Disclaimer: Essa história, pertence a Kikiblue, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history, belongs to Kikiblue, that allow me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Atenção: Essa fic é muito pesada, contém cenas de sexo depravado e gráfico, palavras vulgares e uso de drogas. Portanto, se você não aprecia esse tipo de coisa, não leia, volte ao meu perfil e leia outra fic ;). Você foi avisado (a).
POV Bella
Tentei me manter calma. Fiquei com uma expressão impassível, para que pelo menos pudesse parecer que tudo isso era normal. Como se meu coração não estivesse querendo sair da porra do meu peito. Como se minha língua não estivesse grudando no céu da minha boca. Como se eu não me importasse. Claro, por dentro, eu sabia a verdade.
Edward ainda estava olhando pra mim, acariciando meu rosto gentilmente enquanto sorria. Um sorriso de verdade, sem arrogância ou motivos escondidos. Era somente ele. Ele estava sorrindo pra mim porque de alguma forma, tínhamos decidido que ficar juntos era muito melhor do que ficar separados.
"E agora?" eu disse, me arrependendo instantaneamente porque sua mão caiu ao seu lado enquanto ele olhava pelo clube.
"Sair daqui seria um começo," ele respondeu, acenando para a pista de dança que ainda estava movendo a nossa volta.
Segui seu olhar, acenando pra ele enquanto colocava meu cabelo atrás da orelha. Uma estratégia de saída precisava ser formada. Eu não só iria escapar de Jake, mas também eu não estava preparada para contar a ele a verdade sobre onde eu estava indo e com quem eu iria.
Mas Jake sendo Jake, não houve como enganá-lo. Assim que ele me encontrou no bar, ele me olhou quase que desconfiado. Provavelmente porque eu estava corada pra caralho e não tinha como esconder isso. Eu também devo ter uma placa em cima da minha cabeça dizendo: Eu acabei de transar em um closet e Deus, foi maravilhoso pra caralho.
Tentei agir o mais normal que eu podia, mas eu vi os olhos de Jake passarem pelos meus e irem na direção onde eu sabia que Edward estava em pé. Jake não era estúpido, seus olhos iam de mim para Edward enquanto ele juntava os pedaços.
"Estou achando que as coisas se complicaram com essa coisa de aposta," ele disse, acenando sua cabeça na direção do Edward.
"Acho que ela está nula e terminada," eu disse depois de dar um gole no copo de água que Jake me deu.
"Fico feliz em ouvir isso," um pequeno sorriso apareceu em seu rosto enquanto ele continuava a olhar através de mim. "Ele parece irritado. Aquele cara nunca ri?"
"Às vezes, em raras ocasiões." Me virei para olhar para Edward. Claro, ele estava inclinado no bar com uma de suas patenteadas expressões. Era direcionada inteiramente para Jacob, e era o mesmo olhar que eu o vi dando a ele na feira da escola. Respirei fundo ao fazer a conexão; a imagem era tão clara pra mim agora.
"Espero que ele tenha vindo aqui para se desculpar com você," Jake disse enquanto terminava de engolir sua água.
"Algo do tipo," eu disse, colocando minhas mãos nos bolsos da minha jaqueta enquanto tentava encontrar as palavras pra dizer a ele. Isso não era tecnicamente um encontro, então eu não devia me sentir mal, mas ainda assim, eu não queria que Jake sentisse como se sua amizade não valesse nada pra mim.
"Olha, Jake, eu realmente tive uma ótima noite, mas..."
"...mas agora você está indo," ele disse ainda rindo pra mim.
"É" eu murmurei enquanto recorria a olhar para meus pés como uma vadia tímida.
Ouvi Jake rir. "Jesus, estou tocado por você estar se sentindo tão culpada quanto a isso!" ele exclamou enquanto brincava batendo em meu ombro. "Tudo bem, honestamente, estou cansado. De qualquer forma, já passei da minha cota de dança pela noite. Logo terei que começar a cobrar."
Dei um dócil sorriso enquanto piscava pra ele. "Precisa de uma carona pra casa?"
Ele riu novamente, balançando sua cabeça negativamente enquanto me puxava em um abraço. "O que, e ficar no meio de você e o Capitão Carisma ali? Obrigado, Bells, mas acho que vou passar essa."
