Univercity

13°parte: Shikonotama: meu paraíso infernal!

2°parte

(Inuyasha) – oi, Shippou!

(Shippou) – ai! Inuyasha, seu baka, você me assustou. Porque você não sabe tocar a campainha, não? É só aperta aquele botãozinho ali, ó! – (dize mostrando o botão)

(Inuyasha) – já tá se achando o dono da casa, né? Diz aonde esta a Kagome e pode voltar a assistir os teletubes.

(Shippou òó) – eu tô assistindo Pokemon. P-O-K-E-M-O-N!

(Inuyasha) – feh! Tanto faz, coisinha insuportável. Cadê a Kagome?

(Shippou òó) – tá na cozinha, coisona estúpida!

(Inuyasha) – feh! Piralho idiota! – (dize indo para a cozinha)

(Kagome assim que Inuyasha entra na cozinha) – você tem que implicar tanto com o Shippou?

(Inuyasha) – você tinha que trazer aquela porqueirinha pra cá?

(Kagome) – você não podia ser um pouquinho menos implicante?

(Inuyasha) – o que eu posso fazer se ele é muito chato?

(Kagome) – ele é só um garotinho. E confesse, Inuyasha, você adora irritá-lo.

(Inuyasha) – tá bom! Eu confesso! Mas mudando de assunto... a mamãe já falou com você?

(Kagome) – sobre o jantar? Já!

(Inuyasha) – e o que você tá fazendo? – (pergunta vendo-a de costa batendo alguma coisa)

(Kagome) – bolo de chocolate com avelã. – (dize abrindo um sorriso) – sua mãe e seu pai adoram. Então vou levar pra ele no jantar.

(Inuyasha) – posso lamber a vasilha?

(Shippou lá da sala) – NÃO! A VASILHA É MINHA!

(Inuyasha) – ENTÃO EU VOU LAMBER ELA SIM!

(Shippou) – KAGOME, OLHA O INUYASHA! – (dize entrando na cozinha)

(Kagome) – eu já tinha prometido a vasilha pra ele, Inuyasha!

Dize terminando de por a massa na forma e entregando a vasilha pro Shippou, que deu a língua pro Inuyasha e voltou para a sala.

(Kagome) – pega! – (dize estendendo uma xícara com um pouco de massa para Inuyasha) – mas não fala pro Shippou!

(Inuyasha) – você é de mais, Kagome!

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Rin amanheceu no mesmo quarto do dia anterior, se não fosse por seu corpo ainda nu e dolorido das horas de amor do dia anterior. Com muito esforço ela se arrastou para fora da cama e levantou-se. Em poucos minutos já estava no andar de baixo da casa.

(Jaken) – bom dia srta. Rin!

(Rin) – bom dia, Sr Jaken! O Sesshoumaru?

(Jaken) – ele saiu e não disse a que horas voltava. Me parece que ele foi de barco a ilha grande resolver algo sobre o escritório por lá, já que não temos forma de comunicação por aqui! Ele deve voltar antes do jantar. A srta gostaria de conhecer o vilarejo? É muito bonito por lá, e além do mais providenciaríamos frutos-do-mar frescos para o jantar.

(Rin) – Eu adoraria!

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o vilarejo era realmente lindo, com as casinhas todas brancas (tipo as que a gente vê na Grécia pela novela) e o Sr. Jaken era uma boa companhia. Teria aproveitado mais o passeio se não estivesse aborrecida por Sesshoumaru ter saído sem ao menos lhe dizer xau. O dia anterior deveria significar alguma coisa, afinal ela entregara-lhe sua virgindade.

Na verdade, praticamente exigira que Sesshoumaru a possui-se. Fora até bom ele ter saído, não saberia como se comportar na frente dele.

O sol já estava baixo quando ela e Jaken retornaram a casa...

(Sesshoumaru) – já estava pensando em ir procurá-los.

(Jaken) – desculpe a demora Sr. Sesshoumaru, o jantar ficará pronto em uma hora. – (dize se retirando para a cozinha)

(Rin sem graça) – eu vou tomar um banho.

Dize e saiu para o seu quarto.

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.: de noite em Tókio:.

(Inuyasha) – porque a gente tinha que trazer o Shippou?

(Shippou) – porque a tia Izaio pediu! Ela gosta de mim!

(Inuyasha) – minha mãe não é sua tia, piralho!

