Disclaimer: Essa história, pertence a Kikiblue, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history, belongs to Kikiblue, that allow me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Atenção: Essa fic é muito pesada, contém cenas de sexo depravado e gráfico, palavras vulgares e uso de drogas. Portanto, se você não aprecia esse tipo de coisa, não leia, volte ao meu perfil e leia outra fic ;). Você foi avisado (a).
BPOV
Esses tipos de coisa simplesmente não existem. Beijos no corredor, segurar mãos, isso era tudo reservado para filmes adolescentes de merda na sessão da tarde que basicamente te diziam que todos os finais eram felizes e cada 'eu te amo' era definitivo. Eu sabia que éramos diferentes.
Eu beijei Edward porque eu precisava. Era quase como se eu tivesse que provar para eu mesma que eu podia fazer isso ali na frente de todos que importavam e quem não me importava também. Eu podia ser alguém além da Bella Swan: Vadia da Sala. Talvez eu ficasse muito melhor como Bella Swan: A Garota do Cullen. Com certeza valia à pena tentar.
Não é que eu não gostava de beijar Edward. É totalmente ao contrário; depois do dia que tive eu precisava disso pra caralho. Quando o vi caminhando até mim no corredor, meu corpo estúpido estremeceu, e borboletas não paravam de voar em meu estômago. Eu tinha que beijá-lo, talvez para provar a mim mesma que eu me importava com ele e que estava tudo bem. Eu senti que era certo, e naquele momento, entre todos os olhares, arfadas e o som de queixos caindo, estávamos certos. Talvez um pouco mais que certos, talvez perfeitos.
Depois que paramos nosso beijo, meu primeiro pensamento enquanto ele inclinava sua testa na minha era de como eu precisava muito dormir com ele novamente. Eu precisava da conexão: pele com pele, peito com peito. Ele era tão fodidamente gostoso, todo confuso e entusiasmado contra o meu armário, fazendo todo o resto do corredor desaparecer em um borrão insignificante. Ele sorriu para mim, ainda observando meus lábios enquanto o meu sorriso aparecia neles.
"Dia de merda?" ele perguntou enquanto colocou alguns fios do meu cabelo atrás da orelha.
Acenei. "Está ficando lentamente melhor," eu respondi enquanto me perguntava internamente se eu estava mentindo ou não. Eu acho que não tinha certeza.
"Vamos sair daqui," Edward pegou minha mão, entrelaçando os dedos nos meus enquanto nos puxava através da multidão agora grande que tinha se reunido para ver nosso pequeno momento nos armários.
Se fosse um daqueles filmes adolescentes de sessão da tarde, naquele momento o filme teria acabado. Nosso pequeno final feliz simbolizado pelas nossas mãos dadas. Mas não era o fim. A tarde continuou.
"Isso foi interessante," eu disse enquanto Edward saía com o carro pelo estacionamento, deixando uma nuvem de poeira na cara de todos idiotas que estavam olhando.
"O que foi interessante?" ele perguntou.
"DPA's," eu disse enquanto começava a procurar por meus cigarros em minha bolsa. "Eu não faço isso."
Isso foi mentira. Eu costumava fazer muito. Eu costumava me envergonhar engolindo James nos corredores da escola. Até fui chamada de canto por um dos professores para receber uma lição de sexo seguro. Eu ri da cara dele, é claro. Mas peguei as camisinhas grátis.
Balancei minha cabeça negativamente tentando me livrar da comparação desconfortável.
"Acho que realmente há uma primeira vez para tudo," Edward disse enquanto colocava seus óculos escuros.
"Você quer que eu a leve para casa?" ele perguntou. Detectei um leve sento de hesitação em seu tom de voz. Sorri por trás do meu cabelo enquanto acendia meu cigarro e fumava para fora da janela.
"Não," eu disse honestamente. Renée estava em casa e a última coisa que eu precisava era brincar de 'apresente o namorado' com ela. Considerando que ela não lembraria de conhecer Edward alguns dias antes, mantê-lo longe de casa era a melhor opção. Mordi minhas unhas. "Mas se você tem que ir a algum lugar..."
