Disclaimer: Essa história, pertence a Kikiblue, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history, belongs to Kikiblue, who allow me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Atenção: Essa fic é muito pesada, contém cenas de sexo depravado e gráfico, palavras vulgares e uso de drogas. Portanto, se você não aprecia esse tipo de coisa, não leia, volte ao meu perfil e leia outra fic ;). Você foi avisado (a).
EPOV
Demorou muito para deixá-la sozinha naquele closet. Eu praticamente tive que arrastar meu traseiro pra fora de lá sem olhar pra ela. Eu queria mais uma olhada, só uma pra ler seu rosto, pra ver se estávamos na mesma página. Mas eu disse a mim mesmo que o estrago já estava feito e o próximo passo dependeria dela.
Eu tinha dito o suficiente. Merda, claro que eu tinha, ser tão aberto não era natural pra mim. Eu nem mesmo sabia o que estava tentando dizer a ela. Eu simplesmente deixei as palavras saírem de mim da melhor maneira que eu pude.
Honesto. Foi isso que Alice me disse pra ser. Eu não sabia muito de honestidade. Não me entenda errado, eu seria a primeira pessoa a falar pra alguém que ele estava sendo um imbecil. Mas quando se tratava de ser realmente honesto, isso não era uma coisa que eu sempre tinha que ser, e muito menos desejava isso. Não o tipo de honestidade que você senta sozinho em seu carro por uma hora e fala sozinho como se estivesse pronto pra entrar na camisa de força. Mas foi exatamente isso que eu fiz quando saí da casa de Jasper, sentei em meu carro e conversei comigo mesmo. Tudo o que pensei no momento era que Bella Swan estava me deixando fodidamente louco.
Ficar em casa também não ajudou na situação. Isso me irritou. Minha casa era a porra do meu refúgio, meu território anti-merdas. Ainda estava fedendo meus erros com Bella, o que se tornou ainda mais pungente quando vi minha cama ainda desfeita que fez meu cérebro lançar uma série de flashbacks e meu coração acelerar. E, é claro, agora também era casa de Carlisle Cullen: O Pai de mentira do ano.
"Não apreciei como você foi seco com Esme, Edward," Ele sussurrou pela fresta da minha porta, como se ele estivesse com medo de que Esme descobrisse que esse relacionamento de pai e filho era uma merda completa. Quanto tempo ele ia conseguir manter essa charada de merda?
Eu tentei entrar na casa sem ser visto, mas Esme com seu sorriso convidativo, amigável e completamente honesto me encontrou na entrada. Eu olhei pro chão, novamente com uma leve culpa pela minha descortesia. Ela é claro disse 'olá'. Eu simplesmente entrei como um adolescente emotivo e murmurei por baixo da minha respiração. Não pude me impedir; muita coisa estava mudando a minha volta e eu não estava equipado ou preparado pra isso. Ser um viadinho era meu plano A.
"Carlisle, que porra você esperava que eu fizesse?" eu gritei, enquanto colocava minha jaqueta de couro. "Toda a minha vida você foi do tipo que dormia com as garotas, brincava com elas e as jogava de lado. Agora você deu uma volta de cento e oitenta graus em uma semana e acha que eu vou aceitar isso? Que porra..."
Carlisle levou a mão sob o queixo com um suspiro. "Isso foi um choque pra mim tanto quanto pra você. Mas o que o coração quer, o coração consegue. Eu achei que você ficaria feliz por mim. Por nós. Eu finalmente achei alguém com quem vale à pena estar."
Pisquei com suas palavras, fechando meus olhos como ele me surpreendeu, me lembrado de meus próprios erros feitos naquele mesmo quarto.
Dei um suspiro irritado enquanto empurrava minha mão por meus cabelos. "Não estou dizendo que não estou feliz por você. Estou dizendo que tenho outra merda na minha cabeça agora e não estou afim de atuar como o enteado apaixonado agora."
"Bem, Esme é parte dessa família agora e..."
