Disclaimer: Essa fanfiction foi feita por uma fã. Não há fins lucrativos. Os personagens de Inu Yasha pertencem à Rumiko-sensei.
Notas do capítulo:
O que está entre parênteses é pensamento. O que está entre aspas é fala. Nesse capítulo os personagens vão falar e pensar simultaneamente. Eles falam uma coisa e pensam outra.
Jaken fala com a voz simbilada (ele 'arrasta' o S). Dica: Assistam um pedaço do animê em japonês para escutar a voz grossa e aristocrática do Sesshoumaru-sama ;)
Chichiue: honrado pai
Hahaue: honrada mãe
Daiyoukai: grande youkai (pelo tamanho e pela força)
Tessaiga: a espada do Inu Yasha
Inu: cachorro
Ouji(-sama): príncipe
-chan: tratamento de carinho e amizade; exemplo: "Rinzinha"
-sama: tratamento do mais alto respeito; exemplo: "Senhor Sesshoumaru"
Inu no Taisho: líder dos cães
Daimyou: um grande senhor de terras.
Katana: espada japonesa
Bakusaiga: a espada do Sesshoumaru-sama. Essa espada solta um ácido poderoso e apenas um corte leve é o suficiente para o veneno ser injetado no inimigo e corroê-lo por inteiro.
Oujou(-sama): princesa
hime: princesa
Capítulo 5: Rivais
Sonelemente, Sesshoumaru estava sentado, sobre almofadas, à mesa de seu escritório.
A sua face e a sua postura demonstravam somente nobreza e orgulho.
Todavia, por dentro, ele estava entediado.
O daiyoukai entendia perfeitamente como eram cansativas essas formalidades da corte. Por isso, deu uma chance à sua protegida de retirar-se do banquete.
Bravamente, a garota resistiu o dia inteiro.
O jovem imperador alegrou-se por ela ter permanecido junto dele, fornecendo seus preciosos perfume e doçura, mesmo preocupado com a menina.
Além da busca pela Tessaiga, esse era um dos muitos motivos pelos quais o aristocrata se afastou por tanto tempo do castelo.
Essa chateação constante.
Foram quase três séculos longe, na verdade.
Na frente do inu estavam alguns comerciantes que o bajulavam ininterruptamente.
Parecia que nunca iriam partir.
Agradeciam o tempo todo por terem recebido o convite para participarem daquela comemoração.
E pior.
Jaken não parava de dizer, com sua voz irritante, que não era mais do que obrigação deles serem gratos pela piedade de seu mestre.
É claro que o guerreiro de cabelos prateados pensava em si próprio como infinitamente mais do que todos aqueles elogios.
Entretanto, o senhor das terras do oeste sabia que aqueles vendedores falariam mal dele assim que saíssem do shirou.
O nobre sempre achou que tudo aquilo fosse normal.
Adulação. Falsidade. Submissão.
Afinal, ele foi criado assim.
Existiam todos os empregados, generais, soldados, tutores, comerciantes, princesas e nobres. Mentirosos.
Existiu o seu chichiue. Que sempre lhe dizia verdades e ensinamentos, mesmo que ele discordasse.
Existia a sua hahaue. Que apesar de amar seu filho, o atormentava com provocações e responsabilidades.
Existia seu irmão. Agora havia uma paz selada silenciosamente entre eles, entretanto, não havia amizade.
Existia Jaken. Que o idolatrava, porém era um covarde e tinha o interesse em ser um de seus ministros.
E existia Rin. Com seu carinho sincero. Que nunca mentia. Com sua bondade incondicional. Que o adorava. Com seu desinteresse pela riqueza e poder. Que fazia de tudo para agradá-lo, mesmo que seus atos fossem desastrosos ou atrapalhados...
Sua mente viajou para seu refúgio diante daquela cena ridícula.
Sua Rin...
Antes de Rin, o príncipe não sabia que os elogios poderiam ser sinceros e sem interesse.
Antes de Rin, o jovem não sabia que ele podia querer proteger alguém com sua própria vida.
Antes de Rin, o guerreiro não sabia que podia a...
