UNIVERCITY
CAP 22: NÃO TINHA DIREITO!
(Sesshoumaru) – de quem é o bebê, Rin?
Aquela pergunta foi o mesmo que levar uma bofetada. Sua vontade estava divida entre trancar-se no quarto e chorar até não poder mais, e em voar no pescoço dele e esgana-lo. Mas, ao invés de uma dessas opções resolveu ignorar lhe a pergunta. Abaixou-se e começou a limpar a sujeira que tinha feito.
(Sesshoumaru) – não me ignore, Rin!
(Rin) – não sei o que houve com sua perna, mas parece ter sido sério, é melhor sentar-se! Esta com fome?
(Sesshoumaru) – diabos, Rin! Não finja que não está me ouvindo! De quem é o bebê?
Não havia a menor duvida de que aquela criança fosse sua. Mas mesmo assim, queria que ela assumisse que errou, que sua saída repentina da empresa foi para que ele não soubesse da gravidez.
(Rin) – esse bebê é meu! Acho que é um tanto obvio, já que está no meu ventre!
(Sesshoumaru) – eu não estou brincando, Srta. Takemi! – (disse num tom baixo e ameaçador)
(Rin) – nem eu, Sr. Taisho! Esse bebê é meu e pronto!
(Sesshoumaru ainda mais irritado) – se houver qualquer probabilidade dessa criança não ser minha... É melhor você falar logo!
(Rin) – eu acho que isso não é da sua conta! Não lhe devo satisfação sobre a minha vida particular! – (disse entre os dentes)
(Sesshoumaru) – ótimo! Então vamos fazer da forma mais difícil! A levarei de volta a Tóquio e faremos um exame de DNA...
(Rin) – você não pode me obrigar a voltar! E o exame, só quando o bebê nascer!
(Sesshoumaru) – ai, é que você se engana, Srta! Pode e será feito antes.
(Rin) – Sesshoumaru...
(Sesshoumaru) – os Taishos não tem o costume de sair por ai espalhando filhos bastardos pelo mundo! E se esse bebê for meu, como eu acredito que seja, nos estaremos casados quando ele nascer!
(Rin) – o que? Você não pode exigir isso! Sim, o bebê é seu. Mais isso não significa que me casarei com você, muito menos por uma exigência!
(Sesshoumaru) – você que sabe, Rin! O que eu sei é que não deixarei um filho, um Taisho, perdido nesse fim de mundo! Passando por privações!
(Rin) – sou bem capaz de sustentar a mim e ao "meu" filho!
(Sesshoumaru) – com o que? O seu saláriozinho de professorinha? Por favor, não me faça rir! E quem ficaria com o bebê enquanto estivesse trabalhando? Com certeza, você não vai poder pagar uma babá! Não seja ridícula, Rin! Você tem apenas duas opções: ou o meu filho cresce em uma família normal, ou ele será criado por mim, da forma como um Taisho deve ser criado!
(Rin) – está me ameaçando? E quem é você pra falar de disponibilidade de tempo? Você passa 24 horas por dia trabalhando, não teria tempo para ele!
(Sesshoumaru) – não tive tempo para faze-lo. Posso arrumar um tempo para cuidar dele também! E com certeza posso contratar as melhores babás do mundo!
(Rin) – você não tem esse direito!
(Sesshoumaru) – já chega dessa ceninha, Rin! Pare de se fazer de ultrajada. Eu lamento não poder fazer do jeito que você esperava...
(Rin) – como assim?
(Sesshoumaru) – qual era o resto do plano. Iria me pedir uma pensão quando ele nascesse? Pois bem, Rin, o meu filho vai ficar comigo! Você só vai ter que decidir entre se vai querer ou não ficar com a criança. Não se preocupe, mesmo que não queira o casamento, lhe darei uma boa recompensa pelo transtorno da gravidez!
(Rin) – você não tem o direito de falar assim comigo!
(Sesshoumaru) – você é que não tinha o direito de fazer isso! Me dê uma reposta até amanhã de manhã! Quero voltar logo para Tóquio, e com tudo resolvido!
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De repente a noite ficara tão fria. Abriu os olhos lentamente, ainda estava naquele lugar mágico: as velas e as flores... então não havia sido um sonho. Mas estava sozinha! A onde estava Inuyasha? Sentou-se na cama e sentiu um leve desconforto, resultado dos momentos de amor, mas não se arrependeria nunca. Enrolou-se no lençol e foi a banheiro da suíte. E lá encontrou uma caixa de presente cor-de-rosa, fechada com uma fita de cetim, e havia um cartão com seu nome preso nela.
Pegou o cartão e leu:
"Kagome,
são só algumas bobagens
para quando você estiver
aqui comigo!
