Disclaimer: By fan to fans. No money.
O que está entre - "aspas" é fala/diálogo.
O que está entre - (parênteses) é discurso no pensamento, ou seja, o personagem está pensando/'falando' com si mesmo, SEM pronunciar em voz alta.
Inu: cachorro
Shirou: castelo ou mansão japonesa
Daiyoukai: Grande youkai
Haha: Mãe
Kappa: youkai aquático. Têm bico amarelo, pele verde, uma casca de tartaruga nas costas, cabelo preto com corte estilo "franciscano" (formato de "cuia" e careca no meio), membranas entre os três dedos de cada mão e cada pé etc. Pode ser bom ou mau.
Inu no Taisho: Líder dos cães
-hime: princesa
Oujou (-sama): princesa
Ouji (-sama): príncipe
Anou: Hã; Hum; Er
Acoplar: casar
Acasalar: fazer amor
Shougi: porta de correr japonesa
Obi: fita de pano que serve para amarrar o kimono ou a yukata. Nesse cap. a Rin está usando a versão mais simples, para dormir. Lembrando que ela sempre fará o laço atrás, nas costas. Só prostitutas, concubinas ou gueixas de baixo nível fazem o laço na frente.
Gomen nasai: essa era a palavra que Rin iria dizer, mas ela será interrompida. Vocês vão entender. Significa 'desculpa' de uma forma mais polida.
Capítulo 3: Crescimento
A chegada de Rin ao castelo foi desconfortável para todos os inu youkais. Sesshoumaru já havia previsto que isso aconteceria, então permaneceu junto à garota o tempo todo, durante os três primeiros meses.
Ela não tinha permissão de percorrer o shirou sem ele.
A não ser pela ala oeste e pelo jardim adjacente.
Foi incomodo para ambos.
A menina era curiosa e impulsiva. Queria andar por todos os lugares. 'Porque é divertido', ela respondeu.
O daiyoukai acompanhava a jovem, mas, algumas vezes, tinha que dizer 'não' mesmo que fosse contrário a sua própria vontade, pois agora sua haha enchia-o de responsabilidades.
A pré-adolescente obedecia, no entanto, à contragosto.
Por parte do aristocrata, ficar próximo à Rin era prazeroso e ao mesmo tempo desconcertante.
Devido ao temperamento carinhoso da garota, era agradável ficar ao lado dela.
Contudo, havia aquela fragrância...
Surpreso, o príncipe descobriu que as fêmeas humanas entram no cio uma vez por mês. E sangram uma vez por mês.
Nas youkais, isso acontece somente uma vez por ano.
- (Por causa da vida curta que eles possuem) - O nobre ponderou.
Ah sim! O aroma do sangue novo era tão atraente quanto o perfume do cio. E o despertava da mesma maneira.
Os inu youkais alimentam-se de carne crua e, conseqüentemente, de sangue. Não era raro que os humanos servissem de alimento para eles.
Todavia, o cheiro do sangue da menina continha o frescor de uma fêmea pronta para acasalar e gerar filhotes.
- (É tão sedutor...).
O guerreiro de cabelos prateados se lembrava daquela cena com diversão: a jovem tinha o rosto muito corado e estava visivelmente constrangida.
O grupo rumava em direção ao castelo das terras do oeste, depois do conflito com o kappa.
Ele a encontrou de manhã. Tinha retornado ao acampamento e não a viu lá, tomando seu desjejum, junto com Jaken. Havia o cheiro do sangue dela no ar, mas Sesshoumaru já sabia o que era...
- (Lógico...).
Após uma semana e meia, depois dos três dias em que Rin esteve no cio, ela sangrou.
O daiyoukai encontrou a garota na margem de uma pequena lagoa formada pela chuva, lavando sua yukata que usava por baixo do kimono e pequenos retângulos de pano.
Ela parecia chateada e havia uma leve fragrância de medo no ar.
A menina levou susto quando viu o aristocrata: - "Ah!" - E, por conseguinte, a jovem fez uma 'cara de choro'.
