Disclaimer: Essa história, pertence a Kikiblue, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history, belongs to Kikiblue, who allow me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Atenção: Essa fic é muito pesada, contém cenas de sexo depravado e gráfico, palavras vulgares e uso de drogas. Portanto, se você não aprecia esse tipo de coisa, não leia, volte ao meu perfil e leia outra fic ;). Você foi avisado (a).
EPOV
Quando ela bateu a porta, joguei a faca da minha mão contra a cozinha. Na hora em que ela bateu no chão, eu estava encarando a porta, minha mão que estava sob a maçaneta estava trêmula. Olhei para minha mão, observando-a tremer e fechei meu punho enquanto ela saía com o seu carro.
Eu não sabia como isso aconteceu. Como o dia todo tinha se tornado um borrão. Tanto foi dito sem falar, e quando falamos foi a coisa errada.
Odiei o pensamento de ser controlador, de sufocá-la ou impedi-la de algo. Isso me deixava fisicamente doente porque eu não era esse cara; eu não podia ser esse cara. Eu odiava esse tipo de cara porque eles eram fracos.
Eu nunca pensei que estava controlando o que ela fazia todos os dias. Eu presumi que ela se sentia como eu, um dia sem vê-la ou passar o tempo com ela era um dia perdido. Achei que ela sentia a mesma coisa. Como um acordo não dito entre nós. Aparentemente não.
Havia uma cota de tempo em que se era permitido passar o tempo com alguém antes que fique muito intenso? Querer ver alguém todo dia era a coisa errada a se sentir? Era errado sentir falta dela quando ela não estava lá?
Eu queria perguntar tudo a ela. Eu queria segui-la até o carro, pegar seus ombros em minhas mãos e abraçá-la até ela me dizer como consertar isso. Mas eu ia dar o espaço que ela queria. Não é como se ela tivesse me dado a chance de dizer alguma coisa. Não é como se algo do que ela disse tenha feito algum sentido no contexto do que tinha acontecido entre nós.
Eu não era um idiota. Eu nunca disse que eu era o tipo de cara que não diria eu te amo de volta. Era inevitável. Essa era a vida. Eu sempre soube que em algum ponto uma mulher iria dominar minha pele. Eu só nunca soube que isso aconteceria aos meus dezessete anos.
Quando ela disse isso, minha respiração ficou presa na garganta. As palavras dominaram meu peito, e passaram por mim antes que eu tivesse tempo para pensar. Então ela estava em mim, gloriosamente pressionando seus lábios, sua língua e seu corpo contra o meu. Ela deve ter sabido o que aquilo causou em mim. Ela deve ter sabido que pensamentos coerentes não acontecem quando estamos assim. Ela foi rude, mas isso não era de se estranhar. Foi só depois que ela saiu, quando comecei a andar pela casa, que percebi que pode ter sido um sinal. Um mal sinal. Havia desespero no que ela fez. E a culpa era minha, eu sabia disso. Foi o meu silêncio atordoante. Mas eu ainda assim não consegui segui-la. Eu não queria fazer uma cena, e eu não queria interpretar o vilão em seu drama. Eu ia esperar pela manhã, até ela se acalmar. Então eu diria a ela.
Eu só tinha que passar o sábado sem perder minha cabeça.
Eu me ocupei. Eu li em vão. Toquei meu violão sem pensar. Fumei constantemente. O tempo passou sem telefonemas, sem sms. Cada minuto que passava em silêncio me fazia pensar que eu tinha feito tudo errado. Então minha mente me disse que ficar aqui era a única resposta para o problema que ela tinha me dado.
Concluí minha noite com nada além de um uísque Escocês. Não era minha bebida usual, mas era uma daquelas bebidas que são apropriadas para momentos específicos da vida. Esse era um desses momentos. Talvez tenha sido apenas ma coisa que aprendi com Carlisle durante os anos. De repente, eu estava desejando a garrafa que estava piscando para mim no escritório.
Um copo de líquido dourado virou dois, então três. Só então o sono pareceu convidativo e possível. Foi só quando minhas pálpebras começaram a cair que ouvi uma batida na porta.
Fui imediatamente despertado pela possibilidade de me unir com Bella novamente. Enquanto chegava mais perto da porta da frente, cada pergunta e problema deixou minha mente enquanto promessas de ficar com ela me preenchiam. Claro, ela estava lá nos degraus da casa. Ela sorriu para mim, e não pude evitar sorrir de volta para ela. Ela parecia cansada mas alerta. Percebi que ela estava com os sapatos nas mãos e seus pés estavam sujos.
Ela me viu olhando.
"Vim andando até aqui," ela disse um pouco sem fôlego enquanto levantava um de seus pés para olhar. "Não é loucura?"
Balancei minha cabeça negativamente enquanto andava até ela e escovava o cabelo de sua testa. Seus olhos fecharam assim como os meus; vi isso como uma oportunidade de beijar seus lábios sem nenhum protesto. Um momento depois, ela colocou seu punho gentilmente em meu peito enquanto nossas testas estavam pressionadas juntas.
