Univercity
15°parte: Te Amo, Mirok!
Estava realmente no paraíso. Pela na manhã seguinte, Kagome, pode observar melhor as maravilhas do local onde estava. A pesar da noite de insônia, ela estava louca para sair explorando a ilha e se d quebra pudesse evitar a conversa constrangedora que teria com Inuyasha, seria muito melhor. Não queria voltar a falar sobre a noite fatídica em seu apartamento, só de lembrar o que acontecera se sentia baixa e suja. Deixou seu chalé e seguiu para a cede do hotel para ir atrás de seu café da manhã.
(Narak) – Bom dia, Kagome!
(Kagome) –ah... bom dia, Narak. – (dize desinteressada)
(Narak) – e então o que esta achando do paraíso?
(Kagome) – tudo aqui é realmente lindo!
(Narak) – esta indo tomar café de manhã?
(Kagome) – estou!
(Narak) – perfeito! Então vamos juntos!
(Kagome entediada) – é perfeito...
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Ela já devia ter saído. Batera na porta do chalé dela e nada. Talvez estivesse no restaurante do hotel tomando café. Passou pela pequena ponte que dava acesso ao chalé e seguiu rumo ao restaurante. Em segundos estava passando pela porta do mesmo. E lá estava ela, de sandália de dedo caqui, shortinho camuflado em tons de caqui e verdes acinzentados e uma blusa de alcinha caqui. Estava linda. E estava tomando café com... Narak!
(Kikyou) – que cena linda não é! Parece que eles se deram super bem. Não viu que eles passaram a viagem ate aqui todinha juntinhos.
(Inuyasha) – é! Eu vi... "e essa constatação me chateia!" – (pensou ele)
(Kikyou) – quer se juntar a eles e tomar café também? Estou faminta!
(Inuyasha) – não! Vamos comer em um dos quiosques que tem na praia.
(Kikyou) – está bem!
Os dois seguram para a praia e tomaram café em um quiosque.
(Mirok) – Bom dia para os dois! – (dize se aproximando da mesa de Inuyasha)
(Inuyasha) – oi Mirok!
(Kikyou) – se vocês não se importam esse sol da manhã é o melhor para se bronzear.
(Inuyasha) – tá tchau!
Kikyou se afastou seguiu rumo uma daquelas cadeiras de sol da praia.
(Mirok) – e cadê o resto do povo?
(Inuyasha) – se você quer saber da Sango, por que não vai atrás dela? – (falou mal humorado)
(Mirok òó) – eu não perguntei pela Sango. Eu nem to falando com ela! Eu queria saber da K-chan.
(Inuyasha puto) – a Sango não esta com a Kagome se você quer saber!
(Mirok) – que inferno! Eu perguntei pela Kagome não pela Sango.
(Inuyasha) – se você mudou de interesse e tá querendo ficar com a Kagome, entra na fila. Mas não se preocupa não que alia fila anda rápido! Com um pouco de sorte você pega ela depois do Narak!
(Mirok) – qual é o seu problema? Pq você esta falando desse jeito da Kagome.
(Inuyasha) – eu não tenho problema nenhum! Só te dei um conselho.
(Mirok) – quer saber Inuyasha, vai pegar a Kikyou e transa com ela pra ver se essa tensão sexual entre você e a Higurashi diminui um pouco! Por que você tá de um jeito que ninguém pode encostar na Kagome que você fica estressado. E acaba estressando todo mundo. Até parece que tá de TPM!
(Inuyasha) – quer saber eu não vou ficar aqui ouvindo você por a culpa do seu mal humor em mim, quando sabemos que a culpada por ele é a Sango!
(Mirok) – Sango... Sango... Sango... quem é que tá falando dela aqui?
(Inuyasha) – quer saber esquece! Eu to indo pegar onda.
(Mirok) – ótima idéia! Surfar ajuda a desestressar. E gasta energia, o que alivia a tensão.
(Inuyasha) – pra o inferno você e essa a sua historia de tensão! – (dize saindo e caminhando)
(Mirok) – espera que eu vou surfar com você!
Os dois seguiram para um quiosque onde se alugavam e guardavam as pranchas de surfe, pegaram as deles que ficavam lá eles já tinham costume de passar férias na ilha, eu comentei que o hotel pertence as corporações Taisho? e depois seguiram para o mar. Tudo sem trocarem mais nenhuma palavra um com o outro...
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(Narak) – eu não disse que as piscinas do hotel eram maravilhosas?
Após muita insistência do Narak, Kagome acabara por ir com ele as piscinas do hotel.
(Kagome) – você tinha razão.
