Por favor, não esqueçam de ouvir as seguintes musicas - indicadas no corpo da fic - Closer - Nine Inch Nails; World Outside - The Devlins; Sex (I am) - Lovage. É muito importante, ok?
Outra coisa, essa fic é erótica e contem cenas descritivas de sexo. Se você não gosta, ou procura algo mais leve, só dar uma olhada no meu perfil. Tenho fics mais lights e menos intensas que essa. Certo?
watch?v=PTFwQP86BRs (Closer – Nine Inch Nails)
O túnel de árvores esverdeado que passava por mim causando um irritante zumbido em meus ouvidos protegidos pelo capacete negro, enquanto o vento tentava inutilmente desacelerar a Hayabusa que ronronava entre minhas pernas. Minhas mãos, com luvas de couro igualmente pretas, aceleravam a moto que agora corria rápida pela estrada sinuosa no meio do bosque esmeralda. O cheiro adocicado do sereno fazia minha garganta arder com cada quilômetro percorrido até a pequena caverna feita de pedras que se encontrava no acostamento, guiando até oinde ficav a entrada subterrânea da garagem do Érotique. O espaço reservado para minha garota era afastado dos outros carros luxuosos estacionados por ali.
Desci da moto e retirei o capacete. Inspirando profundamente senti o cheiro amargo do álcool destilado misturado ao penetrante aroma de suor humano, mesclados ao nauseante cheiro de drogas em seus organismos que exalava da porta aberta logo à minha direita. O som das minhas Shitkickers no cascalho solto era extremamente estressante a cada passo que minhas pernas davam, principalmente quando já podia ouvir o som alto e abafado de Nine Inch Nails recitando tudo que eu precisava naquela noite.
"You let me violate you
You let me desecrate you
You let me penetrate you
You let me complicate you"
Os batimentos humanos aceleravam a medida que seus corpos se chocavam uns contra os outros e a música pesada entrava por seus ouvidos. O cheiro cítrico de sexo era forte no ar cortado por feixes de luz, e fez com que meu nariz se enrugasse. Minha garganta ardia de sede, fazendo minhas pupilas dilatarem a cada passo para dentro daquele club.
As dançarinas, praticamente nuas, estavam presas em gaiolas nas laterais da pista de dança e sorriam assim que percebiam meu olhar em seus corpos suados. Os movimentos se tornavam mais eróticos com cada passo adiante. O cheiro de sangue feminino misturado com o aroma doce da umidade de seus sexos penetrando meu organismo fazia com que minhas presas se alongassem, espetando minha língua e inundando minha boca com veneno – aumentando minhas necessidades por humanos –, enquanto me afastava, subindo os degraus negros da escada.
"Help me
I broke apart my insides
Help me
I've got no soul to sell
Help me
The only thing that works for me
Help me get away from myself"
No andar superior, onde se encontravam o barzinho e mesas de vidro com pequenos lustres descendo do teto até o centro, se concentravam as meninas que iriam cuidar dos drinks da noite. Segui até a mesa mais afastada - fora dos focos dos holofotes que iluminavam a pista de dança.
Ainda não procurara por nenhuma fêmea que pudesse me alimentar, apesar de esse ser o motivo de estar no Érotique naquela noite maldita. Mas eu teria que dar um jeito nisso em breve, já que minha garganta ardia com cada pulsar de sangue nos corpos suados que dançavam na pista no piso inferior.
Eu ainda poderia escolher entre arrastar uma mulher excitada por minhas habilidades especiais ou simplesmente pagar uma prostituta - sem precisar me preocupar com o que a mordida em sua jugular pudesse causar. Não que eu me importasse de qualquer forma.
"Posso lhe oferecer algo?" – a voz rouca e feminina pronunciou em meu ouvido, tocando minha orelha levemente com seus lábios. Os cabelos escuros e ondulados que cobriam as costas de Heidi roçaram na ombreira de minha jaqueta. "Ou apenas ficará olhando?" – provocou, rebolando seu quadril até ficar de frente a mim.
Meus olhos foram de seus pés – calçados por uma bota negra de salto alto fino que lhe aderia as pernas longas e encerrava acima de seus joelhos –, até suas coxas pálidas e se fixaram na saia curta e rodada que não deixava nada para a imaginação. Um corselet de couro preto com arrebites de metais em todo seu contorno lhe apertava a cintura e fivelas subiam até embaixo de seus seios, que estavam espremidos e volumosos em um decote avantajado. Seus cabelos cor de mogno caíam por seus ombros, e uma maquiagem escura em seus olhos violetas destacava seu rosto esculpido.
Ergui uma sobrancelha umedecendo meus lábios e sorrindo amplamente quando pousei meus olhos em sua boca, enquanto eu desprendia uma onda de excitação que envolveu seu baixo ventre. Ri baixo quando ela fechou os olhos e soltou a respiração lentamente pelos dentes trincados.
"Por enquanto o que eu preciso não está ao seu alcance, Heidi." - respondi com voz baixa, tendo a certeza que ela poderia me ouvir. "Porém, se você quiser me agradar e me trouxer um Daniel's puro, demonstrarei toda minha gratidão." – sorri largamente, apoiando os antebraços na mesa de vidro e, aproximando meus dedos de uma das fivelas do corselet. Notei seus braços arrepiarem-se. "Então?"
Heidi girou nos calcanhares da bota e me olhou sobre o ombro. Com o mesmo sorriso ainda no rosto deixei que minha mão estalasse em um dos lados de seu traseiro, fazendo sua pele arder.
"Vamos mulher!" – exclamei, piscando um olho. "Não tenho a noite toda."
Um chiado saiu de seus lábios carnudos e pintados de vermelho, enquanto ela mostrava suas presas discretamente. Recostei-me na cadeira, cruzando meus braços sobre o peito e passando minha língua em meus próprios dentes sem tirar meus olhos de suas falsas íris violetas.
"I want to fuck you like an animal
I want to feel you from the inside
I want to fuck you like an animal
My whole existence is flawed
You get me closer to god"
Ela desviou o olhar ao caminhar para bar, rebolando exageradamente os quadris até lá, e atraindo minha atenção para aquela parte do lounge. Os bancos altos e com estofados pretos estavam praticamente vazios, sendo ocupado apenas por uma bela silhueta feminina. Ela vestia uma jaqueta de couro, as pernas aparentemente pequenas, mas bem feitas, estavam cruzadas e descobertas. As sandálias de salto agulha calçavam perfeitamente seus pés. Os cabelos negros e repicados não atingiam seus ombros extremamente femininos e davam uma bela visão de sua nuca pálida - o que me obrigou a engolir em seco.
Meu corpo se agitou com seus movimentos inquietos e eu não conseguia desviar meus olhos de sua nuca, desejando sentir a pulsação de suas veias em meus lábios, enquanto seu coração batesse mais rápido, excitando-me ainda mais quando o tremor do medo percorresse sua espinha e chegasse até mim, fazendo-me afundar minhas presas em seu pescoço, à medida que ouvisse seu gemido.
Ergui-me da mesa em um solavanco, permanecendo nas sombras e caminhando lentamente em sua direção. Heidi voltou contrariada com a minha bebida e apanhei pelo caminho o copo largo com o líquido âmbar. Quando finalmente ouvi os batimentos acelerados da mulher, inspirei o ar, captando o odor entorpecente e ácido do ilícito tão prestigiado entre os humanos. Seu sangue doce atingiu meu olfato logo em seguida, porém o cheio do medo misturado ao suor que exalava de seu corpo fez com que eu apertasse o passo. Traguei o uísque para dentro de minha garganta, e senti o líquido quente rasgar minhas entranhas, enfraquecendo meu organismo vampiresco. Suas reações corporais me embriagavam mais a cada centímetro que eu me aproximava.
Meu corpo cobriu suas costas e eu senti cada mudança em seu comportamento como se fosse uma extensão do meu. O medo de ser apanhada com o pó branco se transformou em um quente desespero, partindo para uma irritação extremamente excitante quando pousei meu copo de um dos lados do seu corpo e uma nota de cem do outro.
"Não ouse inspirar." – sussurrei ao lado de seu ouvido, ondulando inércia para seu corpo pequeno. "Eu preciso do seu sangue..." – inspirei a pele de seu pescoço lentamente, controlando minha língua para não recolher o gosto salgado de sua essência. "Puro."
"You can have my isolation
You can have the hate that it brings
You can have my absence of faith
You can have my everything"
Um riso sarcástico escapou de seus lábios, enquanto ela colocava as mãos nos bolsos da jaqueta. Seu corpo rodou lentamente na banqueta - dentro de meus braços - ficando perigosamente cara a cara comigo. Sua respiração tranquila tocou minha face, trazendo o hálito de uma bebida adocicada. Fechei os olhos, inspirando forte o cheiro do sangue que exalava da mulher.
Ergui minhas pálpebras lentamente, e olhei para seus lábios incrivelmente rosados e inchados - para uma mulher sem batom. Um sorriso sexy e convencido surgiu ali, atraindo meu olhar para seus dentes brancos e para o formato de seu rosto. Suas pupilas dilatadas por conta da escuridão não impediram que eu visse suas íris de um tom esverdeado. Suas pálpebras estavam esfumaçadas por uma sombra escura, reforçada com um lápis igualmente forte destacando mais ainda a intensidade de seus olhos e a palidez de sua pele.