O abracei de volta, falhando ao tentar encontrar minhas mãos na grande extensão de suas costas.
"Espero que saiba o que está fazendo," ele sussurrou em meu ouvido.
Segurei minha respiração. Claro que eu não sabia, mas eu sabia que isso não iria me impedir.
"E alguém sabe?" eu respondi enquanto ele se afastava do abraço.
"Acho que não," ele disse, encolhendo seus ombros. "Mas eu juro, se esse cara ferrar com você, eu não vou me responsabilizar pelo que acontecer com a cara dele."
Acenei pra ele e estava com o rosto perplexo, tentando descartar a ameaça. Enquanto ele apertava minha mão, eu sabia que ele estava falando sério. Sorri pra ele, ridiculamente grata por ser sortuda o suficiente por ter um amigo como ele.
"Eu te ligo," eu disse, sorrindo enquanto apontava meus dedos em seu peito duro.
"Pode apostar sua bunda que ligará, Swan," ele sorriu pra mim com aquele seu sorriso sempre prepotente antes de agarrar minha mão e me puxar pra ele, rapidamente me dando um beijo estalado na bochecha.
"Podemos também deixar o cara um pouco ciumento!" ele disse, rindo com um encolher de ombros enquanto fazia seu caminho para a multidão.
Eu não precisei encontrar Edward porque de repente ele estava do meu lado, olhando pra mim com um pequeno sorriso no rosto. Eu tive que sorrir de volta quando decidi que aquele sorriso torto era mais do que um pouco afetuoso. Talvez eu sempre tivesse achado esse seu mau humor um pouco fodidamente cativante.
"Precisa de uma carona pra casa?" eu perguntei.
"Claro," ele disse enquanto eu pegava sua mão e o guiava pela multidão pra fora do clube.
Dirigimos através do leve tráfego de Port Angeles em silêncio. Não era intencional, pelo menos da minha parte. Minha mente estava preocupada voltada para semana passada, onde trocávamos insultos entre nós, chegando a minha própria conclusão de como chegamos a esse destino juntos.
"Como você me encontrou essa noite?" eu perguntei.
Edward limpou sua garganta enquanto puxava de seu bolso um celular que eu instantaneamente reconheci.
"Você roubou o celular de Alice?" eu exclamei, incapaz de conter o sorriso em choque.
Ele deu de ombros. "Ela não ia me contar onde você estava. Que outra opção eu tinha?"
Fiquei de boca aberta antes de rir. "Sabe, você fez uma coisa muito, muito má. Ela provavelmente deve estar pirando agora. Esse telefone é sua vida."
O vi balançar a cabeça enquanto ria. "Como eu disse, ela não me deu outra opção."
"Você podia simplesmente ter me ligado," eu protestei.
"Como se você fosse atender."
Concordei. Ele estava certo. Eu tinha me forçado a responder as mensagens de Alice e somente porque eu sabia que ela mandaria o esquadrão de pessoas desaparecidas atrás de mim se eu não respondesse.
"Além disso, eu precisava ver você," o peguei franzindo a testa enquanto olhava para seu colo. "Eu queria ver você."
Segurei o volante com um pouco mais de força. "Acho que se é pra sermos honestos, eu queria ver você também."
Silêncio dominou e eu estava nervosa demais para olhar sua reação. Quando senti sua mão levemente em minha coxa, percebi que ser honesta com Edward era a melhor coisa que eu podia fazer. Só então quando soube que éramos claros um com o outro, contei a ele a absoluta verdade do que aconteceu entre eu e Jake. Em resposta, ele foi totalmente honesto sobre o que aconteceu com ele e Rosalie. O que, é claro, me deu uma vontade particular de rir dela, imaginando sua cara imprevisível e chocada.
Sem pensar, eu saí do carro assim que estacionamos na casa dele, o seguindo até a porta da frente. Foi só quando estava no meio do degrau que parei, quase assustada comigo mesma pela minha estupidez.
"Que foi?" ele perguntou enquanto abria a porta da frente.
"Desculpe; é que eu presumi que iria entrar..."
Sua expressão não mudou. "É claro que vai. Eu quero que você entre."
Acenei, sentindo meu rosto queimar com rubor. Essa não era eu. Eu não pedir desculpas pelo meu comportamento. Eu desconhecia isso; talvez fosse tempo de novas estréias em minha vida.