- "Tenha uma boa noite, Sesshoumaru-sama".
- "Esse foi um dia maravilhoso. Muito obrigado por nos permitir estar em vossa presença, meu senhor".
- "Sim. Nós somos seus humildes servos. Estaremos sempre disponíveis às ordens do imperador e...".
- "Vão embora logo! Não esstão vendo que esstão entediando Ssessshoumaru-ssama!".
Com um aceno de cabeça, o ouji despediu aqueles machos. Depois que saíram, ele levantou-se.
- "O que nóss vamoss fazer agora, Ssessshoumaru-ssama?".
- "Este Sesshoumaru irá recolher-se aos seus aposentos. Por acaso pretende seguir este Sesshoumaru até o seu leito?".
O pequeno youkai engasgou: - "Gasp! N-não meu ssenhor. Eu irei para o meu quarto".
Queria ver a adolescente e ficar na companhia dela, porém iria evitá-la para que o incidente da noite anterior não ocorresse novamente.
O inu seguia para sua ala e quando estava próximo do salão de festas, o suficiente para sua audição e olfato sobrenaturais, ele ouviu:
- "Está com medo? Finalmente eu vou ter o que eu queria... Vou lamber esse seu corpo macio por inteiro. Vou entrar com tudo e passar dias fodendo minha princesa, até me saciar".
Sentiu o cheiro de medo.
- "Sesshoumaru-sama..." .
Literalmente, o príncipe voou para salvar a menina, arrebentando as frágeis portas de papel de arroz.
Akai cerrou os olhos em suspeita, mas, antes de raciocinar, sentiu um grande youki aproximando-se rapidamente.
Um furioso daiyoukai apareceu, rosnando, derrubando as portas do salão.
Todos os machos prostaram-se em respeito ao seu imperador, inclusive o general. Eles dobravam um joelho, apoiavam o outro no chão e curvavam a fronte.
A humana suspirou com alívio: - "Sesshoumaru-sama..." - E cessou a barreira.
O nobre disse ameaçadoramente: - "Akai...".
- "Meu senhor! E...".
- "Silêncio! Este Sesshoumaru não lhe deu permissão para falar".
A garota chegou até sua dama de companhia: - "Saori" - A princesa era a única que tinha total liberdade diante do imperador.
A empregada ainda estava desmaiada e com o rosto machucado: - "Saori".
As outras duas já haviam se levantado e correram para ajudar sua senhora: - "Nós vamos carregá-la, Rin-chan".
Apesar de não gostar, o ouji já estava acostumado a ver as funcionárias de sua pupila tratarem-na com tanta intimidade.
- "Rin".
- "H-hai, Sesshoumaru-sama".
- "Vá para seu quarto e leve suas servas com você".
- "Hã... O...".
- "Este Sesshoumaru vai conversar com você depois".
Concordou, um pouco contrariada: - "E-está bem".
As duas fêmeas retiraram-se, carregando a terceira. A jovem as seguiu.
- (Será que Sesshoumaru-sama vai matar Akai-sama? Ele merece uma lição, mas...).
O aristocrata mirou pelo canto dos olhos os seus outros subordinados e falou lentamente: - "Vocês permitiram que este imbecil abatesse as escravas de minha protegida e a molestasse. Este Sesshoumaru ordenou 'não tocar a humana'. Por um acaso este Sesshoumaru está cercado por traidores sem honra?".
Um deles falou: - "Meu senhor, Akai não tocou a menina, eu juro".
- "Considera este Sesshoumaru um tolo?".
- "Não meu senhor, mas...".
- "Todos vocês serão rebaixados de seus postos e substituidos".
Espanto.
O jovem mestre não gostou de fazer isso. Alguns de seus melhores comandantes estavam ali. Contudo, ele tinha que ser duro. Independente de Rin. Aqueles machos tinham desobedecido uma ordem sua.
Outro falou: - "Eu suplico m...".
- "Vocês não juraram fidelidade a este Sesshoumaru e ao clã inu youkai?".
Silêncio.
