Saint Seiya não me pertence, assim como a personalidade deles..Uso apenas as suas aparências..E se pertencesse..Seiya estava perdido!!!!Mhuahuahuahuauauahuahua..
Nyaaaaah!!!! Finalmente mais um capítulo!!!!! É que minha beta estava muito ocupada...u.u Tenshi-chan, chegou a vez da sua Dália!!!!
Ikarus-Sama: Lemurianos são mega fofos, além de charmosos...(derrete)! Mas ainda assim acho aquelas pintas bizarras ...X.X A May é uma graça non? E ela vai aprontar muito ainda x3
Flor de gelo: Linda! Adoro receber reviews suas!!!! May é muito louquinha mesmo! Adorei escrever aquele capítulo!
Anzula: Não ofendeu nada! A Mey é bem doidinha mesmo! Mas muito fofa também!
Margarida: Minha beta querida! Além de participar da minha fic, ainda tem que aguentar os meus erros xD Tadenha, margarida sofre muito xP Fico feliz que tenha gostado da May! Também acho que o Shion combinou perfeitamente. Um Oros ficaria bom também! Mas é que Shion é mais sério x3
Krika Haruno: A May é igualmente doidinha, acho que ela iria acreditar em qualquer papo que Shion dissesse, se bem que ele não tem cara de mentir...o.o
Lollipop Cherry: Ravena não iria acreditar mesmo! Pior se fosse o Shion indo buscar ela, aém de rir da cara dele com a história dos lemurianos, iria prender ele numa camisa de forças! A May é mais flexível, parece acreditar em tudo!
tenshiaburame: Linda! Tá aí sua Dália! Não fica tristinha não tá!?
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Música tema: Angel- Westlife
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Afrodite sai do aeroporto e se espreguiça, a neve já estava acumulada em vários lugares e o vento frio era cortante, mas o sorriso no rosto do pisciano mostrava que não se importava. Vestindo um blusão branco de gola peluda, jeans claro e uma blusa de lã com gola alta também branca, o rapaz caminha até a rua e pega um táxi, logo estava no Hotel, que ficava no centro de Oslo.
-Que pena que é uma missão, adoraria ficar e conhecer mais a cidade...- Suspira o rapaz.
Era um belo prédio de modelo antigo, parecia mais aqueles palacetes freqüentado apenas por pessoas da alta classe, pegando sua chave ele subiu no elevador apenas com uma mala de mão, se encantando com os detalhes luxuosos e lustres de cristal. Sorriu mais ainda ao ver o quarto, o carpete era vermelho, a cama king size com um edredom macio na cor creme com pequenas flores, detalhes dourados nos pés da cama, o abajur parecia muito antigo. Tirou a blusa e a jogou sobre a cama, indo para o banheiro abrir as torneiras e derramando um líquido rosado para um bom e relaxante banho de espuma, enquanto a banheira de porcelana e pés folhados à ouro enchia, o sueco senta na poltrona de madeira nobre e estofado de veludo vermelho, pegando a pasta preta nas mãos e observando a garota. Tinha um olhar angelical, olhos de um azul tão límpido que teve a impressão de poder ver as montanhas de gelo neles, sua pele era bem alva, seus cabelos eram na altura do ombro, cacheados e prateados, puxado para o Royal com algumas mechas negras.
Nome: Dália Gunnar
Moradia: Noruega, Oslo(não sei cidades)
Idade: 21anos
Profissão: estuda psicologia, nas horas vagas cuida dos negócios da família, uma exportadora de salmões.
Após desligar a água, joga algumas pétalas de rosas que trouxe em sua mala, cuidadosamente ele prende os fios azulados com um bico de pato, se despindo e se banhando na espuma, ficando totalmente relaxado.
- Um Arcanjo... – Diz com o olhar perdido no lustre.
Após sair do banho, Afrodite começa seu ritual noturno de beleza, sem antes pedir champanhe e alguns petiscos, afinal, era Saori que estava pagando, e ele merecia (N/B: certíssimo, tem que aproveitar mesmo!). Antes das 10h da noite, o rapaz já estava deitado entrando no mais profundo sono...