"Fofinho""riu por ele ter usado o apelido que detestara. E riu novamente, pois dentro dela havia: um roupão rosa, um robe de seda lilás com estrelinhas e coelhinhos brancos estampados, um par de pantufas de coelhinhos iguais as que ela tinha em casa, uma escova de dentes... e como ele soubera exatamente o shampoo e o condicionador que ela usava? Tomou um banho rápido no chuveiro, se enxugou e vestiu o robe e as pantufas e foi atrás de Inuyasha.
Ouviu o som do chuveiro do seu quarto sendo usado. Logo ela estaria ali, e a ultima coisa que queria era que ela lhe pegasse no flagra. Por isso tinha que jogar todas as evidencias fora. Livrou-se de tudo e voltou a preparar o jantar, já era meia noite e meia, com certeza Kagome estaria faminta, depois de tanto "exercício".
Ouviu os passos na escada, depois o cheiro doce invadindo a cozinha, chegando cada vez mais perto, até que ela o enlaçou pela cintura.
(Kagome) – obrigada pelos presentes! Mas... eu acho que esse robe e pantufas não são as peças mais sexy do mundo! – (disse rindo)
(Inuyasha) – é claro que não são! Está querendo me matar? Você já é a mulher mais sexy do mundo se ainda usasse... – (virou-se e a agarrou, rindo) – iria me deixar louco!
Kagome, nas pontas dos pés, deu beijo leve nos lábios dele e deitou a cabeça no peito dele.
(Inuyasha) – eu te acordei? Fiz muito barulho aqui em baixo?
(Kagome) – não! Na verdade, eu acordei por que ficou muito frio lá em cima. – (disse em tom de malicia)
(Inuyasha) – meu deus! Isso não tem perdão! Devia ter ficado lá e te mantido bem quentinha. Mas pensei que você estaria com fome quando acorda-se.
(Kagome) – e você acertou! Estou faminta.
(Inuyasha) – ótimo! Já, já tudo estará pronto!
Deu um beijo nela que ainda permanecia em seus braços e voltou-se de novo para as panelas. Kagome foi sentar-se no balcão, ao lado do fogão, quando viu um saco no chão, pegou-o e foi joga-lo no lixo, foi quando teve outra surpresa.
(Kagome segurando o riso) – nossa Inu! O cheiro, pelo menos, está uma delicia!
(Inuyasha se gabando) – você vai ver que eu cozinho muito bem! Sou um mestre na cozinha!
(Kagome) – se você seguir direitinho o passo a passo que o chef escreveu aqui! – (disse entregando a ele um pacote de entrega de comida de um restaurante) – eu não sabia que havia restaurantes que entregavam pratos semi-prontos para os garotos impressionarem as namoradas! – (rindo)
(Inuyasha) – Ah... droga! Eu sabia que devia ter queimado essas porcarias! – (resmungou)
(Kagome ) – não precisava ter feito isso para me impressionar!
(Inuyasha emburrado) – foi você mesma que disse que eu só sei fazer ramem! Eu queria fazer algo especial!
(Kagome) – depois das flores, das velas e da nossa... – (disse abraçado-o novamente por trás e beijando a base do pescoço dele) – pode acreditar. Você já me deixou mais que impressionada! Foi mais do que especial!
(Inuyasha) – ah, é? É? – (virou-se de frente para ela) – então me responde uma coisa? – (disse malicioso roçando os lábios nos dela)
(Kagome também maliciosa) – o que?
(Inuyasha afastando os lábios dos dela) – você sabe o que é flambar?
(Kagome rindo) – que tal a gente fazer isso juntos? – disse empurrando-o um pouco para também ter acesso ao fogão)
terminaram de preparar a comida e comeram ali mesmo na cozinha.
(Inuyasha) – eu preparei uma mesa de jantar linda... – (parou para aceitar mais uma garfada que Kagome lhe oferecia) – e a gente comendo aqui na cozinha!
(Kagome ) – foi você mesmo que preparou tudo aquilo lá fora?
Inuyasha demorou-se pensando enquanto Kagome lhe dava comida na boca.
(Inuyasha) – tá, eu assumo! Eu contratei uma decoradora!
(Kagome rindo) – pelo menos... – (passando para o colo dele) – algumas coisas foi você mesmo que fez! – (disse acariciando os ombros dele)
(Inuyasha) – ah... Mais "algumas coisas", com certeza, eu faria pessoalmente! – (disse e a beijou)
(Kagome) – que tal agora a gente apagar aquele monte de velas, antes que aconteça alguma coisa?
(Inuyasha) – por mim, tudo bem!
Ela levantou-se, pegou-o pela mão e seguiram para a sala. Cada um apagou as velas de um lado da sala, voltando a se encontrarem no pé da escada. Kagome riu, ficou na ponta dos pés, deu um selinho nele e subiu as escadas correndo e rindo.
