- Lilian, o que foi? – Perguntou Tiago quando acordou e viu a esposa se vestindo – Que horas são? – Levantou para conferir o relógio e ficou curioso, 4:30 da manhã. O mundo definitivamente iria acabar, a sua ruiva em pé antes das seis era definitivamente um milagre – Aonde vai?
- Tenho uma emergência – Ela respondeu enquanto prendia o cabelo rubro em um rabo-de-cavalo no alto da cabeça.
- Que emergência? – Ele perguntou sentando-se na cama.
- Uma promoção muuuito imperdível – a ruiva respondeu enquanto calçava os sapatos – Vou acordar a Lene, a cabeça de vento deve ter esquecido – Ela se aproximou do marido e deu um selinho nele – Volte a dormir, não me espere para o almoço.
- Umhum – ele murmurou enquanto voltava a deitar e fechava os olhos – Até mais tarde
Lilian deu um suspiro cansado e pegou a sua bolsa e a maleta médica, saiu do quarto, fechou a porta sem fazer barulho e se dirigiu a porta do lado oposto do corredor, usou o seu cartão mestre para abrir a porta e entrou as cegas no breu que estava o quarto, tateou pelas paredes até encontrar a cama e acordou Marlene devagar, quando finalmente conseguiu Lene acordou assustada.
- Puta merda, é você Lilian? Perguntou baixinho
- Sou eu, vamos o Harry precisa da gente. – Sacudiu a amiga mais um pouco, ela parecia ter despertado mais com a idéia de que o afilhado precisava de sua ajuda. – Vista-se e peque a maleta medica, logo.
- Porque precisamos da maleta? – Perguntou Marlene se levantando.
- O Harry não disse. – Lilian começou a caminha te a porta – Te espero aqui fora.
Sete minutos depois Marlene fechou a porta do quarto tão de vagar quanto Lilian havia fechado a do seu.
- Em que o Harry se enfiou dessa vez – Perguntou Lene enquanto entravam pelo elevado privado para a família.
- É a Gina, Harry me fez o fabuloso favor de me acordar as quatro e vinte da manhã, me disse que ela estava com quarenta graus de febre e não sabia o que fazer e que estavam no chalé dela.
- Harry... Gina... Febre – Disse Marlene devagar – Onde é que eu entro nessa historia, a única coisa que eu tenho que fazer é cuidar dos futuros pipolinhos, ainda não existentes, dos dois e só quando ainda estiverem na barriga, diga-se de passagem, depois é com você meu bem. Não sei em que posso ajudar, obstetras costumam ser o terror dos homens que não querem ter filhos, não sei por que o Harry me chamaria.
- Talvez Gina esteja precisando – Disse Lilian saindo do elevador com Lene – Eu não sei – As duas atravessaram o saguão do hotel até o estacionamento do hotel onde entraram no carro de Lilian
- Em quanto tempo chegamos lá? – Perguntou a morena colocando o cinto
- Geralmente em uma hora e meia em dias normais, sem o trânsito uma hora, comigo no volante, com um pouco de sorte quarenta minutos – Disse Lilian dando partida no carro.
- O que eu vu dizer para o Sirius quando ele me ligar? – perguntou Marlene
- O mesmo que eu disse para o Tiago. Liquidação. – Disse enquanto pegava a estrada a toda.
Seriam longos quarenta minutos.
Gina tremia muito mesmo e Harry estava muito preocupado, a febre havia estacionado em quarenta, mas não era exatamente um motivo para comemoração e ele não a deixaria ali para ir a farmácia comprar um antitérmico, ele a abraçou mais forte porque ela pediu, esperava que ela ficasse bem, sabia que chamar a mãe era um risco, ela era muito amiga da mãe de Gina, afinal era a madrinha da ruiva e o pai de Gina era um dos sócios do hotel e por isso sabia que de uma forma ou de outra, se não tomassem cuidado, Molly saberia e Harry também sabia que Gina o mataria se soubesse que ele havia 'dado um jeito' da sua mãe saber dos problemas do seu 'bebê'.
- Harry – Gina murmurou fracamente – Harry...
- Oi Sonho, quer alguma coisa? – Perguntou ele desesperado.
- Preciso de um banho frio. – Se agarrando mais a ele.
- Mamãe disse que você está quente demais para um banho frio, calma Sonho – Ele afastou delicadamente os cabelos que grudaram na testa dela e depositou um beijo ali sentindo um frio na espinha ao perceber como estava quente – Mamãe já esta chegando, calma, agüenta firme me amor, ela já ta chegando.