Edward soltou uma risada que eu posso chamar de musical. "Onde mais eu posso querer estar?"
Isso me pegou um pouco de guarda baixa, eu admito. Minha reação natural seria cerrar meus olhos para ele, esperando que ele desse risada da piada de mau gosto às minhas custas. Ele não riu. Em vez disso, ele continuou acelerando a 101 km. Depois de um pequeno debate interno, levei minha mão até o joelho dele e apertei minhas mãos na dele.
Estacionamos no mesmo lugar que tínhamos ido ontem à noite. Parecia ainda pior no crepúsculo. A pintura branca estava lascada, os gramados estavam altos, cheios de ervas daninhas e as janelas estavam sujas. O estacionamento improvisado estava vazio e escuro, completamente coberto pelas densas árvores do local. Por dentro, estava ainda mais silencioso do que da última vez, apenas com três pessoas desfrutando do ravióli. Mas estava bom para nós; era tudo que precisávamos. Depois que a garçonete veio nos atender, eu levei Edward para uma mesa privada no canto do restaurante.
Reconheci a garçonete, que era a mesma garota que ficou olhando Edward na noite anterior. Ela imediatamente trouxe meus mariscos enquanto era toda sorridos, cabelos voando e cílios batendo. Ela claramente era bonita, não havia dúvida disso, com um decote suave e cabelo escuro comprido que pairavam logo acima de seu crachá 'Jane'. Jane minha bunda.
Edward parecia estar distraído, ou talvez ele estivesse apenas disfarçando a atenção da pequena garçonete de vinte e poucos anos que tinha obsessão em chupar a ponta da caneta. Dei a ela meu melhor olhar maligno, depois que ela se inclinou para tirar nossos menus. Isso não a impediu, ela me deu o mesmo olhar por baixo dos cílios que deu para Edward enquanto trazia nossas cocas à mesa.
Enquanto beberiquei minha bebida, não pude evitar rir comigo mesma. 'Bella a possessiva', quem diria?
Olhei para Edward que estava estudando seu copo, o girando em suas mãos enquanto sua mandíbula estava apertada.
"Me desculpe por antes," ele disse suavemente.
Pisquei para ele. "Antes...?"
"Deixá-la na sala," ele disse com um suspiro enquanto empurrava seus cabelos com a mão. Ele deu de ombros. "Não sentar com você na aula. Eu só tinha que organizar a minha cabeça."
"Tudo bem," eu disse o entendendo completamente. "Eu entendi. Eu também tinha. Era tudo um pouco estranho."
Edward sorriu. "Fiquei contente que você deu a Emmett o que era devido."
Rolei meus olhos enquanto lembrava o exato momento em que meu cotovelo atingiu suas bolas. "Como esse garoto ainda têm alguma bola depois de todas as cotoveladas que ele levou, eu nunca vou saber."
Suas narinas inflaram enquanto ele suspirou de raiva. "Levou cada pedaço da minha força para não dar um soco na cara dele novamente."
Franzi as sobrancelhas para ele. "Novamente? O que você quer dizer?"
O vi ficar vermelho. Fiquei instantaneamente intrigada. "Foi há alguns dias. Ele sabia que ia acontecer, acredite. Vamos apenas deixar isso pra lá."
Acenei minha cabeça lentamente enquanto levantava uma sobrancelha para ele, que continuou olhando para seu copo. Sua testa franzida foi rapidamente se formando sólida para mim. Joguei meus cabelos pelos ombros enquanto me movi um pouco mais perto dele.
"Então, eu vou te convidar pra sair," ele disse, seus olhos levantando até os meus apenas por um momento antes de voltarem para o copo.
Eu sorri levemente antes que pudesse evitar. "O que, como um encontro de verdade?"
