Disclaimer: Essa história, pertence a Kikiblue, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history, belongs to Kikiblue, that allow me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Atenção: Essa fic é muito pesada, contém cenas de sexo depravado e gráfico, palavras vulgares e uso de drogas. Portanto, se você não aprecia esse tipo de coisa, não leia, volte ao meu perfil e leia outra fic ;). Você foi avisado (a).
BPOV
"Você cortou o cabelo," eu comecei, minha voz soando mais confiante do que eu sentia.
O observei dar um pequeno sorriso, quase um sorriso tímido enquanto corria seus depois por seu cabelo como se de repente ele ficasse consciente disso. Sorri um pouco porque ele realmente não tinha nada para se preocupar; ele ainda estava irritantemente deslumbrante.
De repente me sentindo levemente inadequada, coloquei uma mexa suada do meu cabelo atrás da orelha. Eu não estava com minha melhor aparência, com certeza. Tenho certeza que ele percebeu. Com certeza ele estudou meu rosto livre de maquiagem.
"Alice contou onde eu estava?" eu perguntei.
Ele acenou. "Alice, e Jacob. Eventualmente," ele disse levantando uma sobrancelha com um sorriso.
Acenei, lambendo meu lábio inferior agora muito seco.
"Ele é protetor," eu admiti.
"Ele é um cara legal," ele disse, olhando para suas mãos e então de volta para mim.
Porra, os olhos dele sempre foram assim tão verdes? Não tenho certeza. Talvez fosse a luz ou apenas minha mente fodendo comigo, mas quando ele olhou para mim senti minhas bochechas corarem e meu coração apertar em meu peito dolorosamente. Edward Cullen tinha aparecido novamente em minha vida, e eu estava completamente despreparada.
"Como você esteve?" eu perguntei, minha voz tremendo.
"Sobrevivendo," ele disse olhando para suas mãos novamente, os cantos de sua boca ligeiramente virados para cima. "Sempre sobrevivendo."
Acenei para ele, sem saber o que dizer por que eu não entendia porque ele estava aqui. Ele não tinha gritado ou me chamado de nomes pelo que eu fiz com ele, pelo menos não ainda. Ele não pareceu surpreso em me ver, então achei que ele me encontrou de propósito. Eu só queria saber por quê.
"Bella!" Senti uma cotovelada atrás de mim. Sabia que era nossa gerente, Maria. Ela era uma assustadora de escravos quando queria. "Você tem outras mesas além dessa," ela assobiou baixinho para que somente eu pudesse ouvir.
Me virei para ela, colocando mais cabelo atrás da minha orelha enquanto acenei, pressionando meus lábios para não sorrir para ela.
"Eu tenho que..." acenei para trás de mim.
"Certo," ele disse suavemente enquanto acenava sua cabeça para mim. "Posso ter um café?"
"Claro, claro. Desculpe..." eu murmurei enquanto desnecessariamente rabiscava o pedido na minha caderneta.
Não olhei para ele novamente. Em vez disso, voltei para pegar seu café no bar. Maria me olhava cautelosamente enquanto eu pressionava os botões da máquina de café. Evitei seu olhar, mantendo meus olhos no que eu estava fazendo para evitar a conversa que eu sabia que ela, e o resto do pessoal, iria querer ter. Eram raras ocasiões em que eu levava mais do que alguns segundos falando com o cliente, e pelo que posso dizer, todos perceberam.
Olhei cautelosamente para a xícara de café enquanto caminhava para entregar na mesa de Edward, esperando não cair de bunda, me mortificando um pouco mais. Soltei a respiração que eu não sabia que estava segurando enquanto deslizava o açúcar para ele com o melhor sorriso que eu consegui.
"Obrigado," ele disse puxando o açúcar para ele, seus dedos tocando os meus por um breve momento antes de eu afastá-los.
Engoli em seco, dando o meu melhor para manter minha compostura, mas o leve toque de sua pele enviou pânico em mim. Ele realmente estava aqui e com ele veio tudo que não estava resolvido entre nós.
Olhei para o chão, avistando uma mochila.
"Você acabou de chegar aqui?" eu perguntei apontando para a mochila em seu pé.
"É," ele disse olhando para baixo e sorrindo. "Acho que sim."
Cocei meu pescoço, sentindo o olhar de Maria atrás de mim. Aqui estava eu, no meio de uma tarde de sábado, com meu passado bem aqui em meu presente. Não que eu não quisesse Edward aqui. Fantasiei muitas vezes com ele aparecendo inesperadamente e o que eu diria para ele. Eu treinei as conversas, as desculpas, as admissões. Tudo deu perfeitamente certo na minha cabeça, porque em minha maldita fantasia ele não me odiava. Em vez disso, ele entendia porque eu fiz o que fiz. Mas isso era a realidade. Agora ele realmente estava aqui, isso realmente estava acontecendo, e eu não conseguia achar palavras para dizer o que eu estava sentindo porque eu não tinha nenhuma idéia do que estava sentindo. Eu estava simplesmente entorpecida.
Edward encostou em seu assento; seus olhos cheio de preocupação para minha expressão. Percebi que ele parecia um pouco cansado, com círculos escuros embaixo dos olhos. Ainda assim, não estragou nada sua aparência. Eu ainda percebi outras garotas olhando para ele como sempre faziam.