"Preciso de um banho," ela disse enquanto pegava minha mão na dela e beijava. "Vem comigo?"
Não dissemos nada. Talvez porque estivéssemos muito cansados ou porque a conversa poderia acontecer outra hora. Não importava agora. Estava tão feliz com o fato de ela estar aqui que parei de pensar no que tinha sido dito entre nós e o que era tão óbvio e não foi dito. Bella estava comigo, o que era tudo que eu me importava. Sempre haveria tempo. Ela estava sorrindo, mesmo que tenham sido pequenos sorrisos, então eu sabia que ela estava bem. Tinha certeza disso.
A ajudei a tirar cada peça de roupa no meu banheiro e beijei cada parte da sua pele que eu não tinha descoberto antes. Tirei minha própria roupa enquanto ela ligava o chuveiro. Entramos embaixo da água juntos, e me maravilhei em como seu cabelo chocolate se tornava marrom escuro enquanto a água prendia alguns fios em sua pele pálida. Sabão em minha mão e comecei a lentamente mover meus dedos pelas curvas de seu corpo molhado, começando com seus ombros e descendo para seus braços finos. Fui para sua barriga, nas suas costas, e deslizei meus dedos pela parte de dentro de sua coxa. Era um ritual e ela era linda.
Suas mãos começaram a mover em meu corpo, fazendo cada pêlo se arrepiar enquanto seus dedos deslizavam em minha pele. Sua mão encontrou minha ereção, a qual ela deslizou entre seus dedos enquanto movia sua boca para a minha. Nos beijamos fervorosamente, água caindo a nossa volta e entre nossos corpos enquanto seu cabelo grudava em meu peito. Movi meus dedos para seu cabelo enquanto ela agarrava minha bunda, me pressionando perto dela. A empurrei de costas do azulejo gelado, a fazendo arfar. A levantei até a pequena prateleira enquanto meus dedos moviam para seu clitóris, meu dedão movendo em círculos sobre ele enquanto ela gemia em minha boca.
Entrei lentamente nela, gemendo com a sensação dela em volta de mim. Minha mente estava correndo, bêbada com a sensação dela se pressionando contra mim. Eu disse que ela era linda. Eu disse que sentia muito. Ela me disse que precisava de mim. Empurrei mais fundo nela, agarrando sua bunda em minhas mãos, a tirando do chuveiro e a carregando para a minha cama. Ela se apoiou nos cotovelos quando comecei a investir lentamente dentro dela. Eu fui devagar, desesperado para mostrar a ela como eu me sentia. Cada investida lenta fazia minhas pernas tremerem e meu peito estremecer. Ela se inclinou para me beijar, agarrando meu cabelo molhado em sua mão enquanto nossa pele molhada deslizava uma na outra. Sua boca estava quente e sem fôlego; seu gosto era divino. Ela estava em todos os lugares, e aceitei de bom grado ser dominado por ela.
Eu só me deixei vir quando ela veio. Somente então eu me liberei com um rosnado, pressionando meus lábios em seus ombros até que o sentimento maravilhoso desapareceu. Rolei até ficar ao seu lado e peguei sua mão na minha, apertando da melhor forma que eu conseguia considerando que meu corpo estava dormente. Meus olhos fecharam naturalmente, meu corpo exausto e cheio do tipo de êxtase que eu só tenho com Bella.
Depois do que eu achava ser alguns minutos, olhei para ela. Ela estava virada de lado para mim, a cabeça segura pelas mãos. Seus olhos estavam fechados e levei um momento para perceber que ela tinha adormecido. Beijei sua testa antes de cobrir nós dois com o lençol. Deitei ao lado dela e continuei a acariciar seu braço com meu dedo, sussurrando para ela tudo que eu queria dizer até que meus olhos fecharam.
Acordei lentamente com o cheiro de fumo fresco enchendo meus sentidos. Demorou um tempo para meus olhos se ajustarem a escuridão e encontrá-la, ou melhor, encontrar o pequeno ponto vermelho que eu sabia ser a chama de seu cigarro. Ela estava sentada na janela, suas pernas dobradas embaixo dela enquanto ela olhava pela janela.
Me apoiei em meus cotovelos, fazendo barulho para que ela soubesse que eu estava acordado. Ela não olhou para mim; seu olhar ainda estava concentrado no mundo do lado de fora do quarto.
"Você está bem?" eu perguntei, minha voz rouca pelo sono.
Ela não se moveu. Em vez disso, ela sugou novamente seu cigarro e acenou sua cabeça enquanto soprou a fumaça para fora da janela. Percebi que ela ainda estava nua, meu olhar pegou de bom grado a imagem de como a luz do luar realçava sua linda pele pálida.
Deixei alguns minutos passarem antes de me sentar propriamente e pressionar meus dedos em meus olhos em uma tentativa de ajustá-los a escuridão. Ela não desviou os olhos da janela enquanto eu me aproximava dela. Ela não se moveu quando sentei ao seu lado e descansei meu queixo em seu ombro, ela simplesmente continuou levando o cigarro aos lábios a cada minuto.
