Twisted Plans by lanenisita em português.
Link da fic original: retire os espaços.
http:/ www . fanfiction . net / s / 6412838 / 1 / Twisted _ Plans
. Disclaimer: Os personagens de autoria saga Crepúsculo de Stephenie Meyer são fabulosas a quem apresentamos um mundo de fantasia excelente. Eu só registo nesta história retorcida a tradução gentilmente cedida por lenenisita.
Antes de começar quero agradecer a todos os reviews e a todos que colocaram a fic em seus favoritos. Obrigada.
Capitulo 5: Un encuentro inesperado.
Música do capítulo: Too lost in you – Sugababes
No corredor solitário o eco dos meus passos era a única coisa que se escutava, acelerava o passo como se estivesse fugindo do mais perigoso assassino em série. Ao chegar à porta do meu escritório já estava praticamente correndo-me apressei a entrar e logo fechei a porta com um golpe para apoiar minhas costas nela. Tinha levado minhas mãos ao peito enquanto tratava de estabilizar minha respiração que tinha se tornado um chiado contínuo desde que deixei a sala de reuniões.
- O que foi isso? Disse com um sussurro quando senti que minha respiração estava voltando ao normal ainda que a sentisse arder no meu peito. Era como se no lugar onde Edward havia colocado suas mãos após o incidente com o café houvesse pequenas fogueiras. Creio que isso era o que se chamava de combustão espontânea... Sim meus peitos eram pequenas chaminés ardentes, não queria nem ver o estado do meu rosto.
- Oh por Deus! – O reflexo do meu rosto no espelho do banheiro do meu escritório mostrava uma versão completamente distorcida de mim. Vi uma mulher, com os olhos marrons completamente arregalados de susto com um brilho que jamais tinha visto. Uns lábios carnudos formando um O perfeito e umas bochechas ruborizadas ao extremo. Resultado? Uma palavra: Isabella Swan tinha conhecido o significado da palavra DESEJO.
Tomei um par de respirações e tratei de tentar acomodar inutilmente alguns cachos que tinham escapado do meu rabo de cavalo recuperando assim minha postura de executiva séria e elegante ainda quando seu traje novo da Dior tinha ficado inutilizado. Jamais deixaria de ser desastrada, não importava o quanto se esforçasse, Bella Swan sempre teria dois pés esquerdos, havia aprendido a viver com isso. Mas se estava tão acostumada com essa classe de acidentes, porque tinha reagido diferente desta vez? Ah claro, é porque desta vez havia feito o ridículo na frente DELE.
E esse ELE tinha um nome: Edward Cullen. Podia jurar que meu coração deixou de bater por um par de segundos quando escutei sua voz na sala. Tratei de projetar a maior quantidade de segurança possível para que Edward não notasse o quão nervosa havia ficado, me sentia como uma pequena ovelha perdida já que aquela maravilhosa criação do universo que tinha visto essa manhã e que tinha me deixado completamente em estado de caos resultou ser meu advogado, por que... porque... por quê? Repetia como um mantra. Alguém pode ter uma sorte pior que a minha? Eu duvido!
No momento de fazer a apresentação formal e apertar sua mão senti uma sensação sobrenatural, mas gostosa. Todo meu corpo estremeceu com milhares de pequenas descargas elétricas que o contato com a pele de Edward me trouxe, retirei minha mão assustada e nos sentamos. Ao que parece Edward estava igualmente impactado, seu rosto lívido e o olhar perdido se deixava notar. Não me encontrava capaz de começar a conversa mas ainda assim o fiz. Edward estava surpreso pela minha juventude assim como eu estava pela sua beleza.
Como se a coisa não pudesse ficar pior, tive que desabar em pranto na frente dele. A data me fazia muito sensível, mas chorar na frente de um belo desconhecido já era o cúmulo, uma verdadeira vergonha. Menos mal que Algela interrompeu o momento ao entrar com meu café, pensei que um pouco de cafeína estabilizaria meu sistema nervoso, grande erro!
Ao cabo de uns minutos Edward me soltou de um só golpe o absurdo valor da de manda de 5.5 milhões de dólares. Era impossível que se perdesse tanto dinheiro por uma mentira ridículo a, tão torpe como sempre, deixei minha xícara cair com o resto de café sobre a mesa. A xícara se havia feito em pedaços, mas o líquido ocasionou um desastre de proporções colossais, me molhou e respingou no impecável terno de Edward. Me desculpei inutilmente e saí em busca de guardanapos.