"Eu não devia ter vindo aqui," ele disse se desculpando. "Eu só acabei aqui depois que desembarquei. Eu não estava pensando."
"Não, não," eu disse acenando minhas mãos com desdém. "É só que estou realmente ocupada hoje e minha chefe fica em cima de mim."
Ele balançou a cabeça pensativo. "Okay, que horas você termina?"
Lambi meu lábio inferior. Ele queria conversar, isso era certo.
"Às dez," eu disse antes de lamber o interior de meus tentes, tentando curar a sensação de boca seca.
"Voltarei quando você sair," ele disse enquanto bebia seu café. "Isso vai me dar a chance de conhecer meu antigo bairro."
Sorri e acenei antes de olhar para trás de mim, claro, Maria estava nos olhando como moscas na merda. Me virei para Edward me desculpando.
"Certo, se divirta," eu disse lamentando antes de me mover para a próxima mesa, que percebi que também estavam me olhando. De repente o mundo inteiro estava me observando com Edward pela segunda vez.
O resto do dia passou lentamente assim que eu soube que eu veria Edward depois do trabalho. Assim que ele pagou sua conta e saiu era como se cada pessoa tivesse sumido instantaneamente da área, tornando a tarde completamente monótona. Passei a maior parte do tempo limpando as superfícies em frente ao café apenas para olhar pela área e ver se o encontrava. Minha mente ainda estava correndo. Edward parecia bem, educado, não parecia irritado comigo, o que era estranho porque eu teria ficado irritada comigo. Porra, eu estava ainda irritada comigo pelo jeito que deixei as coisas com ele. Mas eu fiz minhas escolhas; não havia como voltar atrás. Eu tinha que lidar com isso seja quais fossem as conseqüências em meu caminho. Eu sabia disso.
Claro, a falta de clientes deu a Maria e companhia, a chance de me perguntar sobre Edward, como eu sabia que elas iriam. Era simplesmente o jeito de elas se preocuparem.
"Então quem era o cara?" Nettie perguntou, quem era doce mas que ficava tão em cima de Maria que era difícil dizer onde ela começava e onde Maria terminava.
"Que cara?" eu perguntei, mantendo meus olhos nos talheres que eu estava secando.
Ouvi Lucy rir, uma daquelas risadinhas que dão suas maiores dicas. "Que cara?" ela riu. "O alto, sarado e gostoso, Bella!"
"O único que você falou propriamente essa noite," adicionou Nettie.
"Ele é simplesmente um velho amigo," eu admiti. Bem, não era exatamente mentira.
"E um antigo namorado?" perguntou Lucy.
"Eu senti totalmente a vibe de ex-namorado vindo dele." Nettie disse enquanto acenava para Lucy. "E ele estava claramente procurando por você. Eu o vi entrar; somente depois de ele ficar uns dez minutos do lado de fora olhando para você."
"Bella, ele era escandalosamente gostoso, diga que pelo menos saiu com ele?" perguntou Luxy.
Eu ia falar, mas Nettie me interrompeu. Novamente.
"Claro que ela saiu, fala sério! Bella, eu ficaria desapontada com você se você o deixasse platônico. É simplesmente muito desperdício."
"Nós meio que namoramos, eu acho..." eu murmurei.
"Você acha?" Maria falou, cruzando seus braços e sorrindo. "Ou vocês namoraram ou não, Bella."
Eu gostava de Maria; ela não era uma cheia de merda com senso de humor. Eu gostava de todos eles, mesmo as cabeças de bolha Nettie e Lucy eram legais para dar risada no trabalho. Eu só não queria falar sobre o que Edward Cullen era para mim. Porque eu não tinha idéia disso.
"É complicado," eu disse, escondendo alguns fios de cabelo que se destacavam do resto.
"Então descomplique," Maria disse. "Esse é o primeiro cara ganha uma sobrancelha levantada de você desde que te conheço. Tenho certeza que Bella Swan não cora por qualquer um."
"É verdade," disse Lucy.
"Absolutamente," concordou Nettie.
"Não é tão simples," eu disse com um suspiro. "Eu fudi tudo."
"Metade de estar em um relacionamento é se foder!" Maria riu. "Se você ainda se importa com ele, e ele ainda sente algo por você, então podem resolver. E acho que ele está considerando isso já que veio de Forks atrás de você."
Acenei, talvez um pouco convincente.
Maria riu novamente enquanto me puxava para baixo de seu braço.
"Fale com ele," ela disse me encorajando. "Diga a ele como se sente. E talvez no meio do caminho você descubra como ele se sente também."
Sorri para ela enquanto ela se esfregava em meu ombro um pouco mais forte do que necessário. Nettie e Lucy continuaram as afirmações de Maria, enquanto eu ficava com mais perguntas em minha mente. Seria assim tão fácil?