(Inuyasha) – espere ai, sua pestinha! – (disse correndo atrás dela)
ele a encontrou apagando as velas de um lado do quarto, então começou a apagar as velas do outro lado, e quando terminaram o quarto ficou na mais completa escuridão...
(Inuyasha) – cadê você, Kagome?
Nada...
O quarto continuou no mais completo silencio. Então ele se aproximou da porta de que levava a sacada e abriu as cortinas, deixando a luz do luar invadir o cômodo. Virou-se para procura-la e a achou parada um pouco atrás de si.
Já descalça, Kagome abaixou a cabeça, para esconder o rosto, afrouxou o nó do robe, e o deixou escorregar pelo corpo, até cair abandonado no chão. Inuyasha se aproximou, em silencio, tomou-lhe o rosto entre as mãos e ergueu-o, fazendo-a fitar-lhe.
(Inuyasha) – você é tão linda. – (sussurrou antes de beija-la)
o beijo começou leve e doce, mais logo se tornou sedutor, exigente e excitante. Abandonando-lhe a boca, ele percorreu-lhe com beijos; o rosto, pescoço, o colo, os seios, a que ele dedicou mais atenção, sugando-os e mordiscando-os, até deixa-los túrgidos, fazendo-a ronronar de prazer, desceu com beijos pela barriga e ventre, fez o contorno do umbigo com a ponta da língua. Pegou-a no colo e a levou para cama. Fizeram amor novamente e mais uma vez naquela noite chegaram ao êxtase juntos.
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até que tentara dormir, durante a noite, mais sua fúria não o permitira. Como ela tivera a ousadia de tentar esconder que esperava um filho dele. Ela também passara quase toda a noite acordada, ouvira os passos dela pelo quarto, mais na metade da noite a casa cairá em total silencio. Nem mesmo assim ele conseguira descansar, e quando os primeiros raios de sol apareceram, desistiu e levantou-se. Pouco tempo depois ouviu o som dela se movimentando dentro do quarto. Não saiu da poltrona onde se sentara nem quando a ouviu descendo as escadas...
(Sesshoumaru) – já tomou sua decisão? – (disse sem nem olhar para ela)
(Rin) – eu espera que você pensasse melhor no que disse ontem!
(Sesshoumaru) – talvez eu deva, como advogado, lhe informar que de acordo com as leis do nosso paíz, os pais é que tem direito sobre a guarda tutelar dos filhos. E eu não vou abrir mão da criança! E você, Rin? Vai?
(Rin) – não! Não importa como... mais eu vou ficar com o meu filho!
(Sesshoumaru) – ótimo! Vou precisar de seus documentos! Hoje, à tarde mesmo, estaremos casados!
(Rin) – não se pode...
(Sesshoumaru) – eu posso fazer o que eu quiser, Rin! Só providencie os documentos!
(Rin) – está bem! Vou pega-los.
(Sesshoumaru) – e arrume suas coisas! Amanhã mesmo voltaremos a Tóquio!
(Rin) – mas...
(Sesshoumaru) – nada de mais, Rin! Vamos voltar e pronto!
(Rin) – como o Sr. Quiser, Sr. Taisho! – (disse entre dentes)
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Kagome despertou nas primeiras horas da manhã com um suspiro de felicidade. Entregara-se de corpo e alma ao seu amado hanyou. Estendeu o braço para o lado, tocou-o peito desnudo, virou-se de lado, aconchegando se a ele sem acorda-lo, aspirando satisfeita o perfume do corpo dele. Não fora um sonho, Inuyasha estava mesmo ali, o corpo nu sob o lençol branco da cama. Pela 1° vez na vida, sentia-se realizada como mulher, esperará muito por aquele momento.
Afagou-lhe o peito bem definido, a cintura estreita, o ventre musculoso... então enchendo-se de coragem e cuidados para que seus movimentos passassem despercebidos, deixou escorregar até a virilha, tomando entre os dedos o sexo dele.
(Inuyasha gemeu) – humm... caramba! Quero, a partir de agora, acordar todo dia assim!
Mais que depressa, Kagome recuou e fitou-lhe os olhos semicerrados.
(Kagome desculpou-se, sentindo o rosto arder em fogo) – eu não queria acorda-lo!
Ele segurou a mão que o acariciava e beijo-lhe a palma.
(Inuyasha) – não se preocupe, eu estava adorando.
Abaixou o rosto envergonhada.
(Inuyasha sorriu ao perceber o rubor de sua amada) – esta com vergonha de mim meu anjo? – (a observa) – por deus... você é linda!
Puxou-a e beijou-ª um beijo doce e apaixonado.
(Inuyasha) – eu não quero que sinta vergonha de mim, meu anjo! Quero que sejamos totalmente livres e honestos um com o outro. – (disse acariciando a mão dela) – quero que você saiba tudo que eu gosto, como também quero saber tudo que a agrada...
