Disclaimer: Eu não possuo o título Inuyasha e não possuo nenhum de seus personagens. Não recebo nenhum dinheiro com essa fanfiction.
Notas da Autora:
Atenção: Ecchi à vista! Classificação M!
Gente, não posso prometer a freqüência das atualizações, mas prometo que não vou abandonar a fic.
O QUE ESTIVER ENTRE PARÊNTESES (...) É PENSAMENTO. Por favor, redobre a atenção. Eu coloquei em itálico para ajudar. O que estiver entre aspas "..." é fala.
Notas do Capítulo:
Haha: mãe; mais formal que okaa-san, menos formal que hahaue. É assim que Sesshoumaru-sama refere-se à sua mãe no animê. O que não seria o respeito total que ele poderia dar. Enquanto que, para o pai (no OVA), ele refere-se com o mais alto respeito, apesar de falar meio sarcástico.
Hai: sim
Yokatta: Que bom!; expressão de alívio
Nani: O quê!; Como!
Hakama: calça tradicional japonesa; a calça do Sesshoumaru-sama tem uma fita para amarrar cada barra e deixar aquele fofinho, assim como a calça do Inuyasha-sama
Kusou: Merda!; Droga!; Bosta!
Shouji: painel/porta deslizante
Sentar-se em seiza: sentar-se em cima das próprias pernas, com os joelhos dobrados e pés para trás
Ouji (-sama): príncipe
Oujou (-sama): princesa
Capítulo 7: O Resultado de um Simples Abraço
O chefe dos guardas chamou alguns criados para limparem a sujeira.
Sesshoumaru não deu um segundo olhar para a cena e rumou aos seus aposentos. Para um macho que teve um braço amputado e o tronco perfurado algumas vezes, aquele corte no peito não era nada. O aristocrata avistou sua mãe e Jaken correrem para ele, enquanto caminhava. O youkai verde foi em direção aos funcionários, despejar ordens e ver se estava tudo bem.
Disfarçando o interesse, a matriarca interrogou: - "O que aconteceu? Porque você está nesse estado decadente?".
- "Runf!" - Grunhiu sem responder e continuou andando.
- "Diga-me, Sesshoumaru. Há algum inimigo?".
O pequeno servo correu de volta para seu mestre: - "Ssessshoumaru-ssama! Ssessshoumaru-ssama! Ssessshoumaru-ssama matou um general! Hã... aquele Akai!".
- "Oh! Porque você matou um dos generais? O que ele fez?".
O nobre não deu atenção. Estava interessado em fazer perguntas a uma certa jovem.
- "Oss ssoldadoss dissseram que ele tentou atacar Rin".
- "Rin!" - Chikara exclamou preocupada - "O-onde ela está, Sesshoumaru?" - Exigiu.
Hesitou alguns segundos antes de falar: - "Este Sesshoumaru ordenou que ela se recolhesse..." - (Jaken,você fala demais...).
- "E você a deixou sozinha! Vá para seu quarto e mandarei os seus empregados cuidarem de você. Verei como a menina está".
Com sua haha estragando seus planos, imaginou que só poderia interrogar a garota na manhã seguinte. Muito profundamente, temia que sua protegida tivesse algum tipo de sentimento pelo morto. Não que o príncipe fosse permitir que alguma coisa acontecesse entre eles. Entretanto, receiava que a órfã sofresse. E o guerreiro teria que assistir a amargura dela.
A princesa se encontrava sozinha na sua alcova. Esperava ansiosa pela aparição de seu senhor para ele lhe contar o que havia acontecido. Estava com medo: - (E se Sesshoumaru-sama deu Rin para o Akai-sama. Oh deuses! Rin vai implorar para Sesshoumaru-sama não fazer isso).
As damas de companhia foram cuidar de seus próprios ferimentos, não sem antes prepararem o futon para a garota dormir e a obrigarem a vestir uma yukata.
- "Parem com isso! Vocês estão tratando Rin como se ela fosse uma criança. Rin quer saber o que aconteceu!".