A visão que o príncipe teve gerou, do mesmo modo, aquele efeito que a garota tem sobre ele: vontade de protegê-la. Ela estava com a face rubra e seus olhos cheios de lágrimas.
- "Hã... Anou..." - disse, curvando a cabeça pela vergonha.
O nobre virou-se de costas, como se fosse sair, mas permaneceu: - "Após você terminar o que está fazendo, venha alimentar-se. Em seguida, nós partiremos" - Como se pensasse em algo, ele olhou pelo canto dos olhos para a pré-adolescente - "Não tenha pressa" - E foi para perto de Jaken - (Esta experiência nova é perturbadora para ela... Rin precisa da orientação própria de fêmeas).
Com encanto, a menina assistiu seu mestre caminhar. Os poucos momentos, em que seu protetor demonstrava afeto, eram muito sutis, no entanto, a órfã conseguia reconhecê-los.
E, outra vez, ela sentiu-se estranha.
A personalidade amigável da criança logo apaziguou os ânimos. A jovem acabou fazendo amizade com todos, principalmente com os machos.
E eles não eram indiferentes à ela...
Sesshoumaru também havia previsto isso.
No mundo inu youkai, sentir o cheiro do cio, do desejo das fêmeas ou do 'fedor' da excitação dos machos era considerado normal e cotidiano. Afinal, reprodução faz parte da natureza. Mesmo no caso do indivíduo já ser 'acoplado'. Porém, consumar o desejo era outra história...
Conseqüentemente, o líder dos cães não tentava esconder seu despertar quando se encontrava com Rin e havia outros presentes.
Nem se constrangia...
Os outros varões também não...
Então, o aristocrata convocou uma reunião de emergência, ainda nos primeiros dias, com os machos que eram moradores e com os que eram freqüentadores do shirou. Sua ordem direta foi de que sua protegida não poderia ser tocada em absoluto, sob pena de morte.
O boato de que a humana servia de concubina ao jovem inu no taisho se espalhou. Entretanto, a garota mantinha a fragrância de uma virgem, facilmente identificável pelos apurados olfatos dos inu youkais. Então, a mentira se desvaneceu.
- "O nosso Sesshoumaru-sama com uma humana? Impossível! Ela é apenas seu animal de estimação. Você não conhecesse o jovem mestre direito. Sesshoumaru-sama despreza os humanos...".
A matriarca também se apegou à criança. E assim como o príncipe, a enchia de presentes. E foi ela própria quem contratou tutores, para educarem a menina e a transformarem numa dama.
No entanto, a órfã nunca perdeu sua personalidade alegre.
Com ironia, o daiyoukai percebeu que a humana tornou-se amada pela maior parte dos inu youkais. Ela era chamada de 'Rin-hime' ou, até mesmo, de 'oujou-sama'.
Apenas as fêmeas jovens, que faziam parte da corte, conservavam certo distanciamento dela. O nobre logo percebeu que existia uma inveja velada, pois a pré-adolescente tinha privilégios e liberdades que nenhuma delas possuía. Principalmente, com o próprio ouji-sama.
Quando a garota adaptou-se ao castelo, Sesshoumaru deu-lhe três empregadas para que servissem de 'damas de companhia'. Deste modo, ele poderia ficar mais despreocupado, já que deixara a ordem expressa de não permitirem nenhum macho, com segundas intenções, chegar perto da menina.
E foi assim que a criança humana, protegida pelo senhor e pela matriarca das terras do oeste, floresceu: com todo cuidado, criação e educação que uma princesa, de um poderoso clã youkai, poderia receber.
É claro que uma pré-adolescente de 13 anos de idade já possui um corpo que começou a mudar. Mas, as pequenas curvas associadas às três camadas de roupas não permitiam transparecer essa alteração.
Todavia, o tempo não deixou que esse detalhe perdurasse.
Um mês depois do aniversário de 15 anos de Rin, Sesshoumaru descobriu que a jovem deixou de ter somente o cheiro como atrativo...
