N.A.: Esse capítulo está meio betado! Srsrsrsrrs O que é isso? Ele foi comentado e aprovado no teor da história, mas a parte gramatical e da escrita está cru! Srsrsr Eu disse CRU! Srsrsrrs
A minha Anja esta na Califórnia fazendo cursos, passeios e etc. E eu estava louca para postar! Srsrrs Se tiver muito erro, por favor, me avisem!
CAP 17
Os homens o soltaram e Jensen pegou um lenço e limpou o filete de sangue que escorria pelos seus lábios, ajeitou o blazer que usava e acionou o dispositivo chamando o avô sorrindo de maneira triunfal e debochada.
Jeffrey vendo que talvez fosse o fim dele puxou a arma e apontou para o Jared, Jensen se jogou sobre o homem para impedir que este acertasse o moreno, ambos lutavam pela arma, quando ela disparou, os olhos verdes de Jensen encontraram os castanhos de Jeffrey, em uma muda surpresa...
Jensen parou de lutar e olhou para seu abdômen e antes de qualquer reação, a casa foi invadida pelos capangas de Joseph Ackles, Jeffrey agarrou Jensen fazendo este de escudo, Jared olhava com desespero para a mancha de sangue que aumentava na roupa do loiro.
- Ola, Joseph, que bom que veio assistir o seu neto preferido morrer. – Jeffrey ria, mas estava nervoso, sabia que não sairia vivo dali, mas levaria o loiro com ele. Jensen independente de está ferido reagiu causando surpresa em Morgan, o empurrando com o corpo para trás, e ao mesmo tempo se jogou para frente se baixando e os homens do seu avô Jeffrey de balas.
- O meu bisavô atravessou uma cidade inteira com 10 tiros no corpo, eu ia perder apenas para um. – Essas foram às palavras de Jensen ao se aproximar de Morgan que ainda respirava de maneira estranha se afogando no próprio sangue. - Você é patético, e pensar que deixe minha vida se comandada nesses 10 anos por você. Quando o meu avô te emasculou vez um favor para os homens, pois nunca soubeste honrar o que carregava no meio das pernas. Foi um peso que saiu da minha costa saber que nunca me tocou. – E o sorriso de lado com ar de desprezo e triunfo foi a ultima visão de Jeffrey nessa vida.
Jensen se aproximou de Jared retirando a mordaça do moreno e com a ajuda dos capangas o soltou e ao Tom também que jazia desacordado.
Jared abraçou Jensen buscando o seu ferimento. – Não foi nada grave disse o loiro. – Estou bem. – E lhe entregou a roupa que estava jogada ao lado da cama.
- Você sabe para onde tem de ir. – Disse o seu avô. – E o que eu faço com o Mark e os outros? – Quem comandava aquela operação era o loiro.
- Antes de chegar tinha feito um acordo, acho melhor pagar, dê 20 mil para cada um, e quanto ao Pelegrino o deixe voltar para casa. – O avô de Jensen deu um sorriso de lado.
- Realmente você parece comigo, mas deixar o Pelegrino vivo não é uma boa. – O avô de Jensen tinha escutado a conversa toda, pois além do dispositivo, o loiro também estava com uma pequena escuta para o caso de não conseguir pedir ajuda.
- Eu quero que essa história acabe por aqui, nada de vinganças, a família dele é poderosa, não vale a pena, de certa maneira ele me salvou na mesma época. Apenas quero deixar tudo isso para trás. – Jensen se apoiava em Jared enquanto falava com o avô, não que estivesse grave, mas estava gostando dos cuidados do moreno. – E você Mark, nunca mais apareça no cassino, e quando me encontrar por ai, finja que não me conhece.
Dois homens carregaram Tom para o carro que era uma SUV e Jensen foi em outro veículo com Jared.
- Jensen... – O loiro colocou o dedo nos lábios do moreno o calando.
- Depois. – E o loiro perdeu a consciência e o moreno viu que a camisa branca por baixo do blazer de Jensen estava toda manchada de sangue.
