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Ouviu os gemidos de Jared, desesperado, junto ao telefone. – Sabe que posso lhe fazer um homem rico e que se algo acontecer ao Jared você não vai ter vida para contar a história.

- Eu fico olhando para a boca do seu garoto aqui, e imagino que o sorriso dele deve ser tão doce, quanto a minha vingança. – O ódio que pela primeira vez Morgan demonstrou na voz, fez o coração de Jensen gelar.

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Três horas antes do telefonema de Jeffrey...

Jared, depois de receber o recado que deveria esperar Jensen na cobertura do loiro, se dirigiu ao elevador privativo, mas seu caminho foi interceptado por um homem moreno com barba por fazer. Poderia até o considera-lo bonito se não fossem os olhos frios e cheios de maldades.

- Jared Padalecki, tenho um convite para você. – E o homem lhe mostrou uma arma na cintura.

- Quem é você? – Jared olhava para o segurança, mas o mesmo estava distraído olhando para uma garota e nem prestou atenção nos olhares aflitos do moreno.

- Vamos ter muito tempo para nos conhecermos, isso se você for um menino bonzinho, e me seguir até o carro. – Com jeito e sem chamar atenção o homem foi levando Jared até o estacionamento.

O moreno foi colocado dentro de uma SUV preta e com todos os vidros peliculados, passados alguns minutos, Tom entrou e se sentou ao lado de Jared.

- Desgraçado! – Jared socou a cara de Tom, mas foi segurado quando ia dar mais um.

- Sem brigas. – Disse o homem que o trouxe para o carro.

- Jeffrey o que esta acontecendo? – Tom estava confuso. Quando Jeffrey ligou avisando que ele estava com sorte, não imaginou encontrar Jared ali. – Onde está o Jensen, eu fiquei de conversar com ele... – Suas palavras foram interrompidas por uma nova agressão dessa vez dada por Jeffrey.

- Você fica calado. – Disse Jeffrey apontando para o Tom. – E você e eu vamos conversar. – Olhou para o Jared com um sorriso cínico. – Você acha que o Jensen pagaria 500 mil dólares para te salvar?

- Eu acho que sim. – Jared, independente de qualquer coisa, confiava que o loiro não ia se negar, pois 500 mil dólares não era uma quantia tão alta a ponto de deixa-lo ser machucado.

- Vocês são namorados?

- Não! Ele é meu namorado! – Falou Tom, mas logo recebeu um tapa de Jeffrey.

- Eu disse para você ficar calado.

- Bem lembrado. – Jared interrompeu Jeffrey. – Considere nosso namoro terminado.

- DR terminada, vamos ao que interessa. – Jeffrey não agredia Jared, pois queria saber até que ponto o moreno era importante para Jensen. – Você veio antes, mas o Jensen marcou com você em sua cobertura, vocês têm algo mais sério?

- Temos! Apenas faltava eu terminar com o Tom para ficarmos juntos. – Jared disse isso para garantir a sua segurança, pensava que o quanto mais próximo estivesse de Jensen, ninguém iria machucá-lo, pois teriam certeza de receber o dinheiro.

Quando chegaram a uma cabana no meio do deserto Jared percebeu que a coisa ia além de uma dívida de jogo. Percebeu que ao afirmar que ele era importante para Jensen, assinou seu atestado de óbito, pois assim que entraram no local, os dois tiveram suas roupas arrancadas, e foram imobilizados cada um em uma cama. Tom foi drogado imediatamente, seu corpo começou a tremer e logo apagou.

- Agora vou me apresentar formalmente para você. – Disse o homem que o abordou no Resort. – Sou Jeffrey Dean Morgan. – Jared reconheceu o nome. – Pelo seu jeito já ouviu falar de mim. Então deve saber que não saíra vivo daqui. Esperei dez anos para me vingar...

- Se vingar de que? – Jared gritou perplexo, pois foi Jensen o maior prejudicado naquela história toda.