Novamente, ele iria presenteá-la. Agora, era uma tiara de ouro com diamantes, rubis e jades. O inu daiyoukai notou, durante o último banquete, o de celebração de 'acoplamento' de um de seus generais, que sua protegida estava com uma jóia 'muito pequena' no seu penteado.
Era raro o ouji entrar no quarto da garota. No entanto, queria fazer isso sem a perturbação do Jaken, dizendo como a 'humana esstúpida' deveria ser grata à piedade do mestre.
Estava descalça e vestia uma yukata branca com grandes flores azul marinho num dos ombros e no peito. Carregava a jóia enrolada num tecido cor de rosa na mão direita.
Não 'bateu na porta', nem executou qualquer outro ato para sinalizar que iria adentrar o cômodo.
O castelo é dele.
Correu o shougi e deparou-se, no espaçoso quarto iluminado pela lareira, com uma bela fêmea de costas, terminando de amarrar o obi de sua yukata azul marinho, com poucos detalhes de folhas e ramos verdes.
Obviamente, Rin estava preparando-se para dormir.
O cabelo da jovem estava preso num alto 'rabo de cavalo'.
Não a viu descoberta.
Mas enxergou o quê a fina yukata de seda mal conseguia esconder: curvas.
Pescoço, ombros e costas delicados...
A cintura fina...
O quadril perfeito...
Nádegas arredondadas...
E quando ela girou-se para encará-lo, surpresa, o nobre encontrou o volume generoso dos seios e a insinuação dos mamilos.
Sentiu-se despertar, junto com as mudanças habituais de seu corpo youkai.
Pela primeira vez, pensou em sua pupila como uma fêmea adulta, em potencial para acasalar com ele.
- "Oh! Sesshoumaru-sama!" - A adolescente sorriu - "Boa noite".
Por um segundo, o aristocrata saiu de seu transe.
Porém, imediatamente reparou como o cabelo negro dela, comprido até os joelhos, é liso e brilhante. E como a franja emoldura o rosto pálido...
Reparou como os olhos castanhos escuros são vivos...
E como o sorriso da garota é lindo...
E como seus lábios são sedutores...
E como o pescoço é longo...
E como sua tez é alva...
E como os seios são convidativos...
Estacionou a vista ali...
O silêncio foi desconcertante para a humana, até que ela percebeu aonde o príncipe mirava: - (Sesshoumaru-sama... está... olhando? Para os meus...).
Corada, a menina virou-se instintivamente: - "Anou... Rin vai dormir agora".
A órfã dirigiu-se para seu armário e, com uma pontada de tristeza, ponderou: - (Não. Sesshoumaru-sama nunca faria uma coisa dessas...).
A adolescente não reparou, mas seu protetor havia seguido atrás dela.
O jovem príncipe estava com a mente em branco e apenas admirava o corpo de sua pupila.
- (Como este Sesshoumaru não notou isso antes? Tão...).
Os seus pensamentos foram cortados pela cena que assistiu: Rin curvou o tronco, a fim de pegar o futon que estava na prateleira mais baixa, e ficou com o traseiro no ar. A seda deixou transparecer ainda mais suas nádegas.
- (Isso é... uma... oferta?).
Puxou o ar com desespero pelas narinas, querendo encontrar o cheiro da excitação da garota. Contudo, era inexistente naquele momento.
A fêmea arrastava o pesado futon que estava enrolado, para o centro do quarto, e, de costas, ia em direção ao seu mestre.
O nobre calculou a trajetória da menina e desejou que ela fosse mais alta. Rin batia no seu peito, pois a espécie humana é mais baixa que a inu daiyoukai. No entanto, o ouji não se moveu. E já sabia o que ia acontecer...
A órfã bateu seu traseiro nas coxas do aristocrata.
A adolescente ergueu-se depressa: - "Oh! Gome...".
Rin estava virando-se quando o guerreiro espalmou a mão esquerda na sua barriga plana.
A garota congelou.
A mão dele era grande o suficiente para quase cobrir seu ventre inteiro.
E era quente...
- (Macia...).
- "Hã..." - Muito corada, a fêmea ia perguntar.