"Bella," eu sussurrei contra seu ombro enquanto meus lábios escovavam sua pele.
Sem nenhuma palavra ela levantou a metade da bunda da janela antes de ficar de pé.
"Volte para a cama," ela disse, envolvendo seu braço em minha barriga enquanto passava por mim, virando meu corpo para olhar para ela.
A observei entrar embaixo dos lençóis novamente. Ela ficou parada por um momento, e embora seus olhos chocolate estarem escondidos pela escuridão, eu sabia que ela estava olhando para mim.
Suspirei e me virei para fechar a janela antes de voltar para ela. Fiquei surpreso quando ela colocou um braço em volta de mim e descansou sua cabeça em meu peito. Sua respiração movia contra minha pele e me fazia tremer. A puxei mais para perto e beijei seu cabelo.
"Eu sinto muito por antes, Edward," ela disse em voz baixa. "Eu apenas estava... chateada."
"Não..." eu disse, balançando negativamente minha cabeça enquanto levantava seu queixo para sua boca encontrar a minha. "Isso não importa. Realmente não importa," eu disse com um leve sorriso.
Continuamos nos beijando; beijos suaves e lentos que fizeram minha cabeça privada de sono girar ainda mais. Eu queria continuar, mas a noite tinha me deixado exausto. Depois de um beijo final, eu relutantemente fechei meus olhos e cai em um sono mais tranqüilo do que eu poderia ter esperado.
Acordei feliz que era domingo, feliz porque a casa era apenas minha e dela. Não tínhamos planos, nem obrigações. Poderíamos apenas passar o dia juntos em nossa própria companhia. Era a melhor forma de passar o dia.
Levei um tempo para registrar que ela não estava ao meu lado na cama. Sentei rapidamente, meus olhos cheios de sono procurando evidências dela pelo quarto. Suas roupas haviam sumido, juntamente com sua bolsa. A porta do quarto estava fechada. Não havia nenhum recado, nenhum sinal de seu retorno ou saída, era apenas eu.
Estendi a mão para o celular e apertei meus olhos na tela. Não havia nenhuma chamada perdida, nenhuma mensagem. Me joguei de volta no travesseiro, ainda com a testa franzida para a tela. Eu queria ligar para ela, mas ao mesmo tempo não queria. A palavra 'controlador' continuava correndo pela minha cabeça. Não importa o que ela disse agora, aquela conversa ainda estava lá, fazendo com que eu me sentisse como algum idiota apaixonado. Eu poderia ser melhor que isso. Eu seria melhor que isso por ela.
Jogando o lençol no chão, renunciei de passar meu dia com ela e lhe darei o espaço que ela pediu, mesmo que isso seja a última coisa que eu quero. Então eu iria passar meu dia da melhor forma que eu podia.
Não tentei entrar em contato com ela até a tarde, minha patética paranóia me corroendo enquanto eu tentava dar o meu melhor para me concentrar em minha lição de casa. Suspirei com raiva enquanto a ligação caía na secretária eletrônica, uma, duas e três vezes até que eram onze horas e Carlisle e Esme voltaram para casa de seu final de semana longe.
Eu não estava com humor para falar com eles, mesmo quando eu podia ouvir meu nome ser chamado no corredor. Em vez disso, fechei minha porta, desliguei as luzes, coloquei meus fones de ouvido e deitei em minha cama. Eu sabia que o sono não viria facilmente, especialmente quando uma grande parte de mim estava esperando ouvir Bella chegar.
Perguntas circundavam minha cabeça: Eu tinha feito algo errado? Eu tinha a ofendido? Ela estava bem? Eu fodi tudo completamente?
Respostas não foram encontradas no dia seguinte na escola, apenas mais perguntas irritantes foram abastecidas pelo rumor das aulas. Na terceira aula, vi Emmett sair com duas novatas, uma garota comendo a outra em frente as pessoas e Newton chegando com um grave caso de herpes em seu rosto.
Nada disso me perturbou ou interessou. Nem sequer me fez rir, porque assim como eu tinha começado a rejeitar tudo que eu ouvi como besteira, ouvi algo que fez meu estômago doer como se eu tivesse levado um soco. James conversou com Bella no sábado à noite.
Tentei não vacilar e nem deixar as pessoas perceberem que eu tinha ouvido isso de uma vadia estúpida que eu sabia ter sido idiota o suficiente para enfiar meu pau nela. Em vez disso, mantive meus olhos em minha caneta, observando o círculo que eu estava desenhando até que o sinal tocou. Fiquei de pé e saí da sala rapidamente, me impedindo de ouvir as fofoqueiras cochichando. Em vez disso, segui direto para Jasper.
"O que aconteceu com Bella no sábado à noite?" eu o encurralei em seu armário. Ele me olhou de cima a baixo enquanto suas mãos estavam ocupadas organizando seus livros.