- "Amanhã este Sesshoumaru tratará desse assunto. Vocês estão dispensados, mas antes convoquem minha guarda pessoal para que possam executar a prisão de Akai".
Os machos saíram humildemente. Porém, sabiam que o inu no taisho estava cumprindo seu papel. Eles já eram conhecedores experientes do código de honra do clã inu youkai.
E já sabiam qual era o destino de Akai.
Sesshoumaru nunca foi conhecido por ser condescendente.
O general e o líder foram deixados sozinhos na sala.
- (Será que?...) - Lentamente, o subalterno levantou-se de sua prostação para encarar seu superior - (Não. Ela ainda é virgem...).
Num tom ameaçador, o daiyoukai falou: - "Akai... Intenta enfrentar este Sesshoumaru?" - (O que ele pretende fazer se não pode vencer-me?) - Colocou os seus sentidos em alerta para notar todas as reações de um provável oponente.
- "Não quero confrontá-lo num combate, meu senhor".
- "Então o quê?".
- "Dê-me ela".
- "O... quê...".
- "Eu imploro! Dê-me Rin-sama! Como minha companheira!".
O príncipe demorou para responder e cerrou sua expressão um pouco mais - (Você ousa...) - O inu reuniu todas as forças contra um fogo que ardia no seu peito - (Verme...) - E conseguiu manter as aparências - (Se nem EU posso tê-la...) - "Está pedindo a este Sesshoumaru porque ele está presente..." - (NINGUÉM PODE!) - "Mas a tomaria à força se ele não estivesse".
- "Não! Eu juro! Eu falei para todos ouvirem que pediria vossa permissão antes!" - Akai também havia sido criado sob o rígido código de conduta do feudo e seguia aquelas normas enraizadas.
- (Ele não está mentindo...) - "Este Sesshoumaru ouviu suas palavras de desejo. Rin formou uma barreira santa para se proteger. São fatos!".
- "Eu não disse nada além do que qualquer um diria... Eu..." - (Ela... clamou por ele...).
- (Verdade...).
- "Eu não iria tocá-la!".
- (Verdade...).
- "Eu sei que as fêmeas nobres se guardam para a noite de núpcias!" - (Nem todas, mas Rin... e-ela... ela o deseja?).
- (Mentira... acha que pode mentir para este Sesshoumaru?).
- (Deseja aquele que mais odeia os humanos?) - "Eu iria argumentar para que, dentre todos que a querem, Sesshoumaru-sama escolhesse a mim!".
O coração acelerou. O nobre repetiu devagar, escondendo sua surpresa: - "Todos?" - (O que está acontecendo aqui?).
- (Quer aquele que a trata como um bicho de estimação?) - Akai ajoelhou-se novamente - "Este humilde servo têm esperanças de que Sesshoumaru-sama dará Rin-hime como sua companheira. E-eu estou sendo sicero!" - (Vou salvá-la desse animal!).
- (Está acontecendo algo que este Sesshoumaru desconhece!) - Deu um passo à frente - "Todos... quantos?".
- "Hã..." - (Ele não sabia?) - "Todos que estavam presentes e mais outros".
- "Não seja tolo. Havia mais de vinte machos aqui!" - (Rin está interessada em alguém?).
- "É a verdade, meu senhor! N-não há macho que não a queira! Sempre que estávamos reunidos, alguém falava sobre ela... contavam o que sonham em fazer com a oujou-sama... E eu me consumia em ciúme...".
- "Ciúme?" - (Essa dor... É isso o que este Sesshoumaru está sentindo? Ciúme!).
Com uma leve agonia na voz, Akai virou o rosto para o lado e sussurrou: - "Ela disse que não me ama...".
O aristocrata ouviu aquelas palavras com um alívio íntimo: - "Se Rin já lhe deu uma resposta, porque suplica a este Sesshoumaru?" - (Ridículo. Implorando por uma fêmea...).
Após um momento de silêncio, ainda de cabeça baixa, o general respondeu com uma triste ironia: - "Huh! Princesas nunca tiveram muita escolha nesse assunto" - (...) - "S-Sesshoumaru-sama p-pretende dá-la a um daimyou, não é mesmo? Em troca de algum acordo..." - engoliu as próprias palavras.
