Chapter Seven
Pela segunda vez, durante a recente relação dos dois, ele a carregou nos braços e, pela segunda vez, ela estremeceu. Foi direto para o quarto, escancarou a porta e deitou-a na cama.
Ajoelhou-se sobre ela, achando fofo os olhos entreabertos e os lábios intumescidos de Bella.
— Hora de começar o capítulo sete.
Ela gemeu e ele teve o pressentimento de que o sétimo capítulo sempre iria fazer parte do vocabulário dos dois. A palavra sempre relampejou e dançou pela mente de Edward. Porém, ele a espantou, pois tinha algo muito mais importante com que se preocupar: fazer amor com Bella.
Queria apenas uma parte dela sem roupa. Pelo menos por enquanto. Ergueu a saia de Bella, de uma só vez, deixando-a acima da cintura.
Como se tivesse lido os pensamentos dele, Bella entreabriu as pernas, excitando-o ainda mais. Ele começou pela coxa, sentindo o gosto e o aroma da pele macia dela. Não conseguia ir devagar. Sabia que deveria, mas seu desejo era forte demais. Ficaria para uma outra vez. Agora, precisava tocá-la inteira, prová-la.
As mãos tremiam, devido à volúpia que sentia, quando retirou a calcinha de Bella. Nunca havia sentido nada igual. Ele sorriu, enquanto se ajoelhava à frente dela. Ela estava úmida e quente.
Lembrou-se do que ela havia dito no carro e seguiu as instruções. Começou com um movimento suave e delicado e ela se abriu como um botão de flor para o sol. Ela estremecia de volúpia, enquanto Edward acariciava seu mais íntimo ponto de prazer.
Bella era um vulcão em ebulição e Edward decidiu mudar para um movimento mais rápido e firme. Teve que segurá-la pela cintura para que ela parasse quieta, já que se movia tanto quanto gemia. De repente, ela ergueu o tronco aos poucos, enquanto uma onda cataclísmica de prazer a invadia inteira.
Fez um movimento de que ia se levantar e voltou a cair na cama outra vez. O corpo contraiu-se involuntariamente por alguns segundos até que, enfim, relaxou completamente.
Edward ficou alguns minutos beijando suas coxas, enquanto ela voltava à Terra aos poucos. Porém, não deixou que ela voltasse por completo, pois ainda queria mais
Deslizou um dedo para dentro da feminilidade de Bella. Ela estava úmida e ainda com pequenas contrações orgásticas. Deslizou outro dedo dentro dela e Bella suspirou e se remexeu na cama. Foi tateando-a até encontrar a densidade do ponto G, massageando-o gentilmente. Enquanto isso, beijava-a na superfície do sexo, evitando o clitóris, pois, provavelmente já estava muito sensível.
Bella estava ofegante e deliciada. Gemia e estremecia em suas mãos.
— Não pára!
Edward não apenas obedeceu como resolveu voltar ao clitóris que parecia um botão de rosas desabrochando, clamando pela língua dele, como a uma abelha em busca de mel. Deliciou-se com ele como se fosse um sorvete e depois como uma fruta que quisesse comer até o caroço.
Foram múltiplos orgasmos até que Bella retornasse ao mundo real. Ele mesmo não se agüentava de tanto desejo e ansiedade. Despiu-se rapidamente, louco para juntar-se a ela. Porém, ela o deteve.
— Agora é a minha vez.
— Mas não sei se vou agüentar muito mais tempo — disse ele, com sinceridade, um pouco constrangido.
Ela sorriu e o deitou na cama. Sem perder tempo, sua língua dançava sobre a carne quente e macia de Edward. Ele suava devido ao esforço para não explodir. A pulsação era forte, a respiração arquejante.
Completamente enlouquecido de desejo, cobriu o corpo dela com o seu. Enquanto beijava aqueles lábios maravilhosos que haviam lhe dado tanto prazer, apanhou um preservativo.
Então, deixou seu lado selvagem tomar conta de seu corpo e sentiu-se como um lobo em noite de lua cheia, liberando toda a lascívia contida.
Ela circundou a cintura dele com as pernas, deixando-se levar pelo ritmo forte e sôfrego de Edward. Fizeram amor como dois animais, gemendo e gritando. O orgasmo veio para ambos quase ao mesmo tempo.
Segundos depois, Edward desabou ao lado dela, suado e exausto, e dormiu como uma criança, pouco depois de beijá-la com carinho na face.
Já estava escuro quando acordou. E tinha fome. Foi até a geladeira e descobriu que não havia muito o que escolher. Optou pela pasta de amendoim com uma fatia de pão.
— Que horas são? — perguntou Bella, com voz sonolenta. Estava de pé na entrada da cozinha. Estava toda despenteada, com um roupão enorme que ia até os joelhos. Estava linda. Edward sentiu vontade de fazer amor com ela novamente. Parecia o idiota completo, como ela pensava que era. Como se estivesse descobrindo as maravilhas do sexo recentemente. E era assim que se sentia.
— Quase seis da tarde.
— Isso é o seu jantar?
— Não. Só uma entrada. Estou faminto. Quer um?
— Não, obrigada. Quer ir lá para casa jantar? Tem uma lasanha no freezer.
— E um convite irrecusável.
Ela riu e foi para o quarto se vestir. Em meia hora, estavam na cozinha do apartamento de Bella.
— Tem cerveja e vinho na geladeira — disse ela enquanto abria o freezer para pegar a lasanha.
— É sábado à noite. Não estou atrapalhando? Não tem nenhum programa? - perguntou Edward.
— Não. Eu... — Ela fez cara de que se lembrava de algo e abriu a boca.
— Tinha esquecido completamente. Tenho uma festa de despedida de um professor lá da escola. Viu? Culpa do capítulo sete.
Edward ficou desapontado. E surpreso por estar desapontado. Não deveria se melindrar com o fato de que Bella tinha outros planos.
— Não se preocupe. Como um sanduíche na rua.
— Imagina. Temos tempo suficiente para jantar. A festa é na casa de um dos professores. Disseram que poderia levar um acompanhante. Quer ir?
Geralmente evitaria um programa de colegas de trabalho de quem quer que fosse. No entanto, passar o sábado à noite sem a companhia de Bella não parecia nada agradável.
— Se você quiser que eu vá...
— Eu quero — ela disse, beijando-lhe no cangote. Ele ia ter. que contar a verdade em algum momento.
Mas os dois estavam se divertindo tanto! A voz da razão o atormentava, dizendo que eleja estava em apuros. Como filho de seu pai, tinha que aceitar que não era o cara certo para Bella, uma mulher romântica e com sonhos de casar. Tinha que ser honesto em breve. Mas não agora.
NA: Bem eu ia postar somente um, mas é muita covardia deixar um ar de lemon no ar. Rs. Até breve. ;)
