Recomeço – capítulo 17

Fandon: Supernatural

Personagens principais: Jensen / Jared

Sinopse: Jensen tinha um dilema: Como poderia ajudar seu paciente a encontrar um motivo para seguir em frente, quando ele próprio não conseguia encontrar seu caminho?

Nota: Esta fic é pura ficção, o foco dela é o relacionamento entre o psicólogo e o paciente, eu não entendo nada a respeito de psicologia, psiquiatria, ou qualquer outro tipo de tratamento.


Assim que Jared entrou em seu apartamento, encostou-se na porta, e não pode deixar de sorrir. Estava se sentindo feito um adolescente que acabara de dar o primeiro beijo...

Se fechasse os olhos, ainda podia sentir o gosto de Jensen, a maciez dos seus lábios, o corpo firme sob o seu... Jared foi então para o quarto e se atirou na cama, abraçando o travesseiro.

- Acho que eu bati o meu recorde em fazer asneiras esta semana. Primeiro eu transei com o Chad, e agora eu acabo de agarrar o Jensen no seu consultório. O cara deve estar surtando neste momento, e eu estou muito, muito ferrado. Se bem que... ele não pode dizer que não gostou, porque já estava bem animadinho também. Eu tive vontade de jogá-lo em cima daquela mesa e... Melhor não falar, você deve estar se revirando no caixão agora... Se você conhecesse o Jensen, com certeza ia rir da minha cara. Ele é totalmente o seu oposto, eu nem sei como fui gostar dele. Ele é todo certinho, eu não me espantaria se ele me dissesse que dorme de terno e gravata, e acho que é isso que torna ele ainda mais sexy... Porque eu morro de vontade de amassar ele todo e de conferir o que ele tem debaixo daquela roupa engomadinha. Pôrra... eu devo estar enlouquecendo mesmo. Também, esperar o que de alguém que conversa com um porta retratos? Vou tomar um banho, pra ver se a minha sanidade volta...

Uma hora depois, Jensen ainda estava sentado em seu consultório, tentando entender o que tinha acontecido.

Olhou em volta, assustado... Parecia que um furacão tinha passado por ali. Tinha papéis espalhados pelo chão, e ao olhar para si mesmo, se deu conta de que estava com a roupa toda amassada, e completamente desarrumado.

Foi para o banheiro e tentou se recompor, em vão. Olhou-se no espelho e tocou seu lábio, lembrando do beijo... e ficou sentindo um certo medo da sua reação. Simplesmente não havia conseguido resistir, sentir as mãos de Jared o agarrando pela cintura, o corpo forte dele praticamente em cima do seu, sentir o toque de seus lábios, e sua língua atrevida explorando sua boca, tinha sido... Não sabia nem como explicar, jamais tinha sentido algo parecido antes, jamais tinha se excitado desta forma, e isso o assustava, e muito...

Jensen pegou suas coisas e foi para o carro, sem saber que rumo tomar. Se fosse para casa, com certeza ficaria pensando no ocorrido, e isto não seria nada bom. Precisava agora de uma boa dose de uísque, precisava tirar o maldito Jared Padalecki da cabeça.

Parou no bar que geralmente frequentava com seus amigos, e encontrou Tom e Steve por lá.

Pediu uma dose de uísque e bebeu quase em um único gole. Tom falava alguma coisa e ria o tempo todo, mas Jensen nem querendo conseguiria prestar atenção na conversa deles, pois sua cabeça estava bem longe dali. Pediu mais uma dose, quando viu que seus amigos o encaravam como se tivessem visto um fantasma.

- Jensen, o que deu em você? – Tom perguntou com os olhos arregalados.

- Como assim? Por que? – Jensen perguntou nervoso, com medo que alguém tivesse notado alguma coisa.

- Você está aí há pelo menos meia hora, e não disse uma palavra até agora, parece que está em outro mundo, cara. – Tom disse e Steve concordou, dando risadas.

- Ah, me desculpem, é que... foi um dia ruim, só isso. – Jensen forçou um sorriso – Mas eu já tenho que ir.

