Disclaimer: De fã para fãs. Não há lucro.
Notas da autora:
A partir de hoje vou responder as reviews de cada capítulo aqui mesmo, em vez de mandar uma mensagem privada. xD Eu vi alguns autores fazendo isso e gostaria que meu 'nome' aparecesse em algumas fics, por isso farei o mesmo. Acho que é uma forma de homenagiar as pessoas que tiveram a delicadeza de escrever uma review. As respostas estão no final do capítulo.
Quanto a freqüência das updates, ela não será certa. Mas eu prometo, de todo coração, que nunca irei abandonar a fic, porque eu amo muito esse casal. Nessa segunda as minhas aulas vão começar. E eu trabalho e estudo. Y_Y Para que as atualizações não demorem muito, irei escrever caps mais curtos.
Atenção: fic com classificação M! Sexo, violência e linguagem imprópria.
O que está entre parênteses é pensamento. Reparem que o Sesshoumaru-sama pensa muito, mas fala muito pouco.
O que está entre aspas é fala.
As 'mesas' a que me refiro são aquelas mesas 'baixas' japonesas. E todos sentam-se, de maneira adequada, no piso de madeira.
Acoplar = casar
Acasalar = ^^ 'fazer amor'
Marcar = a explicação está no final da fic, porque ficou muito longa
Setta: sandália própria para uso com kimono (feminino)
Tabi: meia japonesa
Chikara: força, poder
Erai: grande trabalho; trabalho difícil
Akai: Vermelho
Nani!: O quê! / Como!
Aoi: azul
Tori: pássaro
Youki: é o ki / chi / energia (sinistra) dos youkais
Shirou: castelo, mansão japonesa
Arigatou: obrigado (mais informal)
-hime: princesa
-sama: senhor(a), com o mais alto respeito
katana: espada curva japonesa
haori: camisa japonesa
hakama: calça japonesa
botas: igual ao do Sesshy-sama; não sei se existiam naquela época e não sei o nome.
ouji: príncipe
gomen nasai: desculpa; mais formal
oujou: princesa
Capítulo 4: Banquete
Ainda se lembrava de sua 'vitória'.
Ele não nomeou aquilo assim.
Mas sentiu-se assim.
Sentiu-se vitorioso.
Rin havia ficado excitada por causa dele.
Por causa do pequeno 'jogo de sedução' que ele havia feito por impulso.
Sequer havia pensado ou planejado seus atos.
E ela havia desejado ele.
Estava feliz.
Estranhou seus próprios sentimentos.
Vitória e felicidade.
Não nomeou nenhum deles.
Não sabia nomear.
Nunca sentiu algo parecido por fêmea nenhuma.
Havia o desejo.
Isso, ele conhecia.
Achou que era só isso.
Mas, ainda assim não compreendia.
Vitória, felicidade e desejo.
Ah!
O cheiro dela!
Fulminante.
Incomparável...
Perfeito...
Vitória, felicidade, desejo e perfume.
Sem explicação.
É claro que o grande senhor das terras do oeste não foi o único macho que percebeu a jóia preciosa que era a humana Rin-hime.
De imediato, todos notaram o aroma singular e atraente que a criança tinha.
E, em pouco tempo, aprenderam a gostar da menina afetuosa e carismática, tão diferente do mundo youkai.
Também não deixaram de observar como a adolescente crescia com uma beleza sem igual...
Na manhã seguinte, a garota acordou e encontrou o banho e as roupas preparadas por suas servas, como elas faziam diariamente.
E as empregadas descobriram as fragâncias diferentes no quarto de sua mestra.
Com divertimento, comentaram entre si o que poderia ter acontecido com o nobre e sua protegida.
No entanto, sabiam que os dois não tinham acasalado.
Se não gostassem tanto da órfã, ela seria motivo de 'fofoca na cozinha', como os outros funcionários faziam com seus senhores.
Não estranharam o cheiro forte do imperador. Ele, assim como todos os outros machos, tinha essa reação toda vez que Rin-hime entrava no cio ou sangrava.
O diferente foi que a menina não estava fértil e nem no seu período. E ela havia correspondido.
Entusiasmada, a princesa humana contou-lhes sobre o novo presente que tinha ganhado.
