Univercity
21°parte: encontros!
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Duas semanas depois do acidente e ele ainda precisava usar muletas para ajuda-lo a se equilibrar. Ele já deveria estar completamente curado, afinal era um youkai e com certeza era degradante depender de ajuda para tudo. Na verdade nem estava mais tão dependente assim mais Izaio não o permitia fazer basicamente nada. Não agüentava mais a super proteção dela, na verdade não agüentava mais nada naquela casa! E para isso só tinha uma solução: sair de lá o mais rápido o possível! E de preferência para um lugar onde ninguém o incomodasse.
(Sesshoumaru) – Jaken! – (como sempre lá estava ele a postos, ele que sempre fora muito eficiente, ultimamente estava sendo mais que eficiente, mal podia dar um suspiro sem ele vir saber se ele precisava de algo e se estava bem, e aquilo era insuportável) – prepare minhas malas!
(Jaken) – e para onde o Sr. Vai?
(Sesshoumaru) – para Shikonotama!
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20 minutos para o fim do seu expediente. Logo Inuyasha apareceria para busca-la. Ele e Shippou brigando como sempre.Eles tinham ficado de alugar uns filmes hoje e esse provavelmente seria o motivo da briga de hoje. Só de imaginar os dois entrando pela porta reclamando sempre um do outro, já a fazia rir, o que sempre deixava os dois furiosos.
Oi, Kagome.
(Kagome) – Kouga! – (disse ao se virar para a voz que a chamara) – deus quanto tempo! Você sumiu!
(Kouga) – sabe como é família, não é? Cheguei hoje, e vim te ver. Tava morrendo de saudades.
(Kagome sem jeito) – é bom te ver, também! E cadê a Ayame?
(Kouga) – a Ayame? Tá por ai. Mais me diz uma coisa: o que vai fazer hoje à noite? A gente podia sair pra jantar!
(Kagome) – eu...
Foi interrompida pela porta abrindo de repente e um certo garotinho que entrou reclamando...
(Shippou) – KAGOME! O INUYASHA NÃO ME DEIXOU PEGAR O FILME QUE EU QUERIA!
(Inuyasha logo atrás se defendendo) – VOCÊ JÁ TINHA ESCOLHIDO TRÊS!
Kagome começou a rir e foi então que Inuyasha olhou pra onde ela estava...
(Inuyasha) – O QUE O LOBO SARNENTO TÁ FAZENDO AQUI?
(Kouga) – oi, cara de cachorro!
(Kagome) – o Kouga chegou de viagem hoje e...
(Inuyasha) – já veio correr atrás de você!
(Kouga) – qual é cara de cachorro! Tá achando que por ser o amiguinho, é o dono?
(Inuyasha indo pra cima de Kouga) – pra sua informação: eu sou o namorado dela, agora! E não quero você rondando ela.
(Kouga) – Kagome...
(Kagome) – a gente tá namorando sim. Mas de qualquer forma, você não precisa ser tão grosso Inuyasha!
(Inuyasha) – nunca escondi que não gosto desse lobo fedido! – (abrindo a porta) – agora cai fora!
Kouga olhou para Kagome como que esperando uma reação dela
(Kagome) – é melhor você ir! Depois a gente conversa!
(Kouga) – tudo bem então! – (se aproximou de Inuyasha e sussurrou) – você não perdeu tempo, não é! Te disse o quanto ela é boa e você resolveu ir ao ataque!
Sem dar tempo para qualquer reação de Inuyasha, Kouga entrou no carro e saiu. Furioso, Inuyasha entrou na loja. Kagome estava mostrando uns filhotinhos que haviam nascido na noite anterior para Shippou.
(Kagome) – vem ver também, Inuyasha!
(Inuyasha) – não! Vou esperar vocês no carro!
(Kagome) – ainda faltam 15 minutos pra eu poder sair! E o Houjo deu uma saída.
(Inuyasha) – eu vou para o carro! – (disse áspero e saiu)
Quase 10 minutos depois, Shippou ainda brincava com os filhotes, já Kagome olhava pela vidraça para Inuyasha emburrado no carro. Quando a porta abriu!
(Houjo) – voltei! Oi, Shippou gostou dos bebês?
Shippou apenas acenou com a cabeça. Houjo se aproximou de Kagome e seguiu o olhar dela.
(Houjo) – hoje ele parece mais zangado que nunca! O que foi?
(Kagome) – o Kouga teve aqui!
(Houjo) – os dois sempre se odiaram! E o Kouga não esconde que gosta de você!
(Kagome) – é eu sei! Se você não tivesse começado a namorar a Yume nas férias, ele já tinha ficado louco!
