Oi galerinha! Sentiram saudades? Desculpem a demora... juro que me esforcei pra postar o mais rápido. Não quero ser responsável por ninguém morrendo do coração, viu?
Ufa! Finalmente o fanfiction consertou os problemas técnicos... Sei que muitos estavam sofrendo com isso que nem eu.
Bom... eu tenho uma boa e uma má notícia.
A boa notícia é que estamos celebrando 50% de fanfic traduzida. O capítulo 14 marca o começo da segunda parte dessa fanfic extraordinária, e uma fase de mais aventuras e emoções intensas.
Assim como vocês adoro a Sakura de Ripples. Ela é o equilíbrio perfeito de determinação e sensibilidade. Eu queria ver um pouco dessas características na Sakura do Kishimoto. Honestamente, a maior parte das vezes fico um pouco decepcionada com a Sakura original (mesmo que ela tenha melhorado MUUITO da primeira fase do Naruto pro Shippuden).
Daqui pra frente vocês vão ver muito mais desses aspectos da Sakura nessa fanfiction. Espero que curtam tanto quanto eu!
Bom, agora a má notícia...
A Mari tem as obrigações dela e não pode mais ficar me ajudando com as traduções. Tentei oferecer todo tipo de propina de chocolate, até Lindor (que é uma delícia!), mas não deu... :(
Sem contar que eu mesma assumi algumas obrigações de trabalho (todo mundo precisa de dinheiro, né?), sem contar os meus estudos que já andam meio defasados...
Mas não se desesperem ainda! Não vou abandonar essa tradução. O que eu estou dizendo é que as atualizações devem demorar um pouquinho mais agora... mas juro que vou me esforçar pra que não demore tanto.
Bom, é isso galera! Espero que vocês continuem acompanhando essa fic com a mesma empolgação de sempre, e é claro, continuem deixando esses reviews maravilhosos que eu tanto amo, ok?
Aproveitem o capítulo 14! (finalmente!)
bjks
dai86
"Um tolo apaixonado não faz o menor sentido pra mim. Só acho que você é um tolo se não amar."
- Anônimo
Capítulo 14
Abdução
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(cena:mangá 365)
"Está se sentindo melhor assim?" Sakura perguntou com as mãos apoiadas em cada lado do rosto de Juugo, se esforçando pra manter o toque de seu chakra de cura o mais suave possível.
Ela estava tentando influenciar o equilíbrio hormonal do corpo de Juugo. Parecia fácil, mas na prática era incrivelmente difícil. Como hormônios afetam inúmeras funções do corpo, raramente tendo apenas um efeito, ela apenas arriscou afetar esse balanço o mínimo possível.
Sem mencionar que a coleira resolveu lembrar sua existência através de uma leve sensação vazia girando atrás de seus olhos.
"Eu me sinto... mais calmo," o homem loiro disse hesitante, como se não pudesse acreditar naquilo.
"É só porque Sasuke usou o Sharingan em você," Karin se intrometeu, colocando algumas kunai no bolso enquanto se preparava pra sair e completar algumas tarefas. "Não tem nada a ver com ela."
Sakura ignorou a ruiva, mas Juugo franziu a testa pra ela, um indício de irritação surgindo em sua expressão. A médica ficou contente ao ver que um pouco da personalidade usual do homem estava voltando – ele havia se sentido tão culpado em atacá-la que mal a olhava nos olhos quando ela começou a tratá-lo.
"Você não tem outro lugar pra ir?" Suigetsu perguntou pra Karin de forma rude. "Algum lugar que não seja aqui?"
Karin fez um som de desdém e bateu a porta atrás de si. Sakura pensou ser um milagre Sasuke não ter acordado com o barulho – a batalha com Deidara deve realmente tê-lo exaurido.
"Você sente qualquer coisa além de mais calma?" Sakura perguntou, como se ela e Juugo não tivessem sido interrompidos. "Dor de cabeça? Náusea? Qualquer coisa que surgiu espontaneamente enquanto eu te tratava?"
Juugo balançou a cabeça negativamente.
E Sakura sorriu contente. "Excelente! Acho que estou no caminho certo aqui no que diz respeito a te curar. Vou ser perfeitamente honesta – não tenho certeza de que possa curá-lo completamente algum dia, mas definitivamente eu posso ajudá-lo a-"
As palavras da médica foram interrompidas por um longo bocejo.
"Você devia aceitar seu próprio conselho sobre descansar, princesa," Suigetsu comentou. Então deu um sorriso sugestivo, "não me entenda mal, tenho certeza que você ia continuar gostosa mesmo com olheiras-"
Sakura riu. As brincadeiras sugestivas de Suigetsu faziam bem pro seu ego, em contraposição à insistência de Sai em chamá-la de 'feiosa', ou o constante desinteresse de Sasuke (ainda que aquele episódio quando ela o curou ainda a fizesse pensar...) É claro, Naruto costumava fazer o mesmo, mas hoje em dia parecia ser mais um hábito ao invés do fruto de qualquer interesse real.
