Disclaimer: Todos os personagens de Inu Yasha pertencem à Rumiko Takahashi. Essa fanfiction não tem fins lucrativos.
Notas do capítulo:
-hime: princesa
oujou (-sama): princesa
daiyoukai: grande youkai (no sentido do tamanho gigante)
inu: cachorro
inu no taishou: líder, capitão dos cães
anou: Er... Hum... Hã...
shirou: castelo, mansão
gomenasai: perdão!
ouji (-sama): príncipe
youki: energia sinistra; ki, chi dos youkais
kodomo: criança, menino
nani: o quê? como?
shouji: porta, painel deslizante feito com papel de arroz
O quê está entre aspas é fala. O quê está entre parênteses é pensamento. Por favor, redobre a atenção.
Capítulo 9: Rin - Parte 2
Rin despertou quando uma de suas damas de companhia a chamou. No castelo, o café da manhã era servido logo após o amanhecer e já estava ficando tarde. As outras fêmeas esperavam a humana aprontar-se. Devido aos acontecimentos, elas passaram a acompanhar a garota em toda a parte. A princesa choramingou. Não tinha conseguido dormir direito e faziam poucas horas que ela tinha pego no sono de verdade.
- "Vamos, Rin-chan" - Disse Tori.
A jovem sentou-se sonolenta em seu futon, com o cabelo desgrenhado. Todas riram. Resmungou e deitou-se novamente.
Saori a puxou pelos braços: - "Rin-chan, nós estamos atrasadas. E ainda teremos que aprontar nossa hime para passearmos pelo comércio e voltarmos antes do almoço. Sesshoumaru-sama ordenou que sua protegida cantasse para os convidados".
A órfã suspirou.
- "Depois do que ele fez, duvido que meu filho permita que ela se apresente para os hóspedes. Foi o atrevimento deles que o fizeram atacá-la em primeiro lugar".
A adolescente acordou totalmente com esse comentário da matriarca: - "Quê!".
Akane contou com inocência simulada: - "Rin-hime não sentiu os cheiros? Todos aqueles machos estavam excitados!".
- "Eles não tiravam os olhos da Rin-chan!" - Aoi comentou.
A garota havia percebido os olhares maliciosos daqueles comerciantes durante o jantar e notou que seu senhor parecia irritado, todavia, não tinha dado a devida importância: - "M-mas... como Rin iria saber que Sesshoumaru-sama faria aquilo?" - Ela fez 'beicinho' e continuou com birra: - "Não foi minha culpa!".
Erai exclamou sonhadora: - "E pensar que todos aqueles machos lindos queriam acasalar com Rin-sama! Ai! Que sorte que a princesa tem!".
- "Pare com isso, Erai! Esse é um dos motivos para você guardar a sua pureza, Rin. O desejo deles apenas os faz lembrar que o clã inu possui riquezas que eles jamais terão. Você é um dos símbolos da glória do nosso império. Você sempre será apresentada como a maior oujou de nosso reino. E como tal, deve ser requintada e elegante. É importante que o clã dos youkais cachorros não seja desonrado. Imagine o que esses comerciantes pensariam se você não fosse mais virgem e ainda não estivesse marcada!" - A senhora das terras do oeste falou com firmeza.
- "H-hai, Chikara-sama. M-mas Rin chegou ao jantar e não fez nada demais... E-e o Sesshoumaru-sama... er...".
A matriarca disse com simplicidade: - "Sesshoumau ficou com ciúmes. A possessividade dele falou mais alto, na verdade".
- "Mas, o que foi que Rin fez?" - Pensativa, a menina sussurrou para si, lembrando dos anos desde que chegou ao shirou, enquanto se arrumava para o café da manhã, o qual, ela tinha certeza, ele estaria lá.
A pré-adolescente tinha guardado, em sua memória, somente alguns detalhes do dia em que ela esteve naquele grande castelo e havia sido capturada pelo 'cão do inferno'. A imagem mais importante que havia gravado em seu coração era o olhar carinhoso de seu protetor junto com a sensação quente da mão dele em seu rosto. Foi um momento muito especial...