A casa estava silenciosa, como se não tivesse mudanças desde que eu parti essa manhã. Fechei a porta atrás de mim e respirei fundo enquanto voltava para o quarto de Edward. Era como voltar à cena de um crime: a cama ainda estava desfeita, as cortinas ainda estavam levemente abertas, ainda havia os mesmos copos que eu sabia que tínhamos bebido na noite anterior. Era o mesmo lugar onde Edward sem querer tinha me ensinado algo sobre mim mesma que eu não sabia. A única diferença agora era que estávamos na mesma página do livro aberto. Sabendo que meu coração não parava de bater erraticamente em meu peito enquanto esperava por ele dizer alguma coisa. Como se ele soubesse que eu precisava me acalmar, ele deu um beijo leve na minha nuca enquanto tirava minha jaqueta, jogando-a no chão.
Suas mãos pousaram uma de cada lado da minha cintura enquanto eu inclinei minha cabeça, deixando seus beijos cobrir a pele do meu pescoço. Quando virei minha cabeça de forma faminta encontrar sua boca, suas mãos deslizaram para minha barriga, cobrindo meus seios assim que nossas línguas se encontraram. Só consegui agüentar ele massageando meus mamilos por alguns segundos antes de me virar para encará-lo, forçando seu corpo a cair na cama enquanto eu montava nele. Seus lábios não deixaram os meus; ele colocou suas mãos no meu rosto, me posicionando sobre ele para que eu não pudesse deixar o beijo se eu quisesse.
Dirigi meus quadris para sua virilha, levemente me roçando nele, saboreando a sensação de seu pau duro que estava tão perto mas ao mesmo tempo longe pra caralho. Quando eu ia colocar meus dedos dentro da sua calça jeans, ele rolou e estava em cima de mim com um forte gemido enquanto ele pegava minhas mãos e as prendia acima da minha cabeça. Respondi envolvendo minhas pernas na cintura dele, o trazendo pra mais perto de mim e me posicionando perfeitamente para que seu pau me acariciasse no lugar certo.
Seus dedos fizerem meu sangue ferver sob a minha pele enquanto eles levemente passavam pela minha coxa e na curva da minha bunda. Sempre tão temporariamente, seus dedos seguiram a costura da minha calça jeans, passando por cima do meu clitóris inchado, uma, duas e mais vezes. Mordi seu lábio para parar os gemidos que estavam saindo de mim. O vi sorrir pra mim enquanto movia sua boca para meu pescoço, lambendo e chupando a pele sensível enquanto seus dedos continuavam a me acariciar.
Quando ofeguei alto, sua boca estava de volta na minha, me beijando com força enquanto sua mão movia da minha virilha para meu peito. Ele manuseou meu mamilo ereto pela minha camisa enquanto eu continuava roçando nele. Nossas respirações eram ásperas e inteiramente intoxicadas pela presença um do outro.
Era só uma preliminar, mas era fodidamente intenso. Nós parecíamos adolescentes, como adolescentes que deveríamos ter sido antes do álcool e das drogas nos pressionar a fazer o que todos estavam fazendo. E mesmo havendo literalmente um ardente desejo pulsando em minha calcinha, eu decidi que não precisava dar o próximo passo. E nem Edward.
Durante a noite, parávamos e ríamos sempre que a respiração nos faltava. Ou como a ereção dura de Edward estava esfregando em mim a ponto de ser doloroso. Beijos selvagens que começavam suaves, ou sem pressa, como se estivéssemos saboreando o gosto entre nós. Logo, o instinto de me esfregar nele tinha passado e nós deitamos nos olhando, nos beijando, acariciando e olhando. E em algum lugar no meio disso, eu tinha dormido novamente nos braços do Cullen.
Eu dormi profundamente; não havia dúvida disso. Assim que comecei a tomar consciência da manhã iminente, eu não queria abrir meus olhos e estar no mesmo lugar que eu estava ontem. Então os mantive fechados, mesmo quando senti o sol da manhã aquecer levemente meu rosto. Eu podia ouvir o som fraco do mundo exterior, o sussurro do vento nas árvores, os pássaros cantando. Eu estava relutante em me juntar a isso porque eu estava mais feliz em não conhecer nada disso. Foi só quando registrei que sua respiração estava no meu pescoço que soube que ele ainda estava comigo. O sorriso foi involuntário.
