesshoumaru, mas se vai navegar com a Srta, eu irei a vila comprar alguns mantimentos e frutos do mar frescos.
(Sesshoumaru) – tudo bem, Jaken!
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um pouco depois Sesshoumaru e Rin seguiam no píer rumo ao iate de Sesshoumaru, esse passou para o barco por uma ponte meio bamba.
(Sesshoumaru) – venha! – (dize estendendo a mão para ajudá-la)
Rin sentiu uma corrente elétrica percorrer seu corpo quando Sesshoumaru segurou seu pulso para ajuda lhe na ponte.
(Rin) – obrigada!
Sem nada responder Sesshoumaru foi dar partida no iate e em meia hora já haviam se distanciado bastante da ilha que de longe era ainda mais bela.
Sesshoumaru pois o barco no piloto automático e foi em direção a Rin.
(Sesshoumaru) – vou te mostrar as cabines lá em baixo. – (dize começando a descer as escadas para as cabines)
entrar na parte interna do iate era como se estivessem entrando em um pequeno apartamento com uma pequena sala e cozinha e duas cabines.
(Sesshoumaru) – você fica com a dá direita Rin.
(Rin) – obrigado.
(Sesshoumaru) – Jaken preparou um lanche para a gente só voltamos na hora do almoço. Quer comer alguma coisa?
(Rin) – não. Obrigada!
(Sesshoumaru) – vou ficar na proa revendo alguns acordos que devem ser selados quando chegarmos.
(Rin) – esta bem. Eu acho que vou nadar.
(Sesshoumaru) – faça o que quiser.
Rin entrou na cabine que ele dize ser para ela. e Sesshoumaru voltou para a proa e sentou-se numa pequena mesa localizada na proa. Mergulhar seria uma boa idéia, talvez servisse para aplacar as labaredas que circulavam em suas veias desde que a segurara pelo pulso. Afinal o que estava acontecendo? Onde estava o Sesshoumaru frio e racional? Porque aquela menina fazia parecer que seu corpo ganharia vida?
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pelo menos ele tinha a consideração de levá-la para passear mesmo que depois grudasse no computador. Não poderia querer mais. O passeio até ali foi maravilhoso, o céu azul, o sol brilhante e as águas turquesas. Se ele não iria acompanhá-la problema o dele! ela iria adorar mergulhar nas águas cristalinas.
Subindo para a proa, Rin verificou se Sesshoumaru estava bem entretido no computador. Ele estava. Passou por ele e foi até uma área baixa que ficava à poucos centímetros do nível d'água e tinha uma pequena escada para ajudar a quem estivesse na água. Olhou novamente para Sesshoumaru procurando ter certeza que estava com os olhos fixos no notebook. Tirou a saída de banho, ficando apenas de biquíni, sentou-se e pôs os pés dentro d'água para testar a temperatura. Fria! Mas perfeita para o dia quente.
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era só o que faltava! Observá-la disfarçadamente, sentada ali testando a temperatura da água. Por pouco seu coração não saira pela a boca ao vê-la retirar a saída de banho ficando apenas com aquele biquíni azul marinho com flores brancas. Não era um biquíni minúsculo, pelo contrario era bem decente, mas deixava mais pele amostra do que ele gostaria de ver. Ele estava agindo feito um moleque de colegial, nervoso com a visão de uma garota de biquíni. Talvez tenha passado tempo de mais sem satisfazer uma das necessidades básicas de um homem. Talvez mas tarde fosse até a vila de Shiko para procurar alguma feminina para saciar a necessidade que agora o atormentava e ai aquela menina pararia de mexer tanto com seus hormônios. Observou Rin escorregar vagarosamente para dentro d'água e começar a nadar.
Sesshoumaru voltou a prestar atenção no computador ou pelo menos tentar...
Poucos minutos depois, Sesshoumaru percebeu um silencio inquietante. Rin não voltara a subir no barco e também não se ouvia mais nenhum movimento na água que não fosse o normal do mar. Parou de mexer para escutar melhor. Era inacreditável! Ela por acaso era alguma maluca? Havia sim o som de alguém nadando, a uma distancia mais que razoável do barco. Ela deveria saber que não podia se afastar muito do barco em alto mar. Se aproximou da escada de aceso ao barco e pode vê-la ao longe. Ela não nadava mais na verdade estava tentando se manter na superfície. Sesshoumaru rapidamente retirou a camisa e o tênis que usava e pulou na água para buscá-la.
(Sesshoumaru) – você é louca de se afastar tanto do barco! Segure-se em mim! – (dize passando os braços dela por se pescoço para que ela se segurasse em suas costas)
rapidamente estavam de volta ao barco. Sesshoumaru a ajudou a subir abordo e depois ficou ainda um pouco dentro d'água. Precisava se recuperar da sensação de tê-la agarrada em suas costas com os seios comprimidos contra elas e sem falar em quando foi ajudá-la a subir e suas mãos a seguraram-na pela cintura. Não poderia sair da água, bastava olhar para sua bermuda para saber o quanto estava... digamos... "afetado" pela proximidade dela.