- Você esta falando isso pra você ou para mim? – Ela perguntou.
- Desculpe, estou nervoso. – Ele respondeu em meio a um sorriso.
- Esta tudo bem, estou com sono. – Murmurou fechando os olhos.
- Pode dormir um pouco – Ele a deitou na cama e ficou olhando com ódio para os hematomas em sua barriga, como alguém conseguia bater em um anjo como ela? Era um pecado, Riddle deveria apodrecer no inferno e anda seria pouco para pagar o que ele fazia com ela.
Harry deitou ao lado dela e a abraçou, queria que a doença e a dor que ela estava sentindo passassem para ele, não ligaria em sentir o que ela estava passando, desde que ela ficasse bem e que nada interferisse no bem estar dela.
Quinze minutos depois Harry ouviu um barulho motor na estrada e levantou da cama para olhar a frente do chalé pela janela do quarto, o carro de sua mãe estava estacionando na frente da casa ao lado do carro de Gina, saiu do quarto e desceu até a porta da casa e a abriu, a mãe e a madrinha desceram do carro e sua mãe andou até ele e o abraçou.
- Você não dá noticias e quando resolve dar é uma dessas – ela disse em seu ouvido – Vamos ver como ela estar, porque pediu para que eu trouxesse a Lene? – ela perguntou enquanto entrava na casa e Marlene o abraçava.
- Vão saber - Harry fechou a porta e guiou as duas até o quarto onde estava Gina, ela estava tão encolhida na cama...
Lilian e Lene entraram no quarto e Harry continuou parado na porta, Lene se encaminhou até Gina e colocou a mão na testa dela e disse preocupada:
- Está muito quente.
- Pode ir para a sala Harry querido, abrir um buraco no chão – disse Lilian enquanto fechava a porta.
Lilian olhou para a afilhada encolhida na cama e viu uma marquinha roxa na fresta da camisa dela.
Não.Pensou Lilian se aproximando dela e levantando a camisa levemente e viu os hematomas.
- O que foi Lilian? – Perguntou Marlene ao ver a cara de assustada da amiga.
- Acho que agora eu entendo o que o Harry queria quando me pediu para te chamar. – Ela levantou a cabeça e olhou para a amiga – Espero que eu esteja errada.
Marlene se aproximou e entendeu o que a amiga quis dizer.
- Quem fez isso com você meu bem? – Perguntou Lene.
- Meu marido. – Respondeu Gina um pouco amedrontada.
- Meu bem diga pra mim que eu não estou aqui pelo que eu acho que estou. – Perguntou Marlene temendo uma resposta positiva.
Mas a falta de resposta foi suficiente para fazer Marlene tremer.
- Vamos cuidar de você - Disse Lilian – Vamos cuidar de você
Harry estava seguindo a risca o conselho da madrinha: estava tentando abrir um buraco no chão da sala, pensou que Gina não gostaria muito de saber o que ele estava tentando fazer no chão do seu chalé por isso sentou-se no sofá. Fazia pelo menos uma hora que ela estavam lá dentro e nada, pala primeira vez desde que saiu do seu apartamento naquela manhã ele parou para pensar onde exatamente tinha "amarrado seu burro". Se ele parasse para pensar de um modo normal ele veria que estava prestes a passar quinze dias em um chalé, de boa vontade, com a esposa do seu atual chefe que havia sido espancada e violentada pelo marido. No que isso ia dá? (N./A:Em merda né Harry?).
Harry não tinha sido tão burro a ponto de não saber que o sentimento entre ele e Gina nem havia tirado um cochilo, quanto mais desaparecido, os dois ainda se amavam do mesmo jeito que antes, senão mais, Harry sempre sentiu medo do que sentia por ela, era mais forte do que ele podia aguentar e muito, muito mais intenso do que quem estava de fora podia imaginar ver.
Depois de mais alguns minutos de espera Harry ouviu a mãe o chamar, correu até o quarto e entrou Lilian na porta o esperando, ela lhe entregou duas receitas.
- Vá em uma farmácia. – Disse ela com um rosto preocupado que não fez muito bem a Harry, sua mãe raramente se preocupava.
- Como ela esta? – Ele pegou os papeis.
- Vai ficar bem, a febre baixou com o banho, é apenas uma gripe forte, mas não é com ela que eu estou preocupada. Um segundo – A ruiva abriu um pouco a porta do quarto e colocou a cabeça para dentro – Vou com ele até a farmácia – Fechou a porta e foi com ele até o carro. – Ela disse tudo Harry.