Jensen pagou a conta e saiu quase correndo do bar. Tudo que menos queria era conversar, ou ter que dar satisfações de suas esquisitices para os seus amigos.

Dirigia a caminho de casa, impaciente, não suportava sentir-se assim, inquieto, inseguro... Gostava de tudo preto no branco, mas desde que conhecera Jared, sua vida tinha mudado de alguma forma, já não era mais o mesmo.

Fez o retorno, sem querer saber se era certo ou não, não era hora para pensar nisso, precisava ter certeza.

Jared saiu do banho, e vestiu apenas um roupão, jogando-se novamente na cama. Se espreguiçou e pensou em pegar algum livro para ler, quando ouviu a campainha tocando.

- Pôrra, só não seja o Chad, por favor. – Resmungou sozinho antes de chegar na porta.

Tomou um susto ao abrí-la e se deparar com Jensen. Nenhum dos dois disse nada, apenas ficaram se encarando por algum tempo.

- J-Jensen, é... entra! – Jared finalmente conseguiu falar.

Jensen já estava se arrependendo de ter ido até ali, mas quando Jared fechou a porta e parou diante dele, vestindo apenas um roupão branco, com os cabelos molhados e despenteados, Jensen acabou esquecendo completamente do que tinha vindo fazer.

- Jared, eu... é... agora sou eu quem precisa ter certeza...

Então Jensen se aproximou, colocando Jared contra a porta, e lhe beijou, como se a sua vida dependesse disso. Atacou seus lábios cheio de desejo, brincando com a língua do moreno, e sentindo suas mãos rápidas já entrando por dentro de sua camisa.

Sentiu Jared soltar um gemido de satisfação, e rapidamente inverter as posições, encostando Jensen contra a porta desta vez, e lhe arrancando o paletó com apenas um movimento.

Sem interromper o beijo, Jared já arrancava a sua gravata, e abria os botões da sua camisa, enquanto explorava cada pedacinho do seu pescoço com beijos e mordidas, fazendo Jensen estremecer.

Jensen havia notado que Jared gostava de dominar, mas não ia reclamar disso agora, pois estava simplesmente se deliciando com os avanços do mais novo.

Só então Jensen se deu conta de que não havia se movido até agora, parecia paralisado pelo prazer e pelas sensações que Jared estava lhe proporcionando. Colocou então suas mãos por dentro do roupão do moreno, contornando sua cintura, sentindo o quanto seus músculos eram firmes, e percebeu que Jared estava apenas com uma boxer por baixo do roupão. Tocou seu peito e seu abdômen, deslizando as mãos então para as costas, enquanto Jared o puxava com firmeza pelo quadril, o fazendo sentir o quanto estava duro...

A camisa de Jensen já estava no chão, e o moreno já lutava para abrir seu cinto e sua calça, enquanto seguiam o caminho até o quarto.

Jensen podia sentir Jared sorrindo entre os beijos, e isso lhe causava arrepios. Ver Jared sorrir era com certeza uma das coisas que mais lhe atiçavam a imaginação, ainda mais "aquele" sorriso safado que ele lhe lançava de vez em quando.

Pararam diante da cama, e Jensen finalmente jogou o roupão de Jared para longe, tocando seus ombros com as pontas dos dedos, e o observando com desejo. O corpo de Jared era simplesmente perfeito, o loiro tinha que admitir.

Jared jogou Jensen sobre a cama macia, pegou na gaveta um tubo de lubrificante e preservativos, e tratou de deitar o porta retratos de Jason, antes de arrancar a calça e os sapatos do loiro, ficando os dois apenas de boxer, para então se deitar sobre ele.

Jensen arfava, sentindo o peso do moreno sobre si, e gemia cada vez que Jared pressionava seu quadril contra o dele, completamente sem controle.

Jared explorava seu corpo com a língua, seu pescoço, peitoral, parando em seus mamilos, e brincando com a ponta da língua até vê-los enrijecidos. Foi descendo com a língua pelo abdômen definido de Jensen, enquanto sua mão acariciava a ereção do loiro por cima da boxer.