Dez da noite demorou muito para chegar. Não ajudava eu checar o relógio antigo na parede a cada quatro malditos minutos. Achei que ele entraria novamente para pegar outro café, mas ele não entrou. Achei que talvez ele ficasse sentado no banco no meio do caminho da entrada do café para que eu pudesse vê-lo antes de sair, mas ele não estava. Um sentimento mesquinho remoeu dentro de mim; talvez ele tivesse mudado de idéia em querer falar comigo ou me ver. Talvez ele estivesse desapontado. Talvez eu tivesse mudado tanto que não era mais interessante para ele. Mas do lado de fora da porta do café, inclinado contra a parede – parecendo como a porra de um deus grego – Edward estava esperando por mim.
"Hey," eu murmurei enquanto me aproximava dele, colocando a mochila para cima do meu ombro como uma criança assustada.
Ele colocou suas mãos nos bolsos enquanto se aproximava de mim com um sorriso. Endureci quando ouvi Maria, Nettie e Lucy saírem pela porta atrás de mim. Percebi enquanto cada uma olhava para mim, para Edward novamente, e então me olhavam com uma expressão divertida.
"Tchau, Bella," Nettie disse com um sorriso de flagrante em seu rosto.
"É, se divirta com seu amigo," Lucy riu enquanto mexia no cabelo.
"É, vejo vocês depois," eu murmurei enquanto olhava para o chão, sentindo minhas bochechas queimarem. Olhei para Maria que sorriu e deu uma leve piscada. Olhei para Edward que estava curiosamente estudando as meninas enquanto elas se afastavam.
"Colegas de trabalho," eu disse sem necessidade. "Colegas de trabalho abelhudas."
"É, percebi," ele disse. "Você não ia sair com elas essa noite, ia?"
"Não!" eu exclamei um pouco ansiosa. "Não, realmente não sou mais o tipo de pessoa que quer sair, por incrível que pareça."
"Eu sei o que quer dizer," ele disse com um pequeno aceno. "Ia perguntar se você quer um café, mas acho que não."
Balancei negativamente minha cabeça, deixando um pequeno sorriso se formar em meus lábios. "Muito café, quem diria ser possível?" eu disse sarcasticamente enquanto olhava para a rua estranhamente quieta. Passei a tarde toda fixada em se ele apareceria novamente que esqueci de perguntar que porra faríamos.
"Teve uma boa tarde?" eu perguntei para quebrar o pequeno silêncio."
Suas sobrancelhas levantaram enquanto ele inalava. "Acho que sim," ele murmurou. "Eu realmente não fiz muita coisa. Apenas me registrei em meu hotel e tentei dormir um pouco."
Acenei lentamente.
"Não viajei bem," ele disse, como se tivesse respondendo uma pergunta que eu nunca fiz.
"Ah," eu disse, ainda balançando minha cabeça como um pinto.
Olhei para nossos pés, ambos sem se mexer. Nós ainda não tínhamos nos movido de frente do café.
"Você mora perto daqui?" ele perguntou.
Levantei minha sobrancelha. "Quer dizer que Alice não te contou?"
Ele sorriu e olhou para seu pé, me dando a visão perfeita de seu perfil. Aquele maldito sorriso torto ainda me matava.
"Achei que seria menos assustador se eu fingisse que não sabia," ele disse timidamente.
"Okay," eu sorri. "Bem, você falhou."
Ele deu uma pequena risada.
Lambi meus dentes antes de falar novamente. "Bem, olhe, independente do que faremos, eu ainda preciso tomar uma ducha para tirar o café de mim. Você se importa de esperar?"
"De modo algum," ele respondeu.
A pequena caminhada para a minha casa não foi cheia de silêncio como eu esperava. Agradecidamente, eu não precisei pensar no que dizer. Em vez disso, ele ficou perguntando sobre mim, me bombardeando de perguntas sobre Seattle, meu trabalho, minha casa e meus amigos. Foi somente quando fechei a porta atrás de nós que percebi que ele estava provavelmente tão nervoso e confuso quanto eu.
O vi entrar no quarto enquanto eu tirava meus sapatos. Era mais do que estranho ver Edward vagando por minha nova vida, minha vida em Seattle. Era como se dois mundos diferentes estivessem colidindo. Só não tinha idéia se eles poderiam co-existir.
"É um belo lugar," ele disse enquanto deixava seus olhos vagarem pelo cômodo.
Dei de ombros enquanto parava na porta. "É pequeno, mas é bom."
"E sua companheira de quarto..."
"Angela."
Ele acenou. "É, Angela, ela saiu para o verão?"
Acenei. "É, sou apenas eu." Minha voz abafou enquanto eu confirmava que estávamos sozinhos e que não havia chance de alguém interromper o que acontecesse entre nós.
"Preciso me trocar," eu disse, caminhando para meu quarto. "Volto em um minuto. Sente-se."
Ele sorriu e acenou enquanto sentava no sofá. Assim que bati a porta do meu quarto, descansei minha cabeça na madeira. Que porra é essa? Éramos amigos agora? Ele veio aqui para conseguir ser amigos com benefícios? E esses atos de sutilizas em me deixar sozinha, ele ia pular a parte de como eu tinha deixado as coisas entre nós?
