Univercity

14°parte: não tem mais nada a ver!

.:casa dos Taishos:.

(Inuyasha) – Eu ainda não acredito que vocês vão adota-lo! – (falou observando Shippou dormindo no sofá)

(Izaio) – mas bem que você já aceitou! Se não, não estaria tão calmo. Dá ultima vez que quis adotar uma criança você não aceitou de jeito nenhum e fez um escândalo!

(Kagome) – credo, Inuyasha, por que você fez tudo isso?

(Inuyasha ¬¬") – eu não me lembro disso!

(InuTaisho) – a gente queria adotar você, minha querida, sua mãe ate tinha concordado em deixa-la conosco, ela achava que seria melhor pra você. Mas Inuyasha não nos permitiu adota-la!

(Kagome) – eu... eu não sabia disso! Você Sango queriam que eu ficasse com vocês!

(Izaio) – queríamos mais Inuyasha não aceitou!

(Kagome) – por que não Inuyasha? Pensei que me considerasse uma irmã!

(Inuyasha) – eu não lembro disso! – (falou corando)

(Izaio) – pois eu lembro! Você chorou e gritou tanto pra gente não fazer isso que desistimos da idéia! Porque se a adotássemos ela seria a sua irmãzinha e ai você não poderia se casar com ela.

(Inuyasha, o pimentão) – ah! Foi por isso?

(Izaio) – foi sim! E por isso Kagome não ficou conosco! Você impediu que Kagome fosse minha filha, agora tem que torna-la minha nora!

(Inuyasha) – MAMÃE!

(InuTaisho) – sua mãe esta certa você nos prometeu!

(Inuyasha òó) – eu e Kagome somos só amigos e vocês são dois chatos! Vem Kagome vamos embora! – (dize saindo e puxando ela)

(Kagome) – tchau tia, tio! – (dize sendo arrastada para fora)

(Izaio e InuTaisho) – tchau querida!

Izaio e Taisho observam Kagome e Inuyasha entrarem no carro e partirem...

(InuTaisho ¬¬") – você ainda mata um do meus filhos de vergonha, mulher! Você não viu como ele ficou vermelho? Pensei que ele fosse encolher até desaparecer da frente da gente de tanta vergonha! – (dize pegando Shippou para leva-lo para um quarto)

(Izaio) – o tapado do seu filho esta demorando de mais para perceber a mulher maravilhosa que ele tem ao lado dele! Kagome é a garota certa para ele. Meu deus por que os homens dessa família tem tantos problemas para aceitar os seus sentimentos? E quando aquele garoto vai ver que aquele sentimento que ele tinha por ela ainda esta ali? Mas não duvide! Kagome ainda vai ser nossa nora!

(InuTaisho) – eu não duvido, Izaio! Você sempre consegue o que quer! Kagome vai acabar sendo nossa nora, mesmo que você tenha que levar Inuyasha pela orelha até o altar – (dize rindo e colocando Shippou na cama) – eu resolvi me casar com você antes que fizesse isso comigo.

(Izaio) – e não duvide, meu bem, eu faria isso.

(InuTaisho) – e eu me deixaria levar.

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Inuyasha e Kagome fizeram o trajeto de volta ao prédio em silencio, Inuyasha estava vermelho e prestava toda a sua atenção no trânsito.

(Inuyasha) – as vezes ninguém merece a mamãe! Eram coisas de criança. – (dize ao entrarem no elevador)

(Kagome) – eu sei disso. A gente dizia que nos casaríamos.

(Inuyasha) – pois é!

(Kagome) – lembra que nós até brincávamos de casinha juntos. A gatinha que você me deu era nossa filhinha, eu a mãe e você o pai.

(Inuyasha) – não me lembre que você me convenceu de brincar de ser pai daquela coisa pulguenta.

(Kagome dá uma cotovelada de leve nele) – ela era muito linda tá!

(Inuyasha) – linda nada! Se você não tivesse me visto quando tirei aquela porcaria do lixo, provavelmente a teria jogado para os cães de guarda comerem.