- Mãe eu...- Harry não precisava ser um gênio para saber do que a mãe estava falando entrou no carro com a mãe e seguiu para a farmácia.
- Filho eu entendo, mas estou preocupada, com os dois. Quanto tempo mais ela agüenta isso? – Lilian estava preocupada e muito, mas pelo menos dessa vez tinha razão, não se preocupava apenas com Gina, tinha o filho envolvido naquela história toda e ele não pensava quando o assunto era Gina, depois de uns minutos em silêncio ela falou. – Quero que saia do emprego.
- Mãe a Gina precisa de mim, não posso ir agora – Harry protestou.
- Não estou pedindo que a abandone, quero que saia do emprego, são duas coisas diferentes, quero meu filho longe de um louco que arriscou explodir uma casa só para se casar com uma mulher, pode muito bem ajudá-la longe daquele lugar, você sabe que pode. – A ruiva não escondia sua aflição pelo filho, vira e ouvira muito bem o que Tom fizera a Gina, estava com medo pela afilhada, e havia Molly também, se alguma coisa acontecesse a Gina ela não agüentaria. – Harry ele é claramente desequilibrado, e é um louco com poder, dinheiro, você na empresa dele, o quero longe dali ou deserdo você.
- Não me importo com isso e a senhora sabe disso – Ele disse indignado – Não sou mais um bebe mamãe.
- É claro que não é e por isso sabe que estou certa e vai me obedecer - ela disse firme.
- Esta bem – Ele cedeu, ela não iria desistir – Você tem razão
- Eu sei – Ela disse – Acho até que será melhor se você estiver longe, sabia que eu conseguiria conseguir colocar juízo na sua cabeça oca, agora se não se importa vá mais rápido.
Ele olhou para o velocímetro, para mãe e para a estrada, estava a cem por hora, mas lembrou da imagem de Gina encolhida na cama e acelerou, ela precisava dele e Deus sabia o quanto ele precisava dela...
Hermione abriu os olhos, mas não quis se levantar da cama estava tão quentinha, se aconchegou mais ao corpo de Rony.
- Ummmmm – Ronald tentou acordar, mas estava com muita preguiça para isso.
- Bom dia dorminhoco – Sussurrou Hermione antes de morder o lóbulo da orelha dele.
- Não tão rápido – Ele deitou por cima dela a imobilizando e começou a beijá-la por todo o rosto e pescoço rapidamente depois passou a fazer isso mais devagar, se concentrou no pescoço dela com mordidelas e pequenos cupões e ela deu pequenos gemidos.
Rony partiu para a boca dela a invadindo com sua língua ávida pelo gosto dela e começou a passar as mãos de modo desesperado pelo corpo dela que não conseguia parar quieta então ela desceu os beijos para a barriga nua dela enquanto suas mão massageavam lentamente os seios macios dela e desceu mais os beijos a fazendo tremer em antecipação para as sensações que ele a faria sentir quando finalmente a tocasse em seu sexo.
Mas ele ignorou suas necessidades e não correspondeu as expectativa dela e voltou a beijá-la boca lentamente enquanto abria lentamente as pernas delgadas de Hermione e a penetrava rapidamente a fazendo morder o lábio inferior dele e ele começou a movimentar-se de forma lenta e firme a fazendo subir até as alturas enquanto ele a observava maravilhado com o que causava nela, até que nem mesmo Ele agüentou as sensações que causava nela e nele mesmo e se despejou nela enquanto Hermione se contorcia coma força de seu próprio orgasmo e gritava longamente com o fundo da garganta.
Rony afundou a cabeça no pescoço dela e sorriu ofegante.
-Ótimo dia – ele disse- Quer tomar um banho comigo?
Hermione sentou-se no sofá depois do café da manhã e pensou no que fazer. Tinha um problema muito grande nas mãos. Helena havia ligado para ela um dia antes para contar sobre o pedido super romântico por telefone de casamento que Draco lhe fizera, mas não dera tempo para Hermione lhe responder, ou pelo menos de lhe dizer o que achava daquela loucura, ela não tinha idéia de que Draco e Helen estavam juntos oficialmente, muito menos de que ele estava divorciado e que estava louco pra colocar o anel no dedo de novo. Era verdade que todo mundo já desconfiava que Draco nunca tivera um casamento monogâmico com Astoria e que o terceiro personagem era obviamente Helen, a verdade era que as garota brincavam dizendo que Draco traia Helen com a esposa e não o contrario afinal o relacionamento com ela durava muito mais tempo do que o casamento oficial, mas daí casar tão rápido?