Então, na conversa velada entre as três acompanhantes, elas chegaram à conclusão de que tudo não passou de um 'momento', de uma 'excitação temporária' da adolescente e que acabou 'afetando' o príncipe.
Um fato bem mais inocente do que as servas haviam imaginado anteriormente...
As empregadas acordaram em explicar os acontecimentos à garota mais tarde.
Elas ajudaram sua mestra a 'esfregar-se' bastante, sem a órfã entender o por quê. E abriram tudo para 'ventilar'.
Daí o grupo foi até o grande salão onde as refeições eram feitas.
Toda a corte e a maioria dos generais estavam presentes.
Era sempre assim. O shirou estava sempre cheio.
A adolescente sentou-se na mesa onde as fêmeas não acopladas acomodavam-se. E, suas damas de companhia, atrás dela, a servindo.
Sesshoumaru permanecia no trono, com a matriarca a sua esquerda.
O senhor e a senhora do oeste ficavam numa mesa separada, no topo do recinto, sobre um degrau mais alto.
Também haviam os lugares dos generais e comandantes e, separado, o de suas respectivas esposas.
Funcionários entravam e saiam o tempo todo, servindo os alimentos.
Geralmente, o café da manhã e o almoço eram tranquilos. E, sob o olhar invejoso das outras princesas da corte, a humana alimentava-se ao lado do macho alfa e de sua mãe, quando eles estavam presentes.
Somente os jantares continham tantos youkais.
Porém, nesse dia em especial, após a cerimônia da noite anterior, os membros mais importantes do clã esperavam que o 'ritual de acoplamento' da nobreza inu youkai fosse finalizado.
Havia a anunciação do noivado junto a uma festa. Depois de algum tempo, que poderia ter a duração de alguns meses até séculos, era feito um grande banquete. E, na manhã seguinte, a fêmea deveria expor-se para mostrar, através do cheiro, que ela foi marcada devidamente.
Secretamente, o imperador olhava para sua protegida.
Com uma pitada de orgulho, deslumbrava-se: - (Está linda...).
A garota vestia um kimono rosa claro, quase branco, cheio de desenhos de sakuras pintados à mão e com finos traços bordados de ouro. O sedoso cabelo estava solto em sua maior parte. Apenas uma porção era presa de lado, como a menina sempre gostou de fazer, com uma 'presilha' de ouro e prata. Setta e tabi.
O aristocrata desejou que sua pupila estivesse sentada junto dele.
Concentrado no seu 'segredo', ao mesmo tempo que atendia seus súditos e subordinados que vinham bajulá-lo, o daiyoukai não percebeu que, naquele imenso recinto, um grande número de machos fazia o mesmo que ele: admiravam a fêmea humana.
Descaradamente.
A rainha deu uma ordem a uma de suas servas: - "Erai. Traga Rin aqui. Quero que ela sente-se conosco".
- "Sim, minha senhora".
O aristocrata surpreendeu-se.
Inconcientemente, sua mãe 'deu' aquilo que ele queria.
A órfã veio com um grande sorriso no rosto.
O jovem rei engoliu em seco: - (Linda...).
A princesa humana tinha um brilho próprio, que inutilizava seus adornos.
- "Sente-se entre nós, Rin".
- "Hai, Chikara-sama".
A matriarca estava preocupada com a menina. Ela sabia que, sem querer, a garota estava chamando atenção excessivamente.
- (Isso é mau...).
A humana acomodou-se entre os dois youkais de cabelos prateados.
Depois de várias horas, após o horário do almoço, o casal ainda não havia retornado.
- "Chicara-sama, a que horas eles vão aparecer?" - A adolescente perguntou sutilmente, sabendo que estava sendo indelicada. Porém, ela sentia-se cansada.
A fêmea mais velha suspirou de tédio: - "A sua tutora lhe ensinou sobre isso?".
Corando levemente, a órfã respondeu: - "H-hai".
- "Aff... Depende do casal, Rin. Eles têm até a noite para aparecer... Se forem educados...".
A menina suspirou discretamente.
- "Você não precisa ficar se não quiser" - O imperador disse impassível.
A princesa sorriu sem graça: - "Anou... Rin vai ficar mais algum tempo. Arigatou, Sesshoumaru-sama".
A rainha fez um som de chateação: - "Infelizmente, nós temos que passar por isso, Rin. Faz parte dos deveres da nobreza".
