Segredos da mente.
Nota do autor: Não, eu não criei Hp, eu não sou uma loira inglesa rica, eu não tenho direito algum pelos personagens, só faço fics por diversão sem querer lucro algum, então espero que vocês gostem da fics nova... COMENTEM POR FAVOR..RS
Resumo: Gina tinha uma vida simples na escola, tinha um namorado, era jogadora de quadribol e era uma boa aluna, mas o que acontece quando ela conhece um garoto misterioso na biblioteca que ela nunca tinha visto antes? O que acontece quando este garoto a entende melhor do que qualquer pessoa que ela conheceu na vida inteira? Que o mesmo menino pudesse mudar sua vida tão radicalmente?
Capitulo VII - Histórias que ninguém mais sabe.
Gina sentiu como se estivesse caindo em meio a um buraco sem fundo, ela fecha os olhos com medo, mas assim que percebe que estava flutuando, ela abre um olho para ver ao seu redor.
Ela estava em uma sala do ministerio, ela tinha ido lá com seu pai antes, mas nunca tinha visto uma sala tão luxuosa ou requintada, o ministro Fudge estava sentado em uma escrivaninha com alguns detalhes em ouro puro e parecia sorrir como um louco.
-Parece que estamos indo bem Harry... -Ela se vira para ver onde o menino estava, no começo ela pensou que o ministro estava falando consigo mesmo, mas logo ela o encontra, Harry estava encolhido em um canto do escritorio luxuoso, ela se perguntava porque ele não se sentava em uma das cadeiras da sala, mas então percebe que o menino estava em dor.
O ministro parecia sorrir ainda mais ao que Umbridge entra na sala.
Os dois começam a conversar sem se importar que o menino parecia trilhar no canto do escritorio, parecia que ele encarava a mulher com odio acima do normal, Gina sabia da mulher, ela era uma racista que dizia que o mundo bruxo estava sendo corrompido por mestiços, mas sempre que alguém tentava a associar com comensais da morte, ela falava que não era contra os nascidos trouxas, ela apenas era contra as raças mestiças como lobisomens, duendes e centauros.
Harry parecia querer vomitar diante da presença da mulher, mas ele se contenta em mandar um olhar carregado para a mulher.
-Dumbledore esta aqui ministro -Umbridge fala calmamente, mas lança um olhar para Harry que parecia ainda mais raivoso -O que faremos com... Ele... -O ministro encara Harry com um olhar meio medroso e ao mesmo tempo confiante.
-O jogue no buraco... Alguns dias e ele pode voltar -a mulher lança um sorriso para o menino que parecia estremecer ainda mais, mas antes que alguém pudesse falar mais alguma coisa a porta explode e Alvo Dumbledore entra com um olhar carregado de poder.
-Fudge! O que você... -mas tudo que ele iria dizer desaparece ao que ele vê o menino encolhido no chão -Harry... -Ele estava para dar um passo em direção do menino quando este ofega, Alvo parecia sentir algo e parecia se concentrar em algo, Harry parecia relaxar um pouco, mas assim que o diretor deu outro passo o menino grita.
Ele tinha entrado nos cinco metros.
O diretor encarou o menino que trilhava no chão como se estivesse em imensa dor, ele se vira para Fudge e Umbridge como se eles tivessem feito algo, mas estranhamente eles pareciam sorrir para o diretor, antes que qualquer um poderia fazer algo, Harry se levanta, seus olhos antes carregados de dor e sofrimento, agora aguentavam uma determinação e um poder que nenhum deles tinha imaginado.
Sem movimento algum, ele quebra as barreiras onde ele estava e encara o ministro.
-Estou indo embora -O ministro ficou com a boca aberta, Harry jamais o desafiou nesses dez anos que ele estava em sua companhia, o que o menino viu em Alvo Dumbledore?
Umbridge sai de seu estupor e se vira para o menino.
-Como ousa falar assim com o ministro menino? -ela aponta a varinha para o garoto que nem vacila, com um gesto de mão a varinha voa para Harry, mas antes que ele pudesse pegar a varinha, ela se quebra e pega fogo em pleno ar, o menino ainda encarava a mulher que soltou um berro que surpreendeu a todos no ministerio, Fudge mandava o menino parar enquanto Alvo tentava se aproximar, mas o menino tinha feito algo que o impedia de se aproximar.