- Rápido, por favor! – Pediu Jared ao ver o loiro desmaiado.
O avô de Jensen tocou fogo na casa como corpo de Morgan dentro e foi embora deixando Pelegrino para trás em seu próprio carro, sua vontade era de matá-lo, mas Jensen tinha razão, se isso acontecesse ia causar uma guerra entre os Ackles e os Pelegrinos, foi melhor assim, não o ideal, mas Joseph pediu ajuda a natureza e Jensen não precisava saber disso.
Mark Pelegrino estava chegando à cidade de Vegas, quando ouviu um barulho que lhe arrepiou, e o seu coração gelou, o barulho do chocalho de uma cascavel, e antes mesmo de parar o carro, a víbora o picou no pescoço, ainda tentaram salvá-lo mais devido o local da mordida, bem na jugular, sua morte foi certa. Seu ultimo pensamento foi uma dúvida: Como aquela cobra entrou em seu carro?
171717
Na clinica do , Tom ainda estava inconsciente, mas fora de perigo, as maiores sequelas seriam as psicológicas.
Jared tinha sofrido algumas escoriações no rosto devido alguns tapas que Morgan lhe aplicou, mas estava bem apesar de assustado.
O tiro no Jensen foi de raspão, mas ele perdeu muito sangue ficou um pouco fraco, por isso Fuller achou melhor ele ficar dopado, enquanto recebia uma transfusão de sangue, apenas uma bolsa.
Jared quis passar a noite com ele no quarto onde existia um sofá bem confortável apesar do tamanho do moreno.
Durante a madrugada Jensen acordou e no primeiro momento estranhou onde estava, mas seu coração se acalmou ao olhar para o lado e ver Jared adormecido, mas logo grossas lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.
Jared sentiu que estava sendo observado e acordou, se aproximou da cama de Jensen e passou um dedo pela bela face do loiro acompanhando uma das muitas lágrimas a seguindo até os lábios perfeitos onde a pequena gota morreu.
- Você deve está me odiando. – Expôs Jensen seu medo.
- Por quê? Você não me abandonou mesmo sabendo que era uma armadilha, enfrentou o seu passado por mim, sabendo que o pior podia acontecer. – Jared sorriu e lhe deu um singelo beijo, apenas um encostar de lábios. – Se jogou na frente de uma arma para me manter salvo, tenho apenas que te agradecer.
- Mas foi a minha loucura que desencadeou toda essa situação. Morgan soube de você, de sua importância em minha vida, por causa da dívida de jogo com Tom, que não existiria se não fosse pelo dinheiro que coloquei nas mãos dele pela sua companhia. – Jensen estava realmente arrependido.
- O quanto sou importante para você? – Jared não se interessou pelas outras palavras, pois já conhecia o resto da história.
- Quando mandei o recado para me esperar na cobertura, era exatamente que eu queria dizer o quanto você é importante na minha vida. – Jensen olhou para o Jared para confirma que o moreno estava prestando atenção nele. – Eu ia dizer que ia procurar tratamento e assim tentar me entregar, pois quero viver o que sinto por você de maneira plena, sem restrição, sem medo... Mas acho que agora isso não será mais possível. – Jensen baixou os olhos, não queria ver que estava com razão no olhar de Jared.
- Por que não é mais possível? – Jared segurou o rosto de Jensen entre as mãos o forçando a lhe encarar.
- As mentiras, as armações e a humilhação por qual passou, quase perde a vida e tudo por minha causa. – Nos olhos de Jensen uma esperança que estivesse errado.
- Eu sei que tudo o que disse é verdade, mas... Droga! Parece loucura, porém tudo que aconteceu, serviu para te compreender um pouco mais, não justifica suas ações, pois você deve ser sim um cretino de natureza. – Jensen arregalou os olhos. – Sim Jensen, você tem esse lado mimado de querer as coisas do seu jeito, digamos um lado meio gangster, deve está no sangue, mas tem também o lado bom, encantador, apaixonante, amigo, e por causa desse lado eu quero fazer parte da sua vida. Loucura, mas verdade. – E Jared tomou os lábios do loiro em um beijo calmo, mas firme, Jensen lhe segurou pela nuca e o puxou de encontro ao corpo o fazendo deitar por si.