O problema de Hermione não era que a amiga iria casar em si, mas sim a bomba que a noticia iria ser para a família, não era segredo para ninguém que os mais velhos não iam com a cara de Draco, nem era porque ele era casado nem nada, era problema de família, todos sabiam que os pais de Helena não aprovavam aquilo, ela ficaria triste sim porque os pais não aprovavam, mas aquilo não impediria a garota de casar, Hermione era quem teria que sondar a família e preparar o terreno para a noticia e depois era ela quem teria que tentar acalmar os ânimos de todos quando a bomba explodisse. PROBLEMAS!
- O que se passa nessa cabecinha linda – Rony perguntou enquanto sentava no sofá ao lado dela.
- Coisas, problemas que não são nossos – Ela respondeu enquanto deitava a cabeça no colo dele.
- E de quem são dessa vez? – Ele perguntou fazendo um carinho no cabelo dela.
- Hellen, mas não pergunte quais são porque vai ficar sem resposta. – Ela fechou os olhos satisfeita com o carinho leve.
- Entendo, mas por hora vamos nos concentrar na gente, hoje, esta bem? – Ele falou enquanto a apertava mais contra ele.
- Esta bem – Ela respondeu sorrindo.
Gina dormia tranquilamente quando Lilian e Marlene foram embora, Harry colocou a bandeja com comida em uma mesinha no canto do quarto e foi tomar banho, 15 minutos depois Harry saiu do banheiro e encontrou Gina acordada, mas imóvel na cama.
- Oi – Ela falou com a voz rouca pelo sono.
- Oi - Ele respondeu – Trouxe comida pra você – Ele pegou a bandeja na mesa e a deixou na cama perto dela.
- Obrigada – Ela pegou um dos pãezinhos e começou a passar manteiga nele, Gina estava sendo obrigada a ficar na cama esperava que pelo menos Harry fosse fazer companhia a ela. – Você já comeu?
- Não estou com fome – Ele respondeu enquanto se sentava ao lado dela.
- Abre a boca e fecha os olhos – Gina sorriu quando ele a obedeceu, se aproximou dele e deu um pequena mordia no lábio inferior dele antes de beijá-lo.
A sensação era a mesma, mas a intensidade era maior, Gina sentia como se o mundo todo tivesse explodindo ao seu redor em milhões de pedacinhos e cada pedacinho entrasse em seus corpos, mas eles não sentiam. Quando o beijo acabou ela perdeu o chão e ele não conseguiu encontrá-lo.
- Você é perfeita sabia? – Ele perguntou enquanto beijava o pescoço dela.
- Você ou alguém já deve ter comentado isso antes – Gina comeu o pão enquanto Harry continuava beijando e mordendo o pescoço dela, bem pelo menos ela tentou comer, Hary estava a deixando louca e sua garanta irritada a estava matando.
No final de tudo era apenas uma gripe forte agravada pela surra que havia levado no chuveiro dois dias antes, sua garganta estava em chamas. Quanto aos hematomas ela não podia fazer muita coisa, estava tomando analgésicos e passaria pomada para apressar a cicatrização, quanto aos estupros era outra coisa, Marlene se mostrara preocupada depois de examiná-la, mas depois falara com um sorriso que uma pomada também resolveria e que em poucos dias estaria nova em folha. O resultado era basicamente que em base de uma semana já estaria bem de novo.
Harry continuava a beijá-la e voltou para o lóbulo da orelha dela o que fez com que ela começasse a tossir, Harry preocupado parou imediatamente o carinho e tentou acalmá-la. Depois de um tempo ela parou de tossir estava um pouco vermelha e cansada pelo esforço, ele colocou a mão na testa dela, não estava quente. Bom.
- Estou com sono. – Gina disse depois que comeu.
- É o efeito do remédio, mamãe disse que você ficaria sonolenta. Descanse. – Harry levantou da cama, mas Gina o segurou pelo pulso.
- Fica aqui. – Ela pediu fechando os olhos. – Dorme comigo.
- Tuuuuuudo bem. – Harry tirou a bandeja de cima da cama e colocou de volta na mesinha, depois tirou o chinelo e deitou do lado dela que se aconchegou mais nele. – Eu te amo Sonho.