Jared estava se deliciando com seus gemidos, então foi tirando sua boxer devagar, tomando o membro pulsante de Jensen em sua mão, o instigando, para depois passar a língua pela glande e por toda sua extensão, para em seguida abocanhá-lo por completo, sentindo Jensen gemer mais alto e arquear seu corpo pelo prazer.

Enquanto o chupava com vontade, Jared dobrou uma das pernas de Jensen, e colocando lubrificante em seus dedos, o penetrou com um deles, sentindo Jensen mover seu corpo, provavelmente pelo desconforto inicial.

Como o loiro não reclamou, nem o mandou parar, Jared continuou com o movimento, logo introduzindo um segundo dedo. Moveu-os para dentro e para fora com precisão, sabendo exatamente como e onde tocar, e logo os gemidos do loiro eram mais de prazer do que de dor.

Jared tirou o membro de Jensen da boca e foi subindo, depositando beijos e lambidas por seu peito, até chegar novamente em seus lábios.

Pensou que poderia passar o resto da sua vida apenas beijando aqueles lábios tentadores, então afastou as pernas de Jensen, se posicionando entre elas, colocou rapidamente o preservativo e mais lubrificante, posicionando seu membro na entrada apertada do loiro. Assim que forçou a entrada, sentiu Jensen se agarrar com força, cravando as unhas em suas costas.

Conforme ia entrando, Jensen ia arqueando o corpo, e Jared sabia exatamente o que ele estava sentindo neste momento, então foi entrando bem lentamente, deixando que Jensen se acostumasse com a sensação.

Quando já estava completamente dentro, esperou mais um pouco, sem deixar de beijar o loiro por um minuto, e quando o sentiu relaxar, começou com os movimentos de vai e vem, lentamente, e aumentando o ritmo conforme os gemidos de Jensen iam aumentando.

Logo os dois se movimentavam em um só ritmo, e Jensen buscava mais e mais contato com o corpo de Jared, o envolvendo com suas pernas, e gemendo mais alto cada vez que o membro do moreno tocava sua próstata.

Nunca pensou que dor e prazer podiam estar em tamanha sincronia, e também neste momento já não conseguia mais pensar, estava só se deixando levar pelas insanidades do moreno, se entregando de corpo e alma ao prazer e as sensações que lhe proporcionava.

Jamais sentira algo tão intenso, e ouvir os gemidos de Jared, misturado com algumas palavras desconexas, só o fazia ficar mais e mais louco de prazer.

Seu pênis era pressionado pelo abdômen de Jared se esfregando contra o seu, cada vez que o moreno dava suas investidas, sempre mais forte e mais rápido, até que Jensen chegou ao limite, despejando seu líquido quente sobre seu abdômen e o peito de Jared. O moreno gozou logo em seguida, sentindo o corpo de Jensen estremecer sob o seu.

Jared praticamente desabou sobre o corpo de Jensen, ainda beijando seu pescoço e seus lábios. Logo saiu de dentro dele e se livrou do preservativo, abraçando o loiro, e tentando recobrar o fôlego. Nenhum dos dois disse nada, apenas permaneceram nos braços um do outro até caírem no sono.

Quando Jared acordou pela manhã, bufou desanimado ao perceber que estava sozinho. Levantou da cama nu, e andou pelo apartamento, mesmo sem esperanças de encontrar Jensen por ali.

Voltou para o quarto e desabou na cama, desanimado, então voltou a erguer o retrato de Jason no criado mudo.

- O que você me diz disso, hein? Absolutamente normal ele ter fugido, não é? Afinal eu também fugi só quando você me beijou a primeira vez. Talvez eu devesse ter pegado mais leve com ele, sei lá, deixado ele ser o ativo... Mas também ele não reclamou, e cara... o Jensen é muito gostoso! Pior é que se eu bem conheço ele, ele deve estar surtando agora, afinal, eu ferrei com a sua vida certinha. Será que o fato dele ser um psicólogo torna as coisas mais fáceis? Porque agora provavelmente vem aquele monte de dúvidas, será que ele vai saber lidar com isso melhor do que eu? Para mim até que foi fácil, ou talvez eu não fosse tão hétero quanto pensava – Jared riu sozinho depois disso – Bom, eu só posso esperar pra ver no que vai dar. Se ele não cancelar minha consulta, eu falo com ele em três dias...