- Ele não contou o que seu vôzinho fez? – Os olhos de Jeffrey brilhavam em fúria. – Eu passei 10 anos querendo uma forma de me vingar, apenas machuca-lo não era suficiente, isso já foi feito. Eu queria arrancar algo importante da vida dele, alguém que ele amasse.

- Mas o Jensen não me ama... – As palavras de Jared foram interrompidas pela gargalhada de Jeffrey.

- O Jensen nunca namorou com ninguém, portanto... – Jeffrey riu.

- Eu falei aquilo para você não me machucar, inventei para que tivesse certeza que ele pagaria a dívida do Tom. – Jared olhava em pânico para o lado, quando percebeu que iam fazer ao Tom. – Eu menti.

- Eu acho que vou arriscar. – Jeffrey olhou para um dos seus capangas e este começou a penetrar o Tom, Jared olhou horrorizado quando viu o corpo do moreno reagir como sentisse prazer com aquela brutalidade. Mas o pior era seus olhos que vagavam vazios e vertiam lágrimas incontroláveis, mostrando que sua mente não concordava com aquele abuso.

Ele imaginou o que o Jensen, com apenas 18 anos passou nas mãos daquele monstro.

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Depois do telefonema, Jensen no primeiro momento se desesperou, se sentiu um adolescente indefeso, sua vontade foi de correr e se esconder, mas se acalmou e procurou em sua mente quem poderia ajudá-lo. Mark Pellegrino, dificilmente, apesar de Jeffrey ser o cão dele.

Após muita reflexão Jensen resolveu procurar a única pessoa em que confiava, apesar de que essa não falava com ele.

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- Jensen? – Joseph Ackles estava surpreso com a visita do neto.

- Vô, eu sei que tem vergonha de mim, que me odeia, mas preciso de sua ajuda. – O loiro entrou no apartamento do avô de maneira desesperada.

- O que aconteceu? – Jensen lhe contou tudo, desde dia em que conheceu Jared até o telefonema de Jeffrey. – Então aquele desgraçado está comprovando que eu devia ter seguido o conselho do meu pai: "Se você humilhar um inimigo, o mate, pois ele vai se vingar." E o idiota aqui, quis fazer diferente, mais uma vez e novamente meu velho estava certo.

- Eu sei que o senhor não me aceita, mas ajude o Jared. Ele foi uma vítima inocente nesse jogo, por favor! – Jensen suplicava para o avô.

- E é apenas por isso que veio aqui implorar por ajuda?

- Não, eu... Ele... Me mostrou que ainda posso amar. – O loiro se calou e percebeu algo pela primeira vez desde que entrou ali. – O senhor estava chorando? – Os olhos do avô estavam vermelhos.

- Essa é outra história, agora temos de salvar o teu garoto. A porta para tua liberdade. – Jensen estranhou a expressão, mas percebeu que a definição se encaixava perfeitamente. – Agora me escuta. – E Joseph traçou um plano de resgate.

- Obrigado, eu sabia que ia me ajudar. Tinha certeza. – Jensen sorriu agradecido para o avô.

- Jensen, o sangue sempre fala mais alto. – E abraçou o neto, precisava muito daquele abraço.

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Jeffrey marcou com Jensen em uma cabana no meio do deserto do Mojave, a caminho de Los Angeles.

Cobras cascavéis balançavam seus chocalhos próximos dali, um frio percorreu a espinha de Jensen. Vestiu a máscara da calma que não sentia, se tudo desse errado, ele poderia sair morto juntamente com Jared, e essa expectativa o desestabilizava.

Quando entrou na cabana de apenas um cômodo de 7 m por 5 m, Jensen foi revistado e uma pistola automática prata foi encontrada.

- Quanto tempo Jensen? – Jeffrey lhe encarou com um sorriso cínico. – Fiquei surpreso de encontrar uma arma com você.