Eram cerca de 9h da manhã, quando Afrodite se levanta incomodado com a luz do sol que entrava por uma fresta da cortina, com um suspiro, se levanta, afinal tinha uma missão à cumprir. Após tomar um rápido café da manhã, o Cavaleiro da décima segunda casa, vai para rua, com o endereço de Dália em mãos, vestia um suéter azul claro por baixo do blusão do dia anterior, jeans preto, botas brancas por cima da calça e um cachecol branco.
Era uma bela casa perto do Teatro Nacional de Oslo, de altos portões de ferro preto, algumas árvores e arbustos no jardim, era uma casa média de dois andares, paredes brancas e varandas em todos os quartos do segundo andar. Afrodite aperta o interruptor.
- Sim?-Uma voz feminina.
- Queria falar com a Srta Dália Gunnar?- Pergunta o rapaz.
- Ela saiu.- Diz a mulher. –Quem desejaria falar com ela?- Pergunta depois de um tempo.
- Me chamo Afrodite e tenho um assunto de extrema importância.- Responde o cavaleiro.
- Ela foi em um orfanato aqui perto, vou lhe passar o endereço...- Depois de ouvir a explicação, Afrodite agradece e vai para o tal orfanato.
De muros baixos e paredes coloridas, havia alguns brinquedos do lado de fora, assim que abriu a porta, sentiu o calor da sala e pôde ouvir as crianças cantando, vozes tão angelicais, assim que cruzou a grande porta de madeira, viu as crianças em cima do palco, em frente à elas, algumas pessoas sentadas em cadeiras dobráveis.
- Posso ajudar?- Perguntou uma voz doce atrás do rapaz.
- Estou procurando... Dália Gunnar?- Afrodite se assusta ao ver a garota com uma bandeja com chá.
- Eu mesma? Quem é o senhor?- Pergunta a norueguesa.
- Me chamo Afrodite e tenho um assunto importante para tratar com a senhorita.- Responde o rapaz.
- Um minutinho...- Dizendo isso ela vai até uma mesa, deixando a bandeja, vestia uma calça preta mais justa ao corpo e uma blusa de lã com a gola aberta e mangas curtas ma cor creme por cima de uma blusa mais justa e de gola alta preta e sapatos de salto preto.
- Bom, podemos ir em casa.- Diz ela, voltando com um casaco de pele sintética.
- Estive lá à pouco e me disseram que estava aqui.- Diz Afrodite.
- Se quiser pode me ir adiantando do que se trata o assunto?- Pergunta Dália, colocando o casaco assim que saem do orfanato.
- Gosta de crianças?- Pergunta o pisciano.
- Sim, principalmente os órfãos, sinto que eles precisam de carinho e proteção. É uma coisa que aprendi desde cedo com meus pais, respeitar o próximo e amá-los não importa como sejam...- Diz a jovem olhando para o chão com um sorriso sonhador.
- E...Acredita em anjos?- Pergunta Afrodite.
- Se acredito? Não viu aquelas crianças? São verdadeiros anjos... – Dália vira seus olhos claros para o rapaz, que fica meio sem jeito.- Sou bem mística, acredito em várias coisas... Porque pergunta?- A garota estava curiosa.
- O assunto que tenho a tratar é sobre eles... Bom, na verdade sou um Cavaleiro que protege uma Deusa de nome Athena.- Diz o rapaz esperando que a garota risse da sua cara por achar que era louco.
- A Deusa da Justiça... Humm...- Diz Dália calmamente para total espanto do outro.- E o que um Cavaleiro que protege uma Deusa grega vem fazer num país nórdico?- Pergunta a jovem.
- Há alguns dias, Athena recebeu a visita do Arcanjo Gabriel que lhe disse que a terra corria perigo, pois Lúcifer quer dominá-la, para isso precisa juntar 4 jovens com a alma dos antigos Anjos da Morte e acabar com as 4 jovens que possuem parte da alma dos Arcanjos, você Dália é uma delas, possui a alma de um Arcanjo...- Diz Afrodite.
Nesse momento a garota pára de andar, arregalando os olhos e quase indo ao chão, caindo de joelhos na neve fria e branca.