(Narak) – a Kikyou me dize que você faz medicina veterinária! Certo?
(Kagome) – certo!
(Narak) – depois a gente pode ir ver os aquários. tem amostra de toda a vida marinha em torno da ilha!
Kagome não respondeu, apenas deu um sorriso amarelo. Não suportaria mais um minuto com Narak.
(Narak) – incrível como faz calor aqui! Que tal um refresco? Eu posso ir buscar...
(Kagome) – seria uma boa idéia!
(Narak) – quer algum em especial?
(Kagome) – não, não tenho preferência!
(Narak) – me espere aqui eu volto logo!
(Kagome) – está bem!
Narak se afastou e foi ao bar da piscina.
(Kagura) – já esta pondo o seu plano em ação, Narak?
(Narak) – ainda essa tarde aquela garota vai estar na minha cama. – (dize após fazer o pedido)
(Kagura) – engraçado, eu tive a impressão de que ela não foi com a sua cara.
O garçom entregou os dois sucos pedidos...
(Narak) – eu sei! Mais ainda assim ela vai estar na minha cama. E o que é melhor – (ele coloca um pó em um dos copos) – ela vai sentir e ouvir tudo, vai estar consciente, em quanto eu fuder ela todinha, é um pena que não poderá nem falar nem se mexer! – (dize terminando de misturar o pó à bebida)
(Kagura) – você é terrível, Narak. Pelo menos tem uma coisa, Kikyou dize que você é bom de cama.
(Narak) – apesar de ser uma mosca morta, Kagome é muito gostosinha, vou ter muito prazer com ela em minha cama.
(Kagura) – você é nojento!
(Narak) – ora Kagura, pra que ciúmes essa noite Kikyou vai estar consolando o Inuzinho, ele ficara muito decepcionado com a amiguinha. Então terei a noite toda livre, apareça e recebera o mesmo tratamento.
(Kagura) – pode esperar por mim!
Narak voltou para o lugar onde havia deixado Kagome... mas não a encontrou
"maldita menina"
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olha só os hospedes não podem entrar aqui não!
Dize uma voz atrás dela.
você não leu o aviso na porta não moça.
(Kagome) – desculpe é que eu estou me escondendo de um cara chato que grudou no meu pé! – (respondeu ao jovem loiro de olhos verdes que a abordou)
(rapaz) – mas essa área e restrita a funcionários!
(Kagome) – eu sei... mas se tiver de ficar mais um minuto com aquele cara eu me mato!
(rapaz rindo) – bem se é assim... acho que o hotel detestaria se houvesse um suicídio em suas instalações!
(Kagome aliviada) – oh... obrigada, obrigada. Muito obrigada!
(rapaz) – não há de que!
(Kagome) – a propósito, meu nome Kagome Higurashi. E o seu é... ?
(rapaz) – Maxwell Ferrand. Mas pode me chamar de Max!
(Kagome) – legal Max. E no que você faz aqui?
(Max) – se você vai querer saber vai ter que me ajudar, Srta Higurashi!
(Kagome) – legal ajudar em que?
(Max) – a cortar os peixes! – (dize colocando um sacão de peixe encima de uma mesa)
(Kagome) – tá bem!
(Max) – não vai fugir com nojo dos peixes?
(Kagome) – estou acostumada a dessecar rãs!
(Max) – serio você faz o que?
(Kagome) – sou estudante de veterinária!
(Max) – sério!
(Kagome) – sério! E você o que faz!
(Max) – sou formado em biologia marinha. Sou responsável pelos corais da costa da ilha e pelos aquários gigantes do hotel! E hoje meu ajudante faltou, por tanto se quiser que eu a esconda terá de me ajudar!
(Kagome) – eu ajudo com os peixes. Mas vai ter que me levar pra ver os aquários.
(Max) – feito.
Apertaram as mãos selando o acordo e passaram a trabalhar nos peixes...
Depois de um tempo se dirigiram aos aquários.
(Max) – quer tentar alimentar as raias ?
Kagome aceitou e os dois estavam se divertindo alimentando as raias e...
(Sango) – AH... ai esta você! Eu sabia que iria te encontrar aonde tivesse bicho.
(Kagome) – oi Sango! Sango esse é o Max, Max... Sango.
(Max) – oi, Sango!
(Sango sem jeito) – oi. Desculpe a chegada de mau jeito.
(Max) – tudo bem, a gente já tava terminando mais se quiser ajudar também!
(Sango) – Ah.. não obrigada. Eu gosto de bichinhos mais só de longe!
(Kagome) – ou em outras palavras... ela tem medo!
(Sango) – não é medo. É receio. E é diferente!