Ele deu um longo gole em sua bebida enquanto me observava pelo vidro do copo. "Por que não?" ele perguntou enquanto colocava o copo metade vazio de volta na mesa. "Isso não é meio o que estamos fazendo agora?"
"Isso não é um encontro. Isso são apenas duas pessoas conversando."
Eu o vi baixar a mão para seu lado antes de eu olhar bem dentro de seus olhos. Ele desviou o olhar.
Eu o ofendi, ou o irritei. Mastiguei meu lábio inferior antes de fazer a pergunta mais óbvia que veio a minha mente. "Por que você quer um encontro comigo?"
Ele pareceu um pouco confuso. "Para passar o tempo com você, te conhecer. Por que não iria querer?"
Dei de ombros enquanto olhava para as minhas mãos. Fiquei um pouco surpresa; eu não tenho encontros. Eu nem mesmo sabia como era um encontro. Isso significava que ele teria que conhecer meus pais? Porra. Ele vai ter que pagar o jantar? Talvez. Será que eu terei que beijá-lo o tempo todo? Isso não fazia nenhum sentido em nossa circunstância. Eu dormia com os caras; isso era normal para mim. Até mesmo com James, nós nunca saímos oficialmente. Apenas transamos muito antes dele fuder comigo.
Edward limpou sua garganta. "Quero dizer, se você quiser, eu gostaria de passar mais tempo com você."
"Eu não ia dizer não, Edward," eu disse olhando para seu rosto. "Só estava rindo da situação."
Ele enrugou um pouco a sobrancelha, seus olhos cerrados. "Não entendi."
Suspirei e inclinei minha cabeça no encosto de cadeira duro enquanto deixei meus dedos vagarem pelo copo de vidro. "Há uma semana, eu não tinha encontros. Agora terei o meu segundo em uma semana. De repente, sou o tipo de garota que vale a pena sair. Isso é um pouco mais do que uma transa."
Ele deu de ombros e pareceu um pouco desconfortável. Acho que não sou a única possessiva aqui.
Melhorei minhas palavras. "Não que Jake tenha sido um encontro de verdade, quero dizer, você sabe que somos apenas amigos. É diferente conosco."
"É?" ele perguntou sem olhar para mim.
Olhei para ele, segurando minha respiração enquanto soltava minhas palavras. "Você sabe que é, Edward."
Ele me deu um pequeno sorriso torto. "Então isso é um sim?"
"Isso é um sim," eu repeti enquanto cruzava minhas pernas por baixo da mesa, me movendo um pouco para mais perto dele. "Ou melhor ainda, que tal eu levá-lo para sair?"
Agora foi a vez dele rir. "Você vai almoçar e jantar comigo?" ele perguntou enquanto pegava algumas mechas de meu cabelo em suas mãos e acariciava.
Respirei sua essência enquanto ele se movia para mais perto de mim. "Eu posso fazer melhor que isso. Vou levá-lo ao show em Seattle."
"Aquele que você ia levar Jasper?"
Sorri. "Tenho certeza que Jasper está bem ocupado com Alice agora. Além disso, eu prefiro levar você."
"Interessante," ele disse sorrindo.
"É no sábado à noite. Podemos ir na sexta e ficar até sábado se você quiser."
"Soa como um primeiro encontro de verdade fodidamente perfeito para mim."
Ele ia me beijar, mas eu o empurrei suavemente pelos ombros. "Mas eu tenho uma condição."
"E qual é, Bella?" ele perguntou, inclinando sua cabeça de lado, sua boca apenas alguns centímetros de distância da minha.
Sorri e levei meu dedão até a minha boca enquanto inclinava minha cabeça para o lado também. "Você me deixa dirigir aquele seu carro."
Edward riu e balançou a cabeça. "Eu deveria saber que teria isso," ele suspirou enquanto observava meu dedão voltar ao meu colo. "Posso pedir algo em retorno?"
Lambi meus lábios enquanto observava sua boca se curvar em um sorriso. "Tente."