(Houjo) – por que você não vai logo pra casa! Eu dou conta da cachorrada daqui, mais aquele cachorro ali, é só com você mesmo!
(Kagome riu) – valeu, Houjo! Vamos Shippou!
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Era sempre a uma festa chegar em casa, Iuky sempre os recebiam com a maior alegria. Mas nem a alegria e as brincadeiras do bichinho diminuíram o mau humor de Inuyasha. Depois de acalmar o filhote, Kagome segurou a mão de Inuyasha e o puxou para a cozinha.
(Kagome) – me ajuda a preparar o jantar?
Inuyasha se deixou levar sem dizer nada e ainda de cara amarada. E assim ficou Kagome tentou o tempo todo começar uma conversa com ele, mas ele simplesmente, ou respondia que sim ou que não, e fazia o que ela pedia. Então ela terminou de preparar o jantar, chamou Shippou, e se não fosse por ele o jantar teria sido no mais completo silencio.
(Shippou) – vou assisti meus filmes na tv da sala.
(Kagome) – tudo bem! Eu vou ficar no quarto assistindo os filmes que o Inuyasha pegou pra gente. Você não pegou daqueles filmes de terror que te deixam sem dormir.
(Shippou) – eu não tenho mais medo, Kagome!
(Kagome) – tá bem! – (Shippou correu para sala) – você vem assistir aos filmes comigo ou vai continuar ai emburrado?
Sem disser nada, Inuyasha se levantou pegou os filmes e seguiu em direção ao quarto. Kagome foi atrás e quando chegou lá ele já estava preparando o DVD, então ela se sentou na cama e se apoiou na cabeceira da cama. Já Inuyasha, mesmo depois de por o filme pra rodar continuou sentado no chão e as costas apoiadas na cama. Foi então que Kagome se zangou e jogou um travesseiro na cabeça dele.
(Inuyasha) – hei! – (resmungando)
(Kagome) – se é pra passar a noite toda sentado no chão, me ignorando! É melhor você ir embora!
(Inuyasha) – ah... Claro! Você tá doida pra se livrar de mim, não é?
(Kagome) – to! Você é muito chato! Eu tinha planejado passar a noite assistindo filme e namorando com o meu namorado legal! Mais eu nem sei o que você fez com ele!
(Inuyasha) – é que ele mudou de planos, quando ti viu com o lobo fedido!
(Kagome) – pois acho bom ele voltar atrás antes que eu desista de te dar um beijinho se quer essa noite.
Inuyasha bufou e subiu na cama, e sentou-se na cabeceira ao lado de Kagome.
(Inuyasha) – pronto! Sai do chão! Cadê meu beijo?
(Kagome riu) –só depois que você desfazer esse bico!
(Inuyasha òó) – feh...
(Kagome) – tá bem! Se você não desfizer essa cara amarada... Vou passar o resto da semana sem te dar um beijinho! – (disse tentando não rir)
(Inuyasha surpreso) – você tá brincando né?
(Kagome rindo) – é claro que é brincadeira! – (disse puxando a cabeça dele pelos cabelos e dando um selinho nele) – mas você tem que parar de ser tão ciumento!
(Inuyasha) – é... Que... Eu... Não... Gosto... Daquele... Cara... – (disse entre um selinho e outro que Kagome lhe dava)
(Kagome) – bobo... – (disse antes que ele a segurasse pela cintura e aprofundasse o beijo)
Se beijaram até perderem o fôlego.
(Kagome) – que tal a gente ficar, bem agarradinhos e assistir ao filme?
(Inuyasha) – pode ter trocas de beijinhos? – (disse todo maroto)
(Kagome) – pode!
(Inuyasha) – então tá!
Ajeitou-se na cama, deixando Kagome repousar a cabeça no peito dele e passou o braço sobre os ombros dela. E ficaram "vendo" o filme que eles nem sabiam o nome...
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Não havia nada melhor do que ter Kagome dormindo entre seus braços. O rosto tão sereno e a respiração calma... Será que ela teria o mesmo sono tranqüilo depois de fazer amor? Talvez o rosto ficasse mais corado e...
"Te disse o quanto ela é boa..."
Aquele desgraçado do Kouga! Só de pensar que aquele fedorento a tocou sentia vontade de mata-lo! Mais isso não importava mais, certo? Afinal, ela o tinha escolhido. Poderia ter continuado com ele se ela quisesse, mais ao invés disso ela estava ali em seus braços...
Inuyasha saiu dos seus devaneios quando ouviu a porta sendo aberta lentamente... A primeira coisa a passar por ela foi uma bola de pelos brancos que atendia pelo nome de Iuky, e que logo tentou subir na cama, e depois foi a cara assustada de um certo garotinho de cabelos laranja que espiou pela brecha da porta.