Como sempre, lembranças de Konoha lhe trouxeram uma dolorosa sensação de nostalgia, e Sakura precisou forçar seus pensamentos pra outros lugares pra não se deprimir.
"É essa coleira idiota," ela grunhiu. "Se isso saísse-"
"Vou tentar dar uma olhada mais uma vez," Suigetsu ofereceu.
Sakura se apoiou na parede atrás de si, se sentando e apoiando a cabeça contra ela pra lhe permitir melhor acesso à trava que tanto lhe causava frustração.
"Por que você simplesmente não tenta cortá-la?" Juugo perguntou. "O couro é grosso, e bem justo no seu pescoço, mas se você for cuidadosa..."
Sakura balançou a cabeça. "Quando ela foi colocada, eu já desconsiderei cortá-la – quer dizer, tenho certeza que não fui a primeira escrava a tentar cortar a coleira, então não é difícil imaginar que exista algum mecanismo de segurança perigoso que vá fazer alguma coisa comigo se eu tentar cortá-la. E agora que Sasuke me disse que tem chakra correndo por ela... prefiro não arriscar."
Afinal de contas, ela não era idiota. Quem podia dizer o que o chakra da coleira faria se o material na qual estava contido fosse cortado? Podia ser perfeitamente inofensivo... ou podia fazer algo bem nocivo, como explodir. E honestamente, ela não duvidaria que Orochimaru seria capaz de colocar algo tão letal nas coleiras de seus escravos.
Ela não ia arriscar cortar isso pra tirá-la de seu pescoço. Arrombar a trava parecia ter uma possibilidade muito menor de causar uma reação negativa.
Juugo franziu a testa, e Suigetsu correu a língua pelos dentes afiados conforme inspecionava a trava. Ele não tinha qualquer esperança real de encontrar qualquer coisa nova, mas não custava nada tentar.
Ele cutucou a trava com a ponta de uma kunai, não se surpreendendo quando algo pareceu bloquear a passagem. Alguém sem experiência em arrombar trancas ficaria surpreso, mas Suigetsu havia arrombado trancas o suficiente pra saber que a ponta da lâmina não estava sequer alcançando as travas.
Algo estava obstruindo.
Ele tentou se colocar num ângulo melhor pra enxergar dentro da tranca, caso fosse capaz de identificar exatamente o que estava causando o problema. Talvez uma pequena pedra ou um pedaço de terra tivesse entrado durante as viagens de Sakura..."
Mas ele não viu nada – a tranca era pequena demais pra ele realmente conseguir enxergar dentro. Ele estava prestes a pedir a Sakura que fosse pra mais perto da janela onde havia mais luz quando escutou a voz suave de Juugo.
"Está dormindo."
A princípio, Suigetsu acreditou que ele falava de um dos pássaros que haviam pousado no parapeito. Foi só quando levantou os olhos e notou os olhos fechados de Sakura que percebeu que Juugo falava da médica.
Dizia muito do quão exausta Sakura estava o fato de ter adormecido após apenas alguns minutos encostada contra a parede. E vendo como ela havia examinado e tratado Juugo, não imaginariam que ela estivesse sequer cansada.
"Será que devemos movê-la?" Juugo perguntou hesitante. "Ela não parece confortável..."
"É, mas é melhor termos cuidado. A princesa aqui é ninja, lembra? É melhor não surpreendê-la dormindo e ter nossas cabeças arrancadas."
No fim das contas, eles decidiram não movê-la pra uma posição horizontal (Suigetsu imaginou que ela não permaneceria dormindo com uma movimentação assim). Eles então a deslizaram - devagar e com cuidado – alguns centímetros pro lado pra que se encostasse no canto da parede.
Sakura quase acordou quando sua cabeça se encostou no encontro das duas paredes, enquanto Juugo arranjava suas pernas.
"Se você estiver me apalpando Naruto, eu quebro seu braço," ela ameaçou enquanto dormia, em seu breve momento de coerência ela apenas reparou o cabelo loiro a sua frente e as mãos em suas pernas.
"Sabe princesa, alguns homens considerariam isso um preço que estariam dispostos a pagar," Suigetsu brincou, mas ela já havia voltado a dormir.
Juugo a estudou por um segundo, como se fosse um fotografo arrumando o enquadramento perfeito.
"Ainda não terminou sua obra prima?" Suigetsu zombou.
Juugo o ignorou, tirando um cobertor o armário e cobrindo Sakura, ajeitando este sobre ela de forma a se certificar que ela ficasse aquecida.
Só então voltou pro seu assento na janela junto aos pássaros.
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Naruto disparou de dentre as árvores, finalmente aterrissando numa clareira, vários metros a frente de Hinata e Yamato... para encontrar os outros agrupados ao redor de um corpo. Um corpo bem familiar.