Quando voltou, para viver com seu senhor, ficou empolgada e agitada com a beleza e com as peculiaridades do lugar. Contudo, no início, o daiyoukai havia ordenado-lhe que ela sempre ficasse sobre as vistas dele. Então a jovem entediava-se no escritório, enquanto o esperava terminar todos os deveres. Porém, ela aprendeu várias características sobre os inus youkais desde que chegou.
Somente a família real era composta por aqueles cachorros brancos gigantes. O resto da população era bem menor. A pelagem da nobreza variava entre cinza e amarelo claros e branco puro. Enquanto os outros eram cães de várias cores: amarelos, castanhos, pretos, brancos, marrons ou misturados. Existia uma incrível organização entre eles. A ordem de conduta era rígida. E, acima de tudo, estava o inu no taisho, que era obedecido sem questionamentos.
Algo curioso, que a garota nunca entendeu até o dia em que a senhora teve 'aquela conversa' com ela, foi a reação estranha que o imperador e outros machos tinham de vez em quando. O príncipe ficava com os olhos inteiramente vermelhos. E, às vezes, saía um som do peito dele, parecido com uma mistura de rosnado e ronronado.
- "Anou... Sesshoumaru-sama... hã... por que Sesshoumaru-sama está desse jeito?".
- "Desse jeito como?" - Perguntou com a voz um pouco áspera.
- "Hããã... Com os olhos vermelhos? E os seus riscos estão estranhos" - A menina apontou para uma bochecha.
- "Porque este Sesshoumaru quer".
- "Sesshoumaru-sama vai se transformar? Aqui dentro do shirou?".
O guerreiro de cabelos prateados grunhiu levemente, com impaciência: - "Volte aos estudos, Rin".
- "H-hai, Sesshoumaru-sama" - A adolescente estava lendo alguns pergaminhos antes de questionar seu mestre - (Sesshoumaru-sama ficou bravo...) - Ela pensou.
A mente da jovem viajou para o final da tarde em que Akai faleceu. A órfã tinha ficado muito abalada com a idéia de que ela era a responsável por aquela terrível sentença de morte.
Entretanto, o café da manhã seguinte foi muito constrangedor. O daiyoukai apresentou-se assim que a princesa humana chegou. Ela havia dormido no quarto das suas damas de companhia, após três xícaras de chá calmante, e ainda estava muito sonolenta. A matriarca apareceu no minuto seguinte. Estranhamente, a senhora acomodou-se ao lado de Rin, na mesa das fêmeas não acopladas. E o nobre sentou-se de frente para sua pupila, na mesma mesa. No entanto, apenas os empregados circulavam pelo salão, visto que, normalmente, os inu youkais só compareciam aos jantares. Mãe e filho se entreolhavam intermitentemente.
A donzela usava um kimono azul claro, com borboletas, flores e obi roxos. A senhora e o senhor das terras do oeste vestiam suas roupas costumeiras. As empregadas usavam kimonos simples da cor bege e obis pretos.
- "Inúteis. Olhem para o cabelo dela" - O imperador reclamou às escravas de sua protegida.
- "Oh! Gomenasai, Sesshoumaru-sama!" - Prontamente, as três empenharam-se em desfazer os nós da cabeça da menina. Havia uma relevante 'bola' na nuca dela.
A garota olhava para a mesa. Em parte pelo chá que tinha tomado, em parte pela vergonha de pensar o que seu mestre havia feito na noite anterior. Não tinha coragem de encará-lo e permaneceu quieta, enquanto suas servas mexiam em seu cabelo.
- "Então, Sesshoumaru. Você poderia me explicar o quê aconteceu ontem à noite? Por que você matou aquele general?" - Chikara começou o interrogatório, falando lentamente.
- "Rin poderia explicar isso melhor" - O aristocrata escondeu a raiva através de sua máscara de frieza. Porém, ordenou logo em seguida - "Vamos, Rin. Fale. O quê aconteceu? O quê aquele verme fez? Ele tocou-lhe?".