"Família?" eu exclamei com um sorriso surpreso e sarcástico. "Somos uma família agora? Jesus, Carlisle, você está delirando pra caralho."
Ele não sorriu. Em vez disso ele estava com a fisionomia impassível. "Ela é importante pra mim Edward. Não foda com tudo isso."
"Aí está. O verdadeiro Carlisle Cullen. Aposto que você nunca se mostrou desse jeito nenhuma vez em sua presença, não é? Ela morreria se soubesse a verdade sobre você?"
Os olhos de Carlisle se tornaram pequenas fendas enquanto ele entrava pela porta, segurando-a entreaberta. Ele se inclinou até mim, o dedo estendido quase com desdém.
"Estou te avisando, filho. Comece a lidar com isso agora porque isso não mudará tão cedo."
Eu estava abismado. Eu estava com medo de como idiota Carlisle tinha se tornado. Nunca na minha vida ele tinha me chamado de 'filho'. Nunca na minha vida ele tinha falado comigo sobre avisos ou regras. Nós éstávamos além disso, nós éramos amigos. Esse não era meu pai, esse era o maldito Mike Brady.
"Bem, pai, talvez eu ache a minha própria maneira de lidar com essa porra."
Carlisle balançou sua cabeça negativamente pra mim enquanto eu passava por ele em direção a entrada. Não me demorei na entrada ou esperei por Esme ver até mim com outro de seus sorrisos me arrancando culpa. Pulei no meu carro e cerrei os dentes enquanto pisava no acelerador. Eu não sabia onde estava indo, mas era claro que eu não ia ficar em casa.
Então eu fiz o que sempre fazia nos sábados a noite: Eu ia achar uma distração. Uma distração da maldita situação de Brady Bunch* que eu sabia que minha casa estava se tornando. Uma distração por perder meu melhor amigo, que eu tinha certeza que estava nesse momento fazendo compras de camisolas pela internet na The Gap. Uma distração da Super Malvada que estava rapidamente tomando conta de cada pensamento, cada movimento, cada maldita respiração que eu tomava.
* Brady Bunch - é uma comédia de televisão estado-unidense, baseada em uma grande família misturada.
Distrações eram abundantes no Tonic, apesar de ser o começo da noite. Depois de receber um telefonema de Emmett com um patético pedido de desculpas, virei meu carro e segui para sua casa. O deixei me levar até Port Angeles. Porra, claro que o cara era um idiota, mas ele era bom atrair garotas e ficava satisfeito com as minhas sobras. Claro, quando eu entrei no seu Hummer, que é uma maldita extensão do seu pênis, fui cumprimentado pelo Newton, um outro cara e um amigo desse cara. Isso fez eu me sentir um babaca ainda mais, mas não era como se eu tivesse escolha sobre com que amigos eu podia sair naquele momento.
"Certo, caras!" Emmett gritou enquanto batia erraticamente no volante com sua mão como se estivesse masturbando o ar. "Vamos terminar a semana com grande estilo e perseguir umas bucetas!" ele gritou enquanto ligava o motor e balançava as sobrancelhas.
Ouvi um 'wooo' exagerando vindo de trás do carro juntamente com o barulho deles batendo um na mão do outro.
"Yeah, vamos comer TODAS as vadias!" gritou um.
"Eu preciso de alguma buceta nova!" riu outro.
Comecei a esfregar minha testa com o barulho ensurdecedor deles batendo um na mão do outro e o barulho de latas de cerveja sendo abertas e esvaziadas de uma vez. No momento em que os arrotos de macho começaram, eu tive que me afundar no meu assento, juntar as mãos, e dar o meu melhor para manter meus olhos na estrada na nossa frente esperando que tudo se exploda para que minha cabeça pudesse descansar.
Mas isso nunca aconteceu.