Naruto ficou boquiaberto quando reconheceu Deidara da Akatsuki, seu corpo rachado e descamado como se feito de argila... e várias senbon atravessadas em seu pescoço.
"O que aconteceu aqui?" ele exigiu.
"Parece que todo mundo reparou na luz que veio daqui também," Yamato comentou conforme acompanhava o loiro.
"Sasuke e Sakura estavam bem aqui até há alguns momento – seguimos o cheiro deles," um dos cães de Kakashi explicou.
"Ainda há traços deles aqui... junto com o de vários outros," Kiba disse inalando profundamente.
"Então... quer dizer que Sakura está em algum lugar por aqui?" Naruto perguntou desesperado.
"Bem, a mistura dos odores sugere que Sasuke tem mais companhia além de Sakura," Kakashi disse. "Nós teríamos seguido a trilha mais além,... mas ela termina aqui."
"Aqui?" Naruto olhou agitado as árvores ao redor, como se esperasse que Sasuke ou Sakura surgisse detrás de uma delas a qualquer segundo.
"Então é provável que um jutsu de teleporte tenha sido usado," Yamato refletiu. "Há alguns sinais de batalha," ele observou o entorno e encontrou galhos quebrados e troncos arranhados em algumas árvores, "mas visto que não há outros corpos além de Deidara, isso sugere que Sasuke e Sakura sobreviveram o encontro. Na realidade, as evidências sugerem que o golpe fatal foi dado por Sakura."
Naruto olhou o corpo no chão.
"Senbon," Yamato explicou. "Mirados em pontos vitais precisos... pontos que uma médica conheceria muito bem."
Naruto acenou com a cabeça, distraído. Pelo menos parecia que Sasuke e Sakura estavam bem.
Ele sabia que Tsunade, Sai e Kakashi acreditavam que havia algo naqueles boatos sobre Sasuke ter violentado Sakura, mas Naruto se recusava a acreditar naquilo. Ele não seria capaz – Sasuke ainda era Sasuke, no fundo, o que queria dizer que ele não faria nada parecido, especialmente com Sakura.
"Consegui farejar a trilha deles!" Kiba declarou de repente.
Todos se voltaram pra ele.
"Hoje em dia meu nariz é ainda melhor do que a de um cão de caça," ele sorriu. "Achei Sasuke e Sakura."
Kakashi levantou uma sobrancelha, impressionado.
"Bem, o que estamos esperando?" Naruto disse. "Indica o caminho!"
"Esperem!" Yamato gritou. "E o corpo?"
Kakashi pensou um instante. Era verdade que muito podia ser aprendido pelo exame do corpo, mas eles haviam sido enviados numa missão de resgate, não pra coletar informações. E se eles levassem o corpo de Deidara, com certeza estariam sujeitos a ataques da Akatsuki quando a organização tentasse recuperar o corpo pra destruí-lo.
"Deixamos ele aqui," ele ordenou. "Sakura é nossa prioridade."
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"Você acha que ela está bem?" Juugo perguntou enquanto observava Sakura ainda cochilando contra a parede. "Ela está dormindo já faz um tempo..."
"Tenho certeza que a princesa está bem," Suigetsu disse balançando a mão casualmente. "Só tá acabada. Sasuke também não acordou ainda."
O Uchiha continuava alheio a tudo, dormindo tranquilamente em seu futon.
Até que a porta foi derrubada por Karin. "Sasuke, acorda – estamos sendo seguidos!"
Sakura despertou com um alto e deselegante ronco, e Sasuke piscou ao acordar.
"Quem está nos seguindo?" Sakura perguntou, ignorando a confusão sobre como havia acabado adormecida no canto com um cobertor. "Akatsuki?"
"Partimos agora," Sasuke ordenou com a voz firme conforme se levantava. "Preparem tudo. Juugo, você pega o mapa e marca a localização de todos os esconderijos da Akatsuki que descobriu."
"Quem está nos seguindo?" Sakura repetiu.
Sasuke voltou seus olhos pra Karin, indicando que ela respondesse.
"É Akatsuki ou são ninjas de Konoha," ela disse finalmente.
"Konoha..." Uma faísca incrédula de felicidade surgiu no peito de Sakura. "Então você pode me deixar ir!"
Sasuke se virou pra ela. "O quê?"
"Você pode me deixar ir!" ela insistiu.
"Não, não posso!" ele disse abruptamente. "Não temos certeza se é Akatsuki ou Konoha."
Karin, enxergando uma oportunidade de se livrar da outra integrante de Hebi interveio, "havia vários deles... e um deles era um cachorro, se isso faz diferença."
"Só podem ser shinobi de Konoha!" Sakura exclamou. "Se tem um cachorro, isso significa que Kiba e Akamaru estão com eles. Ou é um dos ninken do Kakashi."
Sasuke ficou em silêncio.
"Vamos lá – se você simplesmente me deixar ficar aqui, eles vão me alcançar... e eu posso ir com eles."