"Bom dia para você também," ele disse balançando negativamente a cabeça.
"Jasper..." eu implorei, respirando fundo.
Ele sorriu antes de voltar a olhar para seu armário. "Eu só a vi rapidamente. Ela estava bem fora de si, e ela não estava assim por algum tempo." Ele pausou para olhar para mim com um olhar preocupado em seu rosto. "Onde você estava?"
"Ela estava sozinha?" eu interrompi, minha voz ficando mais profunda enquanto minha respiração ficava mais curta.
Jasper enrugou a sobrancelha. "Na maior parte. Quero dizer, ela estava dançando com muita gente. Ela ficou conosco por um tempo, mas Alice e eu não ficamos muito." Ele parou enquanto colocava um livro embaixo do braço e fechava seu armário. "Porque, o que você ouviu?"
Rosnei enquanto socava os armários com meu punho. "Malditos rumores de merda." Eu suspirei, balançando minha cabeça em descrédito por saber que eu estava sendo sugado por patéticos rumores do ensino médio. "Ouvi que aquele ex viadinho dela estava lá. Só queria saber se ela estava bem."
"Não podia simplesmente perguntar a ela?"
"Eu não sou um retardado mental, J!" eu falei enquanto empurrava violentamente meu cabelo para trás. "Não consigo encontrá-la... não sei onde ela está. Ela não atende o telefone, não veio para a escola, ela fodidamente desapareceu."
"Okay, okay," Jasper disse, olhando cautelosamente o corredor lotado. Sem dúvida ele estava ciente das pessoas que passavam de repente interessadas. Eu podia mandar todos se foder.
Jasper acenou para eu segui-lo até uma sala vazia, fechando a porta atrás de nós. "Olha, eu sei o que você está pensando porque eu pensaria assim também. Ainda assim, duvido que ela tenha fodido com o que vocês têm. Ela te ama. Não tenho dúvida disso."
Suspirei novamente, franzindo meus lábios juntos em aborrecimento.
"Que cara é essa?" ele perguntou.
"Eu sei que ela me ama," eu admiti baixo. "Ela me disse."
Jasper lentamente acenou sua cabeça enquanto pensava. "E o que você disse?"
"Eu não disse nada. Acabamos transando e depois tivemos uma briga..." Minhas palavras sumiram quando eu percebi o sentido da situação.
Jasper suspirou, colocando seu cabelo atrás da orelha em um movimento rápido e sem pensar. "Me chame de antiquado, mas quando uma garota declara que te ama, é pelo menos educado reconhecer isso. Mesmo se você não disser também."
Empurrei meus dedos em minha testa enquanto cerrava meus dentes. "Eu sei – eu sei dessa porra."
Eu fodi com tudo. Eu a afastei. Se ela tivesse feito alguma coisa, eu merecia. Ela faria alguma coisa?
"E essa briga, o que aconteceu depois?" ele perguntou.
Balancei minha cabeça negativamente. "Ela me deixou para ir na porra da festa do Emmett."
"Você pensou em ir encontrá-la?"
"Olha, ela disse que eu a estava controlando. Eu não ia por fogo no combustível."
Jasper riu. "E você acreditou nela?"
Dei um olhar de advertência a ele. Ele pegou meus ombros levemente.
"Você teve uma briga. As pessoas dizem coisas estúpidas quando brigam. Isso não significa nada. Você a magoou, mas pode consertar isso. Ela apenas deve estar refrescando a cabeça depois da briga."
Olhei para o chão. Não queria mencionar que ela me visitou mais tarde aquela noite. Parte de mim questionava se isso tinha mesmo acontecido ou foi apenas uma alucinação estúpida e feliz de um bêbado. Algo estava errado com ela, isso eu sabia. Só espero que ela me dê a chance de descobrir e fazer tudo ficar melhor.
"Edward, não deixe sua mente encher com merdas sobre o que aconteceu e o que não aconteceu. Você precisa encontrá-la. Encontrá-la e conversar com ela. Ela é a única com quem você precisa conversar."
Respirei fundo enquanto acenava para ele.
"Obrigado cara," eu disse enquanto o puxava em um abraço rápido.
Voltei para os corredores da escola. Embora eu não a tenha visto o dia todo, eu ainda esperava que ela estivesse sentada na mesa do refeitório. Ela não estava.
Parei no meio do caminho quando vi a mesma cena falsa e familiar. Eu não queria fingir que estava bem, eu não queria ver Emmett sendo um corno contínuo e pentelho e eu não queria ver Jasper ser uma imagem fodidamente perfeita com Alice. Tenho certeza absoluta que não quero falar com Rosalie, que estava me dando aquele sorrisinho.
Em vez disso, segui para o lado de fora. Não me importei com a chuva grossa. Eu nem mesmo tinha percebido até que senti as gotas fazerem cócegas em meu rosto. Decidi me trancar em meu carro, colocando uma linha entre eu e as paredes de merda na escola. Comecei a fumar olhando para o teto do meu carro enquanto ouvia o barulho da chuva no capô. Era alto, mas não alto o suficiente para tirar os 'E se' da minha mente.