Eu na verdade estava agradecido pela batida repetitiva na usual música de rap que Emmett continuava tocando enquanto fazíamos nosso caminho para a cidade. Isso significava que eu podia fechar meus olhos e pelo menos tentar na focar na batida, em vez ouvir Emmett e seu bando de idiotas ponderarem com dúvidas do sexo: Depilada ou não depilada? Seios ou bunda? Penetrar no cú e depois levar para a boca?
Não era agradável fazer um documentário das suas conversas de merda usuais.
O time dos idiotas tiveram que parar quatro vezes, uma para comprar cerveja e três vezes pra mijar. Então, Port Angeles estava apenas começando a ter pessoas na hora que chegamos. As pessoas estavam bagunçando pelas ruas, algumas já caídas nas calçadas, rindo incontrolavelmente delas mesmas. Apenas outra noite de sábado.
Contra meu melhor julgamento, eu segui Emmett: tomando merdas, falando com pessoas aleatórias, olhando para garotas que vinham e falavam comigo, lambendo seus lábios e sacudindo os cabelos a cada riso. Mas nada estava funcionando como normalmente acontecia. Não importava o quanto eu bebesse ou fumasse ou quantas garotas calouras e virgens esfregassem seus peitos na minha cara, ela não saía da minha cabeça. Isso era completamente e absolutamente sobre ela. O que ela estava fazendo. Com quem ela estava fazendo. E eu não conseguia parar de pensar que a única pessoa com quem ela deveria estar agora era eu.
Assim que chegamos no Tonic, os outros estavam bêbados, caindo um sobre os outros de forma descuidada e seguindo direto para a pista de dança. Eu estava apenas entorpecido. Não pude evitar olhar todos os cômodos do clube, me perguntando se ela estava lá com seu par. Não que isso fizesse alguma diferença. De qualquer forma o que eu teria feito? Ido pra cima dele? Eu não era tão estúpido. Implorado pra ela? Eu não era tão desesperado. O que eu diria pra ela? 'Por favor, continue fodendo comigo e não transe com aquele cara?' Claramente, isso não aconteceria tão cedo.
Desistindo dos meus planos mentais em me tornar um maldito emo romântico, eu fiz meu caminho para o bar. Quando eu acenava para o barman usual, fui saudado por um par de seios brilhantes e cirurgicamente reforçados.
"Hey, punhos de ferro," Rosalie disse enquanto se apertava pra mais perto de mim, fazendo seus seios saírem de seu mini vestido vermelho como sacos de silicone prestes a arrebentar por todo o bar.
Achei que isso seria interessante, considerando que era a primeira vez que eu não começava imediatamente a planejar como conseguiria que ela chupasse meu pau. Em vez disso, eu não lhe dei atenção, olhei pra ela, ou mesmo acenei em sua direção. Ela respondeu ao meu silêncio com uma cotovelada.
"Então, ouvi dizer que você é o responsável por aquela marca no rosto do meu namorado," ela disse, acenando para o barman que imediatamente correu para encher minha bebida vazia.
Eu ia pegar, mas ela colocou sua mão em cima do copo e puxou pra ela. Eu suspirei furiosamente enquanto ela se inclinava para pegar minha linha de visão.
"Então qual foi o problema?" ela perguntou, com uma sobrancelha idiota levantada.
Senti meu rosto escurecer. "Não houve problema. Ele é um idiota. Você sabe disso," eu murmurei, arrancando sua mão do meu copo e recuperando minha bebida.
"Não, quero dizer com o problema entre você e Bella Swan?" ela perguntou, se inclinando um pouco mais perto de mim. "Eu vi o jeito que você se lançou e a salvou de sua mãe psicótica ontem à noite. Mentes curiosas querem saber, Edward."
Eu tentei o meu melhor para manter meu rosto sem emoção, ignorando a pontada imediata que atingiu meu intestino quando ouvi o nome dela. Senti a fúria crescer em meu peito enquanto eu registrava como Rosalie tinha dito seu nome com um sorriso de escárnio e peçonhento como se ela estivesse procurando um jeito de magoá-la. Mas eu mantive meus olhos no líquido marrom do meu copo para não me entregar. Eu sabia que Rosalie estava procurando por uma reação, algo para adicionar a sua longa lista de merda de fofocas quentes porque esse era o jeito que ela e todas as vadias de Forks eram, alimentando-se da miséria alheia. Nem pensar que eu a deixaria ou qualquer outra pessoa por dentro disso. Isso era entre eu e Bella.