Sasuke sabia que essa era uma solução perfeita pro seu dilema, mas de alguma forma não queria aceitar. Ele havia se acostumado com a presença de Sakura... até mesmo gostava.
E ele não podia esquecer a imagem dela quando estavam dentro de Manda, iluminada pelo suave brilho de seu próprio chakra enquanto curava ele, seus olhos grandes e escuros quando olhou pra ele, seus lábios partidos...
Ter Sakura por perto perturbava o cuidadoso equilíbrio que havia construído ao longo dos anos. Sua presença, sua risada, sua vivacidade... tudo isso ameaçava seus objetivos porque tudo que ela fazia distraía sua mente do objetivo de matar Itachi, o fazia desejar ser outra pessoa, qualquer pessoa. Alguém que não tivesse um obstáculo quase impossível em seu caminho, um obstáculo que provavelmente custaria sua vida.
Sakura o fazia desejar ter um futuro... com ela.
E se ele a deixasse ir estaria tudo acabado. Ele podia voltar ao que era, se concentrar na destruição de Itachi e esquecer de tudo mais...
Mas, e se ele não quisesse deixá-la ir? E se tivesse vindo a gostar disso?
"Não podemos ter certeza," ele repetiu. "Você continua comigo."
Suigetsu não achou ser acidental que Sasuke tivesse dito 'comigo' ao invés de 'conosco'.
"Mas ela não pode ajudar com nada," Karin argumentou. "Sua capacidade de cura é medíocre no máximo e-"
"Já chega!" Sasuke grunhiu. "Partimos agora... Sakura também."
Sakura o encarou, sentindo uma dor apertar seu peito. Depois de confessar os motivos para tê-la trazido, depois daquele episódio dentro de Manda, ela havia acreditado que eles haviam se aproximado. Acreditou que talvez ele a respeitasse o suficiente pra cuidar de si mesma, mesmo com a coleira.
Mas ao que parecia, não era o caso. E agora se sentia uma idiota por ter sequer considerado a possibilidade de que Sasuke a visse como algo mais do que uma acompanhante inútil.
Ela se virou, rangendo os dentes pra conter as lágrimas. Ela já havia derramado lágrimas demais por Sasuke.
Sim, ela havia voltado pra ajudá-lo na batalha com Deidara, mas aquilo havia sido diferente. Ela não sabia se ele estava ferido ou não, se precisava de ajuda... mas agora, ele estava de pé, e perfeitamente capaz de seguir sem ela. Por Deus! Agora que ele sabia o quão difícil era derrubar um membro da Akatsuki, ela achou que ele tivesse entendido o quão forte ela havia se tornado!
Mas parece que não. E o desapontamento era demais pra ela suportar.
Juugo veio pra perto e colocou uma de suas enormes mãos em seu ombro num gesto de conforto. Sakura segurou sua mão, sorrindo de forma agradecida, e uma sensação fria e grave correu por Sasuke. Juugo levantou os olhos e encarou Sasuke, e o Uchiha automaticamente ficou tenso. Juugo tinha muito carinho por Sakura... era bem possível que abdicasse da promessa feita em consideração à antiga amizade com Kimimaro e atacasse Sasuke se acreditasse que ele estivesse causando a angústia dela.
Mas o momento se prolongou sem que ninguém se movesse, e finalmente Juugo se inclinou pra Sakura. "Você precisa ser cuidadosa, Sakura. Se realmente não há como determinar quem está nos seguindo..."
"É," a médica exalou, mas Sasuke pôde perceber que ela estava apenas fingindo concordar pra não ferir os sentimentos de Juugo.
"Você parece recuperado de um modo geral," Suigetsu observou conforme eles deixavam o quarto e Sasuke colocava seu manto preto.
Sasuke acenou com a cabeça. "Parece que absorver Orochimaru aumentou meus poderes exponencialmente."
É claro, Sakura tê-lo curado ajudou.
A médica seguiu atrás deles com Juugo ao seu lado, se esforçando pra não demonstrar o quão deprimida realmente se sentia. Por um momento considerou simplesmente se recusar a ir a qualquer lugar, mas não quis pressionar Sasuke longe demais. Ele já havia ameaçado deixá-la inconsciente pra levá-la com ele, e visto que ele parecia ter desconsiderado qualquer pequena ligação que vinham construindo ultimamente, ela não acreditava que ele hesitaria em cumprir a ameaça. Desde que permanecesse consciente... ainda tinha chance de escapar.
E visto que seus amigos estavam por perto, ela não teria nem mesmo que fugir de Hebi até chegar em Konoha – apenas tempo o suficiente pra encontrar seus amigos.
"Por enquanto vamos seguir as pistas que Juugo conseguiu," Sasuke explicou. "Vamos visitar vários esconderijos da Akatsuki."
Os outros concordaram com a cabeça, exceto Sakura, enquanto continuavam o caminho. Karin agarrou o ombro de Juugo, fazendo com que ele parasse.
