N/A: Ok eu sei, não me matem. O capítulo estava pronto, eu juuuro que eu mandei pro meu e-mail... Mais ele simplesmente não chegou :/ Então eu tive que traduzir tuudo de novo! Está sem betar, então não reparem. Eu vou postar essa parte pequenininha e a noite eu posto a outra ok? Não me abandonem! Amo vocês!
O cavalo de balanço chegou uma semana depois, em meio ao caos dos últimos preparativos do casamento. Eu tive que admitir, ele era lindo, eu passei minha mão sobre ele, imaginando nossa menina ou um menino sentado na sela vermelha. Olhei para Edward, descartando as embalagens e deixando um espaço para ele no canto do seu quarto. O sorriso não havia deixado o seu rosto desde que a van da entrega chegou.
"Edward, eu vou vir aqui um dia e descobrir que você montou essa coisa?"
Ele zombou da minha piada. "Claro que não, Bella."
Eu sorri e olhei para trás, pro cavalo de madeira, passando os dedos por sua juba, quando o ouvi murmurar para si mesmo. "Vou ouvi-la e descer antes de você chegar."
Eu comecei a rir e olhei para cima para vê-lo sorrindo para mim.
"Não seria surpresa para mim", eu disse e fui me enterrar em seus braços. Ele descansou o queixo em cima da minha cabeça.
"Obrigado", disse ele calmamente.
"Por concordar com o cavalo?"
"Por tudo. Apenas ... tudo." Ele falou ,eu sorri e dei um beijo em seu peito, deixando o meu fluxo de ar correr através do algodão da sua camisa para aquecer sua pele gelada.
"Hum", ele suspirou e moveu a mão levemente pelo meu corpo, depois descansou nas minhas costas, e se apertou contra mim. Eu levantei meu rosto e o beijei, enquanto minhas mãos corriam das suas costas até seu cabelo. Meus lábios deixaram rastros para baixo da sua garganta e ele inclinou a cabeça para trás. Eu tive que levantar o meu pé para chegar corretamente, em seguida, eu comecei a desequilibrar. Imediatamente, Edward me segurou em seus braços, me carregou até a cama e se deitou ao meu lado. Ele me puxou contra ele passando as mãos sob minha camisa e a movendo sobre minhas costelas. Minhas mãos estavam nele, à direita sobre o peito, em seguida, pra baixo, movendo para os locais em torno de seus quadris que o fez gemer. Ele pegou minha mão e ela caiu abaixo de seu jeans, minhas unhas arranhando sua pele.
Seus olhos olharam para os meus profundos, amorosos e acusadores.
"Eu sei, nós concordamos". Eu sorri fracamente e retirei a minha mão.
"Sinto muito, amor... Eu só... não sabemos ainda o que está acontecendo e eu não quero..." Eu coloquei meu dedo sobre os seus lábios.
"Está tudo bem, Edward. Concordamos. Foi uma decisão mútua, é apenas..." Eu deixei o meu pensamento inacabado.
Ele sorriu e me puxou para um abraço. "Eu sei. Eu não quero parar também."
A noite que tínhamos discutido sobre o cavalo de balanço, Edward tinha sugerido que poderia ser sábio se nós não fizéssemos amor outra vez, até que pudéssemos ter certeza de que não seria um risco para mim em minha condição, ou do bebê. No começo eu rolei meus olhos e fui para protestar, mas depois pensei sobre isso. Havia muitos mistérios sobre a gravidez. Eram muitas incógnitas. Então talvez fosse melhor esperar. Mas foi bastante difícil - para nós dois. Eu observei Edward discretamente se afastar antes de sair da cama. Eu mordi um sorriso de volta.
"Vou levar esse lixo para baixo", ele murmurou reunindo a espuma e o papelão em seus braços. Eu suspirei quando ele saiu do quarto e eu me perguntei que tipo de lua de mel nós teríamos. Eu fiz uma anotação mental para embalar a placa Procura-se.
Poucos momentos depois Edward voltou, sorrindo.
"Bella, Carlisle tem algo a nos mostrar." Ele pegou minha mão e eu saí da cama.
Edward deu uma rápida batida na porta do escritório e entrou, me puxando atrás dele. Minha boca abriu em surpresa. Ainda era o escritório de Carlisle, mas agora, ao longo de uma parede tinha um sofá e uma máquina...
"É uma máquina de ultra-som?"
"Sim". Carlisle estava de pé no lado oposto da sala, sorrindo.
"Mas, não tem apenas em hospitais?"
"Muitos médicos compram para as suas práticas, Bella. É tudo o que Carlisle tem feito. É um contrato de arrendamento, uma coisa perfeitamente normal para um médico fazer."