- "Gomen, Rin-chan. Mas Sesshoumaru-sama nos punirá se não fizermos o nosso trabalho".
Era uma yukata de um azul celeste muito claro com minúsculas pétalas vermelhas sangue na barra e nas mangas. O obi era vinho liso. Os cabelos negros já estavam soltos e escovados.
A matriarca adentrou o recinto, exaltada, assustando a jovem: - "RIN!" - Segurou os antebraços da humana para encará-la - "Você está bem, menina?".
Com os olhos um pouco arregalados, ela respondeu: - "H-hai".
- "O que aconteceu? Por que um dos generais tentou lhe matar?".
Corando, a princesa curvou a cabeça e gaguejou: - "Akai-sama não tentou matar Rin... Akai-sama quer... se acoplar com Rin...".
- "Oh!" - A soltou e cerrou os olhos como se estivesse suspeitando de algo - "Esse macho... tocou-lhe...?".
O vermelho aumentou: - "N-não... Rin disse que não queria e Akai-sama ficou muito bravo...".
Levantou-se e virou de costas para a órfã, falando com uma voz irônica: - "É mesmo...?" - (Tsc Tsc Tsc... Sesshoumaru...).
- "S-Sesshoumaru-sama n-não entregou Rin p-para o Akai-sama, e-entregou, Chicara-sama?".
- "Não, Rin. Ele não... entregou... você para ninguém. Nem vai entregar..." - (Sesshoumaru. Você é meu filho, mas você não presta...) - Divertiu-se com o pensamento.
Aliviada, a garota suspirou e deu um grande sorriso ao 'tirar o enorme peso das costas': - (Yokatta...).
- "Sesshoumaru matou aquele macho" - Disse com simplicidade.
- "Nani!".
- "Mas acabou ferido".
- "Ah!".
- "Vou chamar alguns servos para lavarem as roupas dele e limparem a armadura. Sesshoumaru está no quarto dele. Você pode ir vê-lo".
Chicara saiu e a adolescente correu para os aposentos de seu mestre.
- (Matou um subordinado de alta categoria sem motivo algum, Sesshoumaru? Apenas por puro ciúme?) - A senhora do oeste riu enquanto andava - (Isso vai ser muito interessante...).
O daiyoukai se encontrava sentado em seu futon, usando apenas sua hakama. Estava nervoso e havia dispensado Jaken e os outros empregados bruscamente. As vestes sujas de sangue estavam jogadas pelo assoalho de madeira. A armadura e as espadas estavam devidamente colocadas em suas armações. Em algumas horas as peças estariam regeneradas pelo poder sobrenatural que possuiam, contudo, teriam que ser limpas. Assim como o corpo youkai do príncipe.
Bufou: - (E se Rin estava apaixonada por ele?) - O sangue ferveu - (Verme...) - Não dava importância ao ferimento no peito - (Este Sesshoumaru havia deduzido que a excitação dos machos se devia ao cheiro dela... E se Rin estiver interessada em outro? ...Qual deles? São tantos...).
A fragrância da princesa foi se tornando mais forte. O coração dele disparou. O som de passos rápidos pelo corredor. A surpresa veio no olhar do ouji. A jovem chamou o nome do mestre diante da porta com voz suave, porém, sem enconder a preocupação.
- "Sesshoumaru-sama? Rin pode entrar?".
- (Rin!) - Sentiu seu corpo despertar - (Kusou! Pare com isso! Ela só falou o seu nome!).
- "Sesshoumaru-sama?".
- (Eu não vou conseguir me segurar!).
A garota arrastou o shouji com cautela. Entretanto, espantou-se ao ver o nobre com um corte evidente no peito. Esqueceu-se totalmente que o aristocrata estava no seu cômodo íntimo, sentado em seu futon e de forma inapropriada para receber visitas.
- "SESSHOUMARU-SAMA!" - Correu e sentou em seiza ao lado dele. Teve vontade de chorar. A garota ficou angustiada e mantinha o rosto aflito.
Um pequeno reflexo de temor, instalado nos olhos do príncipe, era substituído lentamente por luxúria. A fêmea estava linda! Admirou aquele corpo ao seu lado. Todavia, essa yukata não deixava as curvas transparecerem tanto como a outra azul marinho.