(Max) – tá de qualquer forma a gente tá saindo. Vem Kagome! – (dize estendendo a mão para ajuda-la a sair dá água)
(Kagome) – Obrigada! – (agradeceu)
(Max) – de nada! E então meninas, tenho o resto da tarde livre o que vão fazer?
(Sango e Kagome) – praia!
(Max) – perfeito! Vamos?
Os três seguiram para a praia e sentaram-se em umas cadeiras e Max foi buscar algo pra beberem.
(Sango) – olha só o idiota ali! – (dize apontando Mirok ao lado da prancha de surfe cercado por menininhas) – se exibindo!
(Kagome) – assume que você tá morrendo de ciúmes!
(Sango) – por favor, Kagome, não seja ridícula!
(Max) – quem é ridícula?
(Sango) – Kagome Higurashi!
(Kagome) – tá sou que to morrendo de ciúmes!
(Sango) – cadê o Inuyasha, hei?
(Kagome) – sem graça!
(Max) – o que deu em vocês?
(Sango) – o problema soa vocês, homens!
(Max) – ou perae! Não me inclui como problema não!
(Sango) – por acaso você não é homem!
(Max) – eu sou gay!
(Sango) – ta brincando né!
(Max) – é sério!
(Kagome) – não podia imaginar!
(Max) – olha só mudando de assunto, eu não sei de quem vocês estavam falando, mas tem dois caras me olhando com um olhar que eu não sei qual dos dois vai me matar primeiro... e acho eu que é por que estou aqui com vocês.
As meninas olharam para o caras de quem Max havia falado... Inuyasha e Mirok.
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(Inuyasha) – eu avisei que a fila andava rápido!
(Mirok) – você é mesmo um idiota! Não tá vendo que o cara tá é com a Sango!
(Inuyasha) – tá bom ate parece!
Os dois continuaram a encarar o trio, quando Kagome e Sango olharam pra eles. Sango fez cara feia para Mirok, antes e virar a cara. Kagome sorriu para eles e acenou chamando-os
(Inuyasha) – Feh! – (dize virando a cara e voltando para o mar)
e Mirok acenou de volta antes de seguir o amigo
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não aquilo não era um sonho!... realmente havia uma respiração quente acariciando sua nuca. E a certeza disso foi o beijo que foi depositado na nuca para logo em seguida descer pela coluna, causando-lhe arrepios, e voltando subir pelas costas nua, cobrindo de beijos o ombro, a base do pescoço, para em seguida prender-lhe lóbulo da orelha entre os lábios quentes e acaricia-la com a ponta da língua úmida. Virando-se para ver o rosto de quem lhe acariciava e teve a boca possuída e invadida pela língua quente que antes acariciava-lhe a orelha. Era simplesmente maravilhoso acorda-se daquela forma.. com beijos, abraço e caricias.
"poderia acordar todo dia assim." Pensou Rin ao ter o corpo comprimido entre os braços de Sesshoumaru e os seios esmagados pelo tórax dele.
(Rin) – bom dia! – (falou quando ele parou de beijar-lhe a boca e voltou a mordisca-lhe o ombro)
(Sesshoumaru) – eu pretendo que seja um ótimo dia! – (dize de forma insinuante e com a foz rouca de antecipação)
Sesshoumaru afastou-se um pouco e começou acariciar os seios até deixar os mamilos túrgidos e então passou a dar pequenas lambidas no mamilo rosado do seio direito antes de suga-lo com voracidade. Rin deslizava as mãos pelas costas largas e musculosas. Ele deixou o seio direito e deu a mesma atenção ao esquerdo, com o joelho ele entre abriu as pernas de Rin. E sem parar o que estava fazendo, deslizou uma das mãos para o centro da feminilidade de Rin e ficou estimulando-a com os dedos em seu ponto mais intimo. Rin gemeu alto e ergueu o corpo contra ele, quando sentiu-o introduzir dois de seus dedos fortes no corpo dela...
(Rin) – por deus, Sesshoumaru, pare de me torturar!
Rin sentiu os lábios dele se curvarem em um sorriso sob seu seio antes de ele erguer a cabeça e fitá-la
(Sesshoumaru) – o que eu posso fazer se eu adoro essa doce tortura? – (dize antes de abrir mais um sorriso)
o sorriso dele era divino. Pena que era tão raramente visto e somente em momentos de intimidade como aquele.