- Desculpa atrapalhar, mas quero falar com o meu neto. – A voz de Joseph fez os dois pularem de susto e se afastarem imediatamente.
- Vô! Obrigado. – Jensen disse em um só fôlego. O velho balançou as mãos tipo deixa isso para lá.
- Quero conversar com você. – Joseph sentou em uma cadeira próxima a cama de Jensen.
- Estou lá fora. – Jared olhou para Jensen e para o avô, sabia de como o mesmo via o neto e ele parecia que estava meio porre.
- Por que o senhor está bebendo essa hora? – Perguntou o Jensen preocupado.
- Por quê? – Joseph riu de maneira meio triste. – Acho que vou precisar de mais uma dose, para contar o que tenho de contar...
Jensen ficou olhando para o avô esperando, mas este parecia que estava sem coragem, e confirmou isso pegando uma garrafinha de dentro do bolso tomando um gole de bebida.
- Quando você chegou lá em casa pedindo ajuda estava tentando saber o que fazer! – Joseph enxugou uma lágrima solitária que teimou em escorrer por seu rosto. Jensen olhou assustado, pois nunca viu o avô assim tão frágil. – Mas quando disse o que estava fazendo ali, percebi o que eu devia fazer: Enfrentar os medos e deixar de ser covarde.
- Covarde? O senhor... – Jensen foi interrompido pelo avô.
- Sou um covarde, e, por favor, não me interrompa, o que vou te contar aqui, talvez no final, você que vai me ignorar nas festas de família. – Joseph tomou mais um gole antes de continuar. – De todos os meus netos você é o mais parecido comigo, tanto fisicamente, como na personalidade, se não fosse o teu pai ser como é, você seria um empresário iguais da minha época, resolveria as coisas no tiro, deve ser por isso que Roger o colocou para administrar o cassino.
- Segunda vez que me chamam de gangster hoje. – Comentou Jensen, o avô apenas balançou a cabeça e suspirou como que procurando coragem.
- Não tenho maneira de falar o que preciso dizer: Eu sou gay. – Sussurrou Joseph.
- Eu não ouvi. – A voz do Jensen saiu trêmula denunciando que escutará perfeitamente.
- Você ouviu muito bem: Eu sou gay. – Repetiu de maneira mais firme. – Claro que na sua cabeça deve esta passando um filme, por que nunca te aceitei, deixei de falar com você, se o Beaver não tivesse me segurado teria te dado uma surra... Que ainda bem que fui impedido.
- Mas... – Jensen estava sem saber o que dizer, respirava com dificuldades, o avô dele pegou a garrafinha com bebida e enviou na boca do neto. – Eu estou tomando remédios...
- Um gole não vai matar um Ackles. – Joseph bebeu outro gole. – Eu nunca me aceitei, e quando se assumiu, me odiei, pois achei que a culpa era minha, do meu sangue, e direcionei todo o meu ódio para você. Estranho, mas acho que é isso que acontece com a maioria dos homofóbicos, são gays, mas não se assumem, e odeiam quem tem essa coragem...
- Nesse mesmo hospital o senhor me bateu por sentir prazer... E eu estava drogado. – Jensen olhava de maneira acusadora para o avô.
- Teve apenas um homem que me deixou de quatro. Me fez de vadia dele, gritei de prazer, nunca sentir nada igual. – Jensen ficou de boca aberta. – Quando ele terminou, e eu conseguir ficar de pé... Dei uma bela surra, bati tanto que ele ficou uma semana com o olho roxo. – O velho sorriu com a lembrança. – Uma semana depois o desgraçado me pegou de novo, e assim que terminou o serviço, me deixou sozinho no quarto. E sumiu. O amava tanto, mas não fui atrás dele, nunca o esqueci.