Ele se inclinou para sussurrar em meu ouvido, sua respiração fazendo cócegas em minha pele e me arrepiando. "Você vai me deixar ter você de todas as formas que eu quiser em meu carro." Edward olhou pra mim enquanto eu pressionava meus lábios. Não pude evitar os arrepios que cruzaram minhas pernas enquanto eu senti sua mão em minha coxa nua.
"Feito," eu disse me inclinando para ele.
Ele deu aquele sorriso torto antes de se inclinar e me beijar como me beijou no corredor da escola. Eu arfei o mais silenciosamente que eu pude enquanto sua mão foi por baixo da minha saia e parou ali provocando perto da minha calcinha já úmida. Continuei o beijando, esquecendo onde estávamos enquanto empurrava meus dedos em seus cabelos e o puxava. Gemi baixinho enquanto descruzei minhas pernas, permitindo que seus dedos rastejassem para mais perto da minha calcinha.
"Estou ansioso para isso," ele sussurrou em meu ouvido antes de arrastar seus lábios por meu pescoço, mordiscando minha clavícula enquanto segurava meu rosto firmemente em sua mão. Deslizei minha mão por baixo da mesa e peguei as suas, empurrando para mais perto do meu centro, o permitindo me tocar.
Ele virou meu rosto para o dele enquanto seus lábios moviam para o meu mais uma vez, nossos corpos pressionados juntos enquanto sua mão deslizava pela minha bunda, agarrando-a firmemente e me puxando para cima dele. Eu gemi enquanto senti seu pau sólido escovar em meu clitóris agora vibrante. Não havia muito espaço, mas era o suficiente. Era tudo que eu precisava. Comecei a roçar em cima dele.
Quando comecei a pegar o ritmo, nossa respiração começou a ficar descompassada entre os beijos que não paravam. Eu não dava a mínima para onde estávamos. Eu precisava dele e era claro que ele precisava de mim também.
Ouvi alguém limpar a garganta.
Paramos nosso beijo. Me preparei para o flagrante verbal que estávamos prestes a ter. Em vez disso, eu vi a linda garçonete levantando sua sobrancelha para nós enquanto mordia o seu dedão. Então ela lambeu seus lábios antes de colocar as palmas das mãos na mesa e se inclinar para perto de nós, seus peitos empurrando violentamente para o precário tecido que os cobriam.
"Desejam mais alguma coisa?" ela sussurrou enquanto seus dedos começaram a brincar com a barra de sua blusa. Não havia dúvidas: ela queria participar. Seus olhos estavam em mim e Edward, dançando entre nós enquanto ela se inclinava mais, se expondo um pouco mais.
Há duas semanas, eu teria aceitado seu convite. Por que diabos não? Eu gostava de sexo a três, eu gostava de garotas, e eu adorava ter meu corpo atendido por mais de uma pessoa. Mas sentada aqui, cada sentido meu estava completamente dominado por Edward, senti o mesmo senso de possessividade que varreu sobre mim anteriormente. Se eu fosse honesta, seria clara: Eu não queria dividi-lo.
Antes que eu tivesse a chance de mandá-la se fuder e se divertir com seus dedos com sua nova imagem mental, Edward limpou sua garganta.
"Não," ele disse sem rodeios antes de se virar para mim e empurrar seus lábios contra os meus novamente.
Enquanto o beijei novamente com gratidão, ouvi um suspiro da cadela enquanto ela lentamente se afastava de nós.
Movi minhas mãos entre minhas pernas enquanto nos beijávamos até encontrar seu pau duro. Ele engasgou um pouco enquanto eu o pegava firmemente e começava a acariciar gentilmente.
Edward pegou meu rosto em suas mãos. "Acho que terminamos aqui," ele disse, seus olhos encontrando os meus.
"Acho que você está certo," eu disse sem fôlego. Eu estava mais do que ciente que provavelmente seríamos expulsos daqui não tão educadamente.
