Saint Seiya não me pertence, assim como a personalidade deles..Uso apenas as suas aparências..E se pertencesse..Seiya estava perdido!!!!Mhuahuahuahuauauahuahua..

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Para compensar o atraso do capítulo anterior, de quebra mais um capítulo! É que recebi os outros arquivos betados pela grande Margarida esses dias xD

Ikarus-Sama: A Dália é fofa non? Assim como a Zashi!(agarra as duas) Calma Liz! Esse Dite aqui é bem zen! xD

Angel Pink: Quem não ia querer um Dite desse jeito? (suspira) Dália-chan fazendo sucesso com suas meiguices! Não se preocupe que o rabo torto logo aparece! Vai ser bem à la Milo x3

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Música tema(arsenal da Petit)- Shunkashutou- Psycho le Cému (música alegrinha e japa para homenagear a Aki, além de ser o grupo que minha imooto adora! Eu também, já tive muitas overdoses de Psycho le Cému xP)

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Após desembarcar do avião, Camus pega sua mala e vai ao terminal de trem com destino à capital do país do sol nascente, Tokyo. Vestia uma calça social de corte mais justo preta, uma camisa de seda preta e um sobretudo marrom até os joelhos... Estava em um país estranho, eram pessoas frias e distantes, mas ao mesmo tempo atenciosas e educadas, preocupadas com o bem estar do turista, não era bem um turista normal, tinha uma importante missão. Sentado com os pés cruzados na confortável poltrona do trem bala, era mesmo um meio de transporte incrível, apoiando um dos cotovelos no banco da poltrona e apoiando o rosto na mão, o cavaleiro da décima primeira casa pega a pasta negra e observa a garota da foto, tinha longos cabelos castanhos e lisos, uma franja repicada que caía sobre os olhos levemente puxados e castanhos, lábios finos e rosto pequeno, tinha uma pintinha preta no lado esquerdo do nariz.

Nome: Aki Mikimoto

Moradia: Japão, Tokyo, Shinjuku, nasceu em Yamagata

Idade: 20 anos

Profissão: estudante de moda, trabalha em uma loja de roupas e modelo de revista

O trem finalmente chega à Estação de Tokyo, com esforço consegue passar entre a multidão, era horário de pico, 5h da tarde, onde muitos salarimans (N/B: o que seria isso???) apressados para voltar para casa enchiam as plataformas, com um papel em mãos para guiá-los pelos labirintos e descer quilométricas escadas rolantes, chega a plataforma da Yamanote-sem, que o levaria para Shinjuku, onde estava seu hotel. Para variar, o trem estava cheio, mal conseguiu descer da estação, maldita hora que decidiu tentar andar com trens, devia ter pego um táxi...

Ao chegar ao hotel, foi logo para o quarto, tomando um longo e relaxante banho, ainda com a toalha no pescoço, Camus liga para a recepção e pede algo para comer, da janela podia ver as luzes da cidade que não dormia.

O sol entrava pelas cortinas, o impedindo de dormir, ao olhar no relógio um susto, já passava das 10horas! Se levantando apressadamente, toma uma ducha rápida e coloca uma roupa qualquer, um jeans escuro e uma blusa de gola alta preta, com um boné na cabeça, ele sai do hotel apressadamente, preferiu pegar um táxi à enfrentar aquele trem novamente.

Harajuku era um bairro badalado, cheio de jovens dos mais variados estilos, alguns até assustaram o cavaleiro de aquário, pagou o táxi e caminhou por uma rua com várias lojas de marca, era bem arborizada, logo chegou à uma pequena loja de roupas, assim que entrou reconheceu Aki. Ela estava de costas, arrumando uma roupa no manequim, tinha pernas longas, vestia uma calça jeans esverdeada mais justa com uma estrela feita de cristais de strass no bolso esquerdo, um colete de náilon verde, camiseta de manga longa e gola alta preta e botas marrons, baixa e com pelos na barra, seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo alto.

- Irasshaimase!- Diz ela com um sorriso encantador.

- Srta Mikimoto?- Pergunta Camus.

- Sou eu... Quem é você?- Pergunta a garota.

- Me chamo Camus e tenho um assunto importante para falar com você...- Diz o rapaz sério.

- Meus pais te mandaram aqui?- Aki o olha séria.

- Não sei do que está falando. Quem me mandou foi a pessoa para quem trabalho, Saori Kido.- Diz Camus.

- Kido? Já ouvi falar, é dona de muitas empresas. Mas o que ela quer comigo?- A garota pergunta curiosa.

- É por isso que preciso conversar com a Srta. Em particular.- Diz o cavaleiro.

- Hummm... Daqui à 2 horas é meu almoço, se esperar um pouco podemos conversar.- Diz Aki.

- Duas horas? O que eu poderia fazer nesse tempo... Alguma sugestão?- Pergunta Camus.

- Bom, há muitas lojas por aqui, mas vejo que é um turista... Tem um café aqui do lado, pode ficar lá um pouco, o lanche de presunto defumado é ótimo!- Sorri atenciosa.

- Obrigado, voltarei em duas horas.- Diz Camus com um meio sorriso.

- Quem é? – Pergunta curiosa uma companheira de serviço.- É um gato!- Ri.

- Não sei, se chama Camus...- Diz Aki voltando a arrumar o manequim com um sorriso.

Assim que saiu da loja, Camus foi até o café indicado por Aki, pedindo um cappucino e o tal lanche de presunto defumado, estava com fome e realmente estava divino... Ficou a observar as pessoas passarem na rua, enquanto lia a ficha da garota direito. Havia nascido em Yamagata, onde seus pais tinham um hospital, veio para Tokyo com apenas 16 anos, no último ano colegial, depois de ser descoberta como modelo.