- Mas e a vovó? – Jensen olhava para o avô se perguntando quem era aquele homem.
- Eu gostei muito a tua avó, casamos cedo, tive o seu pai aos vinte anos, isso para fugir dos meus gostos estranhos por peitos musculosos. – Joseph gargalhou. - Sua avó, mulher de carne fartas, até nisso você se parece comigo, se eu tivesse morto diria que é a minha reencarnação. – Joseph ria a bebida estava cada vez tomando conta de seu sangue. – Isso aconteceu depois que ela partiu, mas sempre me sentir atraído por homens, porém eles davam para mim, na minha cabeça era como se eu não fosse gay. – Nova risada. – Besteira. Depois que sua vó morreu resolvi que não ia me casar mais, já tinha dado satisfação para a sociedade, fiquei conhecido com um viúvo apaixonado pela finada esposa. Foi quando o conheci... Me apaixonei. Steven Baik, um negro, lindo, a cara do Denzel Washington, ficamos juntos por seis meses, e sem rolar nada, nem um beijo, ele era hétero, conversávamos a noite toda bebendo e jogando, até que um dia não aguentado o deixei porre feito um gambá, e me aproveitei...
- Vô...
- Você comprou o Jared, deixa de falso moralismo!
- Mas eu não o embebedei! – Jensen se defendeu.
- Mas ele é gay, o Steven não era. De qualquer maneira ele não estava tão porre fingiu para poder se entregar sem vergonha. – Joseph riu. – Claro que depois ele queria também, e o idiota aqui disse não. Terminamos. Dois anos depois nos encontramos, apenas foi diferente ele me pegou, e aconteceu o que aconteceu. – Joseph tomou mais um gole. – Algum tempo depois soube que ele casou, tomei o maior porre nesse dia, e resolvi que foi melhor assim, tentei esquecer quem eu era e você se assumiu gay e foi atrás de sua felicidade, não deu muito certo, mas vez o que eu deveria. – O avô lhe faz um carinho no rosto antes de continuar. - E agora 40 anos depois ele me manda um telegrama...
- Espere o senhor disse 40 anos?
- Sim... Perdi 40 anos da minha vida ao lado de quem eu amava por puro preconceito e agora... – Joseph começou a chorar e soluçava, Jensen não sabia o que fazer diante do estado de seu avô. – E agora ele pode está morrendo... – O loiro entendeu os olhos vermelhos de Joseph quando o foi procurar.
- Morrendo como? – Qualquer raiva ou magoa foi substituída pela preocupação.
- De acordo com a carta que me enviou, ele fez um check-up e o mesmo passou uma biópsia por causa das dores em seu estomago, mas ele não foi buscar o resultado, estava com medo e pediu para acompanha-lo, eu não sei o que fazer. – Joseph não se controlava. – Apesar de estarmos separados eu sabia que estava bem, mas pensar que posso perdê-lo... Eu o amo tanto! – Jensen agora o abraçava tentando consola-lo.
- Pai! – Jensen e o avô se assustaram ao ouvir a voz de Roger.
- O senhor ouviu a história toda? – Jensen perguntou.
- O suficiente para entender que o meu pai é gay. – Roger estava chocado, mas preocupado, seu pai era um homem de 75 anos, e o amava muito, não sabia o quanto podia aguentar de emoção. – O senhor sempre condenou Jensen...
- Pai, ele já explicou tudo. – Jensen interrompeu Roger, defendendo o avô.
- Tudo bem. – Roger sentou no sofá e apoiou a cabeça com as mãos olhando para o pai e o filho, sem saber como agir.
Depois de Joseph se acalmar e ser colocado no sofá para descansar onde adormeceu, Jensen contou o que aconteceu para o pai, a vingança de Morgan, sobre o Jared e a história de amor do avô.
- Pai o senhor é gay? – Jensen perguntou no final de todo o relato.