(Rin) – você devia rir mais vezes. Fica tão lindo! – (ela dize sem conseguir resistir e acariciando os cabelos dele que caiam sobre o rosto)
o sorriso de Sesshoumaru morreu em seus lábios e ele afastou-se rapidamente dela, sentou-se na beira da cama e pegou o short que havia sido esquecido ao pé da cama. quando chegaram da praia na noite anterior, tiraram as roupas um do outro o mais depressa possível, na sede de voltar a fazer amor. A quilo tudo não deveria esta acontecendo. Por mais que quiser-se não poderia passar o resto da vida ali, no paraíso com sua doce e sexy secretaria substituta.
(Rin) – o que houve? – (perguntou desconcertada)
(Sesshoumaru) – não houve nada. Jaken já deve ter servido o café da manhã vamos levantar.
Sesshoumaru estava sentado a beira da cama de costas para ela, esperando voltar ao normal. Rin levantou-se e ficou de joelhos as costas dele e o abraçou.
(Rin) – pensei que a gente iria fazer outra coisa e não se levantar!
(Sesshoumaru) – por favor, Rin, pare. Isso não está certo, estamos ficando muito envolvidos nessa estória. Rin não quero que você crie falsas esperanças, Rin. Só temos mais dois dias aqui não vou poder prolongar nossa partida. E quando voltarmos...
(Rin o impedi de falar pondo um dedo sobre os lábios dele) – lembra o que acontece na ilha fica na ilha... foi o que combinamos. E se só temos dois dias eu quero aproveita-los muito bem. E você? – (dize e começou a beijar o pescoço dele como ele havia feito momentos antes)
(Sesshoumaru) – Rin... – (sussurrou)
Rin mordiscava-lhe o lóbulo e as mãos deslizavam pelo tórax definido, pelo abdome... Sesshoumaru não conteu o gemido que se formou em sua garganta quando as mãos pequenas e delicadas transpassaram a barreira do elástico de seu short e tomaram lhe o membro ainda túrgido e pulsante, e começou a acaricia-lo com delicadeza em movimentos de cima para baixo e de baixo para cima deixando-o maluco.
(Rin) – você ainda não respondeu minha pergunta. – (informou sussurrando ao pé do ouvido dele de forma provocante, sem parar as caricias)
(Sesshoumaru) – e... eu... vou acabar ficando louco!
Sesshoumaru livrou-se novamente do short e deitou Rin na cama cobrindo-a com seu corpo. Rin não fazia idéia de como faria para retornar a sua vida normal depois dos momentos que vivera ali ao lado de Sesshoumaru. Mas sabia que se arrependeria amargamente se não aproveitasse até o ultimo segundo ao lado de Sesshoumaru. Ela só percebeu o quanto havia viajado em suas duvidas quando sentiu Sesshoumaru abrir lhe as pernas e se posicionar entre elas, ergueu os quadris dela da cama e a sustentou-a segurando-a pelas nádegas firmes e redondas. Beijo-lhe a parte interna da coxa e começou uma seqüência de lambidinhas curtas, rápidas e fortes no pequeno botão róseo escondido em sua parte intima. Rin agarrou-se aos lençóis da cama como se a qualquer pudesse sair levitando por ai.
(Rin) – OOohhh... – (gemeu ao atingir o orgasmo)
Sesshoumaru esperou os espasmos de prazer abandonarem o corpo da menina, e quando o ultimo espasmos percorreu por seu corpo Rin olhou para ele e sorriu.
(Rin) – venha – (dize estendendo os braços para ele) – venha, por favor, venha!
Sesshoumaru posicionou o membro rígido para a entrada do corpo de Rin e penetrou-a. os movimentos começaram lentos e ele controlava lhe os movimentos segurando-a pela cintura. Aos poucos aumentou um pouco mais a força e velocidades das estocadas dentro do corpo delicado e logo os corpos de ambos era percorrido novamente pelos espasmos do gozo.
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após ficarem um tempo conversando na mesa, Kagome, Sango e Max resolveram uma caminhada pela a beirada do mar.
(Max) – pois então tá combinado. Eu vou levar vocês duas para escola de mergulho.
(Kagome) – e depois vai ter que levar a gente pra nadar com os golfinhos!
(Max) – eu levo!
(Kagome) – perfeito!
Nesse instante eles esbarram em Inuyasha que saia novamente do mar.
(Kagome) – oi, Inuyasha!
(Inuyasha) – oi! – (falou de mau humor e encarando Max)
(Kagome) – ah... deixa eu te apresentar! Esse é o Max. Max... Inuyasha!
(Max) – oi – (dize estendendo a mão)
Inuyasha olha para a mão estendida e de volta para a cara de Max, e sai andando.
(Sango) – credo o que deu nele?
(Kagome) – eu vou falar com ele!
Kagome correu um pouco para alcança-lo.
(Kagome) – Inuyasha, espera! – (segurou no braço dele) – por que você agiu daquela forma?