Saí de cima de Edward e deixamos a mesa. O vi jogar algumas notas na mesa antes de pegar minha mão e me arrastar para fora do local. Não pude evitar pegar o olhar frustrado da garçonete enquanto saíamos pela porta. Eu tinha que ser uma vadia e sorrir para ela, vendo-a fazer beicinho.
Edward nem me deu a chance de falar sobre a garçonete chateada. Em vez disso, ele veio por trás de mim e me pressionou ao lado do seu carro. Parei de fazer força com um grunhido enquanto minhas palmas se espalhavam no capô do carro. Não pude pensar em perguntar que porra ele estava fazendo porque seus lábios estavam em meu pescoço, chupando e lambendo minha clavícula enquanto suas mãos apertavam meus seios pela blusa, forçando seu caminho por baixo do meu sutiã. Gemi enquanto suas mãos moviam rudemente pelo lado do meu corpo até seus dedos chegarem à barra da minha saia, levantando-a e expondo minha bunda para o céu noturno.
"Não se mexa," ele rosnou em meu ouvido antes de suas mãos moverem do lado do meu corpo para minhas coxas. Arfei enquanto suas mãos lentamente trabalhavam nas curvas da minha bunda até que senti suas mãos moverem para meu quadril e o topo da minha calcinha. Engasguei quando seus dedos deslizaram por baixo do tecido e seguiram para minha buceta molhada enquanto sua boca achava meu pescoço novamente. Eu podia sentir seu pau duro roçando contra minha bunda e seu dedão gentilmente escovar sobre meu clitóris, o outro dedo estava por baixo do meu sutiã apertando meu mamilo duro.
Ele se inclinou até mim, sua respiração quente em meu pescoço me fazendo suar. "Eu não vou te dividir com ninguém," ele rosnou em meu ouvido. "Você precisa saber disso."
Virei minha cabeça para encará-lo, empurrando meus lábios nos dele, lambendo sua boca e me contendo em morder seu queixo.
"Me mostre, sou sua," eu gemi de volta enquanto me inclinava para trás e levava minha mão por dentro de seu cinto para agarrar seu pau duro.
Suas mãos rapidamente deslizaram minha calcinha para os meus tornozelos. Abri minhas pernas enquanto sua mão ia para o meio delas, encontrando meu clitóris latejante. Me inclinei ainda mais, dolorida para que ele entrasse em mim. Senti sua mão entrar dentro da minha blusa, me inclinando mais enquanto eu sentia seu pau provocar minha entrada molhada e nua.
Ele entrou em mim lentamente, me fazendo gemer enquanto todo seu comprimento me preenchia perfeitamente. Sua mão estava acariciando meu clitóris enquanto ele começou a investir dentro e fora lentamente. Cada tapa na minha bunda, fazia a parte interna de minha coxa vibrar enquanto meu clitóris era provocado por cada movimento. Empurrava minha bunda nele a cada investida, o fazendo ir mais fundo e mais rápido até que ele agarrou meu quadril e começou a me fuder com força bem ali contra o carro.
É como se nossa natureza possessiva precisasse ser expressada bem ali no estacionamento exposto. Eu queria que ele me fodesse como se estivesse me fazendo sua. Queria que ele me mostrasse que eu era tudo que ele precisava.
Gemi alto enquanto meu orgasmo corria por mim, me fazendo engasgar e quase perder completamente a força nas minhas pernas.
Mas Edward não parou.
"De novo," ele rosnou enquanto continuou com suas investidas rápidas e fortes.
"Me faça gozar," eu bati de volta enquanto agarrei o carro com mais força e arqueei minhas costas para deixá-lo ir mais fundo.
O ouvi gemer quando seus dedos encontraram meu clitóris inchado quando ele se inclinou para me tocar. Arfei quando seus dedos começaram a provocar minha carne. Lambi o suor acima dos meus lábios quando ele enfiou seus dedos em meu quadril, apertando com mais força a cada investida.