- "Nã-não! Akai-sama não f-fez n-nada c-comigo!" - A jovem levantou a cabeça e respondeu exasperada.
- "Oh! Como não fez nada, Rin-chan! Ele segurou seu braço! Ficou até a marca! Olha, Sesshoumaru-sama!" - A serva puxou a mão da oujou e arregaçou a manga do kimono.
O nobre viu uma mancha vermelha no pulso delicado de sua protegida e deu um pequeno rosnado.
- "Saori!" - Rubra, a humana puxou o braço, escondeu o pulso e se encolheu novamente.
- "Rrrrinnn... Porque está escondendo a verdade deste Sesshoumaru?" - O peito do inu começou a arder com aquela dor estranha, que ontem ele havia descoberto, através de seu falecido subordinado, ser algo chamado ciúme.
A senhora das terras do oeste se resignou a observar, todavia, por dentro, ria do descontrole do próprio filho.
Ele sempre foi tão altivo, tão orgulhoso. Muitas vezes ela e Touga ouviram os discursos apaixonados dele sobre a superioridade youkai e a inferioridade humana. Não só isso. Ele sempre contava como iria governar sobre tudo, pois tinha nascido para tal coisa, já que, ainda em idade tenra, mostrou ser possuidor de uma força extraordinária para um filhote tão pequeno. E, agora, estava admitindo sem querer, um interesse possessivo pela simples moça de quem era o tutor.
- "Hã. R-Rin n-não e-está... hã... Akai-sama machucou Saori-chan e d-depois bateu em Aoi-chan e Tori-chan... Rin ficou com medo e...".
- "Porque ele queria você? Por acaso vocês estavam... íntimos?" - O guerreiro sabia que sua pupila ainda era pura. Mas isso não significa que eles não poderiam ter feito outras coisas.
- "Íntimos?" - Com curiosidade, a donzela o encarou de novo.
- "Oh! Não meu senhor!" - Aoi tentou argumentar.
- "Silêncio, fêmea. Este Sesshoumaru se dirigiu somente à oujou".
- "P-perdoe-me, Sesshoumaru-sama. Mas Rin-hime não sabe o quê é íntimo" - Sentada atrás da matriarca, Akane falou com respeito, apesar de estar se divertindo internamente, assim como Erai.
- "Nós fizemos o quê Sesshoumaru-sama ordenou: 'Nenhum macho chega perto de Rin'. Algumas vezes eles conversavam com Rin-chan, mas nós sempre estávamos por perto. Eles nunca a tocaram" - Aoi terminou.
- (Nenhum!) - A órfã pensou com surpresa.
Tori começou a contar toda a história, enquanto a princesa mantinha-se com a cabeça curvada, raciocinando: - "Akai-san chegou perto de nós e disse que pediria, para Sesshoumaru-sama, a mão da Rin-chan. Mas Rin-chan disse claramente que não desejava se acoplar a ele".
- (Nenhum! Mas... Eu serei sozinha para sempre?).
- "Os outros machos, que estavam presentes, riram do Akai-san. Ele deve ter se sentido humilhado. Ele queria saber se Rin-chan tinha interesse em outro macho. Saori disse para nós irmos embora, mas Akai-san ficou furioso e a golpeou. Depois, nós tentamos atacá-lo, mas ele nos abateu".
- "O que aconteceu depois, Rin?".
A jovem olhou para seu senhor com aflição no rosto: - "Porque nenhum macho pode chegar perto de Rin?".
Dessa vez, foi o ouji que ficou surpreso, todavia, manteve seu rosto indecifrável: - (O que é isso, agora? Então... Ela realmente tinha algo com aquele miserável?) - Demorou alguns segundos para falar: - "Por que este Sesshoumaru quer. Agora, responda a minha pergunta, Rin".
- "Porque?".
O daiyoukai levantou-se devagar para mirá-la de cima: - "Você está questionando minhas ordens, Rin? Você está desviando do assunto? Por acaso tinha algo com aquele lixo?".
- "N-não... Sesshou...".
