- Trapaceiro! Eu vou embora amanhã! Esses dados são viciados, o único número que eles dão é sete! – Gritava Jared possesso. Com raiva jogou os dados na direção de Jensen, que se defendeu.
- Jared. Calma. – Jensen pegou os dados e se levantou.
– Calma? – Gritou. – Joga esses dados aqui! – E Jared bateu na cama.
- Na cama? – Perguntou o loiro, estranhando.
- É aqui, além de trapaceiro está surdo agora? – Disse Jared, que respirava forte, de tão irritado.
- Ok! – E Jensen lançou os dados em cima da cama, sabia que não ia dar em nada, pois os dados só dariam sete em uma superfície lisa e rígida como a bandeja em que estavam.
A primeira soma deu quatro. Jensen pegou os dados novamente e os jogou agora alcançando o dez. E outra vez a soma foi dois. – Tenho que ficar jogando até que horas para me pedir desculpas? – Perguntou sério, mordendo os lábios. – Eu nunca trapacearia, minha família é dona de um dos maiores cassinos de Vegas, como poderia arriscar o meu nome em dados viciados?
- Me dá esses dados. – E Jared pegou o dado e jogou e o numero dois apareceu novamente. - Mas Jensen... – O moreno olhava confuso para Jensen e para os dados.
- Por que faria isso, já tinha conseguido o que eu queria! E posso conseguir muito mais, sem usar métodos tão baixos. – Falou em um tom mais alto que o normal, e se arrependeu no mesmo momento ao ver Jared se encolher e abraçar as próprias pernas. Jensen pegou os dados e saiu.
Jensen olhou para os dados. "Tenho que dar um fim nisso. Sempre fui cínico e até mesmo insensível. Se pensar com calma, posso me classificar como um cafajeste sem coração, mas isso nunca me incomodou realmente, porém agora me sinto o pior dos mortais. Claro que os outros passaram pela minha vida sabendo o que seria, mas o Jared apesar dele se entregar, realmente sinto que ele não gosta da situação. Droga! Como posso fazer isso? Ele é tão inocente, ingênuo. Se eu ainda tiver um pingo de decência aqui dentro, vou voltaria para lá e contaria a verdade."
Jensen estava deitado na cama em sua cabine pensando em abrir o jogo para Jared e apostar suas fichas mesmo com cartas ruins, quando o moreno entra pela porta com cara de filhote que comeu o fio do computador do dono.
- Desculpa. – Pediu Jared em pé frente à cama, e Jensen se sentiu o pior do que estava, mas o seu lado egoísta escondeu as cartas e continuou blefando.
"Pra que provocar raivas e ressentimentos, logo estaremos nos separando e seguindo nossos caminhos por lugares diferentes." Pensou o loiro, se justificando. – Tudo bem! Esquece! Se fosse ao contrário pensaria a mesma coisa. Foi realmente muita coincidência. "Hollywood não sabe o que está perdendo." Pensou sorrindo, já esquecendo as crises de consciência. – Me desculpa por ter falado alto.
- Por que esse sorriso cínico? – Perguntou Jared desconfiado.
- Nossa primeira briga de namorados, pena que não dá para fazer as pazes da maneira correta. Para onde você vai? – Perguntou quando o moreno se voltou para sair da cabine.
- Vou voltar para a minha cabine. – Respondeu Jared.
- Você não é meu namorado? Tem de dormir aqui comigo. – Disse Jensen.
- Você gosta de dormir sozinho. – Falou Jared.
- Mas eu nunca namorei, e é bom dormir agarradinho com você. – Jensen falava baixo e passava a língua pelos lábios. O charme disso é que era natural, fazia parte de suas expressões corporais. – Deita aqui no meu peito. – Chamou o loiro. – Por favor!
"Vai para tua cabine Jared." Sua mente mandava e seu corpo se deitou na cama com Jensen.
- Fica apenas de boxer. – Pediu Jensen, o moreno estava somente de bermuda.
- Eu não estou usando nada por baixo da bermuda. – Disse Jared.
- Melhor ainda. Tira vai! – Jensen falava manhoso e beijava o pescoço de Jared.
E quando o moreno percebeu sua bermuda ia pelo meio de suas pernas, e novamente ele estava nu nos braços do loiro, que retirou também a sua boxer, fazendo o moreno prender a respiração.
- Você é lindo. – Quando Jared percebeu o seu pensamento se transformou em palavras.
- Obrigado. – Disse Jensen sorrindo. – Estava pensando que mereço uma compensação. – Falou olhando sério para o belo rosto do moreno. – Afinal fui injustamente acusado.