Não sei por quanto tempo ficamos lá, mas assim que abri meus olhos, ele começou a acariciar levemente meu braço com seus dedos. Arrepios apareceram em meus braços e pela minha espinha enquanto eu o sentia trilhar a superfície da minha pele. Só percebi que ele estava me olhando quando senti sua respiração no meu pescoço. Virei minha cabeça para encará-lo, estava assustava em como seus olhos verdes eram brilhantes na luz da manhã. Eles eram tão lindos, que me encontrei hipnotizada por eles. Ficamos olhando um pro outro alguns minutos, nenhum de nós dizendo uma palavra enquanto o mundo exterior começava a se forçar pra dentro do nosso.
"Então, pausa para manhã," ele sussurrou enquanto escovava meu cabelo pra fora do meu rosto.
Respondi suspirando um pouco mais alto do que eu queria.
"Que horas são?" eu perguntei, com a voz rouca.
Ele suspirou enquanto deitava a cabeça no travesseiro ao meu lado. "Não tenho idéia."
"Faz muito tempo que você está acordado?"
"Não, na verdade não," ele sorriu pra mim. "Você não é exatamente uma pessoa que dorme tranqüila, não é?"
"Por quê?" eu perguntei, de repente em pânico pelo meu hálito matinal.
"Você fala enquanto dorme," ele sorriu, quase me provocando.
Ah porra.
"Algo interessante?" Eu perguntei enquanto estrategicamente colocava minha boca no lençol branco formando uma barreira natural entre ele e minha respiração. Silenciosamente rezei para que estivesse dando certo.
"Você disse meu nome, entre outras coisas," ele disse sorrindo.
Eu podia sentir meu rubor, mas dei meu melhor para parecer imperturbável. Quase falhando.
"Bem, acho que deveria. Quero dizer, eu estava dormindo ao seu lado."
"Tenho certeza que não estávamos dormindo em seu sonho," ele disse com um pequeno sorriso.
Eu imediatamente fiz careta enquanto ele me puxava pra perto dele.
"Eu na verdade estava com um pouco de ciúme. Queria poder ver o que você viu. Quase te acordei para que você me mostrasse," ele riu enquanto puxou o lençol da minha boca e colocou seus lábios nos meus.
Não me importei que meus lábios estivessem machucados e desgastados da noite anterior. Eu poderia continuar o beijando durante toda a manhã, eu tinha acordado com um claro senso de querer mais e mais dele.
O rolei até ele deitar em suas costas e rapidamente o coloquei entre minhas pernas. Eu estava cheia de beijos e leves carícias; eu precisava me conectar com ele novamente. Tirei minha camisa e arranquei meu próprio sutiã, deixando meu cabelo cair pelos meus seios. Isso fez cócegas em meus mamilos duros enquanto eu comecei a sentir o calor construindo entre nós. Mantive meus olhos nele enquanto colocava meu dedo em sua boca e deslizava para minha calcinha.
"O que eu fiz pra merecer isso?" ele perguntou enquanto olhava meu seio e empurrava seu pau duro em mim.
Levei meu dedo agora escorregadio para seus lábios. Ele sorriu e chupou antes de eu beijá-lo com força e começar a abrir sua calça jeans. Fiquei aliviada dele começar a puxar a minha e enfiar seus dedos por dentro da minha calcinha. Soltei um gemido enquanto me esforçava para chutar minha calça jeans no chão e libertava o seu pau. Rapidamente o levei pra minha boca enquanto ele me virou e enterrou seu rosto entre minhas pernas.
Peguei seu comprimento, ansiosa para provar seu gosto novamente na minha língua. Tive que sorrir quando o ouvi engasgar meu nome assim ele agarrou minha bunda com suas mãos. Sua língua molhada estava no meu clitóris em segundos, chupando minha carne perfeitamente, me fazendo beliscar a parte interna de suas coxas enquanto eu gemia. Sua respiração quente na minha umidade me distraiu completamente da batida na porta.
"Edward, você está acordado?" A voz do lado de fora inconfundível; era Carlisle.