- Meu filho, depois do que ouvi nem sei mais, porém posso afirmar uma coisa com toda certeza, que se sua mãe fosse um homem, me casaria com ela do mesmo jeito. – Jensen começou a ri e seu pai o abraçou. - E o Jared é tão importante em sua vida como parece?
- Se ele fosse mulher o senhor teria mais um filho hétero. – Os dois riram novamente antes de separar o abraço.
- Vou mandar entrar o meu futuro genro. – Roger saiu do quarto e o Jared entrou.
- Você parece que está muito feliz, fez as pazes com o seu avô? – O moreno perguntou assim que entrou.
- Fizemos, mas não é apenas por isso que estou feliz. Estou feliz por vamos recomeçar, e dessa fez de maneira direitinha. Vou perguntar novamente: Quer namorar comigo?
- Sim – E Jensen o puxou para um beijo e o moreno se entregou não precisava mais resistir ao loiro.
Dois meses depois...
Jensen estava sentado do lado de fora do bangalô que Jared morava na propriedade da família, onde administravam um pequeno hotel típico da região, a casa principal, diversas cabanas espalhadas no local, entre os serviços eram oferecidos excursões, trilhas pelas montanhas, passeios de barco no lago, entre outros.
A bela paisagem não enchia os olhos do loiro, nessa ultima semana o que mais fez foi brigar com o moreno, parecia que este não o queria por perto, já tinha feito de tudo para eles terem mais do que dois encontros mensais, Jensen ia de 15 em 15 dias visitar o namorado e isso o estava matando de saudades. Na noite anterior tiveram a discussão mais séria, nem fazer amor fizeram.
Flash Back
- Jensen eu não vou trabalhar para você. – Jared falava pela décima vez. – Para de inventar cargo para mim, como acha que vou me sentir? Como ao olhar para mim? Esse dá só trabalha aqui por que namora o patrão.
- Quem fala isso vai ser demitido. Simples assim! E eu não estou inventando cargo, apenas o cassino está triplicando de serviço, deixo o Misha a cada 15 dias, sozinho, e ele ter tempo para viver, e esse tipo de cargo que estou te oferecendo é de extrema confiança não posso simplesmente anunciar nos classificados. – Jensen explicou também pela décima vez para o moreno. – E aqui você trabalha para a sua família.
- É diferente é minha família.
- Já te pedi em casamento...
- Um pedido que sentir que era apenas para me manter perto...
- E as pessoas se casam para que? Para ficarem perto...
- Nem se entregar para mim você se entregou... – Jared tocou em um assunto ainda delicada para Jensen.
- Isso não é justo. Já disse para tentarmos, mas você se recusou. – Jensen ainda estava em terapia, e quis se entregar para o moreno, mesmo com medo.
- Você estava tremendo. – Jared acusou, mas o problema principal ali era o fato de Jensen não se conforma com a distância, não que o moreno gostasse disso, ele sofria de maneira igual, mas como explicar que agia assim para manter o loiro interessado nele. – Desculpa isso não vem o caso aqui, mas Jensen, eu não gosto de Vegas...
- Tudo bem! Eu venho trabalhar aqui com você. – O loiro jogou, mesmo sabendo que talvez não suportasse ficar longe do cassino, mas ter o Jared apenas por tão pouco tempo doía mais.
- Jensen, vamos deixar como está no momento, existem tantos casais que são felizes, mesmo vivendo longe um do outro, meu irmão ver a esposa apenas uma vez a cada dois meses. – Jared o segurou pela cintura o puxando para junto de seu corpo. – Cada um tem sua vida independente, podemos manter a nossa assim.
- Não temos essa necessidade de cultivar essa distância, podemos ficar juntos, afinal pessoas que se amam querem ficar uma ao lado da outra, e eu preciso ter você ao meu lado, descansar nos teus braços no final de um dia de trabalho...