Já mencionei que minha estrela da boa sorte fugiu já faz alguns anos? Pois bem, a azeitona da empada foi quando meu sapato se prendeu no tapete me fazendo desequilibrar e cair, fechei os olhos pois acreditava que meu rosto iria bater no chão, quando senti um par de fortes braços me agarrando pela cintura. Nossos olhares de encontraram por breves segundos, uns lindos olhos verdes me olhavam com expectativa, busquei em minha mente o resto de sanidade que teria e me obriguei a ficar de pé. Me desculpei torpemente enquanto tratava de me secar com os guardanapos, foi aí que senti suas mãos em meus peitos.
Menos mal que Angela entrou e interrompemos o momento, já que sentia um forte rubor se formando em meu rosto, suas mãos havia tocado gentilmente meus peitos durante sua tarefa de limpeza e isso havia sido sem dúvida a experiência sensual que tinha tido por causa de minha falta de jeito. O toque do telefone me tirou de meus pensamentos, saí rapidamente do banheiro para atende- lo.
-Bella, Billy já está com o carro pronto- disse Angela do outro lado do telefone.
-Obrigada Ang, pegarei minha bolsa e sairei em seguida.
-Ok- Encerrei a chamada e abri uma das gavetas do meu escritório onde guardava minha bolsa. Abri e peguei no meu pequeno estojo de maquiagem um espelho para constatar que pequena luxuriosa que apareceu diante do espelho há alguns minutos já havia saído, bufei ao me dar conta que a condenada ainda se encontrava ali, e ainda acrescentou um leve sorriso. Sorrir? Quando foi a última vez que fiz isso? Provavelmente deveria ser há pouco mais de 9 meses... Quando ainda havia motivos para sorrir.
Abri a porta do escritório encontrando com Angela sentada em sua mesa terminando de revisar uns escritos para mim. Confiava em seu trabalho, éramos amigas Há anos e sinceramente não poderia pedir melhor assistente que ela: discreta, útil e muito comprometida com seu trabalho. Não tinha notado que eu tinha saído até que o vento fez com que a porta do meu escritório se fechasse em um estrondoso golpe que a fez sobressaltar com o som que provocou.
- Bella- disse quando eu já estava quase chegando ao elevador- Edward ficou instalado no escritório e o pessoal de criação está sabendo que você vai estar fora do escritório casa haja algum atraso na reunião. - Só o fato de angela pronunciar seu nome provocou em mim um evento inusitado e que nunca tinha sentido. Um forte tremor recorreu meu corpo da cabeça aos pés enquanto que um estranho calor se instalava na parte baixa de minha barriga, senti uma ligeira umidade em minhas pregas que além do mais provocou um instantâneo rubor em minhas bochechas. Era possível ter o rosto ainda mais vermelho? Sim, sim era sim! Baixei a cabeça para que Angela não se desse conta do que estava acontecendo comigo.
-Obrigada Angela, te chamo quando estiver de volta- a porta do elevador se abriu, graças aos céus estava vazio. Não poderia aguentar que outro ser humano me visse neste estado. Já chegando à planta baixa, caminhei sem parar até a porta do edifício onde inevitavelmente esbocei um sorriso ao recordar o acontecido há algumas horas atrás. Neste mesmo lugar tinha conhecido a versão terrestre de um Deus Grego que, julgando por sua aparência e segurança ao falar deveria ser descendente direto de Eros "O Deus Do Sexo". Genial, agora sim deveria trocar até minha calcinha.
A voz de Billy me trouxe de volta a terra- Srta. Bella , estamos em casa- Em que momento chegamos? Estava tão distraída que perdi 30 minutos do trajeto até em casa? Chega Isabella, pare de pensar nisso... Ele é só seu advogado, o que vai te tirar de todo esse lio legal, deve manter com ele uma relação estritamente profissional já que assim é que as coisas devem ser.