(Rin) – desculpe! – (dize já enrolada na saída de banho)
(Sesshoumaru) – pelo menos você esta bem!
(Rin) – graças a você, obrigada.
(Sesshoumaru) – é melhor você trocar de roupa e descansar um pouco. Logo voltaremos o tempo está querendo mudar.
(Rin) – está bem!
Sesshoumaru observou Rin entrar na área interna do barco e pode sair da água pelo menos seu membro estava mais desinchado. Era incrível o poder que os hormônios tinham em um homem. Levantou-se e seguiu para as cabines, a fim de trocar de roupa.
Quando saiu da cabine encontrou Rin olhando a cesta de piquenique preparada por Jaken.
(Rin) – o Sr. Jaken fez sanduíches naturais! Quer comer?
(Sesshoumaru) – vamos comer e voltar! Parece que teremos uma tempestade de verão por aqui. E é mais seguro estarmos em terra quando ela chegar.
(Rin) – tá bem.
Os dois comeram e se puseram a caminho da ilha. Mas antes de abordarem no píer a tempestade os alcançou. Desembarcaram embaixo de um temporal.
(Rin) – tempestades de verão são sempre assim? – (gritou contra o vento para que Sesshoumaru pudesse ouvi-la)
(Sesshoumaru) – às vezes piores! – (gritou de volta) – é melhor corremos para a casa.
Ambos correram em direção a casa e chegaram lá ensopados. Sesshoumaru chamou por Jaken, mas não teve resposta.
(Sesshoumaru) – ele deve ter ficado preso na vila com esse temporal. – (dize acendendo a lareira) – e também estamos sem energia.
(Rin) – é incrível como o tempo muda de uma hora pra outra! Estava um dia quente e ensolarado e de repente muda e eu estou congelando.
Sesshoumaru foi até um armário e pegou algumas toalhas. Ao se virar não pode deixar de sentir uma fisgada na virilha com a visão. A luz bruxuleante da lareira dava um brilho dourado a Rin, e as roupas molhadas grudava ao corpo. Ele não conseguia tirar os olhos da camiseta grudada aos seios de mamilos intumescidos pelo frio.
Rin percebeu o que era que atraia os olhares de Sesshoumaru, e sentiu o rosto corar. Mas por motivos que não conhecia, de repente seu corpo foi inundado por um calor enlouquecedor, gostava de ser o centro das atenções de Sesshoumaru. E também ousou a olhar para o corpo dele. da camisa branca molhada marcando cada músculo do peitoral, as pernas musculosas e de volta ao rosto de Sesshoumaru.
Que olhar era aquele? Foi como ou melhor do que se tivesse tocado ele. Deixando labaredas de fogo por onde passou. Sesshoumaru se aproximou dela e passou a toalha por cima dos ombros dela, mas não soltou a ponta da mesma, mantendo-se perto de Rin.
(Sesshoumaru) – pare com isso! – (falou meio rouco)
(Rin se entender) – parar com o que?
(Sesshoumaru) – pare de me olhar desse jeito!
(Rin) – de que jeito?
(Sesshoumaru) – como se me quisesse!
Rin sentiu que seu rosto ficava mais vermelho do que já estava...
(Rin) – e se eu quisesse?
Perguntou surpreendendo a Sesshoumaru e a ela mesma por tamanha ousadia. Ela viu Sesshoumaru arregalar um pouco olhos e seu maxilar ficar tenso, fitando-a por alguns instantes, antes de soltar um grunhido quase animalesco, para depois puxá-la pela toalha colando seu corpo ao dela e se apossar dos lábios dela.
Sesshoumaru movimentava os lábios sobre os dela pedindo, exigindo e ela o correspondeu prontamente. Quando sentiu sua boca ser invadida pela língua molhada e quente dele, Rin teve medo de que suas pernas não pudessem sustentá-la caso ele a solta-se de repente, mas ele a segurava firmemente pela cintura, mas para ter mais segurança o enlaçou pelo pescoço, acariciando a nuca dele. E Rin correspondeu as caricias que a língua de Sesshoumaru fazia em sua boca, enrolando sua língua a dele e logo depois introduzindo sua língua na boca dele, que não pode conter um gemido. Sesshoumaru mordeu de leve o lábio inferior dela e a sentiu estremecer em seus braços. E ele gostou da sensação. Passou da boca para o queixo, para a base do pescoço e subiu beijando-a para a orelha dela.
(Sesshoumaru) – você tem noção do que uma proposta dessa pode fazer com um homem?
Sussurrou ao ouvido dela enquanto tirava uma das mãos dela de sua nuca e levava a seu membro rígido, na esperança de que à sustasse e ela se afasta-se antes que ele fizesse uma besteira maior. Mas o surpreendeu e o agradou quando ela não teve a reação esperada e começou a acariciar o membro pulsante por cima da bermuda com os dedos delicados.
(Rin mordiscou-lhe a ponta da orelha e sussurrou-lhe) – não! Mas gostaria de saber!