- Uma compensação? – Perguntou Jared surpreso.
- Pode ser outro boquete. – Disse o loiro sem resistir.
- Agora? – Perguntou Jared, com os olhos arregalados.
- Tem algo mais importante para fazer? – Jensen perguntou sem conseguir controlar o sorriso cínico. E se encantando com o vermelho que coloria o rosto de Jared. – Estou brincando, vamos deixar para amanhã. "De onde vem esse desejo incontrolável de tê-lo perto de mim e provoca-lo?"
- Jensen se você já conseguiu tudo que queria comigo, por que não me deixa ir embora? – Jared mordia os lábios ao perguntar.
- Por que agora você é que tem a dívida comigo, perdeu nos dados, e dívida de jogo é sagrado, e quero ter um pouco mais desse tudo. – Jensen falou essa frase em um tom baixo e rouco fazendo o corpo de Jared arrepiar. – Agora dorme amanhã será um longo dia, acredito que a pomadinha já vez o efeito necessário. – Falou provocando-o. – Afinal temos apenas 11 dias e preciso aproveitar cada segundo desfrutando do meu prêmio.
- O seu premio não me inclui na sua cama. – Disse Jared tentando se levantar, mas foi seguro por Jensen.
- Já passamos dessa fase. – Disse o loiro rindo de maneira cínica, abraçando com mais força o moreno.
Jared fechou a cara, mas o loiro lhe tomou os lábios em um beijo calmo e doce, e a medida que o beijo se aprofundava o moreno se sentiu amado mesmo diante da situação que vivia. Parecia que a boca de Jensen falava uma coisa, mas quando beijava falava outra totalmente diferente. E Jared foi dormir com aquela ilusão, pois fazia se sentir menos usado.
Jensen acordou com os seus próprios gemidos e uma sensação tão intensa de prazer, que se recusou a abrir os olhos quando identificou a origem de tão deliciosa volúpia.
Os lábios de Jared sugavam um dos seus mamilos de Jensen enquanto apertava o outro com a ponta dos dedos, e depois fez o mesmo com o outro lado, e com leves mordidas e beijos rápidos foi descendo em direção ao membro do loiro, que se encontrava ereto e ia ficando cada vez mais duro, com a aproximação dos lábios do moreno.
Jared brincou com o umbigo de Jensen metendo e tirando a ponta da língua no orifício ali existente.
- Sua pele é deliciosa. – Dizia Jared fazendo com que Jensen se deleitasse,não apenas com as caricias recebidas, mas também com as palavras ditas entre gemidos do moreno. – Você é viciante. – Continuava Jared, achando que Jensen ainda dormia.
Jensen gemeu tão alto quando os lábios de Jared envolveram seu membro, que este levantou a cabeça para verificar se o loiro ainda dormia. Como a única reação foram os gemidos que se faziam há muito tempo presente, começou em um vai e vem delicioso para ambos. Se o primeiro boquete que recebeu de Jared foi perfeito, este estava o superando.
O moreno lambia, sugava, enfiava até a garganta, às vezes retirando e colocando rapidamente, ou retirava bem devagar, deixando a língua percorrer lentamente toda a extensão do pênis do Jensen que se controlava para não agarrar Jared pelo cabelo e assumir o controle da situação.
O loiro curioso e querendo ver o trabalho do Jared levantou um pouco a cabeça e com os olhos entreabertos observou o moreno que estava entre suas pernas, sentado sobre seus próprios joelhos e segurava a base do seu membro com uma das mãos e com os olhos fechados circulava com a língua a glande, para em seguida colocar tudo na boca. Em seu rosto, se refletia todo o prazer que sentia com o falo de Jensen entre seus lábios.
Jensen não aguentou tanto prazer e logo se derramou na boca do moreno que engoliu tudo. – Delicioso. – Disse Jared no final com um sorriso bem sem vergonha e lambendo os lábios.
Jensen continuou fingindo que estava dormindo e mesmo no torpor do recente orgasmo ficou com os olhos entreabertos observando o moreno que continuava sorrindo de maneira travessa com se estivesse aprontando algo.
Jared se levantou pegou algo na cabeceira da cama e depois se deitou novamente entre as pernas do loiro, e dobrou calmamente uma e depois outra.
"Esse safado está com péssimas intenções." Pensou Jensen ao ver todo o preparo de Jared, que o olhava furtivamente verificando se o loiro ainda estava dormindo.
- Porra Jared! – Gritou Jensen ao sentir o dedo do moreno gelado por causa do lubrificante, que este usava tentando lhe penetrar. – Será que toda fez que me chupar vai querer me comer também? – Perguntou o loiro ao moreno, que lhe encarava assustado.