(Inuyasha) – O que foi, Shippou? Não me diga que você ficou com medo daquele filme de terror bobo que você pegou?
(Shippou) – não fiquei, não! – (disse entrando no quarto) – mais... O Iuky ficou!
(Inuyasha sarcástico) – nossa como ele é bobo!
(Shippou) – é! Muito bobo! Ele queria vir dormir com a Kagome! Eu só vim trazer ele!
(Inuyasha) – então tá! Valeu! Agora pode deixar que o Iuky já tá aqui! – (disse pegando o cachorrinho que pelejava pra subir na cama) – você já pode ir dormir! Tchau, Shippou!
(Shippou) – eu vou mesmo. – (disse chegando mais perto da cama) – já disse que não to com medo! – (e começou a acariciar o pêlo de Iuky) – eu... Vou só dar boa noite pro Iuky!
(Inuyasha sabia que o garoto tava apavorado, mas provavelmente passaria a noite todinha acordado, morrendo de medo mais não admitiria ser um medroso) – sabia que a Kagome é muito medrosa!
(Shippou desconfiado) – é?
(Inuyasha) – é! E eu fiz a besteira de pegar uns filmes de terror, e agora ela tá com medo de ficar só!
(Shippou) – você só faz besteira!
(Inuyasha ¬.¬) – é... Você me faz o favor de cuidar dela? Eu tenho que ir pra casa!
(Shippou) – tá bom! – (disse subindo na cama) – eu cuido dela!
(Inuyasha) – ótimo! Tá me fazendo um grande favor!
(Shippou) – você vai ficar me devendo essa!
Inuyasha sentiu Kagome se mover, escondendo o rosto para logo depois sentir-lhe o corpo sacudindo enquanto abafava uma gargalhada no peito dele.
Então a danadinha estava acordada, ouvindo tudo! Inuyasha também segurou o riso. Kagome ergueu um pouco o rosto e olhou para ele, suas faces estavam coradas por causa das risadas contidas, logo depois olhou para aquele que foi escolhido como seu guardião aquela noite, que já estava adormecido, abraçado a Iuky que também dormia.
(Kagome) – você é muito fofo, Inu-kun!
(Inuyasha) – fofo? Feh... Não gostei desse adjetivo!
(Kagome brincando) – oh... Meu fofinho! – (disse dando inicio a uma serie de selinhos)
(Inuyasha rindo) – tá bem! Tá bem! Mais já tá tarde e o "fofinho" aqui vai embora.
(Kagome) – nãooooo... Fica e dorme aqui com a gente!
(Inuyasha) – não, obrigado! Quando eu for passar a noite toda numa cama com você, o a "gente" vai se resumir a nós dois. – (disse levantando da cama)
(Kagome) – Inuyasha...
(Inuyasha) – Kagome, seria uma tortura passar a noite toda aqui. Vai ser melhor se eu for! Você me leva até a porta?
(Kagome) – claro!
Kagome se levanto e levou-o até a porta
(Inuyasha abriu a porta) – até amanhã, Kagome – (disse e a beijou)
(Kagome) – Inuyasha... – (disse detendo-o)
(Inuyasha) – o que foi?
(Kagome) – sabe, no fim da semana o Shippou vai voltar pra casa da sua mãe e a gente vai poder...
Ela não completou a frase, mas suas bochechas coraram. E Inuyasha entendeu muito bem o recado.
(Inuyasha) – sozinhos! – (completou a frase por ela) – vamos poder ficar sozinhos!
(Kagome) – é vamos!
(Inuyasha sorriu e a segurou pela cintura) – então a gente tem que fazer algo muito especial!
(Kagome, enlaçando o pescoço dele) – como o que?
(Inuyasha) – jantar? Lá em casa? Eu cozinho!
(Kagome) – você cozinha?
(Inuyasha) – é! Tá duvidando de mim?
(Kagome) – to!
(Inuyasha com cara de cachorrinho carente) – você não confia em mim!
(Kagome) – tá bom! Você cozinha!
(Inuyasha ) – então jantar na sexta-feira, lá em casa?
(Kagome ) – perfeito!
Ficando na ponta dos pés, ela o beijou...
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.:quarta-feira:.
Havia dois dias que havia chegado a aquele lugar, que antes era agradável e de clima tropical. Agora o clima parecia refletir se estado de espírito, frio, nublado e com chuvas fortes. E a casa antes agradável, era agora insuportável não havia um só lugar que não o fizesse lembrar dela, e aquilo era insuportável. Mas pelo menos tinha mais liberdade para tentar se livrar das muletas. Sua perna direita ainda doía muito mais nada que fosse lhe impedir de se livrar das malditas muletas.