(Shippou) – você tá por fora do que eu sei!

(Inuyasha) – do que você ta falando?

(Shippou) – nada

(Inuyasha) – do que ele tá falando, Kagome?

(Kagome) – não é nada!

(Inuyasha) – vocês tão me enrolando!

(Kagome) – não estamos não! Só que é um surpresa e sua mãe pediu pra não te contar!

(Inuyasha òó) – eu não tô gostando dessa historia!

(Kagome) – não começa a ficar cismado, não!

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(Inuyasha) – O QUE? Não! De jeito nenhum! Vocês não podem adotar esse piralho. Eu não quero um irmãozinho!

(InuTaisho para Kagome) – Sesshoumaru dize a mesma coisa quando falamos que Izaio estava grávida de Inuyasha.

(Inuyasha) – olha só mãe. eu mesmo te levo em um orfanato e você escolhe um piralhinho mais bonitinho do que essa raposinha feia!

(Izaio) – o Shippou é muito fofo! Eu o adoro e vou adotá-lo!

(Inuyasha òÓ) – mas eu não quero que ele seja meu irmão!

(Shippou Òó) – como se eu quisesse! Eu também não quero ser seu irmão!

(Inuyasha) – pois então tá resolvido! Vocês não vão adotá-lo.

(Shippou ÒÓ) – é! Eu prefiro continuar órfão do que ser seu irmão! – (dize saído da mesa e indo para o jardim)

(Izaio e Kagome) – INUYASHA! Olha só o que você fez!

(Inuyasha) – eu não fiz nada! – (dize saído da mesa também e subindo para seu quarto na mansão Taisho)

(Kagome) – eu vou atrás do Shippou! – (dize se levantando)

(InuTaisho a impede) – não vá, querida!

(Izaio) – deixe-a ir, Taisho!

(InuTaisho) – Inuyasha gosta do menino, Izaio. E o menino vai ter que aprender como funciona a lei dos irmãos Taisho.

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"garoto idiota! Nunca vai entrar para a família"

Inuyasha pensava em quanto observava Shippou sentado na arvore sagrada pela janela. Pulando-a, Inuyasha vai até o pequenino.

(Shippou Òó) – eu não quero falar com você!

(Inuyasha) – perfeito! Eu também não quero falar com você! – (dize sentando-se ao lado dele) – só vim pra cá porque essa arvore sempre foi meu lugar favorito. Eu e Kagome sempre sentávamos aqui em baixo!

(Shippou Òó) – você dize que não queria falar!

(Inuyasha) – olha só, Shippou! Presta bem atenção que você não vai me ouvir falar isso de novo. Você vai entrar pra família e tem que saber que nessa casa é proibido um irmão dizer que gosta do outro! E é obrigatório sempre encher o saco do outro. Então não fica assim. Tá!

(Shippou) – tá dizendo que você já me considera seu irmãozinho?

(Inuyasha) – é! E por isso mesmo é melhor se acostumar comigo implicando com você, baka!

(Shippou) – sabe Inuyasha, você não é tão chato assim!

(Inuyasha) – e você também não é assim tão insuportável... hei o que você tá fazendo? – (dize ao ser abraçado) – me solta o piralho! E se alguém nos ver?

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(InuTaisho) – viu só! Estão se abraçando!

(Izaio) – eles são tão...

(Shippou vindo correndo) – búúúúaaaaa! Tia Izaio, Kagome, o Inuyasha me bateu!

(Izaio) – ...fofos! INUYASHA!

(Inuyasha òó) – quem manda ele ficar me agarrando!

(Shippou) – você é muito chato, briguento, arrogante, burro, besta...

(Inuyasha dando outro cascudo em Shippou) – já chega! Não exagera!

(Izaio e Kagome) – INUYASHA!

(Inuyasha tapando as orelhas) – mas porque tá todo mundo gritando comigo hoje?...

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aquilo estava começando a ficar insustentável. Depois do dia anterior, eles não podiam se tratar como dois estranhos. Jantaram no mais completo silencio. O sol estava começando a se por. Era hora de acabar com a muralha de gelo em que Sesshoumaru havia se escondido.

(Rin) – quero ir ver o por do sol na praia... – (dize quebrando finalmente o silencio) – vem comigo?

Sesshoumaru nunca ficou tão satisfeito ao ter o silencio ao seu redor quebrado.