A garota teve um momento de felicidade, entretanto, conteve-se. A matriarca a considerou parte da nobreza, apesar dela ser uma camponesa.
O casal apareceu no final da tarde e Rin-hime ainda estava presente.
Ela ficou grata por ter sido persistente. A menina pôde aproveitar todos esses momentos com seus senhores.
Tudo transcorreu bem e a fêmea havia sido marcada.
Após a longa comemoração, Sesshoumaru dirigiu-se ao seu 'escritório' junto com Jaken e alguns subordinados.
Chikara caminhou para seus aposentos.
A órfã também queria descansar, contudo, foi interrompida no caminho...
Um dos mais jovens generais, que comandava uma das infantarias, entrou na frente da menina e suas três amigas.
O inu youkai usava uma armadura semelhante a pertencente ao imperador, mas não continha a ombreira singular nem a grande estola branca. Seus haori, hakama e 'botas' eram pretos. A faixa na cintura, que prendia uma katana, era vermelha e amarela. Andava ereto, elegante e aristocrático. Seus cabelos eram negros, rebeldes e na altura dos ombros. Os olhos eram de um castanho avermelhado. A pele era pálida. Ele era somente um pouco mais baixo do que o ouji-sama.
Quase tão belo como o príncipe.
O guerreiro curvou-se levemente: - "Boa noite, Rin-hime" - Sua voz era bem masculina.
- "Oh! Boa noite, Akai-sama" - Rin sorriu sincera.
- (Tão linda...) - Ele pensou.
As 'damas de companhia' aproximaram-se mais da garota, pressentindo, pelo cheiro, o desejo daquele varão.
O general percebeu, todavia, não se importou.
- "Ouso perguntar à minha senhora".
Ainda sorridente, respondeu: - "E qual seria essa pergunta?".
- "Minha senhora pensa em algum macho como vosso potencial pretendente?".
A órfã ficou sem ar. E seu rosto, rubro.
Os olhos do guerreiro encheram-se de uma arrogante esperança.
A princesa percebeu que muitos dos varões permaneciam reunidos no fundo do grande salão.
Observando-a.
Logo ela ponderou que Akai veio questionar, não somente em nome dele mesmo, mas em nome de todos os outros machos. Que era provável que todos estivessem curiosos. E, aparentemente, ele era o mais corajoso, ou confiante, para interrogar.
Rin curvou a cabeça pela vergonha e sussurrou: - "Anou..." - Não sabia como responder.
- "Vejo que nunca pensou nisso".
- (Na verdade, eu já pensei...) - Entristeceu quando a imagem de um príncipe lhe veio à mente.
- "Não precisa responder, Rin-chan. Vamos embora".
- "Cale-se escrava! Fêmea atrevida! Quem lhe deu a liberdade de dirigir-se à Rin-hime dessa forma?".
- "Fui eu!" - A menina se apressou em socorrer a empregada - "Saori-chan é minha amiga! EU pedi para ela me chamar assim" - Ela estava tão exaltada que deixou de falar em terceira pessoa, como sempre fazia.
- "Hunf!" - Soberbo, cruzou os braços na frente do peito com as mãos dentro das mangas - "Quando for minha exigirei que ponha suas servas em seu devido lugar".
- "Nani?" - A pupila do imperador exclamou.
As quatro fêmeas ficaram atônitas.
- "Vou imediatamente pedir a sua mão ao Sesshoumaru-sama".
O general fez que ia virar-se, entretanto, a garota o interrompeu com um grito:
- "NÃO!".
Colocou as mãos delicadas sobre a própria boca, assustada com si mesmo.
- (O que ele vai pensar se Akai-sama fizer isso?).
O outros machos na sala riram alto por causa da humilhação pela qual o inu estava passando.
- (O que ele vai pensar de mim?).
O guerreiro descruzou os braços, fechou forte os punhos e cerrou as sombrancelhas. Uma postura que denotava claramente sua irritação.
- (Vai pensar que Rin está apaixonada por ele... Vai mandar Rin embora...).
Falou num tom mais sério: - "Porque não? Por acaso está pensando em outro?".
- (Nunca mais irei vê-lo...).
Os varões dentro do recinto enrijeceram com a segunda questão. Queriam saber se eram eles. Tinham esperanças também.
- (E serei obrigada a me acoplar com quem não amo...).