(Inuyasha) – por que simplesmente eu não queria conhecer aquele cara!
(Kagome) – o que foi que deu em você?
(Inuyasha) – nada, só não to a fim de conhecer todo o mundo. Por que se eu te ver que conhecer todo cara com quem você tá ficando eu vou acabar conhecendo o mundo todo!
(Kagome) – pra sua informação eu não to ficando com o Max. Ele só um amigo e...
(Inuyasha ¬¬) – é outra noite eu vi bem como você trata o seus amiguinhos...
(Kagome corada) – eu não acredito no que eu ouvi!
(Inuyasha) – eu é não acredito! E mãe ainda acha que você é uma santinha! Tá certo. Até parece... se ela soubesse que você sai por ai agarrando todo mundo...
(Kagome furiosa) – quer saber se eu agarro ou não todo mundo como você fala, é problema meu! Eu sou jovem, livre e desimpedida. Não devo satisfação a ninguém. Muito menos a você!
(Inuyasha) – realmente eu não tenho que me meter na sua vida promiscua.
(Kagome) – você é um idiota, Inuyasha, um idiota!
Ela simplesmente virou as costas e se afastou dele.
Após a partida de Kagome, Inuyasha arrependeu-se do que dize, principalmente por que quando ela o chamara de idiota não estava brava como antes, olhar dela era de quem estava triste... decepcionada. E aquilo lhe doía e doía muito.
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estou faminta!
Dize Rin descendo as escadas enquanto prendia os cabelos num rabo de cavalo alto.
(jaken) – o almoço já esta servido, srta.
(Rin) – onde vai com essas malas Sr. Jaken? – (perguntou ao reparar nas malas dele)
(Sesshoumaru) – eu dei a Jaken esses dois dias de folga, ele vai ficar em um chalé na vila e se encontrara conosco quando formos pegar o avião.
(Jaken) – eu já estava de saída Sr. Sesshoumaru.
(Sesshoumaru) – esta bem.
(Rin) – até mais ver Sr. Jaken!
Jaken saiu de casa e entrou em um jipe que já estava esperando por ele e partiu.
(Rin) – por que o mandou pra vila?
(Sesshoumaru) – porque – (dize se aproximando dela) – queria ter a casa só para nós dois, nestes dois dias.
Terminou de falar e voltou a soltar os cabelos delas e a abraçou.
(Rin) – Sesshoumaru...
(Sesshoumaru) – prometo que esse dois dias serão incríveis. – (dize pondo-a no colo e levando-a para o sofá da sala)
deitou-se sobre ela e ficou a acariciar os cabelos dela.
(Rin) – todos esses dias aqui foram inesquecíveis.
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.:À Noite:.
(Sango) – você ainda não tá pronta, Kagome?
(Kagome) – to quase! – (dize de dentro do banheiro)
Sango estava ansiosa para chegar logo ao lual que haveria na beira da praia, ela usava um short de linho cinza que ia até o meio da coxa, um blusa verde com flores tropicais rosas e violetas, toda frouxa que caia por um ombro deixando o amostra e amarrava um pouco abaixo do umbigo deixando-a justa. Os cabelos estavam presos num rabo de cavalo e a maquiagem se resumia a um lápis preto passado bem de leve, uma sombra bem suave rosa e um batom de efeito molhado rosado, pra completar um brinco comprido com uma pedra verde na ponta.
(Sango) – você demora de mais... – (resmungou)
(Kagome) – pronto coisinha chata to pronta.
Kagome usava um vestido de crepe branco de alçinhas, com um decote generoso, sem ser vulgar, o colo e a barra do vestido que ia ate o joelho era todo bordado de florzinhas coloridas. A maquiagem bem leve, menos o lápis que marcava bem os olhos. O cabelo estava com as mechas acima das orelhas presas e o resto solto.
(Sango) – pois vamos que o Max já deve tá esperando a gente!
Em poucos minutos as duas estavam na beira da praia. O local estava incrível! Um pequeno palco em formato circular fora montado e uma banda tocava musicas de todos os ritmos tropicas, a iluminação era feita por portes de tochas espalhados por toda parte e pela lua cheia, e uma tenda branca fora montada para servir de bar. Tudo estava...
Perfeito. Foi a palavra que veio a sua mente quando percebeu Inuyasha em uma rodinha fechada perto da tenda ao lado de Mirok que conversava com uma meninas. Ele usava uma calça de linho caqui e uma camisa social com as mangas dobradas branca com a metade dos botões desabotoados. Mirok estava de bermudão branco e camisa azul com flores brancas desabotoada e tinha um daqueles colares estilo surfista de contas brancas e azuis.