(Kagome) – ai... Inuyasha! – (deu um tapinha nele) – seu mentiroso! Você não teria coragem!

(Inuyasha) – eu teria sim e para de me bater! É tapa é cotovelada!

(Kagome) – não adianta, Inuyasha, essa sua posse de machão não me engana!

(Inuyasha) – feh! Às vezes você me dá medo por conhecer tão bem a outras pessoas!

(Kagome, com cara de espanto) – AH... então você não sabia, que sou um feiticeira? E que leio a mente e o coração dos outros?

(Inuyasha) – eu sempre soube que você era uma bruxa, bruxa! Pois então leia a minha mente!

(Kagome) – eu até leria! Se você tivesse uma, seu baka!

(Inuyasha) – resposta errada! Você nunca adivinharia no que eu estou pensando!

(Kagome) – tá bom! Um centavo por seus pensamentos! E isso por que eu to sendo generosa!

(Inuyasha) – é muito pouco mas mesmo assim vou dá-los a você! Eu tava pensando em como eu era bobo pra querer que você fosse minha namorada!

(Kagome) – acho que era mal da idade! – (o elevador para no andar de Kagome) – meu andar! Xau coisinha chata!

(Inuyasha) – tchau, Kagome! Minha namoladiha – (dize fazendo voz de criança)

Inuyasha inclinou-se sobre Kagome e a beijou. Um leve selinho nos lábios. Mais inesperado por Kagome, tão inesperado quanto a reação e acometeu Inuyasha. Aquele beijo não devia passar de uma brincadeira para irrita-la, então por que seu coração acelera tanto? Era o que ele se perguntava enquanto observa Kagome. Os olhos dela não escondiam o espanto que seu gesto teve sobre ela e a respiração de repente ofegante mostrava que ela também não fora imune ao beijo.

(Kagome) – Inuyasha... é m... melhor eu... entra!– (dize se dando as costas para ele e abrindo a porta)

(Inuyasha) – Kagome... – (dize segurando-a pelo braço para que ela não entra-se)

ele sabia que era errado, que era loucura! Mais a puxou para ele fazendo com que ela se choca-se contra o peito dele. Segurou-a com força pela cintura e se apossou dos lábios dela com volúpia e Kagome o correspondeu com o mesmo arrebatamento, o enlaçou pelo pescoço e deixou a língua dele explorar sua boca.

Inuyasha deixou escapar um gemido contra os lábios de Kagome quando essa passou explora-lhe a boca também, segurando-a pela cintura Inuyasha tirou-a do chão e entrou no apartamento dela, fechando a porta atrás de si com o pé. A pois de volta no chão e, sem para de beija-la, tirou os braços que envolviam seu pescoço para retirar o casaco que Kagome usava deixando-a apenas com o vestido preto e as botas que ela usava, retirou também seu próprio casaco ficando apenas com seu black jeans e a camisa preta, segurou-a de novo pela cintura e atirou novamente do chão, quando ela voltou a enlaça-lo pelo pescoço, e foi depositá-la deitada no sofá e deitando-se sobre o corpo pequeno, delicado e sensual de Kagome. Infelizmente o beijo teve de ser parado pelo necessidade de se respirar.

Havia um brilho diferente nos olhos dele. Um brilho que a assustava e a excitava ao mesmo tempo. Era uma sensação que nunca havia sentido antes e isso a deixava sem fôlego. Inuyasha se deliciava com a respiração arfante de Kagome, que fazia os seios dela se comprimirem em seu peito e os mamilos rígidos por sob o tecido leve do vestido que ele sentia rosar em sua camisa como se fosse diretamente na pele. Aproximou seu rosto do dela e fez o contorno dos lábios dela com a ponta da língua, abandonou lhe a boca e levantou-lhe uma das pernas e desceu lentamente o zíper da bota e a retirou do pé de Kagome e beijou-o antes de repetir o ato com a outra perna e voltar a beija-la. Era um jogo de sedução perigoso, mas parecia que toda a sensatez deles o havia os abandonados. Kagome gemeu alto quando Inuyasha segurou-lhe um dos seios, friccionando os mamilos túrgidos entre os dedos. Ela apoiou as mãos nos ombros dele e Inuyasha abandonou-lhe os lábios e passou a beijar e mordisca-lhe o pescoço e o lóbulo da orelha, desceu os beijos pelos ombros até chegar aos vale dos seios, e Inuyasha empurrou um dos seios dela para fora do decote do vestido e começou a suga-lo. Kagome entrelaçou os dedos nos cabelos dele e começou a cariciar as orelhas dele, e sorriu quando ele ronronou de satisfação pelo contato. Inuyasha podia sentir que o cheiro de Kagome havia mudado, ela estava excitada tanto quanto ele próprio. Com dedos ágeis ele passou a acariciar a pele macia da parte interna das coxas dela, para logo depois acariciar o centro da feminilidade úmida de Kagome. Com um gemido alto, ela abandonou as orelhas de Inuyasha e segurou-lhe as nádegas, mas se assusta ao sentir algo dentro do bolso de Inuyasha vibrar.