Com cuidado, a menina aproximou uma delicada mão do ferimento. O tempo que se passou depois disso pareceu uma eternidade para o guerreiro. Tudo acontecia em 'câmera lenta'. E tudo era carregado de erotismo...
Entretanto, no fundo, o senhor das terras do oeste sabia que a humana não possuia 'segundas intenções'. Qualquer outra no lugar dela já teria se atirado em seus braços e estaria carregada pelo cheiro da excitação feminina.
Rin tocou o peito do nobre com as pontas dos dedos, logo acima do corte. A menina sentiu o corpo do aristocrata tornar-se rígido e mirou a sua face. O ouji arfava com uma respiração profunda. As orbes dele estavam rubras e as marcas irregulares.
- (Não agarrá-la, animal!) - Lembrou a si mesmo. Os olhos marejados de sua protegida ajudaram o inu a se controlar.
Com a voz embargada pelo choro, a humana interrogou: - "Sesshoumaru-sama está com dor?".
Não conseguiu responder. O eixo latejante e os testículos pesados o impediram de falar. De qualquer forma, não sentia dor. Era um ferimento muito leve. Grunhiu.
- "Oh!" - Ela interpretou que era um 'sim'. A face da órfã se contorceu. Rapidamente a jovem ficou de joelhos e puxou suavemente a cabeça de seu senhor contra seu peito. As mãos ficaram na cabeça e os dedos entre os cabelos prateados. E ela derramou algumas lágrimas em silêncio. Sentia-se culpada por tudo. Odiava vê-lo ferido.
O daiyoukai prendeu a respiração. Ele estava com o rosto entre os seios dela! Gemeu... Segurou a fêmea pela cintura com os dois braços e a aproximou um pouco mais. Estava no paraíso...
A princesa deu um pequeno sorriso que o imperador não viu. Não que ela fizesse isso muitas vezes, porém, o guerreiro nunca retornou nenhum de seus abraços. Era um sonho da menina que estava sendo realizado.
Um dos sonhos dele também... Intensificou o abraço. Possessivo.
- (Minha...).
As mãos foram subindo devagar por cima do tecido. Uma após a outra. Acariciando levemente os lados curvilíneos.
- (Muito melhor do que eu imaginei...).
Passaram por debaixo dos braços da humana e chegaram aos montes macios. Com firmeza, encheu as mãos e os apertou contra o rosto, soltando um gemido canino.
Desta vez foi o coração da garota que disparou. Exclamou assustada: - "AAH!".
- "O QUÊ ESTÁ FAZENDO, MENINA TOLA?".
Rin foi puxada rapidamente pela matriarca do clã inu e quase caiu de costas no chão. O daiyoukai sentiu o impulso de atirar-se em cima de sua protegida, todavia, se conteve perante a presença de estranhos. Os empregados, que seguiam sua mestra, evitaram de entrar no cômodo por causa do forte cheiro de excitação masculina que ele exalava, porém, permaneceram à porta, rezando para não serem castigados pelo imperador.
Incrédula, a jovem mirava o inu: - (Hã... Ele... Ele...).
Franzindo o cenho, o nobre olhou com frustração para sua mãe e depois para sua pupila, a qual parecia confusa. Ainda queria agarrá-la.
Chikara reclamou enquanto tampava o nariz com a manga do próprio kimono, fingindo indignação: - "Ack! Sesshoumaru!" - Mas a verdade é que teve vontade de rir. Puxou a princesa pelo pulso: - "Vamos, Rin".
O aristocrata deu um leve rosnado ao ver que a fêmea que desejava partia. Entretanto, segurou-se ao ver o sorriso irônico no rosto de sua progenitora. Teria que agüentar as provocações mais tarde. Quando as duas sairam, ameaçou os criados num tom baixo e frio: - "O quê estão esperando para sair da ala deste Sesshoumaru!" - Eles correram.
O daiyoukai ficou, novamente, com uma dolorosa ereção para cuidar.