Exalei um pouco mais irritado do que eu queria.
"Mentes curiosas podem chupar meu pau," eu disse, olhando pra ela.
"Isso é uma promessa?" ela riu, seu hálito de vinho batendo na minha bochecha enquanto ela começava a arranhar meu braço com suas unhas.
Isso não era fora do comum; era a mesma rotina de merda que nós sempre tínhamos toda vez que ela queria brincar com um de seus joguinhos. Normalmente, eu era o jogo porque ela agia como uma provocadora de pau e nós cruzávamos a linha e tínhamos um ótimo sexo alimentado de ódio. Mas nesse momento, com minha mente inteiramente consumida por Bella, eu não me importava com qual design intrigante ela tinha depilado sua buceta essa semana.
"Cai fora, Rose, não estou com humor para as suas besteiras," eu disse.
Ela jogou sua cabeça pra trás e riu, como se tudo isso fosse uma grande piada. Não pude evitar perceber como ela era cafona, me perguntando como não tinha percebido isso antes. O vestido que ela vestia foi especificamente desenhando para reforçar o fato de que ela era totalmente uma safada, seu jeito favorito de ser. Ambos os lados do vestido tinham cortes, revelava sua pele recém bronzeada artificialmente por baixo de seu seio, suas coxas, sua barriga. Fazia parecer como se ela estivesse completamente nua por baixo do vestido. Conhecendo Rosalie, ela provavelmente estava, mas agora o resto de Port Angeles sabia disso também. Minha mente rapidamente observou que Bella não seria pega em algo que a faria parecer tão barata. Claro, ela era sexy, mas ela nunca pareceu uma prostituta de cinco dólares.
Esfreguei minha testa como se fosse uma tentativa de tirar Bella da minha cabeça por cinco malditos segundos, mas não obtive sucesso. Era óbvio; o tempo estava correndo e eu estava sendo idiota pra caralho ficando aqui no mesmo bar sendo pressionado por garotas que eu não dou a mínima.
Rosalie pressionou seu corpo perto do meu e falou com sua melhor voz ofegante de Lauren Bacall*. "Vou te dizer uma coisa; seja lá o que esteja te fazendo enrugar a testa, não importa. Eu posso fazer tudo isso ir embora com alguns movimentos da minha língua."
* Lauren Bacall – é uma consagrada atriz norte americana, conhecida por sua voz rouca e aparência sensual.
Eu não fui rápido o suficiente para me mover quando ela chegou por baixo do bar e agarrou meu pau extremamente flácido. Eu quase ri quando eu vi sua boca vermelha se separar em surpresa 'O'. Talvez Swan tivesse me deixado louco, mas pelo menos eu estava claramente curado da obsessão pela Hale.
Removi sua mão, deixando-a cair ao seu lado. "Continuo com minha última declaração. E adiciono que você é cheia de merda." Eu disse, empurrando meu copo vazio com meu dedo.
Ela pegou meu braço, talvez um pouco desesperada. "Eu vou até deixar você estragar minha maquiagem dessa vez. Eu prometo." Ela falou no meu ouvido antes de começar a pressionar seus lábios pegajosos abaixo do lóbulo da minha orelha.
Eu instantaneamente recuei ao seu toque, a empurrando pra longe de mim. Um, porque ela estava começando a me irritar. E dois, porque isso parecia tão incrivelmente e irrevogavelmente errado, assim como todas as vezes que qualquer outra garota tentou dar seus melhores movimentos. Nada dessa merda estava funcionando. Eu tinha que sair dessa porra e encontrá-la, mesmo se fosse apenas para ela mandar eu me fuder.