Me assustei e de modo frenético agarrei o lençol para me cobrir enquanto pulava longe de Edward, que só pareceu irritado e sentou sobre os cotovelos.
"Mas que porra?" eu murmurei pra ele, com pânico levemente em meu rosto. Eu já tive pais bravos me encontrando na cama de seus filhos o suficiente, eu não queria que a mesma coisa acontecesse com o pai de Edward.
Edward franziu a testa pra mim, sinalizando para eu ficar onde eu estava enquanto ele levantava da cama, colocando sua calça jeans e indo até a porta.
"Hey," ele disse mantendo a porta meio fechada com sua mão.
"Edward, já passa das onze, sabia."
Edward não respondeu diretamente, mas eu o vi escovar o cabelo com sua mão livre. "É manhã de domingo."
Ouvi Carlisle suspirar.
"Esme e eu vamos sair para almoçar no Clube Country. Quero saber se você gostaria de se juntar a nós."
"Obrigado, mas eu tenho planos," Edward respondeu indiferente.
"São planos de verdade, ou você está nos evitando?"
Edward imitou o suspiro de Carlisle e descansou sua cabeça no batente da porta. "Muito reais."
"De quem é aquele carro lá fora?"
Meu estômago embrulhou. Claro que eu não tinha pensando em estacioná-lo em um local menos visível ontem à noite; não ser descuberta era a última coisa que eu pensei na hora.
A voz de Edward não mudou. "Isso tem a ver com os planos que tenho para essa tarde."
Ouvi hesitação, e me perguntei se Carlisle sabia que eu estava aqui no quarto, falhando em me esconder e silenciosamente rezando para que ele não olhasse pela porta.
"Certo," ele disse firmemente. "Bem, espero você para jantar essa noite em vez de sair para a cidade. Você tem aula amanhã."
Não sei se Edward disse algo a ele ou lhe deu um olhar, mas a próxima coisa que eu sabia era que ele estava fazendo seu caminho de volta para a cama. Eu podia dizer pelo olhar em seu rosto que cometer tolices por aí estava suspenso por uns momentos.
O observei deitar na cama ao meu lado e olhar pro teto.
"Você está bem?" eu perguntei em um sussurro.
"Drama do meu pai," ele disse enquanto pegava alguns fios do meu cabelo e começava a enrolar em seus dedos.
"Certo," eu disse, sentando apoiada nos cotovelos. "Esme é a namorada dele?"
"O que quer que ela seja pra ele, está de repente o fazendo agir como O Pai de Mentira do Ano," ele respondeu enquanto cruzava os braços sobre a cabeça e olhava pro teto.
Ele não disse nada; só continuou olhando pro teto. O olhar em seu rosto me convenceu a manter minha boca fechada. Eu não queria pressioná-lo sobre isso, mas estava surpresa por Carlisle ainda estar saindo com a mesma mulher que eu encontrei no dia anterior. Isso não se encaixava no perfil que eu conhecia dele. Mas então, uma semana atrás eu não teria previsto que estaria aqui deitada perto de Edward Cullen.
Suspirei. "Olha, eu tenho que ir andando."
Eu fui levantar, mas senti sua mão na minha cintura, me puxando de volta pra ele.
"Não, isso seria bem o oposto do que eu quero que você faça agora," ele disse me puxando pra ele para que eu pudesse deitar em seu braço. "Desculpe, eu posso falar sobre isso, eu só estava sendo um idiota."
"Edward, eu entendo se você não quiser. Sério, estou bem por dentro das merdas dos pais. E a última coisa que eu quero é falar sobre isso."
"Mais uma razão pra falar," ele disse, olhando pra mim e acariciando minha coxa com seu dedo.
Concordei embora não estivesse muito convencida. Eu não queria que o drama dos meus pais infiltrasse em nosso tempo juntos. Queria que ele estivesse separado de toda essa merda. Ele era mais importante que isso.
Ele me pegou de surpresa quando me beijou novamente. "Você e eu contra o mundo, Swan," ele sussurrou enquanto inclinou sua testa na minha.
"Eu não preciso falar," eu confessei. "Mas sempre estou aqui pra ouvir. Me conte o que está acontecendo com seu pai."