"Você acha que pode fazer algum dos seus pássaros me ajudar?" ela perguntou em voz baixa.
"Com o que?"
"Eu tenho a camisa que Sasuke estava usando," ela disse, expondo o tecido branco manchado de suor e sangue.
"Pra que você ficou com a camisa destruída de Sasuke?" o loiro perguntou com nada além de simples curiosidade na voz.
"Esquece o porquê!" ela chiou. "Ninjas de Konoha costumam usar cães farejadores – podemos usar isso pra tirá-los do nosso rastro... só que eu não tenho nada com o cheiro da Sakura."
"Você quer que eu peça pra ela algo que tenha o cheiro dela?" Juugo perguntou como se estivesse ficando nervoso.
"Precisamos despistá-los," Karin argumentou. "Afinal de contas, nós presumimos que sejam ninjas de Konoha, mas não temos certeza, certo?" Pode ser Akatsuki vindo atrás de Sasuke e Sakura por eles estarem envolvidos no assassinato de um de seus membros. Você não quer a Akatsuki perseguindo a Sakura, quer?"
Juugo franziu a testa, debatendo a questão. Então, obviamente chegando a uma decisão, apressou o passo pra alcançar os outros a frente. Ele falou com Sakura – apesar de não poder ouvir o que dizia, Karin viu os lábios de Juugo se movendo. Sakura lhe ofereceu um pequeno sorriso triste e puxou a mala que carregava de suas costas e a entregou pra Juugo sem mais nem menos.
Juugo então diminuiu a velocidade lentamente, discretamente ficando pra trás até estar lado a lado com Karin.
"O que você fez?" ela perguntou.
Juugo parecia se sentir um pouco culpado. "Só disse que ela parecia cansada, então se ela quisesse, eu poderia carregar a mochila pra ela."
'Ninjas estúpidos de Konoha,' Karin pensou com desdém. 'Ingênuos demais... '
Juugo abriu a mochila de Sakura, tirando uma muda de roupa empoeirada e suada. Eram as roupas que Sakura usou mais cedo naquele dia, antes de trocar pelas roupas limpas que vestia agora.
"Bingo," Karin sorriu, pegando uma kunai e cortando pedaços das roupas.
"Será que devíamos fazer isso com nosso cheiro também?" Juugo perguntou enquanto atraía um grupo de pássaros pra eles.
"Acho que não," Karin respondeu, amarrando dois pedaços de tecido – uma da camisa de Sasuke e outra de Sakura – no pé de um pássaro. "Se for Konoha nos seguindo, eles só vão conhecer o cheiro de Sasuke e Sakura. E se for Akatsuki, é a mesma coisa – afinal de contas, eles são os únicos dentre nós que tiveram contato com a Akatsuki, então são os únicos nos quais eles estariam interessados."
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"Temos um problema!" Kiba avisou. "O rastro de Sasuke e Sakura está se movendo... e está se espalhando em várias direções."
"Eles devem ter arranjado um plano pra nos tirar do rastro," Kakashi comentou.
"M-mas como eles p-podiam saber que estamos no r-rastro deles em p-primeiro lugar?" Hinata perguntou.
"Eu diria que a equipe de Sasuke inclui um shinobi extremamente habilidoso em sentir chakra," Kakashi respondeu.
"Então vamos buscar em todas as direções ao mesmo tempo!" Naruto proclamou enquanto suas mãos passavam pelos selos de sua técnica mais tradicional.
No instante seguinte, a floresta estava tomada por cópias de Naruto, cada uma seguindo numa direção diferente.
Uma delas teria que interceptar seus colegas desaparecidos com certeza.
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Sakura estava quieta, e Sasuke disse pra si mesmo que isso não lhe incomodava. Hebi havia parado numa pequena clareira, perto de onde acreditavam ser uma das bases da Akatsuki.
E Sakura ainda não havia lhe dirigido uma palavra sequer. Ela nem mesmo olhou em sua direção. Se estivesse furiosa, ele poderia simplesmente ignorar e esperar que ela se acalmasse. Se tivesse tentado fugir, ele poderia simplesmente impedi-la.
Mas essa... aura de depressão passiva – como se estivesse magoada mas tentasse não ceder – era algo com que ele simplesmente não sabia lidar. Ele não queria vê-la tão infeliz.
Eles viajaram assim por no máximo 45 minutos, e Sasuke já sentia uma necessidade desesperadora de consertar as coisas de alguma maneira.
Ele queria vê-la sorrir novamente, sorrir de verdade, mesmo que fosse só com Juugo ou Suigetsu. Ele queria ver aquele espírito vivaz dela, mesmo que fossem faíscas de raiva quando ela gritasse com ele.
Os ataques de Sakura, ele havia sido capaz conter. Seus comentários irônicos, ele ignorou quase todos. Sua raiva... ele podia lidar com isso.
Mas essa... tristeza silenciosa o forçava a se dar conta do quanto estava realmente magoando Sakura ao lhe negar sua liberdade.
