Evanescence - My Immortal
I'm so tired of being here
Estou tão
cansado de estar aqui
Suppressed by all of my childish fears
Reprimido por todos os meus medos infantis
And if you have to
leave
E se você tiver que ir
I wish that you would just
leave
Eu desejo que você apenas vá
Because your
presence still lingers here
Porque a sua presença ainda
persiste aqui
And it won't leave me alone
E isso não
vai me deixar sozinho
These wounds won't seem to heal
Essas
feridas não vão cicatrizar
This pain is just too
real
Essa dor é bem real
There's just too much that
time cannot erase
Há muita coisa que o tempo não
pode apagar
When you cried i'd wipe away all of your tears
Quando você chorasse eu ia limpar todas as suas lágrimas
When you'd scream i'd fight away all of your fears
Quando
você gritasse eu lutaria contra todos os seus medos
And
i've held your hand through all of these years
Eu seguraria a sua
mão durante todos esses anos
But you still have all of me
Mas você ainda tem tudo de mim
You used to
captivate me
Você me cativou
By your resonating light
Com sua vida ressonante
But now i'm bound by the life you
left behind
Agora eu estou destinado à vida que você
deixou para trás
Your face it haunts my once pleasant
dreams
Seu rosto freqüenta meus sonhos alegres
Your
voice it chased away all the sanity in me
Sua voz persegue toda a
sanidade em mim
These wounds won't seem to heal
Essas
feridas não vão cicatrizar
This pain is just too
real
Essa dor é bem real
There's just too much that
time cannot erase
Há muita coisa que o tempo não
pode apagar
When you cried i'd wipe away all of your tears
Quando você chorasse eu ia limpar todas as suas lágrimas
When you'd scream i'd fight away all of your fears
Quando
você gritasse eu lutaria contra todos os seus medos
And
i've held your hand through all of these years
Eu seguraria a sua
mão durante todos esses anos
But you still have all of me
Mas você ainda tem tudo de mim
I've tried so
hard to tell myself that you're gone
Eu tenho tentado me
conformar de que você não está mais aqui
And
though you're still with me
Mas penso que você ainda está
comigo
I've been alone all along
Eu tenho estado sozinho todo
esse tempo
Harry corria rápido pelos corredores de pedra, estava cansado, suado, mas mesmo assim mantinha a varinha em punho iluminando o caminho a sua frente, já havia perdido a conta de quantos caminhos diferentes já tentara pegar, todos levando a câmaras sem saída ou outras bifurcações, ele só queria chegar ao centro de tudo isso, queria encontrar logo Voldemort e terminar com tudo. Os gritos da batalhas dos Aurores contra os Comensais ainda ecoavam em seus ouvidos, o flash de luz que atingiu Ron no peito permanecia fixo em suas retinas, podia até ouvir a voz de Hermione em sua cabeça "Harry, corra, termine logo com isso, deixa que eu cuido do Ron... AHHHHHHH" e no segundo seguinte outro flash acertou o teto entre os dois derrubando uma avalanche de pedras, e separando Harry de Hermione, Rony e da batalha. Harry não tivera outra alternativa se não dar as costas para a parede de pedras que agora o separava de seus amigos e correr pelo corredor que parecia levar ao centro de tudo: Voldemort.
Virou a esquerda, a direita, e novamente a
direita, estava ficando irritado com a demora para encontrar logo o
bruxo, ouviu uma risada fria e sem alegria dentro de sua cabeça.
"O que foi Potter, não consegue me encontrar? Vamos lá...
achei que você fosse melhor do que isso..."
- Se está
tão seguro de si, porque não me ajuda a te encontra e a
gente põem um fim a tudo isso.- Gritou Harry irritado, ainda
correndo. Derrapou freiando quando entrou e mais uma câmara sem
saída, respirou com dificuldade, até que um sorriso
debochado se projetou em seus lábios e ele murmurou em tom
irônico - Ou será... será que o Grande Lorde está
com medo de enfrentar o Menino-que-sobreviveu?
Harry sentiu a
cicatriz queimar, a dor foi tanta que ele caiu de costas no chão,
cego de dor.
- Como ousa, debochar de mim garoto tolo? – Disse
uma voz fria vinda da porta da câmara.
- Ah, cansou de se
esconder? – perguntou Harry ainda tentando voltar a enxergar,
usando uma parede como apoio para se levantar.
Voldemort riu,
aquela mesma risada que Harry ouvira tantas e tantas vezes dentro de
sua própria cabeça.
- Então você
realmente acha que eu estava me escondendo? Garoto tolo, mas você
tem razão, já brinquei de mais com você, está
na hora de por um fim a toda essa sua fama de invencível, para
que fique mais do que provado que ninguém pode deter Lorde
Voldemort.
- Brincar? – Perguntou Harry, tentando conseguir
mais tempo até ter um bom plano em sua cabeça. – O
que você quer dizer com "Brincar"?
Voldemort soltou
outra gargalhada, em seguida falou com uma voz sarcática, nada
característica – Pobre Potter, perdeu os pais, o padrinho e
a namorada trouxa...
O sangue de Harry congelara, fazia três
meses que estava tentando aceitar a perda de Allanis, mas ouvir sobre
a morte da garota ali, de Voldemort, com aquela voz sarcástica,
estava matando Harry por dentro.