"E por que eu iria me importar com isso?" – seus lábios voltaram a capturar minha atenção, enquanto seus dedos finos com unhas curtas e escuras alisavam a ponta de seu nariz pequeno e arrebitado.
Dei um passo para trás e levei o copo de uísque até minha boca. Enquanto tomava outro longo gole da destilada, retirei mais uma nota de cem de dentro de minha jaqueta, olhando diretamente para o que o seu decote mostrava.
Ela mordeu o lábio inferior, segurando uma gargalhada. Seus olhos brilhavam enquanto sua mão subia por meu peito, e ela se pôs de pé, aproximando-se do meu corpo.
"Você ainda não me deu motivos para me importar." – sua voz soou próxima ao meu ouvido, suas unhas raspando em meu peitoral. "Continue tentando. Talvez eu desperdice minha folga com você." – ela sorriu, e pegou meu copo. Caminhou até o alto da escada olhando sobre o ombro para mim, rindo e bebericando a minha bebida, enquanto descia os degraus lentamente, segurando o corrimão.
Mordi o lábio inferior sorrindo e cerrando os olhos, enquanto acompanhava os sons dos saltos e o batimento do coração acelerado, misturando-se aos corpos que se remexiam.
"Jasper, Jasper..." – Heidi murmurou atrás de mim, com tom de reprovação em sua voz. "Ela é só uma humana." – comentou, subindo suas mãos por meus ombros, e envolvendo meu pescoço por trás. "Você irá matá-la se encostar suas mãos nela." – o beijo molhado estalou em meu pescoço. "Você precisa de uma mulher forte e que aguente o que você tem a oferecer, não acha?"
"Eu gosto das mulheres delicadas." – respondi, alisando seu antebraço até a altura de seus pulsos, desfazendo o laço em meu pescoço. "Agora, se me permite... tenho um copo de uísque a recuperar." – virei as costas indo na direção da escada em velocidade humana.
"Help me
Tear down my reason
Help me
It's your sex I can smell
Help me
You make me perfect
Help me become somebody else"
Evitei chocar contra os corpos frágeis da pista de dança, enquanto a caçava entre os holofotes e todas aquelas pessoas estranhamente vestidas. No entanto, a luxúria que se libertava deles me apunhalava, deixando meu organismo mais ansioso por saboreá-la. Sua silhueta feminina se desviava lentamente com movimentos sinuosos de seu quadril e ombros, e vez ou outra ela olhava diretamente em meus olhos.
Travei meu maxilar, inspirando profundamente a trilha de sua excitação e sentindo meu corpo reagir àquela úmida fragrância com intensidade. As pernas pálidas e torneadas eram decisivas, seus pés se consolidavam um frente ao outro no piso sujo com bebidas e outros resíduos.
O jogo de gato e rato me cansou e fez com que um rosnado saísse de minha garganta involuntariamente quando um loiro tão alto quanto eu – mas que exalava um nauseante cheiro de macho humano –, se aproximou de seu corpo, envolvendo seu antebraço e a retirando de seu andar felino. Ele levava os cabelos loiros presos em uma tira de couro. Seu organismo já embriagado não conseguia captar o perigo de se aproximar tanto da minha presa.
Meu corpo se deslocou mais rápido do que eu esperava, e antes que pudesse realmente controlar os instintos, meu punho já ia de encontro ao maxilar dele, derrubando e deixando-o inconsciente rapidamente. Segurei firme o braço dela, rebocando-a pelos corredores do club. Aquele labirinto escuro com portas e cantos estava com pouco movimentado naquela noite, porém, os tapetes que cobriam cada centímetro quadrado do túnel fediam como cachorro molhado.
Seus batimentos agora estavam acelerados, juntamente com sua respiração, o que fez com que eu sorrisse. Agora só faltava o medo para que aquilo fosse completo, mas a essência de sua excitação chegou às minhas narinas, fazendo com que meu membro pulasse dentro dos jeans escuros. Puxei seu corpo com força, rodando-a e a empurrando para a parede mais próxima. Prensei meu corpo contra o dela com pressa, enquanto segurava seus punhos no alto de sua cabeça e me aproximava de seu pescoço exposto.
"Quanto eu preciso pagar pra me enterrar dentro de você?" – sussurrei, subindo com meus lábios por sua garganta, sentindo o gosto salgado de sua pele e deslizando minhas palmas por seu colo.
"I want to fuck you like an animal
I want to feel you from the inside
I want to fuck you like an animal
My whole existence is flawed
You get me closer to god"
Seus dedos se enroscaram em meus cabelos, puxando meu rosto para perto do seu e encerrando o contato com sua pele. Seus olhos não estavam contentes e eu ergui uma sobrancelha maliciosamente, sentindo o arrepio causado pela ardência em meu couro cabeludo percorrer minha coluna. Seu corpo, próximo ao meu, deixava todas as sensações à flor da pele. Ela lambeu os lábios olhando para meu rosto e dando outro puxão em meus cabelos.
Subiu o joelho por dentro de minha coxa, pousando-o no meio de minhas pernas. Meu sorriso se expandiu mais ao me esfregar em sua pele. Fechei os olhos, enquanto ela pressionava meu membro duro contra seu joelho.
"Homens." – sibilou acompanhando meus movimentos. "Pensam que todas as mulheres tem um preço." – um biquinho se formou em sua boca enquanto meneava a cabeça de um lado a outro, ainda segurando meus cabelos. "Em primeiro lugar." – disse autoritária, mordiscando meu queixo, fazendo-me abrir os olhos. "Eu não sou uma prostituta. Em segundo, eu disse que estou de folga." – sorriu, e capturou meus lábios, acariciando-os com os dela, fazendo um gemido rouco sair de minha garganta, enquanto eu estocava meu quadril no ar. "E em terceiro." – piscando um olho, ela afastou seu joelho de meu membro. Com a respiração pesada, tentei pensar em uma forma de reclamar por ela ter parado. "Não se trata uma dama assim." - e em seguida eu senti a dor.
Soltei seu corpo dando passos para trás, até sentir a outra parede apoiar minhas costas. Levei minhas mãos até minhas bolas, fechei meus olhos apertados e senti meu corpo se arrepiar com a ereção que ainda pulsava dentro de minhas calças. Curvei meu corpo para frente, mordendo meu lábio inferior com minhas presas, à medida que a vontade de chupar de sua veia crescia cada vez mais.
"Sua vadia mal comida." – rosnei endireitando meu corpo lentamente, sentindo o nervosismo vir de seu corpo, misturando-se com o meu próprio. Ergui meu rosto, encarando os olhos cor de esmeralda com raiva. "Por que você fez isso?"
Ela estava de braços cruzados, deixando seus seios mais empinados. Balançava a cabeça lentamente, estalando sua língua em forma negativa. Meus olhos desceram por seu corpo demoradamente, observando sua pele pálida exposta através da jaqueta de couro com atenção. Inspirei forte o ar, sentindo o cheiro de sua excitação ainda mais forte, enquanto ela batia o salto de sua sandália no chão.
Eu estava excitado, apesar da dor ainda incomodar um pouco. Com um sorriso torto no rosto, encostei-me à parede e apoiei a sola de um pé nela, enquanto alisava o volume que se formava em minha calça olhando-a fixamente. Ela bufou, acompanhando os movimentos de minha mão com os olhos, mordendo o lábio inferior. Gargalhei baixo ao apertar meu membro, colocando a outra mão para dentro do jeans.
Ela olhou ao redor, procurando para ver se alguém se aproximava. A ansiedade que borbulhou em meu estômago vindo de seu corpo fez com que eu gemesse e apoiasse minha cabeça na parede apertando os olhos, enquanto sentia minha mão quente na extensão de meu membro.
"Não se controle." – falei roucamente. Me masturbando levemente, sentia os arrepios subindo por minha coluna e o misto do aroma de sua intimidade com o tesão que seu corpo exalava penetrava meu organismo. "Você quer me tocar?" – perguntei abaixando minha cabeça e a olhando sob os cílios, enquanto abria minha boca para permitir que o ar se liberasse de meus pulmões.
Seu corpo estremeceu, obrigando-a a apoiar-se na parede atrás dela. Sorri, aproveitando para provocá-la mais, ondulando mais excitação para seu organismo. Ela se desequilibrou, chocando-se contra a parede e gemendo, enquanto se agarrava à jaqueta já aberta.
"Through every forest
Above the trees
Within my stomach
Scraped off my knees
I drink the honey
Inside your hive
You are the reason
I stay alive"
"O que você está... fazendo?" – a morena questionou com a respiração ofegante, imitando os mesmos gestos que eu por baixo de sua saia justa de couro.