"Que porra você está fazendo, Cullen?" Rosalie disse com tanta ferocidade que não pude evitar olhar pra ela. Eu ri do seu batom vermelho que estava manchado na sua bochecha e seus cabelos levemente enrolados. Seus olhos estavam arregalados e cheios de fúria. Era muito raramente que Rosalie Hale: A Princesa Perfeita de Forks era recusada.
"Eu juro por Deus, Cullen, se você me deixar aqui você nunca mais vai conseguir nada comigo. Nada de observar, nada de provocação. Você irá se fuder para ter minha buceta novamente."
Sorri pra ela, balançando minha cabeça negativamente. "Sem problemas," eu disse claramente enquanto passava por ela e seguia para a multidão sem esperar, ou precisar, olhar pra trás.
Quando entrei na área VIP do clube eu rapidamente percebi Alice no bar cercada por um grupo de garotas que eu vagamente conhecia da escola. Meu peito apertou enquanto meus olhos rapidamente escaneavam cada rosto ali, mas nada de Swan. Por mais que eu não quisesse, eu sabia que a minha melhor opção era achar Swan através de Alice. Alice, que estava me atirando um daqueles seus olharzinhos malignos que ela fazia tão bem.
Procurei por Jasper. Claro, eu o devia desculpas e nesse ponto, eu estava completamente disposto a dar isso a ele somente para manter a paz entre nós. Mas ele não estava por lá. Então eu fiquei espreitando. Bella iria se juntar a Alice em algum momento, mesmo se fosse com o maldito pulguento. Puxei uma cadeira no bar apenas longe o suficiente para que pudesse manter meus olhos no grupo e esperei. Esperei enquanto o grupo de garotas bebiam. Esperei enquanto todas elas previsivelmente cantaram juntas 'I kissed a girl' na pista de dança. Esperei enquanto Rosalie se juntava a elas e começava a falar com Alice enquanto me dava olhares mortais. Esperei enquanto elas cantaram 'Parabéns pra você' para uma garota que estava além de bêbada. Ainda sem sinais dela.
Já era o suficiente.
Então, eu vi minha salvação. O telefone de Alice, precariamente na ponta da mesa. Era minha melhor opção para saber onde diabos Bella estava.
Olhei pelo local para ver se alguém estava prestando atenção no que eu estava fazendo. Emmett estava virando doses com um grupo de calouros e o resto do Time de Idiotas. Os olhares que Rosalie estava me dando tinham sido temporariamente suspensos enquanto um trio de caras bloqueava sua visão enquanto eles pulavam com a batida da música. Alice estava murmurando com o grupo de garotas enquanto a aniversariante tinha desmaiado na mesa, a mandíbula aberta, morta para o mundo.
Agora era hora.
Eu rapidamente levantei e fiz meu caminho casualmente até a mesa, como se não estivesse ligando pra nada disso. Peguei o telefone em um movimento rápido enquanto fiz meu caminho para a saída. Fiquei surpreso comigo mesmo em como eu fui rápido.
Enquanto eu estava lá fora na calçada em frente ao Tonic, meus dedos bateram no telefone, tentando descobrir como diabos fazer funcionar esse pedaço de merda rosa e brilhante. Eu ignorei a foto semi-nua de Jasper que estava como plano de fundo e digitei a mensagem com uma ferocidade ansiosa. Respirei fundo quando vi que Bella era a primeira na lista de conversa.
Alice: Onde você está? Está tudo bem? Estamos indo para uma festa de aniversário no Tonic. Como está com seu belo barman? Você realmente foi pra La Push?
Fiquei completamente irritado com a idéia de Bella estar enfiada em algum casebre com o Sarnento em La Push. Mas sua resposta me deu esperança.
Bella: Estou bem. Não estou indo pro Tonic, estou indo pro Boujis. Te ligo.
Antes de fechar o telefone, comecei a caminhar para o outro clube. Mantendo meus olhos no chão, desviei da pequena multidão que estava organizada na calçada. Eu achei ter ouvido meu nome sendo gritado no grupo mas ignorei. Nesse ponto eu não me importava; eu só tinha que vê-la.