- Eu te entendo, mas nem sempre as relações são no estilo tradicional, e com certeza nós dois conversamos mais e nos entendemos melhor do que muitos casais que passam 24 horas juntos. Estamos ótimos assim, sem rotina...
- Ótimo para quem? E a minha vida sem você é a pior rotina que pode existir para mim. Nesses dois meses nos vimos apenas oito vezes. – Jensen se afastou mesmo que seu corpo reclamasse a falta de contato. – Como vai ser se casarmos? Isto se isso acontecer algum dia. – O loiro revirou os olhos, chateado.
- Jensen uma coisa de cada vez, e você não esta procurando outra pessoa para ajudar na administração do cassino? Quando conseguir terá mais tempo para ficar comigo. – Jared sorriu, mas sabia que o loiro não estava satisfeito com a resposta.
- Vou dá uma volta. – Jensen saiu confirmando sua insatisfação, o moreno achou melhor deixar o loiro com os seus próprios pensamentos, tinha certeza que logo o namorado se acalmaria e voltaria para os seus braços, mas dessa vez ele se enganou...
Jensen voltou depois que teve certeza que Jared estava dormindo e se deitou no carpete da sala, demorou a dormir, pois as lembranças das vezes que fizeram amor naquele lugar quando ele chegava morto de saudade o perseguiram até o cansaço o vencer.
Flash Back off
Jensen voltou para dentro do bangalô pegou sua mochila e foi em direção onde ficava o seu helicóptero, um heliporto que servia os hotéis da região, depois de uma bela caminha da meia hora chegou ao local com a certeza que era a melhor coisa a fazer, ir embora, e sem se despedir, não queria brigar mais com o moreno.
Jensen sabia que Jared gostava dele e que sentia sua falta, mas não entendia o porquê o moreno fazia de tudo para manter a distância nesses dois meses de namoro.
Refletindo sobre isso Jensen sabia que tinha de rever a forma que seu relacionamento estava encaminhando, pela discussão com Jared percebeu que este estava confortável nessa situação, muito confortável por sinal, quando o loiro assumiu o namoro com o moreno sua intenção era essa, deixar o moreno seguro, e assim dá segurança quanto aos seus sentimentos.
Então a cada 15 dias, Jensen pegava o seu avião, e depois de uma hora e meia de voo, embarcava em um helicóptero especialmente comprado para isso, e em 45 minutos aterrissava em Rock Mountains, Colorado, passava o final de semana, na madrugada de segunda fazia o caminho inverso, e Jared nunca mais foi para Vegas, nos finais de semana que tinha de ir para o Fortune convidava o moreno e apenas recebia não como resposta.
Durante toda viagem de volta a Vegas a vontade de Jensen era de voltar para os braços de Jared, mas para isso ele teria de aceitar mais uma vez o fato do moreno querer manter a distância, e estava cansado de dizer que estava tudo bem, que com o tempo isso mudaria, não estava mais acreditando nessa possibilidade, algo precisava mudar.
171717
Jared acordou depois de uma noite mal dormida e procurou o loiro, caminhou até a casa principal e sua irmã, lhe deu a notícia.
- Se está procurando o Jensen ele já foi embora, o helicóptero partiu faz uns vinte minutos. – Jared tinha ouvido a aeronave, mas não achava que tivesse sido a do loiro. – Brigaram outra vez, e parece que foi sério. – O moreno mordeu os lábios, não queria pensar no pior. – Jared, por que não aceita ir trabalhar com ele, é tua formação, aqui você é importante, mas Jeff está voltando para casa, e ele vai dá conta do recado perfeitamente.
- Você não entende, essa foi a maneira de mantê-lo do meu lado. – Jared expos suas intenções a irmã. O moreno achava que se negando ir com o Jensen para Vegas, ou ficar ao lado dele sempre que o loiro quisesse, manteria o interesse do loiro acesso.
- Ele não está do teu lado agora. – Meg sempre mete o dedo na ferida com as suas observações.