Sesshoumaru caminho lentamente em direção a um móvel. E ao passar por uma janela de vidro se distraiu com um reflexo que não era o seu. Era como se Rin estivesse parada observando-o como fazia quando trabalhava no escritório, e aquilo o fez perder o equilíbrio, só não foi ao chão por conseguiu se segurar no móvel a sua frente, fazendo um estrondo...
(jaken) – senhor Sesshoumaru! Está tudo bem? – (falou do outro lado da porta do quarto)
(Sesshoumaru) – me deixe em paz!caia fora! – (gritou furioso)
Diabos, ela não podia atormenta-lo tanto.
(Sesshoumaru) – Que inferno!
Num ataque de fúria, Sesshoumaru derrubou o móvel, fazendo com que varias coisas se espalhassem pelo chão. Mas uma, que foi parar perto de seus pés, chamou lhe a atenção. Era uma foto: ele, ainda garoto de mais ou menos 8 anos, o pai e seu falecido avô. Ele, o pai e o avô estavam prontos para ir pescar e pousaram para a foto em frente à cabana de pesca do seu avô. Se abaixando ele recolheu a foto, lembrava das férias que costumava passar lá, quando era garoto; as horas de pescaria com o pai e o avô; haviam sido muitos os momentos bons lá. Mas depois da morte de seu avô, foram poucas às vezes que voltaram lá. O local agora devia estar em completo abandono, naquela ilhota, com aquele pequeno vilarejo de pescadores. Espere era o local perfeito! Longe de tudo e de todos, e de onde lhe trazia apenas lembranças da infância. Devia ter uma chave do chalé em algum lugar por ali, já que geralmente seu pai saia de shikonotama para lá quando ainda gostava de pescar e ainda tentava arrasta-lo ou a Inuyasha que nunca queriam ir, até que ele desistiu de ir. Mas a chave ainda devia estar por ali. Sentando se no chão, Sesshoumaru começou a revirar as coisas caídas, já estava decidido, iria para o chalé de seu avô e iria sozinho. Precisava ficar sozinho...
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.:sexta-feira (manhã):.
(Sango) – olha que coisa mais fofa, Kagome? – (disse mostrando um vestidinho de bebê cheio de moraguinhos)
(Kagome) – não se empolgue! Você não sabe se vai ser menina ou menino!
(Sango) – mais eu sinto que vai ser uma menininha super fofinha! Para me encher ela de enfeite! Presilhinhas, lacinhos... – (parou de falar ao perceber que Kagome estava em mais uma viagem, devia ser a milésima aquela tarde) – será que você pode me avisar quando voltar para a terra!
(Kagome) – hãm... Desculpe! Eu to meio distraída hoje!
(Sango) – meio? Você esta completamente perdida no mundo da lua hoje! O que aconteceu?
(Kagome) – nada... que horas são?
(Sango) – deixa eu ver... Da ultima vez que você me perguntou isso era 3 da tarde, então são 3 e 5!
(Kagome) – eu sei que to sendo uma companhia péssima hoje! – (disse baixando os olhos)
(Sango) – posso saber por que toda essa ansiedade e nervosismo?
(Kagome) – não é nada...é só que... Inuyasha marcou um jantar hoje na casa dele!
(Sango) – por isso esse nervosismo todo? Deus! Não quero nem imaginar o dia do seu casamento!
(Kagome) – Sango, vê se entende! Jantar... Na casa dele... Hoje... À noite! "A noite"!
(Sango) – jantares geralmente são de noite!
(Kagome) – Sango! "A noite"! Inuyasha disse que vai cozinhar!
(Sango) – entendi! Tá com medo de uma indigestão! – (disse com a atenção já voltada para as roupinhas de bebê que olhavam)
(Kagome) – claro que não! Essa noite vai ser a minha primeira noite com ele!
(Sango) – ah... Tá! Sua primei... Oh... Meu Deus!!! Ainda não tinha acontecido nada? Eu pensei que... – (parou de falar e ficou a espera de explicação)
(Kagome) – ah... Teve o acidente do Sesshoumaru... Depois o Shippou que teve de ficar lá em casa...
(Sango) – tá! Mais agora me explica o que esta fazendo aqui, quando tem tanta coisa pra fazer?
(Kagome) – claro! Como, por exemplo, ficar em casa, olhando pro relógio e morrendo de ansiedade!
(Sango) – como, por exemplo, ir com sua melhor amiga em busca da lingerie perfeita, da roupa perfeita e depois passar a tarde num relaxando num salão!
(Kagome) – o que?
(Sango) – tem um loja maravilhosa aqui perto!
E saiu puxando Kagome consigo.
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.: À noite:.
(Inuyasha) – cada coisa em seu devido lugar! Agora, é só ir buscar a Kagome!