"O que você quer que eu faça?" – perguntei, aumentando a intensidade de meus movimentos dentro de minhas calças e das sensações direcionadas a seu corpo. "Você quer que eu te toque?" – indaguei, me desapoiando da parede e parando rapidamente a sua frente. "Beije?" – toquei sua garganta exposta com meus lábios novamente. "Chupe?" – envolvi seu lóbulo com minha língua quente e a ouvi gemer baixinho. "Ou quer que eu te foda?" – sussurrei em seu ouvido, empurrando meu quadril contra o seu, enquanto ela apertava nossos corpos.
"O quarto." – ela sussurrou, envolvendo um de seus seios, coberto apenas pela lingerie transparente. "Entre no quarto." – ela disse se desvencilhando de meu toque; abrindo a porta atrás dela. Seu corpo de costas para mim era extremamente erótico. Dei um passo à frente, completando a distância entre nós e envolvendo seu ventre por trás.(corpo-corpo)
"Eu quero te foder assim." – disse em seu ouvido, subindo a saia que cobria suas pernas e empurrando minha ereção contra sua bunda. Seu corpo estremeceu, mas ela retirou minha mão de sua pele e entrou no quarto, ascendendo a luz que iluminava fracamente o resto do cômodo - com o foco sobre a barra o poste que ficava no meio do quarto.
O local era pequeno e tinha apenas aquele pedestal, uma comprida poltrona e um balcão em frente à ela coberto de espelhos. O cheiro de cigarro e ilícitos misturados a sexo e bebidas era forte, e eu podia ouvir seus batimentos altos.
Apoiei-me no batente da porta e olhei meu reflexo no espelho que cobria todas as paredes do ambiente. Meu cabelo estava totalmente bagunçado e meus lábios inchados. Minhas presas apareciam levemente através de minha boca, enquanto meus olhos tinham as pupilas extremamente dilatadas.
Eu estava faminto.
"Sente-se ali." – ela disse, indo até o balcão preto - igual a todo o resto. "E escute-me."
Ri fracamente, andando para dentro do quarto e abrindo o zíper de minha jaqueta. Deixei-a no começo da poltrona, me joguei no centro dela e me acomodei, observando seu traseiro mal coberto pela saia que trajava poucos minutos atrás.
"O que está fazendo?" – perguntei, abrindo minhas pernas e inalando seu perfume que impregnara meu organismo. Eu poderia sentir aquilo em qualquer lugar, se eu a deixasse viva depois de hoje.
Ela me olhou sobre os ombros, sorrindo maliciosamente, e uma música começou a preencher o quarto pequeno.
"Apenas aproveite e não me toque." – voltou-se para frente, manipulando o holofote de luz ao seu gosto também.
watch?v=ecM2gKjj0lY&feature=related (World Outside – The Devlins)
Sorri para ela, forçando uma dose de prazer na direção de seu ventre. Sua pele se arrepiou, fazendo com que sua respiração se acelerasse e sua cabeça inclinasse para o lado.
"Tell me your secret, what you desire
I will still be there for you
And tell me you need it, tell me something you're not
I will still be there for you
Say you believe it, all of your lies
Tell me you feel it and don't compromise
I will still be there for you"
Acomodei-me melhor no sofá aveludado de cor rubra, enquanto meus olhos estavam fixos nos quadris de Alice - que se mexiam lentamente com a batida da musica. Sua pele branca em contraste com a calcinha preta pequena e rendada fazia com que meu pau latejasse ainda mais contra minha calça, deslocando mais excitação para a mulher na minha frente.
Sorri quando nossos olhos se encontraram e a chamei com o dedo indicador, batendo em minhas coxas em seguida. Ela sorriu, meneado a cabeça negativamente, e subiu no pedestal próximo ao sofá. A humana caminhou lentamente ao redor do poste, encarando-me intensamente, enquanto deslizava sua mão através do metal. Seu quadril rebolava ao ritmo da música provocante.
Ela enroscou uma das pernas no cilindro logo em seguida, dando impulso e rodando rapidamente. Seu rosto se transformou em um semblante erótico e sedutor. Intocável. As pupilas dilatadas e os lábios entreabertos junto com os movimentos lascivos de seu quadril e ombros, eram hipnotizadores.
"Cacete" – sibilei, apertando meu membro sobre a calça e golpeando meu quadril no ar enquanto ela se agachava e levantava, rebolando e empinando seu quadril na minha frente.
Ela sorriu, mordendo o lábio e repetindo o movimento. Seus joelhos se dobraram, e ela praticamente se sentou sobre seus calcanhares com as pernas abertas. Em seguida, levantou-se erguendo sua bunda em minha direção, fazendo com que eu estremecesse inteiro ao ver a pequena calcinha marcar ainda mais sua intimidade.
"You're lighting my dreams
Light up my skin, so far away
You're holding it in
I'm looking around, watching it spin
God, my world outside is changing something
Within"
Remexi-me incomodado no sofá, enterrando meus dedos na almofada aveludada, me controlando para não avançar sobre seu corpo e cravar minhas presas em seu pescoço, enquanto meteria fundo dentro de seu sexo - que deixava no ar um aroma erótico. Ela continuava a remexer seus quadris ao passo que a batida da música soava em meus ouvidos, acelerando ainda mais meu organismo.
Suas mãos deslizaram novamente pela barra de metal, dando o impulso necessário para que seu corpo rodasse no pedestal e ela pousasse novamente agachada sobre seus calcanhares - com as pernas abertas. Percorri desde os seus olhos fechados e o sorriso satisfeito que aparecia em seus lábios, até seu centro, coberto apenas por um minúsculo pedaço de pano, fazendo com que eu rosnasse quando ela inclinou seu quadril em minha direção, oferecendo-se para mim.
Ergui meu tronco esparramado do sofá, apoiando meus antebraços nos joelhos, enquanto esticava outro braço em sua direção. O pedestal próximo ao sofá permitiu que eu deslizasse minha palma no interior de sua coxa, arrepiando-me com a maciez e calor de sua pele. Ela fechou rapidamente as pernas, levantando-se com um rebolado. O vão de seu salto se encaixou em meu ombro, e ela se inclinou em minha direção, fazendo com que sua calcinha ficasse mais apertada e sua intimidade se aproximasse ainda mais de meu alcance.
"Não ouse me tocar de novo." – sua voz murmurou sedutora em meu ouvido, e novamente seus dedos puxaram meu cabelo, trazendo meu rosto em sua direção. "Ou a brincadeira acaba agora."
"Tell me you reach it, some of the time
What you're searching for
Does the love that surrounds you
Get you down and kick you to the floor
So tell me you see it, with your own eyes
Tell me the sky is falling now in your world
I will still be there for you"
Cerrei meus olhos fitando suas pupilas intensamente, enquanto ampliava a tensão entre nós dois, fazendo seu coração bombear mais forte e a minha vontade de fodê-la contra aquele balcão aumentar.
"Continue a dançar pra mim." – mandei, voltando a recostar-me no sofá. "E tire essa jaqueta também." – falei, desafivelando meu cinto, afrouxando assim, o aperto de minha ereção.
Ela pressionou seu salto no meio do meu peito, olhando para meu rosto com as sobrancelhas franzidas e os olhos cerrados. Seu pé desceu por meu abdômen, me fazendo erguer uma sobrancelha e abrir minha boca quando seu sapato pousou abaixo de meu umbigo.
"Shhhh!" – pediu, colocando o dedo indicador nos lábios e repetindo meu gesto com a sobrancelha. "O que você quer que eu faça?" – perguntou, se apoiando na perna esticada sobre meu baixo ventre, me deixando ofegante.
"Sua jaqueta." - repeti, deslizando minha mão por meu tórax até seu calcanhar. "Quero que tire agora."
Ela encaixou minha ereção em seu salto alto e eu prendi minha respiração. Um sorriso amplo agraciou seus lábios quando viu que eu tinha posto meus olhos bem branco e eu engoli em seco, empurrando meu quadril contra seu pé e gemendo por conta da pressão do salto fino próximo demais de minhas bolas.
Ela retirou a jaqueta, deslizando-a lentamente pelos ombros e jogando-a ao meu lado. A peça de couro caiu com um baque surdo no sofá. Sua pele era extremamente pálida, porem eu podia sentir o perfume doce e feminino e tinha a certeza que era tão suave quanto a pele de sua coxa. Seus seios eram médios e firmes dentro do sutiã negro transparente. Seus mamilos intumescidos despontavam contra o tecido, gritando por minha boca. Umedeci meus lábios, acrescentando necessidade ao misto de sensações que seu corpo sofria naquele instante.
"You're lighting my dreams
Light up my skin, waiting so long, time to begin
I'm looking around, watching it spin
God my world outside is changing something within"
"Satisfeito?" – ela perguntou, colocando mais pressão em minha ereção e retirando um gemido rouco de meu corpo.
"Por enquanto." – respondi, sustentando seu olhar. "Volte a dançar." – comandei, colocando uma mão para trás de meu pescoço, enquanto a outra fazia movimentos circulares em seu tornozelo.
Ela retirou seu pé, fazendo com que minha mão caísse sobre meu colo, e ali eu a mantive, acariciando meu membro por sobre a calça. Seu corpo, agora praticamente despido, dançava lentamente de costas para mim, rebolando seus quadris com suas pernas levemente abertas e suas mãos se apoiando na barra de metal. Ela me olhou por sobre o ombro, vendo meu olhar fixo em sua bunda praticamente exposta pela calcinha minúscula.