- Quando se vai ao deserto sempre é bom, podemos encontrar algumas cobras venenosas. – Jensen olhou para o lado e quase o seu ar de indiferença veio por terra, Jared estava nu em cima de uma cama, acorrentado com os braços acima da cabeça, amordaçado, no rosto alguns hematomas, e no olhar um desespero. Se a pistola não tivesse sido tirada dele, essa hora talvez estivesse morto, mas com certeza mandaria Jeffrey para o inferno.

Com um olhar Jensen tentou passar calma ao moreno, a vontade do loiro era de correr e dizer que tudo ia terminar bem, mas ele não podia demonstrar tanto sentimento, pois se Jeffrey soubesse realmente o quanto Jared era importante, o moreno estaria morto.

Tom estava também acorrentado na cama ao lado, porém havia sinais evidentes de violência e abuso, o olhar vago indicava que estava drogado.

- Boas lembranças? – Jeffrey sempre sorrindo de maneira debochada.

- Fala o que você quer? Não tenho muito tempo para perder com um cão igual a você. – Jensen falou de maneira fria e controlada, como se aquele episódio o enfadasse.

- Antigamente você não pensava assim.

- Antigamente você tinha algo a me oferecer. – O sorriso debochado de Jeffrey sumiu, surgindo no rosto de Jensen, que mirou Morgan dos pés a cabeça mordendo os lábios, e olhou fixamente para sua virilha, nos olhos uma expressão de desprezo.

- Ainda falta um convidado. – Jeffrey agora estava sério, com um ódio explícito. – Acredito que a festa está completa. – E Mark Pellegrino entrou na cabana.

Jensen sentiu quando dois homens o agarraram, tentou se livrar, mas eles eram mais fortes.

- Você quer o remédio do prazer como da outra vez, ou se garante com o garanhão? – Jeffrey perguntou para Mark, e sorriu com o olhar interrogativo de Jensen. – Você não lembra? – Gargalhou. – Melhor aplicar o remédio, assim ele vai te odiar, porém sem saber o motivo. Não me olha assim meu loirinho, logo você entenderá direitinho.

- Pronto, o dinheiro já foi transferido para a sua conta. – Disse Mark com um sorriso cínico e cheio de expectativa, guardou o celular e uma mensagem de texto acusou no de Jeffrey, que verificou e sorriu. - O que está acontecendo aqui? – Gritou Pellegrino quando dois homens o seguraram o imobilizando.

- Hoje é o dia que eu mais esperei nesses dez anos. – Jeffrey olhava para os dois, em Jensen uma expressão de curiosidade e na de Mark temerosa. – A vingança é doce, dez anos dizendo sim, sendo o teu cão fiel, quando a minha vontade era morder a tua mão. Mas a oportunidade chegou.

- Por que vingança? – Mark tentava passar uma dúvida que não existia, ele sabia muito bem do que Jeffrey falava.

- Tem certeza que não sabe? – Jeffrey gritou, mas fechou os olhos se controlando. Jensen apenas observava a conversa entre os dois querendo entender o que ele tinha haver com aquilo. – Você me traiu, uma amizade de infância! Quem te protegeu quando os colegas da escola descobriram que gostava de brincar com garotos? E por causa de que? De um rabo, de uma coisa que podia encontrar em qualquer lugar. Aquela ligação para Joseph Ackles acabou com a minha vida. – Jensen arregalou os olhos, ficou surpreso ao saber que fora Mark que avisou o seu avô e assim o velho pode salvá-lo. – Por que você fez isso?

- Você sabe que sempre fui apaixonado por ele, e o Lehen ia matá-lo. Eu não podia permitir.

- Mas pode permitir que aquele velho hipócrita homofóbico e veado fizesse o que fez comigo?

- Eu pedi para ele não te matar...

- Ele não matou, antes tivesse feito isso... Porém nenhuns dos quatros sairão vivos daqui, pois não deixo meus inimigos vivos para eles não se vingarem. – Jeffrey deu um sorriso cínico, mas triste. – Mas antes você vai vê-lo morrer, meus homens aqui vão usá-lo na tua frente, fazer aquilo que você veio atrás, jurava que ia encontrá-lo desacordado, drogado como da última vez?