- Ummm- Ela mumrmurou.
Por um momento uma sombra passou pelo pensamento de Harry : Se Gina só estivesse com ele para fugir de Riddle? Se ela não o amasse de verdade? E se apenas quisesse se aproveitar dele?
- Esta com aquela expressão, quase consigo ver as maquinas funcionando ai dentro. – Gina disse sorrindo enquanto acariciava a bochecha dele – Quer dividir amor?
- Vai me matar se eu falar. – Ele disse, afinal seria bobagem compartilhar.
- Porque não tenta o suicídio, você é bom nisso quando quer. – Ela disse sorrindo.
- Estava pensando sobre o motivo de você estar aqui comigo. – ele disse sincero, pronto para levar uma bela de uma surra dela.
- Estou aqui porque amo você e porque confio em você, duvida? - Ela perguntou séria.
- Você tem razão – Ele disse a abraçando – não preciso duvidar, sei que é verdade, não sei o que deu em mim. Também amo você.
- Eu sei – Ela o abraçou e fechou os olhos – Confio em você.
Harry ficou observando Gina por um tempo e se perguntou porque fora tão idiota a ponto de realmente acreditar que Gina estava mentindo para ele, ela não era esse tipo de pessoa, não era tão baixa e ela nunca mentira para Harry sobre algo serio, apenas mentirinhas para fazer surpresas para ele ou para tira-los de encrencas, para isso era boa, mas seriamente nunca mentira para ele, não seria a primeira vez agora.
A abraçou forte e também dormiu.
- Bom dia – Draco disse quando percebeu os olhos grande de Helen o observando quando ele acordou.
- Bom dia, vamos levantando. – ela saiu do quarto e Draco percebeu que ela não estava mais de camisola, já estava vestida e pronta para sair de casa.
Levantou da cama e sentiu o aroma do café fresco invadir suas narinas. Tomou um banho rápido se vestiu e foi para a cozinha onde Helena acabava de fechar a geladeira.
- Bom dia dorminhoco, o café está pronto. – Hellen disse antes de dar um beijo rápido nele.
- E quanto ao acordo de passar os finais de semana na cama? – Ele sentou em uma cadeira preguiçosamente e sorriu quando ela sentou em seu colo.
- Nós vamos, mas coma primeiro. – Ela pegou uma fatia de pão e colocou perto da boca dele.
Ele deu uma mordida sentindo a felicidade o invadir. Era bom estar com ela, não lembrava da ultima vez que tinha sentindo tal felicidade, era bom estar com ela e ser dela, sempre gostava de ter o controle sobre uma relação não gostava de que outra pessoa decidisse ao menos o que ele tomaria no café da manhã, quanto mais que dessem comida na sua boca, mas ele não ligava que ela fizesse aquilo. Ela era sua dona e ele era o dono dela, não Ra uma relação em que um mandava no outro, os dois sabiam que não precisavam perguntar ao outro, se conheciam e aquilo seria o suficiente, para os dois.
- Vou precisar de energia? – Ele perguntou malicioso antes de morder o pescoço dela
- Quem sabe? – Ela falou se levantando – Vou na padaria volto em uma 15 minutos ,OK?
- OK – Ela deu um selinho nele e depois saiu porta afora.
Draco acabou o café da manhã e ficou parado na cadeira por um tempo, parou para pensar pela primeira vez desde que fora definitivamente para o apartamento dela ou seria deles? Bem ele ainda não sabia, Hellen falava que queria casar tão cedo, mas aceitara o pedido de casamento o que já era um bom começo. Gostaria muito que ela se casasse com ele, mas nem ele sabia se estava pronto para casar de novo, passara cinco anos casado e nesses cinco anos fora e voltara com Hellen por quase quatro anos, sem contar os anos que passaram antes dele se casar estava a mais tempo com Helena do que com qualquer outra pessoa em sua vida. Já estava na hora de finalmente assumirem alguma coisa seria, pelo menos um noivado longo.
Mas ele não esperava que as coisas fossem ser iguais no apartamento dela fosse como ser na casa antiga dele, por isso resolveu colaborar com ela e começou a lavar e guardar os pratos.
Bem que ele tinha que mudar afinal, mas precisava de uma razão boa e conseguiria, Helena, a felicidade dele e acima de tudo a felicidade dela.
Ela valeria qualquer esforço que ele faria.
Helena entrou no apartamento segurando a sacola com fruta e fez uma careta ao pensar que ainda teria que lavar os pratos, quando tudo o que queria era tirar a calça jeans e pular na cama com Draco.