Eu não conhecia o Boujis muito bem; era um clube que eu raramente ia, e assim que entrei eu entendi por que. O local era apertado, cercado de espelhos que sem sucesso tentava dar a aparência de que o local era maior do que realmente era. A música pop vibrava da pista de dança com todos os lábios das pessoas dançando sincronizados com a música que eu não lembrava o nome.
Eu estava olhando pelo bar quando a vi na multidão. Ou eu achei que era ela, mas na verdade era seu reflexo. Quando eu a vi realmente, ela estava rindo e sorrindo na pista de dança como se ela não se importasse com o resto do mundo. O Sarnento a girou e eles bateram um no outro enquanto ela jogava a cabeça pra trás e ria. Ela era linda pra caralho.
Minha mente rapidamente caiu na palavra que Alice tinha mencionado: Honestidade. Eu seria honesto com ela. Eu tinha que ser. Tinha que ser honesto sobre como eu me sentia, mesmo que eu não soubesse que porra eu estava sentindo. Tudo que eu sabia era que a idéia de não vê-la ou passar tempo com ela me perturbava mais do que deveria.
Bella não era cheia de merda como todas as outras que eu conhecia. Ela nunca era tediosa, chata, nunca fingia ser alguém que não era. Ela era engraçada. Ela era agradável. E quando estávamos juntos, eu não precisava pensar, eu podia apenas ser eu. Deve haver uma razão para eu não repetir o que Bella disse pra mim na noite em que a levei pra casa. Naquela hora eu apenas achei que era indiferença. Mas talvez houvesse algo a mais entre nós todo o tempo. Eu estava apenas de olho na minha maldita própria bunda pra admitir.
Então isso me atingiu: Eu precisava dela. E eu tinha quase certeza de que ela precisava de mim também.
Quando eu a agarrei, foi fora do desespero. Ela estava perto de mim e eu não queria deixá-la ir novamente. Quando seu rosto enrugou em confusão e talvez um pouco de raiva, não pude evitar, eu tinha que beijá-la novamente. Eu estava fodidamente em êxtase quando ela retribuiu meu beijo e me empurrou no closet. Pela primeira vez naquela noite eu estava completamente fora de mim, mas era inteiramente porque eu estava com ela novamente e isso parecia tão fodidamente certo. Eu sabia que seja que porra estivesse acontecendo entre nós, não podia acabar.
Eu tinha dado alguns passos pra longe do closet antes de sentir sua mão envolver em meu braço, me puxando para que eu parasse. Eu virei, provavelmente muito ansioso, mas eu não dei a mínima. Ela ainda parecia confusa e até um pouco zangada comigo. Seu lábio inferior estava um pouco separado enquanto ela respirava com dificuldade pela boca. Seus olhos escureceram nos meus enquanto eu estava na frente dela, levando minha mão para sua bochecha, acariciando gentilmente enquanto sorria pra ela. Então, lenta e completamente devagar, a carranca começou a diminuir enquanto eu fiz a promessa e ela e a mim mesmo.
N/T: Gente desculpa não ter postado sábado passado, mas eu tive que trabalhar durante a semana e nem tive tempo de traduzir, mas aqui estou eu \o/
Sinto uma onda de ódio vindo da minha beta depois desse cap, mas Betinha a culpa não é minha ok?
Eu ri do Edward vendo a foto do Jasper semi-nu kkkkkkkkkkk
Bom, essa época do ano me deixa super emo, então fico emocionada com tudo haha, mas quero agradecer a TODAS, cada recadinho carinhoso que recebi e agradeço mto por cada vez mais aumentar meu número de leitoras. Tenham um ÓTIMO natal, com muita luz, amor e sucesso, que Deus ilumine suas casas para que reine a paz, não esqueçam de abraçar e beijar muito as pessoas que vocês amam.
Beijooos e até sábado que vem