(Max) – oi garotas!
(Kagome e Sango) – oi Max!
Max usava uma calça jeans claro camiseta florida aberta e uma camisa preta por dentro.
(Max) – vamos beber alguma coisa?
Os três seguiram para a tenda...
(Sango) – olha só como ele não tem um pingo de vergonha na cara!
(Kagome) – de quem você tá falando...
Kagome seguiu o olhar da amiga e viu Mirok cercado por três meninas e falava ao pé do ouvido de uma delas que ouviu com atenção e depois começou a rir...
(Max) – eu pensei que você não suportava aquele garoto?
(Sango) – e não suporto! Ele é um cretino e só tenho pena daquelas coitadas ali.
(Kagome e Max) – a tá!
(Max) – por um instante... um instante só! Eu chegue a pensar que você tava com ciúmes!
(Kagome) – você chegou a pensar isso? – (dize para Max) – eu tive foi certeza!
(Sango) – vocês dois são muito chatos! – (dize se afastando e indo para o bar)
olha só quem esta ai!
(Kagome) – ah.. oi Narak!
(Narak) – por que você desapareceu lá na piscina?
(Kagome) – eu encontrei a Sango e ela não tava muito legal e ai a gente foi dar uma volta juntas.
(Narak) – ah.. eu entendo! Mas você não vai me negar a sua companhia essa noite não é?
(Kagome) – mas é que eu com o Max...
Max, eu tava te procurando! – (dize outro cara se aproximando) – podemos falar em particular?
(Max) – desculpa, Kagome! Eu preciso mesmo falar com ele!
(Narak) – sem problema eu cuido dela!
(Max) – desculpa. – (sussurrou para Kagome) – depois eu volto a te procurar!
(Kagome) – tudo bem!
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me dê uma tequila! E trás o sal por favor.
pediu assim que sentou-se em um dos bancos juntos ao balcão. E logo o barman trouxe o pedido.
o que diabos ela pensa que tá fazendo.
(Inuyasha) – o que Mirok?
(Mirok) – olha só aquilo!
(Inuyasha) – aquilo o que?
(Mirok) – a Sango, tá bebendo tequila com se fosse água! – (dize ao ver Sango beber o terceiro copo)
(Inuyasha) – ah.. é isso! Vai lá i diz que não quer que ela beba!
(Mirok) – esqueceu que eu não quero mais saber dela?
(Inuyasha) – pra quem não quer saber mais dela, você tá se incomodando muito.
(Narak) – que tal beber alguma coisa, Kagome?
(Kagome) – agora não obrigada! Você viu pra onde a Sango foi?
(Narak) – não eu não vi!já que você não quer bebe. Vamos dançar!
Dize puxando ela sem dá oportunidade de negar ao pedido.
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.:meia hora depois:.
olha moça, você devia pegar leve!
(Sango) – eu.. to... bem. Tá... me dá outra!
(garçom) – tá bem moça!
O garçom pois o décimo copo na frente dela, que o segurou e se virou pra ver a banda...
(Sango) – cretino...
"agora você não vai escapar de mim, Kagome"
(Narak) – seu copo!
(Kagome) – obrigada!
Depois de muito dançar, forçada, Kagome sentiu sede e Narak prontamente se ofereceu para buscar bebidas e tornou a colocar a droga na bebida de Kagome.
(Kagome) – você não viu a Sango por ai? Estou preocupada com ela!
(Narak) – ela esta bem. Por que não toma seu drink?
(Kagome) – é ela deve estar bem.
Ela bebe todo o conteúdo do copo.
(Narak) – uma delicia não é? – "agora é só esperar o efeito"
(Kagome) – é sim.
–crétino!
O grito foi ouvido acima dos demais sons.
(Kagome reconheceu a voz) – Sango. – (dize antes de pasar pelo povo para chegar até amiga)
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–Crétino!
Foi a única coisa que ouviu antes de levar um banho de tequila na cara e se separar da menina que o tirara para dançar. Limpou como pode a cara e olhou para ela... Sango...
(Mirok) – Sango.
(Sango irada) – você não passa de um cretino, idiota, imbecil...
(Mirok) – Sango, você bebeu além da conta. Mal consegue ficar em pé! – (dize estendendo os braços para poder ajuda-la)
(Sango) – não toca em mim...
Quando deu um passo atrás pra evitar que ele a toca-se, Sango perdeu o equilíbrio e caiu de bunda no chão.
(Kikyou) – que cena deprimente! – (comentou se aproximando por trás de Mirok)
(Mirok) – guarde sua opinião para você! – (dize antes de tentar ajudar Sango de novo)
(Sango) – já dize pra não tocar em mim. Eu odeio você! O-d-e-i-o!