Sesshoumaru pressionou a mão e fez com que seus corpos se encostassem.
- (Gostosa...).
A menina amoleceu. E cerrou os olhos: - (Quentinho... O quê!).
Ao contrário da órfã, o nobre sentiu-se endurecer por inteiro.
O inu daiyoukai aproximou seus lábios do ouvido direito da humana e ela tremeu com a respiração dele.
- "Porque suas servas não lhe prepararam o leito?" - Sussurrou roucamente.
A adolescente derreteu ainda mais e começou a experimentar um formigamento que ela nunca havia sentido. Rin sequer entendeu as palavras do príncipe de imediato.
A garota levou alguns segundos para raciocinar: - "Hã? Hum... Anou... É que já é tarde... Hã... Anou... O que é isso nas minhas costas?" - Tentou ver.
Prontamente veio à memória do aristocrata todos os seus preconceitos: - (Humana...).
Resmungando baixo, com desgosto, o ouji a soltou. Virou-se e caminhou para a porta.
- "Não tenha piedade dos empregados, eles são pagos para...".
O coração do guerreiro deu um salto e disparou. Cheirou o ar com força. Agora foi o nobre quem tremeu. Concentrou-se tanto no seu próprio desejo, que não havia percebido as reações de sua pupila.
- (ELA ESTÁ EXCITADA!) - O grito dentro dele soou como a anunciação da maior vitória que o inu já teve em sua longa vida - (Rin não é indiferente a este Sesshoumaru!).
Orgulhoso e cheio de si, girou-se para encará-la e encontrou uma mulher com olhar confuso. A inocência da menina fazia seu sangue ferver mais do que já estava.
O príncipe sabia que os humanos não podem sentir esse tipo de fragrância. E sabia que a órfã esquecia-se do poder de ele reconhecer a maioria das reações do corpo dela apenas pelo odor. Na verdade, nem todas as espécies de youkais tinha essa aptidão.
- (Tão forte, tão... delicioso) - Salivou.
- (Que... esquisito...) - A garota notou que as marcas do guerreiro estavam irregulares e seus orbes vermelhos. E que, do peito do aristocrata, saía uma espécie de ronronado. Mas não foi esse o fato que a fêmea estranhou, pois o ouji SEMPRE fazia isso. O caso era que seu mestre a mirava com uma soberba que a adolescente nunca tinha visto antes. Diferente da que o nobre lançava para seus inimigos ou para seus subordinados - (Sesshoumaru-sama nunca olhou assim pra Rin) - Com tristeza, a menina confundiu o 'tipo de orgulho', mas prendeu a respiração quando o jovem aproximou-se dela novamente.
A expressão do príncipe havia mudado.
Era 'o olhar de um predador para uma presa'.
Sentiu as pernas fracas e a coceira aumentar: - (O que está acontecendo comigo?) - Quase teve o acometimento de tocar-se, todavia, não faria isso na frente de seu senhor.
O inu daiyoukai parou: - (O perfume dela pode aumentar ainda mais?) - E concluiu - (Este Sesshoumaru tem que sair daqui ou fará uma besteira).
Com a voz rouca disse num tom imperativo: - "Este Sesshoumaru lhe dará esta jóia" - Esticou o braço.
- "Um presente!" - Sorriu francamente e o pegou - "Ô!".
O guerreiro reconheceu o quê ela tinha visto e virou-se de costas na sua velocidade youkai.
- "O quê é isso, Sesshoumaru-sama?" - Questionou sem pensar.
O aristocrata engoliu com dificuldade antes de responder: - "Bakusaiga".
- "Por debaixo da roupa?".
Ainda com sua voz de comando, cortou a garota: - "Rin. Use essa tiara da próxima vez. Este Sesshoumaru não quer ver sua protegida parecendo uma mendiga".
- "Mendiga? Mas...".
O ouji ficou feliz que a mulher se esqueceu do que tinha acabado de ver: - "Este Sesshoumaru lhe dará outras para que você não use sempre a mesma".
- "Hai, Sesshoumaru-sama. Mas Rin estava usando o kimono novo...".