- Você estava acordado desde que horas? – Perguntou Jared ignorando a pergunta feita, apesar de que esta não esperava resposta.
- Bem antes de você declarar que sou viciante. – Respondeu Jensen. – Você sabe que não aceito o que você quer fazer, por que a insistência?
- Eu desejo isso, nunca fui passivo e agora você quer que eu seja totalmente assim. – Disse Jared. – Não acho justo.
- Jared, eu te entendo. Sério mesmo, mas sinto muito. Isso você não vai ter. – Falou o loiro.
- Por quê? Por que ao menos não tenta? – Perguntou o moreno com olhos de cachorrinho.
- Com esse teu olhar, dá até vontade de ceder. – Respondeu Jensen. – Mas na situação em que nos encontramos, não tenho motivo para tal.
- Que situação?
- Logo iremos nos separar para sempre. Por que vou me entregar, fazer um sacrifício que seria enorme para mim? Se ao menos fossemos construir uma vida juntos poderíamos tentar, mas não é o caso. – Explicou Jensen.
- Eu me entreguei para você. – Disse Jared pasmo com a explicação de Jensen. O moreno balançava a cabeça como não acreditando nas palavras do loiro.
- Se entregou por que quis. – Falou Jensen. Jared ficou alguns minutos observando o rosto do loiro, que estava atento a cada gesto do moreno, pois parecia que este estava ao ponto de atacá-lo. O desejo foi substituído por uma raiva latente.
- Quero quebrar a tua cara. – Explodiu Jared.
- Eu sei. – Disse Jensen impassível.
- Eu te odeio. – Gritou Jared socando a cabeceira da cama seus punhos passaram a poucos centímetros do rosto de Jensen.
- Eu sei. – Falou o loiro se levantando com toda sua majestosa nudez. – Porém você odeia mais a si mesmo, por se entregar a mim, sempre que eu quiser.
- Pois eu nunca mais vou me entregar para você. – Disse Jared tremendo de raiva, mas observando o loiro se mover nu pela cabine e sua pele se arrepiava ao lembrar quanto prazer aquele corpo coberto de sardas e pelugens douradas, podia proporcionar.
Jared gostava de sexo, sempre gostou, mas nunca em sua vida se sentia tão propenso aos desejos carnais como agora.
Jensen não entendia por que falava aquelas coisas ao moreno, não era do seu feitio atacar o orgulho de alguém, como ele fazia com Jared. O seu desejo naquele momento era voltar para a cama e mostrar que estava certo, que o teria todas as vezes que o quisesse.
Eles ficaram medindo forças com o olhar perdidos em seus pensamentos até que uma leve batida na porta os tiraram da tensão que envolveu a cabine.
- Jensen! – Gritou Jim do lado de fora.
- O que foi? – Perguntou o loiro.
- A Reserva entrou em contato e disse que estamos no caminho de uma tempestade. – Informou Beaver.
- Estou indo, espera um momento. – Disse Jensen vestindo uma boxer e logo em seguida uma calça Jens. – Depois nos conversamos. – E saiu.
A reserva era um arquipélago formado de quatro ilhas pequenas e bem próximas umas das outras, tão próximas que entre duas delas existia uma ponte. Era uma RPPN, Reserva Particular do patrimônio Natural Ackles-Pileggi. No local funcionava, além dos estudos da vida marinha no oceano Pacífico, uma central de meteorológica, onde podiam prever com bastante tempo de antecedência tempestades, assim como terremotos e maremotos, tsunamis e outros eventos da natureza.
- Jim, qual é a situação? – Perguntou o loiro assim que entrou na cabine de comando.
- Temos uma tempestade pelo caminho há oito horas daqui, mas é aconselhável estarmos ancorados em algum porto. – Informou o capitão do iate.
- Dá para chegar à reserva? – Perguntou o loiro.
- Sim, mas tem a ilha São Pedro que é mais próxima. – Informou Jim, Jensen gostava das baladas daquela ilha, onde Ian era gerente de uma boate muito famosa e requisitada. O moreno iria ficar feliz em revê-lo mesmo acompanhado, era capaz até de querer uma festinha a três, mas esse pensamento não agradou o loiro de maneira alguma.
- Prefiro ir para a reserva. – Disse Jensen, não por causa do Ian, mas por que ele gostava da reserva e tinha certeza que Jared também iria gostar, mais do que a ilha de São Pedro. "Jensen você está ficando maluco. Primeiro provoca até o outro bufar de raiva e agora fica fazendo planos para agradá-lo."