Ainda no corredor, sendo puxada pela sua senhora, a órfã não sabia o quê pensar: - "Anou..." - Contudo, corou, mesmo cheia de dúvidas - (Ele apertou meus seios no rosto dele?) - Em seguida, sussurrou para si - "Eu não estou louca, estou?".
- "Não. Não está" - A fêmea mais velha, com sua audição youkai, conseguiu ouvir aquela pergunta retórica e a respondeu com um semblante muito sério. Já sabia sobre o quê a humana falava.
- "Hã...?".
As duas continuavam a caminhar.
- "Hunf. Essa ala é quase tão grande como a minha. Vamos chamar as suas escravas".
- "E-elas f-ficam no quarto próximo ao do Jaken-sama..." - A jovem estava começando a ficar um pouco nervosa.
- "Eu posso sentir o cheiro delas" - Comentou, sem dar muita importância - "Já que meu filho teve a felicidade de lhe dar o quarto ao lado da alcova dele, você terá que dormir em outro cômodo hoje. Um mais afastado. Vou ordernar que as suas servas permaneçam o tempo todo com você. Pelo menos até amanhã".
- "Anou...".
- "Também vou ordenar que lhe tragam um chá calmante. O seu coração vai explodir desse jeito, menina!" - A matriarca se referia aos batimentos acelerados da oujou - "Rin..." - Parou de andar e a adolescente fez o mesmo.
- "S-sim?".
- "Pelo o que eu vi, Sesshoumaru estava lhe tocando... Ou seja lá o que for que ele estava fazendo... Nós vamos conversar sobre isso amanhã de manhã".
- "Chikara-sama está brava? Rin não fez nada! Rin jura!" - A garota ficou vermelha. E estava com medo de ser repreendida ou algo pior, pelo fato de ser humana.
- "Não é isso, menina! Eu sei que a culpa não foi sua! Nós vamos conversar sobre acasalamento youkai!".
- "Hã? M-mas as minhas professoras já me falaram sobre isso" - Disse, corando mais. Todavia, ficou curiosa.
Cansada, a inu suspirou: - "Sesshoumaru ordenou que suas tutoras ensinassem apenas o básico, por algum motivo que ele não explicou. Talvez ele pensasse que não fosse necessário..." - (Porque o tolo acredita piamente que poderá se controlar para sempre) - Pensou com sarcasmo - "As suas mestras falaram apenas sobre as marcas de acoplamento, não é mesmo?".
- "H-hai".
- "Amanhã nós vamos falar sobre o coito".
Rin surpreendeu-se.
Nu, no seu imenso quarto, olhando para o fogo que diminuia lentamente na grandiosa lareira, sentado em cima de seu luxuoso futon , o daiyoukai refletia sobre suas memórias. Há quase um ano atrás, um amigo de infância, que havia se tornado um general, tentou marcar sua protegida e acabou morrendo pela sua espada, Bakusaiga.
Lembrou-se de ter agarrados os seios dela: - (Firmes, macios...) - Lambeu os lábios como um cachorro.
Agora, a garota se encontrava com dezesseis anos e estava ainda mais bela. Atraindo mais olhares. O deixando louco de ciúmes. O seduzindo sem querer.
O imperador se perguntou se a jovem sabia o quanto ela era sedutora. A reposta que deu a si mesmo foi negativa. Sua pupila era muito inexperiente. Ela não se transformou numa fêmea como as outras. De repente bateu-lhe a idéia de que algum deus a entregou, porque ele era o único que podia guardá-la da corrupção do mundo. Inclusive, protegê-la dele próprio. Qualquer outro macho já teria a possuído com ferocidade.
Fincou as unhas nas próprias mãos. A adolescente estava dormindo no quarto da mãe dele!
Há alguns meses, Chikara a havia mudado para seus aposentos, para protegê-la. As duas e mais cinco fêmeas durmiam juntas no mesmo cômodo!
- (Maldita fêmea! Ela é minha! Eu tenho direitos!).
Respirou fundo para se acalmar. Sua mãe estava cuidando dela. Da pureza dela...