Mark se encolheu diante do olhar de ódio de Jensen, este compreendeu que Pellegrino também o abusara, que não foi apenas Jeffrey.

- Ele também? – A pergunta saiu baixa sem Jensen sentir.

- Não existe um também! – Jeffrey segurou o rosto de Jensen o encarando. – Eu nunca te toquei. Você nunca teve o prazer de me sentir em teu corpo, pois apesar desse tua boca tentadora, e dessa bundinha empinadinha, que pelos gemidos do meu grande amigo Mark Pellegrino, devia ser gostosinha, nunca gostei de homem. Quando você ia atrás de mim, a minha vontade era de dar uns murros nesse rostinho lindo, porém um dia essa tua paixão podia ser útil, então inventava mil histórias para não ter de te comer.

- Mas...

- Vou te contar tudinho. – Jeffrey de uma leve tapa no rosto de Jensen que tentava manter a frieza, mas aquela história estava mexendo com ele. – Quando você me procurou cheio de amor para dar, mas dizendo que não tinha um tostão no bolso, pois seu pai não aceitava o nosso relacionamento, claro que eu poderia esperar eles se conformarem, principalmente o velho do teu avô, afinal era o neto predileto.
Mas eu precisava de dinheiro na hora, te agarrei e fui arrancando a tua roupa, e como o teu sonho era flores e champanhe, lutou e tive de te apagar.

- Sabe que fico feliz em saber que nunca me tocou? – Jensen sorriu de maneira amarga.

- Continuando, Frederic Lehen ele tinha um prostíbulo em Nova York, eu devia uma grana preta para ele, mas antes resolvi dar um presente para um amigo, maldita hora!

- Ai! – Jeffrey de um soco no estômago de Mark.

- Mark chegou, e tentou ser direito, dizendo que não achava certo, mas o instinto falou mais alto, e se aproveitou de todas as maneiras do teu corpinho, tomou até estimulante para aproveitar todas as horas possíveis, e você, Jensen, gemia feito uma vadia. Posso dizer que apesar das mordidas e chupões que ficaram em seu corpo, ele foi carinhoso. Mas quando o tempo acabou ele pirou. – Jeffrey nessa hora bateu novamente em Mark.

- Eu disse que pagaria a tua dívida e daria o que quisesse por ele. Mas você simplesmente o entregou àquele doente. – Mark respirava com dificuldades por causa das pancadas.

- Se fosse simples. Mas eu te expliquei que quando Lehen soube quem era, nada mais interessava só Jensen. Ele ia se vingar do pai dele, e se não o entregasse me mataria, você poderia ter esperado. – Novas agressões.

- Esperado o que? Um corpo deformado e sem vida.

- Não interessa, nós éramos amigos, e você me traiu. – Jeffrey se descontrolou e deu uma sequência de socos no rosto e estômago do Pellegrino.

- Eu pedi pela tua vida, e Ackles sempre teve fama de cumprir suas promessas. – Sangue escorria pela boca de Mark.

- Realmente ele não me matou...

- Você nunca me disse o que ele fez contigo...

- Está rindo de que? – Gritou Jeffrey quando Jensen começou a gargalhar.

- Essa DR de você foi bem interessante. – O loiro já tinha conseguido manter o autocontrole. E já tinha entendido tudo, na verdade o castigo de Jeffrey era para ser de Mark, essa era a raiva de Morgan.

- Eu quero ver você rir, quando os meus homens virarem o teu garoto do avesso. – Foi impossível para Jensen manter o sorriso. – Depois eles vão brincar com você e depois vou te matar. E ninguém vai encontrar o teu corpo, do teu amado Jared, do idiota do namorado dele e nem desse porco traidor que um dia chamei de amigo.

- Vocês estão ganhando quanto desse perdedor? – Jensen se mantinha frio apesar da situação. Ele tinha um dispositivo em seu relógio e seu avô estava pronto para invadir a casa, o loiro acionaria quando não houvesse perigo de vida para ele e Jared, ou quando a situação chegasse ao limite. – Vocês sabem quem eu sou? Certo?