- Vou tomar café. – Informou Jensen. – Depois venho assumir o timão.
- São dez da manhã! O garoto está te dando uma canseira. – Disse Beaver. Pois quando Jensen viajava no iate gostava de acordar cedo.
- Me senti um velho. – Comentou Jensen. – A diferença entre nós dois é de apenas 6 anos, por tanto temos quase o mesmo fôlego. – Se defendeu.
- Tua alma é de um velho quebrado, não quebre a alma do garoto. Não se torne aquilo que você odeia. – Disse Jim, que sabia dos fantasmas do loiro.
- Nunca o machucaria. – Disse Jensen horrorizado ao ser comparado com aquele que o loiro se recusava a pensar ou lembrar.
- Não existe apenas o machucado físico. Aquele que atinge a alma às vezes é bem pior. – Disse Jim. – Jensen posso esta errado, mas esse garoto, pode ser a tua chance de voltar a amar.
- Jim, não quero falar nisso. Mais do que ninguém, você sabe que amar para mim não é uma opção. – Respondeu Jensen.
- Então deixa o garoto ir embora, pensa que não observei as manobras que você tem feito para ele ficar? Não sei como ele veio parar aqui, mas deixa-o seguir a vida dele, enquanto há tempo. – Falou o velho homem.
- Não consigo! – Disse Jensen saindo e voltando para a sua cabine, Jared não se encontrava mais por lá.
- Está com fome? – Perguntou Jensen da porta da cabine de Jared que se encontrava em pé de frente para escotilha com o olhar fixo no horizonte.
- Adianta eu dizer que não? – Perguntou Jared, sem voltar o seu olhar para Jensen. – Parece que minhas vontades estão sob suas mãos. – Continuou com mágoas na voz.
-Jared... – Jensen ia dar uma resposta cínica, mas se lembrou de Jim. – Jared, desculpa! – falou, o moreno surpreso se virou para ele esperando. – Fui grosseiro, mas realmente ser o passivo não me atrai nem um pouco e nós sabemos que não vamos conseguir ficar sem tocar um no outro. Eu te quero Jared, e te quero muito, pensava que quando o possuísse, esse desejo de te ter passaria. – O loiro encarou o moreno, que leu nos olhos verdes a verdade das palavras.
- Eu também te desejo muito, e quero saber como é está dentro de você. – Disse Jared se aproximando do loiro que deu um passo para trás devido à intensidade que as palavras soaram.
- Não quebre a sua cabecinha com desejos e pensamentos desse tipo, isso não vai acontecer. E quanto antes você aceitar isso, vai ser melhor para nós dois – Jensen se aproximou e acariciou o rosto de Jared que fechou os olhos.
- Eu sei que enquanto estiver aqui nós iremos fazer amor. – Disse Jared.
- Sexo. – Disse Jensen.
- Como? – perguntou Jared.
- Faremos sexo. – Respondeu Jensen.
- Que seja. – Disse Jared respirando fundo, mas se controlado. - Mas vou tentar ter você! – Disse Jared com firmeza. – Eu vou conseguir.
Jensen revirou os olhos. - Espero que não se decepcione. Pois não é um simples não querer, tem algo a mais, enterrado bem fundo.
- Então me diz o que é. – Falou Jared segurando Jensen pela cintura.
- Se estar enterrado, é para continuar assim – Disse Jensen de maneira fria e dura. – Vem tomar café.
– A única maneira de impedir de tentar, é me mandando embora. – Falou Jared.
- Ainda não enjoei para te mandar embora. – Disse Jensen de maneira irônica fazendo o Jared apertar os olhos e mordendo a boca de raiva.
- Eu sou teimoso. – Falou entre dentes próximo ao rosto do loiro fazendo este sentir o hálito quente e doce do moreno, e para mostrar o quanto, Jared o prensou na parede lhe arrancando um beijo violento, onde a língua o invadiu sem dificuldades e explorou cada pedacinho de sua boca, suas mãos apertaram a sua cintura deixando marcas na pele clara e sardenta de Jensen.
– Mas depois não diga que não avisei. – Falou o loiro depois de recuperar um pouco o ar depois do intenso beijo de Jared, sua voz saiu rouca e baixa, e um pouco tremula.
- Faça sua aposta. – Disse Jared saindo da cabine.
N.A.: O capitulo está curto, mas o próximo esta pronto para a correção espero que a Anja tenha um tempo melhor e possa corrigir mais cedo. Sei que é terrível a espera e tento fazer o máximo, mas a fic necessita de dois tempos, o meu e o dela. Peço desculpa e compreensão. Mil beijos a todos, em especial para Anja, que esta pegando uma pauleira de mau humor da minha parte, daqui a pouco serei expulsa do paraíso, por uma Anja ruiva.
