Univercity

16°parte: você não vale nada

Tinha algo quente ao seu lado na cama... uma respiração quente arrepiava-lhe os cabelos da nuca. E ela sabia muito bem que estava ali do seu lado. Se lembrava bem do papelão que fizera. Virou-se sem fazer barulho. Ficando bem perto do rosto dele. Lembrou-se do beijo trocado no banheiro e da forma em que ele reagira. Ele poderia ter se aproveitado dela, mas não o fez. Recordou da vez em que saíram juntos e se beijaram. Se aquele baka não tivesse estragado tudo dando encima de outra garota, provavelmente... Não queria pensar naquilo. Ele tentara se explicar diversas vezes, mas estava cansada das mentiras dele.

Agora ele dormia tranqüilamente como um anjo e fora isso que ele fora essa noite para ela. Sango sabia que o amava. Aproximou o rosto do dele, perto demais para recuar. Não teria outra oportunidade e ele estava adormecido. Encostou os lábios aos dele num toque leve, não tão sutil para que ele não acordasse e a agarrasse, inevitável... Mirok aprofundou o beijo. Sango estremeceu, mas ele a prendia de um jeito que ela não tinha como fugir. Deixou sua boca ser invadida pela língua que explorava cada canto e enroscava-se na sua. Abraçou-o com força e virou-se por cima dele. Ao se separarem, Sango continuou sentada sobre ele. Nenhum dos dois falava nada, apenas se olhavam um pouco ofegantes.

(Mirok) – Sango... – (dize quebrando o silencio) – como você esta se sentido? – (dize tirando-a de cima do seu colo)

(Sango sem graça) – estou bem!

(Mirok) – que bom! Então é melhor eu ir embora! – (dize se levantando da cama e indo em direção a porta) – desculpe por ter me deitado com você, mas...

(Sango se levanta e vai até ele) – obrigada, Mirok! – (dize interrompendo-o)

(Mirok) – você não tem pelo que me agradecer!

(Sango) – você cuidou de mim! E você não sabe o...

(Mirok) – eu não fiz nada de mais. E... eu preciso ir.

(Sango) – não. Por favor fique!

Por um instante Mirok não soube o que dizer.

(Mirok respirou fundo e só naquele momento percebeu que estava segurando o ar) – Sango... eh... aconteceu tanta coisa hoje... é melhor eu ...

(Sango) – fique!

Mirok passou os dedos pelos cabelos num gesto de nervosismo e olhou para os lados.

Sango ficou nas pontas dos pés e roçou seus lábios nos deles.

(Sango) – por favor fique! Por que se você sair eu não sei se teria coragem de falar com você de novo e eu não quero mais deixar de falar com você!

(Mirok) – eu também não quero mais ficar longe de você!

Ela envolveu o pescoço dele com os braços e o beijou. Mirok a segurou pela cintura e a puxou mas para si. Sango acariciava a nuca dele e empurrou-lhe a camisa pelos ombros largos, e ele a deixou cair no chão. As mãos delicadas exploravam os músculos do tórax. Abandonando os lábios doces e convidativos e passou a beijar a base do pescoço dela e com os dentes desceu a alça fininha da camisola que ela usa, primeiro uma e depois a outra e logo a peça escorregou pelo corpo esguio, formando um círculos ao pés de Sango. Voltaram a se beija e sem que se separassem Mirok pegou Sango no colo e levou-a até a cama, deitando sua carga preciosa com todo cuidado. Deitou-se com ela continuava beijando-a quando tomou um dos seios firmes na mão, antes de deixar os lábios para suga-lo. Escorregando as mãos por todo o tórax dele, Sango desceu as mãos e desabotoou a bermuda de Mirok, que logo a ajudou retira-la. O pênis dele já estava rígido e pedindo por alivio, mas ainda precisava provar cada parte da pele alva que o enlouquecia. Deitou-se por cima, deslizando as mãos pelo corpo delicado, apertando os seios e mordiscando os mamilos rijos. Ergueu o rosto para ver a expressão extasiada dela, mas estava apenas começando. Seguiu tecendo sua trilhas de beijos pelos seios, abdome e ventre dela. Com os dentes retirou-lhe a calcinha e separou lhe as coxas mergulhando a língua no centro de sua intimidade, provando o gosto adocicado que o deliciava. Sango empurrou o rosto dele com força entre suas pernas e gritou quando ele a fez gozar.