Edward falou, e me sentindo culpada falei um pouco também. Mudamos de falar de nossos pais para falar de nossos amigos, nossos inimigos, e as pessoas que persistentemente estavam entre nós. Era bom ser honesta sobre eles com alguém que parecia ver o mundo do mesmo jeito que eu. Mas quando fomos falar de nossos futuros, eu me calei antes que falasse demais. Não estava com medo de sua reação; não era isso. É só que havia algumas merdas que eu precisava classificar em minha cabeça antes de confessar tudo para Edward. De qualquer forma, fez eu me sentir um pouco culpada porque eu sabia que ele estava me contando tudo. Ainda assim, ele não me pressionou e eu fiquei grata por isso.
Saímos da casa assim que escureceu, como prometi que não iria deixá-lo para o jantar de família. Eu não sabia onde estávamos indo, e eu não me importava. Continuei dirigindo até que achamos um pequeno restaurante fora de Forks. Bom o suficiente para fazer comida boa e longe o bastante para que fosse improvável alguém lá dentro nos conhecer. Não que eu ligasse, ou ele, acho que estávamos apenas curtindo ser Bella e Edward sem as merdas de Forks pelo máximo que pudéssemos. Mas amanhã estava chegando e enquanto a noite se aproximava, isso estava se tornando mais óbvio para nós dois.
"Não se preocupe com amanhã," ele disse depois de me beijar enquanto eu colocava meu carro em uma vaga de sua garagem. "Isso é entre você e eu, Bella. Eles não interessam."
Acenei pra ele, me inclinando para beijá-lo novamente. Eu queria acreditar nele, e de alguma forma eu acreditei. Claro que ninguém em Forks importava. Mas não era com o resto de Forks que eu estava preocupada, era comigo.
"Como se eu me importasse com o que as pessoas dizem," eu disse, forçando um sorriso.
Ele sorriu de volta. Espero ter lhe convencido que nada estava errado.
"Eu vou te pegar amanhã," ele disse enquanto bateu a mão na porta do carro antes de seguir pra dentro de casa.
Enquanto dirigia pra casa, minha mente reviveu o que essa nova situação significava pra mim. Talvez ter Edward do meu lado iria ser o suficiente para me tirar de minha auto-destruição. Talvez fôssemos piorar ainda mais a vida do outro. Talvez não fosse fazer nenhuma diferença a longo prazo.
Desisti de especular assim que cheguei em casa; havia apenas um ponto negativo. Abri minha janela e acendi meu primeiro cigarro do dia, sentindo o gosto e perdendo minha respiração até minha cabeça girar. Isso não era comum; merdas ainda estavam rodando em minha cabeça, não importa quantas vezes eu repetisse o processo. Joguei o restante do cigarro pela janela e vi a queima vermelha desaparecer na escuridão.
Só uma coisa estava clara: amanhã vai ser foda.
N/T: Bom, quero deixar bem claro que essa nota não é para todas as leitoras e sim para algumas que estão abusando da minha boa vontade.
Eu tenho um cronograma e sempre posto aos sábados, PORÉM eu tenho a minha vida, meus problemas então se eu não puder traduzir eu simplesmente não irei postar, eu tenho muito carinho pelas minhas fiéis leitoras e por isso sempre faço o melhor para postar como prometido. Tenho recebido reviews e mensagens de pessoas reclamando que prometo e não posto, então que fique claro: EU POSTO QUANDO EU QUISER, se você está achando ruim, pega o capítulo e joga no Google tradutor, eu não ganho NADA traduzindo e algumas lêem e não tem nem a capacidade de deixar um review, porque acham que o dedo delas pode cair, então quem tá achando ruim da minha demora (que foi apenas 1 dia sem postar, já que estamos no final de ano e se vocês não sabem É ÉPOCA FESTA e a maioria das tradutoras/autoras tiram férias nesse tempo) pode me tirar do seu favorito e parar de ler minha tradução, eu realmente não me importo ok?
Quero deixar BEM claro novamente que essa nota NÃO é para todas as leitoras!
Agora quero desejar um ÓTIMO 2011 pra todas, esse ano será um ano de grandes realizações, tenham amor em seus corações e paz de espírito. Obrigada por me acompanharem durante 2010. Sucesso pra todas ^^
Beijoos queridas leitoras (que não mereciam ler essa nota)! Comentem e até sábado que vem!