Tentei ser rápida. Eu não gostava da idéia de deixar Edward sentado na minha pequena sala tendo tempo para olhar minha vida improvisada em Seattle. No momento em que a água me atingiu, comecei a pensar nas coisas em que eu teria vergonha que ele visse. Livros, papéis, rabiscos ilegíveis das minhas anotações. Minha calcinha secando no radiador era uma das mais óbvias. Além disso, há um gritante símbolo de sua existência pendurado na cadeira do meu quarto: uma de suas camisas xadrez. Tentei me convencer de que eu acidentalmente empacotei no momento de borrão emocional, mas considerando que eu a usava todos os dias desde a minha chegada, eu sabia que significava algo para mim. Provavelmente demais.
Decidi não secar meu cabelo. Em vez disso, sequei com a toalha rapidamente e penteei, rangendo os dentes enquanto prendiam nós na escova. Vesti qualquer coisa que parecia limpa e voltei para sala. Edward ainda estava no sofá folheando uma revista de fofocas de Angela com divertimento no rosto.
"Não é minha" eu disse apontando para a revista.
Ele sorriu, a fechou e jogou de volta na mesa bagunçada. "Eu não estava julgando. Era isso ou Cosmopolitan."
Levantei minhas sobrancelhas. "Também não é minha. É de Angela, ela é ótima e realmente inteligente, mas ela gosta de deslizar seu cérebro com essas coisas de vez em quando."
Ele não disse nada. Imaginei que ele já tinha feito todas as perguntas possíveis sobre Angela antes.
"Quer beber alguma coisa?" eu perguntei caminhando para a pequena cozinha.
"Não, estou bem, obrigado," ele disse enquanto levantava e caminhava até a cozinha.
Acenei e peguei suco para mim. Me inclinei no balcão da cozinha, bebendo meu suco em silêncio enquanto o observava pelo copo. Ele estava encostado no balcão, olhando para suas mãos entrelaçadas em frente dele.
"Você quer sair para comprar comida ou algo assim?" eu perguntei.
"Não, não estou com fome."
"Okay," eu murmurei. "É, eu também não."
Ele continuou olhando para a minha boca e eu estava percebendo. Me virei para encarar a pia, colocando meu copo lá sem fazer barulho.
"Então, ouvi falar que você entrou em Harvard, isso é ótimo," eu disse.
"É, eu acho que sim," ele disse.
"Então tudo correu conforme planejado," eu adicionei enquanto fechava a torneira mais do que necessário.
O ouvi sufocar uma risada "Seja como for, eu acho."
Me virei e olhei para meu pé enquanto procurava em minha cabeça pequenos fragmentos para uma conversa. Isso era estranho, mas por uma razão particular eu não sabia por quê. Ele estava esperando para gritar comigo? Ou seja lá o que tivemos se perdeu entre nós? Nove meses era tempo pra caralho.
"Então seu pai se casou," eu disse, colocando meu cabelo molhado atrás da orelha.
"É, quem diria?"
Segundos passaram. Eu falei novamente.
"Acho que a conheci."
"É, conheceu."
"Ela parece legal."
"É, ela é,"
Suspirei enquanto olhava para suas mãos cruzadas. Ia ser agora ou nunca. Eu não sabia o que ele queria de mim, mas eu não agüentava mais essas conversas superficiais que nós dois sabíamos que era besteira. Esses não éramos nós. Engoli em seco, pronta para enfrentar o dragão.
"Edward, porque você está aqui?" eu perguntei.
Seus olhos foram para os meus enquanto sua boca se preparava para falar. Ele pareceu surpreso e eu imediatamente falei para parecer menos com uma cadela.
"Não é que eu não esteja feliz em ver você," eu continuei, colocando meu cabelo atrás da orelha. "É. É só que eu não falo com você faz nove meses. E você simplesmente aparece."
"Foi uma decisão precipitada," ele disse, olhando para suas mãos.
"Mesmo?" eu perguntei cinicamente, meu temperamento me dominando. "Está arrependido?"
Ele suspirou e ficou de pé. "Não tenho certeza ainda."
Suguei meu lábio inferior enquanto mais silêncio se passava. O observei me olhar, determinada a não desviar o olhar primeiro. Ele não podia simplesmente aparecer na minha vida novamente sem nenhuma razão. Se ele quisesse discutir, eu discutiria. Eu não estava com medo.
"Olha, está tarde. Se você veio aqui apenas para perguntar do meu bem-estar, não vejo porque não poderia fazer isso por telefone."
Ele deu uma risada. "Talvez eu devesse ter pensado nisso antes."
Franzi a testa para ele. "Certo, então você deve ir embora," eu disse apontando para a porta.
"Então, você gosta daqui? Conseguiu o que queria?" ele perguntou de repente enquanto caminhava em volta do balcão, parando na entrada da cozinha e se inclinando no batente.
"O que eu queria?" perguntei, intrigada.
"Ficar longe de Forks e todos de lá. Foi por isso que você partiu. Só estou curioso para saber se você conseguiu o que queria," ele disse.
"É, consegui," eu disse, me inclinando novamente no balcão da cozinha. "Estou feliz aqui."
"Fico satisfeito," ele disse enquanto cruzava os braços.
Olhei para seus braços, percebendo que eles estavam um pouco mais definidos do que da última vez que eu os vi. Ele parecia mais forte, um pouco mais velho e atraente. Isso me irritou. "Engraçado, porque você não parece estar," eu rebati.