(Sango) – por favor venha!

Ela estendeu lhe os braços e ele logo deitou-se sobre ela deixando se ser abraçado e voltando a beija-la. Mirok ergueu-se por sobre Sango e penetrou-a fundo, uma dor aguda percorreu lhe pelo corpo e os olhos de Sango encheram se de lágrimas. Mirok por sua vez a olhou assustado e surpreso ao sentir se rompendo uma barreira no corpo dela. Por deus! Ela era virgem e não lhe dissera nada.

(Mirok) – me desculpe, Sango! Se eu soubesse teria ido mais devagar eu lamento.

(Sango) – eu estou bem! Está tudo bem! Eu só preciso de um tempo pra me acostumar a você.

(Mirok) – você tem todo o tempo do mundo, Sango. Nos nem precisamos continuar se não quiser!

(Sango) – eu quero. Fica só um pouco...

era torturante, mas ficaria parada ali o tempo que fosse necessário para que Sango se adaptasse a ele. A dor que ela sentira antes dera lugar a um pequeno desconforto e logo só sentia uma ansiedade crescente dentro dela, e começou a movimentar os quadris e Mirok logo entendeu o recado e começou a movimentar se devagar para dentro e para fora do corpo dela. Sango segurou o rosto dele com ambas as mãos e o puxou para um beijo e mordiscou o lábio inferior dele. Mirok gemeu e baixando a cabeça voltou a sugar os seios dela. E aos poucos, Mirok, foi aumentando o ritmo das estocadas e agarrando suas pernas e enlaçando a cintura com elas, invadindo-a mais profundamente até enchê-la com seu gozo.

Sango abraçou-o apertando com força conta seu corpo. Mirok virou-se e deitou-se de costas na cama e puxando Sango para junto de si fazendo com que ela repousasse a cabeça em seu peito e ficou lhe afagando os cabelos e as costa até que ela adormeceu.

Com certeza aquela fora a melhor noite de sua vida. Sempre fantasiara com seria ter Sango em seus braços mas nunca imaginou que seria tão maravilhoso. Não havia sido apenas um ato sexual, duas pessoas atrás de prazeres físicos. Tinha sido algo mais do que isso, foi uma união de corpo e alma... de coração. Amava-a e sabia disso, não fora a troca de nada que ficará tão pra baixo enquanto estivera brigado com ela. Mas agora que estava com ela nunca mais faria nada para que ela se zangasse com ele.

E foi com esses pensamentos que Mirok adormeceu.

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Sua cabeça parecia que ia rachar e a luz irritava seus olhos, mas pelas poucas coisas que pode perceber ela não estava em seu quarto. Era um quarto impecavelmente branco. Mas a onde estava sua cabeça estava tão zonza...

ora vejam, a bela adormecida acordou! Como você está se sentindo?

Era uma bela voz masculina que vinha do seu lado, então uma mão se pousou primeiro em sua testa para depois segurar lhe o pulso e medi-lo...

sua pulsação ainda esta fraca. Mas logo você vai ficar boa.

(Kagome) – onde estou?

você está no hospital local. E eu sou o Dr. Trevor, Ian Trevor.

Naquele momento Kagome virou-se para ver o médico e se deparou c um jovem de no máximo trinta anos. O rosto tinha uma beleza clássica, nariz reto e lábios cheios e bem definidos. Os cabelos negros, a pele bronzeada e olhos eram de um azul acinzentado.

(Kagome) – o que aconteceu?

(Ian) – você já ouviu falar de uma droga chamada de "boa noite Cinderela"? pois bem você foi dopada com essa droga. Mais você vai ficar bem!

(Kagome) – dopada? Mas como?

(Ian) – alguém deve ter posto a droga na sua bebida.

(Kagome sussurrou) – Narak...

(Ian sem ter ouvido o sussurro de Kagome) – de agora em diante não aceite bebida de ninguém que não seja de sua total confiança! Acho que depois dessa você vai aprender essa lição! E mas tarde você vai ser liberada e poderá voltar ao seu chalé!

(Kagome) – obrigada!

E ela voltou a relaxar na cama sua cabeça parecia pesar toneladas, mas agora ela sabia muito bem quem quisera dopa-la a questão agora era...

Por que?