Quando entrou na cozinha quase caiu para traz, estava limpa. Draco ou algum fantasma que morava na casa havia lavado todos os pratos e os guardado, quase chorou de alivio enquanto guardava as fruta depois correu para o quarto onde Draco estava deitado na cama.
- Foi você ou um fantasminha que lavaram os pratos. – Ela perguntou enquanto tirava a calça apertada.
- Um fantasma que anda pelo seu apartamento. – Ele ligou a TV enquanto ela pulava na cama.
Ele a beijou enquanto soltava ela soltava o cabelo dela, ele rolou por cima dela massageando a língua dela com a dele.
- Por que ligou a TV? – ela perguntou divertida.
- Vamos assisti-la – Ele se aprumou na cama e recostou a cabeça dela no peito.
- Obrigada – Ela falou baixinho enquanto o abraçava pela cintura.
- O fantasma disse que tudo bem. – Ele respondeu sorrindo.
- Você é um fofo sabia? – Ela perguntou.
- É. Eu sei.
- Se continuarmos na cama as aranhas vão tecer teias sobre nós. – Gina falou para Harry quando acordou.
- É eu sei, não me parece uma idéia muito legal. – Harry respondeu sentindo na cama. – Mas você precisa descansar.
- E você poderia ser uma babá – Ela respondeu irritada.
Harry não respondeu, sabia que seria difícil, mas teria que cuidar dela.
Uma Semana Depois...
A ruiva acordou sentindo uma imensa felicidade a invadindo, não sentia dores, levantou da cama com cuidado para não acordar Harry e foi até o banheiro, lavou o rosto e constatou feliz ao olhar no espelho que as olheiras haviam sumido e ela estava corada, levantou a camisa do pijama e viu que os hematomas estavam amarelados e já não doíam mais, agora só faltava Harry sacar de uma vez por todas que ela não era de vidro, não iria quebrar se ele a tocasse, e que ela estava ardendo para ser tocada. E o convenceria disso hoje, agora mais precisamente.
Penteou os cabelos que estavam uma bagunça e saiu do banheiro pronta para a 'batalha'.
Ele ainda estava dormindo então ela sentou na cama e ficou observando Harry dormir, ele parecia uma criança, descansado, doce e inocente, ela tinha que admitir que não queria que ele fosse inocente com ela quando estivesse acordado, parecia que o mundo não podia atingi-lo, que tudo o que os incomodavam não existia, que Riddle não existia. Era como um herói descansando depois de uma grande guerra.
Mas não era verdade, o mundo queria destruí-los e ela sabia que Harry sempre carregava o mundo e os problemas de todos ou seu redor na costas, arrancando dela assim a responsabilidade que lhe era devida, sabia que seriam atingidos, que todos faziam tudo para arrancar a felicidade deles.
Se aproximou dele e colocou seu plano em pratica.
Ela sentou nos quadris dele e começou a beijar o pescoço dele depois começou a acariciá-lo por baixo da camisa.
Harry despertou lentamente, sentindo as caricias já familiares para ele, Gina sabia como acordá-lo. A primeira vez que sentira aquilo fora a muito tempo,não que ele tivesse esquecido do dia. Ele jamais esqueceria...
'FLASHBACK
Harry acordou sentindo um carinho gostoso no pescoço depois no tórax, mãos pequenas e delicadas que logo foram substituídas por uma boca afoita em seu pescoço, com seus beijos quentes e molhados, ele estava excitado, abriu os olhos apenas para constatar que não era um sonho, havia uma ruiva miúda o assediando com seus carinhos nem um pouco inocentes.
Gina estava impossível de se conviver, não que aquilo fosse uma coisa muito ruim afinal ele era um homem e homem com muitos, muitos hormônios ativos e fervendo, 16 anos ora, quem poderia culpá-lo?
O problema era que Gina só tinha 14 anos, embora teimasse com todos que seu aniversário de quinze seria em três semanas, para todos ela tinha apenas 14. Mas ela não parecia muito disposta a esperar.