"O que?" ele bateu de volta. "Não estou autorizado ficar um pouco irritado com a situação?"
Olhei para o chão. "Não é como se eu não estivesse também. Não estou feliz em como deixamos as coisas. Não estou feliz em como eu deixei as coisas."
Houve uma pausa.
"Foi sua escolha," ele disse calmamente.
Olhei para ele. "Eu sei que foi. Mas eu ainda acho que foi a melhor escolha que eu podia ter feito naquela época."
"Mentira e tudo?" ele disse, inclinando sua cabeça para o lado enquanto me olhava.
"O que?" eu perguntei, olhando para ele.
"Você me ouviu," ele respondeu, sem tirar seus olhos dos meus.
Engoli em seco, tentando empurrar a bola de ansiedade que estava se construindo em meu peito. "É, eu te ouvi, mas não sei do que você está falando."
"Você mentiu para mim sobre o James?"
Meu estômago se contraiu de imediato, me obrigando a cruzar os braços sobre a barriga. Respirei fundo antes de falar calmamente. "Isso realmente importa agora?"
Edward encolheu os ombros lentamente. "Talvez não. Eu ainda quero saber. Quero saber o quanto sou um idiota. Porque de qualquer forma, estou fudido."
"Não entendo," eu disse baixinho.
Ele suspirou, empurrando as mãos pelos cabelos enquanto ele ficava ao meu lado oposto, se inclinando. "Diga que não é verdade. Então serei um maldito idiota por ter acreditado em você em primeiro lugar e tê-la deixado ir. E se for verdade, sou um maldito idiota porque significa que não posso tirar uma vadia vingativa da minha cabeça."
Respirei fundo para argumentar antes de minha mente capturar o que ele estava dizendo. Mordi meu lábio e olhei para o chão. Ele estava perto. Muito perto. Mas ainda assim não perto o suficiente. O observei olhar minha boca enquanto eu lambia meu lábio inferior nervosamente.
"De qualquer forma, estou fudido," ele repetiu.
"Então não importa, não é? Independente da resposta eu ainda fudi com você."
"É," ele disse, me dando um pequeno sorriso. "Mas ainda assim estou aqui."
Sufoquei uma risada. "Assim como eu. O que isso diz sobre nós?"
"Talvez que eu seja um masoquista doente para ter um relacionamento normal," ele disse, mordendo o lábio inferior com um leve sorriso.
"Talvez eu seja uma maldita estúpida para conseguir ficar junto de alguém," eu respondi, sorrindo do sorriso dele.
A tensão sumiu embora meu peito estivesse prestes a quebrar em dois. O espaço a nossa volta parecia ficar menor, quase nos sufocando. Mas gostei.
"Eu não vim aqui para brigar, Bella. Eu vim aqui porque queria ver você," ele disse dando um passo para mais perto de mim.
Meu coração bateu forte em meu peito; ele olhava para mim do mesmo jeito de antes e isso fez minha respiração parar. "Bem, aqui estou," eu disse. Tentando agir como se o pequeno espaço entre nós não estivesse afetando cada parte do meu corpo. Eu estava falhando.
"Você queria me ver?" ele perguntou.
"Sim, claro que sim," eu disse baixinho. "Mas eu não teria aparecido sem um telefonema, nem nada."
Ele riu. "Você pode simplesmente parar de agir como uma vadiazinha?" ele disse enquanto colocava as palmas das mãos aos meus lados, me encurralando no canto.
Minha respiração parou. "Por quê não? Essa sou eu, não importa o jeito que você olhe as coisas."
Ele rolou os olhos. "Você não está me ouvindo? Eu não me importo. Seja qual for a verdade, eu não me importo."
Inalei pela minha boca, sentindo sua respiração na minha língua. "Bem, eu me importo. Não podemos simplesmente..."
"Não podemos simplesmente o que?" ele perguntou enquanto seus olhos caíam no meu pescoço e eu sentia seus dedos traçarem a pele embaixo dele.
Fechei meus olhos, tentando novamente conseguir minha compostura. Balancei negativamente minha cabeça. "Não podemos apenas pular para nove meses depois de tudo que aconteceu. Não é assim que as coisas funcionam."
"E daí?" ele disse. "Não há muita coisa de tradicional em você e eu, não é?"
Abri meus olhos, olhando direto nos dele. Ele estava perto de mim, seus olhos verdes, seu cheiro. Eu não tinha poder. E de repente, eu realmente não me importava com o passado ou o que eu deveria ter feito; eu só queria ficar perto dele.
"Não," eu disse sem fôlego enquanto seus lábios escovavam os meus.
Suas mãos foram para meu rosto, inclinando meu pescoço para trás enquanto seus lábios gentilmente tocavam os meus. Era a mesma sensação de quando um trem passa rápido perto de você. Meus olhos estavam fechados, mas assim que nossas línguas se encontraram eu podia ver tudo. Eu não me importei. Pela primeira vez em meses, tudo parecia certo, como se seus lábios e seu toque fossem as únicas coisas que me impediam de ser realmente feliz. O beijei fervorosamente, como se eu não o beijasse ele fosse desaparecer novamente. Ele me beijou faminto, me puxando para ele, para sentir tudo dele.