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(Inuyasha) – eu tenho que ir vê onde esta metido o Mirok? – (disse saindo do banheiro e secando os cabelos com a

(Kikyou) – eu acho engraçado, você vive falando que ele é um prego, mas quando fica livre dele, não para de perguntar por ele! – (ela levantou o rosto da revista que ela estava lendo)

(Inuyasha) – eu só quero saber como é que esta a Sango. Ela extrapolou ontem a noite.

(Kikyou) – você não devia se preocupar com isso! Não é da sua conta! Você devia era ficar um pouquinho mais comigo aqui! – (falou manhosa ficando de joelhos na cama) – você quase não tem me dado atenção... – (resmungou)

(Inuyasha) – eu prometo que depois a gente fica juntos agora eu preciso ir ver como é que tá Sango!

(Kikyou) – você também deve estar preocupado com a sua amiga!

(Inuyasha) – é claro que estou preocupado com a Sango...

(Kikyou) – estou falando da sua amiga Kagome!

(Inuyasha) – a Kagome? O que tem ela?

(Kikyou) –você não viu? Ela é igualzinha a amiguinha! Você não viu mesmo quando ela teve que sair de lá carregada? Pelo menos a Sango conseguia caminhar!

(Inuyasha) – Kagome saiu de lá carregada?

(Kikyou) – é! Aquele carinha que andava com ela a levou! Você devia escolher melhor suas amigas!

(Inuyasha) – eu vou atrás do Mirok!

E saiu...

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bom dia!

Um voz em tom suave invadiu sua cabeça fazendo-a abrir os olhos!

(Sango) – bom dia! – (dize aconchegando-se a ele)

(Mirok) – como você está?

(Sango) – estou bem!

(Mirok) – tem certeza?

(Sango) – tenho!

(Mirok) – eu não te machuquei não foi?

(Sango) – não! – (dize de olhos fechados ai descansando)

(Mirok) – e... você gostou?... é que eu não sabia que era sua primeira vez!

(Sango sorriu para ele) – alguém já te dize que você fala de mais quando acorda?

(Mirok lhe sorriu de volta) – não! Ninguém dize!

(Sango) – pois você fala de mais! Agora vamos ficar em silencio.

Sango segurou o rosto dele e o puxou para um beijo.

(Mirok) – o silencio pode ser bom! – (disse sorrindo após perder o fôlego no beijo) – mais alguns ruídos de vez em quando...

Mirok voltou a beija-la em quanto as mãos percorriam as laterais do corpo de Sango. Quando...

(Inuyasha) – hei! Mirok! Eu sei que você está ai! Abre a porta! – (disse faltando derrubando a porta)

(Mirok e Sango) – mas que droga!

Segundos depois...

(Mirok) – o que foi, Inuyasha? Por que queria derrubar a porta?

(Inuyasha) – desculpe. Eu nem lembrei que a Sango deve estar de ressaca!

(Mirok) – ressaca? É ressaca! e você faltou estourar a cabeça dela.

(Inuyasha) – tá desculpa! Mas eu queria saber se você sabe da Kagome?

(Mirok) – não. Por que?

(Inuyasha) – Kikyou, disse que viu ela sair da festa ontem carregada por aquele cara que tava andando ontem com elas.

(Mirok) – você tem razão em estar preocupado. A gente não conhece o cara! Eu vou ver se a Sango sabe de alguma coisa e depois a gente vai atrás dela!

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(Kagome) – não precisava ter me acompanhado até aqui, Dr. Trevor!

(Ian) – estava mesmo na saída do meu plantão e morro em chalé mais adiante um pouco. E sem falar que precisava ter certeza de que minha paciente esta bem.

(Kagome) – eu estou bem garanto!

e eu estava preocupado com você!

Kagome se virou e deu de cara com Inuyasha e Mirok.

(Kagome) – Inuyasha! Você não imagina o que aconteceu...

(Inuyasha) – eu posso imaginar! – (disse já pensado mau de Kagome)

(Kagome) – me doparam.

(Inuyasha) – o que?

Sem esperar para ouvir o que mais Kagome tinha para dizer Inuyasha acertou Ian no queixo...

(Kagome) – NÃO INUYASHA! – (ela saiu em defesa do outro)

(Inuyasha) – você ainda defende ele?

(Mirok) – o que foi mesmo que aconteceu, Kagome? Quem é esse cara?

(Inuyasha) – e por que você tá defendendo ele?