(Sesshoumaru) – vamos – (dize se levantando)

era insensatez, se realmente queria se afastar de Rin, o que diabos estava fazendo indo ver o por do sol da praia com ela.

caminharam até um pouco antes de onde o mar molhava a areia branca. Sentaram-se em silencio para assistirem ao espetáculo da natureza. E permaneceram sentados até o céu ficar completamente escuro e a lua se refletia no mar.

(Rin) – o mar está tão bonito! – (voltou a quebrar o silencio entre eles) – que tal um mergulho?

(Sesshoumaru) – tá falando em subir até a casa, por roubas de banho e voltar?

(Rin) – tô falando apenas em tirar as roupas e mergulhar!

Sesshoumaru não podia acreditar no que tinha ouvido. Não podia aceitar tal proposta, prometera não repetir o erro do dia anterior. Mas ele não conseguia entender o que estava acontecendo. Não resistira a ela a primeira vez e dizer a si mesmo que fora mais pro curiosidade de saber como seria estar com ela mas mesmo agora estava agindo feito um adolescente excitado.

(Rin) – não vai dizer nada?

(Sesshoumaru) – você teve a idéia pode ir primeiro!

(Rin corada) – nada mais justo!

Rin, reunindo toda sua coragem se levantou da areia. Ela usava uma saia de crepe estampada com florzinhas azuis e uma blusa também azul. Olhou novamente para o mar e retirou a saia, revelando a calcinha de renda azul bb, para depois retirar a blusa revelando os seios pequenos e arredondados.

Sesshoumaru estava se sentindo como um ridículo adolescente que nunca vira uma par de seios antes na vida. Viu Rin olhar por sobre o ombro novamente para o mar, hesitante e os dedos trêmulos se aproximarem da borda da calcinha...

(Sesshoumaru) – agora é minha fez!

Dize ainda sentado, desabotoando os botões da blusa apressadamente, enquanto rezava para que as águas estivessem frias para quem sabe talvez o acalmassem... que diabos nunca se sentira tão ansioso em toda sua vida.

(Rin) – problemas com esse botão?

Sesshoumaru olhou para cima e se deparou com os olhos dela e voltando a baixar os olhos entendeu o porque do comentário dela. Por algum motivo seus dedos estavam trêmulos de mais para desabotoar o botão e o sorriso maroto nos lábios dela lhe dizia que ela havia percebido seu nervosismo.

(Rin) – deixa eu te ajudar!

Se ajoelhando na frente dele, Rin terminou de desabotoar a blusa de Sesshoumaru. Que se levantou e retirou o resto das roupas enquanto caminhava para o mar. Mergulho nesse e deu varias braçadas dentro da água antes de começar a voltar. Esbarrando com Rin na volta. Água batia na cintura dela! A pele branca e os cabelos longos e molhados cobrindo os seios e refletindo a luz do luar.

(Sesshoumaru) – eu desisto!

Dize puxando-a, fazendo com que os corpos se colassem e cobrindo a boca dela com a sua.

(Rin) – você desiste do que? – (dize quando pararam para respirar)

(Sesshoumaru) – de tentar ficar longe de você!

Voltou a beijá-la, agora um beijo mais exigente. As mãos percorriam o corpo de Rin, acariciando hora os cabelos, e ombros, hora as costas. Ate pararem nas nádegas dela trazendo-a para cima. Rin o enlaçou pela cintura pelas pernas, sentindo-lhe o membro rígido contra o ventre. Sesshoumaru abandonou a boca de Rin e agora beijava o pescoço dela, o colo e até chegar aos seios e começou a sugá-los gentilmente, trançado com a língua quente e úmida o bico rosado dos mamilos já rígidos pelas caricias dele...

(Sesshoumaru) – vamos voltar para a praia! – (dize sussurrando no ouvido dela)

sem esperar resposta, Sesshoumaru carregou Rin de volta a praia. lá as roupas que antes estavam espalhadas haviam sido recolhidas e havia uma colcha branca estendida na areia com dois roupões também brancos.

(Sesshoumaru) – Jaken!

(Rin corada) – será que...

(Sesshoumaru) – não se preocupe! Jaken é muito discreto!