Respostas ao reviews não logados:
PadacklesRocks
O Jensen ceder ou não, é mais profundo que podemos pensar o imaginar!1
Vc anda sumido mesmo!
Sinto falta! E suas fics, vi postar aqui? Alguns estão indo para o Anime espirit, se for para lá, será apenas com fics novas, fiz um live jounal para mim também, mas sem paciência para postar por lá!
Você perdeu a aposta! O Jensen nesse capitulo foi muito canalha! Mas vamos ver se ele se redime! Srsrs
Mil beijos!
VanessaPadalecki
Obrigada por me acompanhar aqui no FF.
Obrigada pelo máximo, acabo acreditando!
E Não tenha receio em deixar reviews! Qualquer palavra me agrada!
Aparece quando der1
Mil beijos e obrigada pelo carinho!
Ana Lúcia
O Jensen continua sem ceder a cauda! Srsrsrs
O capitulo foi pequeno e realmente o loiro foi muito canalha nesse capitulo!
O coração esta difícil de o loiro assumir que já é do Jared, mas a cauda, vai ser missão impossível! Srsrrsrs
Mas acho que o Jared não aguenta um mês de seca, mesmo querendo matar o loiro!
Mil beijos!
Drita
OI!
Percebeu a conversa sobre o Tom nunca o ter traído! Adoro ideias! Srsrsrs
O Jensen as vezes é muito franco, a vantagem é que ele nunca mente para o moreno, ou quase! Srsrsr
Tudo bem o loiro é um cafajeste! Srrsrs
O Jared pode se machucar, mesmo que o Jensen não queira!
Mas o Jensen tem um muro alto e que nem ele consegue transpor, vamos ver até onde o Jared pode derrubar as barreiras! Um traseiro lindo ele tem para isso! Srsrsr
Mil beijos!
Ozy1
Seja bem vindo! Apareça mais vezes!
E obrigada pelo carinho!
Mil beijos!
Blue Mystery
Obrigada por não me abandonar!
E espero que acompanhe as atualizações! Srsrrss
Espero que ela continue gostando! Ssr
Mil beijos!
Cleia
O Jared foi ingênuo e não sabe dos truques dos dados! Srsrsrs
O loirão saiu como vitima inocente na história! Srsrrs
Então ele ainda não vai ceder!
Obrigada1
Mil beijos1
Sonny
Brincando com as palavras! Srsrs
Sinto que alguém esta treinando para estreiar no mundo das escritoras1 Aguarda ansiosa os teus surtos e viagens1
Mil Beijos
Nome em negrito para compensar o apagamento! Srsrsr Por que foi isso que aconteceu, lembro que coloquei!
O loiro tem uns lances de ciúmes engraçado na fic, pois ele é e sempre negando os sentimentos! Pode perceber que nesse capitulo ele foi terrível e o que você quer esta longe de acontecer. A o Jared vai ralar para conseguir pegar a cauda do loiro! Isso se conseguir1 srsrsrsr O loiro tem muitos traumas! Srsrrs
No próximo capitulo teremos mais desses traumas. Foi quase com algo que você colocou, não vou dizer qual parte! Sou mal! Muito mal!
Viu que o Jared tentou de novo e despertou um mostrinho no Jensen, esse capítulo ele foi o ó!
Quem sabe o Jared volta para o Tom? Pode ser divertido! Srsrsr mas será que depois de ser do Jensen alguém pode swer de outro, mesmo do Tom aquele espetáculo! Srsrs
Os dados eram realmente viciados! O loiro não ia arriscar a deixar o moreno ir embora! Loiro safado!1 Mas no amor e na guerra vale tudo! Srsrrs Apesar da negação do loiro, eu aposto nesse amor, ou não, vou aguardar mais para apostar as minhas fichas até que ponto Jensen vai deixar se envolver? Srsrs
Sempre amamos suas reviews, da vontade de atualizar mais rápido para recebe-los! Apenas não consigo! Então me ame e tenha paciência!
Mil beijos!
Comentários da beta
(eu sabia! Mentiroso!) – Sobre os dados serem viciados.
(Ele não queria mesmo magoar o Jared?) pelas palavras duras do loiro, ele foi bem antipático. srsrrs
(Isso é preferência!) Por que acho a nudez de Jensen gloriosa1 Quem não acha?
(e é! Quase quarentão! Hahaha) Sobre o Jensen se sentir um velho!