- "Não" - (Este Sesshoumaru nunca faria isso com Rin...).
- "É o que todos dizem... É o destino de todas as himes. Humanas ou youkais...".
- "Não. Este Sesshoumaru sempre permitiu sua protegida escolher seu próprio caminho" - Era ele quem mentia dessa vez...
Nesse momento, pelo cheiro, os dois inus sabiam que a guarda imperial se aproximava. E Jaken vinha junto com eles.
- "Eu não sou um senhor de terras... Mas eu sou um grande guerreiro, mesmo não sendo um daiyoukai. E eu sou o comandante de uma grande tropa...".
- "Basta".
O subordinado levantou-se novamente: - "Eu não fiz nada de grave! Eu não mereço a sentença de morte!".
A tropa composta por dez machos chegou. E formaram um círculo em volta do réu.
O pequeno servo veio gritando: - "Como ousa desobedecer Ssesshoumaru-ssama! Hã..." - Jaken virou-se para seu mestre - "O que ele fez, Ssesshoumaru-ssama?".
O chefe da guarda prostou-se com um joelho no chão e perguntou: - "O que deseja de nós, meu senhor?".
- "Pela gravidade de sua traição e por todos esses séculos de fidelidade e serviço, este Sesshoumaru condena Akai, comandante da infantaria, à apenas 500 anos de prisão".
O general arregalou os olhos: - (Mas...).
- "Você perderá seu status e sua tropa. Futuramente você poderá tornar-se um carcereiro... ou um soldado raso... Entretanto, que fique bem claro, desobedeça às minhas ordens uma segunda vez e você morrerá imediatamente" - (Chega perto da MINHA Rin de novo e você MORRE!).
Dois soldados aproximaram-se do prisioneiro, um de cada lado. Internamente, sentiam pena dele, pois compartilhavam do mesmo desejo. Todavia, como os outros machos - que assistiram a tudo - disseram, Akai havia perdido o controle quando ela disse 'não'.
Assim, ficou 'registrado' que, para possuir a menina, primeiro teriam que pedir ao imperador, inevitavelmente. E não faltariam pretendentes com suas tentativas a partir de hoje. A princesa teria que acoplar-se algum dia, não é? Não cogitavam um certo alguém, no entanto...
- "E-Espere! 500 anos! 500 anos passam rápido, mas Rin-sama já estará morta quando eu estiver livre!".
- (Acha que não pensei nisso?) - "Isso não é assunto seu"- (Irei contratar uns feiticeiros e...).
- "DEIXE-ME MARCÁ-LA! Uma noite! Só preciso de..." - Akai foi interrompido com um soco de Sesshoumaru em sua face.
Num 'flash' o senhor das terras do oeste tinha visualizado aquele macho em cima de sua pupila e isso o tornou furioso.
O golpe jogou o subalterno contra a parede. Contudo, logo Akai levantou-se com uma mão no rosto ferido. Uma idéia lhe atingiu a mente: - (ELE!).
- "Prendam-no! Agora!" - O aristocrata ordenou.
O general arrancou sua espada da cintura e cortou os dois soldados que avançavam em direção a ele. Um, o corte foi no pescoço e o mesmo tombou. O outro, acertou o peitoral sem grande violência.
Sem hesitar, Akai passou pelo rombo na parede e correu, com toda sua velocidade youkai, seguindo uma meta desesperada: - (Vou marcá-la. Depois fugirei. Depois eu volto para te buscar...) - O seu corpo encheu-se de adrenalina.
Gostaram?
Vocês acham que o Sesshoumaru-sama vai deixar Akai chegar perto da Rin? ;) E marcá-la, ainda por cima? Ele vai deixar isso acontecer, possessivo como ele está? Mesmo?
Anny Taishou: O Sesshoumaru-sama está bem possessivo e vai fazer Akai pagar pelo o que ele fez com certeza ;) Essa possessividade é para esconder de si próprio o amor que ele sente pela Rin 3 Nossa! Esse primo da sua amiga deve ser bem bonitão! ;) Boa sorte!