(Inuyasha) – droga – (dize pegando o celular e levando-o ao ouvido) – alo!... ... oi Kikyou! – (dize se afastando)

Kagome tentou se recompor enquanto Inuyasha se dirigia para a sacada do apartamento.

(Inuyasha) – eu tava jantando na casa da mamãe... – (dize saindo)

em toda sua vida, Kagome nunca havia se sentido tão baixa e suja. Como as coisas puderam chegar naquele ponto. Kagome procurou por alguma coisa que a distrai-se da conversa que Inuyasha tinha com a Kikyou... a namorada dele, ela não devia ter esquecido que ele tinha uma namorada e que a amava. O que tinha acontecido ali não passava de luxuria. Foi quando viu o visor da secretaria eletrônica piscando, anunciando uma nova mensagem. Foi até lá e apertou o botão para ouvir a mensagem.

(secretaria) – você tem uma nova mensagem!

(Kouga) – oi Kagome. Que pena não ter te encontrado em casa! Mais tudo bem. Eu só queria te chamar pra jantar. Já que você resolveu ir viajar com a Sango amanha e era sua ultima noite aqui na cidade, pensei que a gente podia sair pra fazer uma coisa especial. Independente da hora que você chegar me liga. Vou ficar aqui esperando. E vou morrer de saudades suas durante as férias. Te amo. Xau!

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... Já que você resolveu ir viajar com a Sango amanha e era sua ultima noite aqui na cidade, pensei que a gente podia sair pra fazer uma coisa especial. Independente da hora que você chegar me liga. Vou ficar aqui esperando. E vou morrer de saudades suas durante as férias. Te amo. Xau!

Aquela voz com certeza era do lobo sarnento...

(Inuyasha) – Kagome... – (falou se aproximando dela, mas parou ao ver os olhos baixos e marejados dela)

(Kagome, sem levantar o olhar) – é melhor você ir embora!

(Inuyasha pensando) – "então ela havia se deixado levar pelo momento e agora que vira a mensagem do sarnento estava arrependida de quase ter transado com ele. Pois que seja! Ele tinha mesmo a Kikyou e devia se lembrar disso." – é melhor mesmo. – (dize pegando a jaqueta dele do chão) – boa noite. – (dize frio enquanto saia)

ele saiu e Kagome foi direto para o banho. Se sentia suja, entrou na banheira e se desfez em lagrimas enquanto esfregava o corpo com uma espoja, na vã tentativa de apagar do corpo a lembrança dos dedos e lábios de Inuyasha em seu corpo.

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.;de manhã:.

DIM-DOM

(Kagome) – to indo...

Dize se dirigindo a porta. Como se não bastasse a dor de cabeça, ainda tinha aquela droga de campainha insistente...

(Sango) – minha nossa! Pensei que estivesse morta, não vinha abrir essa porta! – (dize assim que Kagome abriu a porta) – mas pelo visto você não tá mesmo muito legal!

(Kagome) – bom dia para você também, Sango!

(Sango) – suas coisa já tão arrumada, né?

(Kagome) – Sango... eu to pensando em não ir mais!