Tremi quando suas mãos moveram para minha bunda, me levantando para o balcão da cozinha para que eu pudesse envolver minhas pernas em sua cintura. Eu podia sentir o calor radiando do meu centro, como se meu corpo instintivamente reagisse por estar perto dele. Como se estivesse me impulsionando a ir mais fundo e me conectar a ele. Eu não ia me negar isso.
Coloquei minhas mãos em seu rosto, o beijando profundamente enquanto seus dedos moviam pelo meu cabelo úmido. Suas mãos movendo da minha cintura para minhas pernas nuas, seus dedos parando na franja da minha bermuda jeans. Nós paramos, ambos olhando para suas mãos enquanto elas lentamente trabalhavam em minha coxa.
"É isso que você quer?" ele sussurrou, sua testa descansando na minha.
"Eu quero você," eu respondi sem ar enquanto minha pele tremia com os movimentos de sua mão em minha coxa.
Exalei alto com um gemido quando seus dedos tocaram os arredores da minha calcinha. O som ecoou no apartamento silencioso e nos estimulou a chegar mais perto ainda. Eu precisava sentir sua pele contra a minha. Agarrei sua camisa, tirando-a rapidamente até cair no chão. Tirei minha própria blusa, jogando-a de lado enquanto os beijos de Edward moviam para baixo até meus seios nus. Sua pele era tão quente, assim como eu lembrava.
Fechei meus olhos enquanto seus dedos lentamente escovavam pelo tecido da minha calcinha. Ofeguei profundamente, meus lábios separados enquanto eu inclinava minha cabeça no armário atrás de mim. A boca de Edward movia contra minha pele, cada respiração quente fazendo cócegas em cada centímetro enquanto seus dedos moviam para dentro de minha calcinha.
Mordi meu lábio enquanto o calor começava a se construir em minhas pernas e no meu peito. Teria sido tão fácil vir ali, com seus lábios escovando contra minha pele, seus dedos escovando contra meu clitóris inchado e necessitado. Mas eu precisava de mais; eu queria ele, tudo dele. Eu precisava ficar perto dele, pele com pele.
"Edward," eu arfei enquanto sua boca chegava no interior de minhas coxas.
Ele olhou para mim, em pé de repente. Ele estava respirando com dificuldade, e seus olhos estavam cheios do mesmo modo que eles costumavam ser antes. Ele sorriu enquanto me puxava perto, sua boca retornando para a minha, me beijando lentamente.
Ele sabia o que eu queria; talvez fosse porque ele precisava também. Sem uma palavra ele pegou minha mão e se afastou para que eu pudesse pular do balcão e levá-lo para o meu quarto.
Nós não fechamos a porta. Tiramos a roupa um do outro como se fosse um ritual, lento e delicadamente. Deitamos na cama, minha boca na sua e a sua na minha enquanto nossas mãos moviam pela pele um do outro, redescobrindo partes que nós tínhamos esquecido. Observei seus olhos enquanto ele gentilmente entrava em mim e beijei seus lábios enquanto ele se movia mais fundo porque eu pedi a ele. Nos encaixávamos perfeitamente, nos movendo juntos, atingindo o clímax ao mesmo tempo. Isso me consumiu. Eu estava voando.
Mas não terminamos.
Estava muito escuro, mas eu sabia que ele estava olhando para mim pela escuridão. Deslizei minhas pernas nas dele, segurando seu corpo próximo ao meu enquanto nossa respiração ofegante diminuía lentamente. Deixei meus dedos traçarem as curvas de suas costas, seus ombros e sua nuca. Ele beijou minha testa lentamente enquanto escovava o cabelo dos meus ombros e pescoço.
Ficamos assim por um tempo, nos tocando silenciosamente, reconhecendo nossos corpos. Foi se tornando demais para tolerar, então subi em cima dele.
Agarrei seu pau, provocando em minha abertura enquanto eu pairava sobre ele. Ele deu um sorriso diabólico enquanto agarrou minha cintura com as mãos.
"Eu quero sentir seu gosto," ele disse, me puxando para cima até que minhas pernas estavam uma de cada lado do seu rosto.
Joguei minha cabeça para trás com um gemido enquanto seus lábios imediatamente encontraram meu clitóris. Arqueei minhas costas, me posicionando perfeitamente em cima dele enquanto ele começava a me chupar ritmicamente e eu comecei a me esfregar, aumentando a sensação. Eu podia sentir meu coração batendo em meu peito enquanto suas mãos moviam pela minha pele, até meu peito. Quando ele achou meus seios, ele beliscou e agarrou gulosamente, me fazendo gemer mais, não porque estava doendo, mas porque era malditamente bom. Alcancei seu pau por trás de mim, segurando-o o bombeando furiosamente enquanto me esfregava em seu rosto. Eu vim forte, jogando minha cabeça para trás com um gemido seguido de 'porras' antes de colapsar na cama.
O ouvi rir enquanto se movia para perto de mim, acariciando meu cabelo novamente até que parei de ver as malditas estrelas. Ele continuou acariciando meu cabelo e dizendo que eu era linda, mesmo sabendo que após gozar eu realmente não era.