Edward estava tentando ignorar isso, eu poderia dizer. Ele estava esperando eu ter um ataque sobre Carlisle gastar dinheiro e reorganizar seu próprio escritório para me acomodar. E eu pensei em fazer isso, por um momento.
"Eu pensei que seria mais confortável se nós fizéssemos as coisas aqui." a voz de Carlisle era suave e calma. "Evita a fofoca da cidade se você tivesse que ir pro hospital". Está bem pra você Bella?
É claro que estava. Além do meu conforto e o desejo de evitar as fofocas da cidade, isso ajudava a proteger os Cullens da especulação e da exposição.
Até agora, apesar de horas de pesquisa de Edward e Carlisle, tudo o que sabíamos sobre a descendência de vampiros e humanos eram as lendas incubus, que dizem que fetos crescem a taxas alarmantes e crianças nascem frias, ainda com corações mais sem sangue. Ninguém acreditava nas lendas, mas nós ainda não sabíamos exatamente com o que estávamos lidando. Alice não tinha mais tido visões, e as pesquisas de Edward não davam uma imagem clara do bebê.
"Mas seu escritório?"
"É o lugar mais lógico", Carlisle sorriu. "Acho que poderíamos ter colocado no quarto de Edward, mas eu acredito que todo o espaço livre foi ocupado por um cavalo de balanço." Ele piscou para mim, enquanto Edward revirou os olhos.
"Então", Carlisle atravessou a sala e ligou um interruptor na máquina. "Gostaria de dar uma olhada e ver se podemos ver alguma coisa?"
Eu sorri, mordendo meu lábio inferior. Olhei para Edward e ele sorria também.
"Sim, por favor."
Poucos minutos mais tarde, depois de beber a quantidade necessária de água, subi para o sofá de couro confortável e Edward levantou minha camisa enquanto Carlisle espremia o gel por todo o meu estômago. Era frio e eu vacilei.
"Normalmente, uma semana seria muito cedo para detectar alguma coisa, mas dado o resultado positivo depois de um dia, e isso...", ele estendeu a sua mesa pegou um papel, e entregou para mim. "Eu pensei que talvez valesse a pena dar uma olhada agora."
Edward chegou e olhou por cima do meu ombro. Era o relatório sobre a minha amostra de sangue do laboratório de Port Angeles. Ele confirmou a minha gravidez, dando um nível hormonal equivalente há seis semanas, e observou alguns fatores que foram inconclusivos.
"Inconclusivo". Sussurrei a palavra. Me senti nervosa e minha freqüência cardíaca subiu.
"É de se esperar, amor." a voz de Edward era muito suave, ele acariciou a minha bochecha com as costas dos seus dedos. "Nós não sabemos ainda quanto da minha contribuição vai ter."
Eu assenti. Carlisle ajustou o mostrador e agarrou a sonda.
"Pronta?"
A tela era escura e nebulosa. Ficamos em silêncio, todos nós muito ansiosos para alguma imagem, Carlisle mudou a sonda sobre a minha barriga escorregadia. A tela não deu nada, nenhuma imagem que eu tinha visto no ultra-som dos filmes ou na televisão. Carlisle moveu alguns mostradores a mais. A tela não mudou ainda preta, mas de repente, um novo som enchia a sala, trazendo suspiros de todos nós.
A pulsação.
Era suave, vibrante, mas seu ritmo era rápido e forte. Ele encheu a sala, afirmando a vida e o amor. Chupei uma respiração e meu sorriso era interminável.
Edward segurou minha mão mais forte, apertando até quase machucar. Mas eu não me importei. Ele abaixou a cabeça e muito suavemente beijou meu rosto.
"Um coração batendo", seu sussurro quebrou na última palavra. Olhei para fora da tela, em preto borrado e me virei para ele. Seu rosto estava brilhante. Simplesmente brilhante. Eu mordi meu lábio enquanto eu tentava contemplar a profundidade do amor que eu vi lá. Não foi muito difícil de fazer, era igual ao meu, afinal.
"Bem, um batimento cardíaco e um fluxo sanguíneo. Um excelente sinal." A voz aliviada de Carlisle rompeu o nosso momento. Edward descansou a cabeça no meu ombro e exalou lentamente. Baguncei o seu cabelo e ele se aninhou mais fundo no meu pescoço.
"Mas o saco amniótico é mais espesso do que o habitual." Edward levantou a cabeça com as palavras de Carlisle. Nós prestamos atenção quando ele virou mais algum botão. "Eu não posso obter uma imagem clara do bebê."
"Isso é um problema?"
"Não, eu não penso assim, Bella. Eu acho que isso apenas significa que a pele do bebê é provavelmente semelhante à pele do vampiro. Rígida e impenetrável."