Me assustei quando ouvi alguém batendo em minha janela. Meu coração pulou na boca por um breve momento que eu pensei ser Bella. Suspirei com raiva quando vi que era Rosalie na chuva.
"Jesus, Cullen, pode me deixar entrar na porra do carro?" ela gritou batendo forte na janela. "Eu só quero um cigarro."
Eu relutantemente destravei a porta, resmungando enquanto ela deixava cair pingos de chuva no interior do carro. Quando ela tomou seu assento, eu sabia que nunca deveria ter deixado-a entrar.
"Porra, você demorou," ela disse com um sorriso.
Fui cauteloso com seu sorriso. Rosalie não joga limpo.
Ela sorriu novamente enquanto pegava um de meus cigarros.
"Então, bom final de semana?" ela perguntou.
"O que você quer, Rosalie?"
Ela estendeu o lábio inferior. "Do que você está falando? Só estou perguntando como foi a porra do seu final de semana, Jesus."
Suspirei com raiva. "Olha, você pode enganar todo mundo naquele prédio dizendo que você é alguma princesinha, mas com certeza você não me engana. Eu tenho visto quem você é, Rosalie. Agora que porra você quer?"
Ela sorriu, correndo a língua pelos dentes enquanto se inclinava para frente para acender o cigarro.
"Você é tão excitante quando está assim, sabia?" ela mordeu o lábio e rosnou enquanto seus olhos vagavam por meu corpo. Olhei para longe. "Uma vergonha você está se perdendo com uma puta daquela."
"Olhe para si mesma," eu alertei, olhando de volta para ela.
Ela arregalou os olhos como se eu realmente tivesse a ofendido.
"O que?" ela perguntou enquanto puxava o espelho e passava os dedos pelo cabelo. O cheiro de seu cabelo me atingiu, mas não causou nada.
"Achei que depois do que ela fez no sábado você seria um pouco menos exclusivo. Ela certamente é."
Pressionei meus lábios juntos para evitar o rosnado de sair da minha boca. Rosalie percebeu, fazendo uma boca de surpresa exagerada que ela cobriu com suas unhas pintadas.
"Oh, você não sabia? Bem, tenho certeza que são apenas rumores. Somos todos cercados por eles," ela disse, olhando para o espelho antes de fazer um gesto com desdém.
"Me diga." Eu rosnei.
Rosalie deu de ombros. Era um daqueles seus típicos dar de ombros que diz 'Sei merdas que você não sabe e não vou te contar'. Ela descansou de volta no assento e sorriu para mim enquanto sua mão fazia lentamente caminho para meu braço.
A empurrei. "Não fode, Rose."
"O que?" ela exclamou. "Tudo que ouvi é que eles foram para um quarto juntos. Entenda como quiser." Ela deu de ombros novamente. Cerrei meus dentes. Eu sabia que estava caindo em uma armadilha mas não pude evitar.
"Quem?"
"James e Bella," ela disse com um suspiro exagerado. Ela virou para olhar para mim, seus lábios com um sorriso malicioso. "Você sabe que ela é tipo, apaixonada por ele, certo? Ela quase se matou quando ele a trocou, sabe? Tão fodidamente triste. Ela foi como uma transa."
"Você pode sair?" eu disse.
"Sair? Por quê? Cullen, estou entediada, vamos fazer algo divertido. Que tal uma tarde de voyerismo?" ela sorriu, puxando um pequeno vibrador de sua bolsa.
"SAÍ DA PORRA DO MEU CARRO!" eu gritei batendo o punho no painel.
A ouvi rir por baixo de sua respiração. "Certo, seja assim. Estarei esperando; você sabe que não pode resistir transar por aí. É o que pessoas como você e eu fazem. Claramente, Bella entende isso melhor do que você."
Assim que ela bateu a porta, eu coloquei o motor em movimento e saí com o carro do estacionamento. Pisei no acelerador e voei pela rodovia. Eu devia ter sabido que acabaria na casa dela. Assim que desliguei a ignição, me perguntei por que simplesmente não vim aqui no sábado a noite para ver se ela estava bem.
A casa estava iluminada, mas eu sabia que isso não significava nada. Assim que caminhei até os degraus da escada da frente, segurei minha respiração, esperando que ela fosse abrir a porta, com um grande sorriso em seu rosto dizendo que tudo foi uma brincadeira, ou que ela perdeu seu telefone, ou que ela esteve fora da cidade...
Toquei a campainha e contei dez segundos antes de tocar novamente. E então novamente. Mas ainda assim ninguém atendeu.
Caminhei em volta da casa até onde eu sabia que era seu quarto, percebendo que todas as janelas estavam fechadas e somente as cortinas estavam abertas. Ela não estava lá, assim como Renée. Rapidamente me senti cheio de culpa. Ela deve ter tido que sair imediatamente, deve ter tido um tipo de crise. Alguém próximo dela estava doente, ou houve uma morte em sua família. Poderia ser algo fodidamente horrível. E aqui estava eu, conspirando algo profundamente em meu coração que eu sabia que ela não faria.