A jovem deu uma grande curvatura: - "Gomen nasai, Akai-sama" - Depois voltou o corpo, porém continuou com a cabeça baixa - "Perdoe Rin".
A garota sentiu pena do inu. Ela sabia o que era amar e não ser correspondida.
Sabia o que era ter ilusões...
Fantasiar...
Esperar...
Esperar...
E esperar...
Um tempo infinito...
O general falou num tom mais ameaçador: - "Oujou-sama não respondeu à minha pergunta".
Queria saber quem era o seu rival.
Queria matá-lo.
Deu um passo à frente: - "Rin-sama?".
- "Me perdoe, mas eu não te amo" - Finalmente disse e curvou-se novamente.
O general deu mais um passo: - "Quem?".
As empregadas agarraram os braços da menina e foram puxando-a: - "Vamos embora Rin".
- "EU LHE DISSE PARA SE CALAR!".
O guerreiro deu um tapa tão forte no rosto da empregada que ela voou longe, desmaiada.
- "SAORI!".
A adolescente tentou correr para ajudar sua amiga, mas Akai segurou-a num dos braços.
- (Sesshoumaru-sama...).
- "SOLTE-A!"- Uma das servas restantes gritou.
Em vão, elas pularam para atacar aquele macho. Todavia, o comandante experiente segurou as duas pelo pescoço, uma em cada mão, e jogou-as contra a parede do outro lado do imenso salão. A força foi tanta que a madeira rachou.
- "NÃO! AOI! TORI!".
- "Ridículo. Ele achou que elas poderiam protegê-la... Agora..." - O general voltou-se para a humana.
- (Sesshoumaru-sama...).
Um dos machos, que assistia, recomendou: - "Não chegue perto dessa fêmea, Akai! Sesshoumaru-sama te mata se você tocar o animal de estimação dele!".
- (Animal!...) - A menina pensou com uma pontada no coração.
O guerreiro virou-se para os outros: - "Você também a quer! Todos vocês querem! Não há dia em que o assunto principal não seja ela" - Olhou novamente para a garota - "Já está na hora. Você está pronta. Ele não vai me negar" - Deu um passo.
- (Sesshoumaru-sama...).
Uma barreira santa e poderosa se formou ao redor da garota.
- "O que é isso? Uma barreira!".
A jovem agradeceu aos deuses por ela ter sido arduamente treinada pela Kaede-sama, junto com Kagome-chan.
Akai riu levemente: - "Não importa. Sesshoumaru-sama vai dar você pra mim e você vai ter que me obedecer" - O macho admirou a mulher humana dos pés a cabeça.
Ela sentiu um tremor.
- (Sesshoumaru-sama...).
Cheirou o ar.
- "Está com medo?" - Sorriu - "Finalmente eu vou ter o que eu queria... Vou lamber esse seu corpo macio por inteiro. Vou entrar com tudo e passar dias fodendo minha princesa, até me saciar" - Lambeu os lábios, salivando.
- "Sesshoumaru-sama..." - Agora, ela chamou por ele.
Akai cerrou os olhos em suspeita, mas, antes de raciocinar, sentiu um grande youki aproximando-se rapidamente.
Um furioso daiyoukai apareceu, rosnando, derrubando as portas do salão...
Espero que tenham gostado!
Marcar = termo comum em fanfictions de InuYasha. Existem muitas variações.
Geralmente, o macho dá uma mordida no pescoço, ombro ou na junção dos dois e deixa uma cicatriz. A marca pode ser só uma cicatriz no formato da mordida, uma "tatuagem" em forma de meia lua ou o ideograma do nome do macho.
Na maioria das vezes, ele marca a fêmea durante o ápice da relação sexual.
Além de deixar o cheiro dele nela, permanentemente, há uma ligação eterna das almas. Se um morre, o outro morre junto. Um pode sentir o que o outro sente. Às vezes, até ler os pensamentos. No caso das humanas, elas ganham a longevidade do marido.
A marcação substitui a cerimônia religiosa, porque "youkais não se casam". Eu discordo, pois o Kouga se casou com a Ayame (não era religioso, mas era uma festa).
Se o macho tocar a cicatriz, a fêmea recebe um estímulo sexual que pode levar desde uma leve preliminar até o orgasmo, dependendo da fic.