- Ah, você se lembrou
deles não foi Potter? – Voldemort sorria sarcástico e
vitorioso – Se lembrou das pessoas que tanto amava não é
mesmo?
Harry não respondeu, não iria falar sobre
seus pais, Sirius e Allanis com Voldemort, não deixaria
transparecer a sua fraqueza ao bruxo, diante das maiores perdas da
sua vida.
- Devo assumir, você me ajudou, é verdade,
me mostrando o caminho para aquela trouxa... – Os ouvidos de Harry
começavam a zumbir ao som das palavras de Voldemort – Foi a
mais fácil de matar sabe. Torturei toda a família dela,
inteirinha, aquele bando de trouxas nojentos, e depois os vi
queimarem vivos junto com casa. – Voldemort soltou uma risada
triunfante – Ah, eu ainda posso ouvir seus gritos implorando
piedade, eles imploraram sabia? Imploraram para que eu os matasse
logo e acabasse com seu sofrimento. Mas eu os vi carbonizarem pouco a
pouco...
Harry não se mexeu, sentiu o sangue subir.
Voldemort estava tentando tortura-lo psicologicamente, e estava
conseguindo. Era sua culpa, tudo sua culpa... Culpa daquela maldita
profecia, que por causa dela ele perdera seus pais. Por causa dela,
ele fora levado até o Departamento de Mistérios, e
perdera Sirius. Por causa dela, que ele fora escolhido para derrotar
o Lorde das Trevas, colocando em risco todas as pessoas de quem era
próximo.
- Sabe Potter... – recomeçou a falar
Voldemort – Eu não consigo entender porque você ainda
insiste em lutar. Não seria muito mais fácil se
simplesmente se entregasse e fosse logo se juntar ao patético
do seu pai, à sangue-ruim nojenta que era sua mãe, ao
seu padrinho tolo, traidor do próprio sangue, e claro, a sua
namoradinha deplorável, aquela trouxa...
Harry estava cego
e surdo tal era sua raiva e fúria, jogou-se contra Voldemort e
começaram a duelar furiosamente. Harry queria machucar
Voldemort, queria feri-lo, tortura-lo. A morte não aprecia ser
suficientemente boa para ele, que queria que cada grama de sua dor
fosse transmitida para Voldemort, que ele sentisse como era ter mil
facas perfurando-o de dentro para fora, desejava que o bruxo
sangrasse aos poucos, gota à gota de seu sangue maldito.
Voldemort fora pego de supressa pelo movimento do rapaz, mas
conseguiu se refazer a tempo de começarem um duelo mortal de
varinhas.
- Você quer vingança é Potter? –
perguntou Voldemort se esquivando de um feitiço de Harry –
Então venha buscar, mas nada que você fizer vai
traze-los de volta do inferno para onde os mandei!
Duelaram,
duelaram por tanto tempo que Harry já sentia os músculos
enrijecidos reclamando por tanto esforço. Sentia que poderia
ceder a qualquer momento, que tudo terminaria assim, ele morto,
vencido pelo Lorde das trevas, em qualquer câmara subterrânea
suja e escura, sem amigos, sem seus pais, e sem Allanis. Lembrou-se
que a garota morreu sem ao menos saber o que ele realmente sentia por
ela, e ela morrera por sua culpa. Em meio aos feitiços que
eram lançados, reuniu pela última vez, toda energia que
conseguira acumular, iria tentar seu último e mais desesperado
feitiço, o feitiço que selaria a sua morte ou de
Voldemort. Lembrou-se com saudades dos rostos de seus pais, Sirius e
Allanis, e pensou que a morte não seria um fim tão
ruim, ao menos iria voltar a vê-los uma última vez.
Quando apontou a varinha para Voldemort, prestes a murmurar o
feitiço, uma coisa inesperada aconteceu. Sem que ele
ordenasse, de sua varinha saíram feixes roxo-prateados que
envolveram Voldemort. O bruxo parecia desesperado em contado com o
feitiço, gritava e urrava de dor, mas antes que Harry pudesse
entender a situação e fazer alguma coisa, Voldemort se
desfez em centenas de fios prateados de poeira, mergulhando toda a
câmara num silêncio esmagador.
Harry ficou olhando
para o lugar onde, segundos antes, estivera o corpo contorcido de
Voldemort, sentiu o ar parar de encher seus pulmões e tudo em
volta rodar antes de cair desmaiado no chão duro e frio da
câmara escura.
Continua...
N/A: Tadah! E aih está pessoal, o capítulo
do Duelo Final! Tá meio curto, eu sei... Sorry. Eu nunca
escrevi cenas de duelo Harry/ Voldemort antes, então eu não
sei como eu me saí... provavelmente um horror. É, eu
coloquei música de novo na fic, porque eu achei que tinha tudo
a ver como o Harry tava se sentindo. Se vocês acham que pirei
muito errado nessa música, é só avisarem...
Pois eh gente, para quem achou que esse era o último
capítulo, ledo engano p... hehehe continuem comentando que eu
continuo postando...
Comentários sobro o cap: Olha, eu
gostei sabem... Ele acontece três meses depois que o Harry sabe
da morte da Allanis. Clima básico da Batalha final do sétimo
livro. Mas só porque a batalha eh a final, não quer
dizer que tudo tenha acabado afinal... O Harry pode encontara outra
possoa não pode?