(Sango) – há não! Você vai sim! E anda logo que a gente tá atrasada!

(Kagome) – mas você não sabe o que aconteceu!

(Sango) – depois você me conta!

Sem deixar Kagome falar, Sango a fez se arruma e pegar as malas que estavam prontas desde o dia anterior e arrastou prédio abaixo para encontrarem Inuyasha que as levariam para o aeroporto, mas...

(Sango Ò.ó) – o que você esta fazendo aqui? Cadê o Inuyasha?

(Mirok) – oi Sango... Kagome..

(Kagome) – oi Mirok!

(Sango) – você não me respondeu!

(Mirok) – eu to aqui por que vou levar vocês para o aeroporto e o Inuyasha foi buscar a Kikyou.

(Sango) – eu não acredito que a partir de já vou ter que te aturar!

(Mirok) – quer saber eu casei da sua ignorância! Ninguém tá te obrigando a ir! Cansei também de ficar atrás de você e tentar te explicar o que aconteceu naquele dia se você não quer me escutar... dane-se. Se quiser ir comigo, bem. Se não quiser pegue um táxi. Vamos Kagome!

(Kagome) – t... tá! – (estava passada com a reação de Mirok)

Kagome entra dentro do carro de Mirok e quando ele ia fechando a porta Sango o impediu.

(Sango) – não vou pagar um táxi á toa!

(Mirok) – pois entre!

Os três seguiram para o aeroporto e foram para onde estava o jato dos Taisho.

(Mirok) – chegamos!

(Inuyasha) – já não era sem tempo! A gente só tem mais 10 minutos antes de subir a bordo.

(Kikyou) – oi Mirok, Sango, Kagome! Deixa eu apresentar pra vocês o meu amigo que vem conosco, já que a Kagura vocês já conhecem! Esse é o Narak.

(Narak) – oi!

(Inuyasha) – vamos subir e ajeitar as bagagens logo, Mirok! Pega as coisas da menina!

Em dez minutos o avião estava taxiando na pista para levantar vôo. Inuyasha estava sentado ao lado da namorada, Mirok sentou-se sozinho do lado da janela, Sango ficou ao lado de Kagura, já que Narak ocupara o lugar ao lado de Kagome.

(Narak) – então você é a famosa Kagome Higurashi?

(Kagome surpresa) – famosa?

(Narak) – outro dia, em um jantar que Kikyou deu, eu conheci o Inuyasha, o namorado dela, ele é seu amigo, não é? Ele fala muito sobre você. Kikyou também falou de você para mim, mas devo dizer que ela não fez jus a você.

(Kagome) – ah... foi! – (dize desinteressada, aquele Narak tinha alguma coisa que ela não gostava)

(Narak) – você sabe que Kikyou não vai muito com sua cara. Ela acha que você esta apaixonada por Inuyasha. – (dize jogando uma verde)

(Kagome) – não tem nada ver ele é só meu amigo. – (dize querendo dar o assunto por encerrado)

(Narak) – para quem são grandes amigos, como vocês, estão meio esquisitos...

(Kagome) – por que diz isso?

(Narak) – desde que chegou, você e ele nem se cumprimentaram e estão se ignorando.

(Kagome) – impressão sua. – (dize pondo os fones de ouvido do seu walktalk e encerrando a conversa)

mas Kagome sabia que não era impressão de ninguém, ela e Inuyasha não haviam nem se encarado desde que chegaram. Estava na cara de que a amizade que os uniam havia sido abalada pelo que acontecera. Ela o amava e ele tinha apenas atração sexual por ela, e esse amor que ela sentia, a fizera cometer o erro brutal de quase ceder ao desejo carnal dele, graças a Kikyou não acontecera. Kikyou... era a ela que Inuyasha realmente amava...

nossa que viagem maravilhosa seria aquela? Aonde esta o grupo de amigos brincalhões e bagunceiros que passaram um semestre inteiro planejando aquelas férias nas ilhas Maldivas. Sango e Mirok não paravam de jogar farpas um no outro, ela e Inuyasha não conseguiam olhar um nos olhos do outro... ao menos esperava que Rin estivesse aproveitando a folga que tivera com Sesshoumaru...