Ainda assim, algum tipo de contato teria sido apreciado.
Terça-feira veio e foi. Ainda sem nenhuma aparição na escola, e telefone não disponível.
Quarta-feira foi mais lenta porque eu tinha seu assento vazio ao meu lado nas aulas. Além disso, não foi apenas eu quem percebeu sua ausência. Pouco a pouco, as teorias de conspirações sobre seu paradeiro começaram a encher os corredores. Bella Swan tinha morrido por dirigir embriagada. Bella Swan estava em um hospital psiquiátrico. Bella Swan tinha fugido com um homem mais velho. Mesma merda, pessoas diferentes.
Quinta-feira foi terrível. Eu nem sequer fui para a escola. Em vez disso, eu dirigi até La Push para procurar pelo pulguento. Talvez ele soubesse onde ela estava. Talvez ela estivesse com ele. Minha respiração ficou presa na garganta com o pensamento.
Não havia amor entre nós, isso eu soube no momento em que vi o olhar que ele me deu enquanto eu entrava em sua garagem.
"Você não tem uma camiseta?" eu perguntei, minha voz sem nenhum humor.
"O que há de errado com a Bella?" ele perguntou rapidamente. Notei o olhar de alarme que surgiu em seu rosto enquanto ele caminhava em minha direção.
"Nada," eu disse colocando minhas mãos nos bolsos. "Bem, eu acho que nada. Não tenho a visto. Vim ver se você sabia onde ela está."
O olhar preocupado de Jacob escureceu. "O que você quer dizer com não ter a visto? Ela é sua garota, não é? Você não deveria saber?"
"Não sou seu maldito cão de guarda," eu bati defensivamente.
"Bem, você deveria ser, porra," ele rosnou de volta. Ele deu três passos até mim com seu dedo estendido. "Sabe, ela estava tão perto de sair de Forks e ficar longe da mãe dela, mas então você tinha que aparecer e fuder com a cabeça dela..."
"Não estou fodendo com a cabeça dela!" eu gritei.
"Mas você sabe que Forks está acabando com ela, não sabe? Claramente você não é tão estúpido para ver isso. Você sabe que ela estará bem melhor em outro lugar."
Mantive meus olhos nele, cerrados e defensivos. Eu não revelar nada.
"Imaginei," ele disse presunçosamente enquanto se inclinava no carro em que estava trabalhando. "E agora ela sumiu. Então, claramente você é incapaz de fazê-la feliz."
"Ótimo," eu disse. "Não valho a pena para ela, eu sei disso."
Ele sorriu e balançou a cabeça sarcasticamente. "É mesmo."
"Eu também sei que você é amigo dela e que se importa com ela também. Então, estou te perguntando como alguém que também se importa com ela: você ouviu falar dela nos últimos cinco dias?"
"Não. E cara, não me dê esse olhar irritado, eu não mentiria sobre isso. Não sobre Bella."
Acenei lentamente. "Obrigado."
"Olha, eu vou procurá-la e te avisarei. Mas somente se ela quiser."
"Eu agradeço," eu disse, acenando minha cabeça para ele e fingindo o ignorar levemente. Ele era leal. De alguma forma eu estava satisfeito por Bella ter um amigo como ele fora de Forks. Mesmo ele sendo um idiota.
Dirigi por La Push, meus olhos parando em toda figura que parecia com ela. Quando cheguei em Forks, continuei dirigindo até chegar em Port Angeles. Fui aos bares, restaurantes e circulei pelos clubes até que eles começaram a fechar. Ainda não havia sinal dela. Isso estava me deixando louco.
Quando cheguei em casa, acendi a luz e bati a porta, sem me importar se acordaria o resto da casa. Assim que joguei minha mochila na cama, meus olhos reconheceram uma forma no quarto que normalmente não estava ali, mas levei um tempo para perceber quem era.
Bella.
"Porra!" eu gritei enquanto pulava. Fui atingido por uma onda de alívio quando a vi sentada na minha janela. Antes que eu pudesse parar, me movi até ela, pegando seu rosto em minhas mãos para ter certeza de que ela era real. A beijei antes de puxá-la para meu peito. Seus braços foram lentos ao me abraçar de volta.
"Você está bem? Onde você esteve? Eu estive… eu fiquei preocupado," eu admiti enquanto me afastava do fraco abraço.
Ela deu um pequeno sorriso enquanto olhava para seus pés. "Eu sei. Me desculpe."
Peguei sua mão na minha e entrelacei nossos dedos. "Você teve que sair com Renée? Foi algo sério?" eu perguntei.
"Tive que sair da cidade por um tempo," ela disse enquanto passava por mim, deixando minha mão cair no processo. "Eu tinha que ligar com uma coisa."