Dize colocando-a deitada sobre colcha e voltando a beijá-la, no pescoço, ombros com se quisesse secar-lhe todas as gotas de mar que estavam em seu corpo com os lábios. até chegar novamente aos seios, passou um tempos sugando-os e mordiscando-os, um após o outro, antes de seguir beijando-a pela barriga, parando para fazer o contorno do umbigo com a língua. Antes de levar seus beijos ao ventre dela. As mãos acariciavam os quadris perfeitamente arredondados dela. Era incrível como os toques delicados dela, na base de seu pescoço, ombros e nas pontas das suas orelhas, simplesmente o deixavam louco. Nunca em toda sua vida uma garota o deixara tão excitado com tão pouco, como aquela menina fazia, deixando-o a ponto de explodir. Mas no dia anterior eles foram mais rápidos do que ele gostaria que fosse, afinal eram as preliminares. E agora queria prolongar o Maximo possível aquele momento.

Começou a acariciar a parte interna das coxas de Rin, e estas se entreabriram para poder recebê-lo. Ela já estava pronta para ele, podia sentir no cheiro que ela exalava. Alem do aroma floral, o do oceano, havia também o cheiro de desejo no corpo dela. Comprovando o cheiro que sentia, ao tocar o centro da feminilidade dela sentiu-a úmida e quente a espera dela. Introduziu dois dedos no corpo dela, enquanto o polegar acariciava lhe o clitóris. Viu-a prender a respiração, morder o lábio inferior reprimindo um gemido, enquanto comprimia os olhos e introduzia as unhas nos ombros dele.

Rin pode sentir os lábios de Sesshoumaru que estava em seu frente se curvarem em um de seus raros sorrisos, para logo depois sentir as mãos dele afastarem mais seu joelhos um do outro, cessando a deliciosa tortura a qual ele lhe submetia. Sentiu então algo quente e úmido acariciá-lhe o clitóris, Sesshoumaru sentiu-a estremecer novamente quando introduziu sua língua no corpo dela. Rin se agarrou com força na colcha fazendo se embolar, e ao ser puxada, a colcha fez revelar por sob os roupões alguns pacotes de camisinha. Quando finalmente os espasmos do êxtase pararam de agitar seu corpo, Rin puxou Sesshoumaru para cima e o fez deita de costa na colcha para logo após senta-se sobre o ventre rígido e musculoso dele. jogando a cabeça para frente, passou acariciá-lo com as pontas dos cabelos úmidos, passando os pelo peito dele, o ventre e até o membro intumescido dele.

O toque daquele cabelo sedoso e úmido em seu membro o deixou mais excitado do que ele podia imaginar, e não pode conter o gemido quando a sentiu beijar-lhe o sexo. Rin lambeu o membro pulsante de Sesshoumaru, da base a ponta, para depois pô-lo na boca e sugá-lo. Puxando-a, Sesshoumaru fez com que ela mudasse de posição para que o sexo dela fica acima de seu rosto e ele pudesse voltar a sugá-lo e acariciá-la também.

Rin sentiu os espasmos do segundo orgasmo que Sesshoumaru lhe dera aquela noite. Bruscamente, Sesshoumaru a puxou fazendo-a sentar-se ao seu lado, tirando-a da frente de seu pênis estante antes que o gozo o arrebatasse em um jato de esperma.

(Sesshoumaru) – tá vendo o que você faz comigo! – (dize ao vê-la olhando sobre o ombro, lançando lhe um sorriso malandro)

(Rin) – acho que estamos empatados!

(Sesshoumaru) – não, senhora! – (dize rindo) – vi você gozar por umas duas vezes!

(Rin) – lembre-se que sou novata nesse jogo!

(Sesshoumaru) – pois devo lhe dizer que você aprende as regras dele bem rápido!

(Rin) – tenho um excelente professor!

Dize tocando o rosto dele com a ponta dos dedos, fazendo o contorno da orelha, fazendo-o se arrepiar, e depois o da boca. Sesshoumaru segurou-lhe os dedos de leve com os dentes e ganhou em troca um lindo sorriso, antes de um beijo, as línguas se entrelaçaram rapidamente antes de Rin erguer novamente a cabeça e deixar os dedos percorrerem o maxilar de Sesshoumaru, em seguida o pescoço e ombros. Sesshoumaru pois as mãos debaixo da cabeça, fechou os olhos e deixou-se ser explorado. Rin percebendo que recebera a permissão para uma exploração completa, torceu os cabelos e jogou-os pra trás para que eles não a atrapalhassem. Abaixou-se e beijou o olho esquerdo de Sesshoumaru, depois o direito, o nariz, um selinho nos lábios, depois foi a vez do queixo, o pescoço, todos os músculos do ombro direito e depois os do esquerdo, e cada um que formava o tórax perfeito, mordiscou os mamilos rígidos dele, antes de traçar com a língua o contorno dos músculos que formavam a barriga tanquinho dele, por isso dizem que lugar de mulher é no "tanque" as mãos acariciaram os quadris estreitos dele e depois, Rin segurou o sexo de Sesshoumaru entre os dedos excitando-o mais do que já estava.