A tarde havia sido uma loucura, mas com certeza, toda a confusão valera a pena, estava tudo perfeito para sua primeira noite com Kagome.
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Depois de achar a chave em meio a bagunça que havia feito, não houve problemas em achar um pescador disposto a enfrentar a tempestade dos últimos dias por uma significante quantia e leva-lo a ilha onde ficava o chalé. Dois dias em alto mar e agora já se aproximavam do píer próximo ao chalé. As luzes estavam acesas. engraçado, não sabia que tinha gente morando lá. Com certeza seu pai contratara um caseiro para tomar de conta do chalé. De qualquer forma seria um tanto melhor ter alguém lá, caso precisasse de algo.
Com a ajuda do pescador contratado ele desembarcou no píer e seguiu pelo caminho que levava ao chalé, foi um tanto complicado subir até lá, tanto pelas pedras, quanto pela escuridão da noite e a chuva que não cessava. Mas o importante foi que conseguiu superar o caminho e ao alcançar o terraço foi que prestou atenção na musica que vinha lá de dentro, bateu na porta uma vez... Duas... Três e nada. Então resolveu usar sua própria chave. Tirou o, sobretudo e o colocou nos ganchos de trás da porta. O cheiro que vinha da cozinha era delicioso, mais havia um outro cheiro misturado ao da comida, lhe parecia familiar, mas misturado ao outro ele não conseguia identificar. Seguiu para a cozinha, a fim de avisar sobre sua chegada. Estava perto da porta quando viu o vulto de uma pessoa passar em frente a porta.
Não podia ser! As lembranças não podiam segui-lo até ali!
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O dia com Sango havia sido uma bagunça total, mas pelo menos conseguira fazer com que ela se distraísse. Mas agora só lhe restara a ansiedade de ficar esperando-o...
O som da campainha, a sobressaltou. Finalmente ele havia chegado, deu uma ultima conferida no visual pelo espelho e correu para abrir a porta. Inuyasha estava lindo de calça jeans, camisa social branca por fora da calça e com os dois primeiros botões do colarinho aberto, blazer e sapatos pretos. E os olhos dele estavam fixo nela.
(Inuyasha) – você esta divina! – (disse após um tempo)
Kagome abriu um sorriso tímido. Ela usava um vestido tomara-que-caia de saia rodada creme com delicadas listras em diversos tons de verde, na cintura uma faixa de cetim verde, com duas flores aplicadas do mesmo tecido e bordadas com vidrilhos no mesmo tom de verde, os cabelos estavam presos em um coque desleixado que deixava escapar alguns cachos, brincos logos com strass nos tons de verde do vertido e sandálias de salto fino também verde.
(Kagome) – obrigada! Você esta lindo, também!
(Inuyasha) – vamos então?
(Kagome, já saindo) – vou pegar um casaco...
(Inuyasha a parou, segurando-a pelo braço) – não ganho nem um beijo?
Sorrindo, Kagome o abraçou e beijou, apenas um selinho. Mas Inuyasha a apertou contra o seu corpo, com os dentes segurou de leve o lábio inferior dela e depois se apossou da boca dela, explorando todos os recantos. Ou sentir os joelhos fraquejarem, Kagome se agarrou a ele. Inuyasha percebeu e sorriu contra os lábios dela.
(Kagome) – me deixa ir buscar meu casaco! – (disse separando-se dele)
Ela pegou o casaco e os dois seguiram para o apartamento de Inuyasha. E a cada instante que passava, Kagome ficava mais nervosa. Se com apenas um beijo, ela já ficava tonta... Sem fôlego... Como seria então fazer amor com ele?
Ela o observou enquanto dirigia, os ângulos perfeitos do nariz e do queixo, os lábios bem definidos, o corpo de porte atlético: ombros largos e quadris estreitos, as mãos grandes e fortes... Em pensar que era só questão de uma, no máximo duas, para os dois estarem juntos... Aquelas mãos a despiram e a tocaram sem restrições... Sem barreiras, os lábios perfeitos a beijariam... Era só uma questão de tempo, pouco tempo, até seu corpo se unir ao dele... E esse pensamento fazia seu coração bater mais rápido e espalhava calor por todo o seu corpo. Inconscientemente, os olhos de Kagome baixaram para a região entre as pernas de Inuyasha. Só percebeu o que estava fazendo quando percebeu a curva do sorriso debochado e risada que ele havia contido.
Deus do céu! Ele havia percebido que ela o observava, e pelo movimento "exibicionista" que ele fizera com os quadris, também percebera o que ela observava. Rapidamente, e com o rosto queimando de vergonha, virou-se para a janela do seu lado.