Seus dedos não pararam quando ele me golpeou por trás, e eu rapidamente senti outra onda de orgasmo cair em mim. Com um alto tapa final, ele mergulhou em mim e gemeu alto enquanto gozava comigo, beliscando minha pele antes de pressionar seu corpo em cima do meu enquanto caíamos no capô, ambos arfando e cobertos com o suor um do outro. Não nos movemos. Em vez disso, ficamos lá, deitados juntos nas sombras, ouvindo o som de nossas respirações.
Depois de uns minutos, ele moveu meu cabelo úmido, expondo meu pescoço antes de começar a beijar suavemente a parte inferior do meu queixo. Fiquei lá deitada por um momento, ouvindo nossa pulsação começar a desacelerar, mas ao mesmo tempo sentindo minha pele formigar por baixo dos beijos que ele estava me dando.
Quando me virei para encará-lo, ele rapidamente saiu de cima de mim. Antes que ele tivesse a chance de ir longe demais, o puxei de volta para mim, beijando sua boca suavemente. Ele envolveu seus braços em volta de mim, e colocou meu cabelo atrás de minha orelha enquanto eu suspirava em seus braços.
"Por que você me quer, Edward?" eu perguntei baixinho entre os beijos enquanto eu afastava seu cabelo macio de seu rosto.
Edward descansou a cabeça em meu ombro enquanto respirava. "O que você quer dizer?"
Respirei fundo. O resultado de dois orgasmos me impediram de manter tudo na minha cabeça. "Eu não entendo. Por que eu?" eu perguntei enquanto colocava minha mão em seu peito. "Se é por sexo, eu entendo, mas isso ainda não explica porque você quer me conhecer."
"Não é só por sexo," ele disse levantando sua cabeça. "É você. Toda você. As coisas boas e ruins em você. Você é como uma droga pra mim e eu não consigo parar. E eu não quero parar." Ele pausou, olhando para o chão. "Eu não posso parar."
Levantei minha mão para acariciar sua bochecha. Não pude evitar. Ele parecia tão vulnerável, e me matava ver que ele se sentia dessa forma. O puxei para perto de mim, enterrando meu rosto em seu peito e suspirando. "Eu já sou sua," sussurrei em seu pescoço com meus olhos fechados.
"Eu realmente quis dizer aquilo: Eu não me importo com o que ninguém pensa de nós. E eu com certeza não vou ficar lá parado fingindo que você não significa nada pra mim."
"Okay," eu disse, beijando seu pescoço levemente enquanto pensava em nós andando pelos corredores da escola juntos. Um casal de verdade. Parecia que era bom demais para ser verdade, e meu peito doeu com a estranha imagem.
Ele escovou minha bochecha com seus dedos enquanto levantou minha cabeça para ele, me beijando suavemente, segurando minha cabeça gentilmente em suas mãos como se ele pudesse me quebrar. Me perguntei se ele poderia me quebrar antes que eu pudesse quebrá-lo, mas o beijei rapidamente antes que chegasse a alguma conclusão. Eu não queria pensar no futuro. Só o queria em meu presente. Eu precisava fodidamente dele no meu presente.
Edward me levou para casa. Passamos a pequena viagem planejando a semana. Terça-feira, sua casa. Quarta, cinema. Quinta, Port Angeles. Sexta e o final de semana, um final de semana em Seattle juntos. Edward pareceu me deixar escolher onde e como iríamos nos ver, sempre me perguntando se eu tinha tempo para encaixá-lo. Eu ri e perguntei que outras atividades extracurriculares eu parecia ter que poderiam ser melhor que ele. Ele pareceu levar isso como um elogio, assim como eu queria que fosse. Eu não quero ficar longe dele, agora não. Não quando tudo estava tão bom entre nós. Não quando ainda estava interessante o suficiente para ele passar tempo comigo sem ser obrigado.
Nos beijamos novamente enquanto estacionávamos em minha casa. Eu disse a ele para parar na calçada, para previnir Renée e suas perguntas. Não pude evitar de querer um segundo e terceiro beijo. Respeitei dele profundamente, esperando que sua essência ficasse comigo até que eu o visse novamente.