(Kagome corada, mais com um sorriso no rosto) – tudo em você me agrada.
(Inuyasha acariciando os cabelos dela com uma das mãos, enquanto a outra continuava segurando lhe a mão) – eu estava adorando as suas caricias e... adoraria que continuasse. – (disse beijando novamente a mão dela)
ele lhe transmitia tanta segurança, sentia que qualquer coisa que fizesse lhe agradaria. Inuyasha levou a mão de Kagome, que agora estava tremula, de volta ao membro, já ereto, ela notava que esse enrijecia ainda mais entre seus dedos.
Inuyasha respirou fundo e fechou os olhos.
(Inuyasha) – céus, Kagome, o que você está fazendo comigo...
entusiasmada com essas palavras e com a confiança recém-adquirida, Kagome começou a beijar o tórax de Inuyasha, arrancando-lhe gemidos.
(Inuyasha) – já chega! – (disse ofegante) – não é só você vai me torturar dessa forma deliciosa.
Ele virou-se e a prendeu sob seu corpo. Inuyasha desapareceu por sob o lençol, beijando cada pedacinho de pele dela.
(Kagome) – ai!
Disse quando ele a mordiscou na parte interna da coxa e a machucou...
(Inuyasha) – desculpe! Esqueci de tomar cuidado com os caninos! – (disse colocando a cabeça para fora do lençol)
Kagome segurou-lhe o rosto e o puxou, para beija-lo.
(Inuyasha) – ai! – (disse quando ela mordeu lhe o lábio inferior) – isso foi uma revanche?
(Kagome) – digamos que estejamos quites! Agora, que tal paramos com as "torturas"?
sorrindo, Inuyasha se espichou na direção do criado-mudo e pegou uma camisinha. Kagome a pegou da mão dele, fez com que ele se sentasse sobre os calcanhares e colocou a nele.
Ele a beijou, puxou-a para seu colo e a fez se encaixar a ele. Sem deixar de espalhar beijos pelo rosto e ombros de Kagome, Inuyasha guiava-lhe os movimentos dos quadris. Era movimentos em um ritmo lento e cadenciado. Ele voltou a deita-la e cessou com os movimentos rítmicos. Kagome protestou com um gemido.
(Inuyasha) – quietinha – (pediu, segurando a firme e mente imóvel, prolongando o prazer de estar ligado a ela)
vendo que ela mal se continha, porem, enfiou a mão entre os corpos colados e tocou-a no ponto em que estavam intimamente ligados. No mesmo instante, os olhos dela se incendiaram, suas pernas entre cruzando-se sobre as costas de Inuyasha para acolhe-lo melhor.
Ele não conseguiria retarda muito mais tempo o clímax daquele momento, e voltou a mexer se, dessa vez com mais velocidade até chegarem ao ápice juntos.
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Ao entardecer, Sesshoumaru havia providenciado tudo para o casamento. Quanto a burocracia? Nada que o sobrenome Taisho não pudesse resolver. O pescador que o levará ate a ilha e mais duas pessoas do vilarejo serviram de testemunha, e Sesshoumaru e Rin casaram-se perante o juiz local.
Ao sair do cartório, Rin lembrou-se de como as noticias corriam rápido por ali. Todos os seus pequenos alunos e famílias haviam se reunido para comemorar o seu casamento. Apesar do pouco tempo que passará na vila conhecera pessoas incríveis e já era querida por muitos ali, sentiria falta de todos ali.
-- Preparamos um jantar para comemorar seu casamento, querida. – (disse uma Sra para Rin)
(Sesshoumaru segurou Rin pelo braço e a puxou para longe) – não temos tempo a perder com isso aqui! Temos que voltar para Tóquio!
(Rin protestando) – você disse que só voltaríamos amanhã!
(Sesshoumaru) – mudei de idéia! E alem do mais nós dois sabemos que não a nada para se comemorar aqui! Vamos para o barco!
(Rin) – o que? Mas, eu nem arrumei minhas coisas... minhas roupas...
(Sesshoumaru) – você vai ter tudo novo quando chegarmos a Tóquio. É a mais nova Sra. Taisho! – (disse ironicamente)
levou a para o barco e uma questão de minutos já estavam em alto mar, em direção ao local que dera inicio a toda aquela confusão. E depois estariam voando para Tóquio. Com sua "esposa".
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desculpem pela demora!
É que me prometeram um PC novo nesse mês de março, e como eu já tinha salvado todos os meus arquivos em CD eu não queria fazer outro logo!
Mais como o PC parece que só vai dar certo em abril, mas não se preocupem vou tentar não parar a fic!
E mais:
Como minhas aulas na faculdade vão começar eu vou ter menos tempo pra escrever. Mais não vou abandonar a fic!
E continuem lendo e mandando reviews
Um bjo para todos.
Brunayasha xD