Inuyasha, por sua vez, estava adorando a situação, adorando saber que ela também estava nervosa e ansiosa. E para provoca-la, ele se aproveitou de uma mudança de marcha, para roçar as costas da mão na perna dela e instantaneamente Kagome agarrou com força a saia do vestido. Ele observou lhe a mão delicada ficar apertada, aponto das juntas ficarem brancas, então ele entrou com o carro na garagem do prédio, estacionou e, então pegou a mão dela, beijou-a e passou pelo rosto.
(Inuyasha) – vamos!?
Saiu do carro e deu a volta para abrir a porta para ela. Com o braço nos ombros dela, ele a guiou até o elevador exclusivo que levava já para dentro do apartamento dele.
(Inuyasha) – espero que você goste do que preparei!
(Kagome) – é claro que eu vou gostar!
Inuyasha a abraçou e a beijou. Quando a porta do elevador se abriu, sem parar de beija-la, ele a suspendeu do chão e a levou para dentro do apartamento, para só então cessar o beijo. Kagome permaneceu ainda por alguns segundos de olhos fechados e então os abriu e...
(Kagome) – oh... Meu Deus!
Todos os moveis haviam sido removidos, ficando apenas uma mesa com dois lugares, coberta com uma toalha de linho branca devidamente arrumada e com um belo arranjo de rosas vermelhas. A iluminação local era feita por uma porção de velas em candelabros. Parecia que estava sonhando. Uma musica suave preencheu o ambiente e Inuyasha a abraçou por trás e depositou um beijo no ombro e outro na ponta da orelha dela e depois repousou a cabeça no ombro dela.
(Kagome) – Inuyasha...
(Inuyasha) – vem! Vamos dançar!
Ele a virou para si e começou a guia-la no ritmo da musica.
(Kagome rindo) – você sabe ser irresistível quando quer! – (disse envolvendo o pescoço dele) – eu já te disse que te amo?
(Inuyasha riu) – já! Mais pode repetir quantas vezes quiser. Eu adoro ouvir isso!
(Kagome) – tá tudo tão perfeito! – (disse e riu) – por favor, não diga que o jantar é ramen!
(Inuyasha fingindo-se de indignado) – Apesar de ramen ser uma delicia, não! Nosso jantar não é ramen! E aliais eu tenho de terminar de preparar. Mas que tal primeiro uma taça de vinho? Eu vou buscar!
Ele foi até a cozinha e Kagome ficou observando tudo ao redor: a luz suave das velas, a doce melodia, a beleza e o aroma das rosas... Engraçado como apenas aquele arranjo podia exalar tanto perfume. O arranjo e as pétalas... Pétalas? Só agora ela prestara a atenção, a escada estava repletas de pétalas vermelhas, e formava um caminho até o quarto dele... O que será que ele havia feito por lá? Sem agüentar a curiosidade, Kagome olhou para a cozinha, e como não o viu, subiu as escadas e seguiu pelo caminho das pétalas e...
Céus... Nem em seus sonhos havia imagina que sua primeira vez seria em um local assim: centenas de rosas vermelhas espalhadas pelo quarto todo, mais velas iluminando o quarto, os únicos moveis ali era uma enorme cama, com lençóis de seda branca e coberta por uma espécie de tenda em um tecido branco semitransparente e com vários travesseiros, e dois criados mudos ao lado dessa, e pingentes de cristal que pendiam do teto refletiam a luz das velas fragmentando-a em todas as cores do arco-íris dando um clima mágico. Tudo era tão maravilhoso que os olhos de Kagome encheram se de lagrimas...
(Inuyasha) – você gosta mesmo de estragar surpresas, não é? – (disse ele, encostado no batente da porta) – eu trouxe vinho!
De cabeça baixa, Kagome pegou a taça que ele a oferecia e bebeu seu conteúdo rapidamente.
(Inuyasha) – posso saber o porque das lagrimas nos seus olhos?
(Kagome) – não foi nada!
(Inuyasha ainda desconfiado) – tudo bem! Então vamos jantar?
Kagome se aproximou e o segurou pela cintura
(Kagome) – eu não quero jantar!
Disse ficando na ponta dos pés e beijando primeiro um cantinho dos lábios dele, depois o outro, ai apenas o lábio superior e o lábio inferior. Inuyasha soltou um baixo gemido e a beijou de forma possessiva, a língua explorava a boca dela, procurava, acariciava e enrolava-se a dela. Cessaram o beijo e ficaram só se olhando por um tempo, o único som era o da musica lá embaixo...
(Inuyasha) – tem certeza? Não quer mesmo jantar?
(Kagome) – tenho! Certeza absoluta! – (disse tirando o blazer dele)
E com dedos trêmulos, ela acariciou-o no pescoço e começou a desabotoar a camisa dele. Inuyasha segurou lhe as mãos tremulas e beijou as palmas de ambas
(Inuyasha) – nervosa?