Jared foi para o chuveiro, pois lembrou que tinha combinado de acompanhar Meg numa ida ao shopping, o que seria uma chatice, porque sabia que Meg levaria horas escolhendo roupas, para então pedir sua opinião, e se ele dissesse que não gostava, ela ficaria emburrada como sempre, e sem falar com ele por alguns dias. Típico - pensou. Mas desta vez não tinha Jason para livrar sua pele, teria que ir mesmo.

Jensen acordou em seu apartamento perto do meio dia, após acordar de madrugada e fugir do apartamento de Jared, o que por falar nisso, Jensen pensou que Jared deveria ter quatro braços e quatro pernas, pela forma que estava enroscado em seu corpo quando acordou. Era no mínimo estranho acordar nu, ao lado de um homem nu, que por sinal era seu paciente, e tinha quase dois metros de altura, e ainda sentindo uma dorzinha incômoda em seu traseiro, que não lhe deixaria esquecer por dias a besteira que havia feito.

Jensen se amaldiçoou por ter seguido seus instintos, e não sua razão na noite anterior. Agora a merda estava feita, como iria encarar Jared depois disso? Como iria tratá-lo como um simples paciente, depois de terem transado? Como poderia tratar dos problemas de Jared, se ele mesmo estava criando um ainda maior? E ainda por cima, sequer conseguia lidar com os seus próprios problemas neste momento.

Seu desespero era cada vez maior, mas de vez em quando, esquecia completamente a razão, e se pegava lembrando dos toques e das sensações que o moreno o tinha feito sentir. Tinha que admitir que tinha sido bom, muito bom... Se pudesse esquecer a sua consciência e seu profissionalismo por um momento, poderia dizer que tinha sido a melhor transa da sua vida, e que talvez algum dia pudessem repetir a dose. Mas como se tratava de Jared, a coisa se tornava bem mais complicada. Deveria cuidar de seu paciente, e não foder com ele, literalmente falando.

Sua cabeça agora era pura confusão, então Jensen resolveu viajar para Dallas, pensando que visitar os seus pais o distrairia neste final de semana, evitando assim pensar o tempo inteiro em seu maldito paciente.

Não funcionou exatamente como Jensen queria, mas de qualquer forma foi muito bom rever seus pais e seus irmãos.

Na segunda feira, ligou para a secretária de Sebastian, e uma hora depois apareceu em seu consultório.

- Jensen, eu realmente não acredito que você marcou uma consulta.

- Eu já te disse, agora eu preciso de um psicólogo, e não de um amigo.

- Mas você sabe que pode ter os dois, a hora que quiser. Cada dia eu tenho mais certeza de que você está ficando maluco, Jen.

- Isso porque você ainda não ouviu o que eu tenho pra te falar.

- Ok, então vamos lá. Por onde você quer começar?

- Eu posso me deitar no divã? Eu não acredito que você ainda tem um divã no seu consultório – Jensen disse zoando.

- Eu tenho alguns pacientes antigos, que se sentem mais confortáveis com ele.

- Ok - Jensen disse deitando no divã e se espreguiçando - Você sabe que tudo que é dito aqui é sigilo absoluto entre médico e paciente.

- É claro que eu sei disso, idiota!

- Só para constar. Bom, eu vou começar pela tarde de ontem.

- O que aconteceu de tão especial?

- Eu fui beijado por um homem. Aliás beijado não, foi mais que isso, ele praticamente me deu uns amassos.

- O que? - Sebastian perguntou quase engasgando.

- Você não deveria demonstrar tanta indignação, esqueceu? Eu sou seu paciente agora.

- Ok, então, continue por favor.

- E eu gostei.

- O que?

Jensen balançou a cabeça...

- Ok, me desculpe. Prossiga por favor.