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simplesmente perfeito. A brisa morna que o nascer do sol trazia, junto com o cheiro do mar, a luminosidade suave da manhã, o peso dela sobre seu corpo, os seios macios comprimidos em suas costas e os beijos quentes e mordiscadas leves que Rin lhe dava, distribuindo-os pelo glóbulo da orelha,o pescoço e sua base e os ombros largos, as mãos pequenas massageando-lhe os quadris e os longos cabelos negros misturando-se com os seus prateados. Tudo era um convite para que começassem logo os "exercícios" matinais, desde o dia anterior, sua corrida pela praia, havia sido substituída por algumas horas de prazer em sua cama na companhia de Rin.

(Rin) – acorde!

Sesshoumaru se mexeu e virou-se para ficar de frente para Rin.

(Sesshoumaru) – estou acordado! – (dize segurando-a pela cintura)

(Rin) – esta mesmo! – (dize antes de beija-lo)

Sesshoumaru retribuiu ao beijo e inverte as posições, pondo Rin deitada de costas...

(Sesshoumaru) – quer que eu te prove que estou acordado.

Dize abandonando a boca de Rin para se dedicar a sugar os seios dela, enquanto os dedos acariciavam o centro da feminilidade dela.

(Rin) – ahh... Se... Sesshou... maru...

Rin já vibrava de antecipação, quando Sesshoumaru parou.

(Rin) – O... q... que foi? – (dize ofegante)

(Sesshoumaru) – o Jaken esta vindo com o desjejum. E teremos croassais!

(Rin) – como você sabe?

(Sesshoumaru) – senti o cheiro!

Jaken dá uma leve batida na porta...

(Jaken) – o desjejum, Sr. Sesshoumaru.

Sesshoumaru se levanta da cama, se cobre com um roupão de seda azul marinho, e pegou o carrinho em que Jaken levava o café da manhã, e voltou a entrar no quarto levando o carrinho para o lado da cama.

(Sesshoumaru) – está com fome?

como sempre o desjejum preparado por Jaken era riquíssimo, café, suco de laranja, torradas, geléias, frutas como uvas e morangos...

(Rin) – faminta! – (dize pegando um croissants e partindo ao meio) – pega! Você também deve estar faminto! – (dize colocando o pedaço croissants na boca dele)

a quantos anos ninguém lhe dava de comer na boca, sem poder resistir prendeu os dedos dela entre os lábios fazendo-a rir. E como se precisa-se de recompensa, rin se ajoelhou na cama enrolada no lençol e lhe deu um selinho. Terminaram de comer nesse clima, dando comida um na boca do outro e rindo das tentativas de Sesshoumaru de morder os dedos de Rin.

(Rin) – só mais esse! – (dize levando um morango a boca de Sesshoumaru)

Sesshoumaru segurou o morango entre os dentes e inclinou-se para Rin para que ela comece a parte do morango que ficara fora de sua boca, Rin aceitou e com a boca pegou o restante do morango e o beijou, e logo aprofundou o beijo. Sesshoumaru a deitou na cama e sem parar de beija-la desenrolou-a do lençol e então desceu cobrindo o colo dela de beijos, demorando-se nos seios, simplesmente adorava sugar os pequenos e arredondados seios de Rin e adorava mais ainda o modo como eles ficavam facilmente túrgidos e os mamilos enrijeciam pedindo por mais. Então ele traçou o contorno do delicado botão rosado dos seios dela com a ponta da língua, sugou mais forte e deu uma mordidela de leve antes de passar a dedicar sua atenção ao outro seio e seguir descendo com suas caricias, pela barriga retinha de Rin, contornou o umbigo dela com a língua enquanto suas mãos acariciavam a pele macia do interior das coxas.