Entrei quase correndo em casa já que não teria muito tempo disponível. Subi as escadas de 2 em 2 com os sapatos nas mãos e fechei a porta do meu quarto. Abri a porta do imenso closet já tinha em mente o que usaria pelo resto daquela tarde . Encontrei rapidamente e o peguei, deixando sobre a cama. Tomei um banho rápido para regressão os meus níveis hormonais ao normal e me vesti. Mantendo o mesmo penteado, mas com uma troca de acessórios, o reflexo do espelho mostrava a mulher que eu conhecia, desta vez usando o vestido cinza da coleção Mango para executivas, simples, sóbrio, de corte reto que ajustava minhas curvas até o joelho, mas não por isso menos elegante. As mangas três quartos e o decote oval fechado me davam o aspecto inigualável de uma mulher segura de si mesma, mas também extremamente sexy; o acompanhei com uns saltos altos com uma tirinha sugestiva em meus tornozelos que combinava perfeitamente com o cito. Estava pronta para impactar os babões da criação, eles tinham sido os primeiros a se opor que uma inexperiente como eu dirigisse a empresa.
Me vi no espelho por uns segundos mais, como que querendo aprovar a mim mesma e saí do quarto. No corredor me encontrei com Sue que saia do quarto de Charlie.
-Tudo bem com o papai?- perguntei em um tom de preocupação.
-Sim Srta. Isabella está tudo normal. Desde cedo eu o notei um pouco perturbado, mas deve ser pela data- disse Sue com um pouco de tristeza na voz.
- Deve ser isso- abaixei um pouco a cabeça, já não queria chorar, pelo menos hoje. Olhei minhas roupas que estavam em minhas mãos e as entreguei a Sue- Sue, sem quere me derramei café na minha roupa nova, poderia ver o que se pode fazer? –Minha babá era uma completa expert em arrumar meus desastres, sabia que desta vez não seria exceção.
- claro que sim, confie em mim Srta. Isabella que ficará como se nada tivesse acontecido- piscou um olho para mim e desceu as escadas. Fiquei olhando uns segundos a porta de Charlie, me debatendo se deveria entrar para ver- lo, decidi que não, conversaríamos quando eu voltasse. Desci as escadas e me despedi de Sue. Billy abriu a porta para mim e com isso começamos a viagem de volta.
Voltei a me concentrar e continuei a ler, talvez mais um par de horas, até que um barulho conhecido me trouxe de volta a realidade. Vi na tela do celular um nome bem familiar.
-Poderia apostar até minha própria cabeça que ainda esta no escritório, lendo algum artigo novo- escutei a vos de meu amigo do outro lado.
- Oi Matt, boa tarde- dei ênfase na parte do comprimento.
- Tarde Isabella? São 8: 30 da noite, não deste conta que já faz um tempo que escureceu do lado de fora do seu templo sagrado de letras? – Girei rapidamente minha cadeira para olhar pela enorme janela que tinha em meu escritório. Era certo, tinha perdido a noção do tempo.
- Você me conhece Matt, sabe que sou 100% dedicada ao que eu gosto- Me levantei da cadeira e senti um certo formigamento nas pernas, quantas horas estive sentada na mesma posição? Nem se quer notei quando Angela saiu.
- Sim Bella, claro que sei. Somos amigos há quanto tempo? 9 anos?
- Dez para ser exata- lhe corrigi.
- Bom Srta. Sabe-tudo te liguei para te fazer uma proposta. E esta vetado de antemão que diga que não.
-UMmmm Matt se é proibido dizer não, não estaria fazendo de sua proposta uma obrigação e não uma opção?-Disse enquanto levantava ligeiramente as sobrancelhas. As propostas de Matt poderia ser algo descabeladas, não queria ouvir com o que viria desta vez.
- Sim, mas você também me conhece e sabe que não aceito um não como resposta, além do mais você merece Bella. Depois de tudo o que passou e tudo o que está fazendo pela empresa precisa de um descanso.
-Vejamos, e então que é que Matt tem planejado para me propor?- disse com um tom sarcástico em minha voz.
- Penso em te sequestrar umas horas esta noite, que me acompanhe em um compromisso importante para mim e não pretendo ir sozinho.
- Está louco? Não se lembra de que dia é hoje?
- Claro que sei Bella, mas é justamente por isso que penso em te tirar de casa esta noite. Tenho cert4eza que ao chegar no seu quarto você vai se fechar e chorar até dormir, não é assim?
- Não penso em comparecer ao seu estúpido compromisso Matt, não quero deixar meu pai sozinho- disse tratando de mudar de assunto.
-Sabe muito bem que não está sozinho, que Sue está cuidando dele.
-Ainda assim, eu sou sua filha e...
-Chega Isabella, não comece outra vez com a mesma história. Estou aqui no edifício e vou subir para te buscar. Pegue sua bolsa e me espere já pronta.