Umbridge cai no chão, ela ofegava e chorava ao mesmo tempo, Harry se aproxima da mulher que se afasta com medo, mas o menino se ajoelha em frente a ela e fala suavemente.
-Viva com o seus pecados... Viva com as memorias de todos que você matou... Viva sabendo que até o último instante nessa vida, aquelas crianças, mulheres e homens que você mandou executar... Todas elas tinham um único pensamento... Dolores Umbridge, que seja amaldiçoada pelo que fez comigo... -Umbridge ofega e começa a puxar os cabelos, como se querendo esquecer do que tinha visto, mas Harry não apenas implantou as mémorias em sua mente, ele colocou a vida, as conquistas, os sonhos de cada pessoa que Umbridge o forçou a ver sendo assassinado por suas ordens.
A mulher sai as cegas enquanto tentava se libertar das lembranças, mas nem mesmo os melhores do ministerio conseguiriam tirar aquelas lembranças.
Ela morreria ainda ouvindo os gritos de suas vitimas.
Harry se vira para o ministro, este tinha a varinha na mão, mas assim que os olhos verdes se fixam nos dele, a varinha cai na escrivaninha e Harry fala suavemente.
-Seu pecado foi sua ambição, sua sede de poder... Eu vi o seu passado Fudge, foi o primeiro que conheci depois dos Dursleys... Eu desejava saber onde o homem humilde deu a lugar a este monstro com sede que você se tornou... Eu lhe dou todo o sofrimento, toda a angustia... Medos... Tudo que você me forçou a roubar nesses dez anos... -Cada visita que o ministro recebeu, cada festa que ele teve que ir e levou Harry para descobrir segredos.
Cada vida de cada pessoa a sua volta, tudo, desde sonhos a pesadelos, todo o sofrimento e alegrias, mas acima de tudo, Todo o poder que Fudge queria.
O homem cai ajoelhado, ele percebe o seu erro assim que Dumbledore se aproxima para ajuda-lo, ele tinha usado o garoto de tal forma cruel e vil, enquanto as lembranças ainda vagavam por sua mente, ele percebia os seus maiores erros.
Aliados que ele pensava ser amigos, servindo a Voldemort e rindo as custas da idiotice do ministro.
Inimigos que ele pensava ser uma ameaça, tentando salvar pessoas inocentes enquanto ele os mandava para Azkaban.
Mas o sangue de Fudge congela ao ver uma cena que ele mais temia.
A morte de sua esposa e filha.
Os comensais rindo enquanto as torturava.
Lúcio Malfoy arrancando a mascara e usando o feitiço cortante na sua filha.
Fudge encara Harry por um longo tempo, o menino simplesmente o encarou, depois de tantas memorias ele provavelmente não sentiria mais nada, o ministro tentou ver piedade ou pena naqueles olhos verdes, mas não havia nada.
Simplesmente poder, o mesmo poder que Fudge queria que o menino tivesse.
Antes que qualquer um pudesse dizer algo o menino desapareceu, Fudge encara o diretor que parecia tentar falar algo, mas ele não conseguia ouvir.
Os aurores se aproximaram e perguntavam o que estava acontecendo.
Reunindo forças ele manda todos sairem de sua sala, Dumbledore parecia vacilante ao qual Fudge apenas apontou a porta.
Mas assim que o diretor fecha a porta, ele vê um flash de luz verde.
Abrindo a porta rapidamente ele vê o corpo do ministro com um olhar que muitos se perguntariam mais tarde.
Remorso e vergonha.
As próximas memorias que Gina viu eram das reuniões que o diretor teve ao longo dos próximos dois anos onde ele tentava alcançar Harry, a lista de mortes e de comensais presos parecia aumentar a cada semana, em uma dessas corridas, o diretor recebeu um bilhete de Harry, o menino mau sabia usar uma pena e estava escrito apenas uma frase.
Sírius esta livre, ele é inocente, Pettigrew agora esta morto.
Mais tarde o corpo de Pedro Pettigrew apareceu no ministerio com uma carta de Harry alegando que ele era o traidor dos Potters e que Sírius era inocente.
Outra memoria era de Sírius Black, um homem forte e ao mesmo tempo com um olhar assombrado, gritando com o diretor sobre o que tinha acontecido com o afilhado dele.