- Mas quando passar a raiva, ele vai voltar. – Jared confiava plenamente no amor do loiro, sabia que o mesmo moveria céus e terra por ele, e sem pedir nada em troca, talvez seja o momento de ceder um pouquinho.
Jared calculou o tempo que o loiro chegaria a Vegas e ligou para o namorado. – Jensen, você não devia ter ido embora com a gente brigados dessa maneira? – Disse assim que o loiro atendeu o celular.
- Jared, eu não queria brigar mais com você. E era isso que ia acontecer, eu quero mais tempo ao seu lado, eu morro de saudade...
- Tanta saudade que gasta o pouco tempo que temos com brigas desnecessárias.
- Desnecessárias? – Jensen suspirou ao ouvir essas palavras. – Eu estou cansado e de cabeça quente, deixa essa conversa para depois. "Era tão fácil te manter preso no Iate, acho que terei de te raptar novamente." Pensou o loiro. "Mas como te manter ao meu lado por vontade própria?"
171717
- Jensen, quero a minha demissão. – Disse Katie na terça pela tarde. – Não aguento mais esse teu mal humor. E olha sempre te desejei te ver apaixonado, mas desse jeito quero o meu chefe galinha de volta, era mais divertido.
- Desculpa. – Jensen colocou as mãos na cabeça segurando os cabelos. – O Jared me faz feliz... Quando está do meu lado, mas ele parece que a cada dia fica mais distante... Tenho medo de perdê-lo. – Desabafou o loiro.
- E ele tem medo de te perder?
- Sei lá! Acho que não. Na verdade quando vim embora sem me despedir, esperava que ele viesse atrás de mim, mas apenas um telefonema para dizer que as nossas brigas são desnecessárias. – Novos suspiros. – Agora vamos esquecer isso por hora, temos um almoço com o Misha e o novo contratado, Matt Bommer.
- Matt Bommer, transferido do hotel Ackles em San Marino, seu irmão o recomendou, e ele aceitou por causa da mãe que se encontra doente, ele precisava está perto dela. – Informou Katie. – E ele é lindo. – Falou a garota assim que chegaram ao restaurante e avistaram o moreno sentado junto com Misha. – Pena que é gay.
- Desde quando você gosta da fruta? – Jensen brincou com a secretária.
- Um homem daquele agrada todos os gosto. E acho que ele é perfeito para esquecer o amor que parece que está indo pelo ralo.
171717
Respostas aos reviews não logados.
Nadine
Obrigada pelo carinho, este capitulo esta sem betar! Srsrrs Desculpa os erros.
Perola
Você é única em seus comentários! Srsrsr Jeffrey despaulado! Kkkk
Viu que aliviei um pouco a mão para os dois! Srsrrs Deswculpa pelo tiro não ter sido no Jared.
Viu que o sangue é bem gay também! Quando estava escrevendo sobre o vovô Ackles estava pensando em seus comentários! Kkk
E o Matt Bommer? Srsrsrs Ainda teremos algumas confuções!
Mil Biejos!
Ana Lúcia
Obrigada pelo carinho, viu que o loiro ficou um pouco ferido, mas nada que atrapalhasse os dois!
Agora so falta eles entrarem em acordo, vamos ver1
Eu não deixaria um homem como o Jensen sozinho um minuto! Kkk
Mil Biejos!
Altieri
Não aconteceu nada demais! Srsrrs Apenas um tiro! Rsrsrs
Todos estão quase bem até a cobra sobreviveu! Srsrrs
Mil Biejos!
Cleia
Só você quis me matar! Srsrrsr Viu o exagero? Sofreu atoa! Srsr o loiro foi para o hospital, mas ta lindo sofrendo por que o Jared não quer ficar direto com ele! Srsrsr Perda de tempo! Kkkkk
Em no de Deus to com saudades! Srrsrs
Mil beijos1
Ana p.p.s
Fale xará! Srsrrss
Algumas coisas aconteceram, talvez não como gostariam, mas as coisas estão se encaixando! Srrsr
Mil beijos!