Há uma semana ela começara a atacar Harry de surpresa, eram provocações das mais insuportáveis para um homem, abraços apertados e provocantes em que ele tinha que afastar os quadris do dela para que ela não percebesse o que estava fazendo com ele, roupas provocantes, embora ninguém mais tivesse notado as saias dela haviam perdido dois dedos, a blusas que não causavam nenhum dano a sua sanidade mental haviam sumido do seu guarda-roupa, e os vestidinhos? Era bem verdade que eles não tinha nada demais para ninguém , a não ser é claro se eles não levantassem toda vez que ele se abaixava na frente dele, era impressão dele ou de repente as coisas haviam começado a cair com muito mais freqüência quando eles estavam sozinhos? Mas se tinha algo que estava superando todos os limites eram os carinhos por debaixo da mesa junto com aqueles sorrisos que o faziam babar. Doooor Senhooor, o que ele fizera para merecer tudo aquilo?
Ele a afastou bruscamente e sentou na cama.
- Você esta impossível sabia? – Ele perguntou de costas para ela.
- Não acho, você não me lava a serio Harry, nunca me levou. – Ela falou provocante, ele sentiu ela se aproximando por traz – Quer que eu lhe deixe em paz?
- É eu quero. – Ele continuou paradinho, quem sabe ela não ia embora sem 'revistá-lo' antes?
- Me da um beijo – Ela disse apoiando a cabeça no ombro dele.
- Você esta louca – ele disse sem se mexer, se ela insistisse mais um pouquinho ele aceitava e nem era porque ela ia deixar ele em paz.
- Então eu vou continuar te provocando – Ela saiu da cama rapidamente.
NÃO! Ele iria explodir se ela continuasse com aquilo.
- Ta bem! – Ele disse antes de dar um suspiro derrotado – Um beijo e você me deixa em paz, certo?
- Nunca mais encosto em você – Ela respondeu enquanto sentava no colo dele e se segurava o abraçando pelo pescoço, maldade Gina, pura maldade. – A não ser é claro que você queira. – Ela deu aquele sorrisinho malicioso enquanto mordia o lábio inferior, deixando ele maluco, ela não precisava encostar nele.
- Nunca mais? – Ele perguntou desconfiado tentado a abraçá-la em seu colo.
- Umhum, nunca mais – Ela deu aquele maldito sorriso de novo.
- Tuuuuuuudo bem então – Ele disse. – Seja rápida.
- Isso não estava no acordo – ela disse maliciosamente.
- Gina... – Ele gemeu irritado.
- Quieto – Ela disse sorrindo.
Seria só um selinho afinal, não é?
Gina deu um beijinho no canto dos lábios dele e depois começou a fazer pequenas sucções que o deixaram maluco e só depois ela investiu realmente, pedindo passagem, Harry já decidira a muito tempo que resistir não era o melhor caminho com a ruiva, ele deu a passagem de bom grado, seria só mais um beijo como todos os outros que já dera, mas não foi, foi novo, macio,ele perdeu tudo naquela língua deliciosa e os dentes que mordiscaram seus lábios depois lhe deram tudo de volta, nada que ele pensasse poderia ser comparado aquilo, era tão...tão...tão...Gina.
Quando o beijo acabou e ela foi embora do quarto imediatamente, ele pensou que tinha cometido a maior burrada da vida dele, ela estava indo embora,
ele tinha deixado.
Gina cumpriu sua promessa e deixou Harry em paz, mas continuou a olhá-lo de longe. E nisso passou-se um mês, agora era ele quem a queria, aquilo não fora um beijo, foi uma algema, ele estava preso a ela e só aquela pequena bruxinha tinha a chave.
Ele tentou, ele realmente tentou, mas não conseguiu esquecê-la.
Naquele dia ela estava radiante, mais bonita, graciosa e delicada do que nunca, ele não resistiu precisava beijá-la.
Levantou-se da cadeira em que estava sentado no saguão do hotel e caminhou até ela que estava conversando com Colin, um dos estagiários do hotel, o perfume dela naquele dia estava divino, ela havia tomado banho com ele?
Não foi delicado, nem disse um oi ao Colin, simplesmente a pegou pelo braço e a arrastou para o primeiro elevador que encontrou no andar, havia muita gente naquele lugar para o que ela queria fazer com ela.
Quando chegaram a cobertura, o andar onde ficavam os quartos da família, eles estavam sozinhos, Gina tentara se soltar e ficara resmungando algo sobre ele ser grosso e mal-educado, mas agora estava calada e muito, muitíssimo puta com o Potter. Ele não se importava, afinal a culpa de tudo isso era puramente dela.
Saíram do elevador e ele a arrastou para o seu quarto, assim que fechou a porta do quarto ele a prensou com seu corpo contra a parede.