Lambi meus lábios, umedecendo-os quando ela segurou-se ao poste, imaginando como ficaria meu pau entre aqueles dedos pequenos e femininos. Gemi roucamente com o pensamento e coloquei a mão para dentro do cós da calça, sentindo o tecido da boxer branca contra minha palma. Sorri pra ela incentivando que continuasse. Ela girou, ficando de frente para mim, e ergueu suas mãos para cima da cabeça, se apoiando no poste. Começou a rebolar, escorregando pela barra de metal, enquanto eu podia ver seus lábios inferiores marcarem contra a lingerie apertada. Eu quase levantei para tomar sua cintura, rasgar sua calcinha e meter fundo dentro dela no momento em que a angulação de suas pernas permitiu uma visão privilegiada de seu centro úmido.
Prendi a respiração, sabendo que se seu aroma chegasse ao meu organismo, eu poderia mordê-la sem nem ao menos satisfazer-me. Ela se ergueu, rebolando sinuosamente seu quadril e voltou a andar ao redor da barra de metal. Novamente suas mãos se firmaram no poste, e seu corpo se impulsionou, jogando suas pernas no ar enquanto ela o escalava. Suas coxas envolveram o metal gelado, arrepiando minha espinha, e eu massageei com mais vontade o meu membro.
"Merda!" – exclamei, levantando rapidamente do sofá e dando um passo a frente, ficando rente ao pedestal. Suas pernas cruzadas na barra de metal ficaram a centímetros do meu rosto. Respirei fundo, tocando sua panturrilha que estava esticada sobre meu ombro com meus lábios, fazendo sua pele se arrepiar, enquanto envolvia seu quadril com minhas mãos e forçava seu corpo a escorregar. Ela sorriu sensualmente, rebolando tentadoramente ao roçar contra o poste sua intimidade coberta apenas pela fina renda transparente da calcinha.
Baixou seu corpo até poder colocar seus pés novamente no chão. Suas mãos continuavam segurando seu corpo pendente para trás, rebolando seus quadris de um lado para o outro na direção de minha ereção. Então me olhou diretamente nos olhos.
"Se afaste!" – pediu, circulando o pedestal, com uma voz autoritária e roçando sua bunda em minha ereção. "Ou eu posso te machucar." – completou, olhando sobre o ombro.
Dei um passo para trás, levantando minhas mãos em sinal de rendição, e observei sua cintura se mexer, as mãos firmes no poste novamente demonstrando sua habilidade.
Ela se aproximou mais da barra e parou de se mover por alguns segundos, enquanto sua respiração se regularizava. Mordeu os lábios, olhando para mim por um momento e logo em seguida impulsionou sua perna para frente, enroscando-a no poste e impulsionando o resto de seu corpo a se fixar de cabeça para baixo ali. Soltei minha respiração aliviada, vendo que ela já voltara a se mover lascivamente contra aquela barra, chamando-me com o olhar.
"Eu quero te tocar agora." – falei autoritariamente, voltando a me aproximar de seu corpo. Dessa vez apoiando uma das pernas na base do poste.
Sorriu cruzando um de seus braços no cano para que sua mão livre enganchasse no cós de minha calça jeans, e assim ela pudesse me trazer para perto de seu rosto.
"Vá em frente." – incentivou abrindo suas duas pernas em minha frente, deixando-as esticadas e completamente esticadas para mim.
Meus dedos desceram de seus joelhos femininos, correndo só a ponta de dois deles pela pele delicada da parte interna da sua coxa - em ambas as pernas.
Suspirei alto, estocando meu quadril quando senti sua mão livre tocando meu membro sobre a calça no mesmo instante em que corri meu indicador por seus lábios que estavam cobertos pela calcinha.
"Molhadinha." - pensei em voz alta, apertando o maxilar, enquanto ela passava suas unhas na minha extensão.
"Pulsante." – rebateu aproximando seus lábios da ponta do vinco que se formava em minhas calças.
"So tell me the reasons, show me the signs
Say you desire, desire me now in this world
It's our world"
"Desça daí agora." – falei entre os dentes, ao mesmo tempo que empurrei sua cabeça pela nuca para mais perto de meu membro.
Ela negou, escorregando até que suas palmas pudessem encostar no pedestal, e suas pernas se soltassem do metal, indo para o chão.
"Eu ainda não terminei." – comentou parando de frente para mim. Seus olhos estavam presos nos meus, e ela sorria eroticamente. A pulsação do seu coração soava alta em meu ouvido, enquanto o cheiro salgado de suor misturava-se ao aroma doce de sua intimidade molhada. A mulher pequena e de traços femininos rodou em seus calcanhares, fazendo com que todos meus pensamentos se esvaíssem e o sangue que circulava por minhas veias latejasse na cabeça do meu pau quando ela parou com sua bunda a centímetros de meu alcance.
Suas mãos voltaram para o poste e ela inclinou seus ombros para frente, empinando seu quadril para trás e deixando sua bunda exposta para mim. Seus movimentos morosos e sensuais, que iam de um lado para o outro fazendo-a esfregar-se em minha ereção, fizeram com que uma mão minha estalasse em sua nádega, ao passo que com a outra eu a puxei contra mim.
"Que tal parar agora e..." – insisti entrelaçando meus dedos em seu cabelo curto, puxando-a para meu peito, cobrindo suas costas com meu corpo e pressionando sua cintura contra a minha própria. "Sentar naquele balcão com as pernas abertas, mostrar sua buceta molhada e me levar à loucura dentro de minhas calças?"
Ela miou sobre meu corpo, ondulando-se contra mim e levando minha mão para dentro de sua calcinha, me dando a oportunidade de tocar seu clitóris inchado com meus dedos indicador e médio.
Estoquei contra seu quadril e pressionei o nervo inchado entre meus dedos, vendo-a estremecer enquanto puxava seu cabelo e deixava seu pescoço exposto aos meus lábios.
Engoli em seco ao sentir aos poucos seu perfume penetrar meu organismo, deixando minha respiração acelerada e minhas presas mais salientes. Aspirei sua pele, pressionando meu rígido membro em seu quadril que rebolava com os movimentos de meus dedos. Minha língua tocou sua pele, experimentando, fazendo a sede aumentar
"Quero ver seus dedos estocando fundo nessa bucetinha molhada. Agora." – urgi, me afastando dela e voltando a olhar seu corpo arrepiado, engolindo a saliva que se acumulou em minha boca.
Ela me obedeceu, andando meio trôpega até o balcão cobertos por espelhos. Seus olhos, com as pupilas dilatadas, me olharam através do reflexo e eu tive a certeza que a foderia contra aquele balcão olhando em seus olhos enquanto afundaria-me em sua intimidade e em seu pescoço. Minha respiração saiu em um assovio no momento em que ela mordiscou os lábios, puxando seu sutiã e expondo os seios para mim.
"You're lighting my dreams, light up my skin
You're so far away, you're holding it in
I'm looking around, watching it spin
God my world outside is changing something
Within"
Seus mamilos eram rosados e destacavam-se em seus seios pálidos - como o resto de sua pele alva. Os bicos estavam intumescidos e gritando por meus lábios, enquanto seus dedos apertavam-nos, provocando-me.
"Tire o resto da roupa." – mandei, andando até ela e ficando parado por um tempo atrás de suas costas. Seus olhos queimavam em meu rosto, enquanto minha ereção urgia para que eu a tomasse naquele instante.
Novamente traguei seu perfume, sentindo meus músculos se tencionarem, enquanto meu pau pulsava. Controlei-me e sentei no pedestal do poste, esperando que ela se curvasse para abaixar a calcinha transparente e encharcada por suas pernas. E foi exatamente o que ela fez.
Ver aquela peça de roupa tão minúscula e intima deslizar de seu centro úmido, por suas coxas, passando pelos joelhos e chegando finalmente ao salto alto foi completamente torturante – principalmente quando ela se curvou para pegar a peça de seus calcanhares, expondo sua bundinha redonda e sua intimidade rosada e lisa para mim; acabando comigo quando o tecido preto voou para o meu rosto, colocando a sua essência próxima do meu nariz.
"Hmmmm." – gemi, sorvendo ainda mais o aroma que desprendia do tecido, enquanto meus olhos fixavam em seus movimentos até o balcão e minha mão massageava descaradamente a minha excitação através da braguilha aberta. Seus olhos me observaram com luxúria depois de impulsionar o corpo e sentar-se ali em cima, abrindo suas pernas e deslizando seus dedos por seus lábios inferiores. Ela os acariciou, jogando a cabeça para trás, e olhando fixamente para meus dedos e para o membro duro feito pedra em minhas mãos.
Desdobrei uma onda forte de ansiedade para sua intimidade, sentindo o exato momento quando ela a atingiu, causando um gemido vindo do meio de sua garganta e arrepiando seus pelos. Sorri, apertando minha ereção e causando o mesmo arrepio em meu corpo.