Sesshoumaru sentiu Rin deslizando a camisinha sobre seu pênis e depois se posicionar sobre ele com uma perna de cada lado do quadril dele, para em seguida sentir seu membro ser envolvido pelas carnes quentes de Rin. Abriu os olhos viu Rin de olhos fechados e movimentando-se lentamente sobre ele. Tirou as mãos de debaixo da cabeça e as colocou nos quadris de Rin, acariciando-os e incentivando-a intensificar os movimentos dela. Rin entendeu o recado e começou a se mexer cada vez mais rápido e a aprofundar-se mas no membro dele. Sesshoumaru sentou-se começou a sugar os seios dela, enquanto ela remexia os quadris, era impossível se conter mais, por mas que quisesse prolongar aquele momento. Sesshoumaru colocou Rin deitada na colcha e fez amor com ela como nunca fizera com mulher nenhuma, em toda sua vida. Chegaram juntos ao clímax e se deixaram descansar um pouco sob o luar sentindo a brisa oceânica.

(Sesshoumaru) – já trouxe outras garotas a Shikonotama. Mas nunca fiz isso em toda minha vida!

(Rin) – isso o que? Duvido que não tenha feito amor com todas elas.

(Sesshoumaru) – não estou falando disso. E sim de termos tirado as roupas e nadado pelado, ter feito amor aqui na praia!

(Rin) – e porque não?

(Sesshoumaru) – nunca me pareceu certo.

(Rin) – e pareceu certo agora? Comigo?

(Sesshoumaru) – na verdade... pareceu muito errado! Fazer amor com você é errado, Rin.

(Rin) – porque errado? Somos adultos e, pelo que eu saiba, descomprometidos. Por que seria errado? – (dize sentando-se para olhar para ele)

(Sesshoumaru) – você já pensou no que os outros falariam?

(Rin) – que outros? Estamos praticamente sozinhos nessa ilha... eu gosto de ficar assim com você, Sesshoumaru. E você? Gosta de ficar comigo?

(Sesshoumaru) – o que você acha?

(Rin sorrir) – acho que essa ilha meio mágica. e o que acontece na ilha, fica na ilha. E ainda temos o resto da semana juntos e eu adoraria esquecer que existe um mundo longe dessa ilha, junto com você! – (dize beijando o rosto de Sesshoumaru)

(Sesshoumaru) – vamos entrar. Não quero que se resfrie. – (dize pondo um roupão sobre ela)

e após vestir o outro os dois seguiram para a casa.

Rin estava certa. Pelo menos ali, naquela ilha, ela poderia ser completamente dele, pelo resto da semana. Quando voltassem tudo mudaria. Seria mais fácil resistir a tentação de possuí-la num local onde ele tivesse outras pessoas e coisas para distraí-lo. Por hora levaria Rin para seu quarto e faria amor com ela novamente essa noite, e no dia seguinte pela manhã, e durante toda semana que ela seria sua. E no final da semana, tudo acabaria. Seria tempo mais que suficiente para perder o interesse nela, afinal nunca passará tanto tempo com uma garota. Tempo de mais sempre levava-as a fazer plano que ele nunca tivera a intenção de concretizar. Mas Rin era mais madura do que ele pensava, afinal ela mesma dize:

"o que acontece na ilha...

Fica na ilha!"

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:..:(\(\:. Oi gente

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e com cap novo!

Espero que curtam e que me mandem Reviews!

Eu pleciso de sugestões e conselhos.

Per favore me ajudem!

Oi pessoal que tem vontade de mandar Reviews pra mim mas não podem porque não são cadastrados no ff:

Pessoal eu não sei como liberar reviews pra todo mundo! então comentem no meu flog!