"Certo," eu disse relutante em me afastar dela. A observei enquanto ela me olhava também, nenhuma de nossas expressões mudou.
"Bella, você poderia ter ligado," eu finalmente disse. "Não tenho vergonha em dizer que estava preocupado com você. Ninguém sabia onde você estava. Até fui ao Jacob ver se..."
"Ele sabe que voltei," ela disse.
"Ah," eu disse.
"Vim de lá agora."
Franzi a testa, me perguntando se ele sempre soube onde ela estava e simplesmente escolheu não me contar.
"Bella, eu sei que são amigos, mas achei que eu seria a primeira pessoa em sua agenda que você ligaria para dizer que estava bem."
Ela suspirou. "Na verdade, você foi o último."
"Ouch," eu disse, sentado na cama. Olhei para ela. Ela olhou para mim, seu rosto calmo mas insinuando algo mais. "Certo. Bella, que porra está acontecendo?"
"Eu quis deixá-lo por último porque eu sabia que seria mais difícil."
Franzi minha testa, meu peito começando a palpitar. "Você pode desembuchar?"
A vi prender a respiração. "Estou partindo, Edward."
"O que?" exclamei enquanto meu estômago embrulhou.
"Estou indo embora de Forks. Vou mudar para Seattle. Falei com Renée, e ela foi comigo ver uma escola e um quarto e está tudo feito e pago. Vou amanhã, bem, hoje, considerando que é estupidamente o início da manhã. Só voltei para dizer adeus."
A respiração escapou por meus lábios. Esperei por ela olhar para qualquer lugar além dos meus olhos, talvez seus pés para mostrar que ela estava triste. Ou para cima para impedir as lágrimas. Mas ela não fez. Apenas aceitou o fato. Bella estava deixando Forks e ela não se importava.
"Eu vou com você," eu disse.
Ela balançou a cabeça negativamente. "Não, Edward."
"Porque não? Eu disse que iria…"
"Você não pode simplesmente deixar seu pai," ela protestou. "Não é tão fácil para você, você tem um plano. Você vai para Harvard."
"Besteira!" eu gritei, aumentando minha voz. "Você sabe que essa porra é besteira, Bella. Me diga a verdade."
Ela olhou para o chão. Observei sua respiração calma antes de ela olhar para mim novamente. "Eu não quero que você venha comigo."
Minha boca abriu enquanto minha mente trabalhava, achando respostas para as perguntas que se formavam em minha mente. Ela estava tão calma, essa era a parte que eu não entendia.
"Algo aconteceu com James, não é?" eu disse, acenando antes de ouvir a resposta.
Ela franziu a testa para mim. "Não é ele, sou eu."
"Então você não está negando que..."
"Isso é sobre eu saindo de Forks!" ela gritou, jogando as mãos para o ar. "Eu tenho que sair daqui, Edward, estou sufocada aqui. Não posso mais viver com Renée. Não posso mais ficar perto dessas pessoas."
"E você e eu huh?" eu gritei de volta. "O que aconteceu com você e eu versus o mundo? Era tudo besteira também?"
"Não," ela disse, um pequeno soluço vindo de seu peito.
"Era apenas uma piada para você, tudo fazia parte de um maldito jogo?"
"Não! Isso é sobre mim!"
A observei enquanto ela limpava uma lágrima do olho. Ainda havia uma pequena parte doente de mim que queria pegá-la em meus braços, assim como eu deveria ter feito da última vez, e dizer a ela que tudo ficaria bem. Mas meus braços não moveram, e eu sabia por quê.
"Me diga o que aconteceu com James," eu disse, mantendo minha voz baixa.
"Por quê?" ela chorou. "O que isso tem a ver?"
"Tem a ver com tudo!" eu gritei. "Você transou ou não com ele?"
Ela balançou a cabeça negativamente enquanto levou as mãos aos olhos. A observei respirar fundo enquanto suas mãos caiam ao seu lado e ela olhava para o teto. Seus olhos estavam avermelhados e úmidos.
"Sim, eu transei com ele, Edward," ela disse entre soluços. "Transei com ele, forte, e amei, era isso que você queria ouvir?"
Suspirei chocado, "Você está mentindo."
"Não estou..."
"Então porque diabos você voltou para mim no sábado à noite?"
"Não sei," ela sussurrou enquanto limpava os olhos. "Eu diria que sinto muito, mas não sinto. É para o melhor. Você tem que me deixar ir, Edward. Eu não sou boa para você."
A observei enquanto ela me olhava. Eu queria vê-la, saber que tudo isso era um jogo elaborado. Ou que ela realmente não queria dizer isso. Eu daria tudo para ouvir ela dizer que me amava novamente. Em vez disso, ela só ficou olhando para mim entre suas lágrimas e me disse como eu ficaria melhor sem ela e ela melhor longe de Forks.
"Some daqui," eu disse lentamente enquanto olhava para o chão.
"Edward, eu..." eu vi sua mão mover até mim, mas eu a afastei.