"Deixe-me te controlar." – sussurrei, acariciando minhas bolas enquanto me masturbava por sobre a cueca, o olhar focado em seu sexo liso.
Ela respondeu com um gemido, arqueando as costas e se oferecendo mais para mim, seus dedos agora circulando seu clitóris. A pulsação que chegava de seu corpo misturada de tesão e necessidade eram totalmente excitantes, o que me fazia responder às suas provocações com maior intensidade.
"It's our world, but time moves
Time moves on in our world"
Enquanto rebolava sobre o balcão, de olhos fechados e lábios entreabertos, suas mãos subiram para seus seios, pressionando seus mamilos entre os indicadores e os dedos médios, resultando em outro gemido. Ela apoiou as mãos sobre o balcão, expondo sua intimidade para mim, implorando que eu a tocasse. Mordi meus lábios, enviando outra vez para seu corpo a sensação exata que a levaria cada vez mais ao limite.
Eu iria fazê-la gozar sem ao menos encostar em seu sexo.
Sorri amplamente com o pensamento. Trouxe meu pau para fora da cueca, expondo a glande vermelha e molhada com o pré-gozo, o que a fez lamber os lábios de vontade e me fez começar a me masturbar mais forte na frente dela. Seus dedos voltaram a acariciar seu clitóris, fazendo-a ondular seu corpo, banhando-me com seu prazer.
Eu sentia minha pele formigar com cada investida de meu punho contra a firme extensão de carne enrijecida em minhas mãos e com cada estocada de seus dedos em sua intimidade molhada. Seus seios quicavam com os movimentos de sobe e desce de seu tronco contra sua mão, fazendo com que minha respiração saísse como a de um tigre que rodeava sua presa. Lufadas fortes e quentes escapavam de minhas narinas enquanto eu manipulava as sensações de seu corpo exposto ao meu próprio prazer.
Seus gemidos começaram a ficar mais audíveis e estridentes, e eu sentia que podia controlar todos os pontos de tensão de seu corpo feminino. Era como se cada centímetro de sua pele suave e excitada estivesse sob o estimulo da palma de minhas mãos. E eu podia fazer o que bem entendesse com isso.
Estoquei com força contra o aperto de minha mão, desviando o olhar de sua intimidade encharcada para visualizar meu membro deslizando por minha palma. Urrei quando envolvi minhas bolas, ao mesmo tempo em que ela se contraía em um espasmo, completando o meu próprio êxtase.
Desacelerei os movimentos das minhas mãos, quando percebi que ela estava próxima do ápice, e aumentei a intensidade de todas as sensações que incidia sobre seu sexo e corpo.
"Eu estou em todo seu corpo agora." – falei entre um rosnado rouco, e meus olhos fixados em seus dedos que entravam e saíam de sua entrada úmida aumentavam a intensidade do momento. "Me sinta." – falei, focando os movimentos giratórios de minha mão na ponta de minha ereção. "Me deguste." – pedi, sentindo todos os meus músculos se tencionarem e meu membro pulsar mais intensamente quando o orgasmo finalmente atingiu o corpo dela.
Delicadas gotas umedeciam a pele de seu pescoço, causando em minha garganta a ardência da sede que me assolava. Ainda com minha ereção contra minha palma, a saboreei com o olhar, gravando cada curva e detalhe de seu corpo exposto frente a mim.
"Isso foi..." – sua voz rouca por conta do orgasmo soou cansada e esbaforida, e ela ainda estremecia com cada respiração minha.
"Fantástico?" – perguntei encostando-me no poste. Abri mais minhas pernas, empurrando meu quadril para cima e apontando meu pau duro para o alto, capturando sua atenção. "Maravilhoso?" – continuei a questionar, enquanto os movimentos de minha mão na glande avermelhada diminuíam. "Orgástico?"
"Satisfatório!" – exclamou, dando outro impulso para descer do balcão, ficando de pé sobre os saltos altos que ainda trazia calçados nos pés. "Você permanece duro!" – ela comentou, andando lascivamente até próximo de mim, e outra música completamente erótica começou a preencher o silêncio de nossas respirações.
watch?v=Z4joDAJQA30 (Sex (I am) - Lovage)
"Dan, I need you now
Ok Mikey, come
Feel the fire
Feel my love inside you so bright"
"Aprecio que tenha reparado!" – rebati, deixando ironia envenenar minha voz.
Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios carnudos enquanto ela balançava seus quadris em minha direção. Suas pernas torneadas roçavam à medida que seus pés se firmavam um frente ao outro e ela se aproximava de meu corpo feito uma leoa. Eu permaneci sentado, apoiando-me em meus cotovelos. A glande de meu membro extremamente rígido brilhava. Sua coxa roçou contra a minha, fazendo com que meu pau pulasse e ela soltasse um riso abafado ao subir no pedestal e se posicionar atrás de mim.
Ela se sentou sobre os calcanhares, deixando minha cabeça entre suas pernas abertas. Suas unhas se embrenharam em meus cabelos, puxando minha cabeça para trás e me colocando frente a sua intimidade avermelhada. Sorri, inalando o doce aroma do seu orgasmo e lambendo meus lábios, ansiando em sentir seu gosto. Ela rebolou quando soltei o fôlego preso em minha garganta que tocou seu sexo sensível, e eu gostei da sensação.
Ela se debruçou sobre meu tronco, fazendo com que eu deitasse completamente no pedestal do poste. Seus joelhos apoiados nas laterais de meu pescoço traziam sua intimidade próxima a meu rosto, e eu sentia sua respiração tocar meu membro sensível. Seu corpo, deitado sobre o meu, começou a serpentear enquanto nossa posição possibilitava que provássemos de nossos sexos.
Prendi a respiração em expectativa quando senti sua boca roçar minha glande e me controlei para não estocar contra seu rosto. O calor de seu suspiro se intensificou, principalmente quando sua língua tocou a ponta de meu pau, lambendo e saboreando meu gosto. Ofeguei quando ela rapidamente se afastou, pressionando meu membro para frente com seus seios médios, e me obrigando a arquear as costas por conta da pressão. Ela recuou o corpo, voltando a ficar em cima de mim, e deslizou sobre meu tronco. Seu sexo mais uma vez pairou próximo demais de meus lábios, o que me instigou a levantar a cabeça e capturar sua intimidade entre meus dentes.
Ela gemeu, roçando novamente meu membro em sua boca úmida, fazendo com que eu gemesse e contraísse meus músculos sob seu corpo. Novamente ela foi para frente, esfregando meu pau com seus seios e o pressionando, causando espasmos em meu corpo por conta da fricção de nossas peles.
Seu corpo nu serpenteou sobre o meu até que minhas mãos avançaram para suas coxas e eu segurei seu quadril para que minha língua tocasse seu clitóris. Seu gosto fez o frenesi da sede e a tentação de ouvir a pulsação do seu sangue através de seu sexo aumentarem. E se ela não tivesse se erguido no momento que minhas presas roçaram sua virilha, eu a teria mordido.
Ainda deitado, pude ver seu corpo se mover até que ela estivesse em minha frente, rebolando seus quadris e olhando diretamente para meu membro ainda mais excitado, exibindo veias saltadas por sua extensão.
Seus olhos me provocavam e seus lábios vermelhos sorriam para mim. Ela rodou tentadoramente em seus calcanhares, ficando de costas e empinando sua bunda em minha frente. Olhou-me por sobre seu ombro e remexeu os quadris eroticamente; e meu pau pulsando por contato. Finalmente ela sentou em meu colo, apoiando-se em minhas coxas contraídas, e comprimiu meu membro entre seus lábios inferiores molhados, porém sem permitir a penetração.
"There's a sound and the smell of love on my mind
I'm a toy
Come and play with me, say work now
Wrap your legs
Around me ride me tonight
Sex, sex, sex"
Minha ereção pulsava e eu apertava meus dedos contra minhas palmas com cada rebolada que ela dava sobre meu colo. Suas costas suadas se contraiam com cada movimento sinuoso, e ela se umedecia em excitação com cada latejar meu. Os gemidos eram incontroláveis com cada estocada de meu quadril contra sua intimidade que se esfregava contra minha extensão.
Sentei-me, segurando com uma mão sua cintura fina e a pressionando para baixo, para que eu pudesse colocar mais pressão ainda sobre meu pau, que estava sensível a suas carícias quentes.
O cheiro de sexo agora era forte e ela rebolava no ritmo da música sobre mim. Com a outra mão, segurei seu seio, finalmente sentindo a textura da pele de seus mamilos intumescidos contra meu polegar. Ela gemeu mais alto, pressionando meu membro contra seu corpo e meu abdômen, fazendo nós dois estremecermos. Afundei meu rosto em seu pescoço, beijando a pele que logo estaria contra meus dentes.
"I'm a man
I'm a goddess
I'm a man
I'm a virgin
I'm a man
I'm a blue movie
I'm a man
I'm a bitch
I'm a man
I'm a geisha
I'm a man
I'm a little girl
I'm a man
And we'll make love together"
Ela se levantou rápido o suficiente apenas para envolver a minha excitação com suas mãos e o movimentá-lo rapidamente. Novamente sentou-se em meu colo, ficando frente a mim e levando minha glande até seu clitóris - mais uma vez inchado. Ela roçou meu pau em seu sexo por tempo suficiente para me fazer retorcer sobre meu próprio corpo.