-Você não tem ideia do que fez com ele Dumbledore... Os dementadores tentaram o beijar, ele apenas riu e falou que não existia alegria alguma na vida dele para eles roubarem... Quando eles tentaram mais, ele se irritou e incinerou a todos... Ele não os estava repelindo... Ele matou todos... Então ele foi soltando todos que ele julgava ser inocente... Quando ele me olhou... Foi a primeira vez que ouvi alguma emoção nele, mas até mesmo nele parecia fraca, ele me disse "você esta perdoado"... A próxima coisa que eu sei... Estou na casa de Remo e logo que consigo andar, eu tento achar meu afilhado e então descubro o inferno de uma vida que ele teve... -O diretor encara o chão e fala.
-Eu também fiquei surpreso quando o encontrei Sírius... Eu não... Eu não sabia o que tinha acontecido com ele... -Um fato que iria surpreender a todos depois foi que Sírius socou o diretor e fala com uma voz amargurada.
-Você o deixou com os Dursleys... Os mesmos Dursleys que o venderam por dez galeôes e uma ficha limpa que nunca tiveram aquele menino com eles... Você o colocou naquele inferno e não o supervisionou... NÃO ME IMPORTO SOBRE A PROTEÇÃO DE SANGUE, VOCÊ PROMETEU PARA TIAGO E LÍLIAN QUE VOCÊ CUIDARIA DO HARRY -o diretor parecia sentir mais dor ainda e tenta falar ao que Sírius não lhe dá oportunidade -Você poderia ter colocado alguém mais competente para cuidar do Harry... Não tenho nada contra Arabella, mas alguém que soubesse o que realmente estava acontecendo naquele lugar... Mas você deixou esta sua fé cega de segunda chances e bem maior te enganar com falsas promessas de que a guerra terminaria facilmente... Você pensou que ele viria suavemente para Hogwarts onde você o treinaria de forma simples... ELE ERA UMA CRIANÇA SEU IDIOTA -Sírius se vira para sair e fala com uma voz cansada -Ninguém nessa sala vai conseguir acha-lo, ele colocou na cabeça que tem uma tarefa para terminar e sei bem qual é... Vou tentar localiza-lo, mas não para trazer ele aqui, mas para ajudar ele no que precisar -antes que alguém pudesse dizer algo, o homem tinha desaparecido.
Agora eram relatorios de Harry, Sírius, Remo e mais alguns rebeldes que o diretor escutava das pessoas, em parte ele pensava que estava tudo bem, mas quando as mortes pareciam subir de forma alarmante, ele pensou em colocar a cabeça dos três a prèmio.
Só para ter Alastor o golpeando na cabeça por pensar em idiotices.
Gina estava chorando compulsivamente, ela ouviu Harry dizer que sua vida era complicada, mas não imaginou que seria assim, a cada relatorio, ela parecia estremecer cada vez mais, de repente o fogo surgiu na lareira e uma voz falou.
-Hogsmeade... E parece ser ruim... Ele esta aqui... O menino também... -O diretor entra na lareira e vai em direção do vilarejo o que ele viu foi uma cena de horror.
Gina se lembrava desse dia, ela estava no salão comunal quando viu as luzes ao longe, ela achou que eram fogos de artificio o chamou os amigos para ver, todos ficaram vendo os fogos e cogitando o que seria, alguns diziam que a Zonkos tinha explodido e que aquele era o estoque que eles tinham, ela se lembra de rir com os amigos e ficar vendo os fogos ao longe sem se preocupar.
Nunca que ela iria imaginar que a guerra tinha estado tão proximo dela.
Foi então que ela o viu.
Um monstro em forma humana, aquele que aterrorizou seus pesadelos quando criança, o mesmo monstro que ameaçou o mundo com uma guerra sem sentido.
Do outro lado estava o seu Harry, mas este não era o Harry que ela conhecia, não o garoto gentil e amoroso que ela vinha conhecendo, não o menino timido e desajeitado que lia muitos livros, nem mesmo o menino ameaçador que tinha feito Draco Malfoy se molhar.
Aquele era um homem completamente novo para ela, um Harry com uma sede de sangue que ela nunca imaginou existir, ele parecia caminhar decidido para o monstro a sua frente.
-Parece que nos conhecemos de novo Jovem Harry... Embora devo dizer que estou surpreso que o diretor tenha lhe deixado brincar tanto... -Harry não diz uma palavra, mas assim que aponta a mão para o monstro, este tenta se desviar, mas um corte profundo aparece no seu peito -Mas o que... -mas antes que o monstro pudesse dizer mais algo, Harry apareceu na sua frente e começou a socar o monstro com todas as suas forças.