(Kagome) – ele é o Dr. Ian Trevor. E foi ele que cuidou de mim! – (disse ajudando Ian a se levantar) – você as machucou? – (perguntou a ele)

(Mirok) – desculpa ai o Inuyasha. Os braços são mais rápidos que os neurônios.

(Inuyasha) – hei!

(Ian) – tudo bem! Kagome é o tipo de garota que merece esse tipo de defesa... e pela qual a gente leva um soco sem reclamar! – (riu e piscou um olho para Kagome) – mas bem! Você já está entregue!

(Kagome) – obrigada por tudo, Ian! E desculpe pelo que aconteceu aqui!

(Ian) – tudo bem! A gente se vê por ai! – (disse e foi embora)

(Inuyasha) – é incrível como você não perde uma oportunidade!

(Kagome) – o que você disse?

(Inuyasha) – você foi dopada mas mesmo assim não perdeu a oportunidade de da em cima do medico!

(Mirok) – pega leve, Inuyasha!

(Inuyasha) – ah... qual é você viu! "Desculpe Ian" – (dize imitando a voz de Kagome)

(Kagome) – e o que tem de mais! Ele cuidou de mim e você socou a cara dele.

(Inuyasha) – e por isso você já chama ele de Ian! Toda intima!

(Mirok) – ou nossa! A forma que você se refere ao Dr. É realmente muito importante... mas... eu tenho que saber de umas coisinhas fúteis! Como foi que isso aconteceu? Você esta bem? Sabe quem foi que te dopou?

(Kagome) – eu não só bebi um drink que o Narak me deu! Mas...

(Inuyasha) – foi ele!

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(Kikyou) – como você pode dar uma mancada dessa!

(Narak) – eu não tive culpa se aquele idiota apareceu! Mas você vai ter que me ajudar! Vou negar até o fim que fui eu!

(Kikyou) – ficarei do seu lado não se preocupe!

eu vou matar você, Narak!

Inuyasha aproximou-se rapidamente de onde Kikyou e Narak conversavam.

(Kikyou) – o que deu em você, Inuyasha?

(Inuyasha) – esse desgraçado tentou dopar a Kagome!

(Narak) – o que? Isso é ridículo!

(Inuyasha) – não se faça de sonso!

(Narak) – eu não tenho culpa se ela bebeu mais do que devia!

(Inuyasha) – ela falou que só bebeu um drink que você deu a ela!

(Kikyou) – Inuyasha! Você viu como a amiguinha dela se comportou ontem a noite! Conhece aquele ditado: "diga me com quem andas...?

(Inuyasha) – mas... ela falou...

(Kikyou) – ah... por favor, Inuyasha. Você sabe tão bem quanto eu que ela gosta de bancar a santinha. Ela nem assume os casos dela. E é bem mais fácil dizer que foi dopada ao invés de que tomou um porre, pra manter a posse de boa moça.

(Narak) – eu não fiz nada para ela!

Inuyasha olhou de um para o outro e saiu sem dizer mais nada.

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(Sango) – você deve estar se sentindo péssima?

(Kagome) – eu já to bem melhor. Mas e você, sua doida, por que bebeu tanto?

(Sango) – foi culpa do idiota ai! – (apontou para Mirok)

(Mirok) – que já voltei ao posto de idiota?

(Sango) – você nunca saiu do posto de idiota! – (rindo da cara emburrada de Mirok, ela completa) – um idiota adorável, mais idiota!

Ele faz uma careta e Sango Rin mais ainda.

(Kagome) – hei... você dois...

(Mirok com um sorriso de orelha a orelha) – a gente tá namorando!

(Sango) – não é verdade a gente não esta namorando!

(Mirok agora sério) – como assim a gente não esta namorando?

(Sango) – não estamos não! Você nem me pediu em namoro!

(Mirok) – eu pensei que depois da noite de ontem tinha ficado claro que a gente tá namorando! A gente tá namorando sim viu, Kagome!

(Sango) – não estamos não, Kagome!

(Mirok) – tá legal já que a gente não esta namorando, vou atrás das meninas com quem eu estava conversando ontem a noite.

(Kagome) – vocês dois não tem jeito! – (disse mais não foi ouvida)

(Sango) – vai! Vai! Seu cachorro sem vergonha...

(Mirok) – eu sou um homem livre e descomprometido, como você bem sabe, então eu faço o que quero!

Mirok e Sango continuaram discutindo e nem repararam quando certo meio youkai se aproximou do grupo só Kagome percebeu.