- "Este Sesshoumaru o matou. Akai virou uma mancha no chão por causa do poder do meu ácido. Virou esterco! Você está triste, Rin? Você está triste porque perdeu o macho a quem... amava?" - Ele soltou essa última palavra com nojo. Estava nervoso.
Durante declaração de seu senhor, lágrimas começaram a cair pelo rosto da adolescente. Ela levantou-se também para enfrentá-lo.
Chikara e as empregadas notaram que a energia sinistra do imperador aumentou e algo parecido com uma fina poeira subiu e o cercou. As pontas dos cabelos dele dançavam suavemente por causa do youki. As servas foram se afastando com medo.
- "Rin não queria que Akai-sama morresse! Rin não queria que ninguém morresse!" - A garota falou com mais intensidade.
O inu continuava impassível: - "Você sabe o que ele tentou fazer? Ele tentou chegar na sua alcova para marcá-la à força! Você queria que ele fizesse isso, Rin?".
Ignorada pelo casal, a senhora comentou para si mesma: - "Então foi por isso que você o matou?".
- "Quê?" - A jovem, angustiada, teve sua respiração alterada.
Contrariando sua personalidade fria, o nobre transtornou-se um pouco com a cena que veio-lhe à mente: - "Você sabe o que ele pensou em fazer, Rin?".
O daiyoukai odiou imaginar que algum macho tinha idealizado fazer aquilo com sua protegida: - (Por quanto tempo ele sonhou com ela?).
Voltou a dizer: - "No minuto em que aquele merda a encontrasse, ele a marcaria! Ele enterraria o falo dele em você! Com toda a força que aquele filho da puta pudesse ter! O mais fundo que ele pudesse entrar! Era isso o que você queria, Rin?".
A humana e as outras fêmeas ficaram de queixo caído. Elas nunca tinham ouvido o senhor das terras do oeste usar palavras de baixo calão.
Novamente, a matriarca comentou: - "Sesshoumaru! Parece que não foi criado direito, kodomo" - (Que interessante. Ele correu atrás daquele general para salvá-la).
Assustada, a princesa apenas olhava para seu mestre. Os olhos dele estavam vermelhos sangue.
- "Rin-hime, 'falo' quer dizer pênis" - Erai cortou o silêncio.
- "Ah!" - Muito corada, a moça curvou a cabeça pela vergonha - "Ora! Eu sei disso!" - Mexeu com as mãos - "Anou... G-gomenasai, S-Sesshoumaru-sama. Rin não sabia q-que A-Akai-sama q-queria... hã...".
O inu disse num tom baixo e ameaçador: - "Não sabia? Ou você tinha alguma coisa com ele, ou você é só uma criança".
- "Eu não sou uma criança! As fêmeas da minha idade já têm pelo menos dois filhotes! S-Sesshoumaru-sama não respondeu porque não quer nenhum macho perto de Rin!" - Exaltou-se novamente.
- "Este Sesshoumaru não deve satisfação a ninguém!".
- "NÃO!".
As outras levantaram-se e se afastaram. O youki do imperador estava maior.
- "O... quê?".
- "Menina. Não o provoque" - Chikara alertou cautelosamente.
A garota não ouviu: - "Eu já sou adulta! Eu já deveria estar acoplada! E-eu só não pensei n-nisso a-antes porque..." - A voz dela sumiu - (Porque eu sempre amei você...) - Lembrou-se com tristeza.
O guerreiro deu um passo à frente, sobre a mesa baixa de madeira de lei, enquanto perguntava lentamente: - "Porque?..." - O sangue youkai gritando possessividade.
- "Hã..." - A jovem deu um passo atrás, com o coração na garganta. Ela viu uma luz negra crescendo em volta do corpo de seu mestre. Imaginou que isso seria a aura de youkai dele. Todavia, juntou forças e tomou coragem.
- "Rin nunca havia pensado nisso. Mas um dia Rin terá que se acoplar a algum macho".
O ouji grunhiu e voltou a andar em direção a sua pupila. A revelação dela ardendo em seu peito. Certamente, a moça não iria ficar solteira para o resto da vida. Algo que ele tinha negado-se a ponderar. Mas...