- Sr Camus?- Sem perceber, já haviam passado 2 horas, e Aki havia ido buscar o rapaz.

- Estou indo almoçar, se ainda estiver com fome...- Diz jovem.

- Não comi nada de manhã, ainda estou com fome.- Diz o rapaz meio sem jeito quando sua barriga ronca.

- Gosta de comida chinesa?- Pergunta Aki.

- Não sei dizer se gosto, não costumo comer.- Diz lembrando de ter comido um frango chinês feito por Dohko.

Andaram algumas quadras até chegarem ao restaurante. Era amplo com detalhes de madeira vermelha e enfeites dourados, sentaram em uma mesa no segundo andar do restaurante, perto da janela, de onde podiam ver a cidade. Aki pediu lamen e frango com vinagre e cebola, Camus ficou com o yakissoba e gyoza.

- Bom, qual seria o assunto?- Pergunta a garota.

- Como disse, trabalho para Saori Kido, que é a reencarnação da Deusa Grega da Justiça, Athena. Há alguns dias ela recebeu a visita de um Arcanjo, que a disse sobre um perigo, Lúcifer pretende dominar o mundo, para isso precisa reunir 4 jovens que possuem a alma dos Anjos da Morte lacrados neles e acabar com 4 jovens que possuem parte da alma dos Arcajos dentro delas. Um delas é você.- Diz Camus sério.

- Acho que anda lendo mangás demais...- Diz a jovem dando uma gargalhada.

- Parece que não acredita no que digo, não é?- Pergunta Camus.

- Me parece meio difícil acreditar, mesmo tendo ouvido histórias fantásticas, não acredito que possua algo dentro de mim.- Diz Aki, tomando um copo de suco de laranja.

- Então o que me diz disso?- O cavaleiro encosta o dedo no copo que a garota segurava, aquecendo seu cosmo, ele começa a congelar o copo.

- Ah?!- Assustada a jovem derruba o copo na mesa.- Como fez isso?- Diz assustada.

- Usei meu cosmo. Acredita no que digo agora?- Pergunta o rapaz.

- ...- Aki não conseguia responder. – Quanto tempo terei que ficar lá?- Pergunta em seguida.

- Tempo indeterminado. Não se preocupe, suas aulas serão transferidas.- Diz Camus. – Receio que teremos que partir o mais rápido possível.- Completa.

- Ok. Preciso arrumar algumas coisas e ir à loja...- Diz Aki tomando um copo de água.

Depois de pedir as contas sem uma desculpa convincente, Camus acompanha Aki até o apartamento dela, tiveram que pegar o trem, mas pelo horário não estava cheio, desceram em Shinjuku, uma das estações mais movimentadas do mundo, o apartamento dela ficava alguns minutos da estação, no quinto andar de um prédio velho mas ajeitado, era pequeno com um quarto-sala onde havia um sofá-cama, cortinas coloridas, uma estante branca com TV, vídeo, alguns mangás e revistas de moda, uma máquina de costura portátil, panos e um manequim com a metade da roupa costurada. A cozinha era um corredor, após arrumar algumas coisas em uma mala, ela pega sua máquina de costura portátil e entrega para o rapaz.

- Tome cuidado! Foi a primeira coisa que comprei com meu salário!- Diz com um sorriso.- Podemos ir... No caminho ligo para o dono do apartamento mandar embalar as coisas em mandar para casa de meus pais... Eles vão odiar...- Diz pensativa, coçando a cabeça.

Aki também havia trocado de roupa, vestindo agora uma mini saia de jeans azul escura, uma blusa de lã verde musgo de gola larga e frouxa no corpo, com um cinto grosso por cima caído lateralmente, meia calça preta e grossa, coturno plataforma de cadarços e uma boina marrom sem aba e uma flor feita de pano rosa, jogada em lateral sobre os cabelos soltos.

Com um suspiro triste, Aki fechou a porta do apartamento, indo bater na casa do dono do apartamento, após conversarem alguma coisa, se despediram rapidamente, pois Camus esperava embaixo com o táxi.

O resto do caminho até o aeroporto a estação central de Tokyo foi em silêncio, Aki até que queria puxar um papo, mas Camus parecia tão sério e frio, que a garota ficou receosa em perguntar algo sobre seu passado ou sobre como congelou o copo sem esforço nenhum, muitas dúvidas ficaram apenas na cabeça da garota, mas assim que pegassem o avião com destino à Grécia, ela ia tentar algum contato!

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be Continued...

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Nyaaaaah!!!!! Mais uma personagem! Dessa vez a da Dark Ookami, minha imooto querida! Essa foi a Aki, uma futura estilista. Descrever Tokyo não foi muito difícil, uma vez que moro aqui, mas acho que faltou detalhes..T-T O trem que Camus pegou que era bem cheio se chama yamanote, uma linha circular que anda em círculos, apareceu no mangá Love Hina, horário de pico, você pode soltar a mão que não cai...u.u

Outra curiosidade é sobre os japas, como eu descrevi no começo, são pessoas que para muitos são frios, distantes e fechados, a grande maioria é assim, mas ao mesmo tempo são educados, sempre agradecendo ou se desculpando, seja em kombinis, restaurantes ou lojas, onde sempre procuram o bem estar do cliente com pequenos agrados, eu admiro isso neles xD Além de que conheço muitos japoneses divertidos xD

Bom... Aqui foi mais um capítulo!

Bjnhos x3

A pergunta da beta que não quer calar de jeito nenhum: O que seriam salarimans???

Respondendo a beta: Salariman... Não se onde eles tiraram isso, mas é algo como homens que trampam em escritório, a versão feminina é OL. É o serviço mais comum entre os homens, depois das fábricas...u.u