(Mirok) – me deixa te ajudar!
(Sango) – não!
Sango se levantou e cambaleou um pouco e acabou tombando para a frente, só não foi parar no chão por que Mirok a aparou. Sango escondeu o rosto no tórax de Mirok, segurou a blusa com força e começou a chorar.
(Mirok) – eu vou te tirar daqui.
E saiu guiando-a para longe da multidão.
Max viu Kagome tentando passar entre a multidão que se formara para ver a cena de Sango.
(Max) – o tal Mirok já levou ela... Kagome? Você esta bem? – (dize reparando a palidez dela)
(Kagome) – eu to muito tonta e minhas pernas estão dormente!
(Max amparou) – o que você bebeu?
(Kagome) – nada alem de um coquetel de frutas! Eu não entendo?
(Max) – você mesma pegou sua bebida?
(Kagome) – não foi o Narak. Por que?
(Max) – vem eu vou te ajudar!
(Narak) – o que esta acontecendo? – (dize passando entre o povo)
(Max) – não é nada!
(Kagome) – eu que não estou me sentindo... muito bem – (falou com a voz fraca e desmaiou)
(Narak) – pode deixar, rapaz, que eu cuido dela! – (dize tentando afastar Max dela)
(Max) – não chegue perto dela seu monstro!
(Narak) – é melhor dobrar sua língua, rapaz, pelo que eu saiba você não passa de um funcionário do hotel. Devia ter medo de perder o emprego!
(Max) – você é que deveria ter medo, de um processo por dopar uma pessoa, caso não saiba isso é crime! – (dize antes de pô-la nos braços e sair) – vou te levar pro hospital municipal da ilha. Dr. Trevor vai cuidar bem de você.
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(Rin) – você até que nada bem! – (dize sentada em batente da escada de saída da piscina)
(Sesshoumaru) – que bom que as minhas braçadas diária estejam valendo. – (dize brincando enquanto se aproximava dela)
Sesshoumaru apoiou as mãos, uma de cada lado do corpo de rin, no batente acima do qual ela estava sentada e selou seus lábios nos dela.
(Sesshoumaru) – mas posso te garantir que faço muito bem... outras... coisas...
(Rin) – é eu sei.
Nunca em sua vida achou que teria coragem para ficar de noite nadando nua em uma piscina. Mas tantas outras coisa, que ela também acreditara nunca ter coragem de fazer, ela fez ao lado de Sesshoumaru. Como por exemplo: fazer amor em cima da mesa do almoço como fizera um pouco depois que Jaken sairá, ou no chão da cozinha enquanto esperava a janta ficar pronta, ou ainda encima da pia após lavar os pratos. É... Sesshoumaru estava certo em querer ter a casa só pra eles.
(Sesshoumaru) – vem nadar comigo! – (dize puxando-a para longe da escada, mas para o fundo)
(Rin) – você sabe tão bem quanto eu que o que você quer não é nadar! – (dize enlaçando sua cintura com as pernas)
(Sesshoumaru) – você esta ficando muito sabidinha!
Dize e a beijou. Suspendeu-lhe o corpo e abandonou lhe os lábios e passou a sugar os seios. Rin movimentava delicadamente os quadris, fazendo que o sexo de ambos rosasse um no outro. E logo sentiu o membro dele ereto. Segurando-a pelas nádegas, Sesshoumaru, deslizou para dentro do corpo dela. O movimento deles permaneceu lento até quando puderam resistir ao pedidos dos corpos por mais. O ritmo aumentou e logo ambos chegaram ao ápice.
– eu te amo!
Sussurrou tão baixo que um simples humano nunca ouviria, mas não fora baixo o suficiente para que seus ouvidos de youkai não pudessem ouvir.
"e agora? Como farei para mudar isso?"
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(Mirok) – isso, põe pra fora! Você vai se sentir melhor.
Ele havia levado Sango para o chalé dela, e agora estava ajoelhado ao lado dela no banheiro, segurando-lhe os cabelos enquanto ela botava tudo que bebeu pra fora.
(Mirok) – vem vamos lavar sua boca. – (dize ajudando ela a ficar de pé)
(Sango) – eu fiz um papel ridículo não foi. hihihihi
(Mirok) – é... Fez. Você acha que consegue tomar banho? Vai te fazer bem!
(Sango) – eu to meio tonta.
(Mirok) você vai ter que confiar em mim, Sango. E me deixar te ajudar.
(Sango riu boba) – tá bom!