Mas o que ele podia fazer?
'Você sabe o que você pode fazer... ' veio um sussurro do fundo de sua mente. ' Você pode deixá-la ir. Não há mais desculpas que possa dar – você sabe que é Konoha quem está vindo atrás de vocês, não Akatsuki. Sakura não está aqui pra você protegê-la – ela está aqui porque você a quer aqui! Mas você nunca parou pra considerar o que ela queria. '
"Sakura, vem comigo," Sasuke ordenou. "O resto de vocês – fique aqui."
Sakura rangeu os dentes e obedeceu, determinada a se comportar como se Sasuke não fosse ninguém mais que seu carcereiro. A partir de agora, ela não lhe devia nenhuma lealdade, nenhum sentimento – nada!
Ela vinha sufocando sua tristeza há tanto tempo, preferindo se concentrar em sua raiva, que quando levou esse golpe, se viu arrastada numa onda de depressão. Ela tinha certeza que tinha deixado Juugo preocupado (e provavelmente Suigetsu também) com seu comportamento apático e abatido, mas estava se esforçando pra lidar com o fim da esperança que talvez, só talvez, Sasuke pudesse ser puxado de volta do buraco de escuridão no qual havia se enfiado.
Se ele a tivesse deixado ir... teria provado que o Sasuke que ela conhecia não havia sumido por completo.
Mas ele não deixou. Sakura suspirou, então balançou a cabeça com convicção, dizendo pra si mesma pra crescer e sair dessa. É claro, doía, mas ela tinha que superar isso e se recompor.
Afinal de contas ela havia lidado com o abandono de Sasuke, não havia? Ela podia lidar com isso, com certeza.
De sua parte, Sasuke estava lutando com essa revelação pessoal. Era chocante se dar conta que ele não havia trazido Sakura com ele por que estava preocupado com sua segurança – ele a havia trazido consigo por que não queria se separar dela novamente. Ele a queria junto dele, então a trouxe.
Sem qualquer consideração pelos sentimentos dela quanto a isso.
Ele começava a se dar conta que quando se tratava de Sakura, ele havia sido egoísta sua vida inteira. De uma forma assustadora, muito pouco de sua interação com ela havia levado em consideração os sentimentos dela. Era sobre o que ele queria, o que ele precisava. Sempre foi sobre ele...
Ele sempre foi egoísta com Sakura... então seria generoso dessa vez. Ela queria sua liberdade, e ainda que não quisesse vê-la partir... ele lhe daria ao menos isso.
Encontraram a caverna que servia como entrada pra base da Akatsuki, e Sasuke entrou por ali, virando num dos túneis, apenas o suficiente pra se isolar do mundo exterior, mas não o suficiente pra entrar no esconderijo propriamente dito.
"O que está acontecendo?" Sakura perguntou em voz baixa quando ele se virou pra encará-la.
A luz escassa da caverna fez Sasuke se lembrar de quando estavam dentro do corpo de Manda... e aquele momento quando considerou beijá-la.
Se iria deixá-la ir... não poderia ser egoísta uma última vez?
Ele se aproximou lentamente até estar a poucos centímetros dela.
Qualquer outra pessoa teria se sentido intimidade pelo avanço, desconfortável com a proximidade... mas mesmo agora, depois de tudo que ele havia feito pra ela, os olhos de Sakura não demonstravam nada além de uma leve curiosidade por suas ações.
Mesmo agora, ela não o temia realmente. Sasuke se reconfortou por esse pensamento.
Sakura olhou Sasuke de baixo, incapaz de decifrar as razões por trás de seu comportamento... seja lá o que estivesse fazendo.
Se ele esperava intimidá-la pra fazê-la cooperar (explicando por que ele havia deixado Juugo e Suigetsu pra trás) ia ficar seriamente desapontado.
Mas ele não estava fazendo nada pra intimidá-la. Pelo contrário, a mão que deslizou pelo seu rosto até baixar-se novamente lhe trouxe memórias daquele momento roubado dentro de Manda.
'O que ele está tentando fazer?' ela se perguntou.
Mas então ele deu um passo a frente, cruzando o mínimo espaço restante entre seus rostos.
Inclinando de leve a cabeça, a beijou.
Dizer que Sakura estava surpresa seria pouco. Seu corpo inteiro se paralisou enquanto seus olhos verdes arregalados encaravam os olhos fechados de Sasuke.
Parte da mente de Sakura (a parte que ainda funcionava) podia admitir que quando se imaginava beijando Sasuke – o que aconteceu mais vezes do que ela gostaria de admitir desde o episódio em que o havia curado -, imaginou que ele provavelmente agiria de forma dominante, talvez até um pouco violento. Teria feito sentido Sasuke tratar um beijo como se fosse uma forma de combate.