Sua carne extremamente úmida e quente roçava no meu pau inchado e completamente excitado.
Ela inclinou os ombros para trás, usando minhas coxas como apoio, e continuou a rebolar em meu colo, deixando seus seios empinados perto demais do meu rosto, os oferecendo para mim. Deslizei minhas mãos por seu ventre – sentindo sua pele se arrepiar sob meu toque – até seus mamilos. Seu seio coube perfeitamente em minha mão, enquanto eu o massageava, urgindo-a a continuar com a dança erótica que seu quadril proporcionava contra o meu.
Meu membro continuava a pulsar contra sua intimidade. Seus gemidos eram descontrolados e agudos, e suas mãos ora se apoiavam em meus joelhos, ora firmavam-se em minha nuca.
Suas pupilas continuavam dilatadas, agora por conta da tensão provocada pelo atrito de nossas peles. Seus lábios inchados - o inferior firmemente mordido por seus dentes - eram tentadores. Subi uma de minhas mãos de seus seios até sua nuca, puxando seu rosto para perto do meu, capturando sua boca com os meus lábios e penetrando-a com minha ávida língua.
O gosto de seu beijo era extasiante. Os movimentos de sua língua contra minha – ora batalhando pela dominância do beijo, ora chupando e acariciando minha boca – eram ainda mais excitantes. Suas unhas arranhando meu peitoral por cima da camiseta arrepiavam meu corpo sensível ao seu toque, fazendo a respiração ficar mais ofegante. Seu coração ditava o ritmo das carícias e movimentos de seus quadris. Seu toque me levava aos limites das sensações oferecidas por seu corpo delicioso.
A mulher suada e excitada em meu colo se apoiou em suas pernas, e desencostou nossos quadris. Se segurando em meus ombros, ela começou a provocar a ponta de meu membro com lentas reboladas. Minhas mãos se mantinham em sua cintura, tentando forçar mais seu corpo contra mim, mas ela evitava as investidas, encarando-me com um sorrisinho torto enquanto continuava a me provocar. Ela voltou a se sentar, mas agora sobre meu abdômen, capturando novamente meus lábios, mordicando-os e fazendo meu corpo estremecer contra ela.
"Você está me excitando demais, pequena." – rosnei, acompanhando seu rebolado, enquanto ela me masturbava com as suas nádegas firmes e redondas.
Sua mão capturou novamente os cabelos de minha nuca, puxando minha cabeça e expondo meu pescoço. Seus dentes rasparam minha garganta, fazendo com que meu corpo tremesse inteiro e eu rosnasse alto, espalmando minha mão em sua bunda.
Seus dentes arranhando minha jugular, tentando perfurar minha pele, fora o estopim para que meu corpo se descontrolasse.
"Why does man go to hooker
First of all because
He quite often is not all that happy and sexual satisfied at home
His wife won't perform all the activities he has in mind
And most of all, oral sex is a taboo
The woman would say 'what do you think I am, a whore
I don't want to do that"
Não consegui segurar mais meus instintos de predador - que eram desafiados por seu sangue adocicado - muito menos os de homem - que foram perfeitamente estimulados por seu sexo quente me provocando com apenas o roçar de nossas carnes.
Deslizando minhas mãos por sua cintura, ergui seu corpo de meu colo, empurrando-a contra o balcão a nossa frente, apenas para voltar a colar meu tronco contra suas costas logo em seguida. Suas mãos se espalmaram no vidro, e meus lábios desceram por sua nuca, em direção a suas costas. Ao mesmo tempo em que sentia seu suor salgado e erótico na minha língua, eu me desvencilhava de minhas botas com meus próprios pés, para que as calças jeans pudessem deslizar por minhas coxas. A camiseta que cobria meu tronco foi rapidamente arrancada e lançada para algum canto, junto com a calça. A boxer branca ainda se mantinha em meu corpo, porém a deslizei por minhas pernas assim que sua voz pronunciou sem fôlego "me foda" em meu ouvido.
Inclinei seu corpo contra o balcão, empinando mais sua bunda e pincelando a extensão de seu sexo, fazendo-a estremecer e gemer quando apenas a ponta de meu membro tocou sua entrada molhada.
"Gosta disso?" – perguntei, sussurrando em seu ouvido, repetindo o movimento e a provocando. Seu corpo inteiro vibrava e isso refletia em meu próprio corpo, causando tremores. Eu beijava descontroladamente seu ombro exposto, sentindo a necessidade de penetrá-la.
E foi o que eu fiz assim que ela abraçou meu pescoço com um de seus braços, trazendo meu rosto para perto do seu, beijando-me.
A sensação da sua intimidade quente recebendo meu membro pulsante fez com que nossas respirações se cortassem e eu tivesse que afastar seu quadril, me segurando para não gozar. Mordisquei seu ombro, colocando novamente a glande pulsante para dentro de seu centro que comprimia meu membro.
Estoquei fundo, colocando tudo de uma vez e tirando um gemido dela. Tomei seus seios em minhas mãos, sentindo seu calor me envolver e seu prazer incentivando meus movimentos rápidos e fortes.
Seus mamilos intumescidos entre meus dedos faziam que ela gemesse e chocasse nossos quadris. Sua boca estava aberta, e eu via seus olhos fechados através do reflexo do espelho. Sua garganta mexia quando ela engolia por conta das estocadas. Sibilei, sentindo minhas presas prontas para perfurar sua garganta.
Toquei seu pescoço suado com meus lábios, vendo a pele de seu colo brilhar por conta do suor.
Subi meus beijos para sua nuca, ziguezagueando até seu lóbulo. Mordiquei a pele, tocando-a com a minha língua, enquanto diminuía os movimentos de meus quadris, rebolando e a tocando mais fundo.
"Pode sentir isso?" – perguntei, empurrando mais fundo dentro de seu corpo. "Meu pau está inteiro dento de você." – sussurrei, remexendo meus quadris e puxando seu queixo para cima, esticando sua garganta. Raspei sua pele exposta com minhas presas, massageando seus seios enquanto voltava a entrar e sair com certa lentidão de seu sexo. Suas unhas cravaram em meu pescoço, arrepiando meu corpo.
"Slip and slide when you're where you like to feel the blood flow
Not to fast
Don't be slow my love's in your hands"
"Mais… rápido." – ela gemeu, pegando minha mão que circulava seus mamilos e levando até seu clitóris inchado, se tocando enquanto eu aumentava minhas estocadas.
Meus dedos brincavam em seu ponto pulsante, enquanto a outra mão continuava em seu seio. Meu membro entrava e saía com firmeza à medida que ela molhava ainda mais meus dedos em seu sexo. Suas paredes me apertavam, fazendo com que eu gemesse e metesse mais forte.
Levei a mão que masturbava seu clitóris até minha boca, chupando seus dedos molhados com seu néctar, e a fazendo rebolar ainda mais. Suguei com vontade seus dedos, apreciando seu gosto em minha língua.
"Deliciosa." – ronronei em seu pescoço, lambendo sua pele e sentindo sua veia pulsar. "Só posso imaginar o gosto de seu sangue como será." – sussurrei, mordiscando seu lóbulo.
"Me morda." – ela pediu, gemendo agudamente, rebolando e apertando firmemente as mãos contra o balcão. "Eu quero que você me morda... enquanto você estiver prestes a... gozar. Não é assim?"
O gemido que ecoou em minha garganta foi dolorido, enquanto eu apertava seus quadris e enfiava fundo em seu corpo. Meu pau pulsou dentro dela, fazendo com que ela me apertasse mais.
"Merda, sim é bem assim." – respondi, aumentando o ritmo e chocando nossos corpos. O som de pele com pele preenchendo o ambiente, enquanto minha boca não saia de seu pescoço. Acariciando, lambendo, beijando. Acarinhando.
"I'm a man
I'm a boy
I'm a man
I'm you're mother
I'm a man
I'm a one night stand
I'm a man
I am a bi
I'm a man
I'm your slave
I'm a man
I'm a little girl
I'm a man
And we'll make love together"
Seus gemidos eram altos e eu já sentia meu corpo estremecer. Meus dedos se entrelaçaram aos dela, e eu abracei seu corpo, inclinando sua cabeça e fixando meu olhar em seu pescoço pálido. Eu estava próximo.
Estalei um beijo em sua pele, sentindo minhas presas afiadas prontas para penetrar seu pescoço. Apertei suas mãos pequenas, estocando fundo e permanecendo dentro dela, as pulsações de meu membro aumentando, como conseqüência de seus movimentos contrários a mim.
Mordi sua pele, cravando minhas presas em seu pescoço e sentindo o sangue quente e volumoso em minha língua. Seu gemido foi alto, e suas convulsões enquanto o orgasmo a envolvia por inteiro foram fortes. Gemi em conjunto, também tremendo ao sugar seu sangue para dentro de meu corpo. Seu gosto era adocicado, feminino. Delicioso. Apertei mais o corpo dela contra o meu, estocando rápido e forte, enquanto meu próprio corpo estremecia e meu orgasmo contraia todos os meus músculos. Seu sangue quente escorrendo por minha garganta era vital, como oxigênio era para os humanos, e eu sentia seu corpo enfraquecer em meu abraço.