- Eu... ele me beijou, e me agarrou pela cintura, e estava praticamente em cima de mim, e eu correspondi, e pior... fiquei excitado!

- Meu Deus amado! – Sebastian exclamou de boca aberta.

- Cara, você está sendo um péssimo psicólogo.

- E você logo vai precisar de camisa de força, mas continue... E depois?

- E depois, eu fiquei pensando... Puta merda, o que foi isso? E aí... sabe quando você precisa ter certeza de alguma coisa? Eu precisava ir até o fim, saber o que era aquilo que estava sentindo.

- Jensen, você não...

- Mais a noite, eu bebi duas doses e fui até a casa dele. Minha intenção era conversar, mas aí...

- Mas aí? – Sebastian estava curioso.

- Quando eu cheguei lá, ele estava muito gostoso e sexy, tinha acabado de sair do banho, e estava vestindo apenas um roupão. Eu me atraquei com ele num beijo, e em pouco tempo nós estávamos na cama.

- Caralho Jensen! E como foi?

- Foi... bom, muito bom. Acho que a melhor transa da minha vida - Jensen disse suspirando.

- Uau! E você ficou por cima, ou por baixo?

- Isso não vem ao caso, Sebastian! - Jensen disse irritado.

- Eu não acredito! Você ficou por baixo, Jensen! – Sebastian não pode conter uma risada.

- Eu não falei isso!

- Cara, eu te conheço... Se você tivesse sido o ativo, não iria hesitar em falar, você se entregou agora...

- Ok, mas que diferença isso faz? O fato é que... Eu transei com um homem. E gostei! Isso me torna... gay?

- A palavra te assusta?

- Eu não sei, acho que tudo me assusta agora...

- Ei, e quem é o cara?

- O que?

- Com quem você transou?

- Essa é a pior parte... Eu transei com o Jared, e ele acha que está apaixonado por mim. O que eu faço agora?

- O Jared, você diz... o suicida?

- Esse mesmo.

- Cara, você já ouviu falar em um tal... código de ética?

- Sebastian, você não precisa me lembrar disso!- Jensen estava bravo agora.

- Ok, e o que você pretende fazer?

- Eu não sei, eu... vou ter que falar com ele, isso não pode voltar a acontecer. Ele deve estar confundindo as coisas.

- Isso vai ser complicado.

- Nem me fale!

- Mas e quanto a você?

- O que tem eu?

- Vai sobreviver sem sexo selvagem com um garanhão, daqui pra frente?

- Deixa de me zoar, cara! A coisa é séria. Foi bom, mas eu não vou sentir falta disso, eu ainda prefiro as mulheres.

- Sei...

- Eu estou falando sério!

- Eu sei!

- E então, o que você como psicólogo recomenda?

- Tenho duas sugestões: Uma é você ir até uma dessas "casas de família" e transar com umas três putas ao mesmo tempo, até enjoar. E outra... aluga um pornô gay, e dá-lhe cinco contra um a noite inteira, até se acabar. – Sebastian disse e caiu na gargalhada.

- Cara, você é um péssimo profissional, deveriam caçar a sua licença... Fala sério!!


Continua...

Enfim o que todos esperavam, espero que tenham gostado.

Beijokas!!

Nota: A morte do Jason foi realmente um acidente, acho que eu confundi a cabeça de alguns, a mãe do Jared é uma chata, mas ela não provocou o acidente, ok? Nem o pai. O meu lado sádico e cruel eu deixei todo em "Vítima do Acaso", apenas para esclarecer.

Respondendo as reviews:

Amanda: Eu enlouqueço os leitores?? rsrs. Isso é bom, não é?? Só não se anime, estou conseguindo postar rápido porque ando inspirada, mas isso logo acaba, infelizmente. Beijos, e obrigada por comentar!!

Vicky: Ah, eu que sou tarada e pervertida, é? Fala sério, todo mundo estava esperando rolar algo no consultório!! E sim, o Jensen doi envenenado, e não existe um anti soro para Jared Padalecki... Beijokas!! E até o próximo!