- (Velha... você só está se dando ao trabalho de guardar o que é meu...).
Sorriu com arrogância.
- (Rin... você vai ser minha... é inevitável...).
Outro termo em japonês:
Ecchi: literalmente, significa sexo. Mas, no mundo dos otakus, é uma classificação de mangá/animê. Sabem aqueles shounens onde há um garoto que sempre faz alguma trapalhada e acaba caindo de cara nos peitos de uma garota? Ou tirando alguma parte da roupa dela, ou vendo ela tomar banho etc, tudo por acidente? Então, é esse tipo! O mangá que me vem à cabeça agora é Love Hina. Mas, ultimamente, têm aparecido vários. Geralmente, essa classificação vêm acompanhada das classificações shounen e hárem. Sim. Existe a classificação hárem (um garoto cercado de meninas). Apesar das ero-cenas, não há sexo, literalmente falando. Porque, senão, seria hentai. Bem... a Rin acabou fazendo algo sem querer... A partir de agora, quero escrever várias cenas ecchi para depois ir para um hentai de verdade. Espero conseguir escrever bem. Mas o Sesshoumaru-sama não fará nada por acidente. Afinal, ele é um youkai.
ligiaiv: Obrigada pela review! Eu estou tentando manter o ritmo de um capítulo por semana. Mas a verdade é que eu não quero prometer nada, porque não quero ter que pedir desculpas depois. Eu trabalho e estudo. Está sendo difícil, mas prometo que nunca vou abandonar a fic, porque amo esse casal.
Nathi Duarte: Ohayou! Fico feliz que tenha gostado. Eu fiquei pensando depois se não ficou muito triste. O Akai foi um personagem que eu fiz para morrer mesmo. Mas eu não queria que ele fosse mais do mesmo: só mais um taradão. Ele tinha que ter algo de diferente, já que ele não era tão forte quanto o Sesshy-sama, nem um senhor de terras, muito menos um Naraku da vida que nunca morre (eca!). A partir de agora Sesshoumaru-sama vai estar mais ativo ;) Mas os "finalmentes", que todo mundo quer ver, vai demorar um pouquinho ainda. Na verdade, eu adoro suas reviews! Sempre fico muito feliz com elas!
Nike-chan: Eu achei que misturei demais os pensamentos com as falas e ficou um pouco difícil para algumas pessoas. Mas ainda vou manter alguns pensamentos. Faz parte, né? Bem... era para ter essa surpresa, mas será que não ficou muito triste para um personagem tão secundário? Se bem que a Rumiko-sensei também fez isso para os personagens que ela matou. É verdade. Tá todo mundo esperando. Já teve mais um pouquinho de Sesshy&Rin hoje. ;)
Yuuki-chan s2: Akai foi um personagem que eu fiz para morrer mesmo. Mas também tive dó dele. Principalmente no final. Ele realmente defendeu a Rin e a amava. Mas ele exagerou. Que bom que eu consegui o que eu queria! Hum... O Sesshy-sama tá devagar mesmo. Mas hoje ele quase se deixou vencer he he. Quase... T_T Eu não posso fazer esses dois chegarem aos finalmentes muito rápido senão fica chato, né? Acho que a ero-cena deixou o cap mais forte ;)
Quish: Nossa! Tá todo mundo falando que o Sesshoumaru-sama tem que fazer alguma coisa! O Sesshy-sama já fez alguma "coisinha" hoje, mas... O Sesshy é muuuito orgulhoso! Ele vai demorar um pouquinho ainda. Vai ter que sofrer mais tentações... Quanto ao Akai, que bom que eu consegui tirar a má impressão dele! Algumas pessoas ficaram com dó dele. Outras falaram que foi bem-feito.
Anny Taishou: O Sesshoumaru-sama nunca deixaria a Rin ficar com alguém que não fosse ele. Mesmo que o Akai-sama tivesse vivo não ia conseguir chegar nem perto da Rin. Eu pretendo escrever hentai dos dois sim. E vou tentar escrever o mais detalhado possível nem que seja em vários capítulos. Porque eu já li alguns hentais que não explicavam quase nada do que tava acontecendo e ficou muito sem graça.