Eu deveria parar logo, então suguei com mais força, para que pudesse provar mais de seu gosto. Mais dela. Os gemidos acompanhavam os movimentos de sucção. Sua mão, entrelaçada a minha, subiu até meus cabelos, acarinhando os fios empapados de suor, enquanto ela ainda rebolava e soltava pequenos gemidos de prazer, completamente entregue.
Ela soltou seu corpo em meus braços, enfraquecida pelo orgasmo e pela falta de sangue. Diminui a intensidade de meus lábios que a chupavam, parando em seguida quando senti meus músculos mais fortes. Lambi sua pele, fechando o pequeno ferimento, apenas deixando avermelhadas marcas. Meu membro, ainda dentro dela, pulsava extremamente endurecido.
Sorri, finalmente satisfeito, deslizando para fora dela e a capturando em meus braços.
Deite seu corpo adormecido, completamente nu e exposto para mim, no sofá cor de vinho. Deslizei meu dedo da marca avermelhada em sua garganta, pelo meio de seus seios até chegar ao seu ventre liso. Linda.
Seus batimentos estavam lentos e ritmados. Normal. Seu sangue em meus lábios apenas me deixava ainda mais duro.
Rosnei levemente quando as batidas da porta ecoaram pelo quarto silencioso, onde apenas nossas respirações eram ouvidas. Meu corpo, completamente nu, brilhava pelo suor que banhara minha pele. O perfume da pequena mulher desacordada no sofá me embriagando.
Rodei a maçaneta, abrindo a porta rapidamente, e encarando Heidi parada na porta. Seus olhos violetas desceram de meu rosto, pelo meu peitoral, até chegar a minha virilha e ser saudada por meu membro extremamente excitado.
"De joelhos." – mandei com a voz rouca, sentindo o tremor de sua excitação refletida em meu corpo. Ela estava com os olhos arregalados, porém me obedeceu, ficando ajoelhada em minha frente. Seus lábios extremamente coloridos de vermelho se separaram, dando a deixa para que eu pudesse enroscar meus dedos em seus cabelos cor de mogno e puxar sua cabeça para mais perto de minha ereção. "Não me faça mandar!" – rosnei, puxando seu cabelo e erguendo sua cabeça em minha direção. "Não é o que você quer?"
Ela ofegou, segurando meu membro e o guiando até seus lábios úmidos. Soltei seu cabelo, apoiando meu braço no batente da porta e fechando meus olhos. Um choque percorreu minha coluna quando o contato se estabeleceu em minha glande sensível e ela soltou um gemido ao tocar sua língua.
Heidi masturbava a base de meu pau, enquanto seus lábios e língua trabalhavam na ponta dele. Joguei minha cabeça para trás, estocando em sua boca e sentindo o sangue da humana deitada no quarto circular por minhas veias. Seu cheiro e gosto completamente impregnado em meu organismo.
"Pode senti-la? Ela é deliciosa não é? Sente o gosto dela em sua boca agora?" – perguntei, empurrando sua cabeça contra meu membro, colocando mais dele dentro de sua boca. "Me faça gozar!" – mandei, deixando um gemido sair de minha garganta quando suas unhas compridas acariciaram minhas bolas.
"Most of them come to a hooker and say
My wife oh my wife is she dead in bed
She's frigid, cold as a starfish
They take off the pants
And their underpants
There's nothing more ridiculous than a guy with his party socks on
He dives into the bedroom
He says "Do me!", suck it !"
Ela ronronava contra minha glande, que estava funda em sua boca, enquanto suas unhas continuavam a arranhar suavemente meu saco. Aquilo me arrepiava. E eu não demoraria muito em sua boca. Segurei sua cabeça com as duas mãos, estocando contra seus lábios e sentindo suas presas arranharem minha extensão.
Os flashes do corpo da humana rebolando sobre meu colo preencheram minha mente enquanto ela me lambia. O cheiro de seu sexo ainda estava impregnado em meu nariz, e seu gosto presente em minha língua. Seu calor ainda queimava minha pele. E seu corpo dominava minha mente. Eu não conseguia desviar meus pensamentos de seu sexo ardente me recebendo e pressionando, enquanto ela gemia e pulsava por mim.
"Eu quero ver você engolindo tudo, está ouvindo?" – perguntei meio anestesiado, sentindo os espasmos sacudirem meu corpo, ouvindo claramente ela gemendo para mim. Não Heidi, mas a mulher de cabelos curtos e olhos esmeraldas. Seus gemidos agudos repetiam as sensações de nosso orgasmo dentro de minha cabeça.
Os jatos quentes de esperma espirraram, e eu afundei mais meu membro em sua garganta, garantindo que ela engolisse tudo.
Sorri satisfeito, ainda movendo sua boca contra minha extensão ao segurar seus cabelos. Heidi passava a língua, limpando o que restara de sêmen na ponta.
"Jasper, eu..." – ela começou a falar, mas eu apenas virei de costas, batendo a porta e voltando para o corpo recém acordado no sofá.
"Jasper, huh?" – sua voz fraca e rouca pronunciou meu nome.
"Continue deitada." – avisei, enquanto buscava nossas roupas pelo quarto. "E sim, me chamo Jasper. Jasper Withlock."
"Alice Brandon." – ela pronunciou fraca, voltando a deitar e a suspirar. "Acontecerá algo comigo?"
"Sim. Irei(Vou) te matar agora." – respondi, jogando-me no sofá e respirando fundo, absorvendo as sensações de dois orgasmos seguidos.
A onda de medo correu por meu estômago, vindo de seu corpo frágil e nu. O pavor começou a me enjoar e eu tive que me segurar para não gargalhar quando olhei para seu rosto e vi as esmeraldas arregaladas.
"Você perguntou. Não adianta ficar assustada agora." – continuei, mantendo meu tom de voz sério.
"É melhor do que overdose, em todo caso. Pode me matar com um orgasmo talvez?" – ela provocou, irônica. "Já ouvi boatos de um lugar frequentado por os do seu tipo. Mas por aqui? Nunca pensei..."
"Você se droga com frequência?" – perguntei realmente curioso, enquanto vestia suas calcinhas por seus tornozelos, que repousavam em meu corpo. Ignorei sua pergunta sobre a existência de minha raça. Eram poucos os humanos que sobreviviam para propagar boatos. Ou verdades.
"Experimente dançar para velhos tarados sóbrio, bonitão. Depois me pergunte se eu me drogo com frequência."
"Por que você faz isso?" – continuei vestindo seu corpo cansado, enquanto ouvia sua voz contar sua historia.
"Minha mãe é cafetina. E eu agradeço por ser apenas dançarina."
"Então o que fizemos foi porque você gostou de mim?" – perguntei com um sorriso torto, enquanto começava a me vestir.
"Você sempre faz esse interrogatório antes de matar alguém?" – ela perguntou, apoiando nos cotovelos, e olhando intensamente pra mim.
"Permaneça deitada, ou sentirá dor de cabeça. Talvez eu estivesse muito faminto, e seu sangue é delicioso. Você vai passar mal se não permanecer assim. E não, não faço esse interrogatório. E também não irei te matar. Vou te levar pra casa. E sobre o orgasmo... podemos ver isso depois." – já que seu sangue é tão fodidamente delicioso quanto seu corpo. – completei mentalmente, satisfeito por meu autocontrole ter sido suficiente para mantê-la viva.
Eu precisaria me alimentar em breve.
"Skin to skin
Honey hold tight
Come inside it's a passion play just for you
Let's get lost in the magic place alone now
Drink your fill from a fountain of love wet your lips"
Alice assentiu, sorrindo e finalmente se sentando. Ela apertou os olhos, certamente tonta por conta do movimento brusco.
Teimosa.
"Precisarei te alimentar?" – perguntei, indo até o espelho na parede do balcão e arrumando minha jaqueta, enquanto via seu corpo no reflexo.
"Não. Eu acho que não. E vocês se enxergam no espelho?"
"Você viu enquanto eu te penetrava e tinha seus seios em minhas mãos, não?" – perguntei, passando a mão em meus cabelos bagunçados. "Sente-se melhor?" – me virei para ela, cruzando os braços no peito e encostando-me no balcão.
"Um pouco trêmula." – respondeu, passando os dedos finos pelos cabelos espetados e ajeitando seu sutiã.
"Fique de pé." – falei, me aproximando dela.
Alice ergueu-se, ficando na altura de meu peito por conta dos saltos. Seu corpo fraquejou e tive que apoiá-la em meus braços. Envolvi sua cintura, trazendo-a para perto de mim. Guiei-a até a porta, sentindo Heidi por perto.
"Consegue andar mais rápido?" – perguntei, sem me preocupar com meu tom de voz. A vampira de cabelos escuros iria escutar de qualquer forma.