- Não penso em descer com você Matt-encolhi meus ombros enquanto em deixava cair em uma das poltronas da sala de espera do escritório.
- Tarde demais pequena já estou aqui- disse enquanto abria a porta. Caminhou até onde eu estava sentada e esboçando um sorriso desligou a ligação. Essa noite havia se esmerado em sua vestimenta, juraria que estava vestido de Hermes. Entre casual e natural mas sobressaindo com seu grande gosto teria meu amigo, enfiado em calças pretas de tecido, camisa clara, suéter cinza e essa capa preta que ficava espetacular nele. Se via simplesmente encantador. Matt era um loiro de olhos profundamente azuis, de anatomia esculpida sem chegar a ser tão forçado ou grotesco e umas covinhas graciosas que se formavam em suas bochechas quando sorria. Assim era Matt, meu melhor amigo. Com ele compartilhei tantas coisas ao ponto de me conhecer tanto quando eu a ele, inseparáveis assim éramos nós...
- Vamos Matt, não me obrigue a fazer isso. Além do mas não estou vestida para a ocasião- continuava com os braços cruzados e um bico pronunciado, talvez com isso ele mudasse de opinião.
- Não vai me convencer com esse bico Isabella, vamos se não chegaremos tarde. Além do mas está perfeita, um retoque na maquiagem e está pronta. Vamos preguiçosa levanta!- me pegou pela mão e praticamente me empurrou até o banheiro. Antes que pudesse reagir, me deu minha bolsa com toda a maquiagem e saiu do banheiro com um sorriso maquiavélico.
-Você vai me pagar Stone, desta vez não vou deixar passar. – Gritei do banheiro, podia apostar que ele estava dobrado de tanto rir na cadeira. Preferi não me enrolar mais neste assunto e comecei a me arrumar, Matt era quase tão obstinado como eu e era capaz de me colocar no porta malas de seu carro toda amarrada e amordaçada desde que me levasse. Decidi soltar o cabelo e acomodei meus cachos com um pente fofo que evitava que o cabelo caísse no meu rosto. Não estava de tudo ruim... Dei um profundo suspiro e sai do banheiro.
-Wow, está linda Bella- disse Matt levantando – se da cadeira. Já está pronta? Vamos-estendeu seu braço para que eu o tomasse como era nosso costume, baixei os olhos e continuei a caminhar.
-Vamos Bella, vai ser divertido. Posso ver pela sua cara que teve um dia de cão, vai ver que alguma distração te ajudará. - Relaxei um pouco minha postura e diminui o ritmo dos meus passos e assim permiti que ele me alcançasse.
- Aonde vamos? – perguntei enquanto chamava o elevador.
- Conheci uma bela designer em Nova York há uns meses atrás, quando estive fazendo parte da pesquisa da minha tese. Faz poucas semanas que ela voltou para Chicago e hoje é seu aniversário. Me ligou esta manhã e me convidou para sua festa. Ela é um pequeno redemoinho de energia e não perderia a oportunidade de comparecer ao seu aniversário, devo muito a esse pequeno demônio. Disse enquanto abria a porta do carro para mim.
- Não sei por que precisa de mim ali, se não conheço ninguém- deixei meu corpo cair no assento e cruzei os braços sobre meu peito novamente com os punhos apertados enquanto ele colocava seu carro em movimento.
- Isabella- Matt aproveitou um sinal vermelho para desfazer meu aperto e pegou delicadamente minha mão- Preciso que entenda que não faço isso por mim, mas por você. Não posso permitir que te afunde na depressão, a única coisa que você faz é chorar e chorar.
- E o que você quer que eu faça Matt? Que sorria o dia todo e que finja que está tudo bem? Pois não está bem, NÃO ESTÁ! – disse quase gritando e tirando minha mão da dele.
- Tão pouco quero que finja que está tudo bem Bella, mas ao menos tente enxergar um pouco mais a frente do seu nariz, por favor. Me faz mal te ver assim... sem vida...-disse essa última parte quase em um sussurro. Está situação não afetava só a mim, arrastava com ela as outras pessoas que eu gostava.
- Sinto muito- as lágrimas traidoras já ameaçavam aparecer.
-Vamos, só me prometa que vai tentar se divertir, certo?- disse enquanto colocava uma mecha de meu cabelo que havia se soltado do pente e a colocava atrás de minha orelha. Só consegui assentir debilmente e fixei meu olhar na estrada. Devia tentar me divertir, se tinha prometido ao meu amigo e devia ser uma promessa para mim também. A vida continuava e o tempo passava para todos, inclusive para mim.