"Oh," Eu concordei e olhei para Edward, que estava olhando fixamente para a tela. "Bem, isso não é ruim, não é?"
Ele inclinou a cabeça para o lado, os olhos ainda no quadrado preto na nossa frente. "Não, não necessariamente. Suponho que se tem de herdar algumas das minhas características de vampiro então a minha pele é uma das melhores", ele encolheu os ombros.
Carlisle ainda estava torcendo mostradores e botões.
"É como olhar através do vidro fosco ao invés de vidro transparente." Ele estava carrancudo. "Mas se você olhar aqui...", Edward e eu me inclinamos para a frente quando Carlisle apontou para uma pequena área da tela que era um pouco mais escura que o resto. "É ele, ou ela, bem ali."
Eu não conseguia tirar os olhos da tela, mesmo que fosse apenas uma mancha negra. Essa mancha negra era o nosso bebê.
"Desculpe-me, eu não consigo nada mais claro para vocês." Carlisle falou baixinho.
Olhamos para ele por um momento. Edward lentamente estendeu a mão e tocou a tela, passando o dedo sobre a forma hesitante, pequena e escura. Então ele respirou fundo e eu também comecei a rir quando percebi que nenhum de nós tinha respirado. Ele sorriu para mim.
"Parece com você", disse ele, piscando os olhos.
Eu franzi o meu nariz para ele. "Muito engraçado" minha voz saiu abafada. Ele estendeu a mão para o meu rosto, seus olhos tão ternos. Eu senti meu coração perder uma batida. Carlisle deixou a sala em silêncio, enquanto os lábios de Edward encontraram os meus.
Poucos minutos depois, Edward estava limpando o gel da minha barriga enquanto Carlisle desligava a máquina.
"Então é uma boa notícia," Carlisle sorriu. "O bebê tem um coração saudável. E Bella está com uma excelente saúde... Eu acho", ele rodou a máquina de volta para o canto e guardou os cabos de alimentação. "Eu acho que se há algo que vocês estão evitando por se preocupar em causar algum dano, vocês podem colocar essas preocupações de lado."
Eu corei furiosamente e olhei para Edward.
Carlisle pegou o meu arquivo e foi estudá-lo cuidadosamente fora da sala, com um sorriso muito discreto em seus lábios.
"Você disse algo a ele?" Eu perguntei.
"Não."
"Então, por que ele disse... que?" Acenei minha mão vagamente no ar.
Edward encolheu um ombro e me deu um sorriso apologético. "Ele me conhece há muito tempo."
Mas, a semana que se seguiu nos deixou sem qualquer oportunidade de colocar as nossas preocupações para descansar, especialmente que Edward continuou com a regra de não-sexo na casa do seu pai. Alice me arrastou para Port Angeles para ver velas e talheres. Ela mandou Edward e Jasper irem a Seattle pegar guardanapos personalizados com as nossas iniciais entrelaçadas.
"Eu não estou confiando em nada de pronta-entrega nesta fase - não há tempo para substituições, se algo der errado."
"Mas você não pode ver se algo vai dar errado?" Edward levantou a questão quando eu me sentei com Alice que estava checando outra lista e outros lugares pra ir, definitivo. Ele odiava me deixar.
Ela atirou um olhar pra ele e ele deu de ombros enquanto ia pegar as chaves do carro enquanto Jasper riu.
"Você sabe que é melhor não discutir, Edward," ele disse seguido de seu irmão para fora da sala.
No meio de tudo isto Esme, Alice e Rosalie estavam propondo várias sugestões sobre temas do berçário e esquemas de cores. Eu não sabia que ia ser uma creche! Achei que eles estavam pensando em reorganizar um quarto lugar.
E então Renee e Phil chegaram.
Foi bom ver minha mãe e passar tempo com ela antes do casamento. Eu tinha perdido os seus novos hobbies desmiolados, e ela era tão assustadoramente perspicaz como sempre. Ela me cumprimentou com um abraço e uma sobrancelha levantada, me dizendo que eu estava positivamente radiante. Edward me contou mais tarde o seu pensamento, vagava brevemente a idéia de eu estar grávida, mas foi banido logo que a palavra Vóvó cruzou sua mente.
Assim, o nosso tempo a sós foi breve. Foi difícil, mas eu consegui, porque, tanto quanto eu queria que fosse rápido, eu queria que passasse devagar. E foi criando uma antecipação deliciosa pra nossa noite de núpcias, a espera valeria a pena. Eu sabia como seria a experiência agora.
N/A: O próximo capítulo é o casamento, lua de mel e mais algumas coisinhas! Arrumarei uma beta logo logo, então fiquem calmas que eu postarei rápido! ROBeijos!