Mas ao invés disso, ele era dolorosamente gentil. Seus lábios tocavam levemente os seus, e ele não fez nenhum movimento pra aprofundar o beijo. Não fez nenhum movimento pra mantê-la perto também – seus lábios eram o único ponto de contato, seus braços estavam livres ao seu lado – os braços de Sakura também não se moviam, mas era mais fruto do seu choque do que qualquer outra coisa.
Ele recuou antes que ela pudesse corresponder ao beijo, seus olhos se abriram novamente. E podia ser imaginação de Sakura, mas ela podia jurar que eles pareciam... tristes.
"Você está livre pra ir," Sasuke disse baixo, desviando o olhar.
Sakura o encarou boquiaberta, certa que havia escutado mal. "O quê?"
"Você está livre pra ir," ele repetiu, soando como se as palavras lhe doessem.
(cena: mangá 366)
Parecia que ele ia dizer algo mais, mas de repente ficou tenso, se virando devagar.
Sakura presumiu que ele havia sentido algo.
"Tem mais alguém aqui?" ela perguntou séria. Ela era uma kunoichi afinal de contas – beijos estranhos sem motivo algum do seu amor de infância que você nunca deixou de amar podiam ser deixados de lado diante de ameaças imediatas.
Sasuke não respondeu, encarando a caverna escura. "Quem está aí?"
Um figura obscura se moveu, levantando a cabeça... e revelando olhos de Sharingan.
"Olá, Sasuke."
Itachi estava de pé diante deles.
Sakura engasgou surpresa com a própria respiração, e ao seu lado, viu Sasuke ficar tão tenso que parecia que seus ossos se quebrariam sob a força que seus músculos exerciam.
(cena: mangá 367)
"Você não vai se jogar contra mim gritando como vez da última vez?" Itachi comentou.
Sasuke sorriu com malícia, uma fúria fria gravada em cada linha de sua expressão. "Você não sabe nada sobre mim."
Mais uma vez, o jovem Uchiha se moveu rápido demais pra que os olhos de Sakura o acompanhassem. Num segundo, ele estava atrás de Itachi, atravessando seu irmão mais velho com uma lâmina de eletricidade.
O sangue espirrou no chão da caverna conforme o corpo de Itachi caía.
Mas Sakura ainda estava tensa. Não era possível que fosse tão simples...
"Você ficou muito mais forte..." Itachi murmurou, sua voz era baixa, mas perfeitamente audível na caverna.
E então ele se dissolveu numa revoada de corvos.
"Cópia," Sakura sussurrou. Isso queria dizer que Itachi estava por perto?
Sasuke pareceu acreditar que sim – ele estava caminhando mais pro fundo da caverna. Sakura se moveu pra segui-lo... quando de repente sentiu alguém agarrar seu pulso e torcê-lo contra seu próprio corpo, a forçando contra um peito firme. A lâmina de uma kunai se pressionou contra a pele de sua garganta tão perto de sua jugular que ela podia sentir sua própria pulsação contra o metal.
Ela usou a mão esquerda pra agarrar a o braço que segurava a kunai, automaticamente tentando puxá-lo pra longe de seu pescoço enquanto tomava ar pra gritar...
"Um movimento, um som... e eu te mato," veio a voz de Itachi bem ao lado de seu ouvido.
Sakura congelou.
Itachi não gostava do que estava prestes a fazer, mas era necessário. Sakura tinha uma estranha influência sobre Sasuke – se a kunoichi permanecesse com seu irmão, Itachi tinha certeza que as coisas correriam como deveriam. A princípio, não havia gostado das variáveis que sua presença traziam para o seu plano, mas agora tinha certeza que Sakura precisava permanecer com Sasuke a qualquer custo.
Ele pretendia simplesmente lançar o desafio pra Sasuke e partir, mas quando se deu conta que seu irmão estava se preparando pra deixar a garota partir... sabia que precisava intervir.
O que ele pretendia fazer agora não apenas asseguraria que Sakura estaria com Sasuke quando ele o matasse, mas serviria pra aumentar a sede de Sasuke pelo seu sangue.
"Sasuke," ele chamou calmamente.
Sasuke se virou, e se Itachi ainda tinha qualquer dúvida quanto aos sentimentos de seu irmão quanto a Sakura depois daquele beijo, elas certamente desapareceram sob a onda de emoções que tomaram os olhos de Sasuke quando ele percebeu que ela era sua refém.
Foi apenas um momento, uma fração de segundo antes que a máscara usual de raiva e ódio recaísse sobre seu rosto... mas aquele momento foi o bastante. O profundo horror e pânico cego nos olhos de Sasuke colocavam de forma muito eloqüente o quanto ele valorizava a médica de cabelos rosados.
"Se você se mover, ela morre," Itachi disse com calma.
Algo em Sasuke se congelou no momento em que ele se virou pra encontrar Sakura nas mãos de Itachi, com uma kunai contra o pescoço. Ele cerrou os punhos contra o ímpeto de se jogar pra socorrê-la, tentando não provocar Itachi a cumprir a ameaça.