(Kagome) – acho que eles nunca vão mudar!

(Inuyasha) – eu preciso falar com você!

(Kagome) – tá

os dois se afastaram do casal que não parava de brigar.

(Kagome) – o que foi?

(Inuyasha) – eu quero a verdade, Kagome! Não tem problema nenhum se você tiver bebido além da conta! As vezes se pisa na bola...

(Kagome) – você acha que eu menti...

(Inuyasha) – não é legal acusar ninguém, Kagome! E errar é humano.

(Kagome) – o que foi que eu fiz? O que foi que eu fiz pra ser tão indigna de confiança assim?

(Inuyasha) – Kagome...

(Kagome) – você sempre duvida de mim! Tenho que sempre que provar que estou falando a verdade.

(Inuyasha) – não é assim...

(Kagome) – é assim sim! E quer saber estou cansada de ter que provar tudo a você! Você não é um amigo como eu pensei que fosse!

(Inuyasha) – você não me deixa falar...

(Kagome) – acho que a gente não tem mais nada a falar!

Dando as costas a ele ela voltou para onde os dois amigos ainda discutiam...

Inuyasha a observou se afastar e também se retirou.

(Mirok) – tudo bem! Você venceu! Se é um pedido que você quer! Quer namorar comigo?

(Sango fazendo carinha de inocente) – tá eu aceito!

(Mirok) – ora sua... chata!

(Sango) – seu bobo... Kagome o que foi? – (dize ao perceber os olhos da amiga marejados)

(Kagome) – não foi nada eu só estou com sono!

Kagome saiu a caminho do seu chalé.

Inuyasha – (Mirok e Sango sussurraram juntos)

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Inuyasha estava sentado na praia

(Kikyou) – por que você esta com essa cara?

(Inuyasha) – não é nada eu só estou confuso!

(Kikyou) – deixa eu ver ela afirmou mais uma vez que foi dopada. E dize que você não confia nela, que pensava que você fossem amigos. Isso é tão clichê!

(Inuyasha) – eu não quero mais falar sobre isso!

Ele se levantou e deixou Kikyou sozinha.

(Narak) – e então como ele está? – (disse se aproximando depois de ter visto a cena)

(Kikyou) – confuso!

(Narak) – ele é tão idiota!

(Kikyou) – eu concordo!

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acorde, Rin!

A luz do sol que entrava pela janela incomodava lhe os olhos, mas tirando isso ela estava maravilhosa, a noite de amor havia sido esplendida! Ela ainda podia sentir as mãos e lábios de Sesshoumaru em seu corpo... e agora ele a chamava.

Acostumando seus olhos à claridade do quarto e focalizou-o no canto... estranho! Ele estava vestido como se fosse sair.

(Sesshoumaru) – acorde, Rin! Nós temos que ir! Temos uma hora para estar no avião!

(Rin) – o que?

(Sesshoumaru) – aconteceu alguns problemas e precisamos voltara Tókio!

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.:horas mais tarde:.

Mais tarde, Max foi ver como Kagome estava. E ela lhe contou tudo que havia acontecido de manhã. Já era noite e eles caminhavam na beira da praia.

(Max) – ele é um completo idiota!

(Kagome) – eu to cansada da forma com que ele tem me tratado!

(Max) – ele inacreditável... inacreditável! – (Max olhava surpreso para um ponto atrás de Kagome) – aquela ali, não é a namorado do idiota?

Kagome voltou-se e deparou-se com Kikyou e Narak se beijando.

(Kagome) – eles estão se beijando?

(Max) – eu diria que estão se engolindo! O idiota devia saber disso!

(Kagome) – devia sim!

(Max) – vai contar pra ele?

(Kagome) – eu não posso! E alem do mais ele não acreditaria em mim!

Sem dizer mais uma palavra, ela foi embora.

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Inuyasha estava no restaurante do hotel quando viu Kagome e Max chegando. Max estava com o braço nos ombros dela. O que deixou Inuyasha furioso.

(Inuyasha) – eu não sei como ainda pude ter duvidas! – (falou a se aproximar de Kagome e Max) -- você não vale nada!

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Oi gente desculpe a demora!

Eu vou tá respondendo as reviews do cap anterior

No meu vibe

O endereço está no meu profile!

E gente continuem mandando reviews tá!

Bjokas

Brunayasha