(Kagome) – um pouco!
(Inuyasha rindo) – eu também!
Kagome curvou os lábios em um tímido sorriso, soltou as mãos das deles e terminou de abrir a blusa dele, devagar deixou as mãos acariciarem os quadris estreitos dele e depois as deslizou pelo tórax dele, sentindo a elevação de cada músculos do abdome e peito dele. Inuyasha fechou os olhos para melhor apreciar a caricia que as mãos pequenas e delicadas lhe faziam. Ela acariciou os ombros largos e empurrou a blusa para trás, fazendo com que ela se juntasse ao blazer no chão.
Inuyasha baixou a cabeça e tomou os lábios dela em um beijo doce e ardente ao mesmo tempo, separaram se e ele começou a retirar os grampos que prendiam os cabelos dela, terminou de os soltar e correu os dedos pelos fios negros e sedosos.
(Inuyasha) – seus cabelos são tão lindos! Não deveria prende-los... Se bem que... – (disse indo para as costas dela e suspendendo os cabelos dela) – não há nada mais tentador do que quando você deixa o pescoço toda a mostra.
A abraçou por trás, beijou-lhe a base do pescoço, mordiscou-lhe o glóbulo da orelha... As mãos deslizavam sobre o ventre dela e descia pelos quadris e logo após as mãos voltaram a subir e tocaram lhe os seios por sobre o vestido, virou o rosto dela pra que ele pudesse beijar lhe...
(Inuyasha) – eu te amo! – (sussurrou)
Voltou a beija-la. E sem que se separassem, ele virou a para si e passou a beijar-lhe as bochechas, o queixo, o glóbulo da orelha, o pescoço, ombros, a curva dos seios... Ajoelhando-se perante ela, Inuyasha a tirou as sandálias delas, e voltou a ficar de pé fazendo uma trilha de beijos começando pelo ventre e terminando nos lábios... As mãos encontraram o zíper do vestido nas costas delas e o abriu, deixando que o vestido caísse no chão...
Ele afastou-se um pouco dela e sem dizer nada ficou a observando. Ela estava linda! A lingerie era tão delicada, o sutiã sem alças branco e fechava na frente com umas fitinhas cor de rosas e a calcinha de renda branca parecia um shortinho. Inuyasha se aproximou, pegou-a no colo e a levou para a cama. A deitou delicadamente e deixou a mão deslizar pelas laterais do corpo dela.
(Inuyasha) – você é tão linda!
Kagome gostaria tanto de poder falar alguma coisa a ele, mas as correntes elétricas que as mãos de Inuyasha faziam percorrer quando a tocava, não lhe permitia falar. Ele voltou a beija-la e as mãos começaram a acariciar-lhe os seios sob o sutiã.
Separaram se, ele demorou-se a admirando. Até que, por fim Kagome estendeu o braço, silenciosamente, acariciou a face amada, o nariz perfeito, a boca convidativa. Enredou então os dedos nos cabelos prateados e puxou-o até que seus lábios voltaram a se tocar.
Um gemido escapou da garganta de Inuyasha. Kagome percebeu que finalmente estava onde sempre quisera estar, nos braços do homem que amara a vida inteira. Esperara por aquele momento a vida toda, estava disposta a consuma-lo, e nada iria impedir dessa vez. Inuyasha abraçou-a, cobrindo-a quase por completo com o próprio corpo, permitindo e ela sentisse contra as pernas a demonstração de seu desejo. Em vez de se apavorar, como pensava que seria quando chegasse aquela hora, Kagome constatou que também o queria na mesma intensidade.
(Inuyasha) – Deus! Há tanto tempo que espero para tê-la em meus braços. – (disse afastando-se para olha-la nos olhos)
(Kagome, um pouco encabulada) – Eu também, Inu! Eu também...
Murmurou escorregando as mãos pelas costas dele repetidas vezes, da cintura da calça jeans até o pescoço, deleitava-se com o contato dos músculos contra os dedos, quando sentiu que necessitava de mais, com os dedos tremendo começou a desfazer o laço e os enlaces que prendiam a parte da frente de seu sutiã. Mas, Inuyasha a impediu e terminou de desfaze-los por si mesmo.
(Inuyasha) – com são lindos! – (murmurou, provocando-os até senti-los intumescidos)
Começou a beija-los, arrancando-lhe gemidos de prazer, enquanto sugava-lhe os mamilos. Kagome levou as mãos as orelhinhas felpudas dele, imediatamente ele se retesou, enquanto pronunciava seu nome em um gemido.