- Está tudo bem senhorita Gunnar?- Pergunta Afrodite preocupado, a ajudando a levantar.
- Está me dizendo que Lúcifer que acabar comigo?- Diz assustada.
- Não se preocupe, por isso estou aqui, para levá-la em segurança para a Grécia, no Santuário de Athena.- Sorri Afrodite, ajudando a jovem a se levantar.
- Agora faz um pouco de sentido... Sempre me achei um pouco diferente sabe? Conseguir distinguir o coração das pessoas não parece algo muito comum... Espera um minuto... Você disse Grécia?- Novamente a garota arregala os olhos.
- É apenas por um tempo, até conseguirmos acabar com o inimigo... Suas aulas serão transferidas para a faculdade de Athenas, não se preocupe.- Afrodite tenta confortar a jovem.
O resto do caminho foi em silêncio, assim que entrou pela porta, um garotinho com cerca de 10 anos correu em direção à Dália, lhe dando um forte abraço, se parecia muito com elas, os cabelos prateados e os olhos claros, que fitaram a visita com desconfiança.
- Se comportou Connor? Mamãe, estou de volta...- Diz a jovem tirando sua blusa. – Vamos para a sala.- Diz Dália.
- Lia, chegou rápido... Quem é esse rapaz bonito?- Diz a mãe da jovem analisando Afrodite.
- Me chamo Afrodite.- Diz beijando a mão da senhora.
- Que educado... Não quer se casar com minha Dália? – Sorri a senhora, recebendo um olhar reprovador da filha.
- Não ligue para ela, mamãe gosta de procurar um marido para mim... Aceita um chá? Sente-se!- Dália aponta para o sofá de couro branco, pedindo para a empregada fazer um chá..
Assim que se sentou, Afrodite pode observar a sala, de paredes beges, enormes janelas com armação de madeira branca que davam boa iluminação, três sofás, dois de um lugar e um de três lugares, onde Afrodite estava sentado, havia alguns quadros na parede, uma lareira, um tapete peludo e branco, alguns abajures antigos e vasos com plantas.
Enquanto o chá não vinha, Dália tratou logo de contar a história para a mãe, que ficou preocupada, seu irmãozinho começou a bater o pé falando que não queria que a irmã fosse para longe, a garota se abaixou sorrindo e disse que ficaria tudo bem, beijando a fronte do caçula.
- Vou arrumar minhas coisas...- Diz Dália indo para o segundo andar, enquanto Afrodite esperava na sala tomando o chá que acabara de chegar.
Assim que desceu, Dália havia se trocado, vestia uma calça jeans, botas plataforma branca com a barra da calça dentro, uma blusa de lã branca de gola alta e um sobretudo de veludo e fivela no lugar do zíper, era bege e com pelo sintético malhado nas mangas e capuz, em suas mãos uma mala branca.
- Não se preocupe que mamãe manda o resto depois!- Diz a senhora.
- Preciso me despedir das crianças!- Diz Dália.
Acompanhado de sua mãe e irmão que estava grudado à Dália, eles vão até o orfanato, Afrodite olhava para o relógio um pouco impaciente, pois eram muitas crianças que choravam se agarrando à garota, assim como seu irmão, nesse momento ele viu como aquela garota era querida.
A cena era parecida no aeroporto, onde o garoto berrava agarrado à irmã, seu pai havia deixado o serviço mais cedo para ver a partida de sua primogênita, com o coração na mão, mas sabendo que era mais seguro, todos se despediram de Dália, esta cruzou os portões com os olhos vermelhos de tanto chorar. Sentindo que deixava um pedaço de seu coração, acenou mais uma vez e entrou no avião junto com Afrodite, em algumas horas estariam na Grécia...
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be Continued...
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Mais um capítulo, aleluia!!!!! Dessa vez é a personagem da tenshiaburame, a graciosa e bondosa Dália! Com um Afrodite meigo, educado e fofo, adoro ele assim!(agarra e espreme) x333333
Jya... bjnhos x3
A beta entrona dá seu pitaco: Eu também quero um Afrodite assim...