(Mirok) – você me promete nunca mais beber desse jeito? – (dize soltando os cabelos dela) olha ai Naia P
(Sango) – tá eu prometo!
(Mirok) – levanta os braços!
Sango assentiu e levantou os braços, Mirok desfez o laço que prendia a blusa e atirou por cima da cabeça dela. Ela era como ele sempre a imaginara a cintura fina, e o seios fartos e redondos ainda cobertos pelo sutiã tomara-que-caia de renda verde claro, mas Mirok se obrigou a não se deixar levar pelos seus hormônios. Sango continuou com os braços levantando, Mirok se desabotôo o short dela e o tirou... As pernas compridas e bem torneadas e a calcinha que fazia conjunto com o sutiã, verde claro de laçinhos dos lados. Tá! A visão era tentadora! E ela ali parada de braços levantados.
(Sango ri) – gostou?
Perguntou e deu uma voltinha, acabou se desequilibrando e Mirok a amparou.
(Mirok) – opa! – (dize segurando-a pelo braço) – sem mas voltinhas esta bem!
(Sango ainda rindo) – tá
(Mirok) – o que ta fazendo? – (perguntou ao vê-la tentar desprender o sutiã)
(Sango) – você dize que ia me dar um banho!
(Mirok abaixa os olhos e cora) – você pode banhar de lingerie. – (dize ligando o chuveiro) – vem à água tá morna.
Ele a segurou pelos braços e a colocou de baixo d'água
(Sango) – ai... tá fria! – (dize tentando sair de baixo d'água)
(Mirok) – tá morninha, Sango.
(Sango) – não esta, não. – (dize fazendo bico)
(Mirok) – por favor, Sango, não faz caso.
(Sango) – então, vem ver como tá fria!
Ela o segurou pela blusa e o puxou para junto dela de baixo do chuveiro colando seu corpo ao dele. Mirok apoiou as mãos na parede atrás de Sango, tentou se afastar, mas ela o abraçou.
(Sango) – sabe que depois que você entrou aqui ficou quentinho!
Sussurrou no ouvido dele e logo em seguida começou a acariciou a orelha dele com a ponta da língua.
(Mirok) – Sango...
Mirok mantinha as mãos na parede e Sango segurou o rosto dele entre as mãos e o beijou, ele deixou-se beijar-se e tentou resistir o maximo possível resistir, mas acabou agarra-la pela cintura e invadir lhe a boca com a língua. Sango puxou o mas para si e ele a imprensou contra a parede. Presa entre a parede e o corpo de Mirok, ela se apoiou nos ombros de Mirok para tomar um pequeno impulso e enlaçou-o cintura com as pernas. Com o movimento inesperado de Sango, Mirok ia perdendo o equilíbrio e apoiou as costas na parede oposta a qual Sango estava.
"não! Ela não estavam em seu estado normal. Não era certo me aproveitar do momento" – com esse pensamento Mirok a afasta e sai do chuveiro.
(Mirok) – é melhor você ir se deitar!
(Sango) – você não quer e se deitar comigo?
Mirok a enrola em uma toalha.
(Mirok) – vou pegar um roupão pra você. – (dize antes de sair do banheiro)
somente ali, no quarto e longe da visão tentadora de Sango, ele pode tentar acalmar seus hormônios em ebulição. Deu uma olhada pelo quarto sem saber o que fazer e acabou por ver uma camisola de cetim azul sob a poltrona ao lado da cômoda. Pegou-a e depois abrindo a primeira gaveta da cômoda e viu uma porção de calcinhas multicoloridas de vários modelos diferente. Com certeza adoraria vê-la desfilar aquelas peças para ele. Mas somente quando estivesse sóbria, e com noção de seus atos. Pegou uma calcinha branca no estilo cuequinha, que deveria ser confortável.
(Mirok) – é melhor você vestir isso! – (dize entrando no banheiro, entregando a roupa para ela e saído) – to te esperando aqui fora!
Sango vestiu-se e deixou o banheiro.
(Mirok) – pronta?
(Sango enlaçou o pescoço de Mirok) – pronta!
Ela ficou na ponta dos pés e selou seus lábios aos deles. Mirok tentou resistir mas acabou correspondendo novamente ao beijo que dessa vez fora mais calmo...
Sango interrompeu o contato e ambos se encararam. Ela sorriu para ele e...
(Mirok) – Sango! Ah... Meu Deus! Eu mereço!
Dize segurando-a entre os braços inconsciente.
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Gente desculpa a demora!
Mas eu tava viajando!
Resposta das reviews no meu flogão!
E olha só mandem muitas reviews pq
São elas o meu combustível pra sair um novo cap!
Bjos e xau!