Alice não respondeu, apenas acompanhou minhas passadas enquanto se apoiava em mim. A música alta que soava na pista do Érotique era a mesma que escutamos dentro do quarto há poucos minutos enquanto transávamos.
Lovage. Sugestivo.
"I'm a man
I'm a teaser
I'm a man
I'm a virgin
I'm man
I'm a one night stand
I'm a man
I'm a drug
I'm a man
I'm your slave
I'm a man
I'm a dream to find
I'm a man
And we'll make love together
I'm a man
I'm a goddess
I'm a man
I'm a hooker
I'm a man
I'm a blue movie
I'm a man
I'm a slut
I'm a man
Well i'm your babe
I'm a man
I'm a dream to find
I'm a man
And we'll make love together"
Assim que atravessamos as porta da boate senti Alice arfar e respirar fundo. O alívio vindo dela foi imediato, seguido pela inquietação típica do vício.
"Jasper teria algu..."
"Tome." – entreguei o maço de cigarros que trazia na jaqueta, sem dar alternativas para que ela escolhesse. Seu sangue, mesmo ainda presente em meu corpo, não poderia ser contaminado por nenhum ilícito mais forte que o tabaco. Eu já a queria novamente, e em breve.
Ela deu duas tragadas fortes, sempre tocando a ponta do nariz arrebitado com seus dedos femininos.
"Podemos ir." – falei, subindo na moto estacionada e oferecendo o capacete para ela. Ela indicou o cigarro, ainda praticamente inteiro. Respondi com uma onda de pesada satisfação, a mesma que ela conseguiria se ingerisse a droga.
Seu sorriso foi uma reação imediata. Suas pernas rapidamente vieram para trás de meu quadril, enquanto seus braços se cruzavam em meu peito. Dei partida na Hayabusa, acelerando e saindo rapidamente do estacionamento. A estrada e o bosque verde voltaram a nos envolver, e agora com o vento batendo diretamente em meu rosto, era fácil distinguir os cheiros da madrugada.
A estrada não foi o suficiente para que eu pegasse velocidade, e tão logo entramos nas mediações da cidade, acelerei mais, ouvindo os zunidos das ruas. Aquilo era interessante.
Suas mãos cruzadas em meu estômago eram suaves, mesmo que a velocidade fosse agressiva aos nossos corpos. Era como se eu já conhecesse o caminho até o seu prédio na parte mais afastada do centro, e ela não se importasse de talvez pararmos no caminho para nos satisfazer.
"Eu moro ali." – apontou para o prédio pequeno, com dois ou três andares apenas e de pintura descascada. Assenti, estacionando a moto no portão da frente e me despedindo dela em seguida. Aparentemente.
Eu não iria embora tão cedo.
"We'll make love together
We'll make love together
We'll make love together
We'll make love together"
Quando o sol se infiltrou pela janela de Alice Brandon, a stripper sentiu sua cabeça latejar e seu corpo miúdo, mas extremamente erótico, reclamar de dor. Toda manhã era assim. Além do esgotamento pela dança da noite interior, o relaxamento oferecido pela droga trazia, em conseqüência e pagamento, o maldito mal-estar na manhã seguinte. Mas hoje era diferente. Os pontos sensíveis e doloridos eram de carícias violentas, sensuais e prazerosas. Eram evidências da mais recente noite de sexo que a jovem tivera.
Ela passou a mão pelos cabelos curtos, sentando-se na cama e trilhando seus dedos até o pescoço fino. O choque de ardume e excitação que percorreu por sua espinha ao sentir os pontos onde as presas do homem loiro e completamente excitante cravaram a fez sorrir e levantar, pisando nos saltos largados de qualquer jeito na beirada da cama e a fazendo perder o equilíbrio. Continuou a andar pelo quarto sujo e bagunçado, rumo ao banheiro, onde esperava tomar um banho. Ao erguer a camisola fina e negra frente ao grande espelho, viu duas notas presas no fio de sua calcinha pequena.
As duas notas de cem dólares vinham enroladas com um cartão, escrito em caligrafia extremamente corrida, em um tom de vermelho sangue, porém bem legíveis.
"Érotique. 1:30. Sem absolutamente nada por baixo da saia de couro.
J.W."
"Fuckin piece of shit"
(…)
Hey meninas. Finalmente postei Erotique, huh?
Como vocês sabem, essa ONE mais ColorBlind foi escrita em homenagem ao meu aniversario de ficwriter, e espero realmente que vocês gostem, já que essas historias envolveram minha mente intensamente.
Outra coisa que eu queria dizer... *Jasper pigarreando atrás de mim*
Jasper : "Er... Posso?"
Drigo: "Q?"
Jasper: "Qualé, combinamos isso, escritorzinho. Deixe que eu faço."
*Drigo bufa, levantando do PC, enquanto Jasper assume o teclado.*
"Sinceramente? Esqueçam essa baboseira de 'aniversario'. Essa historia foi escrita por um puro e único desejo MEU. E agora, queridas que estão arfantes e calorentas, - estou errado? – eu quero que vocês façam uma coisa quando apertarem o botão aqui debaixo. Após deixar a sua review, que eu sei que deixarão, e eu pretendo não ter que esperar por isso, quero que deixem uma ou mais perguntas para mim. E eu não estou pedindo. Sim, eu me adaptei ao trabalho do escritorzinho, e como agradecimento, ele resolveu fazer uma entrevista comigo. E isso só será possível, caso vocês façam isso. Prometo responder qualquer coisa que desejarem, de cor de cueca a posição sexual favorita. Estamos combinados? Espero que sim. Agradeço que tenham lido, e principalmente terá um agradecimento todo especial quem deixar a review. Huh? Irresistível, certo? Eu sei que sim. Posso senti-la, lembra? Pulsante, quente, molhada. Agora botem os dedos para funcionar. Não ai, ainda. Me espere que eu posso fazer isso por você. Me referia a pergunta na review e..." - *Drigo batendo na nuca do Jasper.* - "Ok, já estou encerrando autorzinho. Para terminar, as melhores reviews ganharam uma surpresa especial. O que estão esperando? Dedem o autorzinho para ele ficar contente." *Jasper rindo alto.* *Outro tapa na cabeça e uma pequena luta pelo teclado com o autor.* "Eu vejo as que estiverem sem calcinha durante a noite. Me esperem. E antes que eu me esqueça, um agradecimento especial para Carol Esposito, Lou Calmon, Carol Venancio e Anna Salles. Eu não me esquecerei de passar especialmente no quarto escuro de cada uma de vocês. E claro, agradeço a quem leu e vai comentar e tudo mais, e quem ajudou o autorzinho a fazer a minha vontade."
Drigo:"Já chega né?"
Jasper: "É, esta bom." - *estrala os dedos.* "Você sabe o que vai acontecer caso apagar o que eu escrevi, né autorzinho?"
Drigo: "Não fode, Jasper."
Jasper: "Bom que você sabe. Pode postar agora."
Drigo: *Olhar mortal*
Eu peço desculpas por ele, meninas. – ou não.
Sobre a entrevista, fato. É impossível negar a afinidade que desenvolvi com esse personagem e o como ele lotou minha cabeça com falas, gestos, cheiros, cenas, visões e principalmente gostos. E por esse motivo, conto com a ajuda de vocês para fazer do bônus de Erotique, uma entrevista esclarecedora – ou não – com Jasper e seu escrotismo.
Outra coisa que eu queria reforçar que o vampiro disse, é MUITO OBRIGADO Carol Esposito e Lou Calmon, pela ajuda na betagem e correção da One. Sem a opinião de vocês, nada disso seria como é, e eu não ficaria tão satisfeito com um trabalho como estou. E as duas capas feitas por você, gordinha tambem. Obrigado também a Carol Venancio, Drama Queen, que sem você e sua capa, essa One não seria a mesma. Anna Salles também merece meus agradecimentos, por alem de agüentar meus surtos, fez uma capa para Erotique. A primeira delas. Muito obrigado mesmo meninas.
Bom, para deixar essa ONE maior ainda, eu também quero agradecer a cada leitora que me acomapanha, comentando OU não, participando OU não. Vocês é que permitem que cada frase e palavra façam sentido. Então, esse um ano como autor de fics, é dedicado a vocês, PRINCIPALMENTE. Muito obrigado.
As musicas que estão presente nas fics, são de total importância na leitura, então se você não ouviu Closer do Nine Inch Nails, World Outside do The Devlins e Sex (I AM) do Lovage, volte para o começo da pagina e releia ouvindo.
Outra coisa que eu quero dizer – CARALHO, CALA A BOCA DRIGO. – é que as capas vocês podem conferir na pagina anterior, e o bônus, assim que todas as perguntas forem feitas e eu concluir as fics em desenvolvimento – My Eternity e Pericolosa Seduzione – e estreiar a fic nova – Your Sweet Lips – eu começo a escrever e estará na pagina seguinte. Então não esqueçam de deixar a pergunta para o Jasper na sua review.
Acho que é só isso. Mil perdões pela NA e NP gigantesca, e eu agradeço novamente. MUITO OBRIGADO MESMO.
Beijos,
Drigo.