"Porque você não vai se foder," eu rosnei. "Ou melhor, vai foder com algum idiota aleatório. Não me importo com o que você faz, só sai da porra da minha frente."
Ouvi sua respiração tremer e fiquei satisfeito por isso. Talvez eu tenha a magoado. Bom.
Ela se afastou de mim, de nós. Enquanto ela silenciosamente fechava a porta, senti o soluço escapar da minha garganta e lágrimas pinicarem meus olhos. Isso era algo que eu teria que lidar. Era algo que eu teria que aceitar: A garota que eu amava não me amava também.
BPOV
Mentir foi fácil. Eu sempre conseguia mentir. Eu sempre tive que mentir. Uma coisa ou outra, era apenas encenação, mentira. Tive uma vida de mentiras, então mentir sobre James foi natural para mim.
Simplesmente veio; eu não planejei. O olhar em seu rosto me disse que ele não me deixaria ir. Eu tinha que pensar melhor. Eu tinha que soltar as amarras entre nós para sua segurança e a minha. Eu estava fazendo um favor a ele. Aprender a me odiar era a melhor coisa que ele poderia fazer. Agora ele poderia seguir em frente enquanto eu me afundava em mim mesma.
Acho que parte de mim arruinou por ele ter pensado que eu realmente fiz isso.
Mas porque eu não teria transado com James? Todos esperavam isso. Aposto que assim que as pessoas o viram, apostaram que isso iria acontecer. James também. Talvez até mesmo eu. Lá estava ele, pensando que eu era presa fácil. Ele estava certo. Eu poderia ser fácil; nós dois sabíamos disso. Inferno, todos sabiam.
Então ele estava todo, "Como você está, linda? Não te vejo faz séculos. Você está linda."
Eu não estava linda. Eu estava gastada e cansada. Talvez um pouco vazia, vazia sem Edward. Eu sabia disso agora. Mas James apenas viu isso como desespero, necessidade de estar com alguém, sem ser uma pessoa em particular. Como se ele soubesse o que era realmente intimidante. Edward pode ter dormido com todo mundo, mas ele tinha uma alma. James, entretanto, não.
"Você cheira tão bem," ele disse para mim. "Senti tanto sua falta, linda," ele disse todas as besteiras que costumava dizer para mim, as palavras certas que vinham na hora certa para fazer eu me apaixonar por ele novamente, não importa o quanto ele tenha me machucado. Então, eu meio que esperei isso acontecer novamente. Eu tinha vontade de cair nessa armadilha, somente por hábito. Mas enquanto ele falava, suas palavras não tinham o mesmo efeito em mim; em vez disso elas eram manchadas, insossas e sem alma. Ele não tinha nenhum poder aqui. Ele não significava nada para mim. Assim que sua mão deslizou por dentro da minha blusa, tudo ficou muito claro; eu era melhor que isso.
Então quando ele pressionou seu corpo perto do meu, dando sua respiração, uma vez sedutora, em meus lábios, escovando meu lábio inferior com seu dedão como ele fez da outra vez, eu me recompus, afastei minha mão e dei um soco na sua cara.
Não foi um grande soco. Eu estava cansada, mas o olhar de surpresa em seu rosto foi o bastante para me fazer rir. Seu feitiço sobre mim tinha quebrado, e ele sabia disso. Ele não era nada e eu lhe disse isso.
Caminhei pela floresta no escuro mas com uma estranha sensação de claridade. Eu estava encerrando capítulos e começando novos e pela primeira vez em muito tempo, eu senti como se entendesse tudo.
Alice tinha ido embora. Jasper estava amarrado nela. Rosalie era uma vadia. Emmett um imbecil. Jacob não era meu. James era irrelevante. Casa não era lar. Escola era mentira. Forks era o inferno e Renée o diabo.
Mas Edward. Edward era o salvador não convencional, mas nem mesmo ele podia parar o que Forks estava me causando. No que Forks estava me tornando. Eu tinha que sair. Eu tinha que deixar Forks. Eu sabia disso faz anos. Eu soube no verão quando eu estava temendo voltar. Eu sabia disso enquanto caminhava pelos corredores da Escola de Forks. Eu até mesmo sabia disso quando estava com Edward.
Eu não queria ser salva. Eu queria me salvar. Deixar Forks era a única maneira.
N/T: Ai gente quanto sofrimento, esse capítulo acabou com meu pobre coração, temos que entender que nem sempre tudo acaba com finais felizes não é? O Edward sofrendo, desesperado atrás dela e ela tendo que mentir pra ele *choradesesperadamente*.
Ahhhh desculpem não ter postado ontem, mas é que passei o dia com a minha beta linda (Lou), nos conhecemos pela primeira vez e nos demos tao bemmm ... amei e queria mto morar perto dela =[ ... por isso não passei aqui, cheguei morta em casa, mas aí está o cap de vocês.
PS: Minha beta ficou revoltada com esse capítulo
Comentem... até sábado que vem... beijos s2 *faltam 2 capítulos*