Sarahakai:
O Akai era um personagem que era para morrer desde o começo. Mas eu não queria que ele fosse só mais um tarado. Ao mesmo tempo ele teria que dar motivos justos para que Sesshoumaru-sama matasse ele. Então decidi fazê-lo um desesperado.
Como você advinhou muitas coisas que eu pretendo escrever nos capítulos futuros (acho que foi a única pessoa), eu vou falar o que pretendo escrever: Quanto à obcenidade que Akai e os outros falaram, mais pra frente vou mostrar que quase todos os youkais tem esse tipo comportamento por causa de seus instintos, inclusive um certo alguém que vai aprontar certas coisas para a Rin. Por isso escrevi uma sinopse onde a Rin fala que Sesshoumaru-sama está a "seguindo". Mas eles estão realmente apaixonados pela Rin. Tanto que não duvidam da pureza dela.
Eu pensei que o clã inu youkai tem um nível de organização a ponto de existir uma prisão. Mas acho que não existiria julgamentos ainda. A não ser o julgamento do próprio daimyou.
Quanto às damas de companhia, achei que o Sesshy-sama teria pensado em tudo. Ele não teria colocado qualquer uma para cuidar da Rin. Seria perigoso.
O palavrão que o Sesshoumaru-sama soltou foi pensado e, não, falado. Sesshoumaru-sama não falou em voz alta. Eu achei que escrever "maldito!" ou "desgraçado!" não demonstrava exatamente o que o Sesshy-sama sentiu na hora. Mas ele só pensou (tava em parênteses), ele não falou.
Isso você advinhou em cheio: A Rin vai amadurecer mais, sim! O que acontece: O Sesshy-sama tava lá na floresta fazendo "aquilo", então ele visualizou várias lembranças. Depois ele voltou para o quarto dele e voltou a lembrar de várias coisas, começando pelo "acontecimento" no quarto da Rin e passando pelo Akai. Nessas lembranças, Rin ainda tem 15 anos. Mas, no tempo presente, ela tem 16. E, durante esse intervalo, ela vai aprender muita coisa. E as damas de companhia vão falar sobre os cheiros, sim. Rin vai ter muita coisa em que pensar...
O Sesshy vai demonstrar alguma coisa a partir de agora... ;)
Quanto à sua frase preferida do cap: Rs... Ficou engraçado. É que eu tava pensando sobre o que eles falariam se a Rin usa aquelas várias camadas de kimono e não mostra nada do corpo. As únicas coisas são o cheiro, o rosto e o comportamento dela. O resto eles tem que imaginar. E naquela época mulher cheinha era considerada bonita. Lembra daquelas gravuras com as gueixas com rostos gordinhos? Mas a Rin é magra porque pratica artes marciais.
Inubynna Camyxxx: Que bom que gostou! Mais um cap!
yas chan: Oiii! Duas reviews! Obrigada! Eu posso até demorar, mas eu prometo que não vou abandonar a fic. Eu amo muito esse casal. O Akai perdeu mesmo! Será que esse cap ficou muito triste? Eu sei que está todo mundo esperando os "finalmentes'', mas ainda vão acontecer mais algumas coisinhas... he he. Na cronologia da fic, o Sesshy-sama ainda deixa passar mais de um ano. Mas, assim, eu posso fazer a Rin amadurecer mais. Fiquei muito feliz com seu elogio. "In a Different Light" é uma fic antiga. Eu também pensava que o Sesshy-sama ia ficar com um braço só. A Rumiko-sensei demorou muito para consertar isso. O que eu gostei nessa fic é que a Rin, em vez de ficar toda meiguinha e frágil, ficou com uma personalidade forte. Além dos hentais que são de tirar o fôlego. Até o próximo!
Ufa! 02:04 h! T_T
Espero que tenham gostado.
Por favor, me avisem de qualquer erro de português ou digitação.
Agora quero escrever o lado da Rin, inclusive a conversa que ela teve com a mãe do Sesshy-sama.
Até mais!