Sangue manchou seus dedos, mas Sasuke estava alheio à dor. Toda sua atenção, todo seu foco estava dirigido às duas figuras a sua frente.
O selo amaldiçoado pulsou – freqüentemente respondia a ódio e raiva, especialmente na intensidade que Sasuke sentia agora – e começou a se espalhar pelo seu corpo. Sasuke rangeu seus dentes lutando pra se conter, mas o controle normalmente perfeito que tinha sobre o selo vacilava. Seu autocontrole usual estava sob o ataque de algo primário e violento que gritava pra que ele despedaçasse Itachi e tomasse Sakura de volta naquele instante!
"Sasuke..."
A voz de Sakura alcançou seus ouvidos – suave e preocupada, com um leve toque azedo de medo – e Sasuke se agarrou a ela, encarando os olhos verdes gentis como se eles pudessem ancorá-lo à sanidade.
E milagrosamente, eles o fizeram.
Da mesma forma que há muitos anos atrás na Floresta da Morte, o domínio do selo sobre ele diminuiu sob aqueles olhos verdes, se retraindo pra sua forma dormente. Seu simples apelo lhe devolveu sua compostura tão rápido que era chocante.
Itachi observou as marcas do selo amaldiçoado retrocedendo, como se repelidos pelo som da voz de Sakura, e ficou admirado.
Ele havia assistido o selo se espalhando, imaginando se Sasuke iria se apressar e forçar um confronto sob a influência corrupta do selo. Ele estava se preparado pra tal evento precisamente... e então Sakura chamou o nome de seu irmão, e as marcas se retraíram como se obedecessem um comando silencioso.
Interessante...
Mas ele não podia se concentrar nisso agora.
"Venha pro esconderijo dos Uchiha, sozinho," Itachi instruiu. "Nós iremos por um fim nisso lá."
Sasuke concordou com um gesto. Ele nunca imaginou que Itachi lhe desafiaria – em todos os cenários que considerou, sempre se viu perseguindo Itachi e o forçando a um confronto.
"E provavelmente vai ser melhor pra Sakura se você se apressar."
'O quê?'
Então ambos Itachi e Sakura desapareceram numa nuvem de penas negras.
"NÃO!" O grito rasgou a garganta de Sasuke. Ele saltou a frente, tentando agarrar inutilmente o espaço onde Sakura estava, mas sua mão acabou encontrando a sólida parede da caverna.
Por um momento Sasuke ficou paralisado, encarando o espaço vazio que até um momento atrás era ocupado por Sakura, se recusando a acreditar no que seus sentidos lhe diziam.
Itachi havia levado Sakura.
Algo ácido e fervente queimava sua garganta como bile. De alguma forma estava mais furioso do que acreditava já ter estado em toda a sua vida, e ao mesmo tempo, nauseado com horror pelo o que havia acabado de acontecer.
Itachi havia levado Sakura.
"Sempre foi que o amor nunca sabe sua própria profundidade até o momento da separação."
- Kahlil Gibran
UWAAAAAAAA ! O_o 'o' *o*
Foi esta minha reação a primeira vez que terminei de ler esta parte da fanfiction. A minha sorte é que quando eu li ela já estava postada completinha e eu pulei na mesma hora pro capítulo seguinte. Sinto muito, mas agora vocês vão ter que esperar o próximo capítulo, o que pode demorar um pouco mais do que o usual (não xinguem a minha mãe que ela não tem nada a ver com isso...)
Já comecei a traduzir o capítulo 15, mas vou ter pouco tempo pra fazer isso. Mas esperem pacientemente que eu garanto: VALE A PENA!
Os próximos dois capítulos inteirinhos vão girar ao redor de Sasuke, Itachi e Sakura, e vai ser bem intenso...
Pra deixar um gostinho, vai aí uma sinopse.
Capítulo 15 - Fachadas
Sasuke se dirige desesperadamente para o esconderijo de seu clã, em direção ao confronto para o qual se preparou sua vida inteira. Mas o único pensamento em sua mente era Sakura.
Nesse meio tempo, a kunoichi se vê à mercê de Itachi, que por sua vez reflete sobre o que esta garota representa pra seu irmão, e tem uma idéia pra aumentar o ódio de Sasuke por ele.
O que Itachi fará com Sakura? Que plano tem ele em mente pra desestabilizar Sasuke emocionalmente?
E o que Sasuke fará quando se der conta das conseqüências que Sakura sofrerá por conta de suas escolhas?
E isso é tudo o que eu vou colocar na sinopse! Acho que já tá bom demais. Mais do que isso estraga a surpresa...
Esperem pacientemente, que assim que terminar eu posto o capítulo 15!
E aí? Curtiram o capítulo 14?
Podem esperar que nos próximos dois capítulos vamos assistir ao confronto entre os irmãos Uchiha,... e vocês não vão nem respirar com a tensão. Pelo menos foi assim comigo quando li da primeira vez...
bjins
dai86