- Eles estão muito bem pagos. E o único que poderia meter medo era o velho do seu avô, mas ele não gosta que o neto seja uma bichona. Então não tem problema em eles se divertirem contigo. – Jeffrey se mostrava confiante.

- Engraçado essa tua confiança, pois para o meu avô sempre o sangue fala mais forte, e você sabe disso. Carrega uma lembrança entre as pernas, ou melhor, não carrega. – E Jensen sorriu cinicamente. – Acredito que vocês estão em uma armadilha tanto quanto nós. – Os homens olharam para Jeffrey e o loiro percebeu que a dúvida ficou plantada. – Perguntem para ele o motivo de tanta raiva?

- Cala boca! – E Jeffrey se aproximou e acertou o rosto do loiro lhe cortando os lábios.

- Perceberam o que eu quis dizer? – Novo tapa. – Sabem por que ele precisa de vocês para fuderem alguém? – Jensen ria apesar das agressões. – Por que ele não pode, sua masculinidade que tanto o orgulha foi perdida, ou melhor, cortada. – Jensen ria passa a língua nos lábios feridos sentia o gosto do sangue, mas parecia não se importa. - Me soltem, podem ganhar bem mais dinheiro do que esse arremedo homem pode pagar e ainda saírem livres, o que acham?

Os homens o soltaram e Jensen pegou um lenço e limpou o filete de sangue que escorria pelos seus lábios, ajeitou o blazer que usava e acionou o dispositivo chamando o avô sorrindo de maneira triunfal e debochada.

Jeffrey vendo que talvez fosse o fim puxou a arma e apontou para Jared. Jensen se jogou sobre o homem para impedir que acertasse o moreno, ambos lutavam pela arma, quando ela disparou, os olhos verdes de Jensen encontraram os castanhos de Jeffrey, em uma muda surpresa...

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N.A.:Capítulo difícil de escrever, na verdade JA está saindo no sangue, o próximo não vai demorar, acredito que teremos mais três o quatro capítulos.

Obrigada por estarem todo esse tempo comigo, e aja paciência!

Mil beijos!

Cantinho da beta:

(Adoro gente que faz bem o seu trabalho!)

(Essa eu gostei!)

(Claro que não!)

(É vovô, ele é inocente! E lindo... E fofo! Tá, parei!)

(Vou passar lá pertooo! Uhuuu!)

(Que visão do paraíso!)

(Uhhuuuuuu! Viva o vovô Ackles! Adorei o que ele fez aqui!)

(Que fino, educado... kkk)

(Três vivas para o loirão fodástico! Viva, viva, viva!)

FIM DO CAPÍTULO MAAAAAAAIS EMOCIONANTE, CHEIO DE SURPRESAS E FODÁSTICO DA HISTÓRIAAAAAA INTEIRA!

AMEEEEEEEEIIIIIIIIII!

Reviews não logados:

Nadine Obrigada por aparecer e dizer um oi! O próximo vem mais rápido.

lalky

Viu o que Joseph aprontou com quem abusa do seu netinho! Kkk

Os próximos virão mais rápidos.

Obriga por Fórmula do Amor.

Beijos

rugilaj2

Que tal a tua conta já esta ok? Nunca vou desistir, posso demorar, mas não desistir e e ela esta na reta final.

Espero que tenha gostado o jeito do Jensen tratar a situação.

Vam,os ver o que acontece no próximo que não vai demorar!

Mil beijos!

Blue Mysteri

Viu como o loiro encarou seus medos e foi salvar o moreno, coisa bem tipo, meu herói! kkkkk

Obrigada por sempre me acompanhar, mesmo com as demoras

Ana Lucia

Não vai demorar o próximo!

Realmente o loiro mostrou que ama o Jared, correu risco de vida para salva-lo!

Obrigada!1

Mil biejos!