- "Quem disse que este Sesshoumaru dará sua autorização para tal coisa?".
- "Q-q... Eu não quero ficar sozinha para sempre!" - Mais passos para trás.
- "Eu dei três escravas para você!".
- "Não! Eu quero me acoplar! Eu quero ser marcada! Eu quero ter filhotes!".
O sangue dele ferveu. Num flash, o inu a empurrou contra a parede, porém sem machucá-la.
- "Aahhh!".
As mãos dele foram uma para cada ombro, para segurá-la. O príncipe colou o corpo à humana, tanto quanto sua armadura permitiu. A sua transformação youkai estava à mostra.
A donzela pôs as palmas das delicadas mãos no peitoral metálico e tentou empurrar sem resultados: - "Sesshoumaru-sama!".
- "Sesshoumaru! Solte-a!" - Em vão, a matriarca proclamou, contudo, nem ela, nem as outras, ousaram interferir.
O macho abaixou a cabeça até que os lábios dele se aproximaram de um ouvido da órfã, para que ele pudesse sussurrar com voz rouca: - "Você me pertence, Rin".
A moça congelou.
O jovem inu chegou mais perto, enclausurando-a com seu tamanho bem maior. Seus volumosos cabelos escorregaram para os lados da adolescente: - "Você quer se acoplar?".
Ela tremeu.
- "Quer ser... marcada? Quer ter filhotes?".
A princesa apertou os olhos enquanto sentia aquele hálito quente. Entretanto, estava confusa sobre o quê seu mestre estava fazendo.
Inconscientemente, deixando-se levar pelo momento, o nobre tinha iniciado outro jogo de sedução. Somente sua protegida tinha o poder de fazer isso com ele.
- "Você sabe o quê o macho tem que fazer com a fêmea para enchê-la de filhotes, Rin?" - Sussurrou.
- "Sess..." - Não conseguia respirar direito.
- "Você me pertence. Diferente daquele verme, eu posso ter o quê eu quero, você querendo, ou não. Somente eu posso tocá-la. Somente eu posso lamber seu corpo macio. Apenas eu vou penetrá-la e passar dias fodendo minha hime, até me saciar".
Com os olhos arregalados e de boca aberta, a garota ficou sem palavras. Lembrou-se que aquelas eram as mesmas palavras do falecido general: - (Ele escutou aquilo?).
As mãos do aristocrata desceram imperceptivelmente até as nádegas da fêmea e seguraram firmente, no entanto, sem apertar.
- "N-nani? AAAAIIIII!" - A oujou se remexeu com força tentando livrar-se.
Rosnou com prazer e massageou as bochechas perfeitamente redondas.
- "Pára! Sesshoumaru-samaaa! Pááraaa!" - Rin começou a choramingar - "Me soollta!".
Apesar disso, o inu não a largou. Os sons que ele fazia eram totalmente animalescos. A nuvem negra em volta do corpo do daiyoukai aumentou e aparentava pulsar. Com o nariz, ele fuçava a gola do kimono dela, tentando descobrir a junção do pescoço com o ombro. Uma pequena quantidade da energia sinistra pareceu entrar pelos poros da adolescente e ela sentiu uma fraqueza estranha.
- "Sesshoumaruuuuuuu! Você vai marcá-la, idiota!" - A matriarca gritou com raiva.
Do fundo de seu descontrole, o guerreiro ouviu a voz de sua mãe e cessou seu youki que havia começado a tomar o corpo de sua protegida. Olhou para ela e a viu fraca, quase sem consciência. Segurou e a deitou suavemente no assoalho escuro de madeira. E, destruindo alguns shoujis, correu para longe...
Enquanto banhava-se na luxuosa banheira que existia nos cômodos da senhora das terras do oeste, a princesa suspirou ao relembrar todos aqueles acontecimentos. Após ter desmaiado, foi carregada por suas damas de companhia para o quarto delas. Tinha dormido durante várias horas até despertar com uma sensação estranha no corpo. Só depois descobriu o quê era...
- "Vamos, Rin-chan" - Aoi disse, ajudando a humana a ficar de pé e secar-se.