Para retribuir-lhe a caricia, ele levou as mãos as coxas quente e tocou-o. Para Kagome como se recebesse uma descarga elétrica,o prazer roubando-lhe o fôlego, Inuyasha afastou-se, livrou-se do resto das roupas, abriu a gaveta do criado mudo ao lado e retirou um pequeno pacotinho prateado, abriu e colocou a camisinha no membro ereto, voltou a acariciar-la,e removeu-lhe a calcinha, petrificando-a em cima da cama.
(Inuyasha) – não fique tensa... Prometo ir devagar.
Kagome relaxou então, confiando o próprio à experiência de seu hanyou. Sentiu-se invadir de um calor gostoso no inicio, mas logo se converteu em tensão tamanha que a obrigou a colar-se a ele.
(Kagome) – Inuyasha... – (sussurro ela)
Em resposta, com habilidade, as mãos que a afagavam, separaram-lhe as pernas de modo bastante meigo e deram lugar ao membro ereto. Em questão de segundos, Kagome sentiu-o escorregar para seu interior e parar de repente: acabava de encontrar a prova de virgindade.
(Inuyasha) – não é possível! O imbecil do Kouga... – (disse a ultima parte entre dentes e em tom muito baixo)
(Kagome, sem ter ouvido o que ele dissera) – você será o primeiro, meu amor! – (sussurrou-lhe ao ouvido, também para que ele não percebesse o rubor colorindo-lhe as faces) – esperei por você a minha vida toda! Sempre soube que ficaríamos juntos!
(Inuyasha preocupado) – pode doer um pouco! Mas juro que será a ultima vez que nosso amor a fará sofrer.
(Kagome) – não importa! Eu o quero de mais!
(Inuyasha) – e eu a você, meu amor.
Começou a se mexer dentro dela, suavemente, ate sentir que a barreira cedera. Penetrou-a mais fundo e parou, permitindo que ela se ajustasse a sensação de tê-lo dentro de si. Então, como se soubesse a hora exata de continuar, retomou o movimento, ininterrupto dessa vez, acelerando o ritmo pouco a pouco.
Ao contrario do que ele previra, Kagome tinha a sensação de subir as nuvens a cada nova estocada, ignorando que o prazer maior ainda estava por vir. O que poderia ser melhor que abrigar em seu interior o homem que ama, colar-se ao corpo dele, sentir-lhe a respiração ofegante contra o rosto e os beijos apaixonados?
Contudo, de súbito, descobriu que, acima das nuvens havia o céu. Chegaram ao êxtase juntos, e juntos gritaram o nome um do outro, em uma fusão perfeita de corpo, alma e coração. Naquele momento perfeito, Kagome teve a certeza de que sempre pertencera e pertenceria a um único homem, aquele que nem o tempo há fizera esquecer: Inuyasha Taisho.
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Não sabia o que o deixava mais angustiado: ser apenas mais uma alucinação ou ela estar realmente ali? Lentamente, ele entrou na cozinha... Deus! Era ela! Ela realmente estava ali! O coração acelerou-se, ela estava ali, em frente a ele distraída cozinhando, percorreu os olhos por ela, não queria perder um só detalhe... Ela estava tão linda... Ela estava... Grávida! Era inacreditável, mais era verdade, o ventre ainda era pequeno, de 5 meses, mas já bem arredondado.
Como ela ousará? Estava mais do que obvio que ela fugira carregando consigo um filho dele no ventre. Se há poucos segundos estava sentindo-se mais leve, agora estava tomado por uma fúria incrível.
(Sesshoumaru) – olá, Rin! – (disse com a voz tão fria quanto gelo)
Assustada, Rin deixou cair o prato que preparava e virou-se para ele.
(Rin) – Sesshoumaru...
(Sesshoumaru) – foi por isso que fugiu? – (disse olhando para o ventre dela)
(Rin) – O... Que... O que você está fazendo aqui?
(Sesshoumaru) – se não me engano esse chalé pertence a minha família! E você não tem nada para me dizer?
Deu um passo a frente e bambeou. Foi, então que Rin percebeu as muletas.
(Rin) – O que houve com a sua perna? – (indagou, preocupada)
(Sesshoumaru) – não mude de assunto, Rin!
(Rin) – é melhor você se sentar...
(Sesshoumaru furioso) – JÁ CHEGA, RIN! Pare de tentar mudar de assunto. Você me deve algumas explicações! De quem é o bebê, Rin?
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Gente esse cap quase que não sai!
Mais foi quase o dobro do tamanho normal dos meus caps!
Hehehe
Mais tudo bem!
Aqui to eu, de novo, com meus erros de português!
Mais que eu sei que muita gente gosta da minha fic!
Com ou sem erros!
Hihihi
Brunayasha