Gina olhou para Harry um pouco confusa, o que dera nele? Aquilo no olhar dele era...desejo? Não, definitivamente não.
- Muito bem bruxinha, você conseguiu – Harry beijou o pescoço dela e Gina agradeceu por ele a estar segurando ou teria virado caído no chão.
- O que? – Ela perguntou confusa, será que já haviam dito a ele que fazer aquilo com ela era maldade?
- O seu feitiço funcionou sabia? – Ele parou de beijá-la para sentir melhor o perfume dela.
- Feitiço?
- Aquilo não foi um beijo e você sabe. – Ele a olhou no olhos, só um pouquinho mais e a beijaria. – Bruxa.
Gina deu um pequeno sorriso antes de Harry a beijar, ele investiu sua língua fundo e gostoso na boca da ruiva e apertou contra si pela cintura fina dela que o abraçou pelo pescoço enquanto brincava com sua língua de forma sensual e sentia um arrepio lhe subir medula espinha acima, Harry simplesmente esqueceu que alguém poderia entrar em seu quarto a qualquer momento e estragar a festa dos dois, que ela tinha seis irmãos, homens, mais velhos que o castrariam com uma tesoura enferrujada se imaginassem o que estava acontecendo ali dentro. Gina sentiu o chão sair de seus pés e o ar faltar e se afastou dele sorridente.
- É, parece que eu realmente fiz o serviço direitinho, né? – Ela perguntou dando aquele maldito sorriso de novo e deitando na cama dele.
- Muito bem por sinal – Ele sentou na cama ao lado dela e ficou olhando para ruiva com os lábios vermelhos – Estou apaixonado por você.
O sorriso dela se alargou e ela sentou na cama.
- Amo você sabia, desde sempre, mas você Harry é um imbecil – Ela continuou falando alguma coisa sobre ele nunca ter reparado nela, parara de ouvir o que ela dizia no 'amo você', era um sentimento recíproco afinal.
Ele a interrompeu com um beijo brusco que fez com que ela sorrisse antes de corresponder decentemente ao beijo.
Passaram a tarde toda no quarto dele namorando, nada muito inocente, mas ele a respeitou e a deixou escapar virgem do quarto, mas os dois sabiam que não seria por muito tempo, antes de sair do quarto para jantarem ele a pediu em namoro decentemente e ela apenas deu aquele maravilhoso sorriso mordendo o lábio ao mesmo tempo.
FLASHBACK'
Sorriso esse que a ruiva exibia agora para um Harry que havia despertado totalmente e percebia as intenções da mulher que estava em cima dele.
Ele estava pirando de desejo pela ruiva, mas tinha muito medo de machucá-la se tocasse nela agora.
- Você esta bem? – Ele perguntou – Me parece um pouco cedo para isso Sonho. Não quero te machucar. – Ele se afastou dela.
- Harry você não me quer é isso? – Ela perguntou com lagrimas no olhos enquanto se levantava da cama, as vezes ele precisava de uma pequena encanação para fazer alguma coisa.
- Não quero machucá-la Sonho – ele a segurou pelo pulso antes que ela se afastasse demais da cama.
- Você não me machucaria nem se atirasse na minha cabeça Harry, eu vou enlouquecer se você não me fizer sua logo e sei que o mesmo acontece com você – Ela disse sentando na cama ao lado dele – Estou bem.
- Mesmo? – ele perguntou sentando na cama.
- Mesmo – Ela disse.
- Então vem cá – Ele a apertou delicadamente contra si enquanto a beijava com todo aquele desejo contido.
Era hora de apaziguar todo aquele fogo que queimava dentro dos dois, ou melhor era hora de aumentar o fogo dos dois...
Não matem nem xiguem a pobre autora pela demora, tmabém sou leitora e entendo vocês, mas tive alguns problemas e sem contar que além de preferir a caneta eu odeio digitar quando tudo já esta escrito, sem contar que se eu for apenas digitar a fanfic fica sem tanta graça, desculpe, mas agora que eu tô de ferias, YUPYYYY, prometo que tudo sai mais rápido.
Muito obrigada por todo mundo que vem lendo Destino, aos que a colocaram nos favoritos e é claro aqueles que me deixaram reviews, CAMPANHA DE NATAL: FAÇAM UM AUTOR FELIZ POSTEM REVIEWS.
E TIA HEVA VC JÁ LEU SINTASSE SATISFEITA AGORA.
Postando mais fanfics.
Bjs e Obrigada,
MALLU LIMA LYNX.