-Wow, desta vez Alice se superou. Olha que festa!- disse Matt estendendo sua mão para mostrar um luminoso ponto ao lado do caminho. O pátio da casa onde seria a festa estava todo decorado com muitas lâmpadas brancas que pendiam de uma tenda branca. O gramado muito bem cuidado por seus donos fazia um enorme contraste com o resto da decoração que era toda em branco e prata. Tinha ficado tão apaixonada pelo lugar que nem vi que Matt já tinha estacionado o carro e já estava abrindo minha porta para me ajudar a descer.
- Vamos pequena, te prometo que não vamos ficar muito tempo aqui. Mas ao menos tente se divertir- me deu um beijo na testa e colocou uma mão em minhas costas me convidando a caminhar e lentamente me guiou até o pátio. O caminho não era longo, mas o fizemos bem devagar como quem quer reconhecer o lugar. Matt não afrouxou seu aperto em nenhum momento e realmente eu agradecia, com um Louboutin de 8 polegadas em uma superfície tão instável como a do gramado se previa um desastre com certeza.
Chegamos as extremo sul da enorme tenda que parecia o lugar menos lotado e ficamos ali uns minutos até ver onde nós ficaríamos finalmente. Matt aproveitou onde estávamos e colocou na enorme mesa branca a minha esquerda, o presente que tinha trazido para sua amiga.
Uns segundos depois, Matt se virou ao ver uma pequena mulher que via dando pequenos saltinhos de emoção, seu cabelo curto perfeitamente adornado com uma fita que lhe dava um toque quase romântico a todo seu estilo. Ela se via estupenda, usando um Marc Jacob, o qual me pareceu ser da última coleção, essa garota sim que tinha bom gosto. Era um mini vestido tomara que caia em tom celeste cheio de florezinhas em relevo, estilo princesa, que ressaltava sua cor de pele tão branca e esse sorriso realmente cativante; sorria de maneira que não se podia duvidar que fosse uma garota de grandes e sinceros sentimentos.
- Matt-gritou com uma voz cantante- Conseguiu vir!
-Alice querida, feliz aniversário! Matt me soltou por um momento enquanto abraçava sua amiga, depois do efusivo abraço Matt se virou para ver e sorriu- desculpe meu atrevimento Alice, mas não quis vir sozinho, te apresento Bella Swan, minha... melhor amiga. Se lembra de que te contei dela?
- Oi Bella, Matt me falou muito de você. Por fim tenho o prazer de te conhecer, com tudo o que escutei sobre você tenho certeza que seremos grandes amigas- disse enquanto me abraçava. Me surpreendeu sua reação, eu não era uma pessoa muito física quanto ao ato de demostrar afeto, só o fazia com meus pais e era lógico desde quando havia parado de receber abraços. Mas a força com que a pequena Alice me abraçou tinha me deixado sem reação. Matt tinha razão, era hora de começar a sair de minha bolha.
- Querem algo para beber?- perguntou Alice enquanto me soltava.
- Claro que sim, vamos Alice te acompanho. Bella se importaria de ficar sozinha uns minutos?- perguntou Matt descansando uma de suas mãos em meu ombro esquerdo.
- Oh não, claro que não. Anda, eu te espero aqui- o incentivei com um gesto de minhas mãos.
- Não vou demorar, não vá embora- se aproximou um pouco mais de mim e sussurrou no meu ouvido- Estamos muito longe para que você tente fugir- Esboçou um sorriso enquanto se perdia com Alice entre a multidão, podia jurar que Matt tinha lido minha mente, era isso exatamente o que planejava fazer.
- Te odeio- Bufei de vagar para que o resto dos convidados não notassem minha chateação.
Até que Matt estivesse de volta com as bebidas, me permiti dar uma olhada e inspecionar todo o lugar. Estava concentrada admirando até os pequenos de talher que à Alice não tinhas escapado, realmente tinha se esmerado. A essa altura meus lábios formavam meu costumeiro O de assombro. Senti uns passos se aproximando de mim mas não prestei atenção, tinha muita gente ao redor para eu se quer me mexer, não foi até que eu escutei sua voz aveludada que me virei para ver...
- Isabela... É você?
N/A: Hahahahahahaha! Por esta ela não esperava e nem ele, com certeza. E agora? Tomates ou review? Bjs, LU.