(Rin) – uhh... Sesshoumaru...

gemeu ela quando ele voltou a acariciar os seios, enquanto massageava seu sexo. Com as mãos afoitas, Rin, desfez o nó que fechava o roupão de Sesshoumaru e o retirou. Com as mãos, ele, separou os joelhos dela. Afagando o membro já ereto dele, Rin sentia o enrijecer ainda mais entre seus dedos. Sesshoumaru se posicionou entre as pernas de Rin, inclinou o corpo para o criado-mudo, abriu uma gaveta, pegou uma camisinha e entregou-a a Rin que a colocou no pênis dele e então cruzou as pernas nas costas dele. Para provoca-la, ele roçava seu membro túrgido na vulva quente e úmida dela.

(Rin) – ahhh... pa... pare... de me torturar!

Ela dize empurrando-o para que invertessem as posições e pudesse tomar o comando. Se posicionou melhor e desceu, fazendo o sexo dele deslizar para dentro de seu corpo. Começou com movimentos lentos, ondulando o corpo, subindo e descendo vagarosa. Sesshoumaru levou as mãos aos seios dela, acariciando com o polegar, beliscando de leve e dando torcidinhas no mamilos sensíveis.

(Rin) – AHHHHHH...

gemeu alto e, tirando as mãos deles dos seios, entrelaçou os dedos delicados aos dedos fortes dele, usando-os de apoio quando aumentou a velocidade dos movimentos. Sesshoumaru sentou-se e começou a secar com a boca o suor que escorria pelos seios de Rin, que agarrou-se com força aos ombros dele. Puxando as pernas dela, a fez deitar-se no colchão e comprimiu-lhe o corpo com o seu, o seios espremidos contra o tórax que forte, fazia os mamilos dela roçarem no dele a cada nova intocada profunda e forte que o ritmo intenso que ele estabelecera, provocava. Rin arranhava as costas dele em meio à agonia de prazer e sua respiração ofegante e seus gemidos misturado aos dele eram como musica no ouvidos de ambos.

(Sesshoumaru) – ARHHHHHH...

(Rin) – AHHHHHHHHHHHHH...

berraram juntos ao alcançarem o clímax. Ficaram um tempo deitados descansando antes de voltarem a fazer amor.

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depois de quase dois dias de viagem, finalmente estavam se aterrizando em male a capital das Maldivas. A viagem havia sido um saco. Sango e Mirok passaram a viagem toda se ignorando, Kagura tentava conversar com Mirok mas ele não queria papo com ninguém. Kagome alem de aturar Narak lhe enchendo os ouvidos e tentando ser simpática, ainda tinha que assistir Inuyasha e Kikyou se agarrando. Mas agora felizmente tinham chegado, Kagome não via a hora de desembarcar e se intocar no seu quarto de hotel...

(Inuyasha) – finalmente chegamos!

(Kagura) – até parece que você tava entediado com viagem!

Desceram do avião e pegaram um barco para ir para uma das pequenas ilhas e em poucos minutos estavam no hotel. O local era lindo, areia branca, o mar azul.

"O local perfeito se não fosse pelo clima pesado!" – pensou Kagome.

Ela e Inuyasha não haviam trocado uma só palavra desde que começaram aquela viagem.

(Inuyasha) – o seu chalé é n°4!

(Kagome despertando de seus devaneios) – hãm?

(Inuyasha) – seu chalé... é o n°4!

(Kagome) – ah.. obrigada!

(Inuyasha) – a gente precisa conversar, Kagome! Isso tá muito chato!

(Kagome) – Eu sei!

(Kikyou) – vamos logo para os chalés! Eu quero descansar! – (dize interrompendo a conversa)

(Inuyasha) – é melhor mesmo a gente descansar!

(Kagome) – tá!

Todos seguiram para onde ficavam os chalés, que eram de perder o fôlego, pois ficavam sobre a água, da varanda se podia ver os cardumes de peixinhos coloridos nadando. Os chalés eram afastados um dos outros para se ter privacidade. Com certeza eles estavam no paraíso.

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Tá pequeno eu sei!

Mas naum me matem.

Vou tentar postar o próximo depressa!

Gente criei um fotolog só pra mostra as imagens que me inspiram

A fazer as fic!

E é nele que eu, a partir de agora,

Vou responder as Reviews!

Por isso mandem muitas!

Fotolog: é no Gigafoto

/brunayashafanfic