bom povo.
história finalmente concluída.
Eu não consigo ver um final diferente... E convenhamos esse final que botei, é melhor que botar um Madara taradão - obrigada pelas críticas que me fizeram - fod... com alguém. então, só digo obrigada a todos que leram, me puxaram a orelha...
até a próxima fic concluída?
Naruto sentou-se ao lado de Hinata. Pegou o punhal que deveria enfiar no peito ou rasgar o pescoço magnifico. A morena não conseguiu deixar de estremecer, perante a visão do objeto, que lhe tiraria a vida.
Naruto, sem perceber a expressão da noiva, soltou a lâmina do cabo, revelando a ponta oculta pelo cabo.
Quando entendeu o que Naruto queria fazer, Hinata colocou a mão na boca, horrorizada.
Na-Naruto-kun...
Os lindos olhos perolados dela, ficaram marejados.
Você foi escolhida para salvar a vila, Hinata... Mas do que isso adianta para mim, se você não estiver aqui comigo? - Ele questionou e sem olhar diretamente nos olhos dela, a beijou. - Se você for, eu vou junto!
Naruto afirmou, os olhos azuis brilhantes.
– Mas...
Naruto apertou a lâmina, o fio dela cortando sua mão. Com a outra, colocou o cabelo de Hinata atras da orelha da morena.
– Se você for, eu vou junto! - Naruto repetiu, puxando Hinata para perto dele.
A vontade dos deuses
– NARUTO! - O grito da mulher cortou o coração de quem o ouvia. Era um grito tão cheio de dor, tão cheio de desespero, que ninguém se atreveria a duvidar do que tinha acontecido.
Ao pôr do sol, os sumo sacerdotes haviam subido para tirar o jovem noivo do cadaver da mulher amada... porém foram surpreendidos quando viram dois cadáveres abraçando-se. Uma lâmina estava enfiada, atravessando os peitos dos amantes. O sangue dos dois misturava-se no chão, a tal ponto que, não poderiam dizer qual dos dois sangrara ou morrera primeiro.
Minato segurava a mulher, que parecia querer jogar-se junto a pira funerária, que queimava o corpo do filho. Ele não tinha lágrimas para aquele momento. As lágrimas dele seriam vertidas quando ele não fosse forte o suficiente para consolar Kushina. Seriam vertidas, quando ele estivesse sozinho. Seriam vertidas, quando estivesse arrumando seus instrumentos de trabalho e não tivesse o seu filho barulhento ao lado, o mandando sair dali e ir encontrar-se com sua esposa, que ele terminaria o serviço.
Seriam sentidas, quando ele visse crianças e lembrasse de quando o seu filho era criança, correndo atrás de um futuro que ele já não tinha. Seriam vertidas, quando ele pensasse, que não seguraria nos braços um neto ou neta morena, que Hinata nunca tivera a chance de dar a luz.
Minato virou-se para observar o pai de Hinata, que naquele momento também fitava as chamas, consumindo o corpo de sua filha. Hiashi tinha o olhar tao desesperado quanto ele, Minato, sentia-se no momento.
Hiashi segurava a filha mais nova nos braços. A menina com apenas dez anos, chorava a perda daquela que havia sido praticamente sua mae.
Minato não sabia o que o futuro reservava aquela vila. Mas ele sabia que por dez anos, que a Kyuubi não atacaria... Sendo que a vontade dos deuses tinha sido feita.
fic terminada de publicar dia 07 de outubro de 2013...