Chelsea de Aguia: He he Já era noite quando tudo aconteceu. A festa durou o dia inteiro! Não se preocupe que em nenhuma fic minha alguém toca a Rin, além do Sesshy-sama. ;) Eu resolvi escrever sobre a marca porque fiquei com medo de alguém não entender. Mas eu tenho essa curiosidade de saber quem inventou isso. Porque foi genial, sob o meu ponto de vista. Eu comentei sobre as traduções porque em algumas fics americanas os autores acreditam piamente que os demônios youkais são a mesma coisa que os demônios cristãos.
Individua do mal: Mais um cap!
Nike-chan: Eu gosto que a Rin se mantenha romântica, mesma que ela se torne uma grande guerreira. Mas também não gosto de uma Rin submissa que aceita qualquer coisa que o Sesshy-sama oferecer. Por isso não leio fics onde ela vira concubina. O Sesshoumaru-sama está pirando! He he. Eu resolvi escrever sobre a marca e as outras coisas porque fiquei com medo de alguém não entender. Com certeza o Sesshoumaru-sama vai fazer alguma coisa para o Akai. E daqui pra frente o Sesshy-sama vai ficar cada vez mais selvagem ;)
sandramonte: O Akai não usou o cérebro e ficou desesperado. Os outros pensam que a Rin é um animal de estimação do Sesshy-sama porque ele sempre odiou os humanos e não faz nada com ela, mas ele próprio não pensa assim. Bem... você sabe o que ele pensa ;) O Sesshy-sama vai quebrar tudo e sem perder a frieza dele!
Aki Mitsu: Obrigada pelos elogios! 3 Não gosto de UA's (AU's) e nem de OOC's. Mas é difícil descrever o Sesshy-sama numa situação dessas... Por isso a possessividade combina mais com ele do que o romantismo. O Sesshy-sama é muito frio, por isso tive que distingüir o que ele fala do que ele pensa. Ele não fala tudo o que ele pensa, não é mesmo?
sango coral-chan: Mais um cap!
Nathi Duarte: No Japão medieval, assim como na Europa medieval, as meninas casavam cedo mesmo! Aliás, no mundo inteiro! Não existia a medicina para explicar que isso era errado. Ainda existe isso no oriente médio, naquelas cidades protestantes americanas e em tribos indígenas. Mestruou, casa! O.o
Você tem razão quanto à Rin sofrer. Porque ela se apaixonou pelo Sesshy-sama e tá pensando que ele nunca vai ficar com ela, que ela não tem uma mínima chance. É muito triste pensar assim. Y.Y Ainda vou escrever sobre os sentimentos da Rin.
Eu não gosto de Sesshy-sama&Kagome, mas eu não interfiro em nada de quem gosta. Mas, no DevianArt tem uma comunidade chamada "Anti Sesshoumaru&Rin romantic pairing" (alguma coisa assim, não me lembro). O.o Tudo bem a pessoa não gostar, mas tem que perder tanto tempo com isso! Com algo que a pessoa não gosta! Podiam gastar seu tempo com algo de que eles gostem, pelo menos. Eu nunca discuti com eles, mas dei uma olhada. Eles fazem fics e fanarts do Sesshy com outra e da Rin com outro, mas não cheguei a ler (pra quê, se eu amo esse casal). E também há listas tipo "porque o Sesshoumaru não ama a Rin romanticamente". ¬¬ Coisa de americano...
Demônio = Youkai não dá certo realmente...
Eu dei uma olhada e me pareceu que o FFNET não mostra fics com classificação M. Pelo menos, não vi nenhuma naquela hora. Bem... ainda assim ganhei muitos leitores.
Obrigada pela review gigante. xD Fiquei muito feliz!
Yuuki-chan s2: Obrigada pelos elogios! O Sesshy-sama vai dar uma surra no Akai, pode deixar. He he. Não sei se esse cap 5 teve emoções fortes, mas pretendo fazer com que o próximo tenha. ;)
Até mais!