- "Será que Sesshoumaru-sama vai estar lá?" - Sussurrou.
- "H-hai, Rin-chan".
Respostas às Reviews:
Juliana: Obrigada pelo incentivo! O Sesshy-sama tá safado mesmo! O.o
sango coral-chan: :3 Obrigada pela review! Ele está cada vez mais descontrolado! Mais um cap! Esse saiu big!
Raissa Shields: Eu também entro todo dia aqui no FFNET. ;D Mas, ultimamente, tem muito AU, que eu não gosto. Eu coloco minhas fics favoritas no 'story alert' para receber avisos de update. E também fico louca quando uma das minhas favoritas é atualizada.
Mais tarde eu vou explicar como o Sesshy-sama chegou àquele cúmulo. Quero dizer, já está sendo explicado, não? Pelo ciúmes!
Os inu youkais podem ouvir os batimentos cardíacos. O coração disparado da Rin não deixou ninguém dormir! T_T
Oooossssaaaaa! Imagina um homem desses dizendo: "Você me pertence!". Aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! _
Eu virava uma mantega derretida!
Que mãe não seria orgulhosa daquele filhão?
Chikara tem muitos motivos que ainda serão revelados...
Com certeza Rin está cada vez mais bonita e Sesshoumaru-sama está cada vez mais abalado. ;D
O Sesshy vai ficar com ciúmes até da própria sombra he he he
Obrigada por todas as suas reviews!
Trisk-chan: Mais 1! LoL
Tei-chan: Obrigada pela review! O Sesshy-sama ficará cada vez mais louco sim!
Bulma Briefs C: Obrigada pelas suas reviews! E obrigada pelo aviso: eu consertei aquele erro! Se você ver mais alguma coisa, por favor, me avise. Eu leio o cap várias vezes antes de postar, mas sempre deixo passar algum erro. Fico morrendo de raiva disso. Preciso de alguém que sempre me fale mesmo. Uma pessoa de fora consegue enchergar melhor. As youkais estão se divertindo com as situações pelas quais Rin passa. Na cabeça delas, isso é engraçado, porque são fofocas sobre os seus senhores. Mas eu me divirto também.
Yuuki-chan s2: O Sesshy-sama está incontrolável! LoL Mas essas são as melhores cenas, não? O Sesshoumaru é muito forte. Teve que ser um monte de guardas mesmo. Acho que só o Inu Yasha consegue parar ele. Mas ele não faz parte dessa história (não planejo fazer isso, pelo menos por enquanto).
A mãe do Sesshy foi muito atenciosa com os sentimentos dele no animê e o mangá. Então, eu acho, que ela não seria aquela bruxa que muitas fics mostram. Eu gosto de pensar que ela é dura com o filho e, ao mesmo tempo, o ama e realmente quer a felicidade dele.
Ana M: Obrigada pelas explicações! Mais um cap!
Anny Taishou: Um monte de gente achou essa cena engraçada. Mas, realmente, ele é muito forte. Só o Inu Yasha pode com ele. Esse lado dele nas fanfics é a melhor parte! Infelizmente haverá muitas "interrupções" (e muitos agarramentos) até chegar o final. Infelizmente? Seria muito chato se as coisas acontecessem rápido! Perde aquele suspense! Mas haverá muitos ecchis e agarramentos até lá!
A. Diandra: Oooohhhhh! Alguém igual à mim! Eu também não gosto de uma Rin submissa. E não gosto do Sesshy-sama com outra. Perdão pela demora e pela "abstinência". A Rin ainda está bem inocente, mas vou fazê-la crescer e se tornar mais forte. Não é qualquer uma que pode ser a esposa do Sesshy, não é mesmo? Ela tem que ser tão forte quanto ele. Pelo menos, na personalidade. Acho que a Rin o enfrentou um pouco nesse cap! Mas vou tentar fazer umas cenas onde ela se impõe.
Nossa! Eu fiquei com muitas dúvidas quando escrevi esse capítulo. Mas, no total, espero que gostem.
Até mais!