A voz saiu mais rouca ainda: - "Eu sei..." - E saiu rápido do quarto.
- ('EU'!) - A menina espantou-se.
Voou em sua esfera, com o máximo de velocidade, para o mais longe possível do castelo. E pela primeira vez na sua vida fez algo que ele considerava o cúmulo da falta de controle: deu prazer a si mesmo.
Teria que procurar por um prostíbulo, posteriormente.
Era tão humilhante. Depois de tantos anos de treinamentos exaustivos...
Só Rin conseguiu mexer dessa forma com o daiyoukai. E não faltaram tentativas por parte das fêmeas...
Quando terminou, notou que estava exatamente no lugar favorito dela.
Sentou-se e admirou a floresta.
A noite estava fresca. Estava calma.
Respirou fundo.
O peito doía.
- (O que está acontecendo com este Sesshoumaru?) - O desejo, o nobre conseguia entender, mas essa 'dor' não.
A imagem de uma mulher confusa apareceu em sua cabeça.
Sorriu internamente: - (Se ela fosse uma inu youkai saberia que agora seu aposento inteiro está fedendo à excitação deste Sesshoumaru... E... à ela própria...).
- "Tsc!" - Repreendeu-se - (Desde quando essa fraqueza inata humana tornou-se uma virtude, Sesshoumaru?).
Olhou para o céu. Havia poucas estrelas e a lua não aparecia.
- (Tornou-se bela... Sob os cuidados do shirou... Perfeita...).
Recordou da pele morena que a criança tinha devido à grande exposição ao Sol. Divertiu-se novamente: - (Ela até tinha a marca do kimono).
Levantou e pulou para um galho de árvore, forte o suficiente para o guerreiro sentar-se.
- (Se este Sesshoumaru a tivesse deixado na aldeia humana, talvez ela apresentasse sinais do trabalho nos campos... Não. Este Sesshoumaru não permitiria. E aquela velha, aquela sacerdotisa, queria fazer de Rin uma miko).
Desgostoso, o jovem lembrou que a garota ia algumas vezes para a vila, acompanhada dele, para fazer visitas e para aprender as 'lições de miko', como ela chamava - (Se Rin tivesse ficado, ela seria uma miko tão bela quanto Kagome ou aquela outra...).
Veio à sua mente o seu irmão, que estava sempre ciumento: - (Ela também seria perseguida pelos machos...).
Grunhiu possessivo: - (Humanos miseráveis. O quarto dela está cheirando a este Sesshoumaru agora!) - Terminou vitorioso.
- (Huh!) - Sorriu internamente, deliciando-se - (Ela sentiu este Sesshoumaru nas costas dela... Ela notou o membro ereto deste Sesshoumaru... Ela demorou a perceber...).
Sem o aristocrata notar, a dor no peito havia desaparecido.
Seu coração aqueceu-se: - (Ela nem se importou com a jóia. Se fosse outra, de imediato iria verificar o quão rica a tiara é. Rin nunca se importou com isso. Ela nunca foi falsa como as outras...).
O ouji vibrou com o pensamento: - (Ela perguntou o que era. Minha Rin impulsiva... 'M-Minha'!).
Fechou os olhos e suspirou.
- "Eu quero ela pra mim" - Finalmente admitiu para si mesmo.
Espero que tenham gostado.
Obrigada por todas as reviews. Gostei muito das dicas. Novamente, espero receber críticas construtivas.
Esse capítulo foi difícil de escrever. Eu tenho mania de imaginar as cenas na minha cabeça em forma de mangá ou em forma de cenas de filme. Mas passar isso pro papel é bem difícil. Afinal, o quanto eu tenho que descrever uma cena até que tudo seja transmitido ao leitor da forma mais fiel possível? Então, se alguma coisa ficou esquisita, podem falar à vontade.
Pra quem leu o primeiro capítulo antes do dia 08-02-2011: Eu vou acrescentar as definições das palavras japonesas que ficaram faltando. Mas a história continua a mesma.
Até mais!