Em algumas fics, a fêmea também marca o macho.
Em algumas, o macho marca vários lugares ;) (naquele lugar mesmo, que nós estamos pensando).
Algumas, dá apenas o cheiro e não a longevidade (triste Y_Y).
Isso não existe no mangá-anime (pelos menos, eu nunca vi).
Não tenho certeza, mas provavelmente foi alguma fic de língua inglesa que inventou isso (se alguém souber quem foi o primeiro, por favor me fale). Porque eles queriam que os "cães demônios" acasalassem de forma mais "canina". E também resolveram a questão da 'imortalidade' youkai e 'mortalidade' humana.
Observação: Acho que nos EUA, a palavra 'youkai' foi traduzida como 'demônio'. E muitos americanos acabaram pensando no sentido cristão da palavra 'demônio'. Já vi muitas fics assim. Daí nasceu a idéia de uma relação sexual violenta, além de acharem que os youkais são imortais como os demônios. Acho isso totalmente errado. É melhor não traduzir a palavra 'youkai'. Eu me lembro que no anime do Yu Yu Hakushô, aqui no Brasil, usaram a palavra 'monstro'. Um pouco melhor, mas ainda assim...
Etc Etc Muitas variações... Cada fic tem que descrever a sua forma da marca...
Seguem as respostas para as reviews do capítulo 3:
Anny Taishou: Quanto a ele não estar pensando em você, eu estava brincando... Quem sabe o que o Sesshy-sama estava pensando enquanto ele fazia aquilo? O.o Mas tenho certeza que ele tem uma imaginação muito fértil ;) Achei que o final do cap 3 ficou bem introspectivo. O Sesshy-sama está bem confuso. Eu adoro o Sesshoumaru-sama possessivo! Porque, inconscientemente, ele usa isso como desculpa para não pensar no amor que ele tem pela Rin. Obrigada pela sua consideração de ficar até 1:30 h acordada e ler minha fic. Quando eu postei era 00:00 h. Cheguei um bagaço, no trampo, no dia seguinte, porque tenho que acordar às 04:45 h todos os dias.
Nathi Duarte: Obrigada pelos elogios. Fiquei muito feliz. Se você ainda tiver alguma dúvida sobre kappa ou qualquer outra coisa pode perguntar! É melhor ver algumas fotos de kappas para ter uma imagem em mente.
Bom... quando alguma coisa realmente acontecer, Rin vai ter 16 anos. Na verdade, ela já tem 16. É que o Sesshy-sama, depois de fazer aquilo na floresta de cerejeiras, está relembrando tudo o que aconteceu que o deixou naquela situação. Inclusive o cap de hoje ainda é lembrança. E alguns próximos também serão.
Eu acho que a Rin com 18, ou até com 21 anos é muita coisa. Naquela época as meninas se casavam com 11, 12 anos. Mas é claro que eu não escreveria uma fic com a Rin nessa idade! Então eu dou a desculpa de que um youkai não se interessaria por um fêmea que ainda não tem um "corpão", mesmo que ela já pudesse gerar filhotes.
Mas a Rin com 18, eu fico pensando... por quanto tempo ela teria que sofrer apaixonada pelo Sesshy-sama? Imagine uma adolescente apaixonada e com a idéia de que nunca será correspondida porque nasceu humana! Por uns 5 a 10 anos pensando assim!
E ele não teria nenhum interesse?... nenhuma olhadinha?... Eu acho meio chato pular a história para a Rin com 18 sem dar nenhuma explicação (ou uma explicação superficial) do que aconteceu durante todos esses anos.
A menos que a pessoa explique que o Sesshoumaru-sama está esperando a idade apropriada. Eu já vi algumas fics assim e gostei muito dessa explicação: ele estava planejando! Não é o caso da minha fic.
Observação: Uma coisa que sempre acontece conosco, que gostamos de Sess&Rin: Eu sempre digo para quem gosta de Sesshoumaru&Kagome e odeia Sesshoumaru&Rin: a Kagome tem 15 anos!
Quanto aquelas obscenidades... O Sesshoumaru-sama pensou em tudo aquilo, mas não falou nada. Aliás, ele falou muito pouco.
Acho que ele vai falar xD na hora H...
Obrigada pela review!
sandramonte: Mais um capítulo! Obrigada pela review!
Ufa! Até o próximo!