Voldemort estava surpreso com o ataque, ele era um bruxo e quase nunca usou os punhos, mas a força do menino era diferente de um bruxo ou um trouxa, ele parecia quebrar os ossos dele sem medo ou arrependimento, Voldemort tentou usar a varinha para expulsar o menino de cima dele, mas assim que ele apontou a varinha o menino agarra a varinha e a parte em dois com uma mão e continua a socar ele.
Em poucos minutos aquele não era mais um menino atrás de vingança.
Era um animal enraivecido que queria matar a criatura na sua frente.
Voldemort não tinha mais forças para lutar contra, ele só tinha um pensamento, que ele ainda tinha os Horcruxes para o apoiar na sua vida, mas olhando para onde o menino estava, ele percebe com horror todos os Horcruxes caidos no chão.
Destruidos.
Todos eles.
O anel que parecia estar retorcido.
O medalhão que tinha quebrado.
O diario que parecia chamuscado.
A taça que parecia rachada.
O diadema retorcido.
E enfim Nagini, sua preciosa cobra cortada ao meio.
Ele encara a criança na sua frente, o menino que estava tirando sua vida, ele tentaria qualquer coisa para se salvar, então com um último esforço, ele tentou possuir Harry Potter.
Gina encarou com horror ao ver o menino gritar violentamente, ele batia na propria cabeça e gritava para ele sair, com um movimento insano a sua mão parecia se carregar com magia e ele agarra sua propria cabeça e parecia arrancar algo, ela estava com medo que ele fosse se machucar, mas de repente uma forma expectral sai e o menino o joga para longe.
Os olhos do menino caem no expectro que parecia ganhar forma novamente e com uma mão ele lança um feitiço de pura magia.
Tudo que estava na sua frente simplesmente desapareceu.
Não era um feitiço especifico, era magia crua e poderosa.
Ela viu o menino cair no chão e começa a chorar, ela tentou chegar até ele e o abraçar, falar que estava tudo bem, mas ela não poderia, aquilo era uma lembrança, algo do passado do menino que ela amava.
Sírius, Remo e Dumbledore se aproximam, o menino parecia vacilar com dor ao que os três param por um instante antes de se aproximarem calmamente.
-Você fez isso filhote -Sírius fala suavemente para o afilhado que ainda estremecia.
-Eu sou um monstro... Eu sou como ele... -Remo se aproxima e fala.
-Não Harry... Você não é como ele... Você não machucou ninguém por prazer... Ele não era mais humano... Ele era um monstro que adorava machucar as pessoas... -Dumbledore se aproxima e fala suavemente.
-Eu sei que lhe causei muito mau no passado Harry... Mas eu gostaria de lhe oferecer algo que talvez o ajude -todos os três se viram para o velho diretor que parecia cansado -Compreendo que você tenha educação mais do que suficiente para passar em todos os exames possiveis do mundo inteiro... O que estou lhe propondo e que estude o que quiser em minha escola... Talvez até mesmo encontremos algo que possa lhe ajudar com seus poderes -No começo o menino parecia irritado sobre o fato que o homem velho queria o controlar como o ministro, mas assim que ouviu a proposta do homem, ele parecia considerar.
Ele encara Sírius e Remo e fala suavemente.
-Eles também podem vir? -o diretor sorri e fala.
-Acho que estou precisando de um professor de Defesa contra as artes das trevas e os alunos são permitidos levar um animal de estimação -ele fixa seus olhos em Remo e Sírius que pareciam sorrir um para o outro.
Gina sempre tinha se perguntado onde Dumbledore tinha escondido Remo, ele era de longe o melhor professor de defesa que eles já tiveram, ela agora se lembra do irmão dela falando sobre um sinistro e que ele não tinha conseguido dormir a noite inteira com medo do cachorro que ela viu Sírius se transformar agora.
O diretor e Remo sustentam o menino para ir para a escola, o cachorro vinha logo atrás e Gina se perguntava o que estava para ver agora.
Homenagem:
Este capitulo vai especialmente para uma amiga de longa data que infelizmente não consigo mais encontrar no msn estes tempos... chato estar sem net..rsrs
para minha linda amiga Mcjanayna Potter...
Faz tempo que não conversamos ne linda? Espeque que esteja tudo bem e que vc goste da fics.. até a proxima..rs