Rin não sabia de onde estava saindo toda aquela ousadia! Não era próprio dela. Mas estava adorando acariciá-lo e ser acariciada. Sesshoumaru gemeu quando Rin relou seu ventre no pênis rígido dele. ele subiu as mãos pelo corpo dela e capturou o seio direito dela em sua mão. Os seios eram do tamanho ideal, pequenos e firmes. Encaixavam-se perfeitamente na mão dele, deixando o pescoço da jovem, ele começou a sugar-lhe o seio por cima da camisa. Rin segurou-se firme nos ombros dele para não despencar. Sesshoumaru arrancou-lhe a blusa por cima da cabeça, expondo os seios alvos e os bicos róseos intumescidos pelo desejo, ele beijou o pedacinho de pele entre os seios e Rin se inclinou para trás oferecendo os seios a Sesshoumaru que apoio seu movimento segurando-a pelas costa para que não caísse. Tomando-a nos braços levou-a para o carpete em frente a lareira e deitou-se junto a ela no carpete. Por alguns instantes apenas a observou arfando exasperada, angustiada por receber coisas que jamais havia recebido. Ele não precisava ter perguntado se ela era virgem, ele sabia disso. Tentou evitar que chegassem a esse ponto, mas como fora inevitável, pelo menos daria a ela atenção que merecia. Rin ergueu-se um pouco e rosou os lábios no queixo dele e depois o beijou. Sesshoumaru aprofundou o beijo e suas mãos percorreram o corpo de Rin e capturou-lhe os seios.parou de beijá-la para voltar a sugar os deliciosos seios dela. Sentido as mãos de Rin puxar-lhe a camisa Sesshoumaru parou o que fazia para ajudá-la a despir a blusa e voltou a sugar os seios de Rin, que estremeceu quando ele mordicou-lhe os mamilos doloridos. Sesshoumaru ergueu-se e começou a tirar o short de Rin levando com este a calcinha dela. Com dedos trêmulos, Rin desbotou a bermuda dele e abaixou-a até os joelhos dele, então capturou o pênis rígido e pulsante com a mão, acariciando-o. retribuindo as caricias, Sesshoumaru acariciou o sexo dela sentindo-o úmido e quente, enquanto continuava sugando os seios dela, desceu beijando a pele macia até o ventre da jovem. Abruptamente abriu as pernas de Rin e beijou-lhe o sexo, sugando-o. Rin entrelaçou os dedos na pelugem do carpete, jamais imaginara receber um beijo tão ousado e gemeu alto quando sentiu a língua quente de Sesshoumaru invadi-lhe o corpo, segurou pelos cabelos e puxou para si.
(Rin) – faça amor comigo, Sesshoumaru! – (implorou com os lábios colados ao dele)
(Sesshoumaru) – eu farei! – (prometeu-lhe)
por mas que quisesse retardar o momento X. sabia que não agüentaria mais aquela doce tortura. Ergueu-se e puxou a gaveta de um criado mudo próximo derrubando-a no chão espalhando todos os cacarecos que tinha dentro dela. Desde que Jaken soubera que iria passar a semana em Shikonotama com uma garota espalhara camisinhas por todas as partes da casa. Deveria ter uma ali também, mas era difícil procurar quando tinha Rin embaixo do seu corpo, acariciando-o, beijando-lhe o tórax, mordiscando-lhe os mamilos.
(Rin) – por favor, Sesshoumaru!
Ela implorou erguendo os quadris do carpete e rosando-os em Sesshoumaru, que soltou grunhido animalesco, segurou-a pelos quadris e penetrou. Rompendo a sua delicada barreira com ímpeto, fazendo-a estremecer e gemer de dor e prazer. Ele continuava segurando-a pelos quadris enquanto entrava e saia do corpo dela. Ela enterrou as unhas nos ombros dele, que soltou lhe os quadris e capturou lhe os seios, sugando-os, mordiscando-os. Logo os espasmos do orgasmo dominou-os e Rin sentiu-se ser inundada pela essência dele, enquanto sentia os últimos espasmos açoitarem-na.
Sesshoumaru saiu de cima do corpo de Rin, agora lânguido e satisfeito. Ela estava simples mente adorável, os cabelos espalhados pelo carpete, o rosto corado, os olhos semicerrados, pesados pelo cansaço da "atividade" e um sorriso bobo flutuava em seus lábios rosados. Sesshoumaru não resistiu a dar um selinho na boca doce de Rin, haviam cometido uma loucura, mas estava mais estava muito feliz em saber que aquele rosto de satisfação se devia a ele. E como imaginara o sexo com ela fora igualmente prazeroso ao beijo do dia do bendito leilão. Pegou-a no colo, sonolenta e levou-a para o quarto dela, depositou-a na cama e cobriu-a com o lençol e deixou o quarto. Fora maravilhoso possuí-la! Mas fora errado e não se repetiria. Não se deixaria levar pelos encantos de Rin, novamente! Assim esperava!
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finalmente mais um cap!
Plonto Naia agora você pode ler!
XP
Esperam que tenham gostado!
Por favor...
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