"Devo buscá-la novamente amanhã?" ele perguntou pela janela enquanto escovava minha bochecha com seus dedos.
Acenei, e observei seus dedos irem até os meus. "Vou esperar na calçada." Eu disse enquanto me inclinei para beijá-lo mais uma vez.
O observei dar a volta e acelerar para a escuridão. E lá estava eu sozinha novamente. O observei de longe até que as luzes do carro desapareceram na escuridão, logo meu corpo começou a tremer. Envolvi meus braços em volta de mim enquanto fazia meu caminho até a porta da frente. As luzes de casa estavam acesas, então eu sabia que pelo menos Renée estava lá. Fechei a porta o mais suavemente que pude, esperando que minha presença não fosse notada por alguém na casa.
Tirei meus sapatos e os peguei. O mármore frio pinicou meus pés nus enquanto eu andava na ponta do pé para o escritório. Assim que cheguei perto, ouvi o som familiar de Ella Fitzgerald vindo da porta parcialmente fechada. Quando espreitei pela fresta da porta, suspirei para a cena familiar: Renée estava esticada contra a espreguiçadeira do escritório, claramente adormecida. Ele respirava fundo e roncava. Sua boca estava aberta e sua cabeça estava de forma desconfortável. A garrafa de vidro vazia ao seu lado não passou despercebida.
Respirei fundo e coloquei minha bolsa na escada antes de voltar para o escritório. Meu nariz imediatamente enrugou com o cheiro de álcool no ar, que só ficava pior quando eu chegava perto de Renée. Desliguei a música e vi seus olhos abrirem.
"Isabella," ela murmurou enquanto sentava e esfregava os olhos. Ela olhou para mim e depois para o local com o mesmo olhar desorientado. "Que horas são?"
"Passa das onze, Renée. Você deve ir para a cama," eu disse enquanto sentava na ponta do sofá.
Ela piscou algumas vezes, e me perguntei se ela teria força de se opor a mim por usar seu primeiro nome. Em vez disso, ela balançou sua cabeça negativamente e jogou o cabelo para trás.
"Você devia ir para a cama, Bella, parece cansada," ela disse enquanto passava por mim e fazia seu caminho pelas escadas.
Não me movi até ouvir a porta de seu quarto fechar. Suspirei e peguei a garrafa de vodka vazia do sofá e levei para a cozinha. Estava impecável, exceto por uma tábua de carne no meio da mesa com metade de um limão cortado. Joguei a garrafa vazia na caixa de reciclagem e limpei a mesa, esfregando mais vezes do que realmente era necessário. Depois de trancar as portas de casa, liguei o alarme e fiz meu caminho para meu quarto, fechando a porta silenciosamente atrás de mim.
Deitei na minha cama, observando meu teto por alguns minutos enquanto a realidade se desenrolava a minha volta. Empurrei os pensamentos de Renée o mais longe que eu pude e pensei em Edward. Corri suas palavras pela minha cabeça, uma vez após a outra, até que eu sabia de cor. Não parecia real, embora eu sabia que tudo é de verdade.
O dia tinha tornado uma coisa absolutamente positiva: Eu estava com Edward Cullen. Eu era dele, ele era meu. Éramos exclusivos, juntos e somente juntos. O que eu não entendia era porque eu não estava feliz com isso.
N/T: MORRI de novo, não sei se me matou mais ele dizendo que não ia dividir a Bella com ngm, ou a declaração dos dois depois, ou imaginar eles fazendo planos e as carícias trocadas, ou tudo isso junto! Agora essa Renée é foda *morra* ... e essa frase de Bella perturbada no final? O que mais ela quer? Tem um cara lindo, rico, que fez ela gozar duas vezes e ainda não ta feliz? *tiro*
Comentem... até sábado que vem... beijos s2 *Faltam 4*
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