Eu não queria arruinar o momento entre nós. Essa era minha última intenção. Assim, éramos perfeitos juntos, mas eu queria deixar tudo claro. Estava tudo na ponta da minha língua; eu tinha que falar. Ele disse que isso não importava, então eu tinha que testar se era verdade.
"Eu não toquei em James," eu admiti baixinho.
Fiquei satisfeita por estar escuro, eu não o queria ver franzir as sobrancelhas me dizendo que eu o tinha magoado. Era uma confissão, mas eu era covarde.
"Okay," ele murmurou.
Eu continuei, em pânico com o silêncio entre nós. "Você foi tão persistente sobre isso. Simplesmente pareceu mais fácil dizer que eu fiz. Era a única maneira que você me deixaria sair de Forks."
Ele suspirou profundamente. Engoli em seco enquanto ele desenrolou as pernas das minhas e sentou na cama. Liguei a lâmpada na mesa de cabeceira para que pudesse ver seu rosto. Nós dois ficamos um pouco vesgos com a luz dourada que de repente encheu o quarto. Edward sorriu um pouco enquanto esfregava os olhos com seus dedos antes de pegar minha mão na dele. Eu relaxei instantaneamente e deixei meu corpo cair ao lado dele.
"Talvez você esteja certa," ele disse enquanto começava a acariciar o interior do meu braço. "Eu estava mal informado mesmo antes de falar com você, então acho que estava ansioso demais para acreditar em você."
Franzi a testa. "Mal informado?"
"Com os fofoqueiros idiotas de Forks," ele disse, balançando sua cabeça. "Eu deveria ter sabido. Mesmo eu sabendo que era besteira, não consegui deixar pra lá."
Ele começou a fazer círculos com seu dedo dentro de minha coxa nua. Ele franziu a testa pensativo enquanto falava novamente.
"Eu só estava esperando que tudo fudesse, sabe? Estava bom demais entre nós. Eu estava procurando algo errado."
"Eu também," eu admiti, instantaneamente aliviada e um pouco surpresa por ele sentir o mesmo. "Rosalie disse que vocês tinham dormido juntos o tempo todo em que estávamos juntos. Eu acreditei nela porque era mais lógico do que você querer ficar comigo."
"Maldita vadia psicótica," ele murmurou enquanto chegava mais perto de mim. "Você não acredita nela, não é?"
"Agora não," eu admiti. "Você acredita em mim?"
"Eu acho que sempre acreditei," ele disse. "Eu só queria que você não tivesse mentido para mim."
Mordi o interior da minha bochecha enquanto fechava meus olhos por um momento. Eu silenciosamente tirei suas mãos da minha coxa enquanto me virava para encará-lo, colocando minhas mãos em seu rosto mal barbeado.
"Eu sinto muito, Edward," eu disse, contra a emoção em minha garganta. "Tenho pensado em você cada maldito dia desde que parti. Eu sabia que era certo sair de Forks porque fazia sentido. O único arrependimento que eu tenho foi deixar você do jeito que deixei."
Ele sorriu gentilmente. "Foi certo deixar Forks, Bella, eu entendo que..."
"E eu sinto muito não ter te ligado," eu disse rapidamente. "Eu não mantive contato com ninguém. Isso não significa que eu não pensasse em você."
"Você manteve contato com algumas pessoas," ele disse. "Eu sei que você via o Jacob."
"Mas esse é o Jacob," eu implorei. "Ele é como um irmão mais velho que eu preciso seriamente para me manter sã."
"Eu entendo," ele disse, tirando alguns fios de cabelo do meu rosto. "Sabe, é praticamente por causa dele que estou aqui em primeiro lugar."
"Como assim?" eu perguntei.
"Ele disse que eu era um idiota e que eu precisava falar com você," ele riu.
Sorri, imaginando Jacob fazer isso perfeitamente. "Engraçado, ele disse a mesma coisa para mim."
"Acho que demorou muito eu acreditar em todas as pessoas que disseram que eu estava sendo um idiota," Edward disse, deitando com as minhas mãos nas dele. "Passei muito tempo ficando com raiva de você porque era mais fácil, ou eu achei que seria. Não foi. Tentei pra caralho passar por isso e seguir em o que eu era bom. Falhei fodidamente, deixe-me te dizer. Foi fodidamente insano."
Eu ri, sentando ao lado dele. "Eu nem mesmo sei como essa merda aconteceu. Era simplesmente algo que eu precisava fazer, literalmente. Você era simplesmente outro jogo. Eu não imaginei nem por um segundo que começaria a ficar toda..." eu hesitei com as palavras, porque mesmo agora eu tinha medo delas desencadearem uma rejeição. "...em você."
Ele sorriu. "Em mim? O que isso quer dizer?"
"Nem vem, Edward, você sabe o que significa."
Seus olhos estavam cheios com aquele olhar maldoso e arrogante que ele faz tão bem. "Não, eu realmente não sei. Eu quero que você me fale."
"Por que eu deveria?" eu disse desafiadoramente.
Ele sorriu novamente, se inclinando até que eu podia sentir sua respiração em minha orelha enquanto ele falava. "Porque eu tenho certeza que estou completamente enlouquecido por você, Bella. E eu gostaria de saber como você se sente sobre mim."
Meu peito apertou. Que palavra a se usar. Mas eu a entendia completamente. Seria a mesma palavra que eu usaria para descrever como eu me sentia mesmo quando ele não estava por perto.
Eu hesitei momentaneamente, com um pouco de pânico.
"Isso, quero dizer, você e eu estávamos condenados desde o começo. Mas eu comecei a ficar... não sei, presa. Não era assim que eu pensei que as coisas iriam entre nós. Isso não fazia sentido. Além disso, o que acontece agora? Você volta para Forks e fazemos sexo pelo telefone?"
Ele riu. "Não, eu fico aqui pelo resto do verão, se você me quiser. Porra, mesmo se você não me quiser."
"E então?" eu perguntei.
"E então, nós daremos um jeito."
Franzi a testa. "Daremos um jeito? O que isso quer dizer?"
"Eu já te disse antes, Bella, foda-se Harvard. Eu me mudaria para o Alaska se fosse isso que você quisesse."
"Edward, estou falando sério."
"Bella, você está exagerando," ele disse suavemente enquanto acariciava minha bochecha.
Olhei para ele. Seus olhos verdes me silenciando; como eu poderia viver sem tê-los em minha vida? Eu precisava deles. Minha lógica orbitava em torno dele, isso eu sabia.
"Eu não posso tê-la fora de minha vida novamente, isso eu sei. Apenas me fale como você se sente sobre mim," ele disse.
Mordi meu lábio, sentindo a sensação de sufocamento em minha garganta. Como eu me sentia? E sabia como eu me sentia. Lembrei das noites sem dormir, do choro. Eu lembro de odiar dormir mesmo quando eu precisava porque eu inevitavelmente sonharia com ele. Lembro do ciúme, sabendo que sempre haveria alguém para ficar em meu lugar, provavelmente jogando com as regras que eu nunca usei. Isso me deixava doente.
Então aqui estava eu, deitada perto dele novamente, nossos corpos nus se encaixando perfeitamente como faziam antes. Em algumas formas, era como se nós nunca estivéssemos separados, mas em outras, parecia uma eternidade.
"Bella?" ele perguntou novamente, seus olhos sem sair dos meus. "Apenas me fale como você se sente."
Engoli em seco enquanto pegava seus dedos entre os meus e os levava para meu peito. Era tão claro para mim. Não tinha dúvidas. "Você está em cada pensamento que eu tenho," eu sussurrei. "Estou completamente apaixonada por você, Edward."
Algo aconteceu em seus olhos. Eu não sabia se era alívio ou choque, mas eu vi algo mudar. Então ele sorriu para mim. Sua mão foi para meu rosto e acariciou minha bochecha enquanto seu dedão corria por meus lábios. Separei meus lábios levemente enquanto seu rosto ficava perto do meu, arfando enquanto nossos lábios se tocaram e sentindo o calor de seu corpo pressionado contra o meu.
Cada dúvida restante sumiu. Ele sussurrou para mim, três palavras que poderiam não significar nada, mas eu sabia que significavam tudo. Sorri em sua boca enquanto seu gosto enchia meus sentidos, me dominando perfeitamente como eu sabia que seria um dia novamente. Eu ri enquanto movia meu corpo para cima dele, envolvendo minhas pernas em seu corpo quente e perfeito. Nós não tínhamos um plano, mas não importava. Éramos eu e ele contra o mundo.
FIM
N/T: Acabou *chora de soluçar* ... no dia que um homem falar que está enlouquecido por mim eu morro. Eles são lindos e o maldito Edward sempre consegue acabar com os pedacinhos que restam do meu coração.
Muito obrigada a todas que acompanharam... essa fic foi bastante complicada de se traduzir, o vocabulário era difícil, os capítulos eram grandes, mas eu acredito que vocês tenham gostado pois sempre recebi reviews lindos, muito obrigada por eles também.
Um agradecimento especial a minha BETA, que sempre corrigia os errinhos mesmo quando seu tempo era curto, pra deixar tudo bonitinho pra vocês.
Espero que continuem me acompanhando, pois é claro que já estou com nova fic pra vocês... estréia sábado dia 05.03 e se chama Guns and Roses, ela é linda, vivida entre nosso casal na Segunda Guerra Mundial, então espero vocês, certo?
Me sigam no twitter que sempre aviso quando posto, solto spoilers e etc...
Zah_Ribeiro
Não esqueçam de comentar ;) Beijos meus amores s2
N/B: Gostei do final, ficou melhor do que eu esperava, a reconciliação deles foi muito bonitinha *-* Embora ainda não tenha me convencido por completo o motivo da separação deles e eles problemas da Bella ¬¬ Edward fez exatamente o que Esme disse pra ele fazer, muito bonitinho *-* Não me conformo com Rose e Emmett. E aqui to eu betando a fanfic às 3 da manhã na véspera da minha viagem, eu mereço. É muito amor, e até sábado (MESMO), Alfa.
Beijos, Lou